segunda-feira, 30 de novembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA



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2-HISTÓRIA DO 

(PRÓ)

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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4-MY NAME 


IS NOBODY

  
ZAGREB

26ª BIENAL DE MÚSICA

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"i"

Instabilidade política gerada pelo PS
. gerou retracção económica

A vice-presidente da bancada do CDS-PP Cecília Meireles responsabilizou hoje a "instabilidade política" gerada pela "atuação do PS" pela retração dos agentes económicos, nomeadamente no investimento, que revela o Instituto Nacional de Estatística (INE).
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AVÉ, AVÉ D. CECÍLIA
"O CDS alertou várias vezes para aquilo que infelizmente está agora a acontecer. A situação de instabilidade política que se gerou e que se gerou sobretudo pela atuação do PS tem consequências", afirmou à Lusa Cecília Meireles.

O INE divulgou hoje a segunda estimativa das Contas Nacionais referentes ao terceiro trimestre, confirmando os números que tinha avançado na estimativa rápida conhecida a 13 de novembro: a economia portuguesa apresentou uma variação nula no terceiro trimestre face ao trimestre anterior e um crescimento de 1,4% em termos homólogos.

A economia abrandou no terceiro trimestre face ao segundo, quer em termos homólogos, uma vez que o PIB tinha aumentado 1,6% no segundo trimestre face ao mesmo período de 2014, quer em cadeia, já que a economia tinha aumentado 0,5% no segundo trimestre face ao trimestre anterior.

"Estes dados, a par com os dados da semana passada da confiança das empresas e das famílias, são a confirmação disso mesmo. Quando se gera uma situação de bloqueio, de incerteza quanto ao futuro, de instabilidade, de querer voltar para trás naquilo que foram muitas das medidas dos últimos anos, os agentes económicos retraem-se, começam a desconfiar", argumentou a ‘vice' da bancada centrista.

Questionada sobre os dados que lhe permitem fazer tal afirmação, Cecília Meireles respondeu: "O dado que mais se retrai é o investimento, que é precisamente o dado económico que mais tem a ver com as expectativas do futuro. À medida que as pessoas se foram apercebendo que o futuro era incerto, que podíamos ter uma viragem face aquilo que estava a ser feito em Portugal, os agentes económicos retraíram-se no investimento".

"Os dados mostram isso mesmo, perante o que estava a ser dito e a ser dito na campanha eleitoral, reagiram e reagiram retraindo-se", acrescentou.

O PS reagiu em sentido oposto, através do porta-voz e vice-presidente da bancada socialista, João Galamba, que considerou que os dados que apontam para uma estagnação da economia portuguesa demonstram que era falsa "a narrativa vendida" antes das eleições legislativas por PSD e CDS sobre "retoma económica".

"Depois das notícias da semana passada sobre a não devolução da sobretaxa de IRS aos contribuintes, estes dados mostram que a narrativa da retoma económica que vinha sendo vendida por PSD e CDS antes das eleições, mas que sempre foi contestada pelo PS, afinal não era verdadeira", declarou João Galamba aos jornalistas na Assembleia da República.

* Pelo que aprendemos na instrução primária o 3º trimestre engloba os meses de julho, agosto e setembro, ainda pertença do feudo "PáFastão", subsidiário do suserano "cavacão". 
Será que a retumbante vitória "PàF" provocou algum dano cerebral à sra. deputada, fazendo-lhe perder a noção de espaço e tempo?


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 MINUTOS DE

CIÊNCIA/77


MARIA GAETANA AGNESI

A BRUXA DE AGNESI


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FONTE:MATEMÁTICA RIO

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HOJE NO
"A BOLA"

All Blacks fazem último haka 
na despedida a Jonah Lomu 
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Jogadores veteranos dos All Blacks juntaram-se esta segunda-feira para se despedir de Jonah Lomu, no velório realizado no estádio Eden Park, em Auckland, na Nova Zelândia, e transmitido em direto pelas televisões locais.

