sexta-feira, 24 de julho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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MULHERES ...

Uma mãe muito stressada, pede ao filho para ligar ao pai, a dizer-lhe que o jantar está pronto.
 - Já ligaste?! O que o teu pai disse?! Já vem?
- Já liguei três vezes, mãe, mas só atende uma mulher...

A mãe, interrompendo-o, bruscamente, grita:
- ... Aaaah..., deixa comigo!... Quando ele vier, vai ver!!!
 Mal o pai chega a casa, ela aplica-lhe uma valente tareia, com tudo o que encontra à disposição: vassoura, frigideira, panela, micro-ondas, enfim...tudo o que estava à mão.

Os vizinhos correm em socorro e dificilmente conseguem tirar o homem debaixo dela; ela ainda furiosa... ralhava, continuava a atirar com as coisas, enquanto esperavam pela ambulância...

- Ordinário, filho da p***, eu mato-te!!!
– Filho, anda cá! Diz, aqui, a toda a gente, o que foi que aquela vaca te disse, ao telefone!
 - Ela disse:
"TMN - o número que marcou não está disponível. Por favor, tente mais tarde. Obrigada."

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 O QUE NÓS



  "APRENDEMOS"!



AS RELAÇÕES ECONÓMICAS

ENTRE PORTUGAL E MOÇAMBIQUE

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12- O MARKETING
DA LOUCURA

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VICIAÇÃO E DEPENDÊNCIA
A PSIQUIATRIA A CRIAR DOENÇAS


Os psiquiatras dizem--nos que a forma de resolver comportamentos indesejáveis é alterando a química cerebral com um comprimido.

Mas ao contrário de um medicamento comum como a insulina, os medicamentos psicotrópicos não têm uma doença alvo mensurável para tratar, e podem transtornar o equilíbrio delicado dos processos químicos que o corpo precisa para funcionar bem.

Não obstante, os psiquiatras e as companhias farmacêuticas têm usado estes medicamentos para criar um mercado enorme e lucrativo.


E eles têm feito isto nomeando cada vez mais comportamentos indesejáveis como "perturbações médicas" que requerem medicação psiquiátrica


Mas será que estas realmente se deviam chamar doenças?

A questão é portanto:

Como é que os medicamentos psicotrópicos, sem uma doença alvo, sem poderes curativos conhecidos e uma lista longa e extensa de efeitos secundários, se transformam no tratamento indicado para todo o tipo de distúrbios psicológicos?
E como é que os psiquiatras que apoiam estes medicamentos conseguiram dominar o campo do tratamento mental?
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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Professora quer mudar de escola

 Liliana Costa escolheu outros estabelecimentos de ensino. 

Liliana Costa, a professora de 34 anos suspeita de manter um envolvimento sexual com um aluno de 14, não quer continuar a dar aulas na Escola EB 2,3 Professor Gonçalo Sampaio, na Póvoa de Lanhoso. 
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 A docente vai na próxima semana apresentar a sua candidatura, mas não vai colocar o estabelecimento de ensino onde estava nas suas principais preferências. "Queria trabalhar noutra escola e começar a minha vida do zero. Penso que seria bom para mim, porque isto prejudicou a minha carreira. Mas também não quero ir para muito longe, por isso tenho de pensar muito bem que escolas vou selecionar nas primeiras opções", explicou a docente de Física e Química. 

O menor que terá estado envolvido com a professora também irá mudar de escola, uma vez que transitou para o 10º ano e o estabelecimento onde estava só tem turmas até ao 9º ano. O prazo do processo disciplinar contra Liliana foi entretanto prolongado e pode ir até aos 18 meses. "Este ato é nulo e não tem fundamento", disse a advogada Sandra Azevedo, do escritório de João Magalhães.

* Apesar de continuarmos a achar que foi uma vergonhosa calúnia, percebemos a decisão de mudar, escola que não defende os seus profissionais seria melhor fechar.

