quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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71-ACIDEZ 
FEMININA

COLECTOR MENTRUAL




A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA

* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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Feliz Ano Novo


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 MARIA LÚCIA




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Feliz Ano Novo

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XXXVII- O UNIVERSO

2- SONS


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Feliz Ano Novo


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7-MUITO ALÉM DO PESO


CÚMPLICES DA GORDURA



ÚLTIMO EPISÓDIO

As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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Feliz Ano Novo

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MARIA MANUEL MOTA

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O mundo em mudança

Nada na história recente da atribuição do Nobel fazia prever que se regressasse aos tempos em que se atribuía o prémio à descoberta de um antibiótico, por exemplo

Na segunda-feira, 5 de outubro, quando cheguei ao meu gabinete, no Instituto de Medicina Molecular, já tinha inúmeros pedidos de entrevista/comentário, dos mais diversos meios de comunicação social. Motivo? Uma completa surpresa. O mais desejado prémio, o Nobel da Fisiologia ou Medicina foi para três cientistas que fizeram descobertas relacionadas com o tratamento de doenças parasitárias. Dividido, metade para William C. Campbell e Satoshi Omura "pelas suas descobertas sobre uma nova terapia contra infecções causadas por parasitas nemátodes" e a outra metade para Tu Youyou "pelas suas descobertas relativas a uma nova terapia contra a malária". 

Incrivelmente, esta escolha deixou-me espantada; a mim que trabalho com parasitas, nomeadamente aquele que causa a malária, há mais de 20 anos. Sem dúvida que esta escolha é uma novidade a vários níveis. Depois de em 2014 o prémio ter sido atribuído a neurocientistas que descobriram as células do cérebro que nos permitem orientar no espaço, ou no ano anterior para o sistema de transporte celular. 

A verdade é que nos habituamos a que sejam premiadas descobertas científicas com extraordinário impacto no nosso conhecimento; ou seja, descobertas que mudam a nossa forma de descodificar a vida. No caso do prémio deste ano, premiaram-se soluções capazes de resolver um problema gravíssimo dos nossos tempos mas que não são por si descobertas científicas. Estima-se que os chamados parasitas nemátodes afetem um terço da população mundial, sobretudo na África subsariana, no Sul da Ásia e nas Américas Central e do Sul. Provocam a chamada "cegueira dos rios" bem como a elefantíase. A primeira, antes de levar à perda total da visão, causa uma comichão tão intensa pelo corpo todo que não é incomum ver pessoas com facas afiadas ou tijolos a arranhar-se constantemente durante horas, tentando procurar algum alívio. Já a elefantíase atinge cem milhões de pessoas e causa inchaços monstruosos e crónicos em diversas partes do corpo. Por outro lado, a malária causa quase um milhão de mortes todos os anos na grande maioria em crianças com menos de 5 anos. Os cientistas em questão foram premiados por revelar fármacos com impacto espantoso nestas doenças parasitárias, mas não por descobertas que representam um avanço no conhecimento científico ou na forma como estes parasitas causam doença.

Nada da história recente da atribuição do Nobel fazia prever que se regressasse aos tempos em que se atribuía o prémio à descoberta de um antibiótico, por exemplo. Como em 1939, quando o alemão Gerhard Domagk foi laureado pela descoberta das propriedades antibacterianas do prontosil, a primeira das sulfonamidas (o cientista não foi autorizado pela Alemanha a receber o prémio...).
Esta foi a minha primeira surpresa, que interpreto como um sinal inequívoco de mudança: a distinção de uma investigação direcionada ou aplicada. Mas outros aspectos tornam esta escolha surpreendente. Como o facto de ter sido premiado algo que tem impacto em populações e sociedades de uma parte do mundo que muitas vezes consideramos não ser a nossa. Será este um sinal de que começamos a compreender o mundo global onde vivemos e que os problemas dos outros são problemas de todos? Espero verdadeiramente que sim.

