quarta-feira, 9 de setembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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  COMO NOS


  "EMOCIONAMOS"!



3- A LUCIDEZ 
DA LOUCURA

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"A Lucidez da Loucura" é uma viagem ao interior do Hospital Júlio de Matos, guiada pela...s pessoas que lá vivem, algumas há dezenas de anos. Como o Manuel que já não se lembra da vida que deixou cá fora. O Paulo, que já se tentou suicidar sete vezes. A Firmina e o João que todos os fins de tarde se encontram para namorar. E o Nuno, que há 55 anos ocupa um quarto e só pede à vida que o deixe lá continuar.



As frustrações e os sonhos de quem há muito aprendeu que a lucidez pode ser muito mais dolorosa do que a loucura.



"A Lucidez da Loucura" é uma extraordinária reportagem da jornalista CRISTINA BOAVIDA com imagem de JORGE PELICANO e montagem de RUI ROCHA.
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FONTE: "GRANDE REPORTAGEM"/"SIC NOTÍCIAS"

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PORTUGAL

EM TRÂNSITO



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 08 de Setembro, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Professor Luís Campos e Cunha.

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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Exportações de bens aumentam
 5,6% em Julho

Compras ao exterior recuam, à conta sobretudo do mercado extra-comunitário. Mesmo assim, défice comercial de bens agravou-se mais 660 milhões em Julho.

As exportações portuguesas de bens somaram 4,7 mil milhões de euros em Julho, mostram os dados publicados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). São mais 5,6% do que as vendas registadas no mesmo mês do ano passado.

O crescimento das exportações tem sido apoiado sobretudo no mercado europeu, aproveitando também o bom desempenho de Espanha, o maior parceiro comercial português e que este ano deverá registar o maior aumento da actividade económica entre as economias desenvolvidas.No entanto, as vendas para fora da Europa também continua a subir, apesar do impacto negativo da crise em Angola.
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QUEM SEMEIA INCOMPETÊNCIA,
COLHE INSOLVÊNCIA
Em sentido contrário, as importações recuaram 1,1% - é o terceiro mês este ano em que se regista uma quebra homóloga nas compras ao exterior. A descida parece continuar a reflectir os ganhos nos termos de troca que Portugal está a conseguir com a descida do preço do petróleo e outras matérias-primas. De facto, as compras à Europa até aumentaram 3,4% face a Julho de 2014, mas as importações fora da Europa, de onde vem o petróleo, diminuíram 14,5%.

Apesar da quebra nas importações, o défice comercial Julho agravou-se em mais 662 milhões de euros em Julho e soma 5,6 mil milhões no que vai do ano.

Julho manteve também inalterado o ranking dos principais parceiros comerciais de Portugal, onde Angola já não costa da lista dos primeiros cinco, fruto da crise relacionada com a descida do petróleo. A economia angolana, para onde as exportações este ano estão a cair 26,9%, foi ultrapassada há uns meses por Reino Unido, primeiro, e Estados Unidos, depois.

* O que há para reter desta notícia:
Que apesar de as importações terem recuado em 1,1% e as exportações de bens terem aumentado 5,6% continuou a importar-se mais do que exportar e só em Julho isso custou ao bolso dos portugueses 660 milhões de euros e subiu este défice para 5,6 milhões de euros o que revela  a absoluta incompetência do governo no que toca a reduzir despesas. 
Portanto este folclore eleitoral dos ministérios incluíndo o da inutilidade liderado por o sr. Paulo Portas é um embuste, vote neles e caem-lhe mais 900 mil desempregados na sopa.


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NFS

NAKED FASHION SHOW
PRIMAVERA/VERÃO
2015
ANDRÉE CICCARELLI
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LINGERIE JOURNAL
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MARIANA 
VALENTINA
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INTIMISSIMI
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HOJE NO   
  "CORREIO DA MANHÃ"

Mulheres procuram amante 
e maridos são egoístas

Conclusões de um estudo do site de encontros Secondlove.