Com centenas de pessoas nas bancadas, o caixão preto foi carregado para o carro funerário ao mesmo tempo que ex-companheiros de Lomu, falecido no dia 18 com apenas 40 anos, interpretavam um haka, o cântico maori que marca o início dos jogos dos All Blacks, sob o olhar atento da mulher de Lomu, Nadene, e dos filhos Brayley, de 6 anos, e Dhyreille, de 5 anos.

De resto, a cerimónia foi marcada por vários costumes da cultura maori, visíveis até na roupa da família do ex-jogador. Outro grupo de guerreiros maori interpretou também um haka durante a cerimónia.

Um funeral privado vai realizar-se na terça-feira. 
 
* As pessoas boas deviam estar proíbidas de morrer, mesmo assim nunca morrem.

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2-HISTÓRIA DO RACISMO


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Um dos mais completos e chocantes sobre a construção dos conceitos de racismo, que justificam as maiores atrocidades cometidas contra os Negros-africanos, e a constante construção de uma ideia de inferioridade e desumanização, para negar direitos e macular a história.


* Uma produção da BBC

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HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Empresa de Évora faz controlo de
 acessos à distância através da Internet

Uma empresa de Évora especializou-se no controlo de acessos a eventos desportivos e, através da Internet, faz a gestão do Estádio do Dragão e tem clientes no Brasil e em África, mas está a expandir-se para outras áreas.
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A ExclusivKey, que emprega 16 funcionários, é uma das empresas que se instalou no novo Centro de Negócios do Núcleo Empresarial da Região de Évora (NERE), localizado no parque industrial e tecnológico da cidade.

O diretor executivo, João Paulo Empadinhas, contou à agência Lusa que "a empresa começou na área do controlo de acesso para eventos desportivos" e que, atualmente, está a tornar-se "transversal", desenvolvendo "soluções próprias" para outras áreas.

"Temos bilhética, sistema de acreditação e sistema de controlo de visitantes para as áreas mais ´corporate` e estamos a fazer a integração com câmaras CCTV, que permite, através de tecnologia de reconhecimento facial, fazer o acesso de pessoas, mesmo sem haver a necessidade de colocar um código", enumerou.

A ExclusivKey "nasceu" em 2009 e resultou da agregação de várias empresas, cujos sócios se conheceram no Campeonato da Europa de Futebol em Portugal, em 2004, quando elaboraram em conjunto um projeto que abarcou sete dos 10 estádios do Euro2004.

Desde então, segundo o diretor executivo, a empresa fez "toda a parte de controlo de acessos, bilhética, acreditação e gestão da operação dos acessos em quatro estádios do Campeonato Africano das Nações (CAN) de 2010", em Angola, e em dois estádios do CAN de 2012, no Gabão.

"Tivemos a oportunidade do Brasil, com o Campeonato do Mundo e com a Copa das Confederações. Fizeram-se novos estádios e eram precisas novas soluções, que não existiam, e conseguimos fazer dois projetos grandes: Maracanã e a Arena Fonte Nova", referiu.

João Paulo Empadinhas adiantou que a empresa trabalha com a Federação Angolana de Futebol na área da bilhética e faz o trabalho de gestão dos bilhetes para os jogos da seleção angolana, através de parceiros em Angola.

"Estamos a trabalhar em Moçambique, com um parceiro, para a organização de eventos na parte da acreditação, de convite e bilhética e, no Brasil, continuamos a trabalhar nos estádios", além da gestão da bilhética no Pão de Açúcar, também no Brasil, indicou.

Em Portugal, indicou que o principal cliente da empresa é o Futebol Clube do Porto, em que "todo o controlo de acessos" no Estádio do Dragão "foi instalado e é operado" pela ExclusivKey.
O responsável acrescentou que a empresa está também a trabalhar com "um dos grandes clubes de futebol do Brasil para desenvolver a solução própria do clube".

João Paulo Empadinhas realçou que, inicialmente, a empresa começou como "integradora de tecnologia que existia no mercado", mas passou a desenvolver "soluções próprias e adaptadas à realidade dos organizadores".