Finalmente, gostaria de chamar a atenção para um aspecto curioso relacionado com a forma como a terapia para combater a malária foi desenvolvida. Tu Youyou fazia parte de uma equipa do governo chinês liderado por Mao Tsé-Tung na década de 60 do século passado, que tinha por objectivo encontrar uma nova terapia para tratar a malária. Os medicamentos disponíveis contra a malária começavam a falhar devido a resistências do parasita contra esses mesmos fármacos. Mao ordenou a um grupo de cientistas que encontrassem uma solução. Tu Youyou foi a pessoa que realmente deu início a este projeto na China. A equipa decidiu voltar-se para a literatura chinesa da química medicinal - que é a química derivada de plantas, tratamentos com ervas - e identificou centenas de compostos que mostravam ter capacidade no alívio de febre. De seguida, começou a testar sistematicamente esses extratos vegetais e dessa forma surgiu a artemisinina, que é extremamente eficaz no tratamento da malária. A artemisinina é hoje responsável pela redução de metade do número de mortes por malária em todo o mundo. Algumas pessoas podem ter visto neste prémio um sinal de credibilidade e reconhecimento das terapias alternativas ou tradicionais. Mas é preciso notar que a descoberta só se tornou credível e válida depois de ter sido testada pelo método científico. 

Podemos perguntar-nos se o mesmo poderá acontecer com outros produtos. Sim, é possível, mas só se forem devidamente testados.

Também é curiosa a história da descoberta do medicamento estudado por Campbell e Omura, a avermectina - um derivado da qual, a ivermectina, permitiu reduzir drasticamente a incidência da cegueira dos rios e da elefantíase. Este produto já era amplamente usado em medicina veterinária e o que os dois cientistas fizeram foi testar a sua aplicação em humanos. "O tratamento tem tido tanto êxito, que estas doenças estão à beira da erradicação, o que seria um feito maior da huma-nidade", disse o Comité Nobel no comunicado de anúncio do prémio.

Apesar de eu ver em tudo isto um positivo sinal dos tempos, não posso deixar de ressalvar que continuamos a precisar da investigação chamada básica ou fundamental (aquela que produz novo conhecimento e que tenta saciar a nossa curiosidade) de a premiar e distinguir. Porque nunca se sabe de onde vem a solução para os grandes problemas da humanidade. O que hoje é tido como investigação fundamental, amanhã poderá ser a cura de uma doença grave. Só o futuro o dirá e não podemos virar-lhe as costas.

* Cientista, Directora Executiva do Instituto de Medicina Molecular.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
29/12/15

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737.UNIÃO

EUROPEIA



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Feliz Ano Novo



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 DRONES INVADEM WASHINGTON



* Uma produção "EURONEWS"


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III-AMBIENTE FEROZ

1-RAIO



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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Feliz Ano Novo


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Guilherme Azevedo

Francisco Coelho



The Voice Portugal Season 3
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HOJE NO 
"i"

500 milhões de rolhas de cortiça portuguesa vão 
saltar esta noite por todo o mundo

As rolhas de champanhe representam 18,5% do total exportado. França, Itália e EUA são os principais mercados
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CORTIÇA
Quinhentos milhões de rolhas de cortiça portuguesa vão saltar das garrafas de champanhe um pouco por todo o mundo quando soarem esta madrugada as 12 badaladas. Grande parte da produção do território português tem como destino o mercado externo, e só as rolhas de champanhe representam 18,5% do total das rolhas exportadas, o equivalente a 63,4 milhões de euros, de acordo com os últimos dados da Associação Portuguesa da Cortiça (Apcor), referentes ao primeiro semestre do ano. “São grandes dias de celebração em que a cortiça português está sempre presente”, garante ao i, o presidente da Apcor, João Rui Ferreira.

Das cerca de mil milhões de rolhas de cortiça para champanhe que são anualmente vendidas em todo o mundo, mais de 50% são de fabrico português. O mercado francês lidera o consumo de rolhas de champanhe (32,5 milhões de rolhas, equivalente a 32,5 milhões de euros), em segundo lugar surge a Itália (27,2 milhões de rolhas, equivalente a 27,2 milhões de euros), o que, no entender da entidade, é natural “devido à importância destes mercados nos vinhos espumantes”.

A verdade é que as rolhas que vão sair das garrafas de champanhe nesta madrugada já têm de estar na garrafa há algum tempo. Mas há uma certeza: grande parte são de produção nacional. “Cerca de 70% da distribuição mundial pertence às rolhas de cortiça e só as de champanhe têm uma quota de mercado superior a 95%”, diz.

