terça-feira, 15 de dezembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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ESCULPIDAS EM ÉBANO













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GRANDES LIVROS/17

AUTORES DO MUNDO


4-ODISSEIA

 HOMERO




** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"i"

Desemprego não deixa Portugal
 subir no Índice

Portugal mantém-se em 43º lugar de uma lista de 187 países. Apesar de algumas melhorias, destaca-se pela negativa quanto ao desemprego jovem.

Portugal continua no grupo dos países com desenvolvimento humano considerado muito alto e tem uma pontuação global de 0.83 (numa pontuação dada de 0 a 1). Estes dois indicadores podiam chegar para que a divulgação do Índice de Desenvolvimento Humano fosse uma boa notícia para os rankings nacionais, mas basta uma comparação com os anos anteriores para que se denote um desaceleramento no crescimento. Em 2009, por exemplo, Portugal ocupava o 34º lugar da lista. Além disso, na década de 90 o crescimento era de 0,97% ao ano e actualmente fica-se pelos 0,33%.
Estes são números que fazem com que Portugal fique atrás de países que também tiveram intervenção da troika internacional: a Irlanda está em 6º lugar e a Grécia na 29º posição. A liderar o ranking, que faz parte do relatório anual do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), está a Noruega, com a Austrália, a Suíça, a Holanda e a Alemanha a ajudarem a compor o top cinco. Do lado oposto da tabela estão países como o Burundi, Chade, Eritreia e República Centro-Africana.

Desemprego 
Quando se fala de desemprego, o caso português é apontado pela ONU como um dos mais preocupantes. Para isso contribui a análise feita aos dados de offshoring e que dão conta que a contratação além-fronteiras é responsável por quase 55% de todas as perdas de empregos em Portugal. Os autores sublinham que “enquanto o offshoring parece benéfico para desenvolver regiões de alguns países, tem consequências para os trabalhadores de países desenvolvidos.”
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Ainda no capítulo sobre o desemprego, Portugal volta a ganhar destaque, desta vez quando se fala no número de jovens sem trabalho. Em 2014, 35% dos jovens portugueses entre os 15 e 24 anos estavam desempregados. O relatório faz ainda uma caracterização desta faixa etária, para que se perceba a dimensão do problema. “Hoje, mais de metade da população mundial tem menos de 30 anos. Esta população é tendencialmente mais saudável, tem melhor educação e consegue tirar melhor partida das tecnologias de comunicação que permitem interagir numa sociedade global. Por isso, têm expectativas mais altas em relação a trabalho, mas muitos deles não conseguem arranjar trabalho”, pode ler-se.

Numa análise mais global, o relatório revela que, em 2015, 74 milhões de jovens entre os 15 e os 24 anos estavam sem emprego e o rácio entre jovens e adultos com emprego estava no seu ponto mais alto de sempre, com níveis recorde nos Estados árabes, países do sul da Europa, América Latina e Caraíbas. “Por exemplo, o desemprego jovem em 2014 era 3.4 vezes mais alto do que o adulto em Itália, quase 3 vezes mais alto na Croácia e quase 2.5 vezes mais alto na República Checa, Portugal e Eslováquia”, indica o relatório.

Nem tudo é mau O relatório não é brando na hora de apontar as desigualdades que persistem entre homens e mulheres no mundo do trabalho. Assim, segundo o documento, as mulheres têm uma menor probabilidade de ser pagas pelo seu trabalho do que os homens, sendo três em cada quatro horas de trabalho não remunerado realizadas por mulheres.

Apesar do cenário não ser animador, Portugal insere-se no grupo de países com melhor taxa de igualdade entre homens e mulheres, conquistando a 20º posição no ranking.

Ainda de acordo com o documento, 59% do trabalho realizado globalmente é remunerado, sendo aí a participação masculina quase o dobro da feminina: 38% versus 21%. No que respeita a trabalho remunerado, as mulheres “ganham menos, o seu trabalho tende a ser mais vulnerável e estão sub-representadas nos cargos de gestão e de tomada de decisão”, assinala Helen Clark, responsável do PNUD, no prefácio ao relatório.

