quarta-feira, 29 de julho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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  COMO NÓS NOS 


  "ESPANTAMOS"!

LIBERLÂNDIA
A AVENTURA DE CRIAR UM PAÍS DIFERENTE

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 LE CORDON BLEU















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A ENCRUZILHADA

DAS PENSÕES



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 27 de julho, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr. Jorge Bravo.

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DESIGUAL

MERCEDES BENZ FASHION
COM ADRIANA LIMA
PRIMAVERA/VERÃO
2015
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V - GRANDES EXPLORADORES

4-SIR WALTER

RALEIGH

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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VIRIATO SOROMENHO MARQUES

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O vazio como política

As propostas de Hollande para a criação de uma vanguarda política dentro da zona euro, formada pelos seis países iniciais da CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço), foram recebidas, para ser benevolente, com um incomodado silêncio por parte dos governos de toda a União Europeia. A proposta tem ideias antigas (instituir uma governação económica), e novas (ressuscitar a Comunidade dos Seis). O problema é que no seu conjunto o resultado é lamentável. 

Numa caricatura, poderia dizer-se que o ministro Schäuble tinha proposto a saída de um país da zona euro (sendo corrigido pela chanceler e pelo Bundestag). Paris parece propor acentuar a divisão na zona euro, separando um diretório de seis e uma periferia cinzenta de 13 membros (incluindo aí a Espanha, a Áustria e a Finlândia...). Esquecendo completamente a Grã-Bretanha e os países da UE não aderentes ao euro. A proposta de Hollande inquieta pelo vazio, pela ausência de pensamento estratégico consistente. Um país com a história de França. Com assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Com uma force de frappe nuclear que a torna uma força militar temível, não deveria fazer propostas que causam um calafrio na espinha dos seus parceiros. 

Não se pode criticar a solidão alemã na gestão da crise europeia, apenas para pedir que Berlim se encoste para o lado para que mais cinco se sentem na fila da frente, quando o que seria necessário seria mudar de rumo e de método. Por este caminho, Hollande arrisca--se, por iniciativa e demérito próprios, a deixar o PSF no estado do PASOK grego. Só que em vez do Syriza, o legado da derrocada socialista gaulesa poderá ser a Frente Nacional. E contra isso a integração europeia não conhece qualquer espécie de antídoto.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
28/07/15


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582.UNIÃO


EUROPEIA



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O MEU INSTRUMENTO



17-FLAUTIM


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FONTE: TRAMA RADIOLA


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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82.O MELHOR
 DA ARTE

08.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES


GRAÇA MORAIS


ENTREVISTADA POR ANA

LOURENÇO SOBRE A EXPOSIÇÃO

"OS DESASTRES DA GUERRA"


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Livros – publicações (selecção)

  • 1980 – "O Rosto e os Frutos", textos de Fernando de Azevedo, S.N.B.A., Lisboa.
  • 1985 – "Graça Morais, Linhas da Terra", António Mega Ferreira, edição INCM.
  • 1986 – "História de Arte em Portugal", Rui Mário Gonçalves, Publicações Alfa.
  • 1991 – "Graça Morais, Artista do Ano", Prémio Soctip compilação de textos críticos e reprodução de pinturas de 1966 a 1991, Soctip Editora.
  • 1993 – "Japão, Diário de Viagem", Textos de Alberto Vaz da Silva, Borges de Macedo, pinturas Graça Morais, Editora Quetzal.
  • 1996 – "Espelho Imaginário – Pintura, Anti-pintura, Não-pintura", autor Eduardo Lourenço, INCM.
  • 1997 – "As Escolhidas, Graça Morais", de Manuel Hermínio Monteiro, Editora Assírio e Alvim.
  • 1997 - "Graça Morais", Vasco Graça Moura e Sílvia Chico, edição Quetzal/Galeria 111, com o patrocínio do BPI.
  • 1997 - "Memória da Terra/Retrato de Mulher: Exposição Antológica de Graça Morais", textos de Fernando Pernes, Sílvia Chicó e Rui Mário Gonçalves. Publicação Culturgest.
  • 1998 – "Graça Morais, Rostos da Terra", edição Cooperativa Árvore.
  • 2000 – "Graça Morais, Terra Quente, O Fim do Milénio", textos de António Carlos Carvalho, fotografias de Roberto Santandreu, editora Gótica.
  • 2001 – "100 Quadros Portugueses do séc. XX", autor José Augusto França.
  • 2002 - "A Idade da Terra", com texto de Maria Velho da Costa. Edição Galeria 111.
  • 2003 - "A Terra e o Tempo", com textos de Fernanado Pernes e entrevista de Ana Marques Gastão. Publicação Câmara Municipal de Aveiro.
  • 2005 - "Visitação", texto de Manuel António Pina. Edição Galeria 111.
  • 2005 - "Graça Morais,Os Olhos Azuis do mar", texto de António Mega Ferreira, fotografias de Augusto Brázio. Publicação Câmara Municipal de Sines.
  • 2005 – "Uma Geografia da Alma", Graça Morais, Edições Bial.
  • 2005 - "Graça Morais, Retratos e Auto-Retratos", texto de Sílvia Chicó, Edição pela Fundação D. Luís I.
  • 2006 – "A pintura de Graça Morais como condição do drama e da fábula", texto de Cristina Tavares. Cordoaria Nacional, Lisboa.
  • 2007 - "Graça Morais: In Sofrimento", texto de José Vialle Moutinho. Publicação Câmara Municipal de Coimbra.
  • 2011 - "Graça Morais: Prémio de Artes Casino da Póvoa 2011", textos de Laura Castro e Antonio Tabucchi.

