sábado, 18 de julho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS

"PERCORREMOS"



 1.TRANSSIBERIANO

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* Uma excelente produção do programa "FANTÁSTICO"



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 SEM PALAVRAS






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PATHY DOS REIS

FOTOS QUE ENGANAM

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II-RADIOLOGIA


INTERVENCIONISTA

1-TRATAMENTO DO CANCRO
HEPATO CELULAR

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INTRODUÇÃO

Uma interessante série conduzida pelo  Dr. Henrique Salas Martin, médico da especialidade
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* Uma produção "CANAL MÉDICO"


** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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 E S A


11-EM BUSCA DE SINAIS

 DE VIDA EM MARTE


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 * Uma produção "EURONEWS"



** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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CRISTINA ESTEVES

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Ministério 
do impressionante

Umas míseras três horas após a demissão do egocêntrico ministro das finanças grego, a sua editora instou a imprensa (e seguidores) a escrever sobre o "ministro do impressionante": "Utilize ‘MinisterOfAwesome' para partilhar as suas fotos, citações, momentos, entrevistas favoritas de Yanis Varoufakis.
As nossas cinco favoritas irão ganhar..." imagine-se, o seu livro: "O Minotauro Global".

Este singelo episódio não foi o culminar de uma aparente estratégia pessoal em que os superiores interesses da Grécia andaram de mão dada com uma agenda própria, quando não sobrepostos por esta. Antes mais uma etapa misófoba de quem prescindiu das suas obrigações de deputado para se ausentar para a sua casa de praia na ilha de Aegina mas não se coibiu de "tuitar" sobre os trabalhos parlamentares e todo o processo negocial posterior do governo grego no Eurogrupo e Cimeira do Euro.

O objectivo do governo grego de coligação da esquerda e direita radicais foi, até à aparente ruptura entre o primeiro-ministro grego Alexis Tsipras e o então ministro das finanças Yanis Varoufakis, o mesmo de há quase seis meses quando da sua eleição, e a de sempre dos partidos que o compõem: o ‘Grexit'.

A saída ordeira da zona euro e o regresso a um novo dracma seria um objectivo que extrapolaria dos seus próprios imperativos ideológicos, salvo se lhes fosse concedido um perdão significativo da dívida, para permitir o perpetuar do incumprimento das regras a que se submeteram na adesão à moeda única e contribuir para o desmantelamento a prazo da arquitectura do euro.

Existiam dois pressupostos indispensáveis ao seu ‘Grexit': um de cariz político, no sentido que lhes era indispensável a percepção do grego médio que a saída do euro era antes imposta, forçada pelo Eurogrupo. O outro de índole económica, em que a saída era ordeira e económico- financeiramente assistida pelos demais co-cidadãos europeus.

Em suma, alegadamente seria empurrado para fora do euro mas com um cheque gordo nas mãos.

A assinatura em última instância por Tsipras do acordo de principio - sob ameaça de uma saída "temporária" de facto decapitada de qualquer soberania financeira ou a previsibilidade de uma saída caótica e desordenada por livre iniciativa - é o mal menor, imediato. Mas há que saber se o cumprirão.

O ‘OXI' no referendo grego ficará para a história da Grécia contemporânea como um acto em que a ficção mais uma vez tentou ultrapassar a realidade. O agora ‘NAI' contra-natura de Tsipras ao acordo de princípio é o preludio do ‘OXI' de Varoufakis entre assobios na votação parlamentar na madrugada de quarta para quinta-feira ou o momento quando a ficção encontra a realidade?

Aguardemos as cenas dos próximos episódios ou ainda nas palavras da editora do ‘MinisterOfAwesome': "Celebre o espírito do "OXI - 50% de desconto....".


IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
17/07/15

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571.UNIÃO


EUROPEIA





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CALOR INTENSO

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 O COMBOIO


GANHA EMBALO


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* Uma produção "EURONEWS"

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RECORDANDO

Maria Valejo

Como Posso Ter Ciúmes

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HOJE NO
 "i"

UNICEF. 
Número de crianças brasileiras assassinadas duplicou em 20 anos

São 10.500 mortes entre 1993 e 2013.

O número de crianças e jovens assassinados no Brasil duplicou nos últimos 20 anos, atingindo as 10.500 mortes no período entre 1993 e 2013, revela um relatório das Nações Unidas.
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O relatório divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) refere que em 2013, por exemplo, 28 crianças e adolescentes foram mortos diariamente, o que corresponde a mais de uma criança por hora.

O Brasil passa a ocupar assim o segundo lugar na lista dos países com mais assassinatos de menores de 19 anos.

O documento, lançado para assinalar os 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, mostra ainda que as crianças indígenas enfrentam o dobro das probabilidades de morte antes de completarem o primeiro ano de vida.

