sexta-feira, 30 de outubro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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OS QUE NOS

  "REPRESENTAM"!







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5-SEXO

O PORTAL SECRETO PARA O ÉDEN

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ÚLTIMO EPISÓDIO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"DESTAK"

Montepio passa de lucro a prejuízo de 59,5 ME
. nos primeiros nove meses do ano

O Montepio Geral registou um resultado líquido negativo de 59,5 milhões de euros entre janeiro e setembro, quando em igual período de 2014 tinha apresentado um lucro de 19,5 milhões de euros, informou hoje o banco mutualista. 
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 O banco liderado por José Félix Morgado realçou em comunicado que, apesar do prejuízo apurado, em termos recorrentes houve uma melhoria do resultado líquido de 211,5 milhões de euros para -130,5 milhões de euros (contra o resultado líquido recorrente de -342 milhões de euros nos primeiros nove meses de 2014).

 Isto, porque houve uma redução de 224 milhões de euros nos resultados de operações financeiras, que atingiram 145,7 milhões de euros, "devido ao menor contributo dos resultados da alienação de títulos de dívida pública portuguesa", justificou o Montepio. 

* A "engenharia financeira" confunde, não explica.

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 IV-JORNADA GEOLÓGICA


1-ZONA DE COLISÃO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"i"

2014. 
Portugal recebeu 19.516 
imigrantes permanentes

A maioria são mulheres.

Portugal recebeu no ano passado 19.516 imigrantes permanentes, mais 1.962 face a 2013, a maioria mulheres e de nacionalidade portuguesa, referem as “Estatísticas Demográficas 2014” divulgadas hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
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Dados do INE indicam que o número de imigrantes permanentes subiu entre 2004 e 2009 (de 21.093 para 32.307, mais 11.214 pessoas), caiu entre 2009 e 2012 para as 14.606 pessoas, tendo vindo a subir desde esse ano.

Durante o ano de 2014, o INE estima que tenham entrado em Portugal 19.516 pessoas, para residir por um período igual ou superior a um ano (conceito de imigrante permanente), das quais 45% eram homens e 55% mulheres.

Do total dos imigrantes permanentes, 52% tinham nacionalidade portuguesa, 40% nasceram em Portugal, 54% residiam anteriormente num país da União Europeia.

A grande maioria (81%) tinha entre 15 a 64 anos, refere a publicação do INE que analisa as várias temáticas do comportamento demográfico da população em Portugal, como crescimento natural e migratório, natalidade, mortalidade e movimentos migratórios internacionais.

Já o número estimado de emigrantes temporários (pessoas que deixaram o país com a intenção de permanecer no estrangeiro por um período superior a três meses e inferior a um ano) foi de 85.052, “sendo superior e acentuando-se a diferença face ao número de emigrantes permanentes”, sublinha.
O número de emigrantes temporários em 2014 foi o maior desde 2011, ano em que totalizavam 56.980, subindo para 69.460 em 2012 e 74.322 em 2013.

“Enquanto o número de emigrantes permanentes decresceu cerca de 8% em 2014 relativamente a 2013, o número de emigrantes temporários registou um aumento de 14% (74.322 em 2013), prosseguindo a tendência de crescimento que se verifica na corrente série” iniciada em 2011, referem os dados do INE.

Já o número de emigrantes portugueses permanentes caiu pela primeira vez no ano passado, desde 2009, ano em que totalizavam 16.899, contra 49.752 em 2014.

Do total de emigrantes temporários, 72% eram homens e 28% mulheres. A grande maioria (96%) tinha nacionalidade portuguesa, 64% tiveram como destino países da União Europeia e 94% eram pessoas em idade activa.

O INE salienta que, pelo quarto ano consecutivo, o saldo migratório apresentou um valor negativo, “ainda que mais atenuado face aos dois últimos anos”.

“A evolução face ao ano anterior resultou do efeito conjugado da diminuição do número de emigrantes permanentes (49.572 em 2014 e 53.786 em 2013) e do aumento do número de imigrantes permanentes (19.516 em 2014 e 17.554 em 2013)”, explica.

* Grave é quem emigra e não quer.