Cenografias

  • 1993 – "Biombos" de Jean Genet, TEC Cascais, encenação Carlos Avilez.
  • 1995 – Cenografia e Figurinos, "Ricardo II", de Shakespeare, Teatro Nacional D. Maria II, Lisboa, encenação Carlos Avilez.

Filmes

  • 1997 – "As Escolhidas" filme de Margarida Gil, baseado na obra de Graça Morais.
  • 1999 – "Na Cabeça de uma Mulher está a História de uma Aldeia", documentário de Joana Morais, sobre a vida e obra de Graça Morais.
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Tapeçarias

Está representada com tapeçarias executadas pela Manufactura de Tapeçarias de Portalegre na Assembleia da República, Câmara Municipal de Lisboa, Universidade Técnica de Lisboa, Montepio Geral – Lisboa, Fundação Mário Soares (Lisboa) e colecções particulares.
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Arte pública

Intervenções artísticas em azulejos no Edifício sede da Caixa Geral de Depósitos (em Lisboa), na Estação de Bielo-Rússia do Metropolitano de Moscovo, na estação de comboios do Fogueteiro (Seixal) e na Estação de Metropolitano da Amadora – Falagueira.
Painéis de azulejos no Mercado Municipal de Bragança, na Biblioteca Municipal de Carrazeda de Ansiães, na Caixa de Crédito Agrícola de Bragança, no Teatro Municipal de Bragança e no Centro de Astro Física e Planetário do Porto.
Destacam-se ainda os painéis em azulejo no Viaduto de Rinchoa/Rio de Mouro e na Central Hidroeléctrica de Vilar de Frades (Vieira do Minho).
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Colecções (selecção)

  • Assembleia da República
  • Millennium BCP; Banco Espírito Santo
  • Banco Português de Negócios
  • C.A.M. – Fundação Calouste Gulbenkian
  • Culturgest, Caixa Geral de Depósitos
  • Ministério da Cultura – Fundação de Serralves
  • Ministério das Finanças
  • Museu de Arte Moderna de São Paulo, Brasil.
  • Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, Bragança

 * Por já nos encontrarmos de férias na próxima semana esta série retoma na próxima época logo após termos reunido em vídeo documentários sobre grande pintores ou escultores portugueses ou estrangeiros.

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HOJE NO
 "OBSERVADOR"


Daqui a sete anos, a Índia terá
 mais pessoas que a China

As Nações Unidas estimam que, em 2030, existirão cerca de 8,5 mil milhões de pessoas na Terra. A entidade também calcula que antes, lá para 2022, a Índia ultrapassará a China no número de habitantes. 
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Há anos que a Índia e a China mantêm uma luta a dois, numa espécie de jogo que, se tivesse um nome, seria “Quem tem mais habitantes?”. A China há muito que o ganha, mas a Organização das Nações Unidas prevê que a Índia demore menos de 10 anos a tornar-se no país com mais habitantes no planeta — deverá acontecer em 2022. Hoje, diz a ONU, é nestes dois países onde habitam 37% das cerca de 7,3 mil milhões pessoas que existem no mundo (19% são chineses e 18% são indianos). Mas este número não vai parar de aumentar até 2050.

