terça-feira, 27 de outubro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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2.BELAS DO ORIENTE















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GRANDES LIVROS/15

AUTORES DO MUNDO


4-NADA DE NOVO 

NO FRONT


ERICH MARIA

REMARQUE




* Depois de treze importantes AUTORES PORTUGUESES segue-se uma série de AUTORES DO MUNDO, livros que o tempo não faz esquecer.



** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


*** FONTE: GREAT BOOKS

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

Cuba dececionada com voto contra de
. EUA e Israel ao fim do embargo na ONU

O ministro de Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodriguez Parilla, manifestou hoje a sua deceção pelo voto contra dos Estados Unidos ao fim do embargo à ilha, numa votação histórica realizada hoje na Assembleia-geral das Nações Unidas.
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A REALIDADE EM HAVANA
"Sinto-me dececionado com o voto dos EUA. Há poucas horas o governo dos EUA votou contro o fim do bloqueio. A fundamentação que apresentou na Assembleia-geral resulta francamente insubstancial", declarou Parilla aos jornalistas.

O resultado da votação foram 191 votos favoráveis, nenhuma abstenção e dois votos contra (Estados Unidos e Israel).

O embargo imposto pelos EUA é um dos mais longos da humanidade e foi decretado a 07 de fevereiro de 1962.

O ministro cubano disse que esperava encontrar um voto consistente com as obrigações jurídicas internacionais dos Estados Unidos.
"Isso não ocorreu hoje e resulta dececionante", admitiu.
Parilla reclamou que as justificações para o voto contra da delegação americana não apresentaram fundamentos no ponto de vista do poder Executivo de introduzir modificações reais à aplicação do bloqueio.

O discurso americano na Assembleia-geral da ONU reconhece os progressos em matéria diplomática alcançado nos últimos meses e reafirma o engajamento do Presidente Barack Obama no debate com o Congresso para o fim do bloqueio.

"Em essência, a explicação resulta profundamente contraditória e inconsistente com a nova política anunciada", criticou.

Nas palavras do governante cubano, a comunidade internacional expressou "praticamente de forma unânime" o seu apoio ao levantamento do bloqueio económico.

Parilla definiu o embargo como uma política obsoleta que causou "consideráveis danos humanos e económicos ao povo cubano".

O embargo ainda adquire uma dimensão humanitária, destacou, ao ser uma "violação maciça, flagrante e sistemática dos direitos humanos de todos os cubanos".

Parilla disse ainda que o bloqueio contra Cuba é um "ato totalmente unilateral" dos EUA e sustentou que esta política prejudica o interesse nacional dos americanos.

O ministro cubano reclamou, por outro lado, que passados 10 meses, desde 17 de dezembro de 2014, quando foram retomadas as relações entre o líder Raúl Castro e Barack Obama, o Congresso dos EUA ainda não aprovou nenhuma emenda ou legislação dirigida a eliminar o bloqueio.

"Inclusive, foram introduzidas propostas de legislação no Congresso americano destinadas a reforçar a aplicação de alguns aspetos do bloqueio ou impedir o Presidente dos EUA de utilizar poderes executivos para modificar a sua aplicação", declarou Parilla.

Nas palavras de Parilla, Cuba nunca aplicou nenhuma "medida discriminatória" contra companhias e homens de negócios americanos.

"Nunca levantou o menor obstáculo contra investimentos ou comércio com os EUA. Cuba não impede, se não que favorece as visitas dos cidadãos norte-americanos".

Castro e Obama já se reuniram duas vezes desde a retoma das relações, em dezembro de 2014. O primeiro encontro foi em abril, na Cimeira das Américas, no Panamá. A última vez em que os dois presidentes se viram foi a 29 de setembro à margem da Assembleia Geral da ONU.

Em 10 meses, os países reabriram as embaixadas em Havana e Washington e relaxaram restrições de viagens.

* Hipocrisia inconsistente. Uma coisa é a ditadura cubana outra é o povo cubano, o levantamento do embargo beneficiaria o povo.


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III-OLHO DE 
HÓRUS


1- A ESFINGE, A GUARDIÃ

 DO HORIZONTE



O documentário apresenta a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencente à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direcção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.

Seu objectivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência dos egípcios através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, os sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda "existia" o continente perdido da Atlântida.

A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus.

Para os antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através da acumulação de experiências ao longo de 700 "reencarnações", o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poder-se-ia  transformar  num super-homem,  um sábio imortal.

Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:
Capítulo 1: A Escola dos Mistérios.
Capítulo 2: O Senhor da Reencarnação.
Capítulo 3: A Esfinge, Guardiã do Horizonte.
Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 7: O Amanhecer da Astronomia.
Capítulo 8: O Caminho da Compreensão.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.


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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"
Saiba tudo o que pode mudar 
nas leis do trabalho

Durante o período de assistência financeira foram várias as alterações à lei laboral, dirigidas ao sector privado ou à Função Pública. Com o novo cenário político, há medidas que podem ficar pelo caminho ou ser revertidas.

1 - Renovações extra dos contratos a prazo caem
A renovação extraordinária dos contratos a prazo não estava no memorando assinado com a ‘troika’ mas o Governo decidiu avançar com a medida logo em 2012. A partir dessa altura, os contratos a prazo podiam ser renovados mais duas vezes com limite de 18 meses. 
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Depois, em Novembro de 2013, o Governo aprovou mais duas renovações com limite de 12 meses. O prazo termina no próximo dia 8 de Novembro e, dada a inexistência de uma lei no Parlamento que volte a prolongar a medida, significa que a partir daí vigora a lei ‘normal’, sem renovações: os contratos duram no máximo três anos, sendo permitidas três renovações.

2 - Salário mínimo pode ficar congelado
O valor do salário mínimo esteve congelado desde 2011 e durante o programa de ajustamento. Com a saída da ‘troika’, o Governo PSD/CDS iniciou negociações com os parceiros sociais e, em Outubro de 2014, o salário mínimo subiu dos 485 euros para os 505 euros. O acordo é válido até Dezembro de 2015. Porém, o valor poderá manter-se por mais uns tempos, dada a instabilidade política. O valor a definir é da competência do Governo e o Parlamento pode depois pedir a sua apreciação e alterá-lo ou chumbá-lo. No programa eleitoral, o PS não se compromete com valores e o PCP defende a subida para 600 euros já em 2016. Este é um dos pontos que está a ser negociado entre PS, PCP e BE.

3 - Reposição dos feriados 
O Governo PSD/CDS eliminou quatro feriados mas o PS já anunciou que quer repor, pelo menos, dois deles: o 1º de Dezembro e o 5 de Outubro. Aliás, os socialistas avançaram com um projecto-lei neste sentido na sexta-feira passada (ver pág. 40). BE e PCP defendem a reposição dos quatro feriados.

4 - 35 horas semanais na Função pública
Em Setembro de 2013, o horário de trabalho dos funcionários públicos passou a ter por regra as 40 horas semanais contra as anteriores 35. Entretanto, as autarquias começaram a negociar acordos com os sindicatos para voltarem às 35 horas, mas o Governo entendeu que esses acordos não eram válidos por faltar a intervenção do Executivo. Mas muitas câmaras - incluindo a de Lisboa, presidida por António Costa na altura - mantiveram as 35 horas, alegando que o Governo estava a mexer com a autonomia do poder local. O Tribunal Constitucional veio dar razão às autarquias e os acordos estão agora a ser publicados. Mas na administração central mantêm-se as 40 horas como regra. No programa eleitoral do PS consta o regresso às 35 horas semanais como regra para a Administração Pública. BE e PCP defendem o mesmo para todos os trabalhadores.

5 - Revisão do regime de requalificação
Uma das muitas medidas de austeridade dirigidas para a Função Pública no tempo da ‘troika’ foi a alteração às regras da mobilidade especial, que passou a designar-se regime de requalificação. Os cortes nos salários para estes trabalhadores agravaram-se e passou a ser possível despedir funcionários com vínculo mais recente ao Estado. No Parlamento, o PS chegou a avançar com uma proposta que previa o regresso ao regime antigo (de José Sócrates), mas foi chumbada. No programa eleitoral dos socialistas está prevista a revisão da requalificação. 

* A ver vamos como diz o cego.

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VIII-CIDADES 
OCULTAS

5 - NEW YORK

SOCIEDADES SECRETAS



ÚLTIMO EPISÓDIO

* Por um lamentável lapso iniciámos a semana passada um documentário sobre a cidade de Londres sem que tivéssemos terminado o da cidade de New York. Para colmatar esta falha inserimos neste post o episódio em falta repetindo em simultâneo  o da capital do Reino Unido.
No entanto também inserimos o episódio acima no dia 20/10/15, para respeitar a sequência.
Apesar do erro ser involuntário apresentamos as nossas desculpas



IX-CIDADES 
OCULTAS

1 - LONDRES



CIDADE SANGRENTA




 * As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Venezuela exige 7,9 milhões ao BES
. Empresas recorreram à Justiça.

