segunda-feira, 19 de outubro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 1-FELICIDADE
Prof. Clóvis de Barros Filho

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5-DANCE


GYMNASTIC


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ATLETAS DA FEDERAÇÃO ROMENA DE GINÁSTICA


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Professores chegam a fazer 
200 km para dar aulas

Todos os anos, milhares de professores mudam de residência ou percorrem centenas de quilómetros, dia a dia, para trabalhar.

Não há números oficiais sobre as deslocações, mas Mário Nogueira, secretário-geral da Frenprof, garante que são às centenas as situações "dramáticas na educação".
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Desde casais com filhos a viver separados, a docentes que saem de casa às 5 da manhã para começarem a lecionar às 8.45 horas. Ser professor parece ser cada vez mais, de acordo com as associações que os representam, uma profissão "desgastante e dispendiosa".

"Há uma ideia de que muitos professores estão desempregados porque não querem ir trabalhar para longe de casa, mas isto é completamente falso", frisou Mário Nogueira.

 * Esta vida de professor/caixeiro viajante tem mais de vinte anos, nenhum governo do centro-direita ou do centro-esquerda, a diferença é mínima, tratou sériamente esta desumanidade.


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MINUTOS DE


CIÊNCIA/71


PROBLEMA VIRAL

DO VIETNAME


ORDEM DAS OPERAÇÕES ARITMÉTICAS

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HOJE NO
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Galp começa a partilhar oleoduto 
com concorrência em Março

A petrolífera nacional abre as portas do oleoduto entre Sines e Aveiras e o parque de armazenagem de combustíveis no primeiro trimestre do próximo ano.
A Galp vai abrir as portas de algumas das suas infra-estruturas à concorrência a partir de Março. A energética é a maior accionista da CLC, empresa que gere o oleoduto entre Sines e Aveiras e o parque de armazenagem de combustíveis, também em Aveiras. Além da Galp (65%), a Repsol (15%), a BP (15%) e a Rubis (15%) também se encontram no capital da empresa.
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Estas alterações inserem-se no âmbito da nova lei de bases do sector petrolífero aprovada em Agosto e publicada esta segunda-feira, 19 de Outubro, em Diário da República.

Desta forma, a CLC deve "permitir o acesso" às infra-estruturas "através de uma solução negociada, em condições técnicas e económicas não discriminatórias, transparentes e objectivas, aplicando preços que devem tornar públicos".

Nas alteração ao decreto-lei, o Governo impõe que a CLC deve comunicar à Entidade Nacional para o Mercado de Combustíveis (ENMC) no prazo de 30 dias os "pedidos de acesso às suas instalações, os contratos estabelecidos, os preços praticados, os termos de utilização das instalações".

A CLC deve também apresentar anualmente ao regulador a "metodologia tarifária a aplicar, incluindo os vários tipos de desconto a praticar, o sistema de acesso de terceiros às suas instalações e o plano anual de investimento.

O Governo justifica as alterações na lei de bases do sector petrolífero para "promover a concorrência e a assegurar a adequada satisfação das obrigações de serviço público, designadamente a segurança, a regularidade e a qualidade do abastecimento e a protecção dos consumidores".

Ao mesmo tempo, destaca que a abertura destas infra-estruturas vai ser "determinante para melhorar o funcionamento do sector, pois as regras acerca da "transparência e não discriminação no acesso às grandes instalações petrolíferas, nunca chegaram a ser densificadas e, consequentemente, implementadas".

Por isso, declara de "interesse público as grandes instalações petrolíferas existentes que, pela sua capacidade e localização, se revelam de uma importância estratégica para o mercado petrolífero e para a segurança do abastecimento nacional, devendo, por isso, permitir o acesso aos operadores de acordo com determinadas condições agora concretizadas".

* Já repararam que a Galp e o governo estão muito bonzinhos e democráticos...

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XII-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


4- O HINDUÍSMO


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
  "DESTAK"
Mais de 75% da população mundial 
não tem acesso a drogas contra a dor

Mais de 75% da população mundial tem pouco ou nenhum acesso a analgésicos opioides para tratar a dor, incluindo mulheres em trabalho de parto ou doentes de cancro, criticou hoje na Malásia a Comissão Global de Políticas sobre Drogas. 
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"Cerca de 5.500 milhões de pessoas têm pouco ou nenhum acesso a analgésicos opioides, em particular à morfina, o que resulta em dor e sofrimento evitáveis em todo o mundo", indica o relatório "O impacto negativo do controlo de drogas na saúde pública: a crise global da dor evitável", apresentado pela comissão numa conferência internacional em Kuala Lumpur.

