terça-feira, 8 de setembro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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GRANDES LIVROS/13
AUTORES PORTUGUESES


2-MEMORIAL


DO CONVENTO


JOSÉ SARAMAGO


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* Uma extraordinária produção da RTP/2
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** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO   
"CORREIO DA MANHÃ"
'Placard' com medidas antiterrorismo 

Novo jogo da Santa Casa tem um conjunto de regras inéditas. 

‘Placard’, o jogo de apostas à cota, da Santa Casa da Misericórdia possui um conjunto de regras inéditas nos jogos sociais que visam o combate de crimes de natureza económica como o branqueamento de capitais; e também impedir o uso dos ganhos do jogo por parte de organizações terroristas. 
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O apostador fica obrigado a indicar o número de identificação fiscal sempre que jogar. Ao receber o prémio é igualmente necessário apresentar a identificação fiscal. Em prémios superiores a 150 euros, o premiado fica ainda obrigado a indicar o número de um conta bancária. 

Segundo o vice-provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, Paes Afonso, "a concretização desta medida poderá ser aplicada aos restantes jogos sociais". As regras introduzidas inserem-se no quadro legal recentemente aprovado de medidas de natureza preventiva de combate ao branqueamento de vantagens de proveniência ilícita e ao financiamento de terrorismo. 

Uma outra vantagem apresentada no recurso à identificação dos apostadores é que, mesmo que o boletim se perca, fica registada a operação realizada pelo contribuinte. Os jogos sociais movimentam por ano mais de mil milhões de euros por ano. 

Em receitas o Estado deverá arrecadar este ano cerca de 580 milhões de euros. Contudo, o sistema – desde 2001 – não identifica os apostadores, nem o total de dinheiro aplicado por cada contribuinte. Para o ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares, a introdução de um novo jogo visa combater também o jogo ilegal, que escapa à malha do fisco.

* Lérias, é apenas mais um jogo os crimes de natureza económica e branqueamento de capitais combatem-se nas instituições financeiras, clubes de futebol, organizações religiosas, escritórios de advogados e no cargos superiores da Administração Pública, não se combate ao balcão de uma tabacaria.

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I-OLHO DE 
HÓRUS

2- ESCOLA DE MISTÉRIOS

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O documentário apresenta a história de uma suposta organização sacerdotal hermética, pertencente à escola de mistérios conhecida como Olho de Hórus. Esta escola teria sido responsável pela orientação espiritual e a direcção dos destinos do povo egípcio durante milhares de anos.



Seu objectivo principal teria sido o de promover a elevação do nível de consciência dos egípcios através, principalmente, da construção de diversos templos sagrados ao longo das margens do rio Nilo. Além disso, os sacerdotes eram os zelosos guardiões da sabedoria acumulada desde tempos imemoriais, quando ainda "existia" o continente perdido da Atlântida.



A série foi baseada nas investigações do egiptólogo e matemático R. A. Schwaller de Lubicz e nas realizações da escola Olho de Hórus.



Para os antigos egípcios, havia um plano divino baseado na reencarnação destinado a que o homem experimentasse em sua própria carne as leis que determinam o funcionamento do universo. Vivendo um processo evolutivo através da acumulação de experiências ao longo de 700 "reencarnações", o ser humano, inicialmente um ser instintivo, ignorante, inocente e primitivo, poder-se-ia  transformar  num super-homem,  um sábio imortal.



Assim se produzia uma iluminação temporal do discípulo, durante a qual podia viajar conscientemente pelo tempo e pelo espaço.

O documentário original está dividido em 10 capítulos:
Capítulo 1: A Escola dos Mistérios.
Capítulo 2: O Senhor da Reencarnação.
Capítulo 3: A Esfinge, Guardiã do Horizonte.
Capítulo 4: A Flor da Vida.
Capítulo 5: O Complexo de Cristal.
Capítulo 6: A Máquina Quântica.
Capítulo 7: O Amanhecer da Astronomia.
Capítulo 8: O Caminho da Compreensão.
Capítulo 9: O Portal da Liberdade.
Capítulo 10: O Princípio Feminino.