 Sete empresas venezuelanas que compraram dívida da Rioforte avançaram com duas ações judiciais na Venezuela contra o BES e o Novo Banco: uma para anularem a venda dos produtos e reaverem 7,9 milhões de euros; outra, já com decisão favorável de um juiz, para o arresto de imóveis do banco naquele país. 
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COMPREENDE-SE
No documento que pede a anulação dos contratos, a que o CM teve acesso, os advogados dos investidores venezuelanos defendem que "em março, abril e maio de 2014" – antes da queda do GES, mas já depois de terem sido descobertos os 1,3 mil milhões de euros de dívida não contabilizada na ESI – "o BES dedicou-se ativamente a promover na Venezuela a venda de produtos financeiros que consistiam em obrigações emitidas por duas entidades relacionadas com o banco: a ESI e a Rioforte". As sete empresas aceitaram subscrever dívida da Rioforte a 2 de maio de 2014. 

"No momento em que os agentes do BES faziam na Venezuela a promoção e colocação desses produtos", existiam já duas questões que eram conhecidas pelo BES: "a existência de uma ordem expressa do Banco de Portugal que proibia o BES de vender produtos financeiros emitidos pelo GES; a existência de um relatório da KPMG que revelava já que o GES "estava numa situação financeira grave e tinha incorrido em irregularidades contabilísticas importantes", entre as quais a "ocultação de passivo e a sobrevalorização de ativos", argumentam os advogados. 

No entender dos representantes legais dos investidores venezuelanos, "o BES vendeu de forma fraudulenta e dolosa" dívida do GES, ocultando "os verdadeiros riscos das ditas obrigações e a verdadeira situação financeira do emissor". 

* Mais uma para a colecção das vigarices.

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MIGUEL MARTINS

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A mentira da
 NOS, MEO e Vodafone

Não, não temos o território todo coberto por rede móvel, muito menos 3G ou 4G, longe disso

Por mais triste que seja, infelizmente não há nenhuma operadora de rede móvel que fique de fora desta enorme mentira, continuadamente divulgada em campanhas de marketing e publicidade, perto das quais a propaganda é uma menina de coro.

Trata-se da insistência em sublinhar que a rede móvel cobre o país inteiro. É mentira. As operadoras sabem-no, nós, cidadãos e consumidores, sentimo-lo na pele cada vez mais. A mensagem "sem serviço" ou as quebras de chamadas de telemóvel sempre nos mesmos locais, inclusive bem no centro de Lisboa e Porto, por exemplo, são provas disso.

No entanto, quando saímos das grandes cidades a desgraça é total. Há um exercício simples para o comprovar: viajar de carro ou comboio entre Lisboa e Porto, ou vice-versa, não usar o Wi-fi (caso vá num Alfa) e ver quantas centenas de quebras de rede há numa distância de pouco mais de 300 quilómetros, isto num país com 560 de comprimento e 220 de largura.

O mesmo exercício feito para o sul ou para o interior tem resultados iguais. Isto torna-se patético quando campanhas de marketing umas atrás das outras apostam em publicidade enganosa diariamente.

Não, não temos o território todo coberto por rede móvel, muito menos 3G ou 4G, longe disso. Nem a Anacom pode fazer valer os nossos direitos, pois as operadoras têm bem assimilados os malabarismos jurídicos para arrastar as queixas até prescreverem ou descerem as multas para valores ridículos. Sempre com o à vontade dos mentirosos profissionais.

IN "FLASH VIDAS"
23/10/15

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672.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
  "OBSERVADOR"
Dez maiores garantem 20% das exportações. 
Duas são da Volkswagen