Quanto à educação, o relatório da UNICEF revela que mais de três milhões de crianças e adolescentes brasileiros estão fora das escolas sendo que a maioria pertence a comunidades pobres, indígenas e negras.

A mortalidade materna continua elevada, com mais de 61 mortes em cada 100 mil nascimentos.
Por outro lado, a taxa de analfabetismo entre jovens de 10 a 18 anos diminuiu, passando de 12,5 por cento para 1,4 por cento.

Verifica-se também uma redução do trabalho infantil.

Entre 1992 e 2013, o número de crianças e adolescentes até aos 15 anos que realizavam algum tipo de trabalho diminuiu de 5,4 milhões para pouco mais de um milhão.

* Quando Lula da Silva assumiu a presidência do país os números de subdesenvolvimento eram catastróficos, melhorou muito em bastantes coisas continua mal noutras. Quando se noticia sobre crianças há sempre da parte da opinião pública um olhar enternecedor, às vezes desfazado da realidade. Em muitas partes do mundo América, África e Ásia existem crianças que desde muito cedo a única linguagem conhecida é a do barulho das armas de repetição, cresceram assim. 
No Brasil, é histórico, existiram e existem meninas de 10 anos vivendo na rua que já são "mães de afecto" de crianças de quatro e cinco anos que foram abandonadas, as regras que conhecem são as dos gangues onde militam, roubam, traficam e matam  sem contemplações, arriscam-se por isso a morrer. 
Nada justifica 10 mil e 500 crianças mortas a não ser a brutal desigualdade da sociedade brasileira.


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DEPOIS ADMIRAM-SE

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DIA DE CAMPO EM FAMÍLIA NOS USA

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HOJE NO
 "A BOLA"

Joana Ramos de ouro na Rússia


A portuguesa Joana Ramos conquistou este sábado a medalha de ouro no Grand Slam Tyumen, na Rússia.

Depois de vencer cinco adversária, a atleta do Sporting, 14.ª no ranking mundial, acabou por vencer na final a chinesa Yingnan Ma, por `waza-ari`, para garantir o ouro no torneio russo.

* Valente


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L I S B O A
SOBE E DESCE













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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Sogrape Vinhos eleita 
a melhor produtora do mundo

A Sogrape Vinhos foi considerada a melhor produtora vitivinícola do mundo em 2015. A distinção veio diretamente pela mão da World Association of Writers and Journalists of Wines and Spirits (WAWWJ), associação que elaborou um ranking com as 100 melhores produtoras a nível mundial — as escolhas ficaram a cargo de um painel de críticos e jornalistas especializados no setor.
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O respetivo ranking tem por base diversos critérios de análise, incluindo a avaliação dos prémios conquistados por cada produtor num conjunto selecionado de concursos internacionais realizados ao longo do ano. A participação da Sogrape em 10 dos 75 concursos avaliados resultou em 131 prémios, angariando, assim, mais de 3.000 pontos, valor que a empurrou para o primeiro lugar.

A empresa líder nas exportações de vinho português há 11 anos é seguida pela norte-americana Ernest and Julio Gallo Family, em segundo lugar, e pela francesa Vranken Pommery Monopole Heidsieck, em terceiro. Em 2014, a Sogrape havia conquistado a quarta posição no mesmo concurso.

A Sogrape nasceu em 1942 pela mão de Fernando van Zeller, o nome por detrás do muito conhecido Mateus Rosé — a primeira marca portuguesa de vinhos de projeção global, presente em mais de 120 países. Mas há mais marcas sob a sua alçada: é o caso de Gazela, da Sandeman e da Casa Ferreirinha.

*A Sogrape é uma grande empresa, reúne vinhos de excepcional qualidade, é uma honra para Portugal este prémio.

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RASANDO E VENTANDO

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Nova lei obriga amas a pagar 110 euros por autorização para exercer atividade

Amas que tenham já licença válida ficam isentas do pagamento da taxa de emissão de autorização, que é entregue pelos serviços da Segurança Social.
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O exercício da profissão de ama vai passar a exigir o pagamento de 110 euros pela emissão de autorização, segundo uma portaria, publicada na sexta-feira, em Diário da República, que mereceu críticas por parte da associação profissional.
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De acordo com aquela portaria, a emissão da autorização custa 110 euros, enquanto a substituição da autorização terá o valor de 55 euros e a emissão de uma segunda via, em caso de extravio ou inutilização, fica nos 10 euros.

Na portaria pode ler-se que "as amas só podem exercer a sua atividade se forem titulares da respetiva autorização, emitida pelos serviços competentes do Instituto da Segurança Social" (ISS).
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Contactada pela agência Lusa, fonte da Associação dos Profissionais do Regime das Amas (APRA) mostrou-se surpreendida com estes valores, apontando que isto mostra quanto as amas têm de pagar para poderem trabalhar.