Assim o prevê a entidade, que esta quarta-feira divulgou o “Revision of World Population Prospects”, relatório que compilou os resultados do 24.º estudo demográfico mundial realizado pelas Nações Unidas. E além de contabilizar o número de habitantes do planeta, o relatório serve para prever o que sucederá caso a demografia continue a dar pulos a este ritmo. As previsões apontam para que, em 2030, existam 8,5 mil milhões de pessoas na Terra. Em 2050 o número aumentará para os 9,7 mil milhões e, na entrada do próximo século, em 2100, a ONU espera que o mundo atinja os 100 mil milhões de habitantes.

Agora, em 2015, tanto a China como a Índia são os dois países do mundo onde habitam mais de um milhar de milhão de pessoas — 1.376,049 no primeiro país, 1.311,051 no segundo. O terceiro país com maior número de habitantes neste momento são os EUA, com 321,774 milhões de pessoas. E também aqui a ONU espera ver uma novidade em 2022: a Nigéria. Aí deverá substituir a nação, hoje presidida por Barack Obama, no pódio deste ranking demográfico. O país africano tem atualmente a sétima população mais vasta no planeta.

É a África, aliás, que as Nações Unidas confiam grande parte da responsabilidade pelo boom populacional estimado para os próximos anos. “A maioria do aumento projetado na população mundial pode ser atribuído a uma pequena lista de países com elevada [taxa de] fertilidade, sobretudo em África”, lê-se, na versão resumida do relatório. Até 2050, a ONU antevê que metade do aumento populacional se concentre num grupo de nove países — Índia, Nigéria, Paquistão, República Democrática do Congo, Etiópia, Tanzânia, EUA, Indonésia e Uganda.

Desse grupo de nações, três (Nigéria, Paquistão e Indonésia) deverão juntar-se, em 2050, à Índia, à China e aos EUA como os países onde habitam mais de 300 milhões de pessoas. Embora sem indicar um ano em concreto, a ONU estima igualmente que a Europa venha a ser o continente com a população mais envelhecida, ou seja, com o maior número de pessoas com idade superior a 60 anos.

* Mas irá continuar a ser o mais miserável, é repugnante.


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Trupe Vocal

In the MoodSing, sing, sing

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Morte do líder dos talibãs põe
 em risco paz com Cabul


Governo afegão confirmou que o antigo aliado de Bin Laden morreu há mais de dois anos. Divisões no grupo e luta pelo poder são ameaça ao diálogo com o Afeganistão



Os rumores da morte do mullah Omar, o líder dos talibãs afegãos e antigo aliado de Osama Bin Laden, são recorrentes. Mas sempre prontamente negados. 
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Contudo, desta vez o desmentido não chegou, ao contrário das confirmações oficiais. Primeiro por parte de fontes anónimas e finalmente pelo governo do Afeganistão, que cita "informações credíveis" para confirmar a morte de Omar em abril de 2013, no Paquistão. Já passaram mais de dois anos e é isso que agora leva muitos a questionar o interesse de divulgar a informação a poucos dias de uma nova ronda de negociações de paz entre Cabul e os talibãs.

Omar, que nasceu em 1960 e fundou em 1994 os talibãs (que significa "estudantes"), não era visto em público desde a invasão norte-americana do Afeganistão, no rescaldo dos atentados do 11 de Setembro de 2011 nos EUA. O regime talibã, que estava no poder desde 1996 e tinha dado apoio a Bin Laden, acabou por cair e Omar teve que fugir. Segundo informações não confirmadas oficialmente, terá morrido num hospital em Carachi, alegadamente de causas naturais (fala-se em tuberculose). Terá sido sepultado no Afeganistão. A Casa Branca considera "credíveis" as informações da sua morte.

* Este governo afegão também podia morrer todo, não faz falta sequer a um cão tinhoso.


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MOMENTOS CARICATOS

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HOJE NO
 "RECORD"

Marta Pen vence 800 metros em França 

A atleta portuguesa Marta Pen venceu esta quarta-feira a prova de 800 metros do meeting de Castres, em França, obtendo a melhor marca nacional do ano, correndo em 2.04,57 minutos.
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A atleta do Benfica derrotou sobre a meta Manal Elberahoui, do Bahrein, que foi segunda com 2.04,68 minutos.

Na prova de salto em comprimento, ganha pelo francês Raihau Maiau, com 7,84 metros, Marcos Chuva foi quarto, com 7,66 (vento:+1,1 m/s).

* O atletismo português vai dar que falar.

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     Casais de sonho

















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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Milionários portugueses estão 
cada vez mais ricos

A lista anual dos 25 mais ricos de Portugal é elaborada há 11 anos pela "Exame" e será publicada na edição de agosto da revista que chega às bancas na quinta-feira.