Dez empresas portuguesas foram responsáveis por 20,4% das exportações nacionais no ano passado. E entre essas empresas há cinco que estão ligadas ao setor automóvel e componentes. Duas pertencem ao grupo Volkswagen, o fabricante alemão que está envolvido no escândalo da manipulação de emissões poluentes.
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EXPORTADOS/1
O Instituto Nacional de Estatísticas (INE) divulgou esta terça-feira um destaque sobre as empresas que protagonizam o comércio internacional onde revela que um quinto do valor exportado no passado foi transacionado pelas dez maiores empresas. O INE não revela os valores associados a cada exportadora, mas em resposta ao Observador, enviou a lista das dez maiores exportadoras por valor exportado:
  1. Petrogal (refinarias da Galp)
  2. Autoeuropa
  3. Portucel Soporcel
  4. Continental Mabor
  5. Repsol Polímeros 
  6. Volkswagen Aktiengesellschaft
  7. Delphi Automotive Systems
  8. Philip Morris (Tabaqueira)
  9. Bosh Car Multimedia
  10. SN Seixal – Siderurgia Nacional                                                                                                                       
Entre estas empresas, há cinco que estão ligadas à indústria automóvel. Para além das duas sociedades do construtor alemão Volkswagen, onde se destaca a fábrica de Palmela que no ano passado foi o segundo maior exportador, há mais três empresas ligadas ao setor: a Continental Mabor que fabrica pneus, a Delphi Automotive Systems e a Bosh Car Multimedia, duas unidades de produção de componentes para a indústria.

O grupo VW, a Continental e a Bosh são empresas alemãs. Aliás, a Alemanha foi o principal cliente das grandes empresas portuguesas no ano passado, absorvendo 19,6% do valor exportado. Seguiram-se a Espanha e os Estados Unidos.

Mesmo sem considerar o peso setorial, o INE diz que os números “evidenciam uma significativa concentração do valor num número limitado de empresas”. No ano passado, cinco exportadoras foram responsáveis por 16,5% das exportações, enquanto as 10 maiores responderam por 20,4% do valor exportado. O INE revela ainda que se verificou alguma redução no nível de concentração das exportações face ao período de 2010 a 2013, mas foi pouco significativa.

O grau de concentração é ainda mais elevado nos mercados fora da União Europeia onde as cinco maiores exportadoras foram responsáveis por 23% das vendas. Esta dependência de poucas empresas foi aliás visível em 2014, ano em que a paragem para manutenção da refinaria de Sines provocou um susto na evolução das exportações no primeiro semestre.
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EXPORTADOS/2
A lista das exportadoras é liderada, sem surpresas, pela Galp Energia cujas vendas de gasolina para os Estados Unidos e, mais recentemente, de gasóleo para Europa representam entre 7% a 10% das exportações nacionais. Segue-se o grupo de pasta e papel Portucel Soporcel. Estas duas empresas são as únicas do Top 10 que têm como maior acionista um investidor português: Américo Amorim na Galp e Pedro Queiroz Pereira na Portucel.

O resto da lista é dominado por empresas industriais que são controladas por investidores estrangeiros como a Tabaqueira da Philip Morris e a Siderurgia, e por operações portuguesas de multinacionais. É o caso das empresas do setor automóvel e a Repsol Polímeros com atividade em Sines que faz parte da área química da petrolífera espanhola.

As 500 maiores empresas concentraram dois terços do valor exportado por Portugal no ano passado.


Retalho automóvel e alimentar dominam importações
Algumas das maiores exportadoras estão também na lista das empresas que mais importaram no ano passado, como a Galp que lidera a lista, e a Autoeuropa. Isto porque a matéria-prima (petróleo) ou equipamentos (partes de automóvel) usados por estas indústrias são produzidos fora de portas. Eis a lista das dez maiores importadoras.
  1. Petrogal 
  2. Galp Gás Natural
  3. Volkswagen Autoeuropa
  4. Pingo Doce
  5. SIVA (representante do grupo Volkswagen)
  6. Modelo Continente
  7. Lidl
  8. Mercedes Benz
  9. Repsol Polímeros
  10. Peugeot Citroën                                    
O grau de concentração nas importações é mais baixo. As cinco maiores importadoras foram responsáveis por 7,5% dos valores comprados ao exterior. As dez maiores representaram 11,8% das importações. O nível de concentração é maior nas importações fora da União Europeia. O maior fornecedor das cinco principais importadoras foi Angola, seguida da Espanha e da Alemanha, o que indicia que a principal compra terá sido petróleo.


Duas em cada três exportadoras só vendem para um mercado
Para além da grande concentração das exportações, o INE revela ainda que a esmagadora maioria das empresas que vende lá para fora, 69,3% apenas exporta para um mercado. Ou seja, duas em cada três empresas têm apenas um país como destino.
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EXPORTADOS/3
Esta realidade é ainda mais forte nas exportações para a União Europeia, onde 85,6% das empresas têm só um mercado. No entanto, estas sociedades representam apenas 7,6% do valor exportado. As empresas mais diversificadas, com pelo menos 20 mercados, concentram o maior peso no valor exportado, que corresponde a 42,4%.

