sexta-feira, 18 de setembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS


  "RECORDAMOS"!


WORLD TRADE CENTER



FONTE: "DIÁRIO ECONÓMICO"
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3-NEUROMARKETING

CIDADÃOS SOB A INFLUÊNCIA DA PUBLICIDADE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
"RECORD"

Joana Diogo conquista prata 
nos Europeus de juniores
 Portuguesa derrotou três adversárias até à final

A judoca Joana Diogo (-48 kg) conquistou esta sexta-feira a medalha de prata nos Europeus de juniores, na competição que decorre em Oberwart, na Áustria.
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A portuguesa chegou à final dos -48 kg, após vencer a francesa Roman Yvin, a britânica Kelly Staddon e a alemã Miriam Schneider, mas viria a perder com a húngara Reka Pupp, rival mais experiente e que já tinha duas medalhas de bronze em Europeus.

No primeiro dia dos Europeus de juniores, competiu também nos -48 kg Catarina Costa, que perdeu na repescagem com a romena Cristina Budescu e acabou em sétimo lugar.

Na categoria de -52 kg estiveram em ação Mariana Esteves, também sétima classificada após perder na repescagem, e Joana Fernandes que não conseguiu vencer nenhum combate.

No sábado, no segundo e último dia dos Europeus, Portugal terá em competição dois judocas na categoria de -81 kg: João Martinho e Anri Egutidze.

* VALENTAÇA

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 II-JORNADA GEOLÓGICA


1-A GRANDE FENDA

 AFRICANA

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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Feirante de Braga evita 
agressão a Passos Coelho

Um feirante de Braga teve um papel decisivo evitando agressões a Pedro Passos Coelho ao ajudar o "staff" e a segurança do primeiro-ministro e cabeça de lista da coligação Portugal à Frente.

Filipe Maia, conhecido em Braga por "Filipe Cigano", foi o "herói" da manhã de sábado. Não só agarrou e acalmou o jovem mais exaltado e que avançava para Passos Coelho, como impediu que o megafone dos "lesados" do BES fosse projetado contra a comitiva da coligação.
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A "falha da segurança policial", na entrada do Mercado Municipal de Braga, caiu muito mal entre Passos Coelho e Paulo Portas, admitindo-se que possa vir a ter consequências disciplinares. Mas nem tudo correu mal.

Os agentes do Corpo de Segurança Pessoal, da PSP, a escoltar Pedro Passos Coelho adotaram de imediato a técnica conhecida como "cova da loba", para incidentes tático-policiais, que consiste em fazer um "muro" que isola completamente o elemento a proteger até que a situação seja dominada.

Os agentes fardados da PSP de Braga estavam a 100 metros dos incidentes, ocorridos no sentido oposto à entrada do mercado, o que poderá constituir uma "falha da segurança policial".

Quando se ouviu entre os agentes "Papa Mike! - Papa Mike!" (primeiro-ministro em código fonético), Passos Coelho ficou a salvo, não sendo necessário os agentes recorrerem às suas pistolas "Glock".
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Quatro agentes da Esquadra de Investigação Criminal da PSP de Braga, identificados nas imagens como "dois ruivos, um mulato e um veterano", foram decisivos para salvar o primeiro-ministro da ira popular.

Sábado à noite, já correu tudo bem, com os "lesados" do BES à espera de Passos Coelho no Porto, assim como no almoço de Barcelinhos, onde a GNR de Barcelos fez uma "muralha de aço" com militares fardados e à civil.

* Não desejamos que Passos Coelho e Paulo Portas sejam maltratados fisicamente, queremos que sejam vergonhosamente expulsos da esfera governativa pelo voto dos portugueses, oxalá.

