terça-feira, 3 de novembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 THE GIRL


LÚCIA CUSTÓDIO



Assistente de Fernando Mendes no "Preço Certo", LÚCIA CUSTÓDIO destacou-se pela beleza insinuante no pequeno ecrã. O produtor António Nascimento não perdeu o ensejo de apresentar a beldade numa curta metragem de moda, eis o resultado.


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GRANDES LIVROS/16

AUTORES DO MUNDO


1-AS AVENTURAS DE

HUCKLEBERRY FINN


 MARK TWAIN




* Depois de treze importantes AUTORES PORTUGUESES segue-se uma série de AUTORES DO MUNDO, livros que o tempo não faz esquecer.



** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


*** FONTE: GREAT BOOKS

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HOJE NO
"JORNAL  DE NOTÍCIAS"

TAP vai deixar de aceitar animais 
para experiências e troféus de caça 

 A PETA, a organização de defesa dos direitos dos animais, anunciou que que chegou a acordo com a TAP para que a transportadora proíba transporte de animais destinados a laboratório e partes do corpo de animais em vias de extinção. 
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O acordo prevê que a TAP deixe de transportar barbatanas de tubarão, animais destinados a experiências e animais caçados para troféus.
"Ao terminar o envio de barbatanas de tubarão, animais caçados como troféus e animais destinados a laboratórios, a TAP Portugal marcou uma posição contra indústrias que matam e exploram animais em todo o mundo", diz em nota de imprensa a directora da PETA, Mimi Bekhechi.

* TAP é desta vez notícia por uma justa causa.


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III-OLHO DE 
HÓRUS


2- A ESFINGE, A GUARDIÃ

 DO HORIZONTE


O documentário apresenta a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencente à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direcção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.

Seu objectivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência dos egípcios através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, os sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda "existia" o continente perdido da Atlântida.

A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus.

Para os antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através da acumulação de experiências ao longo de 700 "reencarnações", o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poder-se-ia  transformar  num super-homem,  um sábio imortal.

Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:
Capítulo 1: A Escola dos Mistérios.
Capítulo 2: O Senhor da Reencarnação.
Capítulo 3: A Esfinge, Guardiã do Horizonte.
Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 7: O Amanhecer da Astronomia.
Capítulo 8: O Caminho da Compreensão.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.


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HOJE NO
"JORNAL  DE NEGÓCIOS"
Venda da Groundforce leva
 Fernando Pinto à PJ

A venda de 50,1% da Groundforce à Urbanos em 2012 justificou que o presidente da TAP fosse ouvido na PJ na qualidade de testemunha, na mesma altura em que a Urbanos procura travar a privatização da empresa.
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O presidente da TAP está a ser ouvido pela Polícia Judiciária (PJ), avança a RTP e a TVI. O Negócios confirmou que Fernando Pinto está a ser escutado pelas autoridades como testemunha no caso da privatização da Groundforce, empresa que presta serviços de "handling" nos aeroportos nacionais, e que a audiência já estava marcada desde a semana passada. A investigação é consequência de uma denúncia anónima que terá chegado ao Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP).

Ao Negócios, a Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou que Fernando Pinto foi ouvido como testemunha, no âmbito de um inquérito que corre no DIAP de Lisboa. A investigação, acrescentou ainda, está delegada na Polícia Judiciária e está em segredo de justiça.

A investigação é consequência de uma denúncia anónima relacionada com a empresa de "handling", razão suficiente para que haja lugar a uma investigação.

Contactado pelo Negócios, o grupo Urbanos escusou-se a comentar estas investigações, assim como a notícia do Diário Económico, que esta terça-feira deu conta de que o grupo entregou  uma providência cautelar para travar a venda da companhia aérea.  Fonte oficial do Ministério da Economia confirmou ao Negócios ter recebido a providência cautelar, que está neste momento a ser analisada.  

Em 2012, o grupo Urbanos chegou a um acordo de princípio com a TAP para a compra de 50,1% do capital da empresa de assistência nos aeroportos Groundforce, acordo que foi oficializado um ano depois, quando o Ministério das Finanças deu autorização assim como a autoridade europeia de concorrência. No acordo ficou estabelecido que a Urbanos teria direito a comprar os 49,9% detidos pela TAP na Groundforce e que, caso não quisesse avançar para a aquisição de 100% do "handling", teria de abdicar da participação maioritária que controla.