* Numa concepção optimista podemos dizer que o país está muito melhor que em 24 de Abril de 1974, mas não chega.
Não podemos ter assalariados dos donos do dinheiro a fingirem que são políticos para nos conduzirem à miséria, Portugal tem mais de 2 milhões de cidadãos que vivem da generosidade individual e associativa para mitigar a fome, os srs. Passos Coelho e Paulo Portas foram nos últimos 4 anos os coveiros dos portugueses.

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IV-OLHO DE 
HÓRUS


4-A FLOR DA VIDA




O documentário apresenta a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencente à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direcção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.
Seu objectivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência dos egípcios através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, os sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda "existia" o continente perdido da Atlântida.

A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus.

Para os antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através da acumulação de experiências ao longo de 700 "reencarnações", o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poder-se-ia  transformar  num super-homem,  um sábio imortal.

Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:
Capítulo 1: A Escola dos Mistérios.
Capítulo 2: O Senhor da Reencarnação.
Capítulo 3: A Esfinge, Guardiã do Horizonte.
Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 7: O Amanhecer da Astronomia.
Capítulo 8: O Caminho da Compreensão.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.

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HOJE NO
"A BOLA"
Rui Bragança garante vaga 
nos Jogos Olímpicos

Ao terminar o ano no terceiro lugar do ‘ranking’, Rui Bragança (taekwondo) carimbou o passaporte para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016, confirmou esta terça-feira o Comité Olímpico de Portugal.
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«Vai ser algo único, é o top do desporto mundial. Pensar no Rio-2016 é uma felicidade enorme e sei que vai ser um desafio ainda maior. Quero chegar na melhor forma possível», disse o atleta de 23 anos que foi quarto classificado na última prova do ano, o Grand Prix do México, onde estavam em jogo o dobro dos pontos para o ranking olímpico.

Aumenta assim para 48 o número de vagas confirmadas para Portugal nos Jogos Olímpicos. Além de Rui Bragança, carimbaram já o passaporte para o Rio de Janeiro os seguintes atletas:

- Sérgio Vieira, João Vieira, Miguel Carvalho, Pedro Isidro, Nélson Évora, Rui Pedro Silva, Tsanko Arnaudov, Yazaldes Nascimento, Ana Cabecinha, Inês Henriques, Vera Santos, Susana Feitor, Sara Moreira, Dulce Félix, Filomena Costa, Vanessa Fernandes, Susana Costa e Patrícia Mamona (atletismo); João Costa (tiro); Alexis Santos e Diogo Carvalho (natação); Jorge Lima, José Luís Costa, Rui Silveira, Gustavo Lima e João Rodrigues (vela); Fernando Pimenta, João Ribeiro, Emanuel Silva, David Fernandes, Hélder Silva e Teresa Portela (canoagem); Seleção Nacional de sub-21 (futebol).

* Tragam muitas medalhas e dignidade.

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X-CIDADES 
OCULTAS


3 - ETRÚRIA





* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

China e Egito aprisionam um
 número recorde de jornalistas

Um número recorde de jornalistas está atualmente preso na China e no Egipto, apesar do número destes profissionais atrás das grades em todo o mundo ter diminuído "moderadamente" em 2015, segundo dados do Comité de Proteção dos Jornalistas (CPJ).
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Na Turquia, de acordo com o relatório do CPJ, que lamenta que determinados países “continuem a usar a prisão para silenciar as críticas”, o número de jornalistas presos também aumentou.

O número de jornalistas presos em todo o mundo declinou modestamente dos níveis recordes dos últimos três anos, com o CPJ a identificar 199 jornalistas na prisão por causa de seu trabalho em 2015, número que compara com os 221 do ano anterior.