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POLÍTICA E


FINANÇA


MISTURA FINA 


1-NEGÓCIOS DA MAFIA LUSITANA

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2- A PRENDA DO PADRINHO

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* EXCELENTE TRABALHO DE REPORTAGEM DA "TVI24"
DEZEMBRO/2014

VOTE BEM


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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Condutores que abandonem vítimas
 de acidente obrigados a arcar 
com todos os custos

O Supremo Tribunal de Justiça decidiu uma uniformização de jurisprudência que vem pôr fim a dúvidas nos tribunais. Acórdão foi publicado esta sexta-feira em Diário da República.
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Num caso de acidente rodoviário em que o condutor, de forma intencional, abandone o sinistrado, a seguradora, ainda que pague os custos inerentes ao acidente, tem direito a, depois, exigir ao condutor que os devolva, naquilo a que a lei chama de direito de regresso. E, mais, essa devolução abrange, não apenas os danos "que tal abandono haja especificamente causado ou agravado", mas "toda a indemnização paga ao lesado", no âmbito da responsabilidade civil resultante do acidente.
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Este entendimento foi agora fixado pelo Supremo Tribunal de Justiça (STJ), no âmbito de uma uniformização de jurisprudência, e o respectivo acórdão publicado esta sexta-feira, 18 de Setembro, em Diário da República.

"O assunto, de importante relevância social, vinha sendo até então objecto de decisões divergentes, decidindo agora o Supremo que, para a hipótese de o causador do acidente abandonar intencionalmente a vítima, há sempre, para a seguradora que indemnize, o direito de obter do responsável pelo mesmo todas as quantias que pague ao sinistrado para reparação integral dos seus danos", concretiza fonte oficial do STJ, em comunicado.

* Vale mais tarde do que nunca. Como se pode ser tão desumano ao ponto de abandonar pessoas sinistradas no local do acidente!


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LUCY P. MARCUS

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Empresas melhores

Em todo o mundo, o cenário de 'corporate governance' está a mudar, com os esforços para melhorar as políticas e práticas de negócios a ganharem apoio e impulso.  
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A onda de reformas tornou-se visível em todo o lado - desde novos regulamentos mais rígidos no Japão a fundos soberanos como o Norges Bank Investment Management da Noruega a adoptarem uma abordagem mais activa para os seus investimentos - e certamente continuará a aumentar.

Há três factores que estão a contribuir para estes desenvolvimentos. Em primeiro lugar, a incerteza económica actual ampliou a consciência das pessoas sobre a influência que as empresas têm sobre a política, os políticos e as suas próprias vidas. E, não como eu observei anteriormente, as pessoas não estão só a prestar mais atenção; também têm mais poder do que nunca para se fazerem ouvir.

Em segundo lugar, tem havido uma consciência crescente entre os governos que o crescimento económico requer uma abordagem regulatória pró-activa. Economias robustas e resilientes precisam de empresas fortes e, para construir empresas fortes, os governos devem garantir uma supervisão de alta integridade sobre a actividade empresarial. A gestão das empresas e a gestão do país estão cada vez mais ligadas, e as autoridades reconhecem agora que pagar para garantir a boa governação agora é muito menos dispendioso (em termos financeiros e políticos) do que pagar, posteriormente, pelas consequências da má governação.

No Japão, a Agência de Serviços Financeiros promulgou o Stewardship Code em 2014, com um Código de 'corporate governance' da Bolsa de Tóquio que entrou em vigor em Junho deste ano. Ao criar um ambiente de maior igualdade entre os accionistas, garantindo mais informação e transparência, especificando as responsabilidades dos órgãos sociais, e exigindo a existência de administradores independentes nos conselhos de administração, os códigos consagram mudanças que tornam o Japão mais atractivo para os investidores estrangeiros. O primeiro-ministro Shinzo Abe já enfatizou que a boa governação corporativa é fundamental para o crescimento económico e a prosperidade a longo prazo.

O recente escândalo contabilístico da Toshiba – descobriu-se que a empresa inflacionou os seus lucros em 1,2 mil milhões de dólares ao longo de vários anos, desde 2008 - representa uma oportunidade para o governo do Japão demonstrar a sua seriedade acerca dos novos regulamentos. O CEO da Toshiba, Hisao Tanaka, e outros altos executivos tiveram de renunciar; o CEO interino pediu desculpas ao governo de Abe; Norio Sasaki, vice-presidente da empresa e ex-CEO, deixou os seus cargos em painéis governamentais; e o ex-presidente do comité de auditoria da Toshiba demitiu-se do painel de contabilidade do governo.