Mas não é só deste segmento que vive o setor. Portugal é o líder mundial no que diz respeito às exportações de cortiça, com esta indústria nacional a representar 1,8% das exportações nacionais. “Ao comparar o valor das exportações de cortiça com as exportações totais do país, regista-se que o setor acompanhou a subida das exportações de Portugal, que tiveram um aumento de 9% em junho de 2015, face ao período homólogo de 2014”.

 Só as exportações de cortiça aumentaram 7,8% em valor face a 2014, totalizando 473,2 milhões de euros nos primeiros seis meses do ano. No entanto, em relação ao volume exportado, a tendência foi contrária, já que de 2014 para 2015 registou-se uma diminuição de 2,6%, o que significou uma redução de 94,6 milhares de toneladas para 92,1 milhares de toneladas exportados.

A Apcor lembra que este aumento das exportações “dá continuidade à linha de crescimento verificada nos últimos anos. Desde 2010 que temos aumentado as exportações, sendo que em 2014, por exemplo, registamos um aumento de 1,5% em relação ao ano anterior”, salienta. E para o presidente da entidade, João Rui Ferreira, a explicação é simples: “Resulta da estratégia que o setor definiu e colocou em prática”.

As rolhas de cortiça continuam a liderar as exportações portuguesas de cortiça, assumindo o valor de 342,1 milhões de euros exportados no primeiro semestre de 2015 (72,3%), seguido da cortiça como material de construção com 117,8 milhões de euros (24,9%).

As rolhas de cortiça natural continuam a dominar as exportações portuguesas de rolhas de cortiça, ao totalizar 216,4 milhões de euros exportados no primeiro semestre de 2015, o que equivale a 63,3% do total exportado de rolhas de cortiça. A seguir surgem as rolhas de champanhe e o terceiro lugar da tabela é ocupado por outro tipo de rolhas, ao fixar-se nos 62,2 milhões de euros, apresentando um peso de 18,2% em relação ao total exportado.

Dos dez principais países importadores dos produtos portugueses de cortiça, que representam cerca de 82% do total exportado por Portugal, seis pertencem à Europa (55%), sendo os restantes 27% distribuídos pelos EUA, Chile, China e Argentina. Mas os Estados Unidos já são o principal mercado com 20,19% do total exportado, equivalendo a 95,5 milhões de euros, seguido da França com 18,9% e 89,4 milhões de euros.

Para João Rui Ferreira, para manter esta tendência de crescimento é preciso apostar em três eixos: “Contribuir ativamente para o esforço de ter em Portugal montados que possam produzir mais e melhor cortiça, dar continuidade ao esforço industrial para o aumento da fiabilidade dos produtos e, ainda, e com particular relevância, o crescimento do valor acrescentado das exportações, suportado na promoção internacional e no desenvolvimento de soluções inovadoras”.

40 milhões de rolhas por dia O setor conta actualmente com cerca de 600 empresas, que produzem em média 40 milhões de rolhas de cortiça por dia e empregam cerca de 8200 trabalhadores.

Conquistar mercados aos vedantes de plástico continua a ser um dos objetivos da associação. De acordo com o estudo da OpinionWay, em França, 83% dos consumidores de vinho prefere a cortiça, contra 7% para os vedantes de plástico e 3% para as cápsulas de alumínio. O estudo diz que 88% dos inquiridos diz que a cortiça é o vedante que melhor se adapta a um “grand cru” e como o vedante é o que preserva melhor o aroma do vinho (73%) e permite a conservação do mesmo durante mais tempo (71%).


* A cortiça é um material extraordinário



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O melhor GoPro de 2015



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HOJE NO  
"A BOLA"

World Soccer atribui título 
de melhor do ano a Messi

Lionel Messi é o vencedor do título de melhor jogador do ano para a revista britânica World Soccer, que atribuiu 927 pontos ao avançado argentino do Barcdelona.
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Cristiano Ronaldo, vencedor do prémio no ano passado, ficou no segundo lugar, com 702 pontos, seguido do brasileiro Neymar, companheiro de Messi no Barcelona, que arrecadou 675 pontos.

A revista britânica elegeu ainda o Barcelona como melhor equipa do ano, seguindo da seleção do Chile, tal como Luis Enrique superou Jorge Sampaoli na eleição para melhor treinador.

* Um desempenho  de excepção.


