segunda-feira, 14 de setembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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  COMO NÓS


  "EMIGRAMOS"!



No mapa acima pode explorar o fluxo das migrações. Escolha se prefere visualizar os fluxos de entrada ou de saída. A seguir, clique num país e passe o cursor do rato sobre os aglomerados de círculos que surgem. Aparecerá então um balão com o número de migrantes vindo de um dado país. Quando seleccionar um país para analisar a sua situação, pode também passar o cursor num outro país e assim analisar os números desse país em particular.
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A MÁGOA DA 

MASTECTOMIA



 
Interpretado no Maryland Institute College of Art (MICA)
sica e interpretação por Niki Murphy

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HOJE NO
  "i"


Cancro. 
Cinco sintomas que a maioria
 das pessoas ignora

Sabia que há sinais que nos alertam para problemas mais graves do que uma simples constipação?



E pior: muitas vezes, ignoramos completamente o que podem significar.
Sinais que podem indicar que as pessoas estão seriamente doentes. Para alertar para este problema, o site “Woman’s Health” fez uma lista de sintomas que podem mesmo indicar que uma pessoa está com cancro.

Veja a lista:
1 – Quando a tosse não passa
De acordo com Therese Bartholomew Bevers, professora e directora do Cancer Prevention Center, muitas pessoas têm tosse durante muito tempo e não ligam. A tosse pode ser algo normal mas não quando é persistente e muito menos quando acompanhada de sangue.

2 – Urina
Muitas vezes, a urina diz mais sobre a nossa saúde do que se pensa. Se vir sangue na urina, o melhor é procurar o seu médico. Pode ser sinal de infecção ou pode ser algo mais.

3 – Dor
“A dor não é sinal de cancro mas quando uma dor é persistente deve ser analisada”, garante Bevers. Seja onde for, se lhe doer alguma coisa durante muito tempo, deve ser analisado.

4 – Peso
Quando começamos a perder muito peso, sem que haja muito esforço da nossa parte, pode ser sinal de um problema sério. Bevers garante que o melhor é sempre prevenir. Por isso, neste caso, deve procurar um médico para saber o que está a provocar esta perda de peso.

5 – Engolir
Bevers garante que pessoas que começam a ter dificuldade em engolir têm tendência a mudar a sua alimentação de forma a deixarem de sentir essa dificuldade e muito dificilmente procuram saber o que está a provocar essa sensação. Mas, como garante Bevers, este princípio serve para todos os sintomas: Qualquer sintoma persistente deve ser comunicado a um médico.

* Guarde esta informação, pode ser-lhe útil.

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MINUTOS DE


CIÊNCIA/65


TARDÍGRADO OU

 O URSO D'ÁGUA


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HOJE NO   
"A BOLA"

Slater assina manobra impossível
 em Trestles

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O norte-americano Kelly Slater continua a impressionar ao assinar manobras que nunca ninguém viu e desta vez aconteceu no WCT de Trestles.

Slater, 11 vezes campeão mundial, assinou um aéreo em que parece ficar sem prancha, mas conseguiu recuperar e terminar a onda...

* De estarrecer...


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XI-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


2- O XINTOISMO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

Teleassistência abrange 499 vítimas
 de violência doméstica, mais 235 
do que no final de 2014

Quase 500 mulheres vítimas de violência doméstica estão atualmente abrangidas por teleassistência, um sistema de alarme ligado à Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) que este ano já recebeu 91 contactos a sinalizar situações de risco que implicaram intervenção policial.
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Os dados foram avançados à agência Lusa pela secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, a propósito dos seis anos da criação do sistema de teleassistência, um pequeno aparelho que a vítima traz sempre consigo e que pode acionar em caso de emergência.

Atualmente, há 499 mulheres com um aparelho de teleassistência, mais 235 do que no final de 2014, revelou Teresa Morais, lembrando que a medida só pode ser aplicada por um juiz ou pelo Ministério Público durante a fase de inquérito sempre que se mostre imprescindível para a proteção da vítima e esta consentir.

Recentemente foi introduzida “uma alteração ligeira, mas relevante” na lei de violência doméstica, que permite que a medida possa ser estendida além dos seis meses previstos, desde que a vítima esteja em situação de risco e precise de ser protegida.

