quinta-feira, 16 de julho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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47-ACIDEZ 
FEMININA

BLOGUEIRA 

FITNESS INFANTIL




A IMPRESCÍNDIVEL TATY FERREIRA


 
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL


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 PRÓXIMA LIQUIDAÇÃO














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CHUPA O

 

VOVÔ






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HOJE NO
 "DESTAK"


Governo aprova diploma que regula
 a liquidação da Casa da Douro

O Conselho de Ministros aprovou hoje o diploma que regula a liquidação da Casa do Douro (CD), instituição sediada na Régua e que possui uma dívida ao Estado de cerca de 160 milhões de euros. 
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Segundo o documento divulgado pelo Conselho de Ministros, o liquidatário da organização da lavoura duriense, cuja dimensão pública foi extinta a 31 de dezembro, é designado por despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das Finanças e da Agricultura. 

Ainda de acordo com o diploma, os membros da direção da CD devem entregar ao liquidatário "todos os bens, valores monetários e documentos, nomeadamente os de prestação de contas à data de 31 de dezembro de 2014, sob pena de responderem solidariamente pelo pagamento integral dos juros da dívida que vencerem a partir do termo do prazo estipulado". 

* Este governo, se pudesse, liquidava Portugal.


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XXXII- O UNIVERSO


1-LUAS ALIENÍGENAS



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
 "i"

Pesca da sardinha. 
Governo vai tentar arranjar uma solução

O Governo vai tentar encontrar uma solução para manter o crescimento dos ‘stocks’ de sardinha, sem comprometer a pesca, disse uma fonte oficial, salientando que “há mais hipóteses em aberto”, além das 1.587 toneladas recomendadas pelos cientistas.

Segundo a mesma fonte do Ministério da Agricultura e Mar, as cerca de 1.600 toneladas que constam de um parecer divulgado esta quinta-feira pelo Conselho Internacional para a Exploração dos Mares (ICES, na sigla inglesa) são apenas uma “proposta precaucionaria”, mas existem outras, que permitem que o ‘stock’ continue a crescer, e que vão ser avaliadas em conjunto com o governo espanhol.
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“Se pescarmos só 1.600 toneladas ou zero, o ‘stock’ cresce 14%. Se pescarmos 14.000, cresce 8%, se pescarmos 22.000 cresce 5% e se pescarmos 30.000, ainda assim o ‘stock’ cresce 2%”, esclareceu.
Portugal e Espanha, que gerem em conjunto a quota ibérica de sardinha, vão ter, por isso, “de falar” e escolher a solução que garanta “a manutenção do ‘stock’ e a manutenção dos direitos de pesca”, disse a mesma fonte, que não quis pronunciar-se sobre qual a quota expectável antes das negociações com Espanha.

A Associação Nacional das Organizações de Produtores da Pesca do Cerco (ANOPCERCO) já contestou a quota de 1.587 toneladas para a sardinha em 2016 e questionou a credibilidade dos dados científicos.

O presidente, Humberto Jorge, mostrou-se surpreendido com o parecer e céptico quanto aos dados que a fundamentam.

“Esse número, se não fosse tão grave, dava para rir. Como é que um organismo internacional que baseia as suas recomendações em dados científicos minimamente credíveis, no prazo de quatro anos, passa de recomendações da ordem de 70 mil toneladas para uma recomendação de 1.500 toneladas?”, questionou.

“Se o Governo aceitar é contra o sector e tem de mandar as forças policiais ou armadas porque o cerco [arte de pesca usada na sardinha] português não vai aceitar essa recomendação, porque é uma recomendação cega, inflexível e radical e há que apurar as verdadeiras intenções que estão por trás dessa recomendação”, indignou-se.

“É a certidão de óbito”, afirmou o responsável da ANOPCERCO, acrescentando que “isto é uma afronta ao sector”.

E garantiu: “Não vamos pôr em risco nem a nossa frota, nem toda a fileira que está ligada à pesca de cerco por causa dessa recomendação”.