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10 PROPOSTAS 


DE TATUAGEM





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HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Secretário de Estado pede aos 
utentes que evitem urgências

Manuel Delgado admitiu que alguns hospitais estão perto do máximo da capacidade de resposta. Centros de saúde poderão alargar horários

O secretário de Estado da Saúde afirmou hoje que alguns hospitais estão "a atingir os máximos da sua capacidade de resposta" e apelou à população para evitar o congestionamento das urgências hospitalares.
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Manuel Delgado falava aos jornalistas no final de uma visita ao centro de saúde de Sete Rios, em Lisboa, onde falou sobre o Plano de Contingência para a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e sobre o alargamento previsto dos horários dos centros de saúde na região.
De acordo com o governante, a aposta do Ministério da Saúde passa pela abertura dos centros de saúde por períodos mais alargados. Esta abertura é "flexível" e ocorrerá "em função da procura das urgências hospitalares".

Segundo Manuel Delgado, o objetivo do alargamento dos horários nos cuidados de saúde primários é proporcionar um "apoio mais rápido aos doentes", dando-lhes "mais comodidade, conforto e rapidez no atendimento".

Os horários dos centros de saúde - que estarão disponíveis nos sites das respetivas Administrações Regionais de Saúde (ARS) - poderão alterar-se, no sentido do seu alargamento, consoante aumente a pressão nas urgências hospitalares, que está neste momento a ser controlada pela tutela.

Em análise vai estar a procura proporcionada pelo "pico" da gripe, que ainda não foi atingido.
Sobre a procura associada a esta doença, Manuel Delgado assegurou que "a solução vai ser devidamente acautelada", existindo ainda "margem para alargar a capacidade de resposta, não tanto ao nível dos profissionais, mas ao nível de mais camas para internamento".

Manuel Delgado deixa um apelo no sentido do utente que se sente doente não ir para a urgência hospitalar, mas antes telefonar para a linha Saúde 24 (808242424), a partir da qual será "direcionado para o atendimento mais adequado, como o centro de saúde mais próximo da sua residência".
Sobre a situação dos hospitais, o governante disse que "as urgências têm as escalas médicas nos limites e devidamente apetrechadas. Têm uma lotação em camas suficiente e conseguimos que, através dos planos de contingência, criassem mais camas adicionais para ocorrer a situações de internamento".

De acordo com os respetivos planos de contingência, os hospitais terão a possibilidade de encaminhar os doentes que os procurem para outras unidades menos procuradas.

* Se evitarmos constrangimentos nas urgências é melhor para todos os casos realmente urgentes.


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DOUTRO SÉCULO
4 - AS MELINDROSAS
O NASCIMENTO DA MULHER
 NO SEC XX


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HOJE NO 
"RECORD"

Marcos Freitas
 «Medalha olímpica é um objetivo»

O sonho comanda a vida. Marcos Freitas, aos 27 anos, espera jogar mais dez ao mais alto nível e acredita que no Rio de Janeiro poderá tornar-se no primeiro madeirense a conquistar uma medalha nos Jogos Olímpicos – 2015 está a terminar e ficará na memória deste campeão por tudo o que conquistou.
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"Foi um grande ano, um dos melhores da minha carreira. Realço a minha permanência de um ano completo no top mundial, 12 meses sem sair do top 10, o que é mais difícil do que chegar um mês a número 7, mas depois sair do top 10. Permaneci um ano inteiro, o ranking sai todos os meses. Tive de jogar bem o ano todo para conseguir esta proeza. Outro grande feito, foi o 2.º lugar no Europeu que se realizou na Rússia, pois consegui a primeira medalha ao nível individual. Destaco ainda a vitória no campeonato francês, que é o segundo mais forte do Mundo", disse o n.º 8 na lista da ITTF, com um brilho nos olhos. Mas o madeirense também recorda uma página negra: "O Mundial individual que decorreu na China, realmente não me correu bem, tinha aspirações em lutar por uma medalha."

Agora, com 2016 à porta, sonha já com outros voos. "Espero que 2016 seja melhor. Tenho sempre vindo a evoluir e quando acaba o ano e vejo o fogo de artifício, penso sempre para mim: será que o próximo ano vai ser melhor? Acho que é quase impossível, mas tem sido sempre! Por isso já começo a acreditar que 2016 vai ser melhor. Tenho o sonho dos Jogos Olímpicos, que estão aí à porta." E revelou depois o seu desejo: "A qualificação começou por ser um sonho, mas neste momento a medalha é um objetivo. Vê-se logo a evolução no meu trajeto e não tenho dúvidas de que quero ser o primeiro atleta madeirense a ganhar uma medalha para a Região."