Até agora, a medida só podia ser alargada em “circunstâncias excecionais”, explicou Teresa Morais.
Para a alteração da lei, contribuiu o relato de mulheres que foram abrangidas pela medida e disseram, num inquérito, que se sentiram mais protegidas e com menores níveis de ansiedade nesse período.
O sistema é monitorizado permanentemente pela CVP, onde se encontram técnicos especificamente preparados para dar uma resposta adequada a cada situação.

“Quando a mulher está em risco aciona o ‘botão de pânico’ e há um sinal de alerta que dispara na central, sendo logo acionada uma ajuda policial”, explicou.

Nos primeiros nove meses do ano, a CVP recebeu 91 contactos a sinalizar casos de emergência que implicaram intervenção policial e 41.163 contactos para efeito de acompanhamento ativo da medida, como deslocações da vítima, entrada e saída da residência e pedidos de informação.

Fazendo um balanço da medida, Teresa Morais disse que “demorou o seu tempo até que os magistrados começassem a aplicar a medida”, que arrancou de forma experimental em 2009 e em 2011 foi alargada a todo o país.

Em 2011, “a aplicação da medida foi muito baixa”, havendo apenas 13 vítimas com teleassistência em dezembro desse ano.

Para sensibilizar os magistrados e o Ministério Público para a aplicação da medida, foram realizadas, desde 2012, 13 ações de formação em todas as procuradorias distritais da República, tendo havido também iniciativas no Centro de Estudos Judiciários.

“Foi feito um esforço muito grande na formação e na divulgação da medida que deu resultado”, que está expresso nos números: Em dezembro de 2012 havia 47 vítimas com teleassistência, número que subiu para 117 em 2013 e para 264 no ano passado. Este ano, são já 499, adiantou Teresa Morais.
Também houve um esforço na aquisição de aparelhos que é “largamente superior ao número de medidas aplicadas”, estando contratualizados atualmente 700.

A violência doméstica registou 22.959 participações em 2014, mais 0,1% face a 2013, segundo o Relatório Anual de Segurança Interna.

Dados do Observatório das Mulheres Assassinadas da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), baseados nos casos noticiados pela imprensa, acrescentam que 43 mulheres foram mortas em 2014 vítimas de violência doméstica.

No primeiro trimestre deste ano, segundo a UMAR, foram assassinadas nove mulheres.
A 01 de março havia 319 agressores com pulseira eletrónica, mais 23 do que os registados em 31 de dezembro de 2014, segundo dados da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais.

*A teleassistência é um excelente equipamento para as vítimas.
Agressores/as têm de ser severamente punidos, não vão lá com "A Psico"


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RAQUEL CARRILHO

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Culpa, a inimiga 
número 1 das mulheres

Acho que não existe muita coisa mais castradora para as mulheres do que o conceito de culpa. Isso e, talvez, os filmes da Disney, que fizeram com que crescêssemos a acreditar que, um dia, viria um príncipe encantado salvar-nos de uma vida terrível.

E assim se cresce a achar que, por um lado, temos de ser salvas para conseguirmos ser felizes. E por outro, se não formos salvas, a culpa é claramente nossa, num assumir da inferioridade feminina.

Se algo corre mal, a culpa é nossa. Se uma mulher não engravida, a culpa é dela. Se não tem um parto natural, a culpa é dela. Se não amamenta, idem, tal como se não passa tempo suficiente com os filhos ou se estes têm más notas. E se há um divórcio, foi porque a mulher se desleixou. Claro. No limite, se o marido bateu na mulher, há quem acredite que foi porque ela fez algo de errado.

O conceito está de tal forma enraizado na nossa sociedade que, por vezes, é a própria mulher a assumi-lo. Mas quando apresentamos este raciocínio, aparece logo alguém a dizer que lá estamos nós a vitimizar-nos, como se tudo isto fosse normal. Sim, até admitimos que podemos estar a dramatizar excessivamente, mas também que poucos momentos na vida foram tão libertadores como aquele em que nos livrámos da culpa. E, já agora, dos malditos príncipes da Disney.