"O nosso ´software` permite ter o controlo em tempo real de tudo o que está acontecer", afirmou, indicando que, entre outros dados, consegue-se "saber quantas pessoas estão a passar em cada torniquete" e "como está a venda dos bilhetes".

O diretor executivo frisou que a aposta na internacionalização é para continuar, prevendo entrar, nos próximos anos, em novos mercados, principalmente da América do Sul e de África.

Com presença própria em Portugal, Brasil e Moçambique e, com parceiros em Angola, Gabão e Marrocos, a ExclusivKey vende os seus serviços sobretudo para o estrangeiro, apresentando uma faturação anual de cerca de 1,8 milhões de euros e uma taxa de exportação de quase 90%.

* Ficamos muito contentes pelo sucesso da verdadeira inteligência portuguesa. Aprendemos um termo novo "bilhética", não nos choca, apenas desejamos que as análises ao sangue não passem a chamar-se "sangrética", as da urina "urinética" e as das fezes "merdética", lá se vai a ética.

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JOSÉ LUÍS RODRIGUES

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Sinais dos tempos: 
A crise de identidade 
dos conventos

O ano dedicado à «Vida Consagrada» entre nós não podia ficar ensombrado da pior forma. Para já duas notícias trágicas ficarão para história deste ano. 

Primeira. A Polícia Judiciária apreendeu, na semana passada, vários objetos usados para castigar e flagelar noviças da Fraternidade Missionária Cristo Jovem, em Requião, Famalicão, tendo constituído arguidos um padre e três freiras, por crimes de maus-tratos, rapto e escravidão.

A segunda. A Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP), teve a ideia maluca (porque perigosa como ficou demonstrado) de pôr a circular por todo o país uma bicicleta de 12 lugares, que percorria desde agosto passado o país, passando por mosteiros de clausura e lugares mais significativos de muitos santos, permitindo assim dar visibilidade à vida consagrada a Deus e ao próximo. Mas na semana passada o original veículo teve um fatal acidente. A Irmã Maria do Carmo morreu neste acidente. 

Obviamente, que não é com alegria que vejo a dita «Vida Consagrada» definhar. Os conventos foram lugares de santidade inigualável, espaços privilegiados de estudo que contribuíram para o progresso da humanidade a todos os níveis. Pelos conventos brilhou a cultura em geral destacando-se a riqueza e a beleza da música, as enormes coleções de livros, a culinária, a investigação científica, o pensamento filosófico, os laboratórios, o desenvolvimento agrícola e nenhuma dimensão humana foi descurada pelo trabalho dos conventos. Não esqueçamos o quanto foram importantes para fixar as povoações e como foram portos de abrigo para matar a fome material, cuidar da saúde e saciar a sede de Deus para tantos homens e mulheres de tantos lugares do mundo e nos diversos momentos da história da humanidade, especialmente, as ocasiões da guerra, da peste e da fome.

Mas não podemos também deixar de ver que os conventos foram lugares de verdadeira «escravidão» em nome da «santa obediência» e em nome da desigualdade que ali se vivia como um desígnio divino. Tudo isto e as mudanças humanas que se foram verificando com o passar dos anos, levaram à escassez de vocações para a «vida consagrada». Hoje várias congregações e conventos definham. São autênticos lares de idosos/idosas sem sangue novo que lhes garanta olhar o futuro com um sorriso de esperança.

Há também razões alheias à «vida consagrada», com toda a certeza, para a convalescença dos conventos. Mas essencialmente a «doença» deriva da perda de identidade da «vida consagrada». Os conventos converteram-se em centros administrativos de escolas iguais às outras ou centros de acolhimento de doentes sem que seja prioritário ser fiel à mensagem dos seus fundadores. Estão dominados os frades e as freiras pela Segurança Social de acordo com as políticas levadas a cabo pelos partidos políticos que assumem a governação. São a mão caridosa do poder político em muitas situações.