As portuguesas procuram um amante para se sentirem desejadas e consideram os companheiros ou maridos egoístas na cama, conclui o primeiro inquérito nacional às mulheres que usam o site de encontros amorosos Secondlove. 
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O estudo contou com a colaboração de 1239 mulheres e decorreu entre maio e junho deste ano. Mais de metade (56%) referiu que o parceiro não estimula a sua sexualidade. Um total de 1065 mulheres (86%) afirmou que não contou a ninguém que procura um amante online, enquanto mais de metade das inquiridas (59%) admitiu manter contacto com o amante nas férias de verão.

 "A traição feminina existe e é um tabu social mas há razões para as mulheres procurarem um parceiro fora do casamento", disse Anabela Santos, gestora do site. 

* Uma notícia ridícula:
- Não há traição feminina, há traição, seja ela praticada por homem ou mulher, falar em traição feminina é criar um estigma, mulher que trai é puta, homem que trai é macho, ora porra!!!!
- Quando se procura alguém no exterior em 90% dos casos é o afecto que falhou e amor tem muita carne, embora haja quem diga o contrário.

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2-TERRÁQUEOS


A DITADURA DA ESPÉCIE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO   
"OBSERVADOR"

Tribunal europeu retira à Zara
 a exclusividade da marca 
enquanto transportadora

A marca de roupa Zara viu esta quarta-feira o seu recurso, interposto em 2013, ser rejeitado pelo Tribunal geral da União Europeia. O objectivo da empresa espanhola era evitar a perda da exclusividade que a marca detinha enquanto transportadora, dentro da comunidade europeia.
Fontes do tribunal declararam ao El País que a decisão implica que, a partir de agora, a empresa “não poderá evitar que outras empresas utilizem o mesmo nome [Zara] no negócio dos transportes”, no território da UE.
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A longa batalha jurídica começou em 2011. À data, Zainab e Roger Angell, dois cidadãos residentes na Tanzânia, solicitaram à justiça que a Zara perdesse a sua exclusividade em sectores como os transportes, o armazenamento e a distribuição de bens.

Os dois empresários, que possuem uma empresa com o mesmo nome da Zara, consideram que a empresa espanhola deixou desde essa data de fazer uso dos seus serviços de transportadora, e que, por isso, deveria perder a exclusividade que detinha no sector.

A Zara afirma ter apresentado provas da sua actividade no ramo, mas estas foram consideradas “insuficientes” pelo tribunal europeu, com sede no Luxemburgo.

A empresa espanhola tem agora dois meses para decidir o que pretende: se interpor um novo recurso, perante o tribunal de justiça da UE, ou abandonar de vez a batalha legal, arcando assim com os custos do processo, que se arrasta desde 2011.

* Impérios assentes em alicerces de barro.

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LUÍS CARVALHO RODRIGUES

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Os imortais (*)

Que é que têm em comum os que praticam o ritual iniciático de serem candidatos a infectados pelo VIH e os activistas anti-vacinas? Três coisas: riqueza, ignorância e arrogância.

Nas décadas que se seguiram à Segunda Grande Guerra o Ocidente viveu uma ilusão. Entre antibióticos, vacinas e a melhoria das condições sanitárias e de alimentação, doenças que tinham assombrado gerações incontáveis desvaneceram-se: a tuberculose, a septicémia, a varíola, a cólera, a poliomielite. Umas tornaram-se inofensivas, outras foram varridas do mapa. A tuberculose foi declarada “residual”.