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BAN KI-MOON


DIRIGE-SE A JUDEUS

E PALESTINIANOS 

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* Uma produção "ONU-BRASIL"

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HOJE NO
"A BOLA"
Sindicato dos Jogadores ofereceu
. manuais escolares a jovens refugiados
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Abel Xavier, antigo internacional português, e Matilde Fidalgo, capitã do Futebol Benfica, estiveram esta sexta-feira no Centro de Acolhimento para Crianças Refugiadas, em Chelas, para entregar manuais escolares a 19 jovens refugiados, oriundos de países como Mali, Nigéria e Paquistão.

A iniciativa, promovida pelo Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), está inserida no âmbito da Semana Contra o Racismo e a Violência no Desporto e cumpre, segundo Joaquim Evangelista, «o dever de cidadania do Sindicato».

«Num momento tão difícil para a Europa, esta ação é reveladora da importância do futebol e do seu papel transversal na sociedade. Mais do que as palavras são os gestos que fazem a diferença. Outras iniciativas se seguirão. Vamos oferecer equipamentos, bolas... o que estiver ao nosso alcance», afirmou o presidente do SJPF.

Abel Xavier, um dos embaixadores da Semana Contra o Racismo e a Violência no Desporto, destacou a educação como parte fundamental «na formação do ser humano», mostrando-se «muito orgulhoso» por fazer parte desta iniciativa.

«Não podemos descurar o que se passa à nossa volta. Independentemente da nossa profissão ou visibilidade, devemos sempre contribuir. Acredito que com pequenos gestos podemos atenuar este afastamento da língua que existe à chegada destes jovens a um país desconhecido. Foi gratificante ver o brilho nos olhos deles», salientou o ex-internacional português.

«Uma pessoa formada tem outra capacidade de enfrentar o Mundo. Estas pessoas querem esturdar, querem construir um futuro melhor, e o facto de podermos ajudar um bocadinho a que isso aconteça é ótimo», acrescenta, por sua vez, Matilde Fidalgo. 

* Futebol solidário.

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DIANA RALHA

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Mãe

As mães ficam sempre de pé, como as árvores, cheias de raízes pelo mundo fora e brotam ramos, flores e frutos: a certa altura as mães são imortais.

É o que eu sou.
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É a característica que melhor me define.
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Sou feita de outras matérias que não apenas a matéria comum a todas as mães. Até porque não há uma mãe igual: as mães são todas diferentes, são únicas, seres incríveis e irrepetíveis.
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Sei fazer muitas outras coisas para além de ser mãe. Ser mãe nem é talvez a minha melhor característica; outros atributos tenho que domino com maior mestria e à vontade (as mães estão sempre em sobressalto e escrutínio público e privado; não há mãe nenhuma que diga de si própria que é a melhor do mundo).

Ser mãe de quatro sublimes criaturas não é um talento com o qual fui abençoada à nascença, se formos a acreditar nos contos e nas fadas que trazem na ponta das suas varinhas talentos variados aos berços das princesas recém-nascidas.

Não pude supor que a característica que melhor me viria a definir no futuro e por toda a minha vida fosse ser mãe. Não estava à espera e nem sei como isto me foi acontecer. Muito menos pude prever que aceitaria com uma alegria quase pateta este fabuloso destino, sabendo perfeitamente que nem é sequer a minha melhor característica, o mais brilhante dos talentos com os quais iria ou poderia dominar o mundo inteiro.

As mães são imperfeitas.

Nascem imperfeitas, são seres em permanente construção e reconstrução e andam nisto a vida toda, sem que a obra se dê por acabada.

As mães são todas feitas disto: eternas insatisfeitas, menosprezam tudo, feitos hercúleos e heróicos, não hesitam um momento que seja: seguem em piloto automático e trepam a montanha que se segue sem se terem dado ao luxo de recuperar o fôlego ou de ver a vista, porque há uma única coisa que as mães magnificam sem limites e para a qual vivem obcecadas: os seus filhos; os sonhos dos seus filhos.

Elas seguem a marcha ordeira das mães a vida inteira, e pelo caminho tratam de tudo o resto que não pode ficar para trás e vem atrelado, dificultando a jornada, mas tornando as mães cada vez mais fortes.

As mães ficam sempre de pé, como as árvores, cheias de raízes pelo mundo fora e brotam ramos, flores e frutos: a certa altura as mães são imortais.

