segunda-feira, 9 de novembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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4-FELICIDADE
Prof. Clóvis de Barros Filho




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


** Aconselhamos vivamente à visualização de todos os episódios desta série e se repetir algum encontrará um pormenor que da primeira vez lhe passou despercebido.

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1-MY NAME 


IS NOBODY

  
ZAGREB

26ª BIENAL DE MÚSICA


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Ultraleves matam mais

O aumento do número de mortos e acidentes com ultraleves registados este ano (já com 8 vítimas mortais, contra 2 mortos de 2014) levaram o GPIAA - Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves – a alertar: os pilotos têm de ter maiores preocupações de segurança.
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 É mesmo recordada, na investigação a um acidente com dois mortos em abril de 2014, em Évora, a proibição das manobras acrobáticas com ultraleves. Segundo explicou ao CM Álvaro Neves, diretor do GPIAA, o aumento do número de acidentes e mortos está ligado ao facto de ter estado "14 meses sem investigadores. Perdeu-se o trabalho de continuidade, já que se esteve muito tempo sem produzir os relatórios fundamentais para a prevenção" 

Recebeu dois investigadores em agosto de 2014 e aguarda dois desde dezembro. "Com esta incerteza no governo não sei quando possam chegar...", lamenta. 80% das vítimas mortais em ultraleves são por erros humanos. "Implementam as próprias regras e temos de fazê-los adotar uma atitude diferente e mais segura", afirma Álvaro Neves.

* Quando se "Implementam as próprias regras" a anarquia torna as pessoas mais pesadas, caem e deixam de voar....

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 MINUTOS DE

CIÊNCIA/74


OSTRA COM

VÁRIAS PÉROLAS




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HOJE NO
"OBSERVADOR"

OCDE desconfia de défice 
abaixo de 3% este ano

A OCDE piorou a estimativa do défice português para 3% este ano, considerando que o aumento da despesa acima do previsto e um aumento da receita abaixo do esperado vão dificultar que o país alcance a meta inscrita pelo Governo.

“O Governo abrandou o ritmo de consolidação orçamental, e a despesa acima do orçamentado e um crescimento da receita mais baixo vão fazer com que seja mais difícil alcançar a meta de um défice de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2015″ defendida pelo Governo, afirma a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), nas previsões económicas de novembro (‘Economic Outlook’) divulgadas hoje.
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A ÚLTIMA MARTELADA
Nesse sentido, a organização liderada por Angel Gurría piorou a estimativa do défice para este ano em 0,1 pontos percentuais face às previsões divulgadas em junho: na altura, a OCDE antevia que o défice orçamental português atingisse 2,9% este ano, agora estima que seja de 3% do PIB.

A OCDE – num relatório preparado pelo departamento de Estudos Económicos liderado pelo ex-ministro Álvaro Santos Pereira – defende que “deve ser feito mais para reduzir a despesa pública” e que o Governo deve fazer uma avaliação do impacto do aumento de impostos dos últimos anos, defendendo uma carga fiscal que “apoie mais o crescimento económico, o ambiente e a equidade”.

Quanto aos próximos anos, a organização continua a estimar que o défice orçamental português fique nos 2,8% em 2016 e apresenta agora uma primeira estimativa para 2017, antevendo que o défice desça para os 2,6% nesse ano.

O Governo de Pedro Passos Coelho mantém como meta reduzir o défice para 2,7% este ano. Para os próximos anos, estimou uma redução do défice para 1,8% em 2016 e para 1,1% do PIB em 2017, segundo o Programa de Estabilidade 2015-2019, apresentado em abril.

A OCDE piorou também ligeiramente a estimativa da dívida pública na ótica de Maastricht, prevendo agora que represente 128,2% do PIB, quando em junho antevia que representasse 127,7% do PIB.

Para 2015, o Governo antecipa uma dívida pública de 125,2% do PIB, de acordo com a segunda notificação a Bruxelas, estimando depois que desça para 121,5% em 2016 e para 116,6% do PIB em 2017, de acordo com o Programa de Estabilidade.

A organização sediada em Paris afirma que o rácio da dívida sobre o PIB “continua a um nível desconfortavelmente alto” e que a previsão de reduções défice modestas, bem como um potencial de crescimento da economia baixo, “não serão suficientes” para a colocar “num caminho de descida firme”.