* Não sabemos se dá para ficarmos contentes com os números expostos nesta vitrina, infelizmente há uma exportação superior às da lista, fomentada pelo governo e que traz prejuízos incalculáveis no presente e também no futuro, chama-se massa crítica, isto é cabeças que pensam, a quem Passos Coelho e acompanhantes de luxo, custam-nos um dinheirão, deram um chuto no cú!

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52-BEBERICANDO

SHOTÃO


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 I - PÁTRIA JURÁSSICA
8-QUANDO OS DINOSSAUROS
REINAVAM NA TERRA


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
Eurodeputados suspensos e multados
 por apologia nazi

Saudação nazi de italiano e polaco castigada pelo Parlamento Europeu O Parlamento Europeu (PE) ratificou hoje uma multa e uma suspensão de dez dias de atividade parlamentar a um eurodeputado italiano e outro polaco por apologia do nazismo, nomeadamente por terem feito a saudação nazi na sessão plenária. 
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DEPUTADO NAZI
As sanções contra o italiano Gianluca Buonanno e o polaco Janusz Korwin-Mikke tinham já sido decididas no dia 14 e foram hoje ratificadas pela Mesa do PE, composta pelo presidente, Martin Schulz, e os 14 vice-presidentes.

A suspensão de atividade parlamentar por dez dias consecutivos não inclui o direito a votar em plenário e os eurodeputados têm ainda que pagar uma multa de 3.060 euros.

O eurodeputado polaco fez a saudação nazi na plenária de julho em protesto contra uma proposta de bilhete de transporte europeu e em setembro referiu-se aos migrantes como "lixo humano".

Já o italiano decidiu vestir, no dia 06, uma camisola com a cara da chanceler alemã, Angela Merkel -- que interveio na plenária juntamente com o Presidente francês, François Hollande -, misturada com imagens de Hitler e fez também a saudação nazi.

* Em Estrasburgo um deputado europeu compra por 3060 aéreos o direito a ser nazi, em Portugal mil euros de dívida ao fisco dá para arrestar bens, JUSTIÇA!

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Joana Melo

Ó gente da minha terra


VOICE - 3ª Temporada
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HOJE NO
"RECORD"

Canhão volta a disparar na Praia do Norte

Enquanto em Peniche se aguarda pelos heats finais do Moche Rip Curl Pro Portugal, o brasileiro Pedro Scooby e companhia – e que companhia! - “divertiam-se” nas ondas da Nazaré. Sim, porque para este surfista carioca e amigos ondas de 18 metros são pura diversão. “Bem humorado e surfista de vocação”, como se descreve, Scooby é um dos amantes de ondas grandes que tem sempre Portugal como destino de eleição. 
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Hoje, na Praia do Norte, junto ao Canhão da Nazaré, fez-se acompanhar, como é hábito, dos brasileiros Carlos Burle, Maya Gabeira, Edílson Assunção (mais conhecido como Alemão de Maresias), o franco-brasileiro que reside na Ericeira Eric Rebiere e ainda o alemão Sebastian Steudtner.

“Pensámos que o surf não ia rolar. Mesmo assim, a nossa equipa reuniu-se logo pela manhã e decidimos arriscar. Estavam ondas muito grandes, mas também muito vento, decidimos juntar-nos e acabei por ser o primeiro a agarrar o cabo e lá fui... apanhei três ondas”, começa por contar.

Pedro Vianna, como afinal se chama este “Scooby”, é um dos principais nomes da nova geração do freesurf brasileiro. Avesso às competições, é feliz nas ondas grandes. “O tempo de surf foi curto, as ondas tinham cerca de 60 pés [18 metros], sólidas. Na terceira onda tive sorte, era uma onda mais lisa e não havia quase ninguém na água. O Carlos Burle conduzia a mota de água que puxava o meu cabo. Foi muita sorte conseguir apanhar a maior onda deste primeiro dia com swell na Nazaré, nesta temporada e deixou-me desde já mais confiante. Depois, a minha prancha está boa, o equipamento está bom e isso deixa-me feliz”, diz ainda.
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“Minha vida é temperada por ondas grandes e grandes amigos. Quem atravessa o mundo inteiro atrás de uma única onda, faz isso porque gosta, né? Não tenho medo de arriscar, muito menos de ser feliz”, lê-se na sua página de Facebook. E por isso, faz-se sempre acompanhar da sua equipa. Deste “team” faz também parte a brasileira Maya Gabeira, que em 2013 sofreu um acidente numa onda ali mesmo, na Praia do Norte, e quase perdeu a vida.