Até que, nos anos 1980, apareceu a SIDA. As pessoas não iam ao barbeiro, tinham medo de beber água nos cafés (por causa do copo) e, nos hospitais, havia quem se recusasse a tocar nos processos (de papel) dos doentes. Isto durou até meados da década de 1990. Recordo-me que o caminho que ladeava a varanda da Infecciologia no hospital onde eu então trabalhava era percorrido em passo rápido e sem olhar. Suponho que era assim que, noutros tempos, se cruzavam os caminhos das gafarias e dos sanatórios. A SIDA confrontou-nos com a nossa mortalidade, que a geração anterior se dera ao luxo de esquecer, e, à medida que figuras públicas e amigos próximos tombavam, as pessoas aderiam aos cuidados de prevenção e alteravam comportamentos sexuais, na maior revolução de costumes desde o aparecimento da pílula.

Depois o aparecimento dos anti-retrovirais transformou a SIDA numa doença crónica. Não voltei a assistir doentes a morrerem em asfixia, com os pulmões cheios de Pneumocistis. Era possível sobreviver e viver outra vez, trabalhar, ter filhos. E a sensação de impunidade voltou. No seio das comunidades gay dos países ocidentais, que tinham sido fulcrais na contenção da SIDA, surgiram abstrusos rituais de “iniciação”, em que pessoas não infectadas eram deliberadamente expostas ao vírus. O CDC reporta há vários anos um aumento da incidência de infecção pelo VIH devido a esta prática, que tem um nome, “barebacking”. Entre as razões indicadas pelos próprios conta-se que o sentimento de “pertença” a um grupo tão especial vale bem uma infecção que já não passa de um “incómodo” tratável com “meia dúzia de comprimidos”.

Que é que têm em comum estas pessoas e os activistas anti-vacinas? Três coisas: riqueza, ignorância e arrogância.

Os candidatos a infectados pelo VIH esquecem os terríveis efeitos secundários das terapêuticas: dislipidémia, diabetes, risco cardiovascular aumentado, malabsorção e todas as carências a ela associadas. Além de boicotarem deliberadamente as políticas públicas de contenção da infecção e de partirem do óbvio pressuposto de que podem contar com sistemas de saúde eficientes e sempre presentes.

Os movimentos anti-vacinação são populares sobretudo entre a classe média das sociedades ocidentais, que leu umas coisas no Google e nas revistas de supermercado e adora culturas “alternativas” e “meditação”. É gente que nunca passou fome nem viu pessoas morrerem por falta de hospitais, antibióticos – e vacinas.

O argumentário usado impressiona pela ignorância. É de quem não faz ideia de como funcionam as estratégias de vacinação nem os mecanismos de resistência. Além disso, regra geral não querem vacinas mas não prescindem dos cinemas, dos autocarros e das escolas. Quando o governo australiano, há poucos meses, decidiu penalizar quem recusasse o plano de vacinações, houve logo pais a queixarem-se por serem “obrigados a fazer uma escolha coerciva.” Aparentemente, não lhes ocorre que não podem beneficiar da rede social em que vivem e, ao mesmo tempo, fugir aos impostos, às leis e a mínimos de higiene pública.

O tema do decaimento da civilização pela perda de competências (e pela inconsciência dessa perda) foi recorrente na ficção científica americana dos anos 1950 e 60. Uma mistura explosiva de ignorância e individualismo hedonista ameaça tornar reais os devaneios apocalípticos desse sub-género literário.

(*) “O imortal” é o título de um conto de Jorge Luis Borges, que começa assim: “Ser imortal é coisa sem importância. Excepto o homem, todas as criaturas o são, porque ignoram a morte. O divino, o terrível, o incompreensível, é considerar-se imortal.”

Médico patologista

IN "OBSERVADOR"
06/09/15


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624.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Taxa de mortalidade infantil em 
Portugal desce 76% em 25 anos

Portugal integra um grupo de 14 países que apresenta o terceiro melhor indicador de taxa de mortalidade abaixo dos cinco anos, juntamente com a França, Alemanha, Holanda ou Espanha.