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 HOJE NO
 "OBSERVADOR"

E o local mais sujo de um avião é?… 
(não, não é o WC)

O site de viagens Travelmath decidiu enviar um microbiologista a cinco aeroportos norte-americanos e testar a limpeza dos aviões comerciais. Os resultados foram surpreendentes.

Os aeroportos são internacionalmente conhecidos por serem um repositório de bactéricas. Mas, se acha que os terminais são um poço de doenças, fique a saber que os aviões também não lhes ficam atrás.
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De modo a testar a limpeza dos voos comerciais, o site de viagens Travelmath enviou um microbiologista a cinco aeroportos norte-americanos. Ao todo, foram recolhidas 26 amostras em quatro voos diferentes, realizados por duas das maiores companhias norte-americanas. Os resultados foram surpreendentes.

Segundo um comunicado divulgado pela Travelmath, citado pela CNN, os locais com o maior número viável de bactéricas são os tabuleiros, usados pelos passageiros para comerem as refeições ou para pousarem o computador. Em média, o tabuleiro de um avião tem 2.155 unidades de formação de colónias (UFCs) por centímetro quadrado — ou seja, 2.155 bactérias viáveis por centímetro quadrado.

Segundo o Travelmath, um número tão elevado de UFCs deve-se ao facto de a tripulação ter pouco tempo entre voos para limpar como deve ser os bancos dos passageiros. As casas de banho, por outro lado, são limpas frequentemente. Para evitar a transmissão de bactéricas, o comunicado emitido pelo site refere que é importante “eliminar qualquer contacto direto entre a comida e o tabuleiro”.

Em segundo lugar na lista dos locais mais sujos, surgem os bebedouros, com 1.240 UFCs, e, em terceiro, as ventoinhas, que se encontram por cima dos bancos. Fique a conhecer os seis lugares mais sujos de um avião (do mais sujo para o menos sujo):
  1. Tabuleiros: 2.155 UFCs/cm2
  2. Bebedouros: 1.240 UFCs/cm2
  3. Ventoinhas: 285 UFCs/cm2
  4. Torneiras das casas de banho: 265 UFCs/cm2
  5. Fivelas dos cintos de segurança: 230 UFCs/cm2
  6. Fechaduras das portas das casas de banho: 70 UFCs/cm2

* Previsivelmente previsíveis.


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VII-CIDADES 
OCULTAS

3- OS SUBTERRÂNEOS

VIKINGS 


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
 DINHEIRO VIVO"

Crédito mal parado de famílias e
. empresas aumenta face a julho

O crédito malparado das famílias e das empresas aumentou em julho face ao mês anterior para os 18.867 milhões de euros, representando mais de 9% do total do crédito concedido, apesar de os empréstimos concedidos pela banca terem diminuído.

De acordo com números divulgados esta terça-feira pelo Banco de Portugal, no final de julho, a banca tinha emprestado aos particulares e às empresas 205.957 milhões de euros, dos quais 18.867 milhões de euros eram considerados créditos vencidos pelas instituições financeiras, o que equivale a 9,16% do total dos empréstimos.
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Considerando apenas o crédito concedido às famílias, no final de julho, estavam emprestados 121.379 milhões de euros, dos quais 5.394 eram de cobrança duvidosa, o equivalente a 4,44%.

Face ao mês anterior, isto representa uma diminuição dos empréstimos concedidos aos particulares, mas um aumento do peso do crédito malparado neste setor: em junho, a banca tinha emprestado 121.669 milhões de euros às famílias e o malparado ascendia a 5.380 milhões de euros, ou seja, 4,42% do total.

