quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

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O QUE NÓS


  "ENCONTRAMOS"!




2-O SUBMARINO

A ALMA DO NEGÓCIO


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* HÁ INOCÊNCIAS QUE NÃO PERCEBEMOS, ISTO PORQUE SOMOS MUITA BURROS.

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IMPOSTOS

DISFARÇADOS

DE TAXAS




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 1 de Dezembro, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrivelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr. Tiago Caiado Guerreiro.

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HOJE NO

"JORNAL  DE NEGÓCIOS"

Para implementar tecnologias limpas
 nos países pobres é preciso 
mais do que dinheiro

A Cimeira do Clima em Paris arrancou com promessas de milhões ao nível do investimento em tecnologias limpas, mas o sucesso destas iniciativas nos países em desenvolvimento dependerá da sua capacidade de receber e aplicar as mesmas, e da ajuda que terão para o fazer.
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Os líderes de Estado e bilionários abriram a cimeira de Paris a anunciar grandes investimentos em tecnologia limpa e a frisar a necessidade de transferir esta tecnologia para os países em desenvolvimento, mas os especialistas alertam que o sucesso destas incursões vai depender não só da aprovação do financiamento aos países mais vulneráveis, como da capacidade de estes receberem e colocarem no terreno estas inovações.
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No primeiro dia da Conferência do Clima, Bill Gates anunciou a criação de um fundo de 20 mil milhões de dólares (cerca de 18,9 mil milhões de euros) para apoiar o investimento em energias limpas nos países em desenvolvimento. O co-fundador daMicrosoft falou ainda apaixonadamente sobre a possibilidade de gerar energia através de um processo de fotossíntese artificial.
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No mesmo dia, a 30 de Novembro, o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, apresentou a Aliança Internacional Solar, que reúne 121 países situados entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio, alguns dos quais têm mais de 300 dias de Sol por ano. O objectivo desta coligação é assegurar a transferência de tecnologia e financiamento para o desenvolvimento em todos os países com potencial solar com capacidade para gerarem energia.
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Angela Merkel, no seu discurso de abertura da Cimeira do Clima, salientou a necessidade de se transferir tecnologia para os países em desenvolvimento que auxilie na transição para uma economia verde.
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No entanto, os especialistas alertam que será difícil transferir tecnologia rapidamente para os locais onde ela é mais necessária a não ser que os negociadores acordem nos termos do financiamento aos países em desenvolvimento. "Acredito que o elefante na sala é ainda o financiamento", considerou Yvo de Boer, ex-líder do secretariado para a alterações climáticas nas Nações Unidas, citado pela Reuters.
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Por outro lado, muitos países não estão simplesmente preparados para receber grandes transferências de tecnologia. Para certos países mais vulneráveis se adaptarem às novas tecnologias, têm de ter a instituições certas, regulamentações e força de trabalho capacitada no terreno, escreve a Reuters.
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O Departamento norte-americano de pesquisa avançada em energia (ARPA-E, na sigla inglesa) apurou, em projectos anteriores, que muitos dos trabalhadores nos países mais pobres "não tinham capacidade para manter novos projectos, então as coisas falham", diz Cheryl Martin, ex-directora da instituição.
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Durante a Conferencia do Clima em Paris, os negociadores precisam de mapear como serão providenciados os fundos dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento, fundamentais para os preparar para efectuar esta transição tecnológica.
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Os países desenvolvidos prometeram em 2009, na Conferência do Clima de Copenhaga, financiar os países em desenvolvimento em 100 mil milhões de dólares por ano a partir de 2020 através do Fundo Verde do Clima.
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Os milhões prometidos de investimento em tecnologia "não devem ser vistos como um substituto do financiamento público que deve estar em cima da mesa para desbloquear um acordo forte até ao final da próxima semana", altura em que termina a Conferência do Clima, alerta Tim Gore, da Oxfam International, citado pela Reuters.
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"Precisamos de garantir que a competitividade até dos países menos desenvolvidos é impulsionada com estas oportunidades e que não são deixados para trás", disse Jonathan Coony, coordenador do Programa Tecnológico para o Clima do Banco Mundial. Os países menos desenvolvidos precisam de apostar na capacidade de manufactura, na investigação e desenvolver a sua própria economia verde, em vez de "se manterem somente como captadores de tecnologia", acrescentou.
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A propriedade intelectual pode ser outra barreira para esta transferência de tecnologia que se pretende operar. A Índia e outros países com menos capacidade financeira, por exemplo, têm dito durante anos que a tecnologia patenteada é demasiado cara e desejam que as tecnologias verdes sejam tratadas como um bem público.
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* Não está em causa a vida do planeta, ele sobreviverá, as pessoas é que é o "mais mau"!
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YANINA