Esta semana, a semana em que inauguro a minha crónica na VISÃO como ‘Especialista em Assuntos de Família’ (os Deuses só podem estar loucos e a Fada Madrinha que me tocou com a varinha num dia capicua de Julho sorri a um canto com orgulho e soberba) quase perdi a minha mãe.

Vi toda a minha vida a andar para trás; rebobinei tudo à porta do Hospital de Santa Maria: parti da estabilidade e felicidade em que me encontro orgulhosamente e depois recuei para as primeiras dores de crescimento, dei um salto para trás e revi a impetuosidade e arrogância da minha juventude, mais um passo de caranguejo e tropecei na imbecilidade da minha adolescência, e fui recuando, recuando até à menina doce, de tranças enormes e covinha na bochecha ao colo da minha mãe. Encolhi à porta dos Cuidados Intensivos do Santa Maria (outra mãe, a quem pedi com todas as minhas forças que salvasse a minha). Não envelheci esta semana: fiquei frágil, vulnerável, fiz-me outra vez criança de colo assustada.

A minha primeira crónica na VISÃO não estava pensada para ser sobre as mães. Sobre a minha Mãe.

Corresponderia ao desafio que a Direção da VISÃO me entregou, e que tanto me honra — pretendia falar sobre um tema da actualidade, cruzando-a com a amostra considerável de crianças que tenho lá em casas. Eu ia falar sobre os miúdos e a política, sobre como eles vivem o impasse político nacional e a crise económica e financeira durante a qual duplicámos o tamanho da prole, numa mistura explosiva de fertilidade e bancarrota que lhes tirou alguns luxos e parvoíces fabricadas na China, um tsunami demográfico numa família de classe média portuguesa que teve de se reinventar e rever todas as suas prioridades, que deixou de ser piegas e se fez à vida, conquistando coisas incríveis que dinheiro algum consegue comprar. Que nos trouxe até aqui, por exemplo, à Visão.

Esta seria uma crónica mordaz sobre esquerda, sobre direita, sobre o olhar lúcido e acutilante dos meus filhos mais velhos sobre as eleições legislativas e sobre o impasse político fascinante que enfrentamos.

Desculpem-me a interrupção, a crónica nos parâmetros ditos normais seguirá dentro de momentos.
Nenhuma filha, mesmo que ordenada mãe, está preparada para enfrentar, numa pega de caras, a mortalidade da sua mãe. Nenhuma filha, mesmo aquelas que já são mães, pode estar preparada para se tornar a mãe da sua mãe.

Aconteceu-me tudo isso esta semana.

A mãe que eu sou para os meus filhos é um projecto que tem pouco a ver comigo, com a minha vontade. Sou produto dos meus quatro filhos tão lindos e tão insuportáveis. A mãe que eu sou também nada tem a ver a mãe que a minha mãe é para mim.

Amor com amor se paga: eu mudei para todo o sempre a minha mãe e não satisfeita já é ela velhinha e eu mulher feita e continuo a obrigá-la a engolir as suas verdades, a vergar todas as suas convicções, a revirar-se do avesso porque assim a obrigo, a meu bel-prazer.

A minha mãe reprovou grande parte das minhas opções de vida: muitas vezes feriu-me deliberada e conscientemente, porque quis que eu fosse mais do que uma mãe. Achou em consciência que ser mãe não bastava, que não era o melhor para mim, uma mulher moderna, brilhante, com tantos e tão variados talentos.

As mães insistem até ao limite da quase ruptura, esticam a corda, usam truques baixos e jogadas rasteiras, porque têm de ter a certeza que os filhos estão seguros dos passos determinantes que vão dar na vida.

O que é que a minha mãe me ensinou neste ofício de ser mãe?

Ensinou-me a capitular.

As mães desistem pelos filhos. Só por eles morrem e só por eles desistem.

A luta é sangrenta, comigo foi; a minha mãe nunca me facilitou a vida: passou-me atestados de loucura e accionou o modo de emergência quando anunciei que ia ser mãe pela quarta vez, sem pôr em causa a continuidade de uma gravidez de alto risco não planeada. Disse-me coisas horríveis, testou-me e levou-me ao limite, e depois aceitou este meu e seu destino. Somos mães. É isso que somos.