Em Maio de 2012, Alfredo Casimiro, presidente do Grupo Urbanos, anunciou a sua disposição para adquirir a participação da TAP, tendo o governo "tomado boa nota" dessa intenção, mas nada decidido até ao momento. Segundo o Diário Económico, o Urbanos entregou ontem uma providência cautelar para travar o processo de venda da TAP, receando que esta operação ponha em causa a sua opção de compra sobre a Groundforce. Contactado pelo Negócios, fonte oficial do grupo Urbanos não quis comentar a eventual entrega da providência cautelar nem o inquérito a decorrer na PJ.

Fernando Pinto foi contratado em 2000 à época do governo de António Guterres, tendo vindo do Brasil com a intenção de privatizar a TAP, processo que ainda não foi concluído. Neste meio tempo, o gestor comprou a Portugália, vendeu a Yes (actual White), comprou a TAP Manutenção & Engenharia Brasil (Ex-Vem), privatizou, comprou e voltou a vender a maioria de capital da Groundforce (ex-SPdH).

* Em Portugal não é costume fazerem-se vendas, privatizações ou grandes negócios de falências de maneira transparente, há sempre providências.


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IX-CIDADES 
OCULTAS

2 - LONDRES



CIDADE SANGRENTA




 * As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"DESTAK"
Romance vencedor do Prémio Goncourt, "Boussole", editado em Portugal em 2016

O romance vencedor do Prémio Goncourt deste ano, "Boussole", de Mathias Énard, que tem por objetivo desmontar ideias feitas, preconceituosas, sobre o Oriente, vai ser editado em Portugal, no próximo ano, anunciaram hoje as Publicações D. Quixote. 
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Narrada a partir da voz de Franz Ritter, um catedrático musicólogo que vive em Viena e sofre de uma doença grave que o leva a fumar ópio para diminuir a dor, a obra percorre as recordações de infância.

Um inventário de amor, com "uma incrível referência" ao oriente e à identidade ocidental, "Boussole" ["Bússola"] é "um romance melancólico e envolvente que procura, na memória de séculos de diálogo e influências artísticas, a cura para as dores do presente", segundo a sinopse divulgada. 

* Os portugueses lêem pouco não há pressa para editar o livro.

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MARGARIDA FONSECA

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#cruzescanhoto

O que se pode esperar que corra bem a um Governo que toma posse na véspera do dia das bruxas e a dois dias do dia de finados? Como podemos acreditar que o programa do Executivo de Passos Coelho vá sair sem engulhos se será debatido e votado numa semana que tem uma sexta-feira 13?

 Já não bastava a voz de augúrio do presidente da República que fez do discurso decisivo sobre o novo Governo um aviso sobre o "eixo do mal"? Não foi suficiente ouvir Cavaco Silva defender uma espécie de ou Páf ou a desgraça, a coligação ou as trevas? É muito azar, cruzes, canhoto. Senhores do novo Governo, façam figas, não passem debaixo de escadas, entrem no Parlamento com o pé direito, benzam-se antes de se sentarem, convidem para a assistência da Assembleia da República, nos próximos dias, o professor Caramba, a Maya, o padre Fontes e até a Maga Patalógica. 

Se trouxerem uma cabeça de alho nos bolsos também ajuda. Ou um saquinho com sal. Coloquem uma tesoura aberta debaixo das bancadas do PSD e do CDS-PP. Não ousem desafiar as forças. E se um dia destes virem três vassouras a voar... cruzem os dedos. Os líderes da maioria de Esquerda andam endiabrados!

IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
31/10/15

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679.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"i"
Seguro de equipamentos.
 Cláusulas abusivas levam 
centenas a reclamar

DECO quer acabar com as cláusulas abusivas nestas apólices e pondera avançar com uma acção em tribunal.
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Accionar um seguro que foi adquirido na compra de um equipamento electrónico (telemóvel ou computador) nem sempre é uma tarefa fácil. Desde o início do ano, a Associação de Defesa do Consumidor (DECO) recebeu 201 reclamações de clientes que contrataram seguros de equipamentos electrónicos que, quando accionados, “tinham tantas exclusões que se revelaram inúteis”.
A jurista da entidade, Carla Varela, vai mais longe e diz mesmo que “os consumidores estão a ser pressionados para contratar produtos inúteis e que desrespeitam a lei”, mas admite que no acto da compra é frequente  os clientes serem “aliciados com a proposta irresistível de contratar um seguro que cobrirá qualquer situação não abrangida pela garantia legal, como roubo, avarias ou danos acidentais”.
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De acordo com a DECO, os seguros vendidos pela Fnac, Media Markt, Phone House, Rádio Popular, Staples e Worten destacaram-se pela negativa. Face a estas reclamações, a associação pondera avançar com uma acção em tribunal. O objectivo é retirar dos contratos as cláusulas consideradas abusivas. Vai também denunciar a existência de práticas comerciais desleais, incluindo as vendas agressivas, à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) e à Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica (ASAE).
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Exclusões O que é certo é que as dificuldades surgem no momento em que o aparelho comprado tem problemas. A DECO dá o exemplo de uma cliente que comprou um portátil ao filho e quando pretendeu activar as coberturas, devido ao derrame de leite sobre o teclado, recebeu a resposta “de que estavam incluídos acidentes com líquidos, desde que não fossem corrosivos. E nem mesmo a alegação de que o leite não é corrosivo foi suficiente para demover a seguradora: ao fim de três meses de diligências, cansou-se e pagou do próprio bolso o conserto de 120 euros”.
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Isto significa que, no momento de activar as coberturas, as exclusões limitam bastante a abrangência do seguro, alerta a associação. De acordo com a mesma, em caso de acidente a envolver o equipamento, encontra-se, muitas vezes, excluído o pagamento de avarias, falhas e defeitos não cobertos pela garantia do fabricante ou distribuidor ou, ainda, de danos ocultos. Ou seja, que não são perceptíveis pelo consumidor no momento da compra. Já na cobertura de avaria eléctrica estão, habitualmente, excluídos os danos causados por picos de tensão eléctrica. Quanto à cobertura de furto ou roubo, as exclusões mais frequentes são o desaparecimento do equipamento sem que tenha sido usada força sobre o consumidor, o furto sem a presença de testemunhas e o furto ou roubo ocorrido em local ocorrido em local público ou num local de fácil acesso.
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“Todas estas cláusulas implicam um forte desequilíbrio de direitos entre a seguradora e o consumidor, com prejuízo para o segundo, pelo que são consideradas abusivas. Aconselhamos os consumidores a não contratarem o seguro se estiverem previstas na apólice, pois é dinheiro deitado ao lixo”, acrescenta.
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Mas a lista de irregularidades não fica por aqui. A associação diz ainda que detectou outras situações contrárias à lei, mas relacionadas directamente com as lojas e não com os seguros. “Nos contratos, nem sempre existe informação sobre reclamações, mecanismos alternativos de resolução de litígios (por exemplo, fora do tribunal, num centro de arbitragem), a entidade supervisora e a lei aplicável. 
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Estas falhas constituem um claro desrespeito pela lei da defesa do consumidor”. Já no caso da Rádio Popular, que também celebra contratos à distância, não existe informação sobre o prazo de 14 dias à disposição do consumidor, para pôr fim ao contrato.

* As seguradoras são excelentes empresas para cobrarem o prémio, pouco mais do que isso.


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53-BEBERICANDO


COMO BEBER ABSINTO


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 I - PÁTRIA JURÁSSICA
9-QUANDO OS DINOSSAUROS
REINAVAM NA TERRA



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO

"A BOLA"
Chelsea
Abramovich recusa €50 milhões
 do Mónaco por Mourinho

Roman Abramovich, proprietário do Chelsea, terá recusado, esta terça-feira, uma proposta de 50 milhões de euros do Mónaco por José Mourinho.