COUTURE
OUTONO/INVERNO
2015/2016
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HOJE NO

"DESTAK"

Daniela Ruah madrinha de projecto 
social sobre hiperactividade

Daniela Ruah aceitou o convite e é agora a Madrinha do projecto de empreendedorismo social Clube PHDA. 
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Com o apoio da CUF, o Clube PHDA foi lançado em 2013 e tem como propósito melhorar a qualidade de vida de crianças com Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA) e dos seus familiares, professores, e auxiliares de educação, potenciando uma integração bem-sucedida na família, na escola e na sociedade. 

Além do site www.clubephda.pt, o Clube PHDA acaba também de chegar ao Facebook www.facebook.com/clubephda.

“É um enorme orgulho ter sido convidada para Madrinha do Clube PHDA e poder fazer parte de um projecto que ajuda pais e professores a superarem, no seu dia-a-dia, as dificuldades que a Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção levanta”, explica Daniela Ruah que actualmente é co-protagonista da série americana NCIS: Los Angeles. A actriz, que iniciou a sua carreira aos 16 anos, acrescenta também que “ainda existem muitas pessoas que confundem as dificuldades de concentração das crianças, o facto de estas não conseguirem estar paradas ou caladas nas aulas, com má educação ou mau comportamento. Espero que projectos como o Clube PHDA ajudem a desmistificar estas situações e ajudem a que a PHDA seja melhor compreendida por todos. Só assim poderemos ajudar cada vez melhor as crianças a lidarem com esta patologia.”

Em média, em Portugal, em cada 20 alunos numa sala de aula, há uma criança com Perturbação de Hiperactividade e Défice de Atenção (PHDA). No total, existem mais de 80 mil casos de crianças com PHDA no nosso país.

* Uma portuguesa de causas.

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I-GENOMA HUMANO


5-DESCODIFICANDO A VIDA

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO

"i"

Saiba por que não deve deitar as 
cápsulas de café no lixo normal

O Banco Alimentar Contra a Fome recebeu 65 toneladas de arroz, resultado da reciclagem de cápsulas de café. O programa ‘Reciclar é Alimentar’ é um projeto nacional, criado pela Nespresso Portugal em 2010 e que já resultou na doação de 321 toneladas de arroz ao Banco Alimentar, o que equivale a mais de seis milhões de refeições doadas em cinco anos
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A marca recolhe as cápsulas usadas e separa o alumínio da borra de café. Enquanto o alumínio segue o seu processo normal de reciclagem, a borra de café é integrada num composto agrícola utilizado para fertilizar terrenos de arroz localizados no Alentejo. O arroz que aqui cresce é depois processado, controlado e embalado por parceiros nacionais, para ser doado ao Banco Alimentar.

“Pelo sexto ano consecutivo, queremos expressar o nosso maior agradecimento à Nespresso que criou um programa de sustentabilidade de raiz, pensado para ajudar o Banco Alimentar Contra a Fome”, refere Isabel Jonet, Presidente da instituição. “Esta iniciativa é um excelente exemplo de como as empresas podem fazer a diferença no plano ambiental e social”, acrescenta.

* A ideia é excelente mas porque só as cápsulas da marca citada  tem direito a este processo?