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4 - TEMPESTADE NEGRA


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

A ideia é portuguesa. 
E a Comissão Europeia vai apoiar 
com 3,3 milhões de euros

Big data. O termo aborrece-o? Pense na quantidade de emails que as empresas trocam todos os dias. Ou nas milhares de transações bancárias que ocorrem numa só tarde. Reparou no volume de dados que só estas duas coisas acumulam na rede? Agora, pense no impacto que eles podem ter se forem trabalhados e utilizados corretamente. É isto que o projeto Streamline quer. E a Comissão Europeia vai ajudar – com um financiamento de 3,3 milhões de euros.
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A ideia surgiu de uma necessidade que a startup portuguesa NMusic – um serviço de streaming de música e vídeo triple-play (voz, dados e multimédia) – detetou há vários anos na sua área de atividade e para a qual tem procurado respostas: como oferecer conteúdo personalizado e adaptado às necessidades de cada pessoa. 

A dúvida não era apenas dos fundadores da NMusic, mas transversal a todos os setores da economia. Por isso, não tiveram mãos a medir: desafiaram um conjunto de parceiros a desenvolver uma ferramenta para obter, tratar, e otimizar dados em tempo real, que permita aumentar a competitividade das empresas e instituições europeias. Nasceu o projeto Streamline.

A NMusic juntou-se à Portugal Telecom, à Rovio – empresa finlandesa responsável pelo jogo Angry Birds -, ao instituto francês Internet Memory Research, ao alemão The German Reseach Center for Artificial Intelligence, ao sueco Institute of Computer Sciente e ao Institute for Computer Science and Control of the Hungarian Academy of Sciences, da Hungria.

Dos 119 projetos apresentados à Comissão Europeia, foram selecionados oito finalistas e o Streamline foi um deles. O objetivo é que a plataforma traga às empresas europeias uma vantagem competitiva, aumentando a taxa de fidelização, personalizando a oferta e otimizando a comunicação com os clientes. Como? Através de uma análise multissetorial que parte dos dados obtidos através do consumo de conteúdo digital, como texto, áudio, vídeo, jogos, entre outros.

Com isto, o projeto quer que a aplicação, que funcionará em open-source (código aberto), possa ser utilizada em empresas de comércio e serviços mas também em áreas mais abrangentes como a saúde, indústria ou os transportes, permitindo que as pequenas e médias (PME) possam conhecer melhor o mercado e otimizar a sua oferta, revela a NMusic em comunicado.

* Precisa-se de mais clareza na notícia, importa salientar que a  inteligência portuguesa está presente.


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FUNDAÇÃO 
FRANCISCO MANUEL DOS SANTOS





* É um extensíssimo trabalho de análise coordenado pelo professor Augusto Mateus, leitura obrigatória para quem quiser estar informado sobre Portugal, demore o tempo que quiser a ler, mas leia, é notável este estudo.


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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Vinho do Lidl é a melhor pechincha
 do verão para o Times

A crítica de vinhos do jornal britânico destacou um vinho do Douro exclusivo do Lidl como "o branco perfeito para uma festa buffet de verão". Em Portugal só custa 1,95 euros.
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O jornal britânico The Times fez uma lista dos 50 melhores vinhos brancos do verão, e na categoria das "pechinchas" escolheu em primeiro lugar um vinho do Douro, exclusivo do Lidl. É o Azinhaga de Ouro Branco de 2014.

O vinho, que no Lidl em Portugal custa apenas 1,95 euros, é descrito pela crítica Jane MacQuitty como "o branco perfeito para uma festa buffet de verão". O vinho, que vem "das colinas altas, selvagens, socalcadas do vale do Douro", custa 4,79 libras no Lidl britânico, cerca de 6,70 euros.