À beira dos 37 anos, já não tenho dúvidas. Pelo menos, não neste campo, que noutros tenho e não são poucas. Já sei que os príncipes não chegam em cavalos brancos e seguramente não nos vêm salvar. Até porque não preciso de ser salva. Nem eu nem nenhuma mulher. E sei-o sem nenhum sentimento de culpa.

IN "i"
12/09/15

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629.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

BIS: 
China e Brasil entre os mercados emergentes que correm o risco 
de uma crise bancária

Um relatório do BIS, divulgado pela Bloomberg, diz que aquela instituição prevê uma crise nos bancos da China, Brasil e Turquia. Haverá um nova crise bancária no horizonte?

O crescimento do crédito na China, no Brasil e na Turquia não só estimula o risco de consequências ao nível do malparado, como também é um sinal de que uma crise bancária está no horizonte, diz o BIS – Bank for International Settlements (Banco de Pagamentos Internacionais), citado pela Bloomberg.
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O rácio de crédito sobre o PIB, que permite medir o quanto o crédito ao sector privado se desviou da sua tendência de longo prazo, é de 25,4 por cento na China, disse o BIS num relatório divulgado no domingo. É o peso mais alto de entre as grandes economias e compara com 16,6 por cento na Turquia e 15,7 por cento no Brasil.

"Os indicadores de alerta precoce detectados em situações de stress bancário, apontam para os riscos decorrentes do forte crescimento do crédito", segundo o BIS.

Historicamente, um país com um rácio acima dos de 10 por cento tem dois terços de possibilidade de ter "sérias tensões nos bancos" dentro de três anos, disse o BIS.

As nações mais desenvolvidas do mundo foram rápidas a recuperar da crise financeira global de 2008, financiando a expansão com um difusão de empréstimos, e agora que o crescimento diminui,  os credores estão a braços com créditos maus.

O choque da desvalorização do yuan, no mês passado, arrastou os mercados globais para uma preocupação que a desaceleração na segunda maior economia do mundo se tenha aprofundando.
O aumento do risco na China é o legado de um valor record de créditos concedidos, num total de 17.600 mil milhões de yuan (2.480 mil milhões de euros), desencadeados pelo ex-primeiro Ministro Wen Jiabao, em 2009. O crédito malparado chinês no primeiro trimestre deste ano subiu ao máximo, desde que os dados se tornaram disponíveis em 2004, atingindo os 982,5 mil milhões de yuans (136,59 mil milhões de euros). Isto é quase o tamanho da economia do Vietame.

Tal como a China, a Indonésia, Singapura e a Tailândia também têm um rácio crédito concedido em relação ao PIB que excedem os 10 por cento e, portanto, são vulneráveis ​​a tensões no sector bancário , mostra o relatório do BIS.

Os maiores bancos do Brasil – que está no meio da pior contracção económica dos últimos 25 anos – estão a aumentar as provisões exponencialmente, para cobrir os seus maus créditos. O Banco do Brasil, o maior banco da América Latina em activos, no mês passado aumentou 21% as provisões para crédito em incumprimento.

Este banco estatal e o Banco Bradesco estavam entre os 13 bancos que viram os seus ratings piorarem,  pela Standard & Poor, na semana passada depois de grau de crédito do país ter sido cortado para lixo.

"Os rácios estimados do serviço da dívida também apontam para riscos contínuos", diz o BIS, citado pela Bloomberg. Por exemplo, "as famílias e empresas no Brasil, China e Turquia gastam significativamente mais no serviço da dívida (juros) do que no passado."

O BIS disse ainda, que a quantidade de títulos de dívida emitidos internacionalmente por sociedades não financeiras dos países emergentes fixou-se em 75 mil milhões de dólares (66,4 mil milhões de euros) no primeiro semestre deste ano, em comparação com 161 mil milhões de dólares (142 mil milhões de euro) em 2014.

Os clientes do crédito continuam a contar com a venda da dívida emitida em dólar, enquanto aumentam emissões em euros para 14 mil milhões de  euros no primeiro semestre.

* Consequência de engenharia financeira feita por "trolhas".