Em comunicado enviado à agência EFE, o empresário italiano Alessandro Proto, acionista minoritário do clube da Liga francesa, fez saber que o milionário russo exigiu o dobro daquele valor para libertar o treinador português.

«Oferecemos 50 milhões de euros para ter o treinador de imediato, mas a exigência foi de 100 milhões de euros, valor que nos parece exagerado», alegou Alessandro Proto.

Convicto de que Mourinho «é o melhor treinador do Mundo», o italiano adiantou que vai «pensar na proposta» de Abramovich, admitindo avançar para o negócio «como um investimento».

Alessandro Proto, de resto, afiançou que o treinador português «não ficará muito mais tempo no Chelsea», revelando que há uma equipa de Espanha, uma de França e outra dos Estados Unidos dispostas a pagar o valor pedido por Abramovich para libertar Mourinho.

O Mónaco, recorde-se, é orientado pelo também português Leonardo Jardim. 
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* O patrão de Mourinho pede 100 milhões, é obra.

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Júlio Resende

Cucurrucucú Paloma


Convidada Sílvia Pérez Cruz
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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"
Antiga mulher de rei saudita ganha
. compensação milionária em tribunal

A antiga mulher secreta do falecido rei Fahd, da Arábia Saudita, ganhou um recurso no Tribunal Superior de Londres que lhe permite receber uma compensação milionária, com base na promessa do seu marido de que cuidaria dela.
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O juiz britânico Peter Smith deliberou hoje que Jana Harb, de 68 anos e de origem palestiniana, tem direito a receber mais de 15 milhões de libras (cerca de 21 milhões de euros), além de duas propriedades valiosas situadas em Londres.

Segundo Harb, o príncipe Abdul Aziz, filho de outra das mulheres do rei, encontrou-se com ela no hotel Dorchester, em Londres, a 20 de junho de 2003, quando o monarca se encontrava gravemente doente.

De acordo com a mulher, neste encontro o príncipe acordou pagar-lhe 12 milhões de libras (16,8 milhões de euros) e ceder-lhe dois pisos situados no exclusivo bairro de Chelsea, avaliados, cada um, em cinco milhões de libras (sete milhões de euros), para honrar a promessa do seu pai de que garantiria a Harb apoio financeiro durante toda a vida.

Durante o processo judicial, o príncipe enviou duas mensagens escritas ao tribunal negando esta versão, mas o juiz aceitou a posição da viúva de considerar que houve acordo.

O magistrado ordenou ao príncipe que comparecesse nesta audiência, mas este recusou, argumentando que criaria “um circo mediático”, levando o tribunal a obrigá-lo a doar 25 mil libras (30 mil euros) a obras de beneficência por “desacato às autoridades”.

Numa sessão anterior em julho, Harb indicou que a família do rei Fahd, falecido em 2005, opôs-se à sua relação com o monarca por pertencer a uma família cristã na Palestina.
Harb converteu-se ao Islão antes de se casar numa cerimónia discreta, em março de 1968, e o matrimónio durou três anos.

A mulher disse ter engravidado três vezes e foi sempre obrigada a abortar a pedido de Fahd, relatou.

* Uma heroína rodeada  de xenófobos por todos os lados.

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MALABARISMO



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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"
ASAE apanhou queijo sem leite
 e bifes de peru sem carne

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) completa hoje dez anos. O dia é assinalado com uma greve de trabalhadores.
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Embora o inspetor-geral Pedro Portugal Gaspar assuma que se registou um corte no número de trabalhadores, defende que o poder de actuação não pode ser medido em termos “quantitativos”. Até porque, apesar de ter havido uma redução “de efectivos de 8%”, a taxa de incumprimento passou de “38% (2006) para 18% (2015)”.

Em entrevista ao Jornal de Notícias, o responsável considera que os portugueses fazem muitas queixas, sendo a área da restauração e da venda de produtos os principais alvos da insatisfação dos consumidores nacionais.

Pedro Portugal Gaspar indica no entanto que “a segurança alimentar no país é satisfatória”, e revela ter encontrado produtos no mínimo criativos nos últimos tempos.