Já quanto às empresas, no final de julho, a banca tinha emprestado 84.578 milhões de euros às sociedades não financeiras e, destes, 13.473 milhões eram considerados como malparado, o equivalente a 15,9%.
Isto significa também um agravamento do crédito malparado concedido às empresas face ao mês anterior, uma vez que, em junho, os bancos tinham emprestado 85.366 milhões de euros, estando 13.423 milhões de euros na categoria de crédito vencido, ou seja, 15,7% do total.

Desde o início do ano, verificou-se uma diminuição do crédito total concedido, mas um agravamento do crédito malparado: no final de 2014, os empréstimos da banca tanto a empresas como a particulares ascendiam aos 209.614 milhões de euros, dos quais 8,4% eram considerados de cobrança duvidosa.

Nessa altura, o crédito vencido das famílias representava 4,3% do total de crédito concedido e o malparado das empresas representava 14,3% do total de empréstimos a este setor, proporções que em julho eram ligeiramente mais elevadas, de 4,4% e 15,9%, respetivamente.

* Portugal malparado, políticos bem amparados.


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RITA BRITES

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Cisnes cinzentos

Um cisne negro consiste naquele fenómeno que raramente acontece e que, (por isso), dificilmente se consegue prever. Trata-se de um acontecimento que se situa nos extremos da distribuição padrão que, curiosamente, apenas em raras exceções é um modelo fidedigno da realidade.
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A conotação de cisne negro remonta aos tempos em que se julgava que todos os cisnes eram brancos e a sua importância advém do impacto na sociedade de conclusões precipitadas sobre o desconhecido. Esta questão assume outra preponderância para economistas, analistas financeiros, entre outros, cujas previsões são baseadas em não tão extrapoláveis modelos estatísticos. A questão em que me quero focar, no entanto, são os cisnes cinzentos.

O meu primeiro cisne diz diretamente respeito à volatilidade característica do sistema financeiro mundial. Recentemente, à abertura da sessão de trading do S&P 500, e muito devido à atual crise na China, o índice desceu para mínimos de 2008 enquanto minutos depois já recuperava sensivelmente. De facto, os mercados financeiros são uma espécie de organização irracional: sofrem infinitas oscilações em proporções variadas, mas, ocasionalmente, quer seja por um dia ou por meses a fio, ficam fixos num equilíbrio inexplicável, num consenso infundado.

Ora, o S&P 500 encontra-se à data em níveis expressivamente superiores aos máximos que antecederam a crise de 2008 sem que haja alguma razão fundamental para que tal aconteça. Não se registaram avanços tecnológicos ou melhorias de produtividade significativas que pudessem estar na origem de tal crescimento. Na verdade, o que se passa nos Estados Unidos é, arrisco-me a dizer, em grande parte fruto da política monetária que o governo americano tem levado a cabo desde 2008. Refiro-me ao tão abordado alívio quantitativo que tem vindo a injetar milhares de milhões na economia americana e assim fomentando o consumo da sua população.

Tal como nos Estados Unidos, também na China se têm vindo a verificar contínuos cortes nas taxas de juro e, mais uma vez, a injeção de liquidez. Pois bem, no espaço de um ano, o seu índice representativo mais do que duplicou; este verão no entanto as quedas têm sido sistemáticas. Num mundo global, já não será tão óbvio que os Estados Unidos subam as taxas de juro ainda este ano ou que a recuperação económica na Europa seja mais notória ou que de uma vez nos despeçamos globalmente da crise a que estamos apegados há já sete longos anos.

Já num outro registo, as mais recentes vagas migratórias de pessoas vindas do Médio Oriente e do Norte de África têm aterrorizado os líderes europeus que agora se entreolham impotentemente à procura de soluções que não chegam para um problema que não antecipavam. Cisne negro? A política externa levada a cabo pelos países desenvolvidos para esta região preocupou-se apenas em defender ideais ocidentais sem que nenhum esforço tenha sido feito para desenvolver estas economias. Com guerras, problemas económicos, medo e sem esperança, estas pessoas iriam procurar algo melhor, tal como todos já o fizemos.