A taxa de mortalidade infantil em Portugal continua a ser das mais baixas do mundo, segundo um relatório da UNICEF hoje divulgado, o qual refere que este indicador melhorou em 76% nos últimos 25 anos.
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O documento enviado à agência Lusa, com o título 'Levels and Trends in Child Mortality Report 2015' (Níveis e Tendências na Mortalidade Infantil 2015), adianta que o país passou de uma taxa de 15 crianças mortas antes dos cinco anos por mil habitantes, em 1990, para quatro crianças mortas, em 2015, o que situa Portugal entre os melhores ao nível deste indicador.

Portugal integra um grupo de 14 países que apresenta o terceiro melhor indicador de taxa de mortalidade abaixo dos cinco anos, juntamente com a França, Alemanha, Holanda ou Espanha.
Nos últimos 25 anos, a taxa de mortalidade infantil reduziu-se em 76%, com uma média anual de redução de 5,6%.

A lista é liderada pelo Luxemburgo, Islândia e Finlândia, com uma taxa de mortalidade de duas crianças mortas antes dos cinco anos por mil habitantes. Em segundo lugar estão outros sete países com uma taxa de mortalidade de três crianças mortas antes dos cinco anos por mil habitantes, como é o caso de Noruega, Suécia, República Checa ou Eslovénia.

Em termos globais, a taxa de mortalidade infantil no mundo desceu para metade em 25 anos, segundo o documento, que indica que o número de mortes de menores de cinco anos diminuiu de 12,7 milhões, em 1990, para 5,9 milhões, em 2015, o primeiro ano em que o total se irá situar abaixo do patamar dos seis milhões.

As novas estimativas que constam do relatório publicado pela UNICEF, a Organização Mundial de Saúde, o Grupo do Banco Mundial e a Divisão de População da UNDESA, indicam que "apesar de os progressos globais terem sido substanciais, continua a registar-se por dia a morte de 16.000 crianças menores de cinco anos".

O relatório adianta que a descida de 53% na mortalidade dos menores de cinco anos entre 1990 e 2015 não é suficiente para cumprir o Objectivo de Desenvolvimento do Milénio para uma redução em dois terços, como estava programado.

*Este estrondoso resultado deve-se ao trabalho desenvolvido no Serviço Nacional de Saúde e não nos "hospitéis", porque nestas unidades de hotelaria vocacionadas para a saúde, quando surge um parto mais complicado mãe e nasciturno são recambiados para um hospital público.

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O MEU INSTRUMENTO


23-BATERIA


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FONTE: TRAMA RADIOLA


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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2-A HISTÓRIA
SOVIÉTICA
PORQUE MATAR É FUNDAMENTAL

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
 "RECORD"

Yazaldes Nascimento arrisca suspensão

Yazaldes Nascimento está em risco de ser suspenso por ter falhado, por três vezes, no prazo de 18 meses, o envio atempado da sua localização à Autoridade Antidopagem (ADoP). Os atletas de alta competição são obrigados a indicar, a cada três meses, os seus locais de residência e de treino e um período diário de 60 minutos durante os quais poderão ser alvo de um controlo antidoping surpresa. 
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O velocista do Benfica, finalista no último Europeu de Zurique’2014 e que esteve no recente Mundial de Pequim, atrasou-se no envio desses dados e sujeita-se agora a uma suspensão que, segundo o regulamento, pode ir de um a dois anos, tratando-se de uma primeira infração. No entanto, ao que apurámos, o atleta tem várias atenuantes, que já apresentou superiormente, após o regresso do Mundial e antes de seguir para férias no estrangeiro, mantendo-se desde então incomunicável. 

Segundo o seu treinador, João Abrantes, tratou-se, acima de tudo, de "esquecimento" e "pouco cuidado" do atleta neste importante pormenor burocrático a que, por lei, é obrigado. "Ele não falhou nenhum controlo antidoping e foi sujeito a vários ao longo da época, tanto após as provas como de surpresa", explicou João Abrantes. "Foi, sim, desleixo da parte dele e também algum azar, pois, segundo sei, os avisos da ADoP chegaram-lhe às mãos demasiado tarde e uma ou outra vez o seu atraso no envio da informação foi de minutos", acrescentou o técnico, esperançado que as justificações do atleta determinem uma atenuação da pena. "Seria bem mais grave se ele não estivesse nos locais que havia indicado quando as brigadas do controlo lá se deslocassem."