O jornal i cita um comunicado do Lidl Portugal que refere a importância de exportar vinhos do país para os supermercados do resto da Europa. O Azinhaga de Ouro Branco 2014 já ganhou uma medalha de ouro no Portugal Wine Trophy, refere o mesmo jornal.

"Emana ameixa amarela exótica e gosto a casca de lima", gaba Jane MacQuitty na lista em que coloca o Azinhaga de Ouro Branco 2014 como o melhor vinho branco a comprar este verão por menos de 6,50 libras.

* A superfície alemã tem outros vinhos também muito decentes.

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PATRÍCIA FRAGOSO MARTINS

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O Tribunal de Justiça da UE 
e o futuro do Euro

Tribunal de Justiça da UE assumiu-se mais uma vez como elemento político, abrindo o caminho para que uma intervenção activa do BCE na Zona Euro.

Com o debate político europeu centrado na questão grega, passou praticamente despercebido o acórdão do Tribunal de Justiça de União Europeia sobre uma outra questão central para o futuro da união monetária: o vulgarmente designado “programa OMT” (do inglês “Outright Monetary Transactions”).

Recorde-se que, em Setembro de 2012, o Banco Central Europeu (BCE) anunciou ter adoptado um programa que, verificadas que estivessem certas condições, autorizava o Sistema Europeu de Bancos Centrais (SEBC) a comprar nos mercados secundários obrigações soberanas dos Estados-Membros da Zona Euro. Com este programa, o BCE visava assegurar a estabilidade da união monetária. Estávamos em plena crise das dívidas soberanas, com oscilações significativas das taxas de juro, em virtude da exigência de prémios de risco excessivos para as obrigações emitidas por certos Estados-Membros, destinados a cobrir o risco de um eventual colapso da Zona Euro.

Na sequência de várias queixas constitucionais então apresentadas perante o Tribunal Constitucional alemão, alegando a inconstitucionalidade do programa OMT, o Tribunal alemão ‑ num exercício de cooperação judicial digno de nota ‑ remeteu a questão para o Tribunal europeu, indagando da compatibilidade do OMT com o direito da União. Foram essencialmente duas as questões colocadas: por um lado, saber se os Tratados da União autorizavam o Sistema Europeu de Bancos Centrais a adoptar o programa OMT, e por outro, se este programa era compatível com a proibição do financiamento monetário dos Estados-Membros.

Há um mês o Tribunal de Justiça da UE respondeu afirmativamente às duas perguntas. O OMT é compatível com o direito da União, autorizado pelos Tratados, e não compromete a proibição de financiamento monetário dos Estados.

Mas o Tribunal não o disse só assim, nem disse apenas isso. Não está em causa uma autorização em branco, nem para as instituições europeias, nem para os Estados. O Tribunal foi mais além. Por um lado, afirmou que a intervenção do Sistema Europeu de Bancos Centrais não pode ter um efeito equivalente ao da compra directa de obrigações soberanas às autoridades e organismos públicos dos Estados-Membros. 

Ou seja, o Sistema pode recomprar aos credores dos Estados títulos previamente emitidos por estes últimos, mas tal aquisição nos mercados secundários não deve ter um efeito equivalente ao da compra de dívida nos mercados primários. Por outro lado, o Tribunal esclareceu que o objetivo da proibição do financiamento monetário dos Estados-Membros visa incentivar estes últimos a respeitar uma política orçamental sólida, evitando que um financiamento monetário dos défices públicos ou um acesso privilegiado das autoridades públicas aos mercados financeiros conduza a um endividamento excessivo ou a défices excessivos dos Estados-Membros. Por isso, quando o BCE procede à compra de obrigações soberanas nos mercados secundários, deve rodear a sua intervenção de garantias suficientes para evitar uma fraude à referida proibição.