Ainda assim, a OCDE admite que o saldo primário (excluindo o peso dos juros com a dívida pública) seja positivo no final deste ano, “quebrando uma longa série de mais de 20 anos de défices consecutivos”.
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Economia não vai crescer tanto em 2016 e 2017

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico melhorou ligeiramente as previsões económicas para Portugal, antecipando um crescimento de 1,7% em 2015, alertando, no entanto, que nos anos seguintes o ritmo de crescimento vai abrandar.

No “Economic Outlook”, hoje divulgado, a OCDE estima que Portugal cresça 1,7% este ano (acima dos 1,5% projetados em junho) e espera que “o crescimento se enfraqueça a partir desse pico de 2015”.

Para 2016, a previsão, do relatório preparado pelo departamento de Estudos Económicos Nacionais liderado pelo ex-ministro Álvaro Santos Pereira, aponta para um crescimento de 1,6% (contra os 1,8% anteriormente previstos) e, para 2017, aponta os 1,5%.

A OCDE espera que o ritmo de crescimento de Portugal abrande ao longo do horizonte da projeção, considerando que “é provável que o pico atual do investimento perca força assim que os ‘stocks’ de capital forem recuperados após o declínio de quase 35% entre 2007 e 2014”. Já o Governo espera que Portugal cresça 1,6% este ano e que acelere o ritmo de crescimento para os 2% em 2016 e para os 2,4% nos três anos seguintes.

Quanto ao desemprego, a instituição liderada por Angel Gurría considera que “o ritmo da recuperação vai permitir mais reduções da taxa de desemprego, ainda que apenas pequenas [reduções]”, esperando a OCDE que a taxa de desemprego fique nos 12,3% este ano, caindo para os 11,3% no próximo e para os 10,6% em 2017.

Apesar de afirmar que a economia portuguesa está a crescer “mais rápido do que a média de crescimento registada desde que Portugal entrou na zona euro”, a OCDE considera que este crescimento se deve ao reforço da procura interna e externa.

No entanto, alerta que “o elevado nível de desemprego jovem e de longa duração continua a limitar o potencial de crescimento” da economia.

* António Costa vai receber este lixo como herança.

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XIII-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


3- AS RELIGIÕES DAS

PEQUENAS SOCIEDADES



 * As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 
"DIÁRIO  DE NOTÍCIAS"

Facebook obrigado a parar de seguir
. internautas sem permissão

Dados dos internautas que não têm conta na rede social não vão poder ser registados pelo Facebook. Decisão de tribunal belga

A justiça belga ordenou hoje à rede social Facebook para parar, dentro de 48 horas, de seguir os internautas sem o consentimento destes, sob pena de multa de 250.000 euros por dia.

A decisão, tomada pelo juiz do tribunal de primeira instância de Bruxelas, aplica-se aos internautas que não são membros da rede social norte-americana e que, ao contrário daqueles que criaram uma conta no Facebook, não autorizaram o Facebook a explorar os seus dados pessoais.
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O tribunal tomou esta decisão em resposta a uma queixa apresentada pela Comissão de Proteção da Vida Privada (CPVP) belga.

O juiz "ordenou à rede social Facebook que pare de localizar e registar a utilização da internet por pessoas que naveguem na Bélgica, nas 48 horas após a comunicação desta decisão" às partes, indicou o tribunal em comunicado.

"Se o Facebook ignorar esta ordem, deverá pagar uma multa de 250.000 por 24 horas à CPVP", acrescenta o comunicado.

O juiz belga contesta a utilização pela rede social de "cookies" (micro-ficheiros que registam os dados e seguem os hábitos dos internautas).

O tribunal explica ainda que dessa forma, a rede social "conserva 'cookies' sobre os eventuais interesses e preferências dos internautas" e que "tais 'cookies' continuam a existir durante dois anos, durante os quais o Facebook pode consultá-los de cada vez que um internauta chega a uma página do Facebook ou à página de um site onde possa fazer 'like' ou recomendar [o conteúdo] a outros utilizadores do Facebook".

"O juiz considerou que se trata de dados pessoais, que o Facebook pode apenas utilizar se o internauta der expressamente o seu consentimento, como prevê a lei belga de proteção da vida privada", segundo a mesma fonte.

* Podemos considerar o facebook como uma organização criminosa virtual onde milhões de pessoas se oferecem como vítimas.