O país com mais jornalistas atrás das grades é a China, com 49 presos em 2015, um número recorde.
Irão, Vietname e Etiópia estão entre os países que detiveram menos jornalistas, mas nos três países há um clima de medo nos media.

O Egito surge como o segundo país com mais jornalistas presos este ano.
“Talvez em nenhum outro lugar o clima se tenha deteriorado para a imprensa mais rapidamente do que no Egito”, sinaliza o CPJ.

Segundo o Comité, o Presidente Abdel Fattah el-Sisi “continua a usar o pretexto da segurança nacional para reprimir a dissidência” e Cairo mantém neste momento 23 jornalistas na prisão, em comparação com 12 de há um ano atrás, sendo que não tinha nenhum em 2012.

As condições para os media também se deterioraram na Turquia, que duplicou o número de jornalistas na prisão durante o ano para 14.

No Irão, o número de jornalistas na prisão em 2015 caiu para 19 dos 30 contabilizados em 2014.
O número de presos também diminuiu no Vietname, mas em alguns casos a libertação da prisão tem um custo elevado neste país.

“Ta Phong Tan foi libertado depois de cumprir três anos de um total de 10 anos e foi levado imediatamente para os EUA. Em outubro de 2014, o colega de Tan, Nguyen Van Hai, com quem cofundou o Clube Grátis de Jornalismo em 2007 e que também foi preso, também foi forçado ao exílio”, refere o CPJ.

O relatório anual do comité conta apenas jornalistas em custódia dos governos e não inclui aqueles que desapareceram ou são mantidos em cativeiro.

O CPJ estima que pelo menos 40 jornalistas estão desaparecidos no Oriente Médio e Norte de África.
O CPJ reitera que os jornalistas não devem ser presos por fazer o seu trabalho e enviou cartas expressando as suas “graves preocupações a cada país que tem um jornalista preso”.

Em 2014, a defesa do CPJ levou à libertação antecipada de pelo menos 31 jornalistas aprisionados em todo o mundo.

* Não estão contabilizados os jornalistas assassinados. Um escândalo, uma vergonha para qualquer país sobretudo para quem pertence ao Conselho de Segurança da ONU. 

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ANA BACALHAU

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Não há teatro na guerra

Não sei por que lhe chamam «teatro das operações». Mas ao considerarem como «artes bélicas» aquilo que na verdade será o conjunto de habilidades demonstradas na guerra, deverão tomar como certo que ao palco onde elas são apresentadas se chamará «teatro» e a toda a sua envolvente, «cenário». De guerra, pois.

Permitam-me discordar: a arte não tem nada que ver com a guerra. Só se se referirem às guerras interiores, travadas pelos seus agentes, os artistas. As batalhas ganhas e perdidas com os seus «demónios», um inimigo que mora dentro da cabeça e do coração de cada artista, são a matéria-prima da sua obra. Será no palco do teatro que cada um deles irá transformar a dor em algo sublime e conseguirá através da sua arte chegar aos corações dos que os observam, não para os perfurar de morte, mas para os tocar profundamente.

Eram nove, as musas. Umas inspiraram a Música, outras a Tragédia, a Comédia ainda outras, depois a Dança, a Poesia, a História, a Astronomia e a Astrologia. Ao que parece, nenhuma delas terá inspirado a guerra. Nem as armas nem as atrocidades cometidas em nome de coisas que significam precisamente o contrário.

Porquê? Talvez porque as artes venham de um lugar onde o amor é fértil. E, como se poderá imaginar, a guerra é a negação do amor. Logo, não poderá inspirar a criação, mas instigar a destruição.

Daí a minha resistência em aplicar a metáfora estafada do cenário de guerra como o teatro das operações, exaltando o domínio das artes bélicas por cada adversário. Não, prefiro não aplicar metáforas à guerra, nem aligeirar as descrições das batalhas com recursos estilísticos. Muito menos parecer indicar que a guerra é fingimento. A guerra não é a fingir. Não se maquilha para entrar em palco e não se desmaquilha depois de sair. Tira a cor dos rostos de quem se atravessa à sua frente. Não vai para casa, descansar. Destrói as casas onde se descansa. Não agradece no final as palmas. Anuncia-se pelas balas.