De volta a Portugal, pela primeira vez depois daquele dia, desta vez Maya ficou a apoiar Scobby. “Só ele é que surfou hoje, eu fiquei no resgate com o 'Alemão'. O Burle ficou a puxar o Scooby. A onda tinha entre 40 a 60 pés e o mar estava muito mexido. Decidimos sair da água quando começou a tempestade, mas foi bom para treinar e testar todo o sistema de segurança”, avançou.
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Depois desta manhã de surf na Nazaré, seguiram para a Papoa, em Peniche, bem mais perto da ação da etapa portuguesa do mundial de surf. A equipa está pronta para a ação. E aguarda agora que o canhão continue a disparar.

* Portugal é uma belíssima onda só o governo é flat, sem ponta por onde se pegue.

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DANÇA DO VENTRE


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Alimentos embalados em cartão
. potencialmente cancerígenos

A maioria dos alimentos que são embalados em cartão, por vezes fabricado com materiais reciclados, podem apresentar graves riscos para a saúde, porque o conteúdo pode estar contaminado por hidrocarbonetos ou derivados do petróleo, segundo um estudo divulgado esta terça-feira.

O estudo - apresentado em Paris pela organização de defesa do consumidor e da qualidade alimentar Foodwatch - foi realizado em três países (França, Alemanha e Holanda) e consistiu na análise de mais de uma centena de produtos europeus.


A investigação revelou que muitos dos produtos eram potencialmente cancerígenos e suscetíveis de provocar perturbações no sistema endócrino e alterações genéticas.

Segundo a Foodwatch, 43% dos produtos analisados nos três países estavam contaminados por hidrocarbonetos aromáticos derivados de óleos minerais, que são substâncias cancerígenas, mutagénicas ou tóxicas.
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EMBALAGEM VENENOSA?
Entre os três países, a França foi aquele que verificou os resultados mais preocupantes, com seis produtos compostos em 60% por óleos minerais da categoria mais perigosa, segundo aquela organização não-governamental (ONG).

Para a diretora de comunicação da Foodwatch França, Ingrid Kragl, "os hidrocarbonetos que contém estas embalagens são potencialmente cancerígenos e os responsáveis da indústria agroalimentar e as autoridades fecham os olhos perante o problema".

O estudo revelou também uma grande incidência de hidrocarbonetos saturados, muito prejudiciais para os seres humanos e que foram encontrados em 83% dos produtos analisados.

Segundo explicou o presidente da Rede de Saúde Ambiental, André Cicolella, também em declarações aos jornalistas em Paris, o processo de contaminação pode ocorrer nas diversas etapas a que um produto é submetido: linha de produção, embalamento, armazenamento e transporte.

André Cicolella, toxicologista especializado na avaliação de riscos sanitários, pediu às autoridades para atuarem face a esta "situação de crise sanitária" através de uma regulamentação séria.

A associação Foodwatch já tinha alertado para este problema num artigo publicado em 2011 numa revista francesa, mas na altura "os ministérios da Saúde, da Agricultura e da Economia distribuíram culpas entre eles, sem resolver nada", lamentou Ingrid Kragl.

A Foodwatch defende que as autoridades governamentais, os produtores, os fabricantes e a indústria agroalimentar devem concertar medidas para eliminar este problema.

Acrescentar uma embalagem extra entre os alimentos e o cartão, que consiga isolar os alimentos das substâncias tóxicas, ou a criação de materiais de embalamento mais eficazes e seguros são algumas das possíveis soluções recomendadas pela organização.

De forma a promover esta causa e para pressionar as autoridades competentes, a Foodwatch lançou uma petição na sua página na Internet.

* Em Portugal não há problemas desses o único culpado de tudo é o BIFE VERMELHO, ainda lhe vão chamar "BIFE COMUNA", porque pizzas, comida portuguesa take away, comida chinesa e até os pastéis de Belém são embalados no mais virginal cartão, colhido da árvore, a "cartoneira".


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M I L I T Á R I A

















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