 Américo Amorim, que foi o homem mais rico do país em 2008, 2009, 2010 e 2011, regressando ao primeiro lugar em 2013, mantém-se na mesma posição, com uma fortuna avaliada em 2,5 mil milhões de euros.

O dono da Corticeira Amorim ficou, no entanto, mais pobre, pelo segundo ano consecutivo, contrariando a tendência do "top 25" dos milionários, que enriqueceram ainda mais em 2015 face ao ano anterior, quando somavam 14,3 mil milhões de euros.

Os patrões da grande distribuição, Alexandre Soares dos Santos (Jerónimo Martins) e Belmiro de Azevedo (Sonae) e a família Guimarães de Melo estão igualmente entre os mais ricos dos ricos.
Soares dos Santos ocupa o segundo lugar, mas viu a sua fortuna aumentar 100 milhões de euros, para quase 1,8 mil milhões, graças à valorização das ações da dona do Pingo Doce.

Belmiro de Azevedo, que já foi o homem mais rico de Portugal, viu igualmente a sua fortuna bolsista subir 100 milhões para quase 1,4 mil milhões de euros, mantendo-se no terceiro lugar do 'ranking'.
Os Guimarães de Mello são a família mais rica e mantiveram a fortuna de 1,2 mil milhões de euros, com os investimentos no Grupo José de Mello, Brisa, CUF, Efacec e EDP.

Na lista dos 10 mais ricos surge apenas uma mulher, Maria Isabel dos Santos, uma das principais acionistas da Jerónimo Martins.

Detentora de cerca de 10% da Sociedade Francisco Manuel dos Santos, dona da Jerónimo Martins, ocupa o 9.º lugar do ranking, com uma fortuna de 448 milhões de euros, e enriqueceu face ao ano anterior.

António Mota e as irmãs saíram da lista dos 10 mais ricos devido à queda da cotação da Mota-Engil que os atirou do sexto lugar do ranking do ano passado para 17.º lugar em 2015.

O presidente da Simoldes, António da Silva Rodrigues, protagonizou a maior subida do 'ranking', de 9.º para 5.º lugar, com uma fortuna calculada em 967 milhões de euros, enquanto o "patrão" dos hotéis Pestana, Dionísio Pestana, entrou diretamente para o "top 10".

A Exame faz o levantamento do património empresarial usando todas as fontes disponíveis, como relatórios e contas (de 2013 e 2014), entrevistas de gestores e 'sites' das empresas, aplicando depois diferentes métodos, conforme as empresas em apreciação.

A lista completa dos dez mais ricos que os pobres 
deste país fazem o  favor de sustentar.

1. Américo Amorim: 2484,2 milhões de euros (3298,3 milhões de euros no ranking anterior, que já liderava)
2. Alexandre Soares dos Santos: 1763,2 milhões de euros (vs. 1634,6 milhões de euros no ranking anterior, quando já era segundo)
3. Belmiro de Azevedo: 1382,5 milhões de euros (vs. 1225,8 milhões de euros no anterior, quando já estava em terceiro lugar no ranking)
4. Família Guimarães de Mello: 1189,4 milhões de euros (vs. 1224,8 milhões de euros, quando já estava em quarto no ranking)
5. António da Silva Rodrigues: 967 milhões de euros (vs. 762 milhões de euros, a maior subida do ranking, de 9.º para 5º)
6. Família Alves Ribeiro: 663 milhões de euros (contra 1078,5 milhões de euros, caindo do quinto lugar)
7. Fernando Campos Nunes: 539,2 milhões de euros (contra os 400,9 milhões de euros, quando estava em décimo lugar)
8. Dionísio Pestana: 506,6 milhões de euros (entrada direta no top 10 de 2015)
9. Maria Isabel dos Santos: 448 milhões de euros (vs. 429 milhões de euros anteriores)
10. Fernando Figueiredo dos Santos: 448 milhões de euros (contra 429 milhões e 8.º lugar)

* Como é que estes ricos existiriam se não houvesse portugueses cada vez mais pobres?

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Dos 0-100 em 1.7 segundos

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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Já decidiu o que vai acontecer à sua
 conta de Facebook quando morrer?

A pergunta pode ser mórbida, mas a questão é pertinente. A ferramenta Legacy Contact vai permitir-lhe decidir atempadamente o que deve acontecer ao seu legado digital no Facebook. Lançada em Fevereiro deste ano, a opção fica agora disponível na Europa.
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O Legacy Contact chegou à Europa. Trata-se de uma ferramenta que permite decidir se a sua conta de Facebook deve ser apagada ou atribuída a alguém a quem confie para a gerir no caso de não o poder fazer, informa a empresa em comunicado enviado às redacções. O Legacy Contact foi lançado inicialmente nos EUA, e mais tarde no Canadá, Japão, Austrália e Nova Zelândia.