Esta perda de identidade, que passa pela infidelidade ao carisma dos seus fundadores e a subjugação ao poder político vigente, conduziu os conventos à sua inutilidade e a consequente morte das causas que defendiam. Por isso, hoje temos congregações religiosas todas muito iguais, não se percebe para que serve cada uma e qual é que é o destino de cada uma. Os que restam nos conventos e nas congregações religiosas, são alguns homens e mulheres idosos aflitos para segurarem o vasto património que têm entre mãos, que resultou do seu momento histórico de esplendor.

A «vida consagrada» não pode esquecer deliberadamente a dimensão da fraternidade, não pode ser motivo de desigualdade onde os mais antigos são senhores e reis que dominam os mais novos, não pode ser um caminho de mordomias para comem bem e os outros comerem sobras ou uma zurrapa qualquer só porque começam agora, não pode ser fechada do mundo e da vida social de hoje, não pode recorrer à escravidão e à subjugação dos candidatos, não pode ter como chefes pessoas doentes ou suspeitas de alguma mazela pouco edificante, não pode ser apenas e só administradora de vasto património, não pode deixar as suas causas e a razão de ser da sua existência que normalmente estava associada aos pobres, à educação e à saúde dos mais necessitados. 

É urgente que a dita «vida consagrada» se reencontre com o espírito dos seus fundadores e nos mostre em que é que se distingue para que a partir daí os jovens estejam disponíveis para abraçar causas que libertam e promovem o bem comum.

*PADRE 

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
29/11/15


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706.UNIÃO

EUROPEIA



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HOJE NO
"DIÁRIO  ECONÓMICO"

LiFi promete internet 100 vezes 
mais rápida do que com WiFi

A tecnologia de transmissão de dados sem fios WiFi pode ter os dias contados. Isto porque a chamada "Light Fidelity" (LiFi) consegue transmitir 1 gigabytes de dados por segundo, refere a “BBC”.

De acordo com os primeiros testes realizados, esta nova tecnologia consegue uma velocidade 100 vezes maior que o actual WiFi podendo ser ainda mais rápido. A Estonia Velmenni, empresa tecnológica que está a realizar os testes em laboratórios na Universidade de Oxford, sublinha que a velocidade de transmissão de dados chegou a atingir 22 gigabytes por segundo.


A tecnologia LiFi usa ondas de luz para a transmissão, empregando díodos emissores de luz (LED). "Criámos uma solução de iluminação inteligente para uma área industrial na qual a comunicação de dados se realiza através da luz. Também estamos a fazer um projecto piloto, criando uma rede de LiFi para aceder à internet no escritório", sublinha Deepak Solanki, director-geral da Velmenni.

Segundo fontes ligadas ao processo, os grandes fabricantes estão interessadas em produzir 'smartphones' compatíveis com LiFi.

Ficou ainda demonstrado que o LiFi é mais seguro que o WiFi e não interfere com outros sistemas, e que poderia ser usado sem problemas num avião.

* É p'ra quando???

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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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14-THE CORPORATION

 DESCUBRA COMO É MANIPULADO

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Paulo Morais não permitirá isenções de
. IMI a fundos imobiliários 
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Paulo Morais afirmou que "gostaria de ter a ANMP como aliada nesta matéria".

 O candidato presidencial Paulo Morais assegurou esta segunda-feira, em Coimbra, que, se for eleito, "não passará" no Orçamento do Estado (OE) nenhuma isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) a fundos de investimento imobiliário. 
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"Comigo a Presidente [da República], a isenção de IMI a fundos imobiliários não passará em nenhum OE", disse à agência Lusa Paulo Morais, depois de se ter encontrado, ao final da tarde de hoje, com o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Manuel Machado, na sede desta instituição, em Coimbra. 

Durante a reunião, em que também participaram outros responsáveis da ANMP e da candidatura a Belém do antigo vereador da Câmara do Porto, Paulo Morais afirmou que "gostaria de ter a ANMP como aliada nesta matéria", tanto mais que se trata de "cumprir e de fazer cumprir a Constituição". 