Segundo se refere no site da ADoP, "o envio fora do prazo poderá ser considerado como uma falta menos grave do que a ausência de envio, no âmbito de um eventual procedimento disciplinar". E é também com base neste passo da regulamentação que João Abrantes espera que a suspensão de Yazaldes Nascimento, a existir, seja breve e não venha a ter efeitos na próxima época e na preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. 

* Tolerância não é permissividade.
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JAZZLAND

Septeto Hot Clube de Portugal


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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Idosa expulsou grupo armado 
à vassourada

Uma octogenária enfrentou com uma vassoura um grupo de quatro homens armados com uma caçadeira que entraram no seu apartamento, situado no centro da cidade de Aveiro, para cobrar uma suposta dívida do neto, com quem vivia. 
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O caso, ocorrido em novembro de 2014, começou esta quarta-feira a ser julgado no Tribunal de Aveiro, onde os quatro arguidos, com idades entre os 22 e 26 anos, respondem por crimes de roubo, tráfico de estupefacientes e detenção de arma proibida. 

Perante o coletivo de juízes, o arguido mais velho confessou parcialmente os factos, admitindo ter pedido ajuda a três outros amigos para tentar cobrar uma dívida de 600 euros, relativa a droga que teria entregado para vender.

O suspeito, que se encontra em prisão preventiva à ordem de outro processo, assumiu ainda a posse da caçadeira usada no crime, adiantando que a arma "era só para intimidar" o suposto devedor.
O principal arguido negou ainda que tivesse roubado peças decorativas de valor da residência, desconhecendo também se algum dos amigos o fez.

Um outro arguido afirmou que só lhe pediram para ir cobrar uma dívida, mas não pensou que a situação fosse tomar aquelas proporções, com o envolvimento de uma senhora de idade.
"A senhora apareceu com uma vassoura a dar-nos pela cabeça abaixo", contou o arguido, acrescentando que a idosa caiu para cima de si e ainda a agarrou para aparar a queda.
Este arguido também negou que tivessem levado um cordão e um brinco de ouro da idosa e uma jarra em prata, como consta na acusação.

O julgamento começou na ausência de um dos arguidos, que se encontra em parte incerta.
Segundo a acusação do Ministério Público (MP), os quatro jovens entraram na habitação empunhando uma caçadeira, para exigir a entrega de uma quantia de dinheiro, alegadamente devida por "dívida de estupefaciente".

De acordo com a investigação, os arguidos envolveram-se depois em confronto com o suposto devedor e a avó, que veio em socorro do neto, tendo um dos agressores arrancado um cordão e um brinco de ouro que a idosa trazia.

Os jovens acabariam por abandonar a residência, levando os objetos em ouro e uma jarra em prata, tendo sido detidos pela Polícia Judiciária um mês depois dos factos.

* Podemos apelidar esta valente senhora de "BRITES DE ALMEIDA"  versão sec. XXI.


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UMA MÃO LAVA A OUTRA



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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Citigroup alerta para risco de 
recessão global devido à China

O banco de investimento atribuiu uma probabilidade de 55% ao cenário de a economia global entrar em recessão nos próximos anos. Os riscos estão nos países emergentes, sobretudo a China.
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Contrariando a percepção da maioria dos grandes bancos de investimento, o Citigroup lançou esta terça-feira um alerta sobre o impacto da prestação dos países emergentes na economia global.
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1- O MILAGRE ECONÓMICO CHINÊS
Willem Buiter (na foto), economista-chefe do Citigroup, atribuiu uma probabilidade 55% ao cenário de a economia global passar por algum tipo de recessão nos próximos anos. Neste caso, refere o economista num estudo citado pela Bloomberg, o mais provável é que a recessão seja moderadamente profunda e curta.