Lamento. Não era assim tão difícil de prever que os níveis americano e chinês não eram sustentáveis e que teriam, e têm, de se reajustar. Não podíamos achar que os agora migrantes iriam assistir impávidos ao seu infortúnio. E não, não podemos assumir que as recentes melhorias da economia portuguesa se deveram necessariamente ao esforço dos últimos anos (note-se, alívio quantitativo!).

Estes eventos não eram cisnes negros, eram bem mais claros, eram cinzentos! Por mais que profissionais das diferentes áreas não os tenham conseguido prever, se tivéssemos observado o que tinha vindo a acontecer e tomado uma posição diferente quanto a isso, talvez estas questões não se teriam perpetuado ou até efectivado. Como tal, por vezes temos de dar um passo atrás e ver o que está à frente dos nossos olhos. Deixar a nossa teimosa inocência e assumir de vez que há cisnes que não são francamente imprevisíveis.

Membro do Nova Investment Club

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
06/09/15 


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623.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
 "RECORD"

Clubes europeus respondem
 'sim' à proposta dos dragões

TODOS DOARÃO 1 EURO POR CADA BILHETE VENDIDO

Os clubes de futebol participantes nas competições europeias em 2015/16 vão doar um euro por cada bilhete vendido no seu primeiro jogo caseiro para ajudar refugiados, numa resposta positiva à iniciativa lançada pelo FC Porto.
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"Todos os clubes participantes na Liga dos Campeões e na Liga Europa vão doar um euro por cada bilhete vendido no seu primeiro jogo europeu em casa", anunciou esta terça-feira o alemão Karl-Heinz Rummenigge, presidente da Associação Europeia de Clubes (ECA).

Karl-Heinz Rummenigge, que foi também esta terça-feira reeleito como presidente da ECA por mais dois anos, disse ainda que foi uma resposta unanime ao convite lançado pelo FC Porto.

"Foi uma decisão unanime face à iniciativa lançada pelo FC Porto e os clubes devem assumir a responsabilidade de ajudar os refugiados, um problema sério e muito grave", acrescentou o germânico, que também é presidente do Bayern Munique.

Cada um dos oitenta clubes participantes nas competições europeias em 2015/16 comprometeu-se desta forma a doar um euro por cada bilhete vendido, cujo montante global, estimado entre dois e três milhões de euros, será entregue a um fundo criado pela ECA.

O primeiro vice-presidente da ECA, o italiano Umberto Eca, representante do AC Milan, disse também que os restantes 140 membros da associação não estão excluídos deste projeto, podendo participar de várias maneiras.

"Os membros da associação podem participar também doando um euro por bilhete em receitas caseiras de jogos do campeonato, sendo que alguns já criaram as suas próprias iniciativas", afirmou o dirigente italiano.

O presidente do FC Porto, Pinto da Costa, enviou uma carta à UEFA a 4 de setembro, anunciando que o clube iria doar um euro por cada bilhete vendido no jogo caseiro da segunda jornada da Champions frente ao Chelsea, convidando os restantes emblemas a ajudar os migrantes.

Integram a ECA cinco clubes portugueses: Benfica, FC Porto (que disputam a Liga dos Campeões), Sporting, Sp. Braga (ambos na Liga Europa) e Marítimo (fora das competições europeias esta época).

"A família do futebol tem uma longa tradição de solidariedade e responsabilidade social, é por isso impossível fechar os olhos ao drama dos migrantes e refugiados que tentam entrar em solo europeu", lê-se na carta enviada à UEFA.

O mundo do futebol uniu-se em torno da crise dos refugiados, sendo que além desta iniciativa dos dragões, Real Madrid e Bayern Munique anunciaram a doação de um milhão de euros cada para ajudar os migrantes.

Os italianos da Roma criaram também uma comunidade na internet, designada 'Football Cares', tendo já doado camisolas usadas pelos futebolistas Totti, Dzeko e Pjanic, cujo valor obtido no leilão destina-se a organizações de apoio a refugiados.

