sábado, 14 de novembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS

"VIAJAMOS"


9-NADA TENHO DE MEU
UM DIÁRIO DE VIAGEM NO
EXTREMO ORIENTE


BANGKOK


 TAILÂNDIA

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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6.6-FORTALEZAS

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MARIA RUEFF

Lili La Berdageuse

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No Herman SIC
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6.5-FORTALEZAS


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2-FIBROSE PULMONAR IDIOPÁTICA

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PATOGENIA


Uma interessante série conduzida pelo Prof. Dr. Rogério Rufino, professor adjunto de Pneumologia da Faculdade de Ciências Médicas da UERJ

* Uma produção "CANAL MÉDICO"



** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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6.4-FORTALEZAS


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1- DEUS EM QUESTÃO

C.S.Lewis e Freud
debatem
Deus, Amor, Sexo e Sentido da Vida

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6.3-FORTALEZAS


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ARTUR PEREIRA

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Clara Ferreira Alves, 
anticomunista e ignorante

Clara Ferreira Alves, que já foi de tudo e de todos, santanete mal-agradecida, viúva socratina, apoiante do PSD e do PS, promessa de escritora, modelo de futilidades e de um provincianismo cosmopolita desesperado

Dia 10 de Novembro de 2015 passa para a história da vida política portuguesa, não só pelas consequências que o acordo à esquerda irá provocar nas opções das políticas futuras, mas principalmente pelo modo como se pode utilizar um partido, enquanto força política organizada, para influenciar a realidade, gerir os tempos e exercer o poder.

Em democracia, é natural função dos partidos moldarem e transformarem as circunstâncias em activos políticos que lhes permitem alcançar os objectivos a que se propõem.
Esta foi a ocasião em que a forma suplantou o conteúdo, o controlo político do tempo e do modo condicionou a estratégia, e a capacidade de estabelecer a percepção de que a força de uma ideia era a ideia de uma força mais se impôs.

Se Cavaco Silva indigitar António Costa para formar governo, o que teremos será um governo PS com apoio parlamentar do PCP, dos Verdes e do BE. Se teremos um governo PS com uma efectiva política de esquerda sustentada nos acordos assinados, veremos.

São tempos apaixonantes e desafiadores. Porém, para a caprichosa pluma Clara F. Alves, profissional de bitaites, “(…) caminhamos para a mais grave crise do regime depois do 25 de Abril”, isto em texto bisnau em que nos avisa, espevitada de orgulho, como se soletrasse quadras em dia da raça, que é anticomunista.

Temos, então, que a Joana d’Arc da Artilharia 1 é um soldadinho aprumado na guerra contra a razão, especialista em propaganda em que o método é a inversão dos factores, a inversão de todos os valores no âmbito da qual não existe mentira que não mereça a pena ser difundida.

O anticomunismo de que Clara se reclama é uma ideologia da negação que falsifica os dados e recorre à mentira. Também faz parte deste método difamar e qualificar de ingénuos e imbecis os que pensam de outra forma, algo que Ferreira Alves pratica com militante afinco.

Clara Ferreira Alves, que já foi de tudo e de todos, santanete mal-agradecida, viúva socratina, apoiante do PSD e do PS, promessa de escritora, modelo de futilidades e de um provincianismo cosmopolita desesperado, escrevinhadora no “Correio da Manhã”, o que pode explicar muito, que teve um primo clandestino comunista, diz ela, o que pode explicar outras tantas coisas, é boçal-chique e, principalmente, ignorante.

Optou há muito por trocar pensamentos por colagens de propaganda – dá menos trabalho e tem clientela assegurada. O texto em questão está polvilhado de mentiras, suspeições, fantasias, preconceitos e de uma atrevida ignorância.

Começa que o anticomunismo da Clara é, na realidade, anti-PCP. Não existe nela qualquer ideia que mereça debate; o que existe é crendice.

Todo o texto é uma peça contra o PCP, tentando deixar a ideia de que os comunistas são responsáveis por todos os males e, neste caso, pelo sufoco da cultura portuguesa desde os anos 60 do século passado.

E como é que a pobre chega a esta conclusão? Está tudo na Tate Modern em Londres, numa exposição, afirma tal Colombo.

É uma snobe, para quem o fascismo, que arruma numa linha de texto, “foi um regime totalitário que não percebeu a história”, fim de citação.

