quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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67-ACIDEZ 
FEMININA
SAUDANDO A MANDIOCA

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A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA



* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL

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MALDITO SEJAS


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HOJE NO

"JORNAL  DE NOTÍCIAS"

Força Aérea ajudou a salvar mais
 de 1600 refugiados este ano

A Força Aérea Portuguesa detetou, no âmbito das operações de cooperação nas fronteiras externas da União Europeia, embarcações de transporte de refugiados de onde foram resgatadas mais de 1600 pessoas.

Num balanço da sua participação nas operações realizadas este ano pela Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas dos Estados-membros da União Europeia (Frontex), a Força Aérea Portuguesa (FAP) refere que "foram detetadas e investigadas 35720 embarcações, tendo algumas delas sido confirmadas como embarcações de transporte de refugiados, onde foram resgatados homens, mulheres e crianças, num total de 1665 pessoas".
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A Força Aérea Portuguesa terminou a 30 de novembro a participação nas operações da Frontex.
Esta colaboração, pelo quinto ano consecutivo, iniciou-se a 1 de julho em Málaga (Espanha), tendo passado por Sigonella (Itália), por Dakar (Senegal) e por Kalamata (Grécia), acrescenta a nota da Força Aérea.

A FAP refere que as aeronaves de reconhecimento e vigilância utilizaram "os mais avançados sensores e tecnologia existentes com vista à deteção, localização e reporte de navios com migrantes a bordo, encaminhando meios de salvamento presentes na área".

Nestas regiões de proximidade marítima ao continente africano, as aeronaves portuguesas percorreram mais de 175 mil quilómetros.

"Este esforço nacional de mais de 200 dias, alguns em sobreposição com duas operações a decorrer em simultâneo, só foi possível devido à entrega e dedicação dos mais de 250 militares envolvidos, entre tripulações, oficiais de ligação, pessoal de manutenção e apoio", refere a FAP.

Em 2016, está prevista a utilização dos meios nacionais em pelo menos quatro meses de operação em áreas ainda por determinar.

* A melhor guerra que a Força Aérea pode fazer.

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XXXVI- O UNIVERSO

2- GRANDES, DISTANTES

E VELOZES

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO

"JORNAL  DE NEGÓCIOS"

Maria Luís deixa Orçamento 
quase sem almofadas

O Orçamento do Estado de 2015 incluiu 725 milhões de euros que poderiam ser gastos sem prejudicar as metas de défice. Até Novembro foram gastos 630 milhões e a dotação provisional ficou quase esgotada, estima a UTAO.
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O anterior Governo gastou 278 milhões de euros das verbas inscritas como dotação provisional para pagar salários nos ministérios da Educação e da Justiça. Trata-se de mais de metade do valor anual incluído nesta almofada orçamental, o que eleva para 472 milhões a verba já gasta em 2015. Para Dezembro restam 61 milhões de euros, menos de um quarto do valor que foi necessário em Novembro. Conclusão: o novo Governo enfrentará o último mês do ano, decisivo para fechar 2015 com um défice inferior a 3% do PIB, quase sem almofadas orçamentais.

Os números são da UTAO e estão na mais recente nota de análise à execução orçamental, a qual também dá conta de que as metas de défice público para este ano estão em risco e que a economia nacional poderá crescer apenas 1,5%, abaixo da última estimativa do anterior Executivo.

No Orçamento do Estado, o Governo incluiu duas rúbricas de despesa que servem como almofadas para a gestão orçamental durante o ano: a dotação provisional (com 533,5 milhões de euros) e a reserva orçamental (com 411,9 milhões de euros). A primeira pode ser gasta na totalidade sem afectar a meta de défice de 2,7% do PIB (no fundo, é despesa que já se esperava gastar, faltava distribuí-la). A segunda, explica a UTAO, poderia ser gasta pela metade sem afectar o défice público.