"Os doentes terminais de cancro, em fase terminal de VIH e as mulheres em trabalho de parto, que sofrem de dor extrema, estão entre os grupos mais afetados", refere o documento. 

* Quem  já passou por dor física brutal, já teve vontade de morrer. A carência das drogas devia crimininalizar os governantes.

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ANTÓNIO BARRETO

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Situação excelente, 
mas não desesperada

Já sabíamos que os partidos nas últimas eleições não afirmaram simpatia pelos adversários, antes pelo contrário, elevaram o insulto à categoria de joalharia. Também sabíamos que na hipótese de uma possível ausência de maioria absoluta nenhum se predispôs a uma coligação ou viabilização de governos alheios. Lembramo-nos ainda dos partidos que revelaram com orgulho que votariam contra qualquer governo ou orçamento que não fossem os deles. Recordamos finalmente a virulência dos ataques do PCP e do Bloco contra o PS.
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Desde o dia seguinte às eleições, cada um inventou a sua maioria de fantasia: do bloco central (69%), de esquerda (62%) e de quase todos contra a extrema-esquerda (81%). Como é evidente, todas essas maiorias são artificiais: não se pode considerar uma maioria uma aliança não previamente anunciada nem sequer indiciada. Nenhuma maioria se exprimiu realmente contra nem a favor do governo ou da esquerda. Quer isto dizer que se está a trabalhar com despojos e programas de circunstância em nome de exigências práticas. Nesse sentido, o Presidente Cavaco Silva errou ao designar um "procurador" em vez de um "formador". Contribuiu para a criação deste tempo alucinado que vivemos. Ele também não pode, aliás, exigir que lhe garantam antecipadamente o apoio parlamentar a um governo. Isso só se sabe no Parlamento. Bem sei que é uma ficção, mas, em princípio, os deputados são livres de votar como entendem. E como tal devem ser tratados.
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Havia soluções simples e compreensíveis. Por exemplo, o partido mais votado, PSD, convidava o segundo partido mais votado, PS, para uma "grande coligação" de governo e um "compromisso histórico" que permitissem a saída do ciclo de austeridade, o início de um período de desenvolvimento e a preparação de projectos de investimento. Teríamos assim um governo formado pelas duas forças com mais representatividade: o PSD, o partido que mais fez pelo combate à bancarrota; e o PS, o que com mais equilíbrio lutou contra os exageros da austeridade. Esta solução não foi desejada pelo PSD nem pelo PS. Tudo fizeram para a tornar impossível. Por motivos menores, por ambição e por sofreguidão. Estes dois partidos ficam responsáveis pelo que se segue. Instabilidade, agitação social, algazarra, fuga de capitais, estagnação do investimento, deriva na administração pública e desordem na justiça.
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Seria bom que se visse nos programas do PCP e do Bloco o que estes partidos pretendem do futuro de Portugal, da democracia em geral, da democracia avançada em particular, da União Europeia, do euro, da NATO, da iniciativa privada, do investimento internacional, do endividamento externo, da negociação da dívida... O PCP, que já derrubou dois governos socialistas, foi durante quarenta anos um seguro de vida da direita. A impossibilidade genética de aliança dos socialistas com os comunistas dava, sem justa causa, uma "folga" aos partidos de direita. Mas era, do ponto de vista da democracia, razoável. Na verdade, o PCP não faz parte das soluções democráticas. O PCP integra o sistema democrático pela simples razão de que a democracia é o regime de todos, incluindo dos não democratas. Essa é a força da democracia, por vezes a sua fraqueza. Mas o PCP nunca deu provas de considerar a democracia algo mais do que uma simples transição para o regime comunista, através de uma democracia avançada, cujos horrores são conhecidos. Enquanto o PCP se mantiver fiel a tudo quanto o fez viver até hoje, deveremos tratá-lo como todos os comunismos e fascismos: combatê-los com a liberdade. A ter de ficar nas mãos de alguém, prefiro mil vezes os credores aos comunistas. Destes, sei que não se sai vivo nem livre.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
18/10/15

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664.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
 
"i"

"28 A"
À mesa com desconhecidos

Não é um restaurante, é um novo supper club em Lisboa onde podemos jantar com estranhos e na casa de estranhos. As reservas estão cheias até Dezembro, mas conseguimos experimentar.