De acordo com Romana Sousa, a associação nunca foi informada de que as amas teriam de pagar pela emissão de uma autorização de trabalho, criticando igualmente o valor em causa e explicando que este pagamento se aplica às amas privadas, que estão a iniciar a profissão.

"Uma pessoa que está desempregada, para começar a trabalhar, tem de preencher todos os requisitos. É uma enormidade de exigências e muitas delas são pagas e agora, para completar, temos o pagamento de uma autorização", apontou a responsável.

A portaria refere que as amas, que tenham já licença válida, ficam isentas do pagamento da taxa de emissão de autorização, mas Romana Sousa alertou para o facto de, no decreto-lei que estabelece os termos e as condições de acesso à profissão, estar definido que as amas têm de renovar o pedido de licença, não especificando de quanto em quanto tempo isso deve ser feito.

"É periódica a validade das licenças. De tanto em tanto tempo, temos de pedir licença, por isso, não é paga a primeira autorização", frisou, acrescentando que não está claro se as restantes têm ou não de ser pagas no caso de quem já têm licença.

De acordo com Romana Sousa, a situação das amas que estavam sob alçada do Instituto da Segurança Social (ISS) não está ainda resolvida, e estas trabalhadoras continuam sem saber se passam para Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e como é que esse processo vai ser feito.
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"As aulas começam em setembro, as amas têm os seus meninos a sair, estão a ficar com vagas, os pais vão inscrever os filhos aos centros, são informados de que não há vagas, não há inscrições, e as amas estão sem crianças. (...) Os pais que podem pagar deslocam-se para os colégios, os pais que não podem pagar ficam à toa e não sabem onde é que podem pôr os filhos", apontou.

A responsável da APRA disse que a transferência das amas para as IPSS já anda a ser falada há cerca de um ano e meio, tempo que Romana Sousa entende que deveria ter sido suficiente para as amas hoje saberem para onde vão.

A portaria hoje publicada refere também que os valores das taxas são atualizados no início de cada ano civil e que serão cobradas diretamente pelo ISS.

A lei que regula, pela primeira vez, a profissão de ama foi publicada em Diário da República a 22 de junho, e entra em vigor a 21 de agosto.

Para as amas que atualmente se encontram a exercer a atividade, enquadradas, técnica e financeiramente, pelo ISS, foi estabelecido um plano de transição para o novo regime, tendo em conta a proteção das profissionais e das famílias que dispõem do serviço.

* No início de qualquer  actividade económica pagam-se licenças e taxas, são procedimentos normais, não percebemos a indignação de Romana Sousa.

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HUMOR NA
GARRAFEIRA 















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HOJE NO
 "RECORD"

Chris Froome levou 
com copo de urina na cara

Chris Froome, líder da Volta a França 2015, afirmou ter levado com um copo de urina na cara durante a 14.ª etapa, que terminou com a vitória de Steven Cummings.
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O ciclista da Sky, que aumentou para 3:10 minutos a vantagem sobre o 2.º classificado, Nairo Quintana, mostrou-se bastante irritado com o sucedido.

"Um espectador atirou um copo de urina para a minha cara e disse 'Doper'. Isto não se faz a ninguém. É extremamente desapontante", declarou Froome no final da etapa, citado pela Sky Sports.

"O que posso fazer? Posso ficar com raiva. Prefiro manter a compostura e continuar focado na corrida. Eu não culpo o público por isto. É uma minoria de pessoas que está a estragar isto para todos", concluiu o atual camisola amarela.

* Só um javardo faz isto.

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 'DESTRESSANDO'

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Negócio dos lares ilegais 
geram 150 milhões 

Lares ilegais falham nos cuidados médicos e nos impostos.  

Os lares clandestinos movimentam por ano cerca de 150 milhões de euros. O negócio paralelo integra mais de 20 mil utentes, que pagam em média cerca de 600 euros por mês, segundo as estimativas avançadas pela Associação de Apoio Domiciliário de Lares e Casas de Repouso de Idosos (ALI). De acordo com esta associação, houve uma proliferação de lares clandestinos com a crise económica . 
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"Os lares das misericórdias e das instituições particulares de solidariedade social não têm capacidade para receber mais idosos, pelo que os familiares optam por soluções mais económicas", referiu ao CM o presidente da ALI, João Ferreira Almeida.

 "A escolha de lares clandestinos acaba por ser a mais barata devido a vários fatores: falta de cuidados médicos, ausência de pagamento de impostos e presença de trabalhadores em situação precária", acrescentou o mesmo responsável. 

Os dados avançados pela ALI vão ao encontro da informação prestada ao CM pelo Ministério da Solidariedade Social em 2012, ou seja, um ano após a entrada da troika em Portugal. A Segurança Social estimava, nessa altura, que o número de lares clandestinos tinha duplicado no espaço de um ano, tendo passado de mil para quase 2200. 