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PEDRO MARQUES LOPES

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A ver vamos

1- Bastava ter lido e ouvido os praticamente unânimes elogios à composição do novo governo para se perceber uma ânsia de normalização política. Não é que não existam legítimas dúvidas em relação a escolhas para alguns ministérios. Mas, e não negando o equilíbrio que me parece existir entre conhecimento das diversas áreas e capacidade política do novo executivo, o aplauso às escolhas de António Costa indicam mais vontade de fechar o período de turbulência por que passámos nos últimos meses do que propriamente a ideia de que estaremos perante um governo à prova de bala.
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Marcelo Rebelo de Sousa - que mostra a cada passo que será como Presidente o oposto absoluto de Cavaco Silva - resumiu bem o sentimento: "Os portugueses estão fartos do clima de crise e de brincar ao cai não cai do governo." Mesmo gente que embarcou na história da ilegitimidade e da golpada se mostra disposta a dar o que todos os governos formados à luz dos princípios democráticos devem desfrutar no início dos seus mandatos: o benefício da dúvida.
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É bom, aliás, que o PSD e o CDS percebam rapidamente que o discurso da ilegitimidade pode ter consequências muito negativas para eles próprios. Em primeiro lugar porque, apesar de a comunidade parecer estar radicalizada, toda a gente percebe que não será bom para ninguém viver em crise política permanente e que é primeiro preciso avaliar, pelo menos, os primeiros atos de governação. Como diria o antigo Cavaco Silva: deixá-los trabalhar.
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Em segundo lugar, quanto mais cedo o PSD e o CDS montarem um discurso político alternativo e de verdadeira oposição melhor. Há quem defenda nesses partidos que se deve apostar tudo em tentar derrubar este governo mesmo antes de poder haver eleições mantendo o discurso da ilegitimidade. Mas será um enorme erro político: não só porque caso isso não aconteça - e é quase impossível isso suceder, logo que seja aprovado o primeiro orçamento - o PSD e o CDS ficam sem discurso, mas também porque, sobretudo, o PSD é um partido com responsabilidades específicas. Ninguém ia entender uma posição mais própria de partidos revolucionários, parecida com aquela que tem sido até agora a do BE e do PC, que mal perdem eleições pedem logo outras.
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Em terceiro lugar, não é possível conciliar a linha da ilegitimidade e de tudo chumbar (como foi anunciado precipitadamente) com as linhas programáticas e ideológicas do PSD e do CDS. Em aspetos que digam, por exemplo, respeito aos compromissos europeus o eleitorado desses dois partidos não ia entender eventuais votos contra.
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Isto, aliás, remete-nos para uma novidade quase absoluta da nossa democracia: uma verdadeira centralidade política do Parlamento. A verdade é que sempre foi no seio do governo que as mais importantes questões políticas se resolveram. Os partidos que apoiavam o governo limitavam-se a receber ordens e a agir em conformidade. Não será, como é óbvio, a realidade que vamos ter pela frente. E apesar de essa situação poder ser vista como recomendável sob o ponto de vista da representação e da transparência, exigirá uma enorme capacidade negocial, processos de decisão mais lentos e levará a que as maiorias formadas não sejam, em várias situações, as que geraram este governo.
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No fundo, a obrigatoriedade permanente de negociar é um dos preços a pagar por António Costa por não ter conseguido, como teria sido desejável, levar o BE e o PCP para o governo. E, seja por incapacidade ou falta de vontade, não irá ajudar nada ter formado um governo em que a maioria dos elementos estão longe de ser esquerdistas e sem uma única figura sequer vagamente próxima dos bloquistas ou comunistas. Temos, assim, um governo suportado no Parlamento pelas esquerdas mas formado por gente do centro.
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A solução governativa é frágil, o desafio de reverter o caminho seguido até aqui é muito complicado, os acordos necessários a uma ação coerente e sólida serão difíceis e de geometria variável. A ver vamos.
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2- Outro dos maiores desafios à durabilidade deste governo prende-se com a autonomia estratégica que cada partido tem de ter, sabendo que a essência de uma organização partidária reside na defesa de um património político e ideológico. Face à atual situação e ao que teremos pela frente, em termos muito simples, o eventual sucesso deste governo será, no futuro, um problema eleitoral, nomeadamente, para o BE - não será necessário discorrer sobre as características do eleitorado que flutua entre os socialistas e bloquistas.
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Por outro lado, uma colagem absoluta do CDS e do PSD trará problemas graves à sobrevivência do CDS. Não é em vão que o PSD parece ter em alguma medida já assumido o seu papel de normal oposição e o CDS continua com um discurso muito exaltado. Tendo a PAF acabado no momento da tomada de posse de António Costa, o CDS não pode assumir-se como seguidor cego do PSD, terá de redesenhar as suas linhas vermelhas e isso terá, como é natural, consequências na sua relação com o PSD e com o PS. Um partido só sobrevive se as pessoas perceberem que tem bandeiras diferentes das dos outros e, quer se queira quer não, o primeiro mandamento de um partido é a sua própria sobrevivência.