“Isto vai ser um jantar familiar?” Surge a pergunta à porta do 28A. “Acho que não”, mas as dúvidas tiram-se assim que Inês, de dez anos, nos vem receber à porta com um sorriso. Afinal, vai.

Descemos as escadas para entrar na vida de desconhecidos que preparam o jantar numa azáfama, depois de mais um dia de escola e de trabalho. Inês escolhe a música no portátil em cima da mesa da cozinha, enquanto Íris e Gonçalo, os donos da casa e mentores deste novo supper club de Lisboa, preparam os ingredientes para o jantar com estranhos que vão chegando e tocando à campainha.
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“Quem é que aqui não gosta de Star Wars?”, pergunta Inês a tentar angariar mais gente para a sua causa de desprezo à saga. Todos parecem gostar e, na sala, Pankaj, um dos desconhecidos com quem vamos jantar, até tem o Darth Vader tatuado no braço. “E quem é que gosta de One Direction?” Silêncio na cozinha e depois gargalhadas. Ter uma miúda de dez anos num jantar deste género ajuda a quebrar o gelo e a meter conversa com desconhecidos.

A primeira regra do supper club não é não falar do supper club, ou não estaríamos a escrever este artigo. Pelo contrário, foi o passa-palavra a amigos e amigos de amigos que ajudou a que as reservas para os dois jantares semanais do 28A já estivessem esgotadas até Dezembro – mas aceitam-se novas datas e é uma questão de sugeri-las, ao almoço e ao jantar.

A primeira regra deste supper club é que “não estamos num restaurante”, sublinha Íris. Aqui podemos entrar e sair da cozinha, ver o livro de receitas aberto em cima do balcão, fumar um cigarro no pátio ideal para jantares em noites mais quentes ou ver Inês treinar pinos e ginástica semiacrobática no sofá da sala.

Gonçalo e Íris têm profissões que não podiam estar mais longe da cozinha: ele é consultor, e ela maquilhadora. “Há cinco anos, nem sabia fritar um ovo”, confessa Gonçalo, que agora é o chefe da casa. Foi por causa dos almoços que a filha tinha de levar para a escola “e para ajudar a reduzir custos” que teve de aprender a cozinhar.

“Com a ajuda da app do Jamie Oliver fui começando a fazer coisas cada vez mais rebuscadas e, às tantas, a Inês já me dizia: ‘Pai, pára de me mandar coisas complicadas.’”

Menus 
Os jantares de amigos começaram a acontecer sempre em casa de Gonçalo, tal como as noites de póquer. “Uma vez fiz all-in e saí do jogo mais cedo e fui fazer biscoitos para a cozinha. A partir daí, os meus amigos disseram que as noites de póquer passavam a ser sempre aqui.”

Mas quase não há tempo para póquer. Desde que lançaram o supper club, há um mês e meio, com um site e uma página de Facebook, que a agenda do casal tem estado muito preenchida. E agora mais ainda, desde que começaram também a fazer brunches ao domingo.
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Nos almoços e jantares há três menus à escolha, mas os pratos podem ir mudando consoante os ingredientes disponíveis e as intolerâncias alimentares dos visitantes. “Por exemplo, hoje, para entrada, a solha não estava com grande cara e optámos por um pregado”, explicam.

Como prato principal há lombo de porco fumado com molho de goiabada, arroz de limão (feito por Inês) e salada de endívias com romã, queijo Pecorino e molho de iogurte grego. Para sobremesa, um duelo de musses: a de lima, feita por Íris, com coco torrado, e a de Gonçalo, um pudim de chocolate negro com espuma de caramelo. Comida digna de um restaurante onde pagaria uma nota preta, é certo (aqui paga-se 40 euros, com bebidas incluídas), mas a primeira regra é não comparar o 28A a um restaurante, já se sabe.

À mesa discute-se qual é o melhor brunch de Lisboa, fala-se sobre o iWatch de um dos desconhecidos, sobre o robô de cozinha sous vide que a namorada está a desenhar, sobre outro duelo que não tem nada a ver com musses, Spotify vs. iMusic, de festas desgovernadas que acabam com os vizinhos a tocar à campainha, dos pombos que os gatos que parecem tigres têm trazido para dentro de casa e das melhores séries que por aí andam na ressaca de “Game of Thrones”.