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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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3-THE CORPORATION


 DESCUBRA COMO É MANIPULADO

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO  
  "CORREIO DA MANHÃ"

Cinco empresas evacuadas
 devido a intoxicação

Cinco empresas foram evacuadas esta segunda-feira à tarde devido a uma intoxicação, em Sacavém, Loures. 
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Dezasseis pessoas foram levadas para o hospital de São José, em Lisboa, com sintomas a afetar as vias respiratórias, olhos e dores de cabeça. 

A matéria libertou gases na via mas, segundo Teodoro Graça, adjunto de comando dos bombeiros voluntários de Sacavém, não é prejudicial para a população. 

Os bombeiros estão a proceder às lavagens do sistema de drenagem das águas e aguardam as equipas que vão realizar as análises à substância. 

* E foi só "azar" ou há apuramento de responsabilidades?

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Sebastião Antunes e a Quadrilha

Balada do Desajeitado

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HOJE NO   
  "OBSERVADOR"

Esqueça as passadeiras.
 Estas são as 4 novas tendências
 do ginásio

Agora, a moda é entrar num ginásio para manter a saúde do seu corpo enquanto também se diverte. Há programas adequados para todos os gostos. Estes quatro são os mais recentes. 
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O verão já ameaça despedir-se, mas os ginásios continuam de portas abertas. Manter o corpo são não é só uma questão estética, mas também de bem-estar e saúde. O modo como cuida dele é que pode variar: os ginásios já oferecem programas variados e adaptados que fogem ao tradicional e que pretendem melhorar o desempenho físico e mental dos clientes. Porque suar pode ser muito divertido. Eis quatro alternativas às clássicas passadeiras, descobertas pela Health.

O poder da competição
Quando se integra um grupo num ginásio a motivação costuma ser maior porque se entra em competição com as pessoas em redor. Ninguém quer ficar para trás nos objetivos, por isso o desejo de perceber a sua evolução enquanto corre também pode ajudar, explica o El Confidencial.

Alguns ginásios – é mais comum nos Estados Unidos – já colocaram um painel na sala onde mostram o ranking dos clientes que mais estão a correr (por exemplo) num determinado momento. Quem olha para eles vai tentar chegar ao primeiro lugar da tabela. E mesmo para quem não gosta de competir com terceiros, pode sempre usar esta ferramenta para conseguir ultrapassar a marca anterior.

Os treinos híbridos
Não foi há muito tempo que começámos a misturar exercícios de força com outros de cardio para otimizar os resultados do exercício físico. Mas há mais dois tipos de exercícios a juntar-se à equação: estiramento e tonificação, com recurso ao yoga e ao pilates.
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Há dois regimes nesta nova receita dos ginásios: Pilates Plus e Buti Yoga. O primeiro “junta os benefícios vigorosos do treino de força, o movimento sem fim do cardio e o estiramento muscular do Pilates, tudo numa aula de uma hora”, explica à Health a treinadora Jennifer Cohen. O Buti Yoga é semelhante, mas junta yoga, dança tribal e movimentos pliométricos para tonificar o abdómen.

Os grupos mais pequenos
Para quem não gosta de fazer exercício físico dentro de quatro paredes, mas também não consegue ter disciplina para treinar sozinho, a solução está nos treinadores pessoais. É uma alternativa antiga, mas não sendo acessível para todas as carteiras, há uma alternativa mais viável: turmas reduzidas.

As turmas com poucos elementos afastam os clientes dos ambientes saturados onde treinam dezenas de pessoas e garantem um atendimento mais personalizado. E podem decorrer fora do ginásio, ao ar livre, em casa do cliente ou do próprio treinador.

O fitness aéreo
Para treinar pode também andar com a cabeça – e os pés – no ar. Esta é uma das últimas tendências dos ginásios, com a moda do fitness aéreo a ganhar terreno. “As pessoas sentem-se atraídas por esta forma de condicionamento físico porque lhes permite sentir como os artistas do Cirque du Soleil”, explica a treinadora Jennifer Cohen.
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Com recurso a trapézios ou cintas penduradas no teto, os amantes do fitness aéreo estão rendidos a três grandes modalidades: aeropilates, aeroyoga e acroyoga. É que estes parecem ser os mais divertidos, mas também muito eficazes na hora de colocar o corpo a mexer. Além disso, fazem bem à memória: os movimentos não são improvisados, mas antes coreografados e repetidos ao longo das aulas.