Em Portugal, o Marítimo já disse vai também acolher cinco crianças migrantes, comprometendo-se em dar-lhes um lar, além de cuidados alimentares coadunados com a prática desportiva.

Perto de 365.000 migrantes e refugiados atravessaram o Mediterrâneo desde janeiro e mais de 2.700 morreram, de acordo com os dados divulgados pela Organização Internacional para as Migrações.

Mais de 245.000 chegaram à Grécia e mais de 116.000 à Itália.

* Os Clubes devem mostrar e ter preocupações sociais, neste porém, presidentes de Benfica e Sporting ficaram a olhar para o umbigo, Pinto da Costa agradece.

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45-BEBERICANDO
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DRINK DE MORANGO

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 I - PÁTRIA JURÁSSICA

1-QUANDO OS DINOSSAUROS
REINAVAM NA TERRA

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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Violência no protesto dos taxistas 
contra a Uber

Cerca de três mil táxis dirigiam-se cerca das 12 horas em marcha lenta para o Ministério da Economia, em Lisboa, para protestar contra o transporte de passageiros pela empresa que utiliza a aplicação Uber.

Depois de terem partido do Parque das Nações, em Lisboa, os taxistas passaram pelo aeroporto, tendo-se juntado "à marcha" mais profissionais do setor. A organização do protesto - a cargo da Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL) - aponta para mais de 3 mil táxis envolvidos na marcha na capital.
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Depois do aeroporto, aqueles profissionais passaram junto ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), onde foram registados alguns momentos de tensão e agressões entre taxistas que aderiram ao protesto e os que estão a trabalhar.

Na zona do IMT, um fotógrafo foi agredido e travado por alguns taxistas depois deste ter fotografado um motorista que não estava no protesto e se encontrava em serviço, a ser atingido por um ovo.
O motorista atingido saiu do carro e foi tirar satisfações dos colegas, envolvendo-se em confrontos físicos. Quando o repórter fotográfico se aproximou para fazer o seu trabalho foi agredido com dois murros.
A organização pediu de imediato desculpas pelo sucedido, com a maioria dos taxistas a afirmar ser contra qualquer tipo de violência.

A caravana esteve perto de uma hora parada no aeroporto de Lisboa, para que os táxis que esperavam na zona das partidas e chegadas se juntassem.

João Ferreira, taxista há mais de 22 anos, disse à agência Lusa "nunca ter visto um protesto assim", mostrando-se orgulhoso na solidariedade que o setor mostrou em torno de uma causa.

Apesar de participar no protesto, João Ferreira não esquece a "mossa" que o mesmo deve ter feito a quem está a trabalhar. "Concordo que temos de demonstrar o nosso descontentamento, mas quem quer ir para o trabalho não tem culpa e está a levar com isto tudo", lamentou.

Por ano, João Ferreira gasta no táxi cerca de cinco mil euros, entre seguros e manutenções. "Se houver algum azar, uma batida com culpa, por exemplo, lá se vai o orçamento. Por isso é que não posso fazer os preços da Uber" explicou à Lusa.

Os taxistas reclamam que a Uber "está a operar ilegalmente" e essa é uma das principais razões pela qual João Ferreira aderiu ao protesto juntamente com centenas de colegas.
"Eles (Uber) fazem concorrência desleal. Se tivermos todos as mesmas regras não há problema. Agora, nós, taxistas, temos mais obrigações que eles", frisou.

A caravana chegou a estar parada cerca de um quarto de hora na Avenida Gago Coutinho, em Lisboa, para seguir para o IMT, com a cabeça da caravana a estar no cruzamento das Estados Unidos da América e o final da coluna para lá da Rotunda do Relógio.

Centenas protestaram no Porto
Cerca de 800 taxistas participaram no Porto na marcha lenta que partiu às 9.30 horas do Castelo do Queijo, passou na Baixa, na VCI e no aeroporto e que, quatro horas volvidas, se dirigia para o ponto de partida.