Novembro exigente
O mês de Novembro revelou-se particularmente exigente a esgotar as almofadas, nota a UTAO. "No mês de Novembro a reafectação da dotação provisional foi de 278,3 milhões de euros, essencialmente para despesas com pessoal do Ministério da Educação e do Ministério da Justiça. Consequentemente, o montante reafectado no período Janeiro a Novembro de 2015 ascendeu a 472,3 milhões de euros, sendo a dotação remanescente para o mês de Dezembro de 61,2 milhões de euros", lê-se na análise dos técnicos a trabalhar no Parlamento.

Fica por perceber se as necessidades de Novembro se poderão repetir em Dezembro. Se assim fosse, não haveria dinheiro.

No que diz respeito à reserva orçamental, a margem é maior, mas nem por isso significativa. O Governo gastou 157,5 milhões de euros dos 411,9 milhões de euros inscritos nesta rúbrica. Restam 254 milhões de euros. No entanto, a expectativa inscrita no Orçamento foi a se gastassem apenas 215 milhões euros – com despesas acima deste valor a prejudicarem o défice orçamental. Considerando este limite, a almofada para 2015 fica em apenas 57,7 milhões de euros.

Contas feitas, a verba total em almofadas que poderia ser gasta sem prejudicar o défice público de 2015 ascendeu a 725 milhões de euros (750 milhões de euros de consideradas vendas para empresas publicas), dos quais foram gastos cerca de 630 milhões.

* O sr. Presidente disse há muito pouco tempo que Portugal tinha uma grande almofada financeira, dado que a linha editorial do  "JORNAL DE NEGÓCIOS" não é propriamente de esquerda e com profissionais de confiança, parece que o "raramente me engano" falhou!

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3-MUITO ALÉM DO PESO


CÚMPLICES DA GORDURA

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO

"DESTAK"
Agência europeia
Estratégia Nacional para a Deficiência
 não protege crianças da violência

As crianças com deficiência estão mais expostas a maus-tratos, adverte a Agência Europeia dos Direitos Fundamentais, que refere que a Estratégia Nacional para a Deficiência em Portugal reconhece esse risco, mas não define objetivos para a combater. 
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A análise da Agência Europeia dos Direitos Fundamentais (FRA, na sigla em inglês) surge num relatório divulgado a propósito do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, que se assinala hoje.

De acordo com a FRA, apesar de as leis internacionais, europeias e nacionais reconhecerem o direito à proteção contra todos os tipos de violência, as crianças com deficiência têm mais probabilidade de sofrer maus-tratos, desde abusos sexuais a 'bullying' na escola, seja em casa ou em instituições. 

* Temos a esperança que a Estratégia Nacional para a Deficiência em Portugal  vai ser alvo de um grande impulso com o novo governo.

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DJAMILIA PEREIRA DE ALMEIDA

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Oportunidade

Pergunto-me, pensando nas mulheres negras, se posso falar nelas como parte de um mesmo conjunto. Que têm em comum as activistas do Instagram e a senhora que sofre das costas e lava janelas?

Na última cerimónia de entrega dos Emmy, em Setembro, Viola Davis começou o seu discurso de agradecimento citando a abolicionista Harriet Tubman (1822-1913). «Na minha mente, vejo uma linha. E para além dessa linha, vejo campos verdejantes e flores encantadoras, e belas mulheres brancas com os seus braços estendidos na minha direcção para além dessa linha, mas não pareço saber como conseguir chegar-lhes. Não pareço conseguir ultrapassar essa linha.»