No palco dos teatros de todo o mundo, defendem-se as obras criadas por mentes livres, que inspiram outras mentes a criar na sua vida um espaço humano comum. A morte está sempre presente, mas apenas para fazer lembrar que é a vida que importa celebrar.

VOCALISTA DOS "DEOLINDA"

IN "NOTÍCIAS MAGAZINE"
13/12/15


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721.UNIÃO

EUROPEIA




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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Portugal foi o segundo país que mais
. destruiu emprego na Europa

De acordo com os dados revelados esta manhã pelo Eurostat, a taxa de criação de emprego cresceu 1,1% no terceiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, tanto na zona euro como na União Europeia.
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Em comparação com o trimestre anterior, a criação de emprego foi mais tímida: registando um crescimento de 0,3%, na zona euro, e 0,4% na UE. Neste período, os países que mais destruíram emprego foram a Croácia (-0,6%), Portugal (-0,5%) e Malta (-0,3%).

Já os países que mais criaram postos de trabalho foram a Estónia (2,1%), Hungria (0,8%), Irlanda, Espanha, Luxemburgo e Reino Unido - todos com a mesma média de 0,6%.

Ainda de acordo com o Eurostat, em termos homólogos, a taxa de emprego só diminuiu na Croácia (-0,3%) em Portugal a criação de emprego aumentou 0,4%.

As maiores subidas tiveram lugar na Estónia (4,4%), Irlanda e Espanha (3,0% cada) e Hungria (2,7%).

* 0,5% correspondem centenas de milhar de empregos destruídos, um sucesso para os responsáveis do anterior governo cujo principal objectivo era empobrecer os portugueses.


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59-BEBERICANDO


COMO FAZER O PEARL HARBOR


FONTE: BEBIDA LIBERADA

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 II - PÁTRIA JURÁSSICA
3-ANATOMIA DE UM
DINOSSAURO



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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 HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"
Quem diz palavrões tem
 maior vocabulário 

Estudo conclui que hábito de dizer palavrões é positivo.

As pessoas que têm por hábito dizer palavrões quando se aleijam ou estão a viver situações de grande tensão são, na maioria das vezes, consideradas mal-educadas, um estereótipo que a ciência vem agora contrariar. 

O estudo é da revista científica Language Sciences e afirma que quem diz palavrões com frequência tem um maior vocabulário. 
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Para este estudo, 49 pessoas foram desafiadas a dizer o maior número de obscenidades que conseguissem em apenas 30 segundos. Depois teriam de dizer o maior número de nomes de animais exatamente durante o mesmo período de tempo. Os participantes que sabiam mais palavrões foram também aqueles que conseguiram enumerar mais nomes de animais. 

"Não podemos julgar os outros com base no seu discurso", explicaram Kristin e Timothy Jay, os psicólogos norte-americanos autores do estudo, citados pelo site Daily Mail.

* Visite com frequência "APEIDAÉUMREGALODONARIZAGENTETRATA", eh, eh, eh.


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Ana Moura

Dia de Folga


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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Classe média pagará fim da sobretaxa,
. alertam fiscalistas

Os fiscalistas contactados pela Lusa defendem o fim da sobretaxa, mas alertam que a receita que rendia aos cofres do Estado terá de ser compensada e que será a classe média a fazê-lo.

Os fiscalistas contactados pela Lusa defendem o fim da sobretaxa, considerando que “viola claramente a Constituição”, mas alertam que a receita que rendia aos cofres do Estado terá de ser compensada e que será a classe média a fazê-lo.