Neste protesto contra o transporte de passageiros por condutores ligados à aplicação eletrónica Uber, os condutores dos táxis oriundos de toda a Área Metropolitana do Porto e de algumas cidades do Norte e Centro fizeram todo o percurso sem provocar grandes incidentes, sendo acompanhados por forte dispositivo policial.

O único caso ocorreu na Via de Cintura Interna, sentido Porto/Arrábida, quando dois taxistas atiraram pedras à viatura de um colega que circulava em sentido contrário, presumindo-se que fosse por não ter aderido ao protesto.

Na zona do aeroporto, antes da chegada dos participantes no protesto, viam-se alguns taxistas a trabalhar com normalidade, escoando os passageiros que iam chegando, mas durante a passagem dos manifestantes, não ocorreu qualquer incidente, apesar de um grupo ter parado e saído dos veículos contrariando as ordens das autoridades policiais.

Durante todo o percurso, os motoristas de táxis não pararam de buzinar, exibindo também cartazes com frases que alertavam para a ilegalidade da atividade dos Uber e convidando-os a sair de Portugal.
Segundo explicou à Lusa José Monteiro, vice-presidente da ANTRAL, o objetivo da manifestação foi "alertar o Governo e a sociedade para o incumprimento das decisões dos tribunais" no que se refere a atuação da empresa Uber no nosso país.

"Eles prestam um serviço ilegal e nada lhes é exigido, enquanto nos é-nos exigido tudo. É por isso que aqui estamos para fazer sentir que as coisas não estão bem", reiterou José Augusto, um outro motorista de táxi.

Manifestação mais reduzida em Faro
Mais de centena e meia de taxistas participaram, em Faro, na marcha lenta que partiu do Parque das Cidades, junto ao estádio Algarve, cerca das 9 horas, e durante aproximadamente duas horas percorreu algumas das principais artérias de Faro, passando também pelo aeroporto local, terminando no Largo de São Francisco, na baixa da cidade algarvia.

António Pinto, delegado da ANTRAL em Faro, disse que o protesto de foi "bastante positivo" e que "não esperava tanta adesão" para defender os interesses dos taxistas a nível nacional, mas também no Algarve, região onde disse haver "muitas Uber".

"No Algarve, infelizmente temos bastantes Uber, embora não tenham esse nome", afirmou, numa referência às empresas que fazem transferes entre hotéis, campos de golfe e o próprio aeroporto, sem, alegadamente, terem licenciamento para o efeito.

Vital Campos, taxista que trabalha em Loulé, disse que "qualquer pessoa que tem um carro particular pode fazer estes transportes" de passageiros e "está a prejudicar quem está legal na atividade".
"Um indivíduo compra uma carrinha e começa a laborar no dia seguinte, enquanto nós temos de tirar licenças", acrescentou, sublinhando que estas carrinhas de transferes fazem concorrência desleal e deixam os taxistas numa situação "cada vez mais complicada".

* Não temos dúvidas que a concorrência da UBER é desleal e camuflada. Táxistas à "porrada" uns com os outros, agressões a jornalista compromte a manifestação, deste modo fica a imagem do "taxista arruaceiro".

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Pérola

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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"


Projecto turístico de Vilamoura prevê
. investimento de mil milhões de euros

Vilamoura vai receber um projecto de investimento que deverá ascender a mil milhões euros e tem o objectivo de desenvolver o empreendimento turístico, com 400 hectares.
O projecto de desenvolvimento de 400 hectares em Vilamoura implica um investimento de mil milhões de euros, de acordo com um comunicado enviado para as redacções.

"Com uma área de 1.700 hectares, equivalente a oito vezes o tamanho do Mónaco, Vilamoura é um dos maiores empreendimentos de lazer do Algarve e um dos destinos turísticos mais importantes de Portugal. Este projecto de desenvolvimento é uma oportunidade única de investimento e de participação na recuperação económica e do mercado imobiliário do país", salienta o comunicado.

