segunda-feira, 10 de agosto de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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  COMO NÓS 


  "APRENDEMOS"!


A CASA DA MÃE KIKAS


PARTE 1ª

Nem tudo o que não brilha é
opaco, ou de como o duvidoso
pudor, meteu o rabinho entre as pernas


* Um excelente trabalho dos jornalistas da SIC


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4-NI UNA MAS




HOMENAGEM ÀS MORTAS DE JUAREZ - MÉXICO


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MINUTOS DE


CIÊNCIA/60


É POSSÍVEL ULTRAPASSAR

A VELOCIDADE DA LUZ

EM CASA COM UM LASER?



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IX-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


3- O CONFUNCIONISMO E 

O TAOÍSMO





* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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CARLOS FIOLHAIS

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Libertar a ciência

É preciso libertar a ciência dos interesses mesquinhos de quem não quer servir a ciência mas apenas servir-se dela.

Um dos problemas das universidades portuguesas que Mariano Gago combateu foi o da endogamia, isto é, elas escolherem as pessoas que já lá estão, ao invés de procurarem as mais bem qualificadas. Assim, os estudantes ficam com horizontes limitados e a escola não conhece verdadeira renovação.
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A produtividade científica dos sistemas mais endogâmicos também é mais baixa. Com os concursos nacionais para bolsas de doutoramento, onde os patronos não podiam ser membros do júri, a endogamia foi sendo mitigada.
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No tempo de Nuno Crato ela voltou, porém, com os chamados programas doutorais, que permitem às instituições escolherem os seus próprios estudantes de doutoramentos segundo critérios paroquiais. O mérito do candidato passou a ser relativizado e os supervisores passaram a poder ser parte dos júris.

Em favor destes programas doutorais, foi feita uma razia nos concursos de bolsas nacionais. Assim, alunos brilhantes foram preteridos em favor de outros claramente inferiores. Sei, por exemplo, de dois casos de estudantes de topo e com trabalhos de investigação publicados que, após concorrerem sem êxito a vários desses programas, acabaram por ganhar bolsas Marie Curie internacionais, para fazerem doutoramentos em França e na Irlanda. Dificilmente voltarão a Portugal.

Um dos primeiros programas doutorais, no país, surgiu no Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), pago pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). Uma instituição privada escolhia os estudantes a seu bel prazer, apesar de as bolsas serem pagas pelo erário público Independentemente da qualidade evidente da maioria dos candidatos escolhidos, o certo é que muitos outros de potencial não inferior ficavam afastados por não estarem nas graças dos responsáveis das instituições protegidas. Com Nuno Crato, que indicou para o Conselho Nacional da Ciência e Tecnologia o ex-director do IGC, tal procedimento foi alargado às universidades. Algumas destas, em concursos pouco transparentes e de qualidade muito duvidosa, passaram a poder escolher os seus estudantes, pagos pelo orçamento do Estado gerido pela FCT.

João Lobo Antunes, no prefácio da sua biografia de Egas Moniz, conta as grandes reservas que teve em aceitar, no início da sua carreira, ser assistente de Pedro Almeida Lima, seu tio-avô. Almeida Lima respondeu que era uma prerrogativa do professor escolher os seus assistentes. O mesmo aliás tinha acontecido com ele, escolhido, ainda aluno, por Egas Moniz. Crato quer o regresso a esta lógica do antigamente, bem nítida nos programas doutorais. O dinheiro público passou a ser atribuído de modo discricionário para a prossecução de agendas particulares, sendo por vezes tudo decidido na prática por uma única pessoa ou uma comissão de amigos. Escusado será dizer que este método é totalmente ao arrepio das ideias de "excelência" e "mérito", que têm sido usadas pelos ainda ocupantes do Ministério da Educação e Ciência, mas que não encontram correspondência na prática.

É particularmente grave num país com elevados níveis de endogamia universitária que a FCT ponha e disponha dos ditos programas doutorais, em conluio com alguns dos interessados.

Uma comissão de pretensa avaliação da FCT acaba de recomendar a “descontinuação” (leia-se, o fim) dos concursos nacionais de doutoramento. Adivinha-se a quem esta mudança possa interessar: aqueles que, defendendo apenas os mais próximos de si, desprezam a qualidade dos candidatos que não conhecem. O relatório da dita comissão permitiu-se também, com grande topete, avaliar o recente processo de avaliação das unidades de investigação, encomendado pela FCT à European Science Foundation (ESF). Acontece que o chefe dos avaliadores dos avaliadores, Christoph Kratky, é tudo menos isento nesta matéria, pois não só fazia parte da direcção da ESF em 2013, quando a esta foi atribuído o referido processo, como foi o coordenador de uma avaliação recente que a ESF realizou na Hungria. A proximidade de Kratky à ESF não lhe permite qualquer imparcialidade. A proximidade é tanta, que Kratky e os seus pares chegaram a citar no relatório de avaliação da FCT um documento confidencial da ESF sobre a avaliação realizada em Portugal. No fundo dizem: está tudo bem, mas não nos perguntem porquê, acreditem em nós. Tudo envolto em espessa névoa, o que há de mais anti-científico.