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ADRIANA COSTA SANTOS

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Mulheres sem nome nem voz

A voz das refugiadas e a minha voz, todas as vozes dizem que Anan é o nosso futuro

A pequena Anan tem sete anos. Não para quieta. Quando lhe digo que não pode vir para o pé de mim, trepa o balcão e passa para o meu lado. Nunca está com os pais, vejo-os poucas vezes. Passo por ela no corredor e salta para o meu colo, dando-me um abraço tão forte, que não sou capaz de a pôr no chão. Vai ter comigo para a levar à casa de banho e anda às minhas cavalitas para todo o lado. Adora mexer-me no cabelo e pede-me sempre que lhe faça uma trança igual à minha. 

Penso no seu futuro com um sorriso, acredito que vai ser ela uma mulher entre as pioneiras da grande transformação já iniciada neste mundo da desigualdade. Desejo que alcance todos os seus objetivos. Espero que nunca deixe de ser desobediente. Eu também sou, à minha maneira. E não passei, até hoje, por metade das mudanças repentinas de vida que ela, em sete anos de história, já sofreu. 

Às primeiras horas do dia, apareceu-me no centro uma mãe síria com três crianças, perdida e enfraquecida pela história, pela injustiça, pela guerra e pelos milhares de quilómetros que percorreu nos últimos dias. Não tive tempo de lhe conhecer o nome. O marido morreu, ela resolveu partir sozinha e trazer os filhos para a paz. Percebi que foi atravessando fronteiras em carros particulares, até que o último a deixou na Bélgica. O condutor esperou que os passageiros saíssem do carro e arrancou, com a bagagem e todo o dinheiro dos refugiados, deixando esta mulher no meio da estrada, ferida e sem chão, sem teto, sem norte. Levei as crianças ao médico e ela ficou numa sala, resguardada da confusão, para se recompor. Tremia de frio e medo. Não voltei a vê-la. 

Na sala de espera dos Médecins du Monde, à tarde, está uma senhora de olhos negros, brilhantes, com um bonito lenço dourado a cobrir-lhe os cabelos. Há de ter quarenta e poucos anos, espera por um filho de dez, que está a ser visto pelo médico, e tem ao seu lado outro, da minha geração. Vieram os três do Iraque. 

"Fizemos a mesma viagem que todos os que estão aqui", revela-me, "com a pequena diferença de que, para mim, sendo mulher, foi mais doloroso correr e trepar, passar por barreiras de arame farpado, andar à chuva e ao frio. Não estou habituada a estas coisas. Foi muito doloroso. O mais pequenino fez metade da viagem com febre e eu doente fiquei, só de o ver assim". 

Por ficarem para trás nos grandes grupos, a senhora e os filhos foram várias vezes apanhados pela polícia e estiveram presos, por uma noite, na Bulgária e na Sérvia. Mas a mulher sem nome sorri, tranquila, quando conclui: "agora já cá estamos, já passou". 

Tenho muito pouco contacto com mulheres, neste centro de refugiados. Por questões culturais, a sua vida social é anulada. Os homens é que tratam das necessidades da família e são raras as que encontro uma segunda vez. Comunicamos por olhares e sorrisos, aproximo-me sempre a pretexto de me meter com os bebés, a quem faço festinhas na cabeça e digo uma das poucas palavras que sei em árabe: habibi, meu querido. As mães agradecem com ternura e afastam-se rapidamente, sempre de olhos no chão. 

Há uns dias encontrei uma senhora a chorar, na casa de banho. Não pensei muito e dei-lhe um abraço. Sorriu, surpreendida, e limpou logo as lágrimas, respirando fundo. Não sei como se chama e também não a voltei a ver. 

Um dia destes, estava na Cruz Vermelha e uma mãe explicou-me, por gestos, que precisava muito de umas cuecas. Piscou-me o olho, à procura de cumplicidade, mas eu, como ela só falava árabe, e tendo todo o cuidado de dizer que precisava de roupa, de um modo geral, para não a comprometer, pedi a um colega meu que lhe explicasse que tínhamos de ir ao Hall Maximilian buscar o que ela queria. 