* Vigarice pura e dura, mas menos violenta que as dos BPN, BPP e BES.

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T O M O G R A F I A


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ESTA É A IMAGEM DE UMA TAC TIRADA AO VERDADEIRO HOMO SAPIENS



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GUIA PARA PERCEBER
A OPERAÇÃO MARQUÊS
11 PERGUNTAS









4ª PERGUNTA: De onde é que a investigação acredita que vem o dinheiro de Sócrates?


O Ministério Público acredita que os 23 milhões de Carlos Santos Silva pertencem, na realidade, a José Sócrates. Através da análise de escutas, vigilâncias ou documentos apreendidos, as autoridades suspeitam que os dois amigos traçaram vários esquemas para as movimentações de dinheiro.

Ora, siga-nos:
Parte desse dinheiro terá vindo do Grupo Lena onde Santos Silva trabalhava, e há provas de valores que saíram das contas particulares dos administradores do Grupo para uma conta na Suíça em nome do amigo de Sócrates. 

Entre 2007 e 2011 a empresa terá recebido 200 milhões de euros em contratos públicos, como o TGV ou a Parque Escolar.

Não esqueçamos o apartamento de Paris, no valor de 2,8 milhões de euros. A casa está em nome de Carlos Santos Silva, mas foi Sócrates quem escolheu e comandou as obras da residência. E quem lá viveu um ano.

Santos Silva comprou ainda, à mãe de Sócrates, três apartamentos por 712 mil euros. A mãe do ex-primeiro-ministro transferiu-lhe 520 mil euros. As compras da família do ex-líder do PS não param por aqui: A ex-mulher de Sócrates comprou um monte no Alentejo. O crédito que fez vale 760 mil euros e era Santos Silvas quem pagava as prestações.

Há ainda provas de 67 mil e 200 euros distribuídos por várias pessoas em todo o país para que comprassem o livro de Sócrates “A Confiança no Mundo”. Mas o MP acredita que estas distribuições terão chegado aos 170 mil euros. Mais há mais: registos de 672 mil euros entregues por Santos Silva a José Sócrates. “Livros”, “fotocópias”, “folhas de dossier” ou “aquilo” eram os nomes de código utilizados para pedir o dinheiro.

Na conta de João Perna também entraram 85 mil e 500 euros, em três anos. O motorista terá pago várias despesas de Sócrates com este dinheiro.

Santos Silva também pagou 92 mil e 750 euros a Sandra Santos. A mulher vivia na Suíça e visitava Sócrates regularmente, na casa de Paris ou na de Lisboa.


Só em viagens, tanto de José Sócrates como da sua família, Santos Silva gastou 200 mil euros.
Sócrates e Santos Silva terão ainda participado em negócios de transmissão televisiva de eventos desportivos. O valor? 2,7 milhões de euros.


Em Março de 2014 o empresário Lalanda e Castro terá ajudado os dois amigos, Santos Silva e Sócrates. Lalanda e Castro faria dois contratos de prestação de serviços em troca de 250 mil euros. Desse valor pagaria mensalmente 12 mil e 500 euros a Sócrates. As empresas de Lalanda e Castro e de Santos Silva, Dynamicpharma e  XMI, respetivamente, foram utilizadas no negócio. O dinheiro foi pago através de uma offshore.  

Até aqui, são 8,15 milhões de euros em movimentações, que o MP acredita que terão chegado a Sócrates.

A Venezuela também entra no esquema do ex-governante. Em 2011, ainda Hugo Chávez era presidente, foi anunciado o projeto social “Gran Misión Vivienda Venezuela”. No plano, estava a construção de dois milhões de habitações até 2017. O Grupo Lena foi um dos parceiros e assinou contrato para a construção de 50 mil apartamentos. O negócio tinha sido desbloqueado em 2010 por José Sócrates, então primeiro-ministro. Na altura, ficou-se a saber da assinatura de 19 acordos no valor de 1655,9 milhões de euros. Entre as empresas envolvidas estão o Grupo Lena, Estaleiros Navais de Viana do Castelo, YouYsu, EDP, Janz, Efacec, Eip, Atral Cipan, Sovena, Vetagri, Montebravo, Sapropor, Primor, Conservas Ramirez, Cerealis e Cofaco.

Agora, com o resort de Vale do Lobo, há mais dinheiro a acrescentar a estas contas: 12 milhões de euros. As transferências terão sido realizadas por Hélder Bataglia, sócio e acionista do empreendimento turístico de luxo, a partir de contas offshore, para Joaquim Barroca, administrador do Grupo Lena. Daí, terão chegado à conta de Carlos Santos Silva na Suíça.


* Próxima pergunta amanhã à mesma hora.

** Um excelente trabalho dos jornalistas do "OBSERVADOR", a edição começou segunda 13/07/15.


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