A lei fundamental determina, no artigo 104º, que "o IMI seja proporcional" em relação aos imóveis sobre os quais incide e respetivos proprietários, sublinhou. Além do fim daquelas isenções, o candidato a Belém também preconiza que o IMI seja um imposto justo, isto é, que a respetiva tabela considere as características dos imóveis e património imobiliário global dos seus proprietários, medidas que também farão com que, por outro lado, os municípios aumentem as suas receitas.

* São os fundos financeiros e os imobiliários que tramam a economia dos povos em todo o mundo.

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Akua Naru

The Backflip

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ONTEM NO
"OBSERVADOR"

Doente com cancro organiza Gala
. Solidária para “retribuir” ao IPO

Um cancro na tiróide tirou a voz a Tomás Mello Breyner, de 25 anos. Mas não lhe levou a energia nem a vontade de comunicar. Para agradecer os tratamentos ao Instituto Português de Oncologia, organiza a 8 de dezembro a primeira Gala Solidária de Natal. “Espero conseguir comprar pelo menos um dos três equipamentos que o IPO Lisboa está a precisar”, conta ao Observador.
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Desde cedo que Tomás se começou a interessar pela organização de eventos. Na equipa técnica do teatro dos Salesianos do Estoril aprendeu tudo sobre produção e decidiu formar-se em produção de eventos. Há dois anos começou a emagrecer muito, mas como o pescoço continuava inchado a namorada achou muito estranho e obrigou-o a ir ao médico.

As notícias não foram boas. “Tinha um carcinoma papilar da tiróide com um ano de evolução“, recorda, por email. Perdeu a voz, mas acredita que um dia vai voltar a falar. “Tive cinco tias minhas com o mesmo cancro. Todas foram apanhadas a tempo e estão lindamente e a falar. O meu pai também já teve cancro muito novo. Todos vencemos“.

A família e a namorada são o seu pilar de apoio perante as dificuldades. Se é difícil arranjar trabalho com uma traqueostomia e sem falar — “existe muito preconceito, infelizmente”, diz — Tomás não se resignou e começou a trabalhar por conta própria na área de aluguer de equipamento de luz e som, consultoria e organização de eventos. Ao mesmo tempo, estava a ser tratado no IPO de Lisboa. Foi só juntar as peças.

“Percebi que podia fazer alguma coisa para retribuir tudo o que o IPO me dá“, ou seja, “assistência a nível médico, assistência a nível humano e até monetário, pois recebo um serviço de qualidade e nunca paguei nada”. Decidiu então erguer a primeira Gala de Natal para angariação de fundos para o IPO Lisboa.
Mais do que uma simples angariação de fundos, quero sensibilizar as pessoas para esta doença. Não digo para encarar o cancro como uma constipação mas deixar de lado este tabu que existe em torno do cancro. Devemos encarar o cancro com força para não sairmos vencidos desta luta.”
Quando meteu mãos à obra, esperava que o nome IPO Lisboa abrisse portas aos patrocínios, mas não foi bem assim. “As pessoas e empresas ficam muito sensibilizadas em relação a este tema, mas os orçamentos para solidariedade social são bastante curtos e os pedidos de ajuda por parte de instituições de caridade são muitos”, lamenta.

Muitos contactos depois, conseguiu que o Casino Estoril cedesse gratuitamente o Salão Preto e Prata para acolher músicos e humoristas como Eduardo Madeira, Manuel Marques, Luís Filipe Borges, António Raminhos, Joel Rodrigues, Joana Machado, João Só, Paulo Gonzo, Luís Represas, Virgem Suta, ÀTOA e Luís Represas. Como é que vão ser os espetáculos? “Não posso revelar mais para ser surpresa”, atira. Todos os artistas participam no evento sem cachê, a única coisa que recebem é a deslocação e a dormida, esta última oferecida pelo Hotel Palácio.