Jogar mais dez anos
Marcos Freitas tomou uma opção: sair da Madeira e ser profissional. E a aposta foi ganha. "Foi com 18 anos que fui para a Alemanha. Foi a melhor decisão que tomei na vida. Se não o tivesse feito, não estaria aqui a falar consigo. Agora quero continuar a trabalhar bem e ganhar mais coisas para o nosso país", afirmou, demonstrando orgulho na opção que tomou. E agora, que futuro? "Não vou dizer até onde posso chegar. Vai depender do meu trabalho, de alguma sorte. Espero evoluir, tenho 27 anos e quero jogar a este nível mais dez. Espero trazer medalhas para Portugal", finalizou, sorrindo.

Namorada está a adorar a Madeira
Marcos Freitas está na sua ilha, acompanhado pela namorada, que ontem, à hora em que o craque apadrinhou o novo espaço do Marítimo para o ténis de mesa, estava a descansar em casa. "Estar aqui com estes jovens é um prazer. Espero motivá-los para que possam chegar tão alto como eu cheguei", disse Marcos, que trocou umas bolas com o líder dos verde-rubros, Carlos Pereira. A companheira já tem a Madeira no coração: "A temperatura é bem melhor que na Áustria. Foi a primeira vez que a trouxe e está a adorar. A comida, o tempo... Diz que não há outro lugar assim na Europa!"

* Um atleta de excepção.

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AVISO



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HOJE NO  
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Inverno 30 graus mais quente
 no Polo Norte

É caso para dizer que "o tempo está louco". As temperaturas no Polo Norte estavam esta quarta-feira perto dos dois graus Celsius, mais altas dos que os habituais 30 negativos que se fazem sentir na região durante esta época. 
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As temperaturas no Polo Norte aproximaram-se dos dois graus por causa da tempestade que passou pelos Estados Unidos, causando tornados mortais, e estão também relacionadas com as fortes chuvas que esta semana causaram centenas de inundações no Reino Unido, segundo dados revelados pela Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos.

O especialista do jornal "Washington Post" Jason Samenow diz que que a "onda de ar quente que forma uma linha reta em direção ao Polo Norte é algo impressionante".

A Agência Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos afirma que o aquecimento da atmosfera na região do Ártico ocorre em níveis duas vezes mais rápidos do que em qualquer outra parte do mundo.

As temperaturas no Polo Norte devem voltar aos valores habituais já a partir desta sexta-feira.

* Péssima notícia, a quantidade de água doce que se perde é assinalável.

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Estaladiças

Marisco e Açafrão




De: Saborintenso
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HOJE NO 
  "PÚBLICO"

Concorrência multa Associação Nacional de Farmácias em dez milhões de euros

A Autoridade da Concorrência (AdC) condenou a Associação Nacional de Farmácias (ANF) ao pagamento de uma coima global de 10,34 milhões de euros por abuso de posição dominante no sector dos estudos de mercado sobre dados comerciais das farmácias.

Além da ANF foram condenadas outras sociedades do grupo: a Farminveste SGPS, a Farminveste – Investimentos, Participações e Gestão e a consultora HMR – Health Market Research.
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Segundo informações recolhidas pelo PÚBLICO, a entidade reguladora presidida por António Ferreira Gomes concluiu que estas sociedades actuaram de maneira a impedir que outras empresas pudessem concorrer na produção de estudos de mercado para a indústria farmacêutica, no qual a associação actua através da HMR. A ANF confirmou a condenação ao PÚBLICO, assegurando que vai recorrer de uma decisão que diz carecer de “suporte jurídico”. Assim, o processo deverá dar entrada no Tribunal da Concorrência, em Santarém.

Para realizar os estudos destinados a clientes como os laboratórios farmacêuticos, as consultoras recorrem à Farminveste (da ANF), que é a única fornecedora em Portugal de dados comerciais (de fora ficam os dados dos clientes) de uma amostra representativa de farmácias. Trata-se de um sector que vale, anualmente, mais de 20 milhões de euros por ano, segundo referiu uma fonte conhecedora do processo.

Pelo que o PÚBLICO apurou, a decisão condenatória da AdC (que nasceu de uma investigação desencadeada pelas denúncias de duas entidades) baseia-se no abuso de posição dominante da Farminveste a partir de 2009, quando criou a sua própria produtora de estudos (a HMR). A empresa agravou de tal modo os preços de venda dos dados comerciais das farmácias (fazendo com que mais que duplicassem entre 2010 e 2013, para valores próximos de 250 euros por mês, por farmácia) que impediu os concorrentes de obter a margem necessária para cobrir os custos de produção dos seus estudos, quando comparados com os preços de venda dos estudos da HMR.

Quando a maior concorrente da HMR, a IMS Health, quis garantir a compra da informação comercial directamente com as farmácias, a Farminveste, que é dona da rede informática das associadas da ANF, impediu o seu acesso aos dados. O PÚBLICO sabe que a IMS Health e a HMR representam quase 90% da oferta no sector dos estudos de mercado com base nos dados comerciais das farmácias (o que vendem, quanto vendem, a existência de stocks, etc.), que são depois utilizados pelos laboratórios para definir estratégias relacionadas com marketing, logística e apoio ao cliente. Quanto menos empresas de estudos existirem no sector, mais limitados na escolha estarão os laboratórios farmacêuticos na hora de encomendarem as suas análises de mercado.

“A decisão da Autoridade da Concorrência, de 22 de Dezembro, tomada na sequência de uma denúncia da IMS contra a Farminveste/HMR, não tem, em nossa opinião, suporte jurídico e vai ser contestada perante as autoridades judiciais competentes”, disse ao PÚBLICO fonte oficial da ANF, associação liderada por Paulo Cleto Duarte.

A mesma fonte lembrou que na semana passada o regulador da concorrência espanhol, a Comisión Nacional de los Mercados y la Competencia (CNMC), “abriu um procedimento de infracção contra a multinacional americana IMS Health, S.A. (IMS), por indícios sólidos de que a IMS terá abusado da sua posição dominante no mercado de informação de vendas de medicamentos à indústria farmacêutica”.

A ANF frisou que esta prática, “a confirmar-se, constitui uma violação grave do direito comunitário e do direito espanhol da concorrência”. Segundo a informação disponibilizada no site da CNMC, o processo de infracção, que nasceu de uma denúncia, tem agora o prazo de 18 meses para ficar concluído.

Não é a primeira vez que a AdC condena a ANF. Em Agosto de 2014 a entidade reguladora aplicou uma coima de quase 119 mil euros ao grupo por falta de notificação da aquisição da ParaRede/Glintt. Nesse caso tratou-se de uma “proposta de transacção”, um mecanismo introduzido na Lei da Concorrência que permitiu às sociedades da ANF confessarem e assumirem responsabilidade pelas infracções, conseguindo, com isso, a redução do valor da coima. Nestas situações, os processos não são passíveis de recurso para o Tribunal da Concorrência, ao contrário do que sucede com a condenação actual.

Esta trata-se da sexta condenação da AdC por abuso de posição dominante (um rol em que se incluem a PT – com três condenações – a Zon, a Roche e a Sport TV) e a quinta maior coima aplicada pelo regulador (retirando esta posição à multa de 9,29 milhões aplicada à Galp em Fevereiro por práticas concorrenciais no mercado do gás de botija).

A maior coima de sempre coube à PT em 2009, quando a empresa foi condenada a pagar mais de 45 milhões de euros por abuso de posição dominante no mercado de banda larga. Em simultâneo, a Zon (actual Nos) que ainda pertencia ao grupo PT à data dos factos (2002/2003) foi condenada a pagar oito milhões (as empresas recorreram da decisão).

* A  Associação Nacional de Farmácias (ANF) é dos lobies mais poderosos deste país.


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12- JARDINAGEM E

HORTICULTURA

COMO FAZER UMA MINI

HORTA EM FLOREIRAS



Uma produção: Pomar e Horta em Vasos

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751
Senso d'hoje
  ELISABETE MIRANDA
  REDACTORA PRINCIPAL
DO "JORNAL DE NEGÓCIOS"
Empresas e famílias vão pagar 
mais ou menos impostos em 2016?




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NOTÍCIAS PARA HOJE

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COMPRE JORNAIS








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GATOS E ESCORREGAS


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BOM DIA

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23-CINEMA
FORA "D'ORAS" 

XXII-JESUS DE NAZARÉ




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