* Tendências igual a moda, moda na saúde não tem rigor científico.

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Futuro vencedor

de America Ninja Warrior

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Passos diz que encara portugueses com "as costas direitas e cabeça levantada"

O primeiro-ministro insiste que não é responsável, nem pode ser responsabilizado, pelo tempo de 2011.
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O líder do PSD disse esta segunda-feira que enquanto chefe do Governo pode encarar os portugueses com "as costas direitas e a cabeça levantada", insistindo que não é responsável, nem pode ser responsabilizado pelo tempo de 2011.

"Como chefe do Governo hoje encaro os portugueses, aqueles que gostam de mim e os que não gostam, os que votaram em mim e os que não votaram, nem em mim, nem no doutor Paulo Portas há quatro anos atrás e posso encará-los com as costas direitas e a cabeça levantada", afirmou o presidente social-democrata e primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, durante um almoço com associações, em Paço de Arcos, no concelho de Oeiras.

Naquela que foi a segunda ação de pré-campanha do dia da coligação PSD/CDS-PP, Passos Coelho voltou a "prestar contas" sobre o que aconteceu nos últimos quatro anos, lembrando o país que herdou em 2011, com um Estado em pré-bancarrota e insistindo que o atual executivo não escolheu "o ponto de partida": "não sou responsável, nem posso ser responsabilizado pelo tempo de 2011", frisou.

* Deve ter engolido um cabide.

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7.OH QUERIDA 

MÃEZINHA













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HOJE NO
 "RECORD"

US OPEN
Djokovic: 
«Aceito o facto de que o Federer 
tem mais apoio»

Novak Djokovic conquistou este domingo o 10.º título do Grand Slam, segundo no US Open, num ambiente a fazer lembrar a Taça Davis... a favor do suíço. Mesmo com 20 mil pessoas contra e o melhor tenista de todos os tempos do outro lado da rede, Djokovic venceu e no final do encontro não condenou o facto de os adeptos preferirem o suíço.
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"Aceito o facto de que ele tem mais apoio. Cada pessoa tem o direito de fazer a sua escolha. É claro que a grande maioria estava a favor dele, mas isso acontece em todos os torneios do Mundo. Não sei se percentualmente aqui é mais claro, mas não acho que isso seja relevante. Ele merece todo o apoio que tem por tudo o que já deu ao ténis e por tudo o que é dentro e fora do court. Eu estou aqui para merecer esse apoio um dia", confessou Djokovic durante a conferência de imprensa.

O sérvio sente-se honrado por continuar a ganhar títulos do Grand Slam mesmo tendo na sua geração dois dos maiores campeões de todos os tempos, Federer e Nadal. "Derrotar o Roger em duas finais de Grand Slam seguidas é o maior desafio que podemos ter. Não digo que os esteja a dominar nesta fase da minha carreira, mas estou certamente muito feliz por tudo o que tenho alcançado."

Eva Asderaki-Moore faz história
 e brilha em Nova Iorque

A árbitro grega Eva Asderaki-Moore fez história este domingo ao tornar-se na primeira mulher a dirigir a final de singulares masculinos do US Open. Desde 2007 que também nenhuma senhora arbitrava uma final masculina de qualquer um dos torneios do Grand Slam.
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A noite de Asderaki-Moore tornou-se não só histórica pela presença na cadeira como pela prestação imaculada durante os quatro sets. 

A grega mostrou-se ativa, fez vários "overrules" e teve a razão do seu lado em todos os cinco apelos de Roger Federer e Novak Djokovic para o olho de falcão.No final, a juiza recusou as dezenas de pedidos deentrevista. "Quero que a minha prestação fale por si".

* Apenas duas estrelas.


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BULLYING NÃO


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* Uma produção da "Saatchi & Saatchi "

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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Portas também apoia subscrição
 pública para os lesados do BES

O presidente do CDS-PP, Paulo Portas, afirmou, esta segunda-feira, que "se vier a ser necessário" apoiará uma subscrição pública para os lesados do BES recorrerem à justiça, sublinhando a diferença entre investimento de risco e fraude e reiterando críticas aos reguladores. 
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Em entrevista à RTP, o também vice-primeiro-ministro pediu ainda que os políticos não sejam moralistas, acusando o secretário-geral do PS, António Costa, de não ter honrado a palavra dada ao não ter ficado à frente da autarquia da capital.