“Fatias de queijo que nem têm massa de leite, mas pasta vegetal. Também já se encontrou bife de peru que não tinha carne, fomos a ver e era só soja”, afirma, acrescentando ainda a venda de “azeite que é óleo”, ou a utilização de uvas da Região Centro para fazer vinho no Norte.

* Os empresários portugueses usam a criatividade para aldrabar o consumidor, foram assim desde sempre.


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ESCOLA 
NACIONAL DE BOMBEIROS
UNIDADE DE COMBATE


FONTE: FALA PORTUGAL


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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

PS exclui moção sem acordo 

Discussão do programa de Governo começa na segunda-feira. 

 O líder parlamentar do PS frisou esta terça-feira que um acordo com PCP e Bloco de Esquerda tem de ficar "aclarado" até à discussão do programa de Governo PSD/CDS-PP e só com alternativa consolidada votará ou apresentará moção de rejeição. Carlos César falava aos jornalistas no final de uma reunião com o ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Costa Neves, na Assembleia da República, ocasião em que optou por usar uma linguagem "prudente e responsável" sobre uma eventual conclusão de um acordo de Governo entre o PS, o Bloco de Esquerda e o PCP. 
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O presidente do Grupo Parlamentar socialista deixou a seguinte mensagem: "Enquanto não existir um acordo firmado com o PCP e Bloco de Esquerda, não vale a pena valorar o estado das negociações como estando a 90 ou a 40 por cento". "Quando houver esse acordo, ele deverá ser comunicado e é importante que esse acordo seja aclarado, evidentemente, antes da discussão do programa do Governo [que se inicia na segunda-feira], porque é esse o compromisso do PS. Nós só nos constituiremos como uma força política que contribui para o derrube do Governo PSD/CDS se formos simultaneamente portadores de uma alternativa responsável, estável, com sentido duradouro e que proporcione aos portugueses um sentimento de tranquilidade e de confiança", afirmou. 

O presidente do Grupo Parlamentar insistiu neste ponto: "Não votaremos nem apresentaremos nenhuma moção de rejeição se não tivermos em simultâneo a garantia que temos uma alternativa acordada e consolidada com os restantes partidos políticos". Acordo com a coligação ou com a esquerda 

O presidente do PS afirmou ainda que não acredita que um socialista prefira um Governo PSD/CDS-PP com o apoio do partido a um Governo socialista com o apoio do PCP e do Bloco de Esquerda. "Como socialista digo apenas: Não acredito que um socialista prefira um Governo de direita com o apoio do PS a um Governo do PS com o apoio da esquerda", declarou o ex-presidente do Governo Regional dos Açores entre 1996 e 2012. 

* Os eleitores  do centro esquerda têm direito a sentir que há uma opção clara de acordo entre os três partidos, sem ele não vala a pena inviabilizar governo. PCP e BE serão responsabilizados pela inviabilização do acordo, as nossas obrigações com o exterior têm de início ser respeitadas e depois renegociadas.


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PORTUGAL É DO TAMANHO
DA ÍNDIA CONTINENTAL 



FONTE:PÚBLICO

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HOJE NO
"OBSERVADOR"

DCIAP descobre dois milhões 
suspeitos no processo Lava Jato

Antes de receber a carta rogatória das autoridades brasileiras a solicitar ajuda na investigação do caso Lava Jato, o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) já tinha detetado movimentos suspeitos superiores a dois milhões de euros entre diversas sociedades offshore relacionados com o caso que está a abalar o Brasil. 
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Estão em causa, ao que o Observador apurou, os crimes de corrupção ativa, fraude fiscal qualificada e branqueamento de capitais. No centro do circuito financeiro detetado estará o Grupo Odebrecht.

Tudo terá começado com a Operação Monte Branco. Diversos responsáveis da Bento Pedroso Construções (empresa detida pelo Grupo Odebrecht desde 1988 e que mudou o nome em 2013 para Odebrecht Portugal) foram identificados como clientes da rede de lavagem de dinheiro que está na origem daquele processo Estão indiciados pelos crimes de fraude fiscal e de branqueamento de capitais por terem recebido somas muito significativas a partir de contas bancárias localizadas em paraísos fiscais utilizados de forma corrente, segundo o DCIAP, pelo Grupo Odebercht, fixados em Antígua e Barracuda, no mar das Caraíbas.