Ainda há tempo para Gonçalo se sentar ao piano e tocar José Cid e a “Bohemian Rhapsody” dos Queen, antes deste jantar se tornar um daqueles desgovernados em que os vizinhos tocam à campainha e ameaçam chamar a polícia. Enfim, hora de ir para casa, e o melhor é que desta vez não somos nós a lavar a loiça.

* Ideia simpática e apetitosa, aqui vai o endereço : "28a.lisbon@gmail.com"


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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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8-THE CORPORATION

 DESCUBRA COMO É MANIPULADO

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HOJE NO
"A BOLA"
Triatlo
João Pereira vence prova da Taça 
do Mundo na Turquia

O português João Pereira venceu, este domingo, o triatlo de Antalya, na Turquia, prova integrada na Taça do Mundo da modalidade.
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O atleta do Benfica, que venceu pela primeira vez na Taça do Mundo, cumpriu em 1.45,10 horas a prova constituída por 1.500 metros de natação, 41,2 quilómetros de ciclismo e 10.000 metros de corrida.

O norueguês Kristian Blummenfelt (1.45,21 horas) e o canadiano Kyle Jones (1.45,27) completaram o pódio.

* Se trabalhar com tem feito e uma pontinha de sorte haverá muitas medalhas à sua espera.

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Dazkarieh

Meninas vamos à murta

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HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS
DA MADEIRA"

Filipe Sousa ameaça cometer mais "ilegalidades" 
para salvaguardar a protecção civil 
e a saúde pública no Concelho

O presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz admitiu hoje estar disposto a cometer mais "ilegalidade" e voltar a fazer frente a Lisboa, se o Ministério das Finanças não se despachar em dar resposta ao pedido de reforço do contingente de bombeiros e de funcionários para o serviço de salubridade do Município.

"Até agora ainda não obtivemos resposta [do Governo da República], mas também não vou esperar muito mais tempo. Se tiver que ser desobediente e cometer uma ilegalidade nesta área, irei cometer essa ilegalidade para garantir que a segurança da população esteja salvaguardada", avisou Filipe Sousa.

O autarca falava no final da primeira reunião da Comissão Municipal de Protecção Civil, que tem agora em 'mãos' a versão preliminar do Plano Municipal de Emergência, que deverá ser aprovado ainda este ano.
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Porque a salvaguarda da Protecção Civil implica (mais) investiment0, também na vertente humana, o presidente da Câmara fez saber que os Bombeiros Municipais de Santa Cruz necessitam ser reforçados com três dezenas de elementos, porque muitos dos efectivos já têm mais de 50 anos e "não podem exercer algumas funções". O problema é a necessária autorização do Ministério das Finanças, por causa do Plano de Assistência Financeira que resgatou a autonomia da autarquia.

Filipe Sousa diz que já foi feito no Verão o pedido para poder contratar, mas até agora não houve qualquer resposta.  Porque "quem nos deve responder não responde", sustenta que "quem cala, consente", para avisar que não vai esperar muito mais tempo para agir. "Vai chegar a uma altura que teremos que cometer mais uma ilegalidade avançando com a contratação", assumiu.

Ressalvou que este problema também se coloca à necessidade premente de reforçar os efectivos na limpeza urbana, temendo que a actual resposta deficitária possa "criar problemas de saúde pública". Neste particular diz haver a necessidade de contratar 22 pessoas, desde motoristas a cantoneiros, só que o problema volta a ser a obrigação de "prestar vassalagem a Lisboa", criticou.

Ficou por isso mais um aviso: "Se for necessário vou ser teimoso e desobediente e vamos cometer uma ilegalidade. Agora não deixar é chegar a uma situação de ruptura criando problemas de saúde pública", concretizou.

* É melhor sentar-se que ainda pode ter câibras se esperar de pé.

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CRIANDO SELFIES
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HOJE NO
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Defesa de Sócrates diz que faltam
 80 páginas no processo

A defesa de José Sócrates recebeu hoje, ao início da tarde, os autos da investigação da “Operação Marquês”, queixando-se da falta de 80 páginas, disse aos jornalistas Pedro Delille.
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O advogado Pedro Delille falava aos jornalistas à saída do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DIAP), em Lisboa, depois de, na manhã de hoje, João Araújo, outro dos advogados de José Sócrates, não ter conseguido obter cópia dos autos, devido a atrasos na digitalização dos documentos.