Foi a sexagésima-sétima vez que o prémio foi atribuído, e a primeira que uma actriz negra o recebeu. «Não se podem ganhar prémios por papéis que não existem», acrescentaria, aludindo aos preconceitos da indústria. Aos argumentistas a quem se deveu a sua participação em Como Defender um Assassino, pela qual acabara de receber o prémio de melhor actriz dramática, agradeceu reinventarem o que significa «ser bonita, ser a protagonista, ser sexy, ser negra». A única coisa que separa uma mulher negra de qualquer outra pessoa, afirmou, é «a oportunidade». ‘Oportunidade’ é de facto o melhor termo para definir o que separa uma mulher negra de muitas outras pessoas, e sobretudo o que as separa de uma mulher negra que viva na Europa e na América. Esta distinção não se restringe, no entanto, a desigualdades socioeconómicas, que, como tantas outras pessoas, muitas vezes tem de ultrapassar; nem reside apenas na esfera pública.
 
James Baldwin dedicou um ensaio, em 1953, a uma estadia numa aldeia dos Alpes onde tudo indicava nunca haver estado um homem negro. O espanto sincero dos aldeões e as suas maneiras receosamente corteses deram-lhe a ver que o recebiam como uma visão assombrosa. Talvez a reacção à chegada de Baldwin se pareça com a de qualquer um de nós quando nos conhecemos uns aos outros, sendo a cor da sua pele não mais do que a explicação particular de um estranhamento inerente a qualquer primeiro encontro. Nenhuma dose de experiência nos protege contra a surpresa. Qualquer que seja porém o seu aspecto, a enésima pessoa com que nos cruzamos pela primeira vez nunca deixa de ser também um velho conhecido. Tudo quanto julgávamos saber em geral sobre os outros deforma o modo como encaramos este estranho, levando muitas vezes a que não se queira vê-lo como é. Aquilo que é visto como estranho no estranho da aldeia — o aspecto de um corpo e a história desse corpo — não é um sonho de que se desperte. Se sou eu a estranha da aldeia, sou-o na medida em que não posso acordar do meu próprio corpo, da cor da minha pele e do facto de ser mulher.

A aldeia nos Alpes de uma mulher negra na Europa é a carteira da escola, o balneário do ginásio, o café da esquina, a mesa do jantar: os lugares por onde o seu corpo circula. É preciso deslocar a atenção para a esfera discreta das relações pessoais e dos círculos próximos para dar com um horizonte de oportunidades omitidas. São aí constantemente lembradas de serem a negra da turma; de terem um cabelo esquisito, uma beleza exótica; de não as quererem namorar excepto para fazer alarde disso; de não se atreverem a admiti-lo a si mesmas se se apaixonaram por um branco; são aí motivadas a sentirem-se escuras demais, o que ecoa em não encontrarem mulheres com o seu aspecto na televisão, na publicidade, no cinema, no parlamento.

As «belas mulheres» para lá da linha não são, para si, os distantes aldeões alpinos do ensaio de Baldwin. São antes caras conhecidas para quem a condição de as admitirem nas suas vidas é frequentemente a de não admitirem que são como são. Tornarem-se mulheres é, assim, para muitas de nós, indissociável de uma história de aversão à cor da pele — uma história que não devemos ignorar, sob o risco de diluir o que existe de heróico e colectivo na sua superação. E também então a palavra-chave será ‘oportunidade’: a oportunidade de reconhecimento. Falar em ‘oportunidade’ não acarreta uma desaconselhável submissão a outros. Antes, sublinha a maneira como não depende apenas de cada um tornar-se a pessoa que é. Ao serem-lhes negadas oportunidades de reconhecimento, é-lhes negada uma história pessoal em que teriam sido estimadas e amadas enquanto quem são, tal como são.

Pergunto-me, todavia, pensando nas mulheres negras da minha vida, se posso falar nelas como parte de um mesmo conjunto. Que têm em comum a jovem empregada do café da livraria que frequento, cujo namorado a espera no fim do turno como uma carta fora do baralho; a adolescente de tranças até ao meio das costas, pontas tingidas de verde, que se cruza comigo na passadeira? Que têm em comum as activistas e as criativas do Instagram e a senhora doce que nunca conheceu a mãe, sofre das costas e lava janelas? Que têm em comum para além de serem portuguesas? Serão realmente estranhas na aldeia se ninguém vira a cabeça para as ver passar — não serei eu quem vira a cabeça à sua passagem?