O fiscalista Rogério Fernandes Ferreira afirmou, em declarações à Lusa, que “é uma tristeza [Portugal] andar sempre a mexer nos impostos e a fazer política através dos impostos”, sublinhando que “isto é muito mau para o investimento estrangeiro e para a competitividade do país”. Para o advogado, “a sobretaxa é uma aberração, sempre foi, e é uma espécie de um IRS 2 com regras diferentes quando a Constituição diz que sobre o rendimento só incide um imposto”.
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Sublinhando que a sobretaxa “é um imposto acessório do IRS”, Rogério Fernandes Ferreira diz que acha “muito bem que se acabe com a sobretaxa enquanto tal”, mas alerta que, quando a medida for eliminada, total ou parcialmente, vai ser preciso compensar a receita que gerava. “Essa receita vai ter de ser gerada em algum lado, provavelmente através desta reclassificação dos escalões” do IRS, uma medida que consta do programa de Governo do PS.

“Não tenhamos dúvidas de que onde se vai mexer nos escalões vai ser nos intermédios, aí é que se vai efetivamente mexer porque isso é que gera receita. Naturalmente, mais uma vez, se vai agravar os impostos sobre a classe média”, lamentou o fiscalista.

Também o antigo diretor dos serviços do Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares (IRS) do Fisco Manuel Faustino concorda que a sobretaxa “é um segundo imposto sobre o rendimento, violando claramente a Constituição”. O consultor fiscal deixa ainda algumas dúvidas quanto à forma como a medida vai ser implementada no próximo ano.

“Ao que parece, em fim de vida, a sobretaxa ainda se vai transformar também em progressiva. Significará que vamos ter algo entre 0% e 7%? A taxa nominalmente era uma taxa ‘flat’ de 3,5%. Quando agora me falam em ver por escalões e transformá-la em progressiva… O que é que isto quer dizer?”, lançou. Para Manuel Faustino, “para ser progressiva e produzir a receita desejada, [a sobretaxa] não pode ficar 1,75% como máximo”.

O PS comprometeu-se a extinguir a sobretaxa “entre 2016 e 2017”, tendo já os deputados socialistas apresentado um projeto de lei para que a sobretaxa seja reduzida para os 1,75% em 2016 e eliminada em 2017. A medida — tal como foi inicialmente proposta pelo PS — não teve a concordância do BE nem do PCP, que disseram já no parlamento que pretendem “melhorar a medida na [discussão na] especialidade”.

Entretanto, no dia 02 deste mês, fonte do Governo disse à Lusa que o executivo está a preparar a eliminação total da sobretaxa ao escalão mais baixo do IRS em 2016.

De acordo com os dados relativos à sobretaxa paga em 2014, enviados pelo Governo ao parlamento no dia 03, a medida rendeu 930,9 milhões de euros no ano passado, dos quais 725,4 milhões foram pagos através de retenções na fonte feitas durante o ano pelos trabalhadores dependentes e pensionistas.

No primeiro escalão do IRS estão os agregados com rendimentos coletáveis até 7.000 euros, sendo que estes 3,5 milhões de famílias emprestaram ao Estado 85,9 milhões de euros em 2014, através de retenções na fonte, valor que lhes foi devolvido aquando da liquidação final do imposto.

Estes agregados pagaram ao Estado 2,3 milhões de euros a título de sobretaxa de IRS. No entanto, ao longo do ano, foram obrigados a fazer um adiantamento de 88,2 milhões de euros através das retenções na fonte, dos quais 85,9 milhões de euros acabariam por lhes ser devolvidos.

* Não é novidade, os ricos roubam cada vez mais, os pobres estão mais pobres e a classe média paga sempre tudo. Precisaríamos de opiniões com soluções para desagravar, mas os fazedores de opinião continuam a ganhar dinheiro para dizer o mesmo por outras palavras.