Pedro Delille adiantou ter já entregado um requerimento a solicitar ao Ministério Público que fundamente os motivos pelos quais estão em falta as 80 páginas que não foram disponibilizadas no CD com o processo principal entregue hoje à defesa do ex-primeiro-ministro socialista. A quebra do segredo de justiça interno do inquérito da “Operação Marquês” foi determinada por um acórdão do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL), de 24 de Setembro, que declarou ainda inválidos os actos praticados no processo depois de 15 de Abril. José Sócrates foi libertado dia 16 de Outubro, estando proibido de se ausentar de Portugal e de contactar com outros arguidos do processo da "Operação Marquês" e administradores, gerentes ou outros colaboradores de sociedades da esfera jurídica do arguido Carlos Santos Silva, do Grupo Vale do Lobo, Lena ou Caixa Geral de Depósitos (CGD).

O ex-primeiro-ministro foi detido a 21 de Novembro de 2014, no aeroporto de Lisboa, indiciado pelos crimes de fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e corrupção passiva para acto ilícito e esteve preso preventivamente no Estabelecimento Prisional de Évora mais de nove meses, tendo esta medida de coação sido alterada para prisão domiciliária, com vigilância policial, a 04 de Setembro.

* Nós que ainda queremos acreditar no Ministério Público, com base na pessoa que o lidera, começamos a ter dúvidas enormes, tristemente.

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AMOR DE

ASPIRADOR














COM OU SEM DOR



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HOJE NO
"CORREIO DA MANHÃ"

Fuga às Scut 
faz subir número de acidentes

A introdução de portagens nas antigas Scut fez disparar o número de acidentes nas estradas nacionais à volta. 

O setor segurador admite mesmo que as apólices de quem vive nestas zonas vão ter de subir. "A partir do momento em que surgiu a crise e as vias passaram a ser portajadas, isso desviou tráfego para as estradas nacionais. E o que temos verificado nos últimos meses é um agravamento da sinistralidade nas estradas nacionais", revela ao CM Luís Cervantes, da Associação Portuguesa da Mediação Profissional de Seguros (APROSE). 
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O presidente da APROSE dá o exemplo da introdução de portagens na Via do Infante. "A incidência de acidentes no Algarve é impressionante, especialmente choques frontais. E esses ocorrem normalmente nas estradas nacionais", refere Luís Cervantes. Este risco que os portugueses correm ao usar as estradas nacionais para escapar às portagens nas ex-Scut começa a ser refletido no momento de pagar o seguro. "É natural que as regiões que viram o tráfego deslocado possam ver o risco agravado", admite a APROSE.

 Ao CM, fonte do Núcleo de Investigação Criminal a Acidente de Viação da GNR confirma que os acidentes de quem evita as ex-Scut aumentaram.

* Era inevitável, a educação cívica na estrada deve rondar os 20% dos condutores, portanto estradas com menos condições de segurança e mais "rambos do asfalto" dá este resultado.

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JOSÉ MOURINHO


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Cerca de 500 mil visualizações em poucos dias. Um vídeo animado sobre a difícil situação do Chelsea e do treinador português José Mourinho tornou-se num dos vídeos desportivos mais virais dos últimos tempos. Publicado pelo 44200ns, um canal inglês especializado na Premier League, o vídeo mostra, com alguma piada, Mourinho a distribuir culpas em todas as direções.


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ONTEM NO 
"OBSERVADOR"
Menopausa: 
“Vamos deixar de falar dela como uma
. fase horribilis para a mulher”

São vários os sintomas relacionados com a menopausa e muitos outros que não passam de mitos. O melhor é encarar com naturalidade esta fase da vida e manter a autoestima no topo das prioridades.  
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“A mulher passa cerca de um terço da sua vida em menopausa, portanto tem de viver esse período com qualidade”, afirma ao Observador Fernanda Geraldes, presidente da Secção de Menopausa da Sociedade Portuguesa de Ginecologia. “Mas a mulher não está a ser bem tratada”, lamenta. Se é verdade que a menopausa traz alterações físicas, são as crenças e estereótipos – às quais nem o Supremo Tribunal Administrativo escapa – que comprometem a qualidade de vida da mulher à medida que esta envelhece. Os sintomas podem ser controlados e uma mulher não é obrigada a abdicar de viver feliz nem tem de deixar de ter uma vida sexual satisfatória.