* O problema das sardinhas é semelhante ao problema das cotas de leite, os responsáveis da agricultura, pecuária e pescas deste país já sabiam da existência destes problemas há anos, assobiaram para o lado à espera dum milagre, quem se lixa são produtores e pescadores que por acaso também acreditaram na hipótese do milagre com que lhes acenaram da tutela. A sra. ministra não negoceia nada em Bruxelas, só tem competência para mendigar.


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A VERGONHOSA HISTÓRIA

DO PETRÓLEO


 II- O SEGREDO DAS SETE IRMÃS

1-SAFARI NO 
EL DORADO NEGRO



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "A BOLA"

Cliff Diving
Açores recebe quinta etapa 
a partir de sexta-feira
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A quinta etapa do Red Bull Cliff Diving começa amanhã, sexta-feira, no ilhéu de Vila Franca do Campo, perto de São Miguel, Açores, tendo Gary Hunt como favorito.

O britânico venceu as quatro etapas já realizadas este ano.

A prova integra, pela primeira vez, uma competição feminina.

* Uma festa do desporto.


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RAQUEL HENRIQUES DA SILVA

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 Os calos pisados do
.Secretário de Estado 
da Cultura 
e um museu espezinhado

A Colecção SEC- Secretaria de Estado da Cultura foi sendo constituída a seguir à Revolução de 1974 para apoiar os artistas, em época de total paragem do mercado. Ao tempo, Fernando Pernes impulsionara, no Porto, a criação do CAC – Centro de Arte Contemporânea no Museu Nacional de Soares dos Reis, embrião do MNAM – Museu Nacional de Arte Moderna, ao qual, desde 1980, foram disponibilizadas obras daquela colecção em crescimento.

