segunda-feira, 31 de agosto de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS

  "ADMIRAMOS"!


UMA GUITARRA NA PONTA DO LÁPIS




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III-ECOS
COMPANHIA FRAGMENTO
DE DANÇA



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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MINUTOS DE


CIÊNCIA/63


PROVA SEM PALAVRAS


O CÍRCULO






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X-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


3- O PROTESTANTISMO OU

(O CRISTIANISMO PROTESTANTE)





* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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GABRIELA CANAVILHAS

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A arte da fuga, no Pontal

Pensando no período eleitoral que se vive, “fuga para a frente”, em política, significa avançar, intrepidamente, com o cabelo nos olhos, e rezar para que corra bem!

"Arte da Fuga", de Johann Sebastian Bach (1685-1750), é uma obra a todos o títulos verdadeiramente extraordinária e inultrapassável enquanto síntese de um tempo - o pós-Idade Média estendido até ao final do Barroco -, e símbolo de uma cultura - a cultura europeia que floresceu por entre a exuberância do catolicismo do sul e a ascese protestante do norte.

Esta obra grandiosa do património musical da Humanidade é constituída por um conjunto de catorze fugas e quatro cânones (formas musicais relativamente complexas), mas tem a particularidade de todos os temas, de cada fuga e cânone, serem baseados num único tema de grande simplicidade, mas extremamente adaptável e flexível, que permite demonstrar exemplarmente o quanto se pode fazer a partir da quase insignificância, desde que se use a imaginação e a sabedoria.

Na "Arte da Fuga" de Bach, o importante não é o tema, mas sim a forma como ele é apresentado, metamorfoseado e sublimado. Da simplicidade da mensagem, rumo à construção magnífica do seu suporte, Bach transcende-se na condição de mortal.

Fuga, expressão que designa a velha forma musical baseada na "imitação" de excertos de melodias, transformados e complicados quase até à total abstração, em português é também sinónimo de fugida/escapatória/evasão. Pensando no período eleitoral que se vive, "fuga para a frente", em política, significa avançar, intrepidamente, com o cabelo nos olhos, e rezar para que corra bem! Irresponsavelmente, lembra-me a promessa de Passos Coelho no Pontal de que irá tornar Portugal numa das dez economias mais competitivas do mundo. Lembra-me o anúncio da coligação de que irá recuperar na próxima legislatura o mesmo Estado social que tentou derrubar na presente legislatura, depois de quatro anos a desmantelar sistematicamente o edifício social do Estado, exercício que está a levar persistentemente até aos últimos dias da governação - veja-se a recente transferência de mais 60 milhões de euros para o ensino privado, deixando a escola pública à míngua.

Por outro lado, a arte de passar uma mensagem de grande simplismo (a alegada "bancarrota" socialista e o alegado país do sucesso da ‘troika'), embrulhado em grande aparato, aparenta-se, mesmo que muito longinquamente, com arte de compor em estilo fuga e contraponto a partir de um pequeno tema: a descida do desemprego festejada pela coligação esquece os 218 mil empregos a menos em Portugal desde 2011 (dados do INE); o atual acesso aos mercados para financiamento de Portugal (sem o qual entraria na mesma "bancarrota" de 2011) é, afinal, garantido pelo BCE, independentemente do ‘rating' português (que continua no lixo); 20,4% dos portugueses, auferem hoje salário mínimo - um aumento de 70% face a 2011; ¼ dos portugueses encontram-se em risco de pobreza; o PIB caiu 7% desde 2011; o crescimento da economia portuguesa em 2015 é metade da de Espanha e igual à da falida Grécia (com inacreditáveis aplausos da maioria, inebriada).

Afinal, não é a "Arte da Fuga", mas uma fuga sem arte nem génio.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
26/08/15

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615.UNIÃO


EUROPEIA


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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE


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1-THE CORPORATION


 DESCUBRA COMO É MANIPULADO




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Sergio Godinho

Primeiro Dia


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 29- GPS












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MAIS VALE PREVENIR


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FIM DAS FÉRIAS





ESTAMOS DE REGRESSO, APESAR DE NÃO TERMOS HIBERNADO AMANHÃ COMEÇAREMOS UMA NOVA ÉPOCA NESTE BLOGUE, A TODOS OS QUE NOS VISITAM BEM-HAJAM PELA VOSSA SIMPATIA

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.Tsunami


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631
Senso d'hoje
  PEDRO PASSOS COELHO
PRIMEIRO-MINISTRO

Responde a três perguntas sobre a crise migratória na Europa,formuladas pela equipa de redacção do "DIÁRIO ECONÓMICO":
1- Portugal devia fazer um maior esforço no acolhimento de migrantes nesta crise migratória?
2- A resposta a este êxodo deve ser europeia ou nacional? Quais as medidas que Portugal deve propor para a existência de uma resposta europeia?
3- A pressão migratória pode pôr em risco o espaço Schengen na Europa?

1-O aumento do número de pessoas que reclamam proteção junto dos países europeus é essencialmente resultado do agravamento dos conflitos em vários países, alguns dos quais geograficamente próximos da União Europeia, como sucede com a Líbia e a Síria. As propostas de reinstalação e recolocação recentemente acordadas permitirão aos Estados-membros oferecer, no curto-prazo, proteção a mais de 50 mil pessoas, ajudando igualmente os países europeus e vizinhos mais pressionados. Neste contexto, Portugal apoiará 1500 pessoas - um aumento muito significativo em relação aos números anuais de refugiados que têm procurado proteção no nosso país.

2-O primeiro e mais imediato objetivo é combater a ocorrência de novas tragédias humanitárias e reforçar a solidariedade europeia no apoio aos refugiados. Nessa linha se insere a intensificação das operações da FRONTEX no Mediterrâneo (em que Portugal tem participado ativamente) e que tem permitido salvar inúmeras vidas humanas. Um segundo objetivo tem que ver com a modernização das políticas nacionais e europeias em matéria de proteção internacional, bem como pela sua evolução no sentido de uma verdadeira política comum nesta matéria.

3-O problema não está na Europa mas na origem desses fluxos migratórios e não haverá uma resposta suficiente se não formos capazes de contribuir mais ativamente (seja ao nível da União Europeia, seja no plano global da comunidade internacional) para a resolução dos conflitos que causam os movimentos de refugiados. Isso exigirá uma política externa mais ativa nas suas múltiplas dimensões e a capacidade de trabalhar em conjunto para devolver a estabilidade aos países em conflito.

O líder delegou as respostas no presidente do grupo parlamentar Luís Montenegro.

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BOM DIA


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14-CINEMA
FORA "D'ORAS" 

XXV-BOCA DO LIXO


ÚLTIMO EPISÓDIO
PRÓXIMO "FORA DE HORAS" A 4/09/15

Com REGINALDO FARIAS, ALEXANDRE FROTA, SÍLVIA PFEIFER e STÉNIO GARCIA entre outros, uma série produzida pela GLOBO.


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