Falar do pintor Dias Coelho, assassinado na rua a tiro, ou das torturas infligidas ao escritor Urbano Tavares Rodrigues, ou das prisões do compositor Lopes Graça, ou do assalto e destruição da Sociedade Portuguesa de Autores em Maio de 65 pela PIDE e por elementos fascistas do Jovem Portugal e dos “Centuriões”, e da prisão de João Gaspar Simões, Augusto Abelaira, Fernanda Botelho, Manuel da Fonseca, Alexandre Pinheiro Torres, entre outros.

Lembrar a morte, tortura e exílio de milhares de comunistas, homens e mulheres simples e anónimos, que com o seu sacrifício ganharam a nossa liberdade, nunca reclamando nem esperando nada, é recordar-lhe, minha senhora a sua pequenez.

O seu insulto grotesco, dirigido a homens e mulheres de coragem que seria incapaz de encarar nos olhos, prova a sua mediocridade orgânica, carente de alarve aplauso.

Já agora, e porque não faz tese, só refere achaques temperamentais para a doença de que padece, em que classificação coloca o seu anticomunismo?

Na da beata de Beirais? Na do verdugo da PIDE? Na do nazi ou na do racista? Na do Salazar ou na do Caetano? Na do maccarthismo ou na do Ricardo Salgado?

A senhora é anticomunista porque é o seu espaço vazio que gere os fantasmas da sua incultura. Amarga e sem referências, soma clichés em panfletos e, tal como diz, “vende opiniões sujeita ao rating das audiências e comentários online”.

Ou seja, tem a pluma à disposição, à venda, e ser anticomunista é mais fácil e tem dado para a vidinha.

Afirma que é assim por “razões históricas e profundamente temperamentais”. Não se iluda, é fundamentalmente por ignorância.

Consultor de comunicação

IN "i"
12/11715

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690.UNIÃO

EUROPEIA


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6.2-FORTALEZAS


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 HALLBARHETEN
URBANISMO SUSTENTÁVEL 
 NA SUÉCIA

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* Uma produção "EURONEWS"

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2-A LINGUAGEM


HUMANA


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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6.1-FORTALEZAS

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RECORDANDO

José Viana

Samba de uma Nota Só

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ONTEM NO
"i"
Os 700 dias de cativeiro 
das escravas de Heitor

Como o empresário de Famalicão montou uma rede que durante dois anos aprisionou 40 mulheres portuguesas e brasileiras.

Heitor divide as mulheres em dois tipos. As de casa e as de fora de casa. Todas são prostitutas, mas as primeiras são portuguesas e as restantes vêm do Brasil. Em comum têm o empresário de Famalicão a controlar-lhes a vida – onde estão, com que homens vão para a cama e o lucro que tiram do sexo. É por pertencerem a categorias distintas que têm tratamento diferenciado. As de primeira classe recebem a maior parte do rendimento que tiram dos clientes. As de segunda vêem o salário confiscado e todos os movimentos controlados por seguranças, vedações e videovigilância.
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Quarenta mulheres estão sob o seu domínio. Sobretudo aquelas que chegaram a Portugal sem papéis nem hipótese de escaparem à clandestinidade. Heitor não admite desvios nem atrasos e, para corrigir qualquer transgressão, conta com empregados fiéis, uma máquina bem montada e um quartel-general organizado em duas frentes, Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão, cidades onde abriu uma residencial e uma discoteca.

Antes de se dedicar ao tráfico e à exploração de mulheres vendia automóveis, mas os negócios eram ocasionais e tirava pouco mais de 500 euros por mês. Já foi modelador na indústria do calçado, carteiro e segurança privado. O dinheiro não chegava para sair de baixo das asas da mãe, auxiliar educativa que criou o filho sozinha depois de o marido, agente da PSP, abandonar a família quando Heitor tinha 12 anos.

Há pouco mais de sete anos conheceu Kelly no Brasil e lançou-se no negócio. Ela foi a primeira porta para conhecer os corredores em que a prostituição se move. Trouxe-a para Portugal e juntos montaram as bases da actividade. Kelly conhecia outras mulheres que andavam na vida e proxenetas que acabaram por ser os primeiros contactos do companheiro para montar a rede no Norte do país.