Na manhã seguinte a sobreviver a um AVC, a minha mãe emudeceu, sem conseguir exprimir uma única palavra. Quando cheguei à primeira hora da visita à enfermaria dos cuidados especiais de Neurologia, já tinha arranjado maneira de explicar à equipa da urgência que tinha quatro netos. Tinha precisado as suas idades detalhadamente. E eu descobri que talvez haja uma coisa tão poderosa como ser mãe: as avós, parece-me, estão dispostas a renascer pelos netos.

E já agora, ainda que pela ordem inversa, vamos às apresentações: chamo-me Diana Ralha. Sou a mãe da Carolina, do António, da Aurora e da Isaura, diabretes deliciosos que são netos da Margarida Oliveira, a minha mãe.

[A minha mãe odeia literatura, abomina poesia e não vai ler esta crónica. Não faz mal: as mães nunca gostam de tributos, porque os filhos são o seu maior troféu, são a sua glória]

 IN "VISÃO"
24/10/15

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675.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"AÇORIANO ORIENTAL"

Florida executa homem que estava
 há 30 anos no corredor da morte

O estado norte-americano da Florida executou na quinta-feira um homem que estava no corredor da morte há 30 anos por ter matado quatro pessoas, incluindo a própria filha, de cinco anos de idade, em 1985. 
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Jerry Correll, de 59 anos, morreu por injeção letal às 19:36 (23:36 em Lisboa), segundo McKinley Lewis, porta-voz do Departamento Prisional da Florida.

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos da América indeferiu um pedido para a que a execução fosse suspensa.

Jerry Correll foi condenado à pena capital por ter matado a filha, a ex-mulher, a mãe e a irmã.
Trata-se da 25.ª execução nos Estados Unidos desde o início do ano.
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* 30 anos preso e depois é morto, não é execução é um  homicídio praticado pela justiça americana.

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101 INVENÇÕES

 QUE MUDARAM 
 O MUNDO


PARTE ÚLTIMA

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.
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1-HUMAN

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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Eto'o ajuda refugiados

Antigo jogador do Barcelona e do Inter apoia quem tenta fugir do Boko Haram.

As histórias de solidariedade escasseiam e os gestos de altruísmo também se tornam cada vez mais raros, mas ainda há no Mundo quem manifeste preocupação com o semelhante. É o caso do camaronês Samuel Eto'o, antigo jogador de Barcelona e Inter, agora a actuar nos turcos do Antalyaspor, cuja acção de apoio à fuga de muitas pessoas do terror das milícias terroristas da organização islamista do Boko Haram tem sido fulcral, segundo contou a CNN.
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Através de uma fundação, o futebolista ajuda a causa destes refugiados, possibilitando desse modo que se salvem vidas. "Vemos actos violentos como esses e parecemos impotentes", afirmou o atleta à cadeia norte-americana. "É preciso abordar o problema e encontrar soluções", resumiu.

E isso é o que o africano tem feito: com recurso à organização "Yellow Whistblower FC", Eto'o vai reunindo verbas que são depois aplicadas na ajuda aos necessitados nigerianos e camaroneses.

A imprensa espanhola, que fez eco desta história, recorda como ataques e atentados suicidas têm sido desencadeados, sobretudo na região noroeste da Nigéria, nos últimos meses. Além disso, desde 2009 calcula-se que 17 mil pessoas terão morrido por acção directa do Boko Haram.

* Só tem um nome, Humanidade!

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Deolinda Kinzimba

I have nothing

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VOICE - 3ª Temporada
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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"


Emitido comunicado sobre
. providência cautelar à Cofina 

Decisão impede publicação de elementos em segredo de justiça. 

O Tribunal da Comarca de Lisboa esclareceu esta sexta-feira que a providência cautelar de José Sócrates contra a Cofina "não proíbe a publicação de notícias", mas "apenas" a divulgação de elementos do processo em segredo de justiça. 
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Em comunicado e face a notícias recentemente publicadas, a juíza presidente do Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa precisa que a decisão, resultante do procedimento cautelar, proíbe "apenas" a publicação de elementos daquele processo cobertos pelo segredo de justiça. 

"Tal como não proíbe qualquer investigação jornalística ou a publicação de notícias sobre investigações jornalísticas anteriores, presentes ou futuras sobre o mesmo caso ou sobre os arguidos", acrescenta o comunicado da juíza Amélia Maria Correia de Almeida. 