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DESARTICULADA


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  HOJE NO  
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Ativistas angolanos presos desde junho
. vão ser libertados 
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Juiz decretou o fim da prisão preventiva. Os 15 ativistas vão ser colocados em prisão domiciliária a partir de sexta-feira

Os ativistas angolanos presos desde junho em Luanda vão poder ir para casa esta sexta-feira. Segundo o jornal Rede Angola, o Ministério Público apresentou um requerimento a solicitar o fim da prisão preventiva que já foi aceite pelo juiz Januário Domingos. Os ativistas poderão assim aguardar o julgamento em prisão domiciliária.
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Segundo o documento, citado pela Rede Angola, os 15 ativistas "estão proibidos de manter contacto uns com os outros e também proibidos de manter contacto com os membros do Governo de Salvação Nacional". A solicitação foi possível pois entra em vigor em Angola na sexta-feira a Lei de Medidas Cautelares, que permite aplicar a prisão domiciliária em alternativa à prisão preventiva. A nova lei foi aprovada em setembro deste ano.

Na sexta-feira, dia 18, todos os arguidos devem apresentar-se no Tribunal Provincial de Luanda.
O advogado de defesa David Mendes, em declarações ao jornal angolano, afirmou que como a lei ainda não entrou em vigor o Ministério Público não poderia ter apresentado a solicitação agora. "Quando a esmola é muita, o pobre desconfia", afirmou o advogado, que encara com suspeita a intenção do ministério.

No decorrer do processo os ativistas realizaram uma greve de fome coletiva que sensibilizou os meios de comunicação e a sociedade internacional. Neste momento, pelo menos quatro dos 15 ativistas voltaram a suspender a ingestão de alimentos, incluindo Luaty Beirão.

Ontem foi confirmada a intenção de Sedrick de Carvalho, um dos ativistas presos, cometer suicídio pelo advogado do mesmo. À Rádio Despertar, Walter Tondela, afirmou que "o réu Sedrick de Carvalho tinha manifestado a intenção de colocar termo à vida, mas não fizemos nenhuma referência, achamos que podia mudar de opinião durante o final de semana". O Diretor Nacional dos Serviços Penitenciário, no entanto, reassegurou a David Mendes a intenção de Sedrick de Carvalho e pediu para que pessoas próximas o fossem visitar para o demover desta ideia.

Segundo o Público, Neusa de Carvalho, mulher de Sedrick, deslocou-se ontem ao Hospital Prisão de Luanda porque recebeu a informação que o marido "tentou matar-se".

Os 15 jovens ativistas estão presos desde junho e outros dois aguardam o julgamento em liberdade. Os 17 ao todo são acusados pelo Ministério Público angolano de preparem uma rebelião e um golpe de Estado.

* Os caciques angolanos sabem que todas as ditaduras têm um fim, a angolana não é excepção, por isso já inventam conpirações, um "filme" que já vimos noutros sítios.

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8.OH QUERIDA 

MÃEZINHA














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HOJE NO
"RECORD"

Budapeste é "forte candidata" 
aos Jogos de 2024

O presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach, defendeu, esta terça-feira, que a cidade de Budapeste é uma "forte candidata" a organizar os Jogos Olímpicos de 2024, no âmbito do espírito de redução de custos da competição.
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"Budapeste é uma forte candidata para a organização dos Jogos de 2024. É evidente que a Hungria, tal como a sua capital, se adaptaram bem às reformas da Agenda 2020", disse Bach, durante a cerimónia do 120.º aniversário do Comité Olímpico Húngaro.

O COI quer promover a diminuição de custos de organização do maior evento desportivo mundial, depois das verbas 'milionárias' gastas para organizar as duas últimas edições - Pequim2008 e Londres2012 -, através da utilização de infraestruturas já existentes ou temporárias.

Os Jogos de Pequim tiveram um orçamento de 40.000 milhões de euros, enquanto o de Londres chegou aos 11.000. Já Budapeste prevê um investimento de 2.400 milhões.