Quando ele reproduziu em árabe o que eu disse, a senhora ficou tão embaraçada que acabou por lhe dizer que só queria tomar um duche. Continuava a piscar-me o olho, enquanto se dirigia para a casa de banho. Peguei num papel e desenhei rapidamente um mapa para lhe dar, na esperança de a encontrar mais tarde e poder resolver-lhe o problema. Nunca voltou a aparecer. 

Quando tento interagir com as mães de família que visitam o centro, peço sempre a amigos que sirvam de intérprete e é interessante ver como eles se dirigem, imediatamente, aos maridos para colocar as minhas questões. "Posso entrevistar a tua mulher?", perguntam primeiro. Infelizmente, são muitas vezes os homens quem acaba por responder. Custa-me esta condição subalterna em que as encontro, mas não deixo de fazer a minha parte, sem julgar nem me cansar, grão a grão vai-se mudando qualquer coisa. Que fique dito e escrito, que sou tão defensora dos direitos das mulheres, como da tolerância e do respeito pela diferença. Acredito que, com tempo e paciência, podemos mudar as ideias, educando-nos uns aos outros. 

Também faz parte do meu trabalho dar o exemplo. Mostrar como, "apesar de" ser mulher, me comporto, ensinar a todos com que me relaciono que temos de nos aceitar uns aos outros como iguais, independentemente das nossas diferenças. 

Com o passar do tempo, fiz amigos e constituí aqui uma família provisória, uma necessidade também por estar longe da minha. A verdade é que, muitas vezes, sinto que estou a receber mais do que aquilo que dou. Tenho aprendido tantas coisas sobre a vida, o mundo e as pessoas, sobre a comunicação e as relações humanas, que devo um grande agradecimento aos que agora fazem parte dos meus dias. 

Os rapazes da minha idade, os meus companheiros, ajudantes e tradutores incansáveis, não aumentaram só o seu nível de inglês e francês, aprenderam também como é ser rapaz e rapariga neste novo mundo. Agora também eles podem ensinar isso àqueles que chegam. 

Nada pode ser exigido à força, à pressa, repito-me, é preciso tempo para a adaptação, para que a integração aconteça, no verdadeiro sentido do termo. Ponho-me na pele deles e parto para a reflexão mais básica: e se fosse ao contrário? Se eu tivesse de fugir para um dos seus países, com os costumes da minha terra e o estilo de vida que adquiri ao longo da minha história? É certo que iria ser difícil adaptar-me, ninguém me perguntaria se eu era ou não a favor disto e daquilo, e isso, nestas circunstâncias , pouco interessa. 

Se queremos ensinar a respeitar, defendo que devemos respeitar primeiro. Faço isto e o resultado tem sido incrível. Sorrio, converso, desafio, interpelo, tomo a iniciativa... E já não encontro os olhares com que fui recebida nos primeiros dias, de desconfiança e fascínio, de algum desprezo e curiosidade, até de provocação. Agora recebo sorrisos e as minhas vontades são respeitadas. Somos todos feitos do mesmo, raparigas, mulheres, rapazes e homens. Os recém-chegados aprendem isso mais rapidamente, com os que já lá estavam. 

É isto o que penso e que vejo, apresento-a na humildade de quem sente, sem estudar a teoria. A História escreve-se devagar, com letrinhas de criança como as que Anan desenha no meu caderno. Mas escreve-se, sempre. E a minha escrita continua, talvez para daqui a uns dias ter mais histórias de mulheres guerreiras. Ainda não desisti de lhes dar um nome e uma voz.

IN "VISÃO"
05/11/15

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685.UNIÃO

EUROPEIA



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HOJE NO
"RECORD"

Agência Mundial Antidopagem 
recomenda suspensão 
da Federação russa

A Comissão Independente (CI) da Agência Mundial Antidopagem (AMA) recomendou hoje a suspensão da Federação russa de atletismo, por práticas de doping, assim como a retirada da acreditação ao laboratório de Moscovo.
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A AMA tornou esta segunda-feira público o relatório elaborado pela comissão, que acusa, entre outras coisas, os serviços secretos russos de intimidação e recomenda, igualmente, a suspensão para a vida de cinco atletas e cinco treinadores.

"A CI [Comissão Independente] recomendou que a IAAF suspenda a ARAF (Federação Russa de atletismo]", indica o relatório da órgão criado para investigar os casos.

Entre os atletas que a comissão quer ver afastados do atletismo está Maria Savanova, campeã olímpica dos 800 metros nos Jogos de Londres2012.