IN "DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"
29/11/15


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708.UNIÃO

EUROPEIA


COP 21

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HOJE NO

"A BOLA"

NATAÇÃO
Kaminskaya bate recorde nacional

Com o registo de 4.38,62 m, Victoria Kaminskaya bateu o recorde nacional dos 400 estilos no 18.º Europeu Netanya-16 em piscina curta que hoje começou em Israel.

A nadadora do Estrelas de São João de Brito, que terminou as eliminatórias em 14.ª entre as 23 participantes, melhorou assim o anterior máximo (4.39,03), que a própria havia estabelecido em dezembro de 2014.

Durante o evento, que termina domingo e no qual Portugal conta com 14 atletas, Victoria, de 20 anos, irá disputar as provas de 200 bruços, 200 mariposa e 200 estilos.

A atleta não estará presente nas meias-finais do Europeu porque nesta prova as passagens são diretas.

Tamila com máximo nos 800 livres

A ainda júnior Tamila Holub estabeleceu novo recorde nacional dos 800 livres na sessão de arranque do 18.º Europeu Netanya-16 em piscina curta, que decorre em Israel.

A nadar na penúltima série, Tamila, de apenas 16 anos, obteve a 14.ª posição entre 23 participantes ao registar a marca de 8.33,66m.

Desta forma superou os 8.36,75m que, há três semanas, durante o Open Vale do Sousa (Felgueiras), fixara como máximo nacional absoluto e júnior.

Holub ficou ainda como segunda suplente para a final de amanhã à tarde. Note-se que no Euro em piscina de 25 metros não existem meias-finais para as provas a partir dos 200 metros. Igualmente inscrita para os 400 livres, Angélica André não se apresentou nos blocos de partida

Dos dez portugueses que competiram esta manhã, de assinalar também três máximos pessoais: João Vital nos 400 livres (27.º, 3.52,71); Nathan Teodoris (23.º, 1.56,27) e Gabriel Lopes (25.º, 1.57,46) nos 200 costas.

* Infelizmente estas e muito outros atletas são quase ignorados pela comunicação social, trabalham no duro para melhorar resultados, para honrar os clubes a que pertencem e também o país, respeitemo-los.

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2-SANFIL 

NEGÓCIO DE FAMÍLIAS

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"Negócio de Famílias" é a grande reportagem. Trata-se de uma investigação jornalística que deteta indicios de práticas irregulares, concretizadas por um grupo de saude privado. O grupo SANFIL cresceu, até se tornar no quarto grupo de saude privado em Portugal. Esse crescimento está muito associado ao sistema público que gere as listas de espera, o SIGIC.

Em silêncio, sem eco, a SANFIL, um grupo familiar de Coimbra, conquistou o quarto lugar na lista dos maiores operadores privados na área. O Grupo SANFIL cresceu afirmando-se líder no SIGIC, o sistema que o Estado criou, em 2007, para gerir a lista de espera para cirurgias. Entre 2008 e 2012, a SANFIL foi a entidade que mais facturou com as operações que os hospitais públicos encaminharam para os prestadores privados. Um grupo de funcionários, afastado pela administração, denunciou à SIC um conjunto de práticas que podem constituir comportamentos irregulares, na relação da SANFIL com o Estado e com os doentes.

* INVESTIGAÇÃO "SIC"


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6- S N I P E R S


ATIRADORES DE ELITE


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO

"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"
Governo madeirense ataca 
"atitude prepotente" da TAP

A Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura fez saber, através de comunicado, que repudia a decisão tomada pela TAP, de introduzir “uma taxa de agravamento de custos para as viagens entre a Região e o continente português, concretamente para o período de Natal e Fim-de-ano que se avizinha”.
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O acréscimo de custo foi divulgado segunda-feira pelo jornal digital Presstur e também hoje reportado em turismo.dnoticias e no JM.