* O dr. Irrevogável é um candidato sabichão de memória curta. No penúltimo governo em que foi ministro, o seu amigo Santana Lopes foi direitinho da Câmara de Lisboa para 1º ministro, sem disputar eleições, após a fuga apoteótica de Durão Barroso para o tacho de Bruxelas.
Os lesados do BES deviam pôr o dr. Irrevogável em tribunal por ser cooperante na fantochada do Novo Banco.

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LEGISLATIVAS/2015



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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Angola inquieta com 
investigações no Brasil

As investigações que estão a ser realizadas no Brasil a construtoras destes país estão a preocupar Angola diz a Economist Intelligence Unit. Esta unidade de análise da The Economist diz que Angola enfrenta riscos reputacionais e de deminuição do investimento.
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A Economist Intelligence Unit (EIU) considera que Angola está inquieta com as investigações de corrupção no sector da construção no Brasil devido às ligações com o poder político angolano e à importância destes investimentos no desenvolvimento da economia.
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"As ligações com o Brasil e o papel que companhias como a Odebrecht e a Petrobras tiveram na reconstrução e desenvolvimento do país a seguir à guerra civil, e a extensão do contacto pessoal entre o Brasil e o Presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, e a elite das autoridades, parece apresentar um novo risco para a reputação" do país, escrevem os peritos da unidade de análise económica da revista britânica The Economist.

Na nota enviada aos investidores, e a que a Lusa divulgou esta segunda-feira, 14 de Setembro, os analistas acrescentam que para além do risco reputacional, Angola enfrenta ainda o risco de os investimentos brasileiros no sector da construção poderem abrandar devido às consequências das investigações em curso no Brasil não só sobre o mega-processo Lava-Jato, mas também sobre alegadas más práticas das construtoras brasileiras em África.

"Além do mais, se as investigações no Brasil levarem a uma redução das operações domésticas destas empresas, isto pode ter um efeito negativo no setor da construção em Angola, que já está a abrandar por causa dos cortes na despesa pública causadas pela descida do preço do petróleo, uma fonte fundamental na receita do Estado", escrevem os analistas da EIU.

Na análise às consequências das investigações à conduta das empresas brasileiras, nomeadamente subornos e lavagem de dinheiro, para além de uma análise da gestão dos empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), a EIU afirma que Angola está "inquieta", lembrando que a Petrobras e dois gigantes da construção, a Odebrechet e a Andrade Gutierrez, que estão sob investigação por alegadas irregularidades financeiras, "estão por trás de vários grandes projectos em Angola, uma boa parte dos quais foram financiados pelo BNDES".

A Odebrecht, lembra a EIU, está em Angola desde os anos 80, com contratos em vários sectores, incluindo a construção, a indústria agroalimentar e as minas, sendo o maior empregador privado em Angola.

O director executivo da construtora, Marcelo Odebrecht, foi formalmente acusado no Brasil de corrupção e de lavagem de dinheiro em Julho, e foi também condenado pelos tribunais brasileiros de importar ilegalmente trabalhadores para Angola, onde eram "forçados a trabalhar em condições desumanas", diz a EIU.

Em Junho deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento do Brasil (BNDES) divulgou o conteúdo de contratos de financiamento a Angola envolvendo as maiores construtoras daquele país. Segundo o jornal Estado de São Paulo divulgou então, esses contratos haviam sido mantidos em segredo, o que motivou protestos, tanto junto dos governos de Lula da Silva como do actual, liderado por Dilma Rousseff. De acordo com este jornal, entre 2007 e 2015 o Brasil emprestou a Angola, através do BNDES, 3,38 mil milhões de dólares.

As verbas, destinadas à execução de obras, beneficiaram empresas como a Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão e Prado Valladares. Entre os projectos financiados contam-se a construção de um aeroporto, estradas, projectos de saneamento, linhas de transmissão e barragens.

* Um dia, José Eduardo dos Santos, o maior corruptor de África, verá o seu império desmoronar e arrastará com ele os súbditos rastejantes que babam à sua frente.

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