Além de abertura, a ciência exige rigor e isenção, duas qualidades arredadas quer da avaliação realizada pela ESF e pela FCT à ciência nacional, quer da auto-avaliação agora feita pelas mesmas ESF e FCT. Não é ciência, mas sim ideologia, uma ideologia política extremista, de cariz neo-liberal, cujos prosélitos tentam a todo o custo tirar o maior proveito para si antes que as eleições permitam a inevitável renovação.

É preciso libertar a ciência dos interesses mesquinhos de quem não quer servir a ciência mas apenas servir-se dela.

Professor universitário (tcarlos@uc.pt)

IN "PÚBLICO"
05/08/15

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594.UNIÃO


EUROPEIA



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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE


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 4- 101 FAST FOODS

QUE MUDARAM O MUNDO






* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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Maria Bethânia

Quem Me Leva os Meus Fantasmas


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NATAÇÃO SINCRONIZADA
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 2-INDIGNAÇÃ


NA RUA

























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DE PEQUENINO...


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W.C.

 Alerta para os pequenos pormenores que, só por si, podem não ser considerados graves.  Porém, as pessoas que tem o seu sistema imunológico mais debilitado, podem sofrer com esta "gota d'agua" que faltava para o surgimento de algum tipo de doença, via proliferação de micro-organismos.


As mulheres lutam diariamente para que a tampa da sanita esteja sempre fechada. No entanto, os homens insistem em deixá-las levantadas...
Pois o motivo está provado cientificamente. Por mais irrelevante que possa parecer, as tampas das sanitas existem por um bom motivo!
Um  estudo feito pelo Professor Mark Wilcox, diretor clínico de microbiologia, afirmou que fazer a descarga com a tampa da sanita levantada permite que uma nuvem de bactérias polua o ar da casa de banho, aumentando o risco de contrair doenças.
O resultado dos estudos (o Prof. Wilcox) prova que a descarga transporta as bactérias até 25 cm acima do assento da sanita e fica pelo ar da casa de banho até 2 horas.
Ou  seja, quando você faz a descarga de água, com a tampa aberta, os coliformes fecais espalham-se e permanecem no ar por cerca de 2 horas, ficando depositados nos cabelos, roupas, na  maçaneta da porta e em tudo que está ao redor. Razão para se encontrarem coliformes em muitos alimentos que ingerimos. 
Outra  coisa: cuidado com a escova de dentes. Caso a deixe em cima da sanita, pode estar contaminada com todos esses germes e bactérias.
Quando  a descarga é dada com a tampa fechada, as bactérias não são encontradas no ambiente. Permanecem na tampa que deverá, assim como a sanita, ser permanentemente lavada e desinfetada. Recomenda-se  sempre que efectue a descarga com a tampa para baixo e depois lave bem as mãos.

Manter a tampa da sanita fechada na hora da descarga é uma atitude simples,  mas que previne muita dor de cabeça.

* Não sabemos se o professor  Professor Mark Wilcox existe ou é mais um nome inventado, o esclarecimento tem lógica embora a enorme cloud de bactérias possa ser exagerada.


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ATERRAGEM ATRIBULADA


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610.
Senso d'hoje
   JÚLIA PEREIRA 
CANDIDATA A DEPUTADA/BE
TRANSEXUAL
  SOBRE O CONSERVADORISMO
PORTUGUÊS


“Já me foram recusados trabalhos por ser transexual”

PORTUGAL CONSERVADOR
Centrando-me nas questões de género, temos legislação avançada, mas práticas bastante recuadas. As minorias sexuais são muito vulneráveis no nosso país e ainda há muita recusa em encarar as suas realidades de frente e combater a discriminação.

É preciso inverter a actual situação de invisibilidade. É preciso ouvir os cidadãos na primeira pessoa, saber o que têm a dizer. No campo legislativo, é necessário construir leis que correspondam às verdadeiras necessidades de cada um. Às pessoas transexuais falta reconhecimento e respeito. Precisamos de alterar a Lei de identidade de género, de forma a garantir o direito à autodeterminação, e que o policiamento das identidades, baseado num diagnóstico de saúde mental, termine.

O meu activismo foi sempre político, não me estou a envolver só agora. Os direitos das pessoas transexuais são a minha maior preocupação, por serem os que primeiro me tocaram a pele. A cidadania plena ainda nos é negada e por isso acredito tanto na importância de estar visível e disponível para falar com todo o tipo de pessoas. É onde esta candidatura se insere mas os meus interesses políticos são mais vastos. Preocupa-me por exemplo, a precariedade que atinge a minha geração. Eu própria, à semelhança de tantos jovens em Portugal, sou uma pessoa altamente qualificada, fiz vários cursos, e não consigo encontrar oportunidades de trabalho na minha área.

* Excertos de interessante entrevista ao "i".



** É nossa intenção, quando editamos pequenos excertos de entrevistas, suscitar a curiosidade de quem os leu de modo a procurar o site do orgão de comunicação social, onde poderá ler ou ver a entrevista por inteiro. 


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BOM DIA


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14-CINEMA
FORA "D'ORAS" 

IV-BOCA DO LIXO




 Com REGINALDO FARIAS, ALEXANDRE FROTA, SÍLVIA PFEIFER e STÉNIO GARCIA entre outros, uma série produzida pela GLOBO.

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