Uma no cravo, outra na ferradura. Fundamentos e resultados. Tudo se esclarece e orienta. Direito e política, de mãos dadas. É que se a remissão alemã judicializou as tensões que subjazem ao funcionamento da união monetária ‑ tensões que testam os limites dos actores políticos e da comunidade jurídica ‑ o Tribunal de Justiça assume-se, mais uma vez, como elemento político, abrindo o caminho para que uma intervenção activa do BCE na correção dos desajustamentos e desequilíbrios da Zona Euro.

Numa altura em que a querela da soberania dos Estados-Membros da União voltou a fazer páginas de jornais, havendo hoje quem, como aliás sempre, se insurja contra a transferência de competências soberanas para a União, o Tribunal de Justiça da UE mantém-se na dianteira, catapultando o Euro para uma nova etapa e abrindo alas à integração.

É que o debate está muitas vezes viciado. Se por um lado, se ressente a perda de soberania estadual e se alertam os povos para os perigos e ameaças que pairam sobre o Estado-nação, por outro, o discurso aponta quase sempre para o necessário aperfeiçoamento da Zona Euro e dos mecanismos a ela associados, o que naturalmente acarreta uma maior e mais profunda integração nos planos orçamental, fiscal e social. Entendamo-nos: ou sim ou sopas. Ou queremos uma moeda única ou não. Se sim, então é desejável uma união monetária que funcione da forma mais perfeita possível. Se não, então encaremos o regresso ao passado, às moedas nacionais, e ao descanso dos heróis da soberania monetária.

Por ora, o Tribunal de Justiça da UE alumiou o futuro do Euro. Tudo está em saber se é possível resolver o presente para que esse futuro seja realidade.

Professora universitária de Direito

IN  "OBSERVADOR"
22/07/15


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577.UNIÃO


EUROPEIA





TRIBUNAL DE JUSTIÇA EUROPEU


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HOJE NO
 "RECORD"

Cinco portugueses entre os mais
. influentes no mundo do futebol 

Michel Platini, presidente da UEFA, foi considerado pela cadeia ESPN a pessoa mais influente no mundo do futebol, numa lista de 50 personalidades onde estão incluídos cinco portugueses.
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Jorge Mendes, logo na segunda posição, é o luso mais bem classificado no ranking. O super agente é figura de destaque no panorama atual das transferências, representando muitos dos melhores jogadores do Mundo.

Os restantes portugueses são o craque do Real Madrid Cristiano Ronaldo, o homem forte da Doyen Nélio Lucas, o treinador do Chelsea José Mourinho e o presidente do FC Porto Pinto da Costa.

Destaque ainda para a primeira mulher que surge na lista: Marina Granovskaia, da administração do Chelsea.

Os mais influentes no mundo do futebol:
1. Michel Platini, presidente da UEFA
2. Jorge Mendes, agente de jogadores
3. Richard Scudamore, diretor da Premier League
4. Karl-Heinz Rummenigge, presidente do Bayern Munique e da Associação de Clubes Europeus
5. Lionel Messi, jogador do Barcelona
9. Cristiano Ronaldo, jogador do Real Madrid
21. Nélio Lucas, administrador executivo da Doyen Sports
24. Marina Granovskaia - membro da administração do Chelsea
25. Peter Lim, dono do Valencia
25 José Mourinho, treinador do Chelsea
42. Pinto da Costa, presidente do FC Porto

* Uma lista interessante.

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O SEGREDO 
DAS COISAS

 37 -PAPEL


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  II-ARQUIVOS SECRETOS


DA INQUISIÇÃO


1-LÁGRIMAS DE ESPANHA

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

PSP fiscaliza venda de álcool a jovens

A PSP está a fiscalizar, durante 24 horas, a oferta, venda e consumo de álcool a menores de 18 anos, que passou a ser proibido no início de junho com a entrada em vigor da nova legislação do álcool. 
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"A operação Mercúrio II está a ser realizada em vários pontos do país e tem como principais objetivos fiscalizar a atividade de segurança privada, bem como a oferta, venda e consumo de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos", refere o gabinete de comunicação da PSP, explicando que a iniciativa começou esta sexta-feira e tem a duração de 24 horas.