Heitor conta com angariadores no Brasil que lhe facilitam o contacto de mulheres interessadas em vir para Portugal. As prostitutas chegam por trajectos indirectos, entrando em aeroportos secundários de Espanha, Portugal e França e justificando as viagens com motivações turísticas, de modo a iludir os serviços de fronteiras. Os angariadores no Brasil tratam de todas as formalidades e as passagens são pagas por Heitor ou alguém a seu mando através da Western Union. Antes do dia do embarque, as mulheres recebem dinheiro de bolso para a viagem e instruções precisas sobre o comportamento a ter durante o voo. Atitudes contidas, roupa discreta e nem uma palavra a mais que o necessário.
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Uma vez em território português, o empresário de Famalicão encarrega-se do resto. Heitor espera-as nos aeroportos, enfia-as numa carrinha e segue até à residencial. Pelo caminho explica as regras do jogo. Nenhuma saiu do Brasil ao engano – contou durante o julgamento –, e tudo o que têm de fazer já faziam antes. Quanto mais clientes seduzirem, mais dinheiro juntam. Um único senão: parte dos rendimentos obtidos será usada para pagarem a passagem e as despesas com alojamento e comida. Mas não será difícil, o dinheiro chega e sobra.

A factura 
 Só que nada restaria ao final de cada noite. As mulheres perceberam--no ainda antes de abrirem as malas. Mal se instalaram nos quartos chegou a factura. O passe, os encargos com a passagem, as despesas de deslocação, o dinheiro de bolso custam 3500 euros. A esse valor será acrescentada a diária, que corresponde ao acolhimento e à alimentação, entre 15 e 20 euros por dia. Para liquidarem a dívida, deveriam recorrer à prostituição, em regime de exclusividade, não podendo romper esse acordo nem ausentar-se definitivamente antes de saldar a dívida. Para acautelar fugas e saídas não programadas, Heitor criou um sistema de multas para punir faltas e atrasos não justificados.

O negócio do empresário de Famalicão não chegaria muito longe sem a ajuda de um grupo de funcionários da sua confiança para tomar conta da contabilidade, da segurança, da vigilância da portaria, do serviço de bar e do acolhimento das mulheres estrangeiras. A residencial está totalmente murada. Todos os espaços do edifício estão também equipados com sistema de comunicação rádio, campainhas de aviso e um circuito de iluminação e vigilância CCTV (Closed-Circuit Television, uma rede fechada de televisão), que permitem controlar os acessos de funcionários, colaboradores, clientes e intrusos.

Jornadas 
 As mulheres brasileiras e portuguesas têm uma jornada diária de 11 horas, sem contar com uma pausa de duas horas para descanso e refeições. A residencial funciona todos dos dias entre as 15h00 e as 20h00 e entre as 22h00 e as 4h00. A discoteca, em Santo Tirso, está também aberta entre as 22 horas e as 4h. Entre as várias tarefas que desempenham, as prostitutas têm de aliciar os clientes oferecendo bebidas e depois levando-os aos quartos. A tabela de preços varia consoante a hora. Na residencial são 25 euros por 20 minutos antes das 22 horas. Depois desse horário são 40, 50 e 100 euros consoante o período que passam no quarto – entre 20 minutos e uma hora. Ou 50, 65 e 100 euros na discoteca. Do total que as mulheres fazem por noite, uma parte reverte para Heitor: 10 euros na residencial e 15 euros na discoteca. O resto fica para elas. A não ser que tenham o azar de pertencer à segunda categoria de mulheres. Nesses casos, a totalidade dos rendimentos vai para o empresário, que usa essas quantias para abater a dívida do passe e da diária.
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À chegada a cada um dos estabelecimentos é distribuído a cada mulher um cartão de consumo com um número que corresponde a um campo da tabela de controlo. Quando uma delas solicita “um privado”, o funcionário regista no cartão dela e na tabela o acto de prostituição. Os preços são dissimuladamente anotados no cartão de cada cliente, entregue à entrada no estabelecimento, e pagos em regra antes de entrarem nos quartos.

O esquema de Heitor funcionou sem obstáculos durante dois anos, ou assim parecia. Um ano após abrir a discoteca e a residencial já os inspectores do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras começavam a suspeitar que dentro das casas haveria um grupo de mulheres aprisionadas e negócios obscuros. Ao longo de meses vigiaram os passos de Heitor e dos funcionários e, assim que recolheram indícios das actividades criminosas, irromperam na discoteca e detiveram dezena e meia de suspeitos e ainda 40 mulheres, 17 portuguesas e as restantes brasileiras.

Ao todo 15 arguidos foram a julgamento no Tribunal de Vila Nova de Famalicão. O colectivo de juízes deu como provados 12 crimes de tráfico de pessoas e um de branqueamento de capitais. Os condenados a pena efectiva foram Heitor, o cabecilha do grupo, Ivo, o seu gestor, e Kelly, a companheira, que apanharam 12, oito e seis anos de prisão. 