Nos Estados Unidos, a Securities and Exchange Commission promulgou uma regra no início de Agosto, exigindo que as empresas públicas divulguem a diferença de remuneração entre trabalhadores e CEO. O comportamento empresarial e a governação tornaram-se temas de campanha para os candidatos presidenciais americanos. Hillary Clinton fez um discurso, no final de Julho, condenando o "capitalismo trimestral" que persegue o crescimento a curto prazo à custa do desenvolvimento de negócios sustentáveis, denunciando o crescimento exponencial da remuneração dos CEO, e defendendo a necessidade de aumentar o salário mínimo.
A União Europeia e os seus Estados-membros também estão a adoptar uma abordagem cada vez mais activa acerca da governação corporativa, incluindo regulamentos relativos à diversidade dos conselhos de administração. Itália, França, Espanha, Noruega e outros países promulgaram quotas de género nos conselhos de administração, obrigando as empresas a preencher 30-40% dos assentos independentes com mulheres. O exemplo mais recente chega da Alemanha onde, depois de muito debate, as novas quotas exigem que, a partir de 2016, as grandes empresas tenham 30% dos assentos no conselho não executivo ocupados por mulheres.

O terceiro factor, e talvez o mais importante, tem sido o forte aumento dos investimentos transfronteiriços. Fundos soberanos, fundos de pensões, bancos de investimento globais e hedge funds não investem apenas no seu próprio quintal. Eles percorrem o planeta à procura de lugares para colocarem o seu dinheiro, e esperam que as empresas que o recebem actuem de acordo com regras racionais.

O escândalo da Olympus em 2011-2012 - quando as investigações no Japão, Reino Unido e Estados Unidos revelaram que os executivos da empresa falsificaram as contas para esconder perdas de 117,7 mil milhões de ienes - é um exemplo do confronto entre uma cultura corporativa fechada e o escrutínio internacional. Revelado o escândalo, os  investidores estrangeiros como o GIC Private Limited (fundo soberano de Singapura) rebelaram-se.

Singapura vendeu quase toda a sua participação de 2% imediatamente, e outros investidores estrangeiros e analistas reagiram de forma semelhante. Foi um ponto de viragem para o Japão, na medida em que a sua cultura de investimento fechada se viu confrontada com os padrões globais de contabilidade e de transparência. As coisas nunca mais foram as mesmas, tanto para o Japão como para o entendimento das empresas sobre as expectativas e influência dos investidores estrangeiros.

Os investidores internacionais estão numa posição única para incentivar, ou mesmo reforçar, as melhores práticas globais de governação corporativa. Se esses investidores mostrarem que estão dispostos a retirar o seu financiamento, vão ganhar influência real na promoção de uma mudança sustentável - para o benefício de todos nós.

Isto é especialmente verdadeiro se os investidores estiverem orientados por princípios que vão além do retorno financeiro. Fundos globais que sustentam elevados padrões éticos relativos a práticas trabalhistas e proteção ambiental são a salvaguarda do ecossistema global de que eles, e todos nós, dependem. Se eles estabelecem e aplicam esses princípios, o impulso resultante altera a governação corporativa e o comportamento em todos os sectores e regiões.

Isto é evidente em vários casos. O CalPERS (sistema de pensões dos funcionários públicos da Califórnia), um fundo de pensões de 300 mil milhões de dólares, publicou os seus princípios de governação corporativa, que incluem a diversidade do conselho de administração, práticas trabalhistas justas e proteção ambiental. O Norges Bank Investment Management, fundo soberano da Noruega de 870 mil milhões de dólares (o maior do mundo), também tem feito esforços para mudar as regras de governação, incluindo a separação do papel do presidente executivo e do presidente não executivo, e mais relatórios, por parte das empresas, sobre a forma como estão a abordar as alterações climáticas.