A agência mundial criou uma comissão de três elementos, chefiada por Dick Pound, justamente com o objetivo de investigar os casos de doping, trazidos a pública por uma estação televisiva alemã em dezembro de 2014.

De acordo com os responsáveis da Comissão, é muito claro que os casos de doping no atletismo russo "não poderiam ter acontecido" sem o conhecimento e consentimento do governo russo.

"Tudo isto não seria possível de acontecer sem o conhecimento das autoridades estatais", começou por dizer Dick Pound à imprensa, no âmbito da apresentação do relatório com enfoque na dopagem no atletismo russo.

Questionado se as irregularidades dos atletas russos teriam apoio do Estado, Pound disse: "sim, não creio que seja possível outra conclusão. Não tinha como não saberem".

A AMA quer agora que a Rússia seja impedida de estar nos Jogos do Rio2016, face à questão do doping, e o relatório de hoje chega ao ponto de referir que os Jogos de Londres2012 foram "sabotados" com a participação de atletas dopados.

O relatório incide unicamente na Rússia e no atletismo, mas a AMA considera que a "dopagem organizada" diz também respeito a outros países e outros desportos.

* A ARAF é uma extensão da "almorroida putinesca"


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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE


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11-THE CORPORATION

 DESCUBRA COMO É MANIPULADO




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"JORNAL  DE NOTÍCIAS"
Condenada a pena suspensa 
por agredir professora

O tribunal da Amadora condenou, esta segunda-feira, a dois anos e 10 meses de prisão, com pena suspensa por igual período, a mãe de uma aluna acusada de ter sequestrado, agredido e ameaçado uma professora, em 2014.

A arguida, mãe de uma aluna de uma escola secundária da Amadora, estava acusada por sequestro, ofensa à integridade física e por um crime de ameaça agravada.
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O tribunal deu como provado que a arguida esteve reunida com a professora, na sala dos diretores de turma, para confrontar a docente com as faltas injustificadas da filha, e durante esse tempo impediu-a de sair da sala, ameaçou-a e "desferiu-lhe duas chapadas na cara".

Embora durante as sessões de julgamento a mãe da aluna tenha negado ter tocado na professora, mesmo quando confrontada com as marcas de dedos encontradas no rosto da docente, confirmadas pelos exames médicos, o tribunal considerou a versão da docente mais "verosímil".

"O tribunal não tem dúvidas de que os factos ocorreram como relatou a ofendida. Ela descreveu de forma clara e explicita o que lhe tinha acontecido", declarou a juíza na leitura da sentença.

Assim, o tribunal condenou a encarregada de educação a uma pena suspensa de prisão de dois anos e 10 meses, pelos crimes de sequestro e de ofensa à integridade física, tendo absolvido a arguida do crime de ameaça, e ao pagamento de uma indemnização de 94 euros, respeitante a despesas médicas.

O tribunal condenou igualmente a arguida a um regime de prova (plano de readaptação), que deverá ser cumprido na íntegra para que a pena de prisão não se torne efetiva.

"Isto que a senhora fez foi gravíssimo. A escola não tem culpa que a sua filha tivesse faltado às aulas. Teve sorte de não ter antecedentes criminais. De futuro, tente saber o que é que a sua filha anda a fazer e vá às reuniões da escola", aconselhou a magistrada.

No final da sessão, a advogada da encarregada de educação abandonou as instalações do tribunal sem prestar declarações aos jornalistas.

* Esta mãezinha devia ser condenada a prestar serviço cívico de limpeza na escola onde a professora trabalha.

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Queen

Bohemian Rhapsody


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HOJE NO
  "JORNAL  DE NEGÓCIOS"
Esmagadora maioria dos municípios tem
. um poder de compra abaixo da média

O INE divulgou esta manhã o índice per capita de poder de compra nos 308 municípios. Apenas 32, todos nas áreas metropolitanas de Porto e Lisboa, estão acima da média do país.
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Em 2013, só existiam 32 municípios com um poder de compra superior à média nacional. Esses municípios estavam quase todos concentrados nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e em algumas capitais de distrito. O que significa que a esmagadora maioria dos municípios – mais concretamente 276 - está abaixo da média nacional no que toca ao poder de compra. Estas conclusões constam do Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio, divulgado esta segunda-feira pelo INE.
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Adicionalmente, 143 municípios – 46% do total – apresentam um índice de poder de compra inferior a 75. Os 10 municípios mais pobres dividem-se entre as regiões do interior Norte e Centro e norte da Madeira.