A magistrada esclarece ainda que "a proibição decretada apenas reafirma o segredo de justiça, que ainda vigora relativamente a quem não intervém no processo de inquérito [Operação Marquês], limitando o acesso à informação nos exatos termos e com os limites que decorrem do regime de segredo de justiça". 

* Esclarecimento para acabar com especulações manhosas.

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TREINANDO AO AR LIVRE

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HOJE NO
"OBSERVADOR"
Contas do Estado omitiram benefícios
 e isenções fiscais de 490 milhões

O Tribunal de Contas volta a alertar para a omissão na conta geral do Estado de despesa fiscal (benefícios e isenções). Em 2013, as borlas fiscais por quantificar valiam 490 milhões de euros.

As contas do Estado continuam a omitir uma parte importante da despesa fiscal realizada, através de benefícios, isenções ou taxas de impostos reduzidas. De acordo com o Tribunal de Contas, a despesa fiscal subavaliada na Conta Geral do Estado de 2013 incide sobretudo nos impostos pagos pelas empresas: IRC, IVA e imposto de selo. Uma auditoria divulgada esta sexta-feira conseguiu detetar uma omissão de 490 milhões de euros na despesa fiscal relativa a esse ano.
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Só no imposto de selo a despesa fiscal subavaliada foi da ordem dos 370 milhões de euros. Os benefícios e isenções fiscais ao nível do IRC contabilizados ascenderam a 745 milhões de euros, mas o Tribunal não conseguiu quantificar neste imposto a despesa fiscal omitida no ano de 2013.

A auditoria considera que a quantificação feita pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) não resulta da inventariação completa e apropriada dos benefícios fiscais por imposto, com a respetiva justificação económica. A AT, tutelada pelo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, não regista a receita que deixa de receber por benefícios fiscais no sistema, tendo ainda sido identificada a falta de articulação entre o Fisco e a Direção-Geral do Orçamento.

Também os procedimentos de controlo vigentes “são ineficazes para assegurar a regularidade, correção financeira e adequada relevação orçamental da despesa fiscal”, quer no Orçamento do Estado, quer na Conta Geral do Estado.

Esta não é uma situação nova. Na análise à conta geral do Estado de 2012, o Tribunal já tinha detetado omissões na despesa fiscal da ordem dos mil milhões de euros. Em 2013, o valor omitido desce, também porque o montante de despesa fiscal baixa, para o valor de 1678 milhões de euros.

Na amostra analisada com mais detalhe pelo Tribunal de Contas, e que incidiu sobre benefícios e isenções fiscais de 305 milhões de euros, foram ainda detetadas anomalias no montante de 39 milhões de euros. 

A auditoria assinala que “as insuficiências e deficiências detetadas nos sistemas de informação e controlo da receita cessante por benefícios fiscais constituem verdadeiras limitações para a quantificação com rigor e para o exame e formulação de uma opinião de auditoria sobre a despesa fiscal”. Perante tais limitações, o Tribunal defende a tomada de ações corretivas necessárias para que essa perda de receita fiscal passe a ser revelada no Orçamento do Estado e na conta geral do Estado.

* As omissões propositadas do anterior governo para enganar os eleitores.

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RESOLVA


O PUZZLE


Halloween-ghosts


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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Sete mil cancros da mama identificados
. em 25 anos de rastreio

Iniciativa da Liga Portuguesa contra o Cancro começou em 1990

O programa de rastreio da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC), que arrancou em 1990 na região Centro, identificou 6.935 cancros da mama, num total de 2,8 milhões de mamografias a 900 mil mulheres, disse à agência Lusa a organização.
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Os resultados dos 25 anos do programa, que são apresentados no sábado, em Coimbra, permitem concluir que há uma "maior probabilidade" de mulheres que repetem a mamografia de apresentarem "lesões menos graves", sublinhou o membro da direção do núcleo regional do Centro da LPCC (NRC-LPCC), Vitor Rodrigues.

Segundo os dados a que a Lusa teve acesso, por cada mil mulheres rastreadas pela primeira vez, 62 são chamadas a uma consulta de aferição, 7,6 são encaminhadas para o hospital e quatro têm cancro.
Já nas mulheres que repetem o rastreio mamográfico, por cada mil 21 são chamadas a uma consulta de aferição, 4,1 são encaminhadas para o hospital e 2,8 têm cancro.