Será adequado falar de uma ‘mulher negra’, ou incorro no risco de sacrificar a individualidade de cada uma? Não armo desse modo a minha venda na aldeia e vou a correr buscar os óculos para as ver melhor, quando cruzam a estrada escorregando na neve? Como cingir o que as morde, e o que existe de singular na mordedura? De que forma arriscar um plural sobre o que morde cada uma? Como ser fiel ao que se passa dentro delas e impedir o que digo sobre isso de ser a poalha de uma retórica? Será que, para não fazer do que escrevo a minha venda perdida nos Alpes, tenho de reconhecer que nada há de comum a todas elas, que nada as distingue? E o que terei, então, reconhecido?

Vejo-me sem querer a aldeã espantada, apontando-as quando passam, manchando a graça dos seus dias. Quem julgo que sou para me atrever no que sentem? Quem me disse que sei do coração de quem está comigo do lado de cá da linha, e quem foi que me disse que quem está do lado de cá da linha está do lado de cá da linha? Quem me convenceu, afinal, de que conheço as mulheres negras da minha vida apenas porque nos parecemos? Nada do que possa dizer sobre elas é mais certo ou mais justo por eu ser uma delas. Não é certo que aquilo de que não podemos despertar — este corpo, esta pele, este cabelo — nos valha quando tentamos compreender, respeitar e falar uns pelos outros. Pudesse eu renunciar a fazer conjecturas sobre aqueles com quem me pareço; permanecer em silêncio quanto ao que vai dentro daqueles de quem me assemelho; admitir que talvez saiba ainda menos sobre aquilo de que estou próxima do que sobre o que me é distante; abster-me de falar sobre os outros, e sobre mim.

Comum a muitas mulheres negras na Europa é não conseguirem cruzar a linha que as separa das pessoas junto das quais se vão tornando mulheres, e com quem partilham a sua vida. Do outro lado da linha, não estão os estranhos. Está a vizinha do lado, a amiga leal, o colega de todos os dias, a professora daquele tempo, o patrão de há muito, o impossível marido, o cunhado do costume: estou eu e outras pessoas com quem se parecem, e talvez também elas. O que significa ao certo ‘parecer’ quando falamos uns dos outros? Como estimar e amar qualquer pessoa, estimar e amar uma mulher negra depende de estimarmos e amarmos aquilo que ela não pode deixar de ser. Quando esta oportunidade nos é negada, e por mais privilégios que tenhamos, não conseguimos fazer-nos mulheres senão como parte de uma minoria. Somos então a estranha da aldeia na nossa aldeia, dentro de nós.

Djaimilia Pereira de Almeida nasceu em Luanda e é doutorada em Teoria da Literatura pela Universidade de Lisboa. Publicou este ano o romance “Esse Cabelo” (Teorema-Leya).

IN "OBSERVADOR"
01/12/15

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709.UNIÃO

EUROPEIA


COP 21
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HOJE NO

"i"

Pistorius acusado de homicídio voluntário
 após alteração de sentença

O Supremo Tribunal de Recurso da África do Sul alterou a sentença de Oscar Pistorius de homicídio involuntário para voluntário.

Pistorius, conhecido como 'Blade Runner' por causa das próteses nas pernas que usava nas pistas de corridas, sempre afirmou que matou a namorada a tiro através da porta trancada da casa de banho, porque a confundiu com um intruso.
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Esta quinta-feira, o juiz Lorimer Eric Leach declarou o atleta culpado pelo homicídio da namorada, em fevereiro de 2013, afirmando que este deveria saber que podia matar alguém quando disparasse a arma, independentemente de quem estivesse por detrás da porta da casa de banho.