A receção desses valores, avaliados em mais de 6,1 milhões de euros, fez-se, como era habitual entre os suspeitos da Operação Monte Branco, através da entrega em dinheiro vivo em Portugal depois dos mesmos fundos terem passado por uma conta do BPN IFI em Cabo Verde. O alegado esquema que é imputado pelo DCIAP ao Grupo Odebrecht terá durado entre 2007 e 2012.
As suspeitas do caso Monte Branco, contudo, cingem-se a fraude fiscal qualificada e a branqueamento de capitais.
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Marcelo Odebrecht

Já este ano foram a sinalizados movimentos suspeitos superiores a dois milhões de euros, por informação transmitida pelo BANIF e Montepio Geral ao abrigo a legislação europeia de combate ao terrorismo e branqueamento de capitais, de um conjunto de empresas offshores com sede na Ilhas Caimão. Entre as sociedades identificadas encontravam-se duas que já constavam dos autos da Operação Monte Branco como sendo sociedades controladas pelo Grupo Odebercht, tendo sido igualmente detetada a utilização recorrente de instituições financeiras da ilha de Antígua, nomeadamente o Meinl Bank.

Para finalizar este quadro, surgiu a carta rogatória do Brasil na primeira quinzena de julho a solicitar a apreensão das contas e de documentos bancários das contas no BANIF em nome da Kingstall Finance – tal como o jornal i revelou este verão. Esta sociedade offshore terá sido utilizada para pagar alegados subornos a Renato Duque, responsável máximo pela Diretoria de Serviços da Petrobras que tratava da contratação de empreitadas de obras públicas, e que é apontado pelas autoridades brasileiras como suspeito de corrupção passiva por ter favorecido as grandes construtoras brasileiras como a Oderbecht, a Camargo Correa, entre outras.
Antes de receber a carta rogatória do Brasil, o DCIAP, contudo, já tinha identificado mais duas sociedades offshore que alegadamente terão recebido no “Meinl Bank” fundos das empresas do grupo Odebercht que não estarão devidamente contabilizados nas contas daquele grupo brasileiro – isto é, as saídas de dinheiro, segundo DCIAP, não estão devidamente registadas, logo não existem do ponto de vista contabilístico.
Tais fundos terão sido utilizados para realizar pagamentos com dois objetivos:
  • pagamentos indevidos a responsáveis da Petrobras (administradores e diretores), tendo como contrapartida a adjudicação de obras relevantes da petrolífera brasileira 
  • pagamentos ‘por debaixo da mesa’ a responsáveis de diversas empresas do Grupo Odebrecht com o objetivo de omitir esses rendimentos da administração fiscal. Neste caso, estarão em causa suspeitas de fraude fiscal em Portugal e no Brasil
Daí que o DCIAP não tenha dúvidas de que existem indícios de que os fundos que circularam pelas contas dessas duas sociedades offshore no BANIF estão relacionados com a alegada prática dos crimes de corrupção ativa, fraude fiscal e branqueamento de capitais – suspeitas essas que estão a ser investigadas num inquérito autónomo aberto naquele departamento do Ministério Público.

Além da cooperação internacional com o Brasil, o objetivo dessa investigação passa, para já, pela identificação de todos os intermediários ou destinatários finais do circuito financeiro que tem origem em fundos do Grupo Odebercht depositados em contas bancárias de Antígua. O alvo do DCIAP são cidadãos portugueses, ou de outra nacionalidade, que tenham praticado ilícitos criminais em território nacional, ficando assim sobre a jurisdição do Ministério Público português.
Otávio Azevedo
Ao que o Observador apurou, não existem neste momento indícios de que a Odebrecht Portugal faça parte desses circuitos financeiros. Contactada, a empresa diz “desconhecer quaisquer diligências judiciais do DCIAP” e “refuta integralmente” as imputações do Ministério Público descritas nesta peça. Veja aqui as respostas na íntegra da construtora.