A repetição da mamografia resulta num diagnóstico do cancro da mama "mais precoce", o que leva a "um tratamento menos agressivo e a uma maior potencialidade de controlo", explanou.
Apesar dessa constatação, Vitor Rodrigues afirmou que, quer num caso quer noutro, a maioria dos tumores detetados são de pequena dimensão.

Cerca de 80% dos tumores detetados nas mulheres que repetem o rastreio têm pequena dimensão (até 15 milímetros) e 78% não apresentam extensão para os gânglios linfáticos, sendo que nas mulheres rastreadas pela primeira vez essa percentagem é um pouco mais baixa (75% dos tumores têm pequena dimensão e 72% não apresentam extensão para os gânglios), acrescentou.

O programa de rastreio da LPCC começou em 1990 na região Centro, em 1997 estendeu-se ao Alentejo e parte do distrito de Santarém, através do núcleo regional do Sul, e em 1999 começou a ser realizado pelo núcleo regional do Norte e na Madeira, através do Governo Regional.

O rastreio realiza-se também nos Açores, desde 2008, e no Algarve, desde 2005.

De acordo com Vitor Rodrigues, desde o início do projeto que se registou um aumento das mulheres que procuram o programa.

"No início, abrangíamos perto de 40%. Neste momento, abrangemos 65% das mulheres" em idade rastreável (dos 45 aos 69 anos) nos territórios em que o programa está implementado, frisou.
Para o também professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, "há, sem sombra de dúvida, uma maior sensibilização e um interiorizar por parte das pessoas de que têm de tomar conta da sua saúde".

Os resultados vão ser apresentados no sábado, no Hotel Quinta das Lágrimas, em Coimbra, no âmbito da sessão comemorativa de 25 anos do programa de rastreio da LPCC.

* De 30/10 a  01/11 efectua-se um peditório a favor da LPCC, imprescindível contribuir.

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II- LIÇÕES NÃO APRENDIDAS
1.CHUMBO VITAL

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* Os três episódios anteriores focavam os perigos do AMIANTO


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HOJE NO
"RECORD"

Filipe Toledo conquista a prova 
TERCEIRO TRIUNFO DA TEMPORADA

O brasileiro Filipe Toledo venceu hoje a etapa portuguesa do circuito mundial de surf, alcançando a terceira vitória da temporada e da carreira, ao impor-se na final, em Peniche, ao compatriota Ítalo Ferreira.
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Filipe Toledo regressou aos triunfos no Moche Rip Curl Pro Portugal, da 10.ª e penúltima etapa do circuito, depois de ter vencido em Gold Coast, na Austrália, e no Rio de Janeiro, no Brasil, ao somar 17,83 pontos (10 e 7,83), contra 17,13 (7,2 e 9,93) do compatriota.

Com este triunfo, Toledo subiu do sexto para o segundo lugar do 'ranking', a 200 pontos do australiano Mick Fanning, que manteve a liderança apesar de ter sido eliminado na terceira ronda pelo 'wild-card' português Frederico Morais.

Toledo foi o protagonista da única nota '10' do campeonato, no 'heat' decisivo diante de Ítalo Ferreira, que se estreou em finais após eliminar o também 'wild-card' luso Vasco Ribeiro, nas meias-finais. O campeão do mundo de juniores foi o melhor dos três 'wild-cards' portugueses presentes, terminando a competição no terceiro lugar, à frente de Frederico Morais, quinto colocado após 'cair' nos quartos de final diante do norte-americano Brett Simpson, enquanto Tiago Pires perdeu diante do brasileiro Adriano de Souza, na segunda ronda.

O título mundial vai ser encontrado no Billabong Pipe Masters, da 11.ª e última etapa do circuito, a disputar entre 08 e 20 de dezembro, no Havai, onde vão chegar seis surfistas com possibilidade de conquistar o cetro, casos de Fanning (49.900), Toledo (49.700), Souza (49.350) e os australianos Owen Wright (43.600) e Julian Wilson (41.450).

Ranking mundial após o Moche Ripcurl Pro Portugal:

1. Mick Fanning
2. Adriano De Souza
3. Filipe Toledo
4. Gabriel Medina
5. Ítalo Ferreira

* Toledo é um campeão mas Vasco Ribeiro  ficou em 3º lugar, é de valente.

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