"O mundo parece estar a enfrentar um risco crescente de entrar em recessão, liderado pelos mercados emergentes e em particular a China," salienta Buiter, economista britânico conhecido por ter opiniões divergentes dos seus homólogos de outros grandes bancos de investimento.

Instituições como o Goldman Sachs e o JPMorgan têm desvalorizado o impacto da forte travagem da economia chinesa. Já o Societe Generale atribui uma probabilidade de apenas 10% ao cenário de recessão na economia global devido à China.
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2- O MILAGRE ECONÓMICO CHINÊS
Segundo a perspectiva do economista do Citigroup, a economia chinesa estará nesta altura a crescer a um ritmo anual de 4%, bem distante da meta de 7% do Governo chinês. Buiter aponta para uma recessão global pouco profunda caso a segunda maior economia do mundo abrande ainda mais no próximo ano, para 2,5%.

Além da China, a prestação de outras economias emergentes, como a Rússia, Brasil e África do Sul, é ainda pior e as economias desenvolvidas apresentam um comportamento "pouco brilhante".

Sobre a China, Buiter adverte que o país enfrenta um risco "elevado e rapidamente crescente de um ciclo de aterragem brusca", devido ao excesso de capacidade instalada e endividamento em factores chave, bem como correcções nos mercados de capitais e no sector imobiliário.
   
O abrandamento na China afectará as economias desenvolvidas sobretudo no comércio mundial, já que a segunda maior economia do mundo representa 14,3% do comércio mundial (dados de 2013).
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3- O MILAGRE ECONÓMICO CHINÊS
Para evitar que o mundo entre em recessão em 2016, o economista do Citigroup sugere uma política monetária mais branda, mas reconhece que nos países mais desenvolvidos os bancos centrais enfrentam uma "escassez de munições".

Buiter afasta para já uma recessão global como aconteceu na crise financeira de 2008 e salienta a dificuldade que os economistas têm em antever recessões, recuperações e períodos de forte crescimento, "a menos que estes estejam à sua frente". Buiter acredita que "esta é uma daquelas alturas".

* Ainda virão mais boas notícias da China. 
O sr. Carlos Costa a propósito da venda do Novo Banco referiu que as negociações falharam com uma entidade chinesa mas que já existem conversas positivas com outras, mas o que o sr. Carlos Costa não diz é que as empresas têm o mesmo dono, o partido comunista chinês ou se quiserem outro nome, o estado chinês. É o embuste imperfeito.

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TANTO PARA PASSAR
COMO 


  AUTO ALDRABAR













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HOJE NO
 "DESTAK"

Reclamações dos consumidores crescem
. no 1.º semestre atingindo 139 mil queixas

O número de queixas dos consumidores registadas nos livros de reclamações aumentou no primeiro semestre deste ano, face ao período homólogo, para as 139.599, mais 9.535 do que no mesmo período de 2014. 
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Os dados, que foram hoje anunciados em conferência de imprensa pelo secretário de Estado Adjunto e da Economia, Leonardo Mathias, no Ministério da Economia, em Lisboa, indicam que as entidades com maior número de reclamações entre janeiro e junho de 2015 foram a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), a Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom) e a Entidade Reguladora da Saúde (ERS).

A ASAE recebeu 72.621 reclamações, mais 4% do que no ano passado, a Anacom registou 24.564 reclamações, um valor abaixo das 31.285 reclamações verificadas na primeira metade de 2014, e a ERS teve 17.989 reclamações, mais 67% do que no ano passado.

* E os números refelectem a quantidade de portugueses que não têm preguiça em reclamar, porque para a maior parte dá muito trabalho escrever...


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RESOLVENDO O PROBLEMA

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