Durante o dia, a fiscalização será feita essencialmente em estabelecimentos comerciais e, durante a noite, vai incidir mais em restaurantes, bares e discotecas, "sem esquecer outros locais onde habitualmente exista segurança privada".

A disponibilização, venda e consumo de qualquer tipo de bebida alcoólica a todos os menores de 18 anos passou a ser proibido a 1 de junho segundo a nova lei do álcool, que veio acabar com a distinção entre as bebidas espirituosas, até agora permitidas a partir dos 18 anos, e as restantes (vinho e cerveja), que podiam ser consumidas a partir dos 16 anos.

Segundo o texto do decreto-lei, existem padrões de consumo de alto risco de bebidas alcoólicas, como a embriaguez e o consumo ocasional excessivo, especialmente em adolescentes e jovens adultos.

* Alguém que fiscalize o desleixo e a irresponsabilidade parental.

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Lou Reed

A Walk On The Wild Side

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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

BANIF
Bruxelas avança com investigação
. aprofundada à ajuda de 1,1 mil milhões
.de euros estatais ao Banif

A Comissão Europeia vai investigar aprofundadamente a ajuda que o Banif recebeu. O Ministério das Finanças garante que nada afecta o património do banco e que é um procedimento frequente.
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A ajuda estatal de 1,1 mil milhões de euros que foi dada ao Banif levantou dúvidas à Comissão Europeia, ao ponto de Bruxelas ter aberto uma investigação aprofundada. O objectivo é ver se houve quebra de regras comunitárias que possam ter distorcido a concorrência.

"A Comissão Europeia deu início a uma investigação aprofundada para apurar se o auxílio que o Estado português concedeu ao Banco Internacional do Funchal S.A (Banif) é compatível com as regras da UE em matéria de auxílios estatais", indica o comunicado divulgado esta sexta-feira, 24 de Julho.
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Para perceber o processo, é necessário recuar a 2013: já depois dos auxílios aos restantes bancos europeus (CGD, BCP e BPI), o Banif teve autorização para receber 1,1 mil milhões de euros, 400 milhões através de instrumentos contingentes (os chamados CoCos) e 700 milhões através de novas acções – motivo pelo qual os então accionistas perderam poder no banco.

Estas ajudas permitiram aos bancos capitalizarem-se e conseguirem, assim, cumprir os rácios de capital exigidos pelos reguladores.

Plano de reestruturação levanta dúvidas
Houve aí uma autorização temporária para a prestação do auxílio financeiro por parte de Bruxelas, com a contrapartida de ser apresentado um plano de reestruturação "de grande envergadura". Previa-se uma "importante revisão do modelo de negócios do banco", nomeadamente através da "considerável redução das actividades" e de um "enfoque geográfico limitado no futuro".

No comunicado desta sexta-feira, 24 de Julho, a Comissão Europeia diz que houve um plano apresentado por Portugal, que foi várias vezes alterado, a última vez em Outubro de 2014. Desde aí, havia "contactos construtivos", como deu conta o Negócios em Maio. Bruxelas "receia que as medidas não cumpram os requisitos de tais disposições que preconizam o restabelecimento da viabilidade a longo prazo do banco e a garantia de que o dinheiro do contribuinte que foi mobilizado para o efeito se limita ao mínimo necessário para conseguir esse resultado".

Na prática, quer-se assegurar que o banco consegue sobreviver sem ajuda estatal, nomeadamente através de um contributo do próprio banco e dos seus accionistas para os custos da reestruturação.

"A abertura de uma investigação aprofundada dá às partes interessadas, incluindo terceiros, a oportunidade de se pronunciarem sobre as medidas em questão, ao mesmo tempo que confere maior segurança jurídica ao beneficiário do auxílio, sem prejudicar o resultado da investigação", indica o comunicado vindo de Bruxelas.