A secretaria com a tutela da área dos transportes assume que teve conhecimento da medida através da comunicação social, logo, não foi informada previamente. Também garante que solicitou, de imediato, “um pedido de esclarecimento à ANAC, entidade da qual se aguarda uma tomada de posição sobre a matéria”.

O governo considera que a alteração, “é injustificada e inédita” por parte da companhia aérea, o que “revela uma atitude prepotente, oportunista e inqualificável que se considera inaceitável, na medida em que, para além de desvirtuar o mercado e quebrar a confiança dos consumidores, abre um precedente que pode vir a ter um impacto altamente gravoso para a Região, no futuro”.

Apesar do reparo, o executivo admite que não existirão grandes reflexos para a Madeira, “uma vez que grande parte das viagens, para a altura em questão, já foram devidamente adquiridas”, o que não invalida o conjunto de preocupações referidas.

* O governo da Madeira estava em consonância com o governo da República quanto à privatização da TAP, agora amanhem-se acabaram as benesses, este ano ainda não vão sentir muito, mas p'ró ano "ai aguentam, aguentam".
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JAZZLAND

Ricardo Toscano

Young Lions

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HOJE NO

"DIÁRIO  ECONÓMICO"

Concorrência abre processo contra SIVA

A Autoridade da Concorrência (AdC) abriu um processo de contra-ordenação contra a SIVA, importadora das marcas do grupo Volkswagen (VW), por indícios de infracção dos contratos de extensão de garantia dos automóveis. O processo foi aberto em 19 de Fevereiro do corrente ano.
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“A investigação desenvolvida identificou a existência de contratos de extensão de garantia que impediriam os consumidores de efectuarem reparações em oficinas independentes, sob pena de perderem o direito à garantia do fabricante”, refere o comunicado da AdC.

No passado dia 18 de Novembro, a SIVA apresentou um “conjunto de compromissos com o objectivo de responder às preocupações jusconcorrenciais manifestadas pela AdC”. A partir de agora passam a constar nos contratos, manuais e outros documentos entregues aos proprietários dos veículos Audi, VW e Skoda que “o benefício das garantias não está condicionado à realização das operações de manutenção e/ou intervenções mecânicas não objecto de garantia, nas respectivas redes oficiais”, sublinha o mesmo documento.

Além disso, a importadora e distribuidora das marcas alemãs compromete-se a comunicar essa alteração contratual a todos os concessionários e reparadores autorizados e a acrescentar uma nova cláusula no Contrato de Extensão de Garantia a todos os clientes, concessionários e reparadores autorizados.

De acordo com a Lei n.º 19/2012, de 8 de Maio, “a AdC pode aceitar compromissos propostos pelos visados em processos de contra-ordenação, que sejam aptos a eliminar os efeitos nocivos sobre a concorrência provocados pelas práticas em causa”, refere o comunicado.

“A SIVA fica obrigada ao cumprimento deste conjunto de compromissos, sob monitorização da AdC”, explica a Concorrência. A partir de hoje, os compromissos assumidos pela SIVA são sujeitos a consulta pública por um prazo de 20 dias úteis.

No último ano e meio, esta é a terceira investigação desenvolvida pela AdC à limitação de garantias nas marcas automóveis.

* O monopólio translúcido.

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INVASORES
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Top 10
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HOJE NO

"CORREIO DA MANHÃ"


39 crimes com carros de luxo 

'Miguel dos Ferraris' foi mecânico de Angélico.

Dez anos seguidos a viver de burlas com automóveis e de furtos de veículos valeram a Luís Miguel de Jesus, conhecido por ‘Miguel dos Ferraris’ – mecânico de automóveis que trabalhou para o falecido ator Angélico Vieira –, uma acusação por 39 crimes. 
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O homem foi acusado pelo Ministério Público (MP) de Sintra e vai a julgamento com mais cinco arguidos. Os amigos e conhecidos habituaram-se a ver ‘Miguel dos Ferraris’, de 46 anos, sempre com carros de luxo. A alcunha, por isso, não demorou a colar. 

Mecânico de profissão, recebeu inúmeras viaturas para reparação que, segundo o MP de Sintra, depois não chegou a devolver aos legítimos proprietários. 