A pena de prisão mínima para os casos de homicídio voluntário é de 15 anos de prisão.
O atleta, que não estava na sala do tribunal, encontra-se em prisão domiciliária desde outubro, após ter cumprido um ano de prisão – tinha sido condenado a cinco anos de prisão pelo homicídio involuntário de Reeva Steenkamp.

Segundo a BBC, Pistorius terá agora de regressar a tribunal para ouvir a nova sentença.

* Não acreditamos que Pistorius não soubesse quem estava atrás da porta.


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REPÚBLICA


CENTRO-AFRICANA


UMA CRISE ESQUECIDA


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* Uma produção "ONU/BRASIL"


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II-AMBIENTE FEROZ

1-INUNDAÇÕES


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HOJE NO

"A BOLA"

Ciclismo
Sporting confirma regresso ao pelotão

O Sporting confirmou, esta quinta-feira, que vai voltar ao ciclismo, tendo assinado uma parceria com a W52, que conta com o espanhol Gustavo Veloso, vencedor das duas últimas Voltas a Portugal.
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A seção de ciclismo estava extinta no clube desde 1987, apesar de em 2009 ter havido uma equipa de sub-23, que não teve continuidade.

Agora, o regresso dá-se através de uma parceria com a W52, estando já definido Jorge Mendes como coordenador e Nuno Ribeiro como diretor desportivo.

«É um projeto que será muito importante para a modalidade. Temos de defender a camisola do Sporting e entrar em todas as provas com o objetivo de ganhar. Será uma notícia que vai causar grande impacto. Na Volta a Portugal, também pelo facto de sermos a equipa que ganhou o ano passado, seremos o alvo a abater mas queremos vencer!», disse Nuno Ribeiro, citado pelo site do clube.

O presidente Bruno de Carvalho fala de mais um objetivo concretizado:
«É uma modalidade que já nos deu 150 títulos e nos projetou pelo Mundo. Vai poder aumentar a grande Onda Verde pelo País, com o objetivo de vencer todas as provas nacionais. Ao mesmo tempo, vai aproximar o clube dos sportinguistas em qualquer lado. Estamos a recuperar modalidades com grande tradição, o que é bom pelo sentimento de pertença e pelo orgulho.»

* O ecletismo foi sempre apanágio do clube de Alvalade, duvidamos se em termos de gestão é bom.

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Karol Conká

Que Delícia

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HOJE NO

"AÇORIANO ORIENTAL"

Exposição
 "Escravos em São Miguel" na biblioteca

A Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada tem patente ao público até 31 de janeiro de 2016 uma mostra intitulada "Escravos em São Miguel", abrangendo o período entre 1620 e 1884.
 
Segundo a organização, estão expostos documentos de várias tipologias como registos paroquiais, escrituras notariais, autos de arrematação e um processo judicial de inventário dos bens de uma escrava liberta.

A mostra documental pode ser visitada de segunda a sexta-feira das 09:00 às 19:00 e aos sábados das 14:00 às 19:00.

* De certeza uma exposição a visitar, seria útil também patenteá-la ao público da Madeira e do continente.


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'Tower of Building Dreams'

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HOJE NO

"DIÁRIO  ECONÓMICO"

Um terço dos contribuintes paga 70% 
da sobretaxa de IRS

Menos de um terço dos contribuintes gera a maior fatia de receita de sobretaxa de IRS, revelam os dados do Ministério das Finanças enviados hoje para o Parlamento. As informações mostram que se os partidos que sustentam o Governo quiserem eliminar já em 2016 a totalidade da sobretaxa de IRS para as pessoas de menores rendimentos poderão não conseguir ir além dos contribuintes com rendimentos anuais até 7.000 euros.
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O Programa de Governo prevê uma redução da sobretaxa de IRS para metade em 2016 e a restante metade em 2017. Mas para que a medida passe no Parlamento, PS, PCP, Bloco de Esquerda e Verdes têm de chegar a um acordo já que os partidos à esquerda do PS defendem uma eliminação total da sobretaxa já a partir de 1 de Janeiro.