A Relação do Porto veio no entanto reduzir já este ano a pena do líder da organização para nove anos. Kelly viu também a sua pena desagravada para cinco anos de pena suspensa. Dos restantes 12 arguidos, três foram absolvidos e os restantes condenados a penas suspensas entre os cinco e os 14 meses de prisão.

As iniciais usadas no acórdão da Relação do Porto para identificar os arguidos foram substituídas por nomes fictícios.

* Negreiros comparáveis aos do século XIX para quem a justiça portuguesa  foi benevolente.

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CORTE A LASER
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HOJE NO
"A BOLA"

Fernando Santos 
põe ministro russo na ordem.

Vitaly Mutko ministro do desporto russo disse que se o jogo fosse em Londres, como estava inicialmente previsto, Ronaldo seria chamado, mas como é em Krasnodar não foi convocado. O engenheiro impôs-se: "Mesmo se fosse em Londres, o Cristiano não jogaria. Não é nenhum ministro que decide quem joga. Eu é que sou o treinador e eu é que decido quem joga". 
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Fernando Santos anotou, ainda, outros nomes de jogadores que não entraram nesta convocatória, como Danny, o capitão do Zenit São Petersburgo, garantindo que vai "apresentar uma equipa forte". Como já tinha sublinhado na conferência de imprensa de anúncio dos convocados, o seleccionador nacional voltou a rejeitar a ideia de que este jogo servirá para fazer experiências. 

"Não vamos entrar em experiências num jogo desta importância, diante de um selecção tão forte. Temos uma metodologia e vamos mantê-la: procuramos defender bem e quando temos bola procuramos, com criatividade, criar situações de golos", afirma, anunciando que os jogadores "estão aptos para corresponder". 

* Boa resposta a um "putineiro".

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 O QUE NÓS


  "FESTEJAMOS"!!!




O primeiro número da ONDA POP explica quase tudo, os primórdios, os conceitos, a paginação e artigos publicados demonstram o trabalho destes rapazolas nos idos de 60.

Hoje foi  publicado o nº57 da edição impressa e a abrir ANTÓNIO MOURÃO que se retirou precocemente do show bizz,

CRISTINA STOP quase desconhecida mas comum curso musical curioso.

O concurso "SCHWEPPS" é "fácil", começou a cantar muito cedo em Moçambique.


MARIE LAFÔRET,actriz de cinema e cantora de êxitos,uma lindíssima mulher que arrombou corações.

SARI,  os prémios da indústria fonográfica da África do Sul.
 
NUNO FILIPE, músico e compositor oara textos de grandes poetas..

GIRA DISCOS de capas bonitas e bem feitas de acordo com a tecnologia da época, quase todas desconhecidas.


Cantem com a "ONDA POP"  com os CREDENCE  e CLODAG RODGERS.

A "ONDA POP" continua cheia de informação verdadeira, bem elaborada e metódica, sem folclores, sinceros parabéns.Na net e em português tem o condão de informar e trazer ao presente um passado glorioso de música como ninguém faz. Temos o orgulho de dizer que os autores são nossos amigos mas não é por isso que estão na "PEIDA", é pelo valor e inteligência que demonstram.
 
Neste blogue, na coluna da direita tem um link directo.
OBRIGATÓRIO IR VER!!!
ABJEIAÇOS

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HOJE NO
  "OBSERVADOR"
Testes de stress. 
Novo Banco precisa de 1400 milhões
 no cenário mais adverso

Novo Banco passa nos testes de stress no cenário base, mas chumba no cenário mais adverso que revelou insuficiência de capital de 1398 milhões de euros. Venda vai permitir reforço de fundos próprios.

Os resultados dos testes de stress do Novo Banco identificaram um desvio de 1398 milhões de euros no cenário mais adverso, acabou de revelar o Banco de Portugal. No cenário base, a instituição liderada por Stock da Cunha passou no teste, com um rácio core tier 1 de 8,24%, acima do mínimo exigido.
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A insuficiência de fundos próprios identificada nos testes do esforço do Banco Central Europeu ocorre no pior cenário dos testes de stress apenas em 2017.