Uma das primeiras vítimas de ‘Miguel dos Ferraris’ foi um dos donos da cadeia de ourivesarias Torres. Segundo a acusação, o mecânico recebeu do empresário João Arez Torres, para reparação, em 2005 e 2013, dois carros desportivos, de coleção, avaliados em 50 mil euros. Nas duas ocasiões prometeu reparar as viaturas e cobrou até dinheiro para comprar peças. Mas o MP de Sintra acredita que as viaturas tiveram matrículas falsas postas e documentos falsificados por ‘Miguel dos Ferraris’. João Arez Torres nunca recebeu os veículos. 

Uma outra vertente da atividade de Luís Miguel de Jesus passou pelo aluguer de carros, que lhe eram trazidos pelos outros quatro arguidos do processo e que depois foram também alvo de viciação. ‘Miguel dos Ferraris’ vai assim a julgamento por onze crimes de abuso de confiança, oito de burla qualificada, um de extorsão, 15 de falsificação de documentos, três de recetação e ainda um de furto. 

* A notícia vale porque um vigarista de "meia-tigela","xico-esperto" que pensava não ser apanhado, vejam lá se não é mesmo um jerico, consegue mediatismo na comunicação social como se fosse um burlão bem instalado na banca, ou no governo ou ainda na administração pública de topo. Nós se pertencêssemos a este grupo de individualidades exigiríamos aos jornais que nos dedicassem três páginas por dia, com fotos tão escabrosas como as vigarices cometidas. Miguel do escape roto, é o que ele é, um pindérico.

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TANTO PARA  INFORMAR
  COMO SE
ACAUTELAR
 HIV

20 ANOS


2007



2015



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HOJE NO
"OBSERVADOR"

Hélder Bataglia só aceita falar ao abrigo da CPLP. Para não ser detido

Hélder Bataglia, uma das figuras centrais que continua por ouvir no processo Operação Marquês, só aceita vir a Portugal falar do seu envolvimento no caso em que o principal arguido é o primeiro-ministro José Sócrates se lhe for concedida imunidade através de uma convenção da CPLP, a que diz ter direito devido à sua dupla nacionalidade, lusa-angolana. Convenção essa que, segundo a sua defesa, impede que seja constituído arguido, e detido, em qualquer processo.
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EXTRAORDINÁRIA ENGRENAGEM
O empresário pede esta proteção internacional por ter um mandato de captura internacional devido ao seu envolvimento num outro processo, o Monte Branco. Caso o Ministério Público português aceite que se desloque a Portugal nestas condições, será também o país a pagar a sua viagem.

O antigo presidente da Escom, um dos instrumentos usados pelo BES em Angola, juntou um novo requerimento ao processo em que afirma isso mesmo: que apenas vem a Portugal ao abrigo do auxilio judiciário da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), avança a SIC. Esta convenção prevê imunidade nos países que fazem parte da organização, não permitindo que seja aplicada qualquer medida que limite a liberdade.

Bataglia é suspeito de envolvimento no negócio Vale do Lobo e uma peça central da Operação Marquês. Terão sido das suas contas que sairam 12 milhões de euros, que acabara nas contas da Suíça de Carlos santos Silva (tenho passado ainda por Joaquim Barroca, do grupo Lena).

O Ministério Público considera contudo que esta convenção não se aplica ao empresário – que tem nacionalidade angolana desde junho de 2014, já decorria há muito o processo que envolve José Sócrates. E acrescenta que não está em causa uma detenção, pois caso venha a Portugal, Bataglia ficará apenas com termo de identidade e residência, o que não limitará a sua liberdade.

Caso esta convenção se aplique, Portugal terá de pedir a Angola para convocar o empresário e as despesas de deslocação são pagas pelas autoridades portuguesas.

Advogado critica divulgação 
Contactado pelo Observador para ajudar a esclarecer esta matéria, Rui Patrício, advogado de Hélder Bataglia, não deixou de criticar a divulgação da negociação que está a ocorrer com o Ministério Público para ouvir o seu cliente. “Não faço comentários sobre o tema, a não ser lamentar profunda e firmemente que mais uma vez venham para a praça pública assuntos que não deviam nem podiam vir”, afirmou o causídico.

* Quando a vigarice é rica até tenta negociar a justiça.

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