A ênfase  nas melhores práticas de 'corporate governance' é real, e veio para ficar. Vem de pessoas que levantam as suas vozes, dos políticos que reconhecem a importância da governação corporativa para o crescimento económico sustentável e de investidores influentes que exercem uma pressão real sobre as empresas para que estas alterem o seu comportamento. As empresas e os quadros que ignorem esta tendência, estão a fazê-lo para o seu próprio mal.

CEO da Marcus Venture Consulting.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
15/09/15


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633.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
"DESTAK"
Costa quer Governo mais paritário e acesso de solteiras à Procriação Medicamente Assistida

O secretário-geral do PS defendeu hoje um Governo com maior paridade entre géneros e o fim da exclusão das mulheres solteiras no acesso à procriação medicamente assistida (PMA), num discurso com muitas críticas à corrente conservadora. 
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Posições que foram assumidas por António Costa num almoço-comício no Seixal dedicado à temática da igualdade e que proferiu após as intervenções da sua mãe, Maria Antónia Palla, e da cabeça de lista por Setúbal, Ana Catarina Mendes.

Numa crítica direta às conceções de família da coligação PSD/CDS-PP, o líder socialista considerou "inaceitável que se faça o discurso da natalidade e, ao mesmo tempo, se excluam as mulheres solteiras do acesso à procriação medicamente assistida". 

* Chama-se humanidade.

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O SEGREDO 
DAS COISAS

 45 -PISTA DE GELO

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  III-ARQUIVOS SECRETOS

DA INQUISIÇÃO


5-GUERRA CONTRA AS IDEIAS

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HOJE NO
  "i"

Este ano já há mais 1603 crianças
 nas famílias portuguesas

Agosto manteve a tendência de aumento nos nascimentos. Nasceram mais 104 bebés.

A última ideia para aumentar a natalidade foi lançada há dias no debate político por Passos Coelho: majorar a reforma das mulheres em função do número de filhos. O primeiro-ministro ainda não concretizou bem a proposta mas, mesmo sem incentivos, a natalidade deverá dar a volta por cima este ano. Dados fornecidos ao i pelo Instituto Ricardo Jorge revelam que em Agosto se manteve a tendência positiva e nasceram mais 104 crianças. São mais três bebés por dia do que no ano passado.
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Os dados do Instituto Ricardo Jorge dizem respeito ao número de crianças que fizeram o teste do pezinho que, não sendo obrigatório, é realizado por quase todos os recém-nascidos nos primeiros dias de vida. Os dados não permitem um retrato totalmente exacto do número de nascimentos. Ainda assim, são o único indicador disponível praticamente em tempo real. Os números do Instituto Nacional de Estatística foram actualizados este mês com informação para o primeiro semestre e sugerem um desfasamento de cerca de 30 nascimentos por mês. Segundo os dados do Instituto Ricardo Jorge, nasceram até Junho 40 113 crianças e os dados do INE indicam que nasceram em Portugal 40 334 bebés.

Por agora, e tendo apenas disponível a informação do Instituto Ricardo Jorge para os primeiros oito meses do ano, é seguro dizer que nasceram pelo menos 54 783 crianças em Portugal, mais 1603 do que no ano passado. Março, Abril, Junho e Julho registam os maiores aumentos. Trata-se de crianças “feitas” na segunda metade do ano passado, caso a história venha a encontrar explicação. Até agora, o mês em que se registou um maior aumento da natalidade foi Março, com mais 559 nascimentos do que no ano passado.

A confirmar-se a tendência, este será o primeiro ano em que a natalidade aumenta, depois de estar em queda há quatro anos consecutivos.

Mas mesmo que se confirme o aumento, isso não significa que o problema da natalidade esteja resolvido. Salvo inversões pontuais, o número de nascimentos no país tem estado em queda desde os anos 70.