Estas decisões foram reiteradas mais tarde, através de sucessivos protocolos. A situação manteve-se mesmo quando, sob a direcção de Vicente Todolí, o Museu de Serralves, sucessor do MNAM, definiu a sua orientação programática: Museu de Arte Contemporânea (desde 1968) e não de Arte Moderna (desde 1900) vocacionado para o contexto internacional, abrindo uma inédita dimensão de coleccionismo em Portugal. Por isso, a Col. SEC raramente foi utilizada nas actividades centrais de Serralves e muitas das suas obras, entre elas algumas da maior relevância, encontram-se em gabinetes no Palácio da Ajuda e na Presidência do Conselho de Ministros. Serralves não tem espaço para as acolher e a nenhum director, do passado e do presente, elas interessaram, a não ser excepcionalmente.
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Entretanto o MNAC - Museu do Chiado, reinaugurado em 1994, foi reafirmando a missão que o criara em 1911 (“representar os artistas vivos”). Mediante o apoio de artistas e coleccionadores, os acervos foram sendo completados até 1960, e adquiriram-se obras de artistas em actividade desde 1990. Mas a grande lacuna, para que o Museu represente a arte portuguesa dos séculos XIX a XXI, manteve-se em relação às décadas de 1960 a 1980, exactamente aquelas que a Col. SEC melhor representa.
Sintetizando: a Col. SEC nunca chegou a ser componente fundamental das estratégias coleccionistas da Fundação de Serralves – em que a arte portuguesa é integrada em contextos internacionais – e tornou-se decisiva para o âmbito nacional do Museu do Chiado. Este é o entendimento dos especialistas e de direcções sucessivas dos dois museus e fundamenta o Despacho de Fevereiro de 2014, do actual Secretário de Estado da Cultura, determinando a afectação da Col. SEC à Direcção Geral do Património Cultural com incorporação no Museu do Chiado, embora mantendo em vigor os protocolos de depósito. 
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A partir de então, os organismos e serviços que dispõem de peças da Col. SEC passaram a reportar ao Museu do Chiado. Assim aconteceu com o Museu de Serralves no que respeita a empréstimos e exposições, mesmo as internas, ou a necessidades de conservação e restauro. Estas questões são tratadas com cordialidade pelos respectivos serviços, a mesma que existiu no início da preparação da exposição com que o Director do Museu do Chiado, David Santos, propôs ao SEC inaugurar o novo espaço do Museu, em instalações anexas do ex-Governo Civil de Lisboa: exactamente uma exposição de mais de 100 obras da Col. SEC, de relevantes artistas da segunda metade do século XX, para clarificar, junto dos públicos interessados, quanto aquela Colecção permite ampliar as narrativas sobre a arte portuguesa. 
O SEC aprovou e apoiou, mesmo quando o Conselho de Administração (CA) de Serralves pretendeu que os protocolos antes celebrados impediam a cedência das obras ao Museu do Chiado por mais de seis meses e, sobretudo, que a Colecção SEC fosse referenciada pela sua nova tutela. Foi-se de cedência em cedência até que, a oito dias da inauguração da exposição, o Director do Museu recebeu ordens para retirar qualquer menção ao Despacho de 2014 e, portanto, à incorporação da Colecção no Museu do Chiado, mesmo nos textos que, no catálogo, explicitam o porquê da opção da Exposição no novo espaço. Simultaneamente o SEC declarava que iria alterar o Despacho que assinara em 2014 e fundamentara o programa do Museu para o seu espaço de ampliação.
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Conhece-se o resultado: David Santos demitiu-se, a co-curadora Adelaide Ginga recusou continuar a montagem, perante a censura sobre as opções curatoriais, o Museu está a ser gerido por um subdirector da DGPC e vieram dois técnicos de Serralves que infelizmente aceitaram fazer uma exposição em instituição alheia sem que tivessem sido convidados.
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Urge perguntar o essencial: como justifica o SEC que o Despacho que assinou em 2014 seja agora substituído, embora constituindo a razão de ser da exposição que o Museu preparou com seu pleno conhecimento e anuência?
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Quanto ao Presidente do CA de Serralves, saberá ele que a Col. SEC nunca foi, não é, nem será uma componente significativa do programa de actividades do Museu?  Porquê insistir num direito de posse, justificando-se com protocolos que, como tudo na vida, devem actualizar-se? Ou entende ele que os quadros que só queria emprestar ao Chiado durante seis meses, devem permanecer nos corredores e gabinetes do Palácio da Ajuda ou na residência do Primeiro-Ministro, como acontece hoje com Paula(s) Rego, Jorge Martins, Cabrita Reis e bastantes mais, alguns com problemas de conservação?
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Finalmente: que governantes são estes que retiram o apoio a um Director que antes nomearam, a meio da sua comissão legal, desempenhada com reconhecimento dos pares e dos públicos do museu, e, no dia em que aceitam a sua demissão, dão ordens à segurança do Museu para lhe vedarem o acesso ao seu gabinete?
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Bem longe da cordialidade que caracterizou sucessivos CA de Serralves, o actual Presidente disse ao Público que “não gosta que lhe pisem os calos”. Por isso telefonou a Passos Coelho que ordenou obediência ao SEC. Há sempre quem goste e consinta que lhe pisem os calos.

Pessoalmente, vou assumir o direito à indignação: no próximo dia 15 de Julho, ficarei à porta do ex-Governo Civil e recusar-me-ei a participar na inauguração da tão ansiada ampliação do Museu do Chiado. Espero que muitos façam o mesmo, especialmente os artistas da Col. SEC que terão, naquele espaço, uma representação permanente. Mas para que tal corra bem é preciso que seja o Museu do Chiado a fazê-la, com a sua excelente equipa, e não técnicos de museu alheio, submetidos a obediência sem direito a fala.
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Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Representante das Universidades no Conselho Nacional de Cultura – Secção Museus

IN "PÚBLICO"
14/07/15

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569.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Homens concretizam mais o suicídio mesmo com métodos menos letais

As mulheres tentam mais vezes o suicídio mas são os homens que mais o concretizam, mesmo quando recorrem a métodos menos letais, segundo um estudo sobre o fenómeno do suicídio por género, em quatro países europeus, incluindo Portugal.
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O estudo, no qual participou o psiquiatra português Ricardo Gusmão, analisou dados oficiais de serviços de saúde mental de Portugal, Alemