quarta-feira, 16 de setembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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  COMO NOS


  "EMOCIONAMOS"!



4- A LUCIDEZ 
DA LOUCURA

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"A Lucidez da Loucura" é uma viagem ao interior do Hospital Júlio de Matos, guiada pela...s pessoas que lá vivem, algumas há dezenas de anos. Como o Manuel que já não se lembra da vida que deixou cá fora. O Paulo, que já se tentou suicidar sete vezes. A Firmina e o João que todos os fins de tarde se encontram para namorar. E o Nuno, que há 55 anos ocupa um quarto e só pede à vida que o deixe lá continuar.

As frustrações e os sonhos de quem há muito aprendeu que a lucidez pode ser muito mais dolorosa do que a loucura.

"A Lucidez da Loucura" é uma extraordinária reportagem da jornalista CRISTINA BOAVIDA com imagem de JORGE PELICANO e montagem de RUI ROCHA.
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FONTE: "GRANDE REPORTAGEM"/"SIC NOTÍCIAS"

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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Jorge Sampaio: 
Tragédia síria não deve ser
 encarada como problema alheio

O ex-presidente Jorge Sampaio defendeu esta quarta-feira que "a tragédia síria não deve ser encarada como um problema alheio", ao assinar com a Universidade Europeia um protocolo pelo qual cinco jovens sírios aí estudarão já a partir da próxima semana.
"[Com a assinatura deste protocolo,] estamos perante um muito feliz conjunto de circunstâncias, que contraria a inércia e as delongas que têm marcado a vida do povo sírio e, neste caso, a sua população jovem, que todos os dias vê apagar-se sempre mais a esperança de um regresso a uma vida normal, em paz e segurança, e um retorno ao seu quotidiano digamos usual, pautado pelos ritmos académicos e pela confiança num futuro melhor", declarou Jorge Sampaio.
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Trata-se de uma iniciativa da Plataforma Global de Assistência Académica de Emergência a Estudantes Sírios, promovida em Portugal pelo antigo chefe de Estado português, que falava na cerimónia de início do ano lectivo 2015/2016 de acolhimento aos novos alunos da Universidade Europeia, em Lisboa.

"De facto, a tragédia síria não deve ser encarada como um problema alheio nem uma questão extrínseca, que não nos diz respeito. Como europeus, herdeiros de um acervo humanista que coloca a dignidade da pessoa humana no centro do Direito e dos direitos, da Ética e do imperativo ético existencial, a questão do destino dos refugiados sírios tem de nos interpelar", sustentou.

"Tenho a esperança de que a Europa possa responder de acordo com os seus princípios e a sua riqueza fundadora. Não é uma matéria fácil, é uma matéria muito difícil, mas é preciso ter uma grande coordenação global, ao nível dos países europeus, e dentro de cada país também: as entidades disponíveis devem coordenar-se entre si e não andarem todas a correr umas atrás das outras, como às vezes é típico", afirmou.

Esse esforço, Sampaio classificou-o como "magnífico, de uma disponibilidade magnífica" e sublinhou que "não há que ter receios, há que sobretudo procurar integrá-los (os refugiados) da melhor maneira possível". "É a experiência que temos feito e que, do ponto de vista académico, tem sido altamente positiva".

Questionado pela Lusa, João F. Proença, reitor da Universidade Europeia, onde os cinco estudantes sírios frequentarão, com uma bolsa, o curso de Gestão e Turismo, considerou que Portugal "pode claramente contribuir para dar apoio, permitindo criar condições para que eles possam mais tarde reconstruir a Síria que, como se sabe, está em grandes dificuldades".

Para Jorge Sampaio, "quaisquer iniciativas que tenham por objectivo acolher e criar oportunidades de futuro para os refugiados sírios devem ser estimuladas e apoiadas". E, neste caso, acrescentou, o foco está "nos jovens estudantes do ensino superior que a guerra obrigou, de uma forma trágica, a interromper os seus estudos".

"Quando pensamos que quando a paz voltar - e não sabemos quando será -, será preciso reconstruir um país e dispor de novas lideranças bem apetrechadas para dar rumo a uma sociedade desfeita, torna-se por demais evidente que é agora, no presente, que temos de começar a preparar o futuro", frisou.

"É-me grato anunciar que estamos a preparar o ingresso de mais cerca de 40 bolsistas neste ano lectivo", disse Sampaio, recentemente laureado com o Prémio Nelson Mandela, atribuído este ano pela primeira vez pela ONU como homenagem aos defensores dos ideais da organização.

O antigo presidente da República indicou ainda que a Plataforma de que é fundador, em parceria com Conselho da Europa, Liga Árabe, Instituto Internacional de Educação, União para o Mediterrâneo, e alguns governos nacionais, tem, neste momento, à sua responsabilidade cerca de 100 estudantes em dez países, 63 dos quais em Portugal, estando para chegar mais 20, com o apoio do chamado Consórcio Académico, formado por politécnicos e universidades de todo o país.

* Jorge Sampaio teve sempre o nosso respeito pela seriedade com que conduziu a sua vida política, pela sabedoria com que protegeu a vida privada, pela dignidade com que se empenha em prol dos mais aflitos.


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FASHION WEEKEND



PLUS SIZE


PRIMAVERA/VERÃO
2015 

VISLUMBRE
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CHICABOLACHA
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CARLOTA RIO
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M A R D E N
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HOJE NO
  "DESTAK"


Mais de três milhões de mortes prematuras por ano devido 
à poluição - Nature

A poluição atmosférica exterior é responsável por mais de três milhões de mortes prematuras por ano, principalmente na Ásia, um número que poderá duplicar até 2050, segundo um estudo hoje publicado na revista científica britânica Nature. 
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Combinando um modelo atmosférico global com dados demográficos e sanitários, uma equipa de investigadores dirigidos por Jos Lelieveld, do Instituto alemão Max Planck, avaliou a mortalidade prematura decorrente da poluição, do ozono e das partículas finas no mundo.

Os investigadores estudaram anualmente grupos de cinco pessoas, em 10 mil, que morreram prematuramente, tendo concluído que, dessas, duas morreram de acidente vascular cerebral (AVC), 1,6 de enfartes, e as outras de diversas patologias respiratórias, entre as quais cancro do pulmão. 

* Os governos estão-se nas tintas para estes casos de saúde pública, carne para canhão é o que há mais, atente-se ao que estão a fazer aos refugiados.


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3-TERRÁQUEOS


A DITADURA DA ESPÉCIE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
  "i"
Mais de uma queixa por dia de violência
. contra profissionais de saúde

Maioria dos casos ocorre no público. Em 2014, as notificações mais que duplicaram.

Por dia, pelo menos um profissional de saúde é agredido no local de trabalho. Dados divulgados pela Direcção-Geral da Saúde revelam que até Agosto foram notificados 381 casos de violência, o que dá uma média de 1,5 ocorrências por dia.

Os números estão dentro do que se verificou em 2014, ano em que o Observatório de Violência contra Profissionais de Saúde registou um recorde de notificações, tendo recebido 531 denúncias. A maioria diz respeito a serviços de saúde públicos.
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Este observatório da DGS é um registo voluntário e anónimo, o que significa que esta realidade pode estar subestimada. No ano passado, as notificações mais do que duplicaram face ao ano anterior, mas os responsáveis têm dito não ser possível aferir se existe um aumento da conflitualidade até relacionado com a crise ou se os profissionais estão a aderir mais ao sistema, que visa melhorar a prevenção destes incidentes.

Bola de neve 
Os dados do ano passado mostram que em dois terços das situações as vítimas são enfermeiros, em linha com o que já se verificava em anos anteriores. Guadalupe Simões, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, considera que o aumento das notificações reflecte mais conflitualidade e uma consequente maior sensibilização para reportar, para que o problema não caia no esquecimento.

Tendo em conta que, na maioria das vezes, os agressores são doentes, familiares ou acompanhantes, a responsável considera haver uma clara associação entre o ambiente que se vive nos serviços e mais casos de violência. “Os enfermeiros são o primeiro contacto e têm de lidar com a insatisfação crescente das pessoas com os tempos de espera e demora no atendimento”, diz.

“São os enfermeiros que estão nas triagens das urgências ou nas enfermarias durante as visitas”, justifica. A dirigente sindical fala de uma “bola de neve”: não havendo profissionais em número suficiente, as famílias ficam mais exasperadas e o espaço físico não permite dar resposta a todos em simultâneo, obrigando a impor mais limitações para que possa haver circulação, isto mesmo quando os doentes ficam em macas nos corredores. Dotar os serviços de recursos suficientes seria, no seu entender, a melhor estratégia de prevenção.

Segundo o balanço de 2014, as situações mais recorrentes são injúria, ameaças e pressões, mas verificaram-se 133 agressões físicas. Um quinto das vítimas precisou de tratamento e ausentou--se do trabalho, mas só 72 apresentaram queixa à polícia. A maioria considera que a violência é habitual e poderia ser prevenida. Metade das vítimas ficaram insatisfeitas com a forma como a situação foi tratada internamente. 

* Temos pelos profissionais de saúde o maior respeito, sem ferir susceptibilidades os enfermeiros são os que mais enfrentam os problemas, os que mais dão e os que piores salários auferem, uma das vergonhas deste governo, também ele vergonhoso.

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HELENA CRISTINA COELHO

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A política do poucochinho

No dia seguinte às eleições, quando os portugueses já tiverem escolhido quem querem a governar o país, quase tudo o que andou a alimentar os debates mais participados das últimas semanas será irrelevante para os dias que se seguem.
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No dia seguinte às eleições, já poucos se lembrarão das polémicas fotos nos cartazes do PS. Ou do que levou Joana Amaral Dias a despir-se para uma capa de revista. Ou se houve jogos de futebol nesse dia. Ou se alguém falhou a entrega de uma pizza de pepperoni à porta de José Sócrates. Ou qual foi a sondagem mais certeira: se a que deu a vitória num dia ao PS e, no outro, ao PSD/CDS. Porque no dia seguinte às eleições, tal como hoje, nenhum desses temas será minimamente relevante para a vida do país. Eles apenas revelam os vícios e fraquezas que, cada vez mais, dominam a política e um país desencantado por quem dela vive - e nela sobrevive.

No entanto, tem havido mais opiniões e fóruns de discussão à volta desses temas do que daqueles que verdadeiramente vão influenciar a vida do país nos próximos anos. E as perguntas a fazer são tantas... Qual o plano para financiar a segurança social sem fazer mais cortes sangrentos nas pensões e nos salários? Como melhorar a educação e a saúde sem eliminar serviços fundamentais? Quais os meios para sustentar a máquina do Estado sem aumentar mais os impostos? Como assegurar que o desemprego se mantém em queda sem destruir mais empregos? Que relação queremos manter com uma Europa em mudança? Como evitar que a economia tenha o seu crescimento insuflado pelo consumo? 

Como restaurar a confiança dos portugueses e compensá-los pelos últimos quatro anos de sacrifícios? Dar a resposta a estas (e muitas outras) questões é antecipar o futuro. É saber com o que podemos contar nos próximos tempos. Daí que seja imperativo fazer todas essas perguntas - e, mais do que isso, exigir respostas - a quem tem a ambição de governar. E, tendo essas respostas, garantir que são compromissos para o futuro e não apenas promessas que ficam esquecidas no passado.

Elevar esse nível de exigência seria assim uma forma de contrariar a pobreza e o vazio que se instalaram no debate político - um universo nivelado pelo ‘poucochinho' que se sabe, que se constrói, que se debate, que se respeita, que se cumpre. Já se sabe que a política nunca foi uma casa de virtudes - mas nunca como agora essas fraquezas estiveram tão escancaradas. Nunca como agora se viram tantas trocas de acusações, desprezo pelas responsabilidades, jogos de empurra, descaramentos, abusos e ilicitudes a descoberto, tanta futilidade a caçar votos. E, também por isso, tantas razões a afastar os cidadãos da política, motivos para não confiar, tantas pessoas desiludidas - e, claro, tantos votos em branco, tanta desistência. É por isso pertinente que o país e os seus políticos se importem com este estado de coisas e possam, de facto, envolver o país e debater o que realmente importa no seu futuro. Conseguir isso, sim, não é poucochinho.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
10/09/15


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631.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO  
"A BOLA"

Moçambique
Atleta paralímpica moçambicana
. conquista ouro nos Jogos Africanos
. Congo-Brazzaville

Edmilsa Governo, atleta paralímpica moçambicana, conquistou na noite da passada terça-feira a primeira medalha de ouro para Moçambique, nos 200 metros na versão T12, percorrendo a distância em 25,62 segundos.
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De acordo com o jornal Notícias , na mesma final, a outra moçambicana Maria Muchavo conseguiu a medalha de prata, com o registo de 25,87 segundos.

Moçambique soma agora cinco medalhas, uma de ouro, duas de prata e duas de bronze. A primeira nestes Jogos foi conquistada pela pugilista Rady Gramane, que, mesmo derrotada nas meias-finais, subiu ao pódio beneficiando do facto de haver duas medalhas de bronze para os terceiros classificados na modalidade.

Edson Madeira, em judo, conquistou uma de bronze, enquanto a seleção de vólei de praia conseguiu a prata, após perder na final com Angola.

* De Moçambique chega-nos notícia do  esforço e o triunfo sobre as dificuldades.

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O MEU INSTRUMENTO


24- N G O N I

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FONTE: TRAMA RADIOLA


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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3-A HISTÓRIA
SOVIÉTICA
PORQUE MATAR É FUNDAMENTAL

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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

Semana Europeia da Mobilidade 
começa hoje e envolve mais de
 60 concelhos no país

Mais de sessenta municípios portugueses vão estar envolvidos, a partir de hoje e até 22 de setembro, nas iniciativas da Semana Europeia da Mobilidade, que pretende promover a utilização de transportes "mais amigos do ambiente".
 
NÃO VIMOS NENHUM MINISTRO DE TRANSPORTE PÚBLICO
O número de municípios participantes nesta iniciativa, que vai na sua 14.ª edição, será semelhante ao de anos anteriores, sendo que em 2014 tinham-se envolvido nas atividades da Semana Europeia da Mobilidade 64 autarquias, com 73 localidades inscritas.

A Semana Europeia da Mobilidade foi lançada pelo Conselho Europeu em setembro de 2000, sendo essa data assinalada anualmente em vários países da União Europeia, incluindo Portugal.

O número de municípios envolvidos este ano foi avançado à Lusa pelo presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Nuno Lacasta, que coordena a iniciativa a nível nacional.

"Até ao momento temos 49 municípios inscritos mas muitos deles irão inscrever-se à última da hora. Contamos que participem na casa dos 60, como em anos anteriores", afirmou Nuno Lacasta, explicando que a organização está a ultimar as últimas inscrições.

O responsável referiu que o lema escolhido para esta edição será "Escolhe. Muda. Combina", que pretende destacar a "multimodalidade" e incentivar as pessoas a "refletirem sobre a variedade de meios de transporte à sua disposição e a melhor forma de se combinarem entre si".

"Queremos que as pessoas descubram que podem fazer uma viagem mais rápida, agradável e até saudável", apontou.

Lisboa, Porto, Coruche, Funchal, Loures, Lagoa e Ribeira Grande são alguns dos municípios que irão estar envolvidos durante uma semana em várias atividades, como caminhadas, passeios de bicicleta, ‘workshops’, jogos tradicionais e aulas desportivas, de forma livre e gratuita.

Segundo explicou Nuno Lacasta, para aderir a esta iniciativa os municípios devem "atender a um conjunto de princípios", nomeadamente garantir uma semana inteira de atividades, criar uma medida permanente e aderir ao Dia Europeu Sem Carros (DESC).

As atividades de cada um dos municípios serão diversificadas, mas segundo a organização o "objetivo de todas elas" é o de "consciencializar os cidadãos para a necessidade da mudança de comportamentos relativamente à mobilidade, em particular no que toca à utilização do automóvel particular".

No município de Lisboa está prevista a apresentação do projeto "Bike to work", que contempla a criação das "escadas amigas das bicicletas" na Travessa Portuguesa, bem como o estacionamento gratuito para bicicletas no parque da Calçada do Combro, e percorre-se a Avenida Ribeira das Naus em bicicleta, num passeio solidário noturno.

Em Coruche a autarquia local realiza a iniciativa "Viagens a troco de Lixo", com cinco embalagens de metal, de cartão, de plástico ou de vidro, dois quilogramas de papel, cinco pilhas ou cinco rolhas de cortiça os coruchenses podem comprar um bilhete para o circuito urbano (num máximo de dois bilhetes por pessoa), sendo convidados a, na próxima sexta-feira, irem de bicicleta para o trabalho.

Já no concelho de Loures está prevista a realização de um "triatlo da mobilidade", em que se pretende demonstrar que é possível realizar deslocações no concelho utilizando modos suaves (bicicleta ou a pé) ou transportes públicos.

Para culminar a semana de atividades, irá assinalar-se, no dia 22, em todos os municípios aderentes, o DESC, que irá levar ao corte de algumas vias e ao condicionamento da circulação automóvel.

* A ideia é boa enquanto pedagogia mas os políticos portugueses estragam tudo com cenaças folclóricas.

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JAZZLAND

João Barradas e Pedro Madaleno

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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Portugal foi o quinto país da zona
 euro onde a ajuda à banca mais 
pesou na dívida

Estudo do Banco Central Europeu revela que as ajudas à banca concedidas entre 2008 e 2014 agravaram a dívida pública portuguesa em 11% do PIB.

As medidas de apoio ao sistema financeiro português concedidas entre 2008 e 2014 agravaram a dívida pública em 11% e o défice orçamental em 2,9%. Os números constam de um relatório publicado hoje pelo Banco Central Europeu, mas não contam ainda com o efeito que o cancelamento da venda do Novo Banco terá no défice de 2014, elevando-o em 4,9 mil milhões de euros no ano passado.

CHULIÇE ENCAPOTADA
O estudo designado "Impacto orçamental do apoio à banca durante a crise" mostra que Portugal é o quinto país cujas medidas de apoio financeiro mais pesaram na dívida pública, tendo sido ultrapassado pela Irlanda (22,6%), Grécia (22,2%), Chipre (19,4%) e Eslováquia (18,2%).

França e Itália estão no lado oposto. As ajudas dadas nestes países ao sector financeiro tiveram um impacto de apenas 0,1% na dívida pública. No conjunto da zona euro, a dívida agravou-se 4,8% do PIB à custa destas ajudas.

No défice, as contas são diferentes. Desde 2008 (ano da falência do Lehman Brothers) até 2014, as medidas de ajuda ao sector financeiro pesaram 2,9% do PIB no défice. Entre os países da zona euro, Portugal ocupa a oitava posição no ranking. No conjunto da zona euro, o impacto no défice foi de 1,8% do PIB. A Irlanda - cujo programa de assistência assinado em 2010 com a troika resultou de um colapso da banca - foi o país onde o impacto no défice foi maior: "quase 25%", calcula o BCE.

No conjunto da zona euro, o impacto no défice foi de 1,8%, tendo havido três países - França, Itália e Luxemburgo - onde o impacto foi até positivo, já que as "receitas acumuladas resultantes da assistência financeira ultrapassaram ligeiramente os gastos", justifica a instituição liderada por Mario Draghi.

O BCE refere ainda que, no conjunto da zona euro, dos 800 mil milhões de euros de ajuda concedida desde que a crise começou apenas 40% foram recuperados, uma taxa de recuperação considerada "relativamente baixa" pelo BCE, tendo em conta os padrões internacionais. Portugal encontra-se entre os países com taxas de recuperação "particularmente baixas", adianta o BCE. 

* Chama-se "chuliçe banqueira", nenhum banco em Portugal sobrevive se não se encostar ao coiro do Estado, os portugueses pagam tudo, Ai aguentam, aguentam!


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IMPRESSIONANTE

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DIRIGINDO ATRAVÉS DO FOGO

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HOJE NO  
  "CORREIO DA MANHÃ"

Imagem de Sócrates usada 
para vender cursos 

Centro de educação superior brasileiro desconhecia identidade.. 

De óculos e traje académico. É assim que o ex-primeiro-ministro José Sócrates aparece numa imagem a promover cursos de ensino à distância de um centro de educação superior brasileiro. 


A fotografia foi usada na página de LinkedIn do Centro de Educação Superior à Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cederj), de onde já foi retirada, e também no site da instituição. 

Na legenda, lê-se que o centro é uma referência no ensino à distância no Brasil e na América Latina. 

Contactado pela Rádio Renascença, um responsável daquele centro mostrou-se surpreendido pelo indivíduo da imagem ser um ex-primeiro-ministro português. A mesma fonte avançou que a fotografia foi comprada a um banco de imagens e que a situação vai ser averiguada. 

O Consórcio Cederj é uma instituição que oferece 15 cursos à distância e tem mais de 30 mil alunos, ainda de acordo com a informação disponível no mesmo site. 

* Socrates é capz de vender o país, muito mais fácil vender cursos à lonjura. Como instituição nunca nos teriam como alunos, não por causa da imagem mas porque um estabelecimento de ensino brasileiro não pode ser tão ignorante no que respeita à política portuguesa. Cadê a autoridde nacional de educação brasileira, tá frouxa?
 

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ARRUFOS LUSITANOS

OCTÁVIO RIBEIRO VERSUS
MIGUEL SOUSA TAVARES

"PRÓS E CONTRAS -RTP1
14/09/15

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HOJE NO  
"OBSERVADOR"

Empresários de tuk-tuk dizem não ter sido informados das novas regras em Lisboa

Fernando Medina decidiu avançar já este mês com quatro medidas para disciplinar a circulação destes veículos turísticos, mas os empresários do ramo queixam-se de não ter sido ouvidos.

O presidente da Astuk – Associação Nacional de Empresários de Tuk Tuk, Paulo Oliveira, disse esta terça-feira desconhecer limitações à circulação destes veículos turísticos em Lisboa, e lamentou que os empresários não tenham sido ouvidos sobre o regulamento em elaboração.
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“A câmara não nos comunicou nada. A câmara quando tentou fazer o regulamento foi falar com os senhores da ANTRAL [Associação Nacional de Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros], não veio falar connosco”, afirmou à Lusa o dirigente da Astuk, estranhando a consulta à associação que representa os taxistas para regulamentar a atividade dos tuk-tuk.

O presidente da câmara de Lisboa, Fernando Medina, anunciou na terça-feira que a circulação dos tuk-tuk apenas poderá ser feita entre as 9h e as 21h e estará vedada a ruas estreitas, medidas que entram “ainda este mês em vigor”.
Não temos sido ouvidos e, aliás, temos sido muito marginalizados. A questão dos tuk-tuk é uma coisa que me surpreende, porque de uma coisa inovadora em Lisboa, e de uma aceitação ao início passámos a uma situação de proscritos”, desabafou Paulo Oliveira.
A Astuk representa “cerca de 80% do setor”, com 12 empresas associadas em Lisboa e cerca de 100 veículos licenciados para o transporte turístico, mas o dirigente não compreende por que motivo “a câmara continua a não dar lugares de estacionamento” e locais para parar, apesar dos pedidos feitos desde há dois anos. “A câmara, ao querer impor horários [de circulação], está a condicionar uma atividade e, além disso, não está a cumprir o pressuposto da universalidade que a Constituição prevê, ao vedar aos tuk-tuk o acesso a determinadas ruas”, avisou Paulo Oliveira.

Em relação ao regulamento que a autarquia está a elaborar, o representante salientou que vai “estar atento durante a discussão pública” e tomará as devidas ações. “O regulamento não vai solucionar nada, porque a anarquia continuará a mesma. Se não há lugares para estacionar, as pessoas acotovelam-se, não há disciplina”, frisou.

Além das dificuldades em estacionar, Paulo Oliveira apontou também o “excesso de zelo da polícia municipal e da PSP, porque os tuk-tuk, de repente, tornaram-se uma fonte de rendimento”, graças às multas aplicadas muitas vezes “sem qualquer critério”.

Outra medida, mas que só entra em vigor a partir de 1 de janeiro de 2017, é a obrigação de todos os tuk-tuk terem de passar a ser elétricos. “A câmara vir condicionar uma atividade parece-me estranho. O que é que faremos aos investimentos feitos?”, questionou o presidente da Astuk, acrescentando que os carros dos associados são de 2014 e de 2015 e possuem certificação europeia de conformidade com as normas ambientais.

Paulo Oliveira notou que os veículos estão habilitados a circular em países como Alemanha e Holanda, cumprindo as normas de “emissões de gazes e sonoros” e “um autocarro da Carris polui mais do que 100 tuk-tuk“. “O senhor presidente [da câmara] compra-nos os carros todos, de 2014 e 2015, e nós refazemos as frotas”, rematou.

* Cheira a esturro:
- Os táxis podem circular em ruas estreitas e os tuk tuk não?
- Os táxis mais poluentes que não obedecem a normas nenhumas ainda continuam a circular, qual a razão?
- Os táxis a partir de 2017 também vão ter motores eléctricos apenas?
- Porque se permite o início de uma actividade recente com folclore e grandes manifestações de regozijo, para depois de investimentos feitos se começar à bordoada nos empresários?
- Estão a transformar os tuk tuk numa fonte de receita da polícia municipal?
- Porque é que o município não fiscaliza a higiene do interior dos táxis nomeadamente o mau cheiro, amortecedores em baixo, caixa de velocidades e motores fanados e, sobretudo, o comportamento de alguns profissionais?
Não temos simpatia especial por os tuk tuk, mas que cheira a esturro, cheira!


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