Presidente do Grupo Odebrecht detido no Brasil
Recorde-se que o caso Lava Jato investiga o maior esquema de corrupção alguma vez descoberto no Brasil. No centro do caso está a empresa estatal Petróleo Brasileiro (Petrobras) e os respetivos administradores e diretores suspeitos de receberem subornos das grandes construtoras brasileiras (Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Correa, OAS, entre outras) que agiriam em cartel para dividir entre si as empreitadas daquela petrolífera. Pelo meio, existem ainda suspeitas do esquema de corrupção também ter sido alargado a titulares de cargos políticos dos principais partidos, como o Partido dos Trabalhadores de Lula da Silva e de Dilma Roussef (no poder desde 2003), do Partido Movimento Democrático Brasileiro, do Partido da Social Democracia Brasileira e do Partido Progressista.

O Grupo Odebrecht é uma das quatro grandes construtoras brasileiras. Com mais de 70 anos de história, fundada por Norberto Odebrecht, bisneto do engenheiro alemão Emil Odebrecht que chegou ao Brasil em 1856, o Grupo Odebrecht detém ativos que superam os 142 biliões de reais (cerca de 33 mil milhões de euros) nos mais diversos setores de atividade como a construção, petroquímica, transportes, defesa, financeiro, entre outros, e emprega mais de 175 mil funcionários em 25 países.
Marcelo Odebrecht, presidente executivo do grupo, foi detido em junho numa das operações mais mediáticas da Operação Lava Jato que levou igualmente à detenção de Otávio Azevedo, líder da construtora Andrade Gutierrez e ex-adminstrador da Portugal Telecom, por suspeita de crimes económico-financeiros. Ambos foram constituídos arguidos pela Justiça brasileira por suspeitas dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, fraude a licitações e crime económico – ilícitos criminais que existem no Código Penal no Brasil mas que nem todos têm tradução para o sistema penal português.

Lula da Silva visado pela investigação 
O ex-presidente brasileiro Lula da Silva é visado em várias frentes da Operação Lava Jato. Seja na investigação original, sob a liderança do Ministério Público Federal do Estado do Paraná, seja noutras regiões do Brasil.

Em Brasília, por exemplo, e de acordo com o jornal Valor Económico, o Ministério Público abriu um procedimento investigatório criminal – o equivalente ao inquérito criminal do Código de Processo Penal português – no qual Lula da Silva já prestou depoimento por sua vontade e no qual está em questão uma suspeita de tráfico de influências a favor do Grupo Odebercht.

Existem também suspeitasde que o seu filho, Luís Cláudio Lula da Silva (mais conhecido por Lulinha), terá recebido dinheiro de uma empresa lobista relacionada com a industria automóvel – caso que ficou conhecido como “Operação Zelotes” e que envolverá também o ex-ministro Gilberto Carvalho.

Na investigação original do Lava Jato existem ainda suspeitas de que Lula da Silva terá recebido dinheiro de diversas construtoras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobrás através do Instituto Lula – uma organização não governamental que foi criada pelo ex-presidente para fomentar a cooperação do Brasil com África e a América Latina. O mesmo terá acontecido com uma empresa do ex-chefe de Estado chamada LILS (Luíz Inácio Lula da Silva).

* Grandes empresários honestos em vias de extinção.

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SABE O QUE DIZ!



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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Crianças trancadas na despensa e
. amarradas para não gritarem

Ex-diretora técnica de um lar em Reguengos tratava os menores com violência e terá tido relações sexuais com um deles

Um rapaz de 15 anos, potencial suicida, foi tratado com alegada brutalidade pela ex-diretora técnica do Lar Nossa Senhora de Fátima, em Reguengos de Monsaraz, a quem estava à guarda. Como castigo por ter fugido do lar, foi fechado na despensa de 16 metros quadrados e uma janela interior durante vários dias, obrigado a urinar para um copo, e apenas saía do "buraco" algemado (o cativeiro durou de maio a julho de 2013).

Este é um dos episódios mais impressionantes dos descritos no despacho de acusação do Ministério Público (MP), a que o DN teve acesso, e que imputa vários crimes de maus-tratos, sequestro e abusos à ex-diretora técnica daquele lar da Misericórdia destinado ao acolhimento de crianças e jovens em perigo. Vânia Pereira exerceu funções de março de 2008 até 15 de abril de 2015. Com 35 anos, psicóloga, divorciada, está acusada também de ter abusado sexualmente de um menor de 14 anos residente no lar.