No caso de não querer que a sua conta seja simplesmente apagada após o seu falecimento, pode atribuir a gestão a uma pessoa da sua confiança.

Assim que o Facebook é informado sobre a morte do dono da conta, a respectiva página é transformada num género de conta memorial e a pessoa nomeada como responsável pelo "legado digital" poderá escrever uma publicação (de tributo ou com informações práticas sobre as cerimónias fúnebres) na sua página, responder a pedidos de amizade e actualizar a fotografia de perfil e de capa. Não será possível, no entanto, entrar com as credenciais da pessoa falecida, ou ler mensagens privadas.

A opção Legacy Contact permite ainda ao dono da conta decidir se quer dar permissão à pessoa responsável pelo seu legado digital para descarregar um arquivo das fotografias, publicações e informação de perfil partilhada no Facebook.

Até ao momento, o Facebook oferecia uma conta do tipo memorial básica que não podia ser gerida por terceiros. Agora, a empresa optou por alargar as possibilidades deste tipo de contas e redesenhar as páginas, de modo a que passem a ter a expressão "Remembering" ("Em memória de" ou "Lembrando", em tradução livre) por cima do nome da pessoa falecida.

Para definir o que deve acontecer à sua conta de Facebook basta abrir a opção "Definições", entrar em "Segurança" e depois escolher "Contacto Legado", o equivalente a "Legacy Contact" em português.

Ao entrar, pode optar por eliminar a conta de forma permanente ou definir um contacto que terá a responsabilidade de gerir a mesma no caso de uma infeliz eventualidade. Depois de escolher o contacto, pode enviar uma mensagem a essa pessoa para a informar.

* A melhor coisa mesmo é enterrar o facebook antes que ele o crucifique.

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 A ROSINHA MINHOTA








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HOJE NO
 "DESTAK"

PSD e CDS admitem contratação de 1.000 recém-licenciados ao ano para o Estado

A coligação Portugal à Frente (PSD/CDS) admite no seu programa eleitoral que o Estado venha a contratar, pelo menos, 1.000 recém-licenciados todos os anos de forma a valorizar os recursos humanos da Administração Pública. 
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OPOSIÇÃO AO ACTUAL GOVERNO
A medida faz parte do programa eleitoral do PSD/CDS apresentado hoje em Lisboa pelos líderes do CDS, Paulo Portas, e do PSD, Passos Coelho, mas está condicionada à redução efetiva de pessoal.

"Com base na demonstração da redução efetiva de pessoal, pode ser equacionado um programa de recrutamento seletivo para funções qualificadas de, pelo menos, 1.000 recém-licenciados por ano (através de concurso centralizado a conduzir pelo INA [Instituto Nacional de Administração]), lê-se no documento hoje apresentado. 

* Aldrabam tão mal, querem fazer parecer que a coligação do próximo acto eleitoral é oposição do actual governo, desfaçatez não lhes falta.


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UM SONHO

TORNADO REALIDADE

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Um robot que sabe cozinhar!

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HOJE NO
 "i"

Saúde. 
Todas as crianças vão ter 
médico de família

A medida que será assegurada através do reforço do número de profissionais de medicina geral e familiar.

Todas as crianças vão ter um médico de família, mas só depois de eleito o próximo governo, segundo uma lei publicada hoje em Diário da República.
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A lei da Assembleia da República destina-se a assegurar que, “a cada criança, é atribuído um médico de família”, uma medida que será assegurada através do reforço do número de profissionais de medicina geral e familiar no Serviço Nacional de Saúde, refere a legislação.

Para garantir esta medida, o Governo irá fazer um “levantamento exaustivo” de todas as crianças que não têm médico de família atribuído.

Vai ainda criar para os recém-nascidos “um processo automático de atribuição de médico de família, a requerimento dos seus representantes legais”.

O Governo assegura que, “em nenhuma circunstância, outros cidadãos serão privados do seu direito a um médico de família”.

A lei, que se aplica também às crianças estrangeiras residentes em Portugal, entra em vigor com “a aprovação do Orçamento do Estado subsequente à sua publicação”.

A legislação foi promulgada a 22 de Julho pela presidente da Assembleia da República, Maria da Assunção Esteves, e referendada pelo Presidente da República, Cavaco Silva, um dia depois.

* Uma das evidências da vil hipocrisia do governo da maioria, em campanha eleiçoeira, "abençoada" por Sua Excelência.

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