Na resposta enviada, o Ministério das Finanças revela que 72,02% da receita da sobretaxa de IRS liquidada e referente a 2014 é paga por 1,5 milhões de agregados, o que corresponde a menos de 30% do total de agregados que paga IRS, ou seja, o segundo e terceiro escalão de IRS para rendimentos anuais brutos superiores a 7.000 euros e até 40.000 euros.

Os contribuintes com rendimento colectável até 7.000 euros (pertencentes ao primeiro escalão) garantem apenas 0,3% da sobretaxa de IRS liquidada. Neste escalão de IRS estão quase 3,5 milhões de agregados, mas nem todos deverão pagar sobretaxa, já que a taxa de 3,5% só se aplica ao excesso de rendimento acima do salário mínimo nacional (equivalente a 505 euros este ano).
      
No segundo escalão situam-se os contribuintes com rendimentos acima de 7.000 euros até 20 mil euros. Estes, que somam 1,2 milhões de agregados, pagam 288 milhões de euros da receita da sobretaxa de IRS liquidada, o equivalente a 30,92% do total desta receita.

No escalão a seguir (o terceiro), com rendimentos entre acima de 20.000 euros e 40.000 euros, os contribuintes geram 383 milhões de euros da receita de sobretaxa de IRS, o correspondente a 41,1% do total.

Os partidos à esquerda que sustentam o Governo de António Costa esperavam por estes dados para acordar uma forma de viabilizar a eliminação da sobretaxa de IRS. Uma possibilidade em cima da mesa é fazer uma redução progressiva, mais acentuada para os escalões de rendimento mais baixos e menos forte para os escalões de rendimento mais altos.

O Económico noticiou esta semana, citando fonte governamental, que a intenção é garantir uma descida para todos, não deixando nenhum escalão de rendimentos de fora.

Nos escalões mais altos, com rendimentos entre a partir de 40 mil euros até 80 mil (quarto escalão) e acima de 80 mil euros (quinto escalão), estão apenas 92.116 agregados. Estes geram uma receita de 213 milhões de euros, o equivalente a 27,73% do total de receita da sobretaxa liquidada. 

* A primeira coisa que estes números indicam é que o cidadão português ganha muito pouco, isto é, o "patronato empreendedor" explora bué.

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ENCONTRO INUSITADO


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HOJE NO

"CORREIO DA MANHÃ"

Passos: 
PSD apoiará tudo o que 
for importante para Portugal 

Ex-primeiro-ministro diz que fará uma oposição "séria e responsável".  

O presidente do PSD declarou esta quinta-feira que o seu partido avaliará em cada momento o que considera "mais importante para Portugal" e apoiará tudo o que considerar que se enquadra na sua "visão positiva da sociedade portuguesa". 
 
FÉRIAS NA MANTA ROTA
Pedro Passos Coelho enunciou estes princípios que nortearão o PSD na oposição no encerramento do debate do Programa do XXI Governo Constitucional, na Assembleia da República, adiantando: "Contarão connosco para promover a responsabilização no sistema político e o aprofundamento da maturidade e da liberdade que deve assistir à sociedade civil e aos cidadãos". 

Contudo, voltou a defender que, quando precisar dos votos do PSD, o PS deve aceitar novas eleições: "No dia em que o nosso apoio possa ser decisivo para alcançar algum resultado essencial que a maioria que suporta o Governo não for capaz de garantir, apenas esperamos que tenham a dignidade de disso retirarem a consequência natural e devolverem a palavra ao povo". 

Oposição séria e responsável 
Hoje, depois de acusar o secretário-geral do PS de ter formado um Governo "nas costas do povo" com o apoio de BE, PCP e PEV, Passos Coelho afirmou que exercerá "o papel de reserva e alternativa de Governo" e será uma "oposição determinada, séria e responsável". 