Outra alegada vítima do seu domínio foi uma rapariga de 12 anos, frágil e com défice de atenção, que era amarrada de braços e pernas com lençóis e amordaçada para não falar e gritar enquanto a diretora e as técnicas a esbofeteavam na face, tendo sido ainda fechada numa arrecadação sem janelas por dias inteiros.
São também arguidos no processo a Santa Casa da Misericórdia de Reguengos de Monsaraz e o ex-provedor Manuel Galante, que respondem, por omissão, por nove crimes de maus-tratos e três crimes de sequestro agravado; e ainda seis funcionárias do lar. Os crimes foram cometidos ao longo de seis anos, entre 2008 e 2014.

Ambiente à orfanato de Dickens
No despacho de acusação descreve-se o ambiente de terror vivido no Lar Nossa Senhora de Fátima, que remete para os orfanatos vitorianos nos contos de Charles Dickens, com crianças a ser esbofeteadas, fechadas em despensas durante dias, humilhadas, insultadas de "burros e deficientes" e privadas de refeições como castigo.
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Vânia Pereira, a diretora técnica, é, para o MP, a principal autora dos crimes. Como agravante, teve ainda uma relação sexual e íntima com um rapaz de 14 anos a partir de março de 2009. O adolescente, internado no lar, sentia estar acima de qualquer punição e maltratava os outros. Terá chegado a queimar outras crianças com cigarros, a exibir navalhas ou a arremessar cadeiras contra o corpo de alguns menores. 

Nenhuma das técnicas o castigou por tais atos, sublinha a acusação. A diretora técnica, por estar envolvida com o rapaz, protegia-o a ponto de lhe dar dinheiro, oferecer telemóveis e peças de roupa ou até de o levar à praia e a passear. Vânia Pereira apenas participou dos comportamentos do rapaz depois deste se recusar a manter o relacionamento íntimo que tinham.

Um relatório da inspeção do Instituto da Segurança Social ao lar, em 19 de dezembro de 2012, avisou que "não é possível garantir a segurança, mesmo a nível da integridade física das crianças mais pequenas".

Ao longo de seis anos, a diretora técnica revelou "uma insensibilidade, impiedade e severidade crescentes"
(...). No livro de atas, numa reunião em 2008, Vânia Pereira ordenou à equipa que tratasse os menores como "pessoas doentes" devendo estes ser "empurrados para baixo do poder para aprender quem mandava".

* Estamos no século XXI com uma Vânia Torquemada algoz da inquisição.????

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 TÁ RESOLVIDO!


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HOJE NO
"RECORD"

Solidariedade em corrida da Helpo 
contra a pobreza 
OBIKWELU APADRINHOU A CORRIDA

O Desporto Escolar marcou presença na 5.ª Corrida Solidária Internacional da Helpo, que se realizou no passado dia 31, no Complexo Desportivo do Jamor, em Oeiras. A iniciativa, realizada a favor da erradicação da pobreza e que chegou também a Vila Real, estendeu-se ainda a outras quatro cidades de Moçambique e São Tomé e Príncipe, reunindo, só em Oeiras, cerca de 500 inscrições.
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No evento participaram os atletas Francis Obikwelu, Ercília Rodrigues e Jorge Pina, e o jornalista António Perez Metelo.

De acordo com Paulo Gomes, coordenador nacional do Desporto Escolar, que também participou na iniciativa, “faz todo o sentido associarmo-nos a esta causa. Os valores do Desporto Escolar passam também pela solidariedade e entreajuda e, à semelhança do ano passado, não podíamos ficar indiferentes.”

Os fundos recolhidos com a Corrida Solidária Internacional da Helpo, que se realizou pela 5.ª vez desde a criação da ONGD, em 2007, destinam-se à manutenção dos apoios prestados pela instituição em Moçambique e São Tomé e Príncipe.

* Desporto solidário faz a diferença.


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A GRAÇA HIPPIE
















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