Este projecto "prevê a criação de milhares de postos de trabalho directos e indirectos", acrescenta.

"O Master Plan inclui uma área de construção bruta de baixa densidade de 680 mil m2, totalmente aprovada, numa área de implantação total de 4 milhões de m2. Estão disponíveis 18 projectos, com áreas de desenvolvimento que variam entre os 1,5 e os 168 hectares, combinando usos residenciais, de lazer, de turismo e de retalho. 


Todos os projectos estão prontos para venda. Os parceiros financeiros de Vilamoura, liderados pelo Santander, estão preparados para o financiamento da construção destes projectos e para apoiar os potenciais investidores", adianta a mesma fonte.

"O Master Plan baseia-se em seis temas de lifestyle: Vilamoura Marina, Vilamoura Golf, Vilamoura Active, Vilamoura Villages, Vilamoura Estates e Vilamoura Lakes, reflectindo a diversidade e interesses dos potenciais clientes. O Master Plan integra o mais sofisticado design contemporâneo e especificações arquitectónicas da mais alta qualidade, com um firme compromisso com a envolvente natural", acrescenta o comunicado.

* Um mega-projecto que será bem vindo, mas suspeitamos que está no "ponto" para  ditadores e traficantes.


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ILUSÃO

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HOJE NO
 "DESTAK"

Municípios das Beiras e Serra da Estrela
. disponíveis para receber refugiados

Os 15 municípios que integram a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) estão disponíveis para receber refugiados, disse hoje à agência Lusa o presidente deste organismo, Vítor Pereira. 

"Hoje mesmo, aprovámos, por unanimidade, a elaboração de um plano intermunicipal de ação que agregará toda a informação disponível relativamente às condições que cada concelho pode disponibilizar, bem como ao número de pessoas que poderá acolher", afirmou.

Vítor Pereira especificou que o plano será elaborado em conjunto com as instituições de solidariedade social e representantes da comunidade civil em cada concelho e que será, depois, articulado com o Governo. 

* Os povos das Beiras sabem bem quão ingrato é emigrar quanto mais fugir da morte certa, por isso são solidários.


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 AVÓZINHA



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HOJE NO
 "i"
Vanessa Fernande integra 
"Hall of fame" do triatlo

A atleta portuguesa já se pronunciou nas redes sociais e mostrou-se "honrada".

A portuguesa Vanessa Fernandes revelou esta terça-feira o seu orgulho com a presença no "Hall of fame" da Federação Internacional de Triatlo (ITU), ao recordar o seu passado competitivo nas redes sociais.
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“Honrada por ter estes momentos e memórias... onde eu tive os maiores e melhores dias da minha vida, com atletas de topo! A família do triatlo vai estar sempre no meu coração”, lê-se nas páginas oficiais da vice-campeã olímpica em Pequim2008, que felicita os restantes ‘eleitos’, com quem se assume orgulhosa por partilhar este espaço.

A atleta, que actualmente integra a equipa de atletismo do Benfica, era uma das 11 atletas nomeadas para constar do quadro de honra da ITU, tendo sido uma das três escolhidas, juntamente com as australianas Michellie Jones e Emma Snowsill, a sua grande rival.

O canadiano Simon Whitfield, o neozelandês Hamish Carter e o australiano Peter Robertson foram os ‘eleitos’ no sector masculino.

No triatlo, Vanessa Fernandes conquistou um título mundial (2007), uma medalha de prata olímpica (Pequim2008), uma segunda posição no Mundial2006, 20 vitórias em corridas do circuito mundial, cinco vitórias nos Europeus (2004, 2005, 2006, 2007, 2008) e foi duas vezes campeã mundial de duatlo (2007 e 2008).

Os novos membros do "Hall of fame" do triatlo vão ser integrados a 17 de Setembro, em Chicago, nos Estados Unidos, onde vai ser disputada a última etapa dos Mundiais.

* Justa consagração. Ansiamos pelo seu regresso em força.

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