“A menopausa entendida como o fim do ciclo reprodutivo da mulher não tem nada de mais”, diz ao Observador Maria João Quintela, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Geriatria e Gerontologia. “Seria ótimo deixar de falar da menopausa como um princípio de declínio ou uma fase ‘horribilis’ para a mulher.” A médica reforça que as alterações hormonais desta fase do ciclo de vida têm consequências físicas, psicológicas e de saúde geral, mas é possível prevenir e controlar os sintomas.

O ginecologista deve acompanhar o ciclo de vida da mulher e não apenas durante a fase fértil, também quando o corpo da mulher começa a entrar na menopausa e quando esta se estabelece totalmente. Acima de tudo é preciso lembrar que esta fase da vida é diferente de mulher para mulher e é muito influenciada por fatores externos, como as relações sociais, familiares e com o parceiro. E a prevenção começa muito antes dos primeiros sinais de menopausa aparecerem.

“Alimentação saudável, atividade física regular e uma vida participativa previnem muitas doenças físicas e psicológicas”, garante Maria João Quintela. A médica lamenta que as mulheres “depois de se terem dedicado à família, ao trabalho, a cuidar dos filhos, dos pais ou dos netos, sejam muitas vezes vistas como pessoas fáceis de ‘descartar’”. Pode parecer cliché, mas a chave do sucesso passa mesmo por se valorizar, por se aceitar como é, sem deixar que a idade ponha a autoconfiança em risco.

Será que a menopausa afeta mesmo a sexualidade? 
À medida que envelhece, a imagem corporal pode alterar-se – por vezes mais por desleixo e baixa autoestima – e a mulher pode recear que o parceiro se sinta menos atraído por ela. Mas uma mulher que se sinta bem consigo própria e que aceite o seu corpo, viverá melhor este período da sua vida, diz ao Observador Sandra Vilarinho, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. Na vida íntima e sexual, tal como nos restantes campos da vida da mulher, os mitos são os responsáveis pela diminuição da qualidade de vida.
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Sim, a diminuição dos estrogénios no sangue durante a menopausa pode causar secura vaginal. E sim, a secura vaginal pode causar dor durante a relação sexual com penetração. Mas a terapia hormonal de substituição e o uso de lubrificantes resolve este problema. A partir daqui, a satisfação na relação sexual depende apenas da mulher e do respectivo parceiro, lembra Sandra Vilarinho.

Será que existe diferença no desejo sexual, excitação ou orgasmo antes e depois da menopausa? Sandra Vilarinho diz que não. Mas quando falamos de satisfação, aí as coisas são muito diferentes. As mulheres mais velhas tendem a estar menos satisfeitas sexualmente do que as mulheres mais novas. Mas o problema não é físico, reforça a psicóloga, são as crenças de que “com o aumento da idade o prazer diminui” ou de que “após a menopausa se perde o desejo” que impedem as mulheres de desfrutarem melhor esta fase da vida. As conclusões resultam do trabalho de doutoramento da psicóloga, onde estudou o funcionamento sexual de 730 mulheres heterossexuais entre os 18 e os 75 anos com relacionamentos há mais de seis meses.

Num estudo sobre envelhecimento no Reino Unido, 54% dos homens e 31% das mulheres com mais de 70 anos afirmaram manter-se sexualmente ativos. Destes, um terço mantinha relações sexuais pelo menos duas vezes por mês. As mulheres mostraram-se em geral menos insatisfeitas com a vida sexual que tinham do que os homens e os níveis de insatisfação tendiam até a diminuir com a idade, segundo o relatório.
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“Esperamos que os nossos resultados melhorem a saúde pública por contrariarem a estereótipos e  ideias erradas sobre a sexualidade em idade avançada”, refere David Lee, investigador na Universidade de Manchester, em comunicado da instituição. “A nossa investigação também tem demonstrado a variabilidade da sexualidade em idade avançada. Tentar impor normas de saúde sexual dos jovens em pessoas mais velhas é simplificar demasiado e até inútil.” O investigador defende que os idosos devem discutir o assunto com os médicos, que não podem achar que o tema é irrelevante.