Em 2004 houve pela primeira vez menos de 110 mil crianças. Desde então houve dois anos em que os nascimentos aumentaram: 2008 e 2010. Mas a boa notícia foi sempre de pouca dura: nos anos seguintes tornaram a cair. A natalidade nunca foi tão baixa como no ano passado em que, segundo o balanço do INE, nasceram em Portugal 82 367 crianças. Curiosidade: no final dos anos 70, nasciam por ano o dobro. É a geração que actualmente está a ter filhos.

* Muitos mais espermatozóides que encontraram o caminho certo.

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 Ai! e Tiago Pereira

Lavra, boi, lavra

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HOJE NO
"A BOLA"
UEFA aprova doação de 2 milhões de
. euros para ajudar crianças refugiadas
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Após a reunião da passada quinta-feira em Saint Julian, Malta, o Comité Executivo da UEFA aprovou uma doação de dois milhões de euros para a sua Fundação Infantil.

A fundação, criada em abril deste ano, promove iniciativas para ajudar as crianças que sofrem com a crise migratória que assola a Europa.

"Fizemos esta doação para tentar ajudar a combater esta grave crise e esperamos contribuir para ajudar a melhorar as condições de vida das crianças", disse Michel Platini, presidente da UEFA. 
*Outras organizações que lhe sigam o exemplo.

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Anaconda Run
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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"
Fisco reafirma que despesas 
com cantinas são educação no IRS 
sem esclarecer questões

A Autoridade Tributária esclareceu, em comunicado, que as despesas com cantinas são consideradas despesas de educação na dedução no IRS, mas não explica aos contribuintes como ultrapassar os constrangimentos com alguns códigos de atividade rejeitados pelo Fisco.
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“(...) As despesas com as transmissões de bens e prestações de serviços conexas com os serviços de educação, como sejam o fornecimento de alimentação e transporte, fornecidos quer pelos estabelecimentos de ensino público (ou municípios, no âmbito da sua ação social escolar), quer pelos estabelecimento de ensino privado (ainda que recorram a entidades terceiras) estão abrangidas pela dedução à coleta por despesas de educação”, reafirma a Autoridade Tributária (AT) em comunicado.

O esclarecimento do Fisco surge na sequência de uma notícia do Jornal de Negócios que dá conta da abertura de uma investigação pelo Provedor de Justiça sobre as deduções de IRS na educação, depois de ter recebido várias queixas de encarregados de educação sobre o processamento no portal das Finanças, que não reconhece o Código de Atividade Económica (CAE) de algumas despesas de alimentação como educação, mas sim como despesas gerais.

“De facto, na medida em que estas entidades estão integradas no sistema nacional de educação [exemplo, de empresas externas que fornecem refeições a escolas], os serviços prestados por estas entidades qualificam para efeitos de despesas de educação dedutíveis em IRS”, acrescenta a AT.

A Lusa contactou o Ministério das Finanças para perceber como podem então os pais inserir estas despesas que surjam na fatura com um CAE que não seja de educação, mas sim de restauração, e aguarda resposta.

Em finais de agosto, a Lusa noticiou que uma associação de pais e encarregados de educação de uma escola básica de Lisboa tinha enviado uma queixa ao provedor de Justiça por considerar que o Estado português “discrimina a nível fiscal” o ensino público e privado.

Na altura, a agência Lusa contactou o Ministério das Finanças no sentido de saber se os pais com filhos no ensino público podem deduzir as despesas com alimentação e transporte na categoria educação, não tendo obtido resposta.

Em causa está o facto de algumas despesas de transportes e refeições com educandos no ensino privado poderem ser deduzidas em sede de Imposto sobre o Rendimento de Pessoas Singulares (IRS) e não poderem sê-lo no caso de frequência em alguns estabelecimentos de ensino público.

A Associação de Pais e Encarregados de Educação Pais do Leão, da Escola Básica 1 (primeiro ciclo) Leão de Arroios, queixou-se, na altura, ao Provedor da situação dos pais que têm filhos a frequentar o ensino público não poderem deduzir as despesas de transporte e de refeições na rubrica educação em sede de IRS, enquanto os pais que têm filhos no ensino privado podem deduzir essas despesas na rubrica educação.