No final do seu discurso, o ex-primeiro-ministro elencou "os princípios que nortearão, agora na oposição, como antes no Governo", o PSD. Passos Coelho disse que o PSD, "sendo uma oposição determinada, séria e responsável", estará "contra tudo o que represente um retrocesso ou um ataque ao país moderno, aberto, cosmopolita, competitivo, exigente, reformista e justo" que defende, mas "não deixando de apoiar tudo o que promova esta visão positiva da sociedade portuguesa". "Quando à atividade governativa, bem sei que não está na conta dos atuais governantes pedirem-nos apoio para suportar o Governo. Ainda bem, porque quem perdeu as eleições e recusou apoio a quem ganhou não tem autoridade política para destes reclamar apoio no futuro", prosseguiu. "Mas, insisto, nós avaliaremos sempre, em cada momento, o que considerarmos mais importante para Portugal, independentemente da vontade do Governo", acrescentou. 

Novos sacrifícios 
Passos deixou ainda vários alertas para o que considera serem possíveis consequências da governação do PS e disse esperar que não sejam necessários "novos sacrifícios". No encerramento do debate do Programa do XXI Governo Constitucional, na Assembleia da República, Passos Coelho recusou que a austeridade dos últimos quatro anos tenha tido "raiz ideológica" e defendeu que o anterior executivo PSD/CDS-PP teve "a coragem tão necessária como criticada para executar as políticas adequadas", permitindo que agora essas medidas possam "ser removidas progressivamente". 

Contudo, apontou riscos à forma acordada pelo PS com BE, PCP e PEV para fazer essa remoção: "Só espero que o excesso de voluntarismo que parece querer acelerar o ritmo da remoção de tais medidas não venha a acarretar novos sacrifícios, forçados pela imprudência orçamental e pela vontade de criar uma impressão de bondade". 

Em seguida, o ex-primeiro-ministro sustentou que tudo se encaminha para que o défice no final deste ano fique abaixo de 3%, e deixou uma advertência nesta matéria: "Espero agora, também, que a mesma vontade não venha a pôr em causa o esforço realizado pelos portugueses". Desemprego e Dívida são obstáculos 

Mais à frente, Passos Coelho elencou o desemprego e a dívida como "grandes dificuldades" que Portugal ainda enfrenta, e deixou mais um aviso, desta vez sobre o acesso a financiamento. "Qualquer inversão de tendência neste domínio comporta riscos de stresse financeiro que, na ausência de políticas acomodatícias do Banco Central Europeu (BCE), podem dificultar o acesso a financiamento ou agravar o seu custo, com prejuízo para a economia", disse. Passos Coelho assinalou, depois, que o presidente do BCE, Mario Draghi, tem "referido insistentemente" que "sem reformas estruturais conduzidas pelos Estados-membros não há gestão da procura agregada que possa garantir o crescimento". 

No final do seu discurso, o presidente do PSD abordou a questão das regras europeias, afirmando que "as ações valem mais do que muitas palavras". "Veremos que avaliação os nossos parceiros europeus e os nossos credores farão a seu tempo sobre a reversão de medidas de caráter estrutural, aliada a uma política orçamental aventureira e experimentalista", acrescentou. 

Neste contexto, deixou um último alerta sobre uma eventual fuga de investimento: "Num país que não tem capital para crescer e que necessita de investimento direto externo, as medidas que se pré-anunciam com apoio socialista e comunista só podem afastar investidores e agentes económicos, penalizando o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) potencial e dificultando a eficácia da política orçamental".

* Os votos que deram maioria parlamentar  à esquerda foram no entender do sr. Passos Coelho postos nas urnas por aliens. Mas não os aliens que congeminam vigarices e que são bem próximos da PàF, Macedo, Figueiredo, Salgado, Duarte Lima, Dias Loureiro e muitos outros.
Que remédio tem o sr. Passos coelho senão aceitar os resultados das eleições, naquelas em que perdeu um milhão de votos.

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DOUTRO SÉCULO
2-TERRAMOTO 1755

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