Os bilhetes custam entre 15 e 30 euros e o objetivo é conseguir comprar pelo menos um dos três equipamentos que o IPO Lisboa está a precisar para o serviço de otorrinolaringologia. Existe também uma linha de chamada de valor acrescentado ativa até dia 2 de janeiro para quem quiser contribuir para a causa, através do número 760 200 350.

Tanto Tomás como o instituto querem que a colaboração se mantenha ambos querem e tem interesse que eu continue com este projeto bem como outro tipo de eventos relacionados com o IPO Lisboa. Até lá, continuará a ser vigiado pelos médicos do Instituto. E a aguardar pelo dia em que poderá voltar a falar.

*  Tomás Mello Breyner é um verdadeiro herói português, luta por causas, não recebe comissões de submarinos, panduru ou de vistos gold, se trafica alguma coisa é humanidade e por isso merece todo o apoio e respeito.

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YOGA CELESTE

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HOJE NO
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"


INE confirma estagnação da economia
 no 3.º trimestre

O Produto Interno Bruto (PIB) registou uma taxa de variação nula e todas as suas componentes estão a abrandar

O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirmou esta segunda-feira que o Produto Interno Bruto (PIB) estagnou no terceiro trimestre face ao trimestre anterior, ou seja, registou uma taxa de variação nula. Em relação ao mesmo período do ano passado registou um aumento de 1,4%.
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O INE divulgou hoje a segunda estimativa das Contas Nacionais referentes ao terceiro trimestre, confirmando os números que tinha avançado na estimativa rápida conhecida a 13 de novembro: a economia portuguesa apresentou uma variação nula no terceiro trimestre face ao trimestre anterior e um crescimento de 1,4% em termos homólogos.

Assim, a economia abrandou no terceiro trimestre face ao segundo, quer em termos homólogos, uma vez que o PIB tinha aumentado 1,6% no segundo trimestre face ao mesmo período de 2014, quer em cadeia, já que a economia tinha aumentado 0,5% no segundo trimestre face ao trimestre anterior.

Em termos homólogos, o INE explica que "o contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu no terceiro trimestre (passando de 3,5 pontos percentuais no segundo trimestre para 1,9 pontos percentuais), refletindo a desaceleração do investimento e, em menor grau, das despesas de consumo final".

Ora, a taxa de variação homóloga do investimento caiu de 8,5% no segundo trimestre para 1,7% no terceiro, enquanto a taxa de variação homóloga do consumo privado diminuiu de 3,2% para 2,3% e a do consumo público de 0,6% para 0,4%.

Já a procura externa líquida registou um contributo negativo (-0,5 pontos percentuais), "embora de magnitude inferior ao observado no segundo trimestre (-2,0 pontos percentuais)", ainda que se tenham verificado "um ganho de termos de troca superior ao do trimestre anterior, com o deflator das importações a registar uma redução significativa, sobretudo em resultado da diminuição dos preços dos bens energéticos".

Comparativamente com o segundo trimestre, a estagnação do PIB deveu-se sobretudo ao contributo negativo da procura interna, devido principalmente à redução do investimento, enquanto a procura externa líquida contribuiu positivamente, tendo as importações de bens e serviços diminuído de forma mais intensa que as exportações de bens e serviços.

As exportações de bens e serviços desaceleraram no terceiro trimestre, tendo aumentado 3,9% em volume, depois de terem crescido 7,3% no trimestre anterior.

O INE explica este abrandamento com a desaceleração de ambas as componentes: "As exportações de bens aumentaram 5,2% (8,2% no trimestre anterior) e as exportações de serviços apresentaram uma variação homóloga de 0,2% (5% no segundo trimestre) ", lê-se no destaque hoje publicado.
Também as importações de bens e serviços desaceleraram no terceiro trimestre deste ano, "aumentando 4,9% em termos homólogos, após um crescimento de 12% no trimestre anterior", um comportamento que se deveu à "acentuada desaceleração da componente de bens, que registou uma variação homóloga de 5,7% (13,4% no segundo trimestre) ".