A própria Associação de Defesa do Consumidor (Deco) também fez o alerta na revista Dinheiros e Direitos: “A um mês de começar o ano letivo e da correria à compra de material escolar” reina a “confusão sobre o que, aos olhos do Fisco, é ou não elegível como encargo de educação”.

“É quase certo que o material escolar com IVA superior a 6% - cadernos, compassos e afins – deixa de ser dedutível na categoria da educação. E o mesmo sucede com o alojamento e transporte de estudantes universitários que vão para fora da sua área de residência habitual”, lê-se no editorial da Dinheiros e Direitos de setembro/outubro deste ano.

* Enquanto o Fisco não se explica vai "fiscando" com o nosso dinheiro.


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RESOLVA


O PUZZLE

Yellow and orange beauty


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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Crédito ao consumo é responsável 
por nove em cada dez 
situações de incumprimento

Concessão de crédito ao consumo em Portugal regressa a níveis pré-troika.

A concessão de crédito ao consumo está novamente a disparar em Portugal. Só em Julho, os bancos emprestaram 276 milhões de euros para efeitos de consumo, o valor mais alto desde Março de 2011, em níveis pré-troika. Somando a concessão de crédito feita pelas financeiras e também os montantes disponibilizados através de cartões, descobertos autorizados e linhas de crédito, então este valor sobe para os 436 milhões de euros em Julho, ou 2,8 mil milhões de euros nos primeiros sete meses do ano, mais 22% face ao homólogo.
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Uma tendência que está a ser alimentada por bancos e consumidores apesar do rácio de crédito em incumprimento neste segmento permanecer perto de máximos históricos. E ainda que existam hoje menos devedores em incumprimento, ao longo de três anos o recuo foi apenas marginal. No auge da crise, em Junho de 2012, existiam 649.449 famílias portuguesas incapazes de cumprir com as prestações mensais do seu crédito ao consumo. Hoje são 591.360. Ou visto por outra escala, o crédito ao consumo é responsável por nove em cada dez famílias em incumprimento. E isto apesar da implementação do Plano Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento, pelo Banco de Portugal, no início de 2013, ter culminado com a regularização de dívidas em 425.591 processos até ao final de 2014.

"Gostaria muito de dizer que todos aprendemos alguma coisa com o que se passou mas na verdade acho que estão a ser cometidos os mesmos erros do passado", diz Natália Nunes, responsável pelo Gabinete de Apoio aos Sobreendividado da Deco, onde todos os dias continuam a chegar os casos mais extremos de incumprimento, num ritmo que continua a ser idêntico ao registado no último ano. "Voltamos a ver os bancos com uma forte aposta na publicidade a este tipo de crédito, voltamos a ver técnicas de venda agressivas como as bancas nos centros comerciais que tentam vender cartões de crédito", elenca a responsável da Deco. Adianta que: "Noto algum ‘entusiasmo' por parte dos consumidores, alimentado um pouco pela ideia de que o pior já passou, de que a crise acabou. E tenho muito medo que os consumidores se deixem novamente a seduzir por esta oferta".

Uma visita pelos sites dos principais bancos nacionais permite perceber a aposta neste tipo de oferta. O crédito ao consumo, nomeadamente o crédito pessoal e os cartões de crédito, aparece actualmente destacado na publicidade de cinco das seis maiores instituições de crédito. Uma aposta legítima dos bancos, principalmente numa altura em que a recuperação da margem financeira continua a ser uma prioridades do sector. Apesar disso, Natália Nunes lembra que também os bancos foram afectados pelo incumprimento bancário, e que portanto a concessão de crédito responsável deverá ser igualmente do seu interesse. Ainda que: "Os consumidores têm de perceber que, em última análise, são eles os principais prejudicados".