Para a terapeuta sexual o mais importante é “investir na desmistificação da sexualidade e assegurar uma boa relação sexual antes da menopausa”. Há alguns pontos chave que Sandra Vilarinho não se cansa de reforçar, como a mulher não retira prazer apenas da relação sexual com penetração e que uma relação sexual gratificante antes da menopausa pode continuar a sê-lo depois.

Ainda está presente, sobretudo nas mulheres mais velhas, que o prazer sexual é um pecado. Mas Sandra Vilarinho defende que as mulheres devem encarar a sexualidade “sem sentimento de pecado, nem culpa”, independentemente da idade. As mulheres devem conhecer bem a sua genitália, os seus pontos erógenos e o que lhe dá prazer (ou não). E devem comunicá-lo de forma positiva aos parceiros: “gostava mais que” em vez de “não estou satisfeita”.

“A mulher portuguesa tem pouco à vontade para falar do que lhe dá prazer”, afirma com base na experiência. E nessa base diz também que os homens não são tão egoístas como normalmente são apontados. É verdade que muitos acreditam que a satisfação da mulher está na penetração, mas estão normalmente disponíveis para mudarem os rituais se isso servir para dar mais prazer à parceira.

Afirmar que perda de desejo é uma consequência da menopausa, é controverso, afirma a terapeuta sexual. O desejo sexual nas mulheres não é apenas biológico – talvez nem o seja na maior parte das vezes -, é influenciado pela relação do casal e capacidade de comunicação, disponibilidade emocional, intelectual, erótica e física, mas também pela vida fora da relação, como o trabalho ou a vida social. Aliás, num estudo publicado na revista Journal of Sexual Medicine, Sandra Vilarinho concluiu mesmo que não há relação direta entre a sexualidade mental e a excitação sexual fisiológica.

Afinal, o que é a menopausa?
As mulheres nascem com todos os folículos que darão origem aos óvulos durante a fase fértil. A fertilidade começa a diminuir a partir dos 35-40 anos e a partir dos 50 anos os ovários podem mesmo deixar de funcionar. Uma mulher que não tenha menstruação durante 12 meses seguidos diz-se que está na menopausa.
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Os ovários são responsáveis pela produção de estrogénio, uma hormona que pode influenciar vários órgãos, assim como o equilíbrio físico e psicológico. Como o estrogénio em circulação no sangue diminui drasticamente no sangue, podem ocorrer calores e afrontamentos, diminuição da densidade óssea e osteoporose, insónias e alterações de humor, aumento de risco cardiovascular, queixas urinárias e secura vaginal, explica Fernanda Geraldes. “Os calores e afrontamentos parecem estar relacionados com a rotura do controlo hipotalâmico (no cérebro) que é considerado o termostato da temperatura corporal e que era regulado pela presença de estrogénios.”

Ainda que os sintomas variem entre regiões geográficas e até de mulher para mulher, Fernanda Geraldes refere que “em 70% das mulheres há sintomatologia descrita relacionada com a menopausa. Destas, em 50% durante mais de cinco anos e em 40% a intensidade dos sintomas é incapacitante”. Mas anime-se, a terapia de substituição hormonal é eficaz, garante a médica. Pode ser usada para diminuir os afrontamentos, reduzir as perturbações genito-urinárias ou prevenir a osteoporose. Alternativamente, podem ser usados antidepressivos ou estrogénios de origem vegetal (fitoestrogénios), ou complementarmente estrogénios de aplicação vaginal. A médica assegura que os benefícios da terapia ultrapassam os riscos, mas que uma avaliação completa deverá ser feita pelo médico que segue a mulher.

Embora a menopausa se inicie normalmente depois dos 50 anos, em algumas situações pode acontecer antes dos 40 anos – menopausa precoce. Fatores genéticos (que podem afetar outros membros da família), questões de saúde (como doenças da tiróide ou autoimunes), tratamentos médicos (como radioterapia ou quimioterapia) e hábitos de vida (como consumo de álcool e tabaco ou dietas muito restritivas) podem provocar uma menopausa precoce. E alguns destes fatores, lembra Fernanda Geraldes, são perfeitamente controláveis.

* A menopausa está clinicamente estudada e não pode constituir um pesadelo social. As mulheres têm o direito ao prazer até quererem, fim de assunto.

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