Exactamente metade do poder de compra do país (50%) está concentrado em apenas 23 municípios, e os 35 concelhos que integram as duas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto concentram, entre si, mais de metade (51%) do poder de compra do país.

Lisboa e Oeiras registam os maiores valores de riqueza: a capital apresenta um índice de poder de compra de 207,9, mais que duplicando a média do país (100). Oeiras, que faz parte da Área Metropolitana lisboeta, apresenta um valor de 180,7, ultrapassando o Porto, que também ultrapassa largamente a média nacional, com um poder de compra de 169,9.

Alguns municípios que são capitais de distrito também registam um resultado no índice de poder de compra acima de 110: Faro (132,3), Coimbra (130,3), Aveiro (123,5) e Évora (111). Também Sines (128), Funchal (111,9) e Azambuja (110,8) apresentam um poder de compra acima da média do país. O que significa, para o INE, que existe "uma associação positiva entre o grau de urbanização" dos municípios "e o poder de compra aí manifestado quotidianamente".

Lisboa concentra 10% do poder de compra do país
No índice que avalia a Percentagem do Poder de Compra, que pretende avaliar o grau de concentração do poder de compra nos diferentes territórios, percebe-se que só Lisboa concentra 10% do poder do país. Segundo o INE, o poder de compra concentrava-se, em 2013, "de forma mais intensa nas regiões do Litoral continental". O Porto concentrava 4% do poder de compra.

Além de Lisboa e Porto, só outros 21 municípios concentravam mais de 1% do poder de compra do país. Na área metropolitana de Lisboa: Sintra, Oeiras, Cascais, Loures, Almada, Amadora, Seixal, Vila Franca de Xira, Odivelas e Setúbal, e na do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Gondomar e Santa Maria da Feira. Existiam ainda três municípios capitais de distrito – Braga, Coimbra e Leiria – com um poder de compra acima de 1%.

Adicionalmente, Funchal, Guimarães e Vila Nova de Famalicão também registavam um poder de compra superior a 1% do total.

As áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto concentravam mais de metade do poder de compra do país: 52%, sendo que é na de Lisboa (34%) que se concentra um terço de todo o poder de compra do país. Estas duas áreas metropolitanas reúnem 44% da população.

* Não precebemos a razão mas a notícia revela subrepticiamente que a área metropolitana do Porto tem apenas 18% do poder de compra. Alguém disse um dia que a 1ª cidade do país é Lisboa, Porto a 5ª, 2ª, 3ª e 4ª não existem e tudo resto é pasto dos senhores feudais.

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Top Secret Drum Corps


Royal Edinburgh Military Tatoo 2015

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HOJE NO
"DESTAK"

Marinha assume que faltam meios de
. prontidão no socorro a náufragos

O Chefe do Estado-Maior da Armada, Luís Fragoso, assumiu hoje que o Instituto de Socorros a Náufragos (ISN) não tem pessoal em número suficiente para funcionar, em prontidão, 24 horas por dia. 
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"Há alguns problemas mais localizados, designadamente na zona costeira e no âmbito do Instituto de Socorros a Náufragos, onde há, de facto, limitações de pessoal. Isso é assunto que está para ser resolvido mas, nesta fase, não temos pessoal em número suficiente para garantir uma prontidão em 24 horas por dia", disse a Autoridade Marítima Nacional, o almirante Luís Fragoso, aos jornalistas, na Figueira da Foz.

Em declarações à margem da cerimónia de atribuição da medalha de coragem, abnegação e humanidade, grau ouro, a Carlos Santos - o agente da Polícia Marítima que salvou dois tripulantes no naufrágio do arrastão Olívia Ribau, a 06 de outubro, na Figueira da Foz - Luís Fragoso negou, no entanto, que o que disse ser a "falta de prontidão" da estação salva-vidas da Figueira da Foz tenha estado relacionada com as operações de salvamento, que foram alvo de críticas por parte de pescadores, sindicatos e populares.

* A verdade é que as forças de segurança estão na penúria, os militares são valentes e o gestor-mor, sr. Aguiar Branco, só diz baboseiras, mas a eficácia é zero.