Mas comprar um automóvel, mobilar a casa, fazer obras, estudar no estrangeiro ou até ter umas férias paradisíacas, podem ser necessidades ou sonhos legitimamente concretizáveis através do recurso ao crédito, para benefício das instituições de crédito mas também dos consumidores. Não se devem tratar no entanto de decisões tomadas de forma impulsiva ou leviana. Por isso mesmo a especialista da Deco alerta para os cuidados a ter na altura de contratar um crédito ao consumo (ver texto ao lado), entre os quais, fazer uma prospecção de mercado e negociar. Isto porque, apesar das taxas de juro se encontrarem hoje em níveis historicamente baixos, os custos continuam a ser consideráveis.

Num crédito pessoal no valor de 6.000 euros (o valor médio em Portugal), a pagar em 36 meses, pagaria mais quase 1.000 euros no final do contrato, considerando a oferta mais em conta do mercado que é, segundo o simulador da Deco, o ActivoBank, com uma TAEG de 10,1%. Já se considerar a taxa de juro mais cara actualmente possível para estes contratos, fixada pelo Banco de Portugal em 15,4% para o terceiro trimestre, então chegará ao final dos três anos com uma factura total em torno dos 7.650 euros. Custos que serão tanto maiores quanto os montantes e prazos solicitados. Num empréstimo de 15.000 euros a 60 meses, com uma TAEG de 15,4%, os custos totais imputados ao consumidor ultrapassam os 22.000 euros.

* O disparo do crédito ao consumo é uma manobra eleitoralista do governo gizada em conjunto com a banca que o apoia. Bancos sem políticos não sobrevivem e vice versa.

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JOÃO MALHEIRO

O VERDADEIRO MACHO LUSITANO

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Já não se fazem machos destes, de líbido em riste, "cavalgando" ao som das trombetas a convocar curvas e contra curvas do sexo oposto. Bem podia ser apelidado o "Dom Quixote das Gajas"


FONTE:CMTV

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HOJE NO  
"CORREIO DA MANHÃ"

GNR rouba moedas durante nove meses 

Câmara captou militar de 54 anos a desviar dinheiro.  

Os furtos de moedas da caixa registadora da messe dos sargentos da GNR de Portalegre começaram em setembro de 2014. Só em junho deste ano, nove meses depois, segundo o ‘JN’, é que uma câmara de filmar colocada pelos dois funcionários da messe, com autorização do comando, identificou o autor dos crimes: um sargento-mor, de 54 anos, que recebe um salário mensal bruto de três mil euros. 
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O militar meteu baixa depois de ter sido descoberto. O suspeito é casado e reside numa aldeia de Portalegre. É pai de uma enfermeira e de um militar da GNR. Os furtos do qual é o principal suspeito começaram por ser irrisórios, apenas algumas moedas retiradas com intervalos de vários dias, e que chegaram a uma média mensal de 100 euros. 

Os primeiros suspeitos foram os que detetaram a infração: os dois militares que trabalham na messe dos sargentos. Ambos foram forçados pelos comandantes diretos a repor o dinheiro furtado. A ideia para apanhar o ladrão partiu dos próprios. Assim, e após autorização do comando, foi montada uma câmara de filmar na messe. A 26 de junho, o dispositivo gravou o suspeito a abrir a caixa registadora, de onde retirou diversas moedas que escondeu no bolso das calças. Os autores das filmagens mostraram as provas ao comandante da GNR de Portalegre. 

O militar em causa foi confrontado pela hierarquia, que comunicou o caso ao Ministério Público de Portalegre. Foi o próprio sargento-mor a pedir ajuda psiquiátrica à GNR. Esteve cerca de 15 dias internado num centro clínico e desde julho que se encontra de baixa. Neste momento, o militar está a ter vigilância especial para evitar o suicídio. 

* Se o sargento-mor se quiser suicidar esteja à vontade, não faz falta nenhuma muito menos à corporação que não soube honrar.
Então os comandantes dos primeiros suspeitos condenam sem culpa formada, intimidam subordinados a devolver dinheiro que não roubaram, que exemplo de comando é este? Isto é mais grave que o roubo da notícia.
A GNR  até tem um departamento de investigação de excelência que todas as semanas apresenta resultados de sucesso contra o crime.

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