As importações de serviços registaram também uma redução, passando de uma variação homóloga de 3,9% no segundo trimestre para -0,1% no terceiro trimestre.

O INE destaca ainda que o emprego para o conjunto dos ramos de atividade da economia aumentou 0,3% no terceiro trimestre, corrigido de sazonalidade, após o aumento de 1,9% no trimestre anterior. Já o emprego remunerado (igualmente corrigido de sazonalidade) apresentou uma variação homóloga de 1,3% no terceiro trimestre (2,2% no segundo).

* Com regularidade e frequência aparecem notícias que contradizem aldrabices eleiçoeiras da PàF, aquela coligação que apesar  de ganhar e ter a benção do sr. Presidente, está nas  covas.

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ANTI-ANOREXIA













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HOJE NO
"RECORD"

Maitê Proença prometeu 
despir-se e... cumpriu!

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Maitê Proença prometeu despir-se caso o Botafogo assegurasse a subida ao Brasileirão e este domingo, terminado o campeonato, a atriz de 57 anos cumpriu a promessa.

* Maitê Proença não cumpriu, sempre "bluffou" na vida, ou dizia asneiras, como actriz era bonita e vulgar.

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 Ataques de Paris 
vão acelerar ficheiros PNR

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* Uma produção "EURONEWS"

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HOJE NO
"JORNAL  DE NOTÍCIAS"

Há 43 concursos públicos que 
podem voltar ao início

Mais de 40 concursos para dirigentes de topo na administração pública podem voltar à estaca zero caso o atual Governo discorde do perfil definido pelo anterior executivo PSD/CDS-PP para esses cargos.

"O novo Governo pode usar a alteração legislativa operada pela Lei n.º 128/2015, de 03 de setembro para, através do n.º 4 do artigo 18.º de alteração à Lei n.º 2/2004 de 15 de janeiro, fundamentar uma nova abertura de concurso, caso discorde do perfil definido pelo anterior Governo", disse o presidente da Comissão de Recrutamento e Seleção para a Administração Pública (CReSAP), João Bilhim, à agência Lusa.
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Em causa está a sexta alteração ao Estatuto do Pessoal Dirigente, que foi publicada em "Diário da República" a 3 de setembro, que prevê que seja o Governo a identificar as competências necessárias para o cargo que vai ao concurso, bem como a caracterização do mandato e as funções que estão associadas ao dirigente.

Nesse sentido, a CReSAP, com a informação fornecida pelo Governo, elabora uma proposta de perfil de competências do candidato a selecionar, designadamente com a explicitação das qualificações académicas e experiência profissional exigíveis, que remete ao membro da tutela, para homologação.

Segundo a lei, no prazo de 20 dias, o membro do Governo pode homologar a proposta de perfil de competências apresentada pela CReSAP ou "altera, mediante fundamentação expressa, o perfil de competências" proposto.

Ora, João Bilhim disse que o novo Governo "pode igualmente não ter divergências" do perfil escolhido e designar um dos três nomes que constam da pequena lista" apresentada a cada um dos concursos. "Está nas mãos de cada membro do Governo", afirmou.

Em causa estão 43 procedimentos concursais, como o do novo diretor-geral do Autoridade Tributária, por exemplo, que estão por designar depois de o Governo anterior ter ficado inibido de o fazer assim que foram marcadas eleições legislativas, acrescentou João Bilhim.

A notícia já tinha sido avançada pelo "Diário Económico" na semana passada, que dava conta desta possibilidade, tendo sido confirmada à Lusa pelo presidente da CReSAP.

Em dezembro de 2011, com a publicação da lei 64/2011, os concursos para cargos de direção da Administração Pública passaram a ser conduzidos pela CReSAP, que tem de apresentar um conjunto de três candidatos, que o júri conclui serem os melhores para o cargo, para que o membro do Governo (da área) escolha o novo dirigente.

* Acreditamos que este governo vai ter inteligência para resolver este problema, sem chatices burocráticas.

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