Sem impacto no património
Da parte do Ministério das Finanças, já que é o Estado o interlocutor com Bruxelas, foi divulgado um esclarecimento para desdramatizar a abertura do processo, tendo em conta que é apenas uma "fase procedimental que ocorre frequentemente" e que "não implica qualquer juízo de mérito quanto à conclusão final da investigação".

"Este passo procedimental não tem qualquer implicação na situação prudencial, patrimonial e financeira do Banif, nem afecta o plano de recapitalização em curso", adianta ainda o gabinete de imprensa de Maria Luís Albuquerque, que assegura que as autoridades portuguesas acompanham o processo "em estreia colaboração com a Comissão Europeia", com vista a assegurar que o auxílio prestado é compatível com as regras europeias.

A instituição presidida por Jorge Tomé emitiu um comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, em que resume a decisão da Comissão Europeia, sem reagir à mesma.

Neste momento, o banco tem ainda de devolver 125 milhões de euros em CoCos e os 700 milhões de euros em acções. A devolução da ajuda concedida é uma das possibilidades caso haja uma decisão negativa sobre a conformidade face às regras europeias.

O Estado quer recuperar a porção de ajuda de 700 milhões de euros em acções através da venda da posição - esse objectivo levou, aliás, a um prolongamento do mandato de Jorge Tomé, presidente executivo, e de Nuno Amado, presidente do conselho de administração, para acompanharem as negociações. Havia investidores chineses interessados.

Conta do Banif terá servido para
 pagar subornos à Petrobras 

Um dos pagamentos feitos à Petrobras, no âmbito do caso de corrupção designado Lava Jato, no Brasil, terá sido feito através de uma conta do Banif, que as autoridades brasileiras estão a investigar.
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O Ministério Público brasileiro pediu documentação sobre uma conta do Banif que terá sido utilizada para pagar verbas à Petrobras no âmbito do escândalo de corrupção no Brasil designado Lava Jato e que já levou à detenção de gestores ligados a construtores, nomeadamente do presidente da Odebrecht, cujo pedido de habeas corpus será analisado no Brasil no próximo dia 5 de Agosto, de acordo com os jornais brasileiros.

Esta quarta-feira, 22 de Julho, o jornal i revela outra ligação deste caso a Portugak. O dinheiro que o ex-director da Petrobras Renato de Sousa Duque recebeu terá saído do Banif. E, por isso, na carta rogatória enviada esta semana a Portugal, o Ministério Público brasileiro pediu ajuda para aceder à documentação dessa conta, que poderá, acrescenta o mesmo jornal, ser arrestada.

Terá sido do Banif que saíram verbas para as contas de Renato Duque no Mónaco, contas que em Março tinham um saldo de 20 milhões de euros e que foram entretanto bloqueadas. Em Portugal as contas estavam em nome da Kingstall Finantial.

A Procuradoria-Geral da República nacional confirmou ter recebido das autoridades brasileiras pedido de cooperação judiciária internacional através de carta rogatória.

* Engenharias mais que translúcidas, talvez opacas.


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PARQUE AQUÁTICO

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O maior parque aquático interior do mundo é na Alemanha
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HOJE NO
 "DESTAK"

Receita de IRS e IVA "está empolada"
 e devolução da sobretaxa é 
"puro eleitoralismo" - OTOC

O bastonário da OTOC, Domingues Azevedo, considerou hoje que o anúncio da devolução da sobretaxa é "puro eleitoralismo", já que a evolução da receita de IRS e IVA "está empolada", porque ainda há reembolsos por fazer nos dois impostos. 
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O Governo anunciou hoje que poderá devolver aos contribuintes 100 milhões de euros em crédito fiscal da sobretaxa de IRS em 2016, caso o aumento de 4,2% da receita fiscal proveniente de IRS e de IVA se mantenha no conjunto deste ano.