De acordo com o Banco de Portugal esta falha de capital será ultrapassada via implementação do plano estratégico, que já está em marcha e que deverá ser apresentado nas próximas semanas, mas também através do processo de venda da participação detida pelo Fundo de Resolução no Novo Banco a um investidor privado.
As medidas a executar no quadro do plano estratégico complementarão o reforço de fundos próprios que decorrerá do processo de venda da participação acionista detida pelo Fundo de Resolução no Novo Banco”.
Com a clarificação das necessidades adicionais de capital, estão criadas as condições no imediato para preparar nova etapa no processo de venda. Este processo será conduzido por Sérgio Monteiro, ex-secretário de Estado das Obras Públicas.

Venda dos seguros
No curto prazo está já prevista a venda da participação do Novo Banco na GNB – Companhia de Seguros (ex-BES Vida) e de outras participações não estratégicas para atividade do grupo Novo Banco.

Os testes de stress colocam à prova o balanço de uma instituição bancária perante cenários de choque económico e financeiro para avaliar se a solidez financeira, medida através de rácios (o mais famoso é o Core Tier 1), resiste ao impacto de condições adversas.

As fragilidades e insuficiências detetadas nesse processo determinam as necessidades de mais capital para cada banco. O teste, coordenado pelo Banco Central Europeu, é feito aos chamados bancos sistémicos em cada sistema bancário nacional. O exame do Novo Banco foi adiado um ano por causa da resolução do BES e do tempo que demorou afinar o balanço e património da instituição.

* As vigarices da família Salgado, a negligência do BdP e a complascência do governo PàF, vão fazer que os portugueses paguem mais mil e quatrocentos milhões, sugerimos que este pagamento seja atribuído a quem votou no PSD e no CDS.

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 LENTES JAPONESAS
 TRADUTORAS

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HOJE NO
  "DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"
Mulher de 87 anos condenada a dez
. meses de prisão por negar Holocausto

Conhecida como a "avó nazi", Ursula Haverbeck foi condenada por "incitação ao ódio"

Uma alemã de 87 anos foi condenada a dez meses de prisão, por um tribunal de Hamburgo, por ter declarado que o genocídio dos judeus pelos nazis era "a maior mentira" da História, noticiaram hoje os meios de comunicação alemães.
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VELHA NAZI
Ursula Haverbeck foi condenada na quinta-feira por "incitação ao ódio" depois de ter declarado em abril, durante o julgamento do antigo contabilista do campo de concentração de Auschwitz Oskar Groning, que o Holocausto era "a maior e mais longa mentira" da História mundial. Durante a audiência, Ursula Haverbeck qualificou a legislação alemã, que penaliza a incitação ao ódio e a negação do crime contra a humanidade, uma "lei destinada a perpetuar uma mentira".

Apresentada pelo diário de esquerda Tageszeitung como "a avó" dos negacionistas alemães, um grupo que nega a existência do Holocausto. Ursula Haverbeck afirmou também que o campo de concentração de Auschwitz, símbolo da máquina da morte nazi, nunca foi um campo de extermínio.
Haverbeck, que vai recorrer da condenação, já tinha sido condenada por declarações semelhantes, mas esta foi a primeira vez que foi punida com uma pena de prisão.

Em 2009, a negacionista pagou uma multa de 2.700 euros por ter ameaçado a então presidente do Conselho Central dos Judeus da Alemanha com "um novo 'pogrom'", um ataque violento, noticiou o diário Bild, que identificou Haverbeck como "a avó nazi".

Na sua página digital, Ursula Haverbeck apresenta-se como "uma representante do revisionismo histórico" e uma "combatente intrépida pela verdade".

Ursula e Werner Georg Haverbeck, um militante de extrema-direita morto em 1999, fundaram, em 1963, em Vlotho, centro da Alemanha, um alegado estabelecimento de ensino com a reputação de formar negacionistas. As autoridades proibiram o estabelecimento em 2008.

Cerca de 1,1 milhões de pessoas, incluindo um milhão de judeus, morreram entre 1940 e 1945 em Auschwitz-Birkenau, campos libertados pelas tropas soviéticas no final de janeiro de 1945.
Ao todo, seis milhões de judeus foram exterminados pelos nazis.

* Da mesma maneira que se nega o Holocausto pode ser negado tudo, a brutalidade israelita contra palestinianos e vice-versa, as ditaduras chinesa ou angolana, os crimes de Putin e sobretudo a ditadura do dinheiro sobre os mais fracos e nesta ditadura 99% dos governos do mundo  estão implicados, incluíndo o dos srs. Passos Coelho e Paulo Portas.

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