Além de Budapeste estão ainda na corrida à organização dos Jogos Olímpicos de 2024 as cidades de Los Angeles (Estados Unidos), Paris e Roma. O COI anunciará a anfitriã em setembro de 2017.

* O espalhafato financeiro de Pequim e Londres provam que o "folclore" é que é o desporto.

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Como se passa de 
"ESTADO DO TEMPO"
para
"CLIMA"



* Uma produção "EURONEWS"


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  HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"
Sócrates construiu "narrativa sem
. qualquer suporte de realidade"

O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público considerou, esta terça-feira, que as acusações de José Sócrates ao trabalho dos magistrados da "Operação Marquês" é uma "narrativa sem qualquer suporte de realidade". 
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"Toda a narrativa construída ontem [segunda-feira] não tem qualquer suporte na realidade, por esta razão: o Ministério Público (MP) não é nenhuma associação criminosa que se dedica a aterrorizar as famílias dos arguidos. O MP tem como objetivo o exercício da ação penal daqueles que cometeram crimes", disse António Ventinhas.

O presidente do sindicato dos magistrados reagia à acusação do ex-primeiro-ministro José Sócrates, feita na segunda-feira em entrevista à TVI, de que a procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, foi a "principal responsável pelo comportamento do Ministério Público" no processo "operação Marquês", e de que o caso serviu para prejudicar o PS nas eleições legislativas.

Em entrevista à TVI, o ex-primeiro ministro disse que Joana Marques Vidal "é a principal responsável por este processo, tem de dar uma explicação pública pelo comportamento do Ministério Público (MP) e pelo facto de todos os prazos estarem esgotados".

Em declarações à Lusa, António Ventinhas salientou a necessidade de os portugueses decidirem se querem "perseguir políticos corruptos, se querem acreditar nos polícias ou nos ladrões, ou em quem investiga ou nos corruptos".

"No que diz respeito à criminalidade económico-financeira, sabemos que a corrupção é um dos principais flagelos do nosso país, e é isso que o MP pretende fazer: exercer a ação penal contra aqueles que obtiveram elevadas verbas sem que os seus rendimentos o comportem, sendo certo que exerceram funções públicas e portanto obtiveram elevadas verbas pela prática de atos ilícitos", explicou.

Para o sindicalista, o que está em causa é "uma investigação criminal pela prática de crimes relacionada com a criminalidade económica-financeira, a chamada criminalidade do colarinho branco. É isso que o MP tem feito, tem recolhido provas, têm-se formado fortes indícios que levaram à prisão preventiva".

António Ventinhas disse ainda que a prisão preventiva de José Sócrates foi confirmada por diversas vezes pelo Tribunal da Relação de Lisboa, lembrando que vários juízes já apreciaram os indícios existentes no processo e concordaram que existe "algo fundado para permitir a manutenção de uma prisão preventiva".

"Ao fazer este juízo, de que não existe nada, e tendo em conta a circunstância de que o Tribunal da Relação confirmou, por diversas vezes, [a prisão preventiva], também teríamos de lançar a suspeita sobre este e sobre os juízes que já intervieram no processo e que já confirmaram a decisão", reiterou.

O ex-líder socialista, que esteve em preso preventivamente e está indiciado por corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais, insistiu em dizer que "um ano depois [da detenção] não há provas, nem factos, nem vai haver porque não podem provar o que não aconteceu" e que "as acusações são falsas, injustas e absurdas".

"Depois de me deterem, o normal era passados três, seis ou mesmo nove meses apresentarem provas e acusarem", referiu em entrevista à TVI.

O ex-líder do PS disse ainda que o detiveram "sem haver qualquer indício de corrupção" e aproveitou para desmontar as eventuais imputações de crimes ligados com as Parcerias Públicas Privadas e a Parque Escolar e o envolvimento do Grupo Lena.

* Sem nos alongarmos diremos tomara José Socrates ter um cagagésimo da honradez de Joana Marques Vidal, talvez se pudesse acreditar nele, entretanto faz-se de vítima. Uma entrevista à boleia do director de informação da TVI.