"Vir dizer que há um aumento que permite fazer essa devolução é puro eleitoralismo. É enganar as pessoas. Não é sério, não é honesto", afirmou hoje o bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas (OTOC), Domingues Azevedo, em declarações à agência Lusa. 

* A única coisa que  o governo faz com seriedade é mentir.

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RESOLVA


O PUZZLE


Flores e Borboletas



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HOJE NO
 "i"

Padre Frederico cita Goebbels 
para falar na sua inocência

Vive com a mãe no último andar de um prédio entre Copacabana e Ipanema, um dos locais mais luxuosos do Rio de Janeiro.
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E não sente necessidade de sair do Brasil, nem para férias, conta a edição desta sexta-feira do jornal Sol.

"Goebbels disse que uma mentira muitas vezes repetida torna-se verdade. Foi o que me aconteceu", conta Frederico Marcos da Cunha, ou o padre Frederico como é conhecido.

Está no Brasil, país que escolheu desde que fugiu à Justiça portuguesa em 1998 – quando cumpria pena por homicídio – e é lá que continua a celebrar missas. Mas não em locais convencionais.
"A igreja católica não tem só paróquias, tem pastorais, várias pastorais. Dos idosos, das crianças, dos doentes… É numa pastoral que rezo missa", conta.

Não é, porém, com a religião que ganha a vida, mas sim com um dos seus talentos - a fotografia abstracta.

Diz pertencer ainda à Diocese do Funchal e elogia o trabalho do Papa Francisco. Mesmo que a pena prescreva, diz que nunca sairá do Brasil, revela isto e muito mais numa entrevista concedida ao Sol, nesta sexta nas bancas.

* Um filho da puta dum criminoso a quem a igreja permite dizer missas.

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PRÉDIO TEIMOSO

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HOJE NO
 "A BOLA"

Chelsea
«Mourinho sabe tudo sobre 
os seus adversários» – Terry

John Terry realçou que a renovação do contrato de José Mourinho no Chelsea é uma grande notícia, porque é um treinador com profundo e detalhados conhecimentos sobre todos os adversários na «Premier League».
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«A renovação de Mourinho foi uma excelente notícia para clube, mas foi uma notícia terrível para os outros clubes», começou por dizer Terry, em declarações ao London Evening Standard.

O experiente defesa-central destacou o profundo conhecimento que o treinador português revela sobre o futebol inglês.

«Outros treinadores sabem que Mourinho encontra sempre o caminho para bater as suas equipas. Ele conhece os adversários por dentro e por fora. Seja um jogador ou treinador, ele faz sempre o trabalho de casa e sabe tudo.»

John Terry alega que a renovação do contrato é como se o Chelsea tivesse feito uma grande contratação.

«Quando outras grandes equipas assinam excelentes jogadores nós ficamos impressionados, mas o mesmo aconteceu quando Mourinho renova o seu contrato.»

* Sabe porque trabalha.

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 ÊXODO

Fabio D’Aroma é natural de Pescara, na Itália. Formado pela Academia de Bellas artes de Roma, no inicio dos anos 2000, foi escolhido como o “artista emergente” da região, em uma exposição na capital italiana. No ano seguinte, mudou-se para os Estados Unidos, realizando exposições individuais em Chicago e Nova York, e mais tarde em França. Atualmente  vive e trabalha em Houston, Texas.

Apesar de diferenças culturais, políticas e religiosas, visíveis nas personagens,  parecem fazer parte de uma mesma história. São pessoas magras e de traços sofridos, abruptamente forçadas ao êxodo em massa.

As cenas pós-apocalípticas combinam elementos clássicos e modernos, são um retrato sarcástico do que o D’Aroma vê como a decadência do mundo ocidental. As características físicas desajeitadas e exageradas de seus personagens, representam o narcisismo onde nem a nudez é bela. 

Veja com tempo cada uma das imagens.

























FONTE: zupi.com.br

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