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PURA CANALHICE












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HOJE NO
"i"

Estado Islâmico vende escravas
. a combatentes feridos na Síria

Segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos é um negócio muito lucrativo para os dirigentes e membros do grupo 'jihadista'.

O grupo extremista Estado Islâmico (EI) vendeu várias prisioneiras de guerra não muçulmanas "como escravas" aos seus combatentes feridos ou mutilados no nordeste da Síria, denunciou este domingo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH).
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O director do OSDH, Rami Abderrahman, explicou que estas mulheres são "exploradas sexualmente", além de efectuarem trabalhos domésticos e ajudarem os combatentes.

A organização não-governamental (ONG) acrescentou que o EI decidiu vender as escravas por as famílias das populações locais não autorizarem casamentos das suas filhas com 'jihadistas' feridos em combate.
O OSDH, com sede em Londres e uma ampla rede de activistas na Síria, obteve testemunhos sobre as escravas na periferia da zona leste de Deir al Zur, capital da província homónima, sob controlo do EI.
A ONG explicou que a venda de mulheres capturadas pelo EI, na Síria e no Iraque, é um negócio muito lucrativo para os dirigentes e membros do grupo 'jihadista'.

Os 'jihadistas' consideram estas mulheres, na maioria dos casos yazidis, minoria religiosa do norte do Iraque, "espólio da guerra contra os hereges".

Em Julho passado, o EI vendeu 42 prisioneiras yazidis na localidade de Al Mayadin, no leste da província síria de Deir al Zur, por valores que rondavam entre os 500 e os dois mil dólares por mulher.

O grupo vendeu quase 300 mulheres yazidis, capturadas no Iraque, aos combatentes do EI na Síria.

O OSDH sublinhou que o EI evita vender prisioneiras curdas, na sequência de vários casos em que escravas deste grupo étnico assassinaram o homem que as comprou, e suicidaram-se em seguida.

Estas mulheres participam na guerra contra o EI nas fileiras curdas, determinantes na luta nos territórios curdos no Iraque e na Síria.

* Tudo em nome de Alá e Maomé o seu profeta, "da-se"

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 SUDÃO DO SUL

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HOJE NO
"A BOLA"
Alemanha
Presidente da Federação demite-se por
. causa de escândalo com Mundial 2006

Wolfgang Niersbach, presidente da Federação Alemã de Futebol (DFB), demitiu-se do cargo, esta segunda-feira, na sequência do escândalo de uma série de irregularidades relacionadas com a organização do Mundial 2006, incluindo supostos subornos para o país conquistar o direito a receber a competição.
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«Assumo a responsabilidade política», disse o dirigente, após reunião federativa, embora refute qualquer tipo de culpa pessoal.

«Estive implicado desde o primeiro dia da candidatura para o Campeonato do Mundo. Trabalhámos ao longo de todos estes anos de forma limpa, confiável e correta», vincou Niersbach, deixando ainda a garantia de inocência:

«Nas áreas da minha responsabilidade - marketing, media, acreditações e organização do evento - posso dizer que tenho a consciência limpa e comportamento irrepreensível». 
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* Ao contrário do que acontece em Portugal parece que não está agarrado ao poder.

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SÉTIMA ARTE


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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Passos critica romper de convenções
. parlamentares e declara-se apreensivo

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, considerou hoje que o começo desta legislatura está marcado por decisões que "rompem com algumas convenções parlamentares" e declarou-se apreensivo com as promessas de novas convenções, mas confiante nas instituições.
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Na abertura do debate do Programa do XX Governo Constitucional, na Assembleia da República, logo no início do seu discurso, Passos Coelho considerou que "o começo desta nova legislatura está marcado por decisões que rompem com algumas convenções parlamentares destes 40 anos de democracia".

"Não escondo, na minha condição de cidadão, a apreensão com que olho para as promessas de novas convenções que alguns partidos querem trazer para este mandato. Mas prefiro sublinhar, mesmo nesse contexto, a confiança que sempre me merecem as instituições maiores da nossa democracia representativa e o trabalho leal que nelas todos deveremos sempre desenvolver", acrescentou.

* - Oh sr. Passos Coelho não se sobrevive mal depois de se ser ministro. No que respeita às convenções quarentonas está a referir-se áquelas que têm lichado os portugueses???


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