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 MARIA TERESA HORTA



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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Banco de Portugal garante 
"segurança dos depósitos" no Banif

O regulador presidido por Carlos Costa "está a acompanhar a situação do Banif", banco que tem o seu plano de reestruturação a ser analisado pela Comissão Europeia. O regulador do sector financeiro garante que está a acompanhar o Banif. Sem fazer grandes comentários, diz apenas que está a actuar "dentro dos seus poderes".
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"O Banco de Portugal, em articulação com o Ministério das Finanças, está a acompanhar a situação do Banif, garantindo, como é da sua competência, a estabilidade do sistema financeiro, bem como a segurança dos depósitos", indica um comunicado do regulador presidido por Carlos Costa publicado na manhã desta terça-feira, 15 de Dezembro.

O presidente executivo do banco, Jorge Tomé, também falou nesse sentido numa entrevista à RTP Madeira, adiantando que os "depositantes e os contribuintes podem estar descansados". O Governo também já assegurou a "a plena protecção dos depositantes". 

O Banif encontra-se sob pressão para ser vendido, havendo um prazo definido para a entrega de propostas até ao final da semana. Sobre essa operação, o supervisor não se alonga, dizendo apenas que este está a ser liderado por Jorge Tomé, o CEO do banco.

"Tal como foi revelado pelas autoridades nacionais, europeias e pelo conselho de administração do Banif, o plano de reestruturação do Banif está a ser analisado pela Comissão Europeia e, em paralelo, está a decorrer um processo de venda internacional da instituição financeira conduzido pelo conselho de administração", indica o comunicado.

O Banif tem apresentado, desde que recebeu ajuda externa no final de 2012, vários planos de reestruturação à Direcção-Geral de Concorrência da Comissão Europeia para que o apoio não seja considerado ilegal. Contudo, não houve ainda nenhuma versão aceite, pelo que ainda cabe a Bruxelas decidir o que fazer – neste momento, está em curso uma investigação aprofundada ao auxílio estatal de 1,1 mil milhões de euros.

Em relação ao momento vivido pela instituição financeira fundada por Horácio Roque, o Banco de Portugal defende que "está a actuar dentro dos seus poderes e competências enquanto autoridade integrada no Mecanismo Único de Supervisão europeu".

O Mecanismo Único de Supervisão é o sistema de supervisão da banca da Zona Euro em vigor desde 4 de Novembro de 2014 e em que o Banco Central Europeu tem o papel central. O BCE exerce a supervisão directa sobre os maiores bancos; já as instituições de crédito que não são significativas, como o Banif, continuam a ser acompanhadas pelos reguladores nacionais, caso do Banco de Portugal. Além disso, o regulador sob o comando de Carlos Costa é, também, a autoridade de resolução em Portugal.

Caso a venda do banco falhe, fica a porta aberta para uma intervenção urgente, ainda que não se conheçam totalmente em que moldes tal poderá acontecer. As regras europeias definem que todos os bancos têm de ter preparados planos de resolução para quando a actividade entre em risco - ainda que haja novas normas a serem implementadas no arranque do próximo ano, como a possibilidade de usar os depósitos acima de 100 mil euros na salvação de um banco.

No domingo passado, a TVI chegou a dar como certa uma resolução aplicada ao Banif, o que foi desmentido de forma "categórica" pelo banco. "Qualquer cenário de resolução ou imposição de uma medida administrativa não tem qualquer sentido ou fundamento", indicou a instituição em comunicado naquele dia. Até aqui, o Banco de Portugal tem-se recusado a prestar declarações sobre o banco, silêncio que terminou com as declarações hoje emitidas. 

* O sr. governador Carlos Costa está a dar garantias semelhantes que deu aos lesados do BES, parecidas com as do sr. Vitor Constâncio relativamente ao BPN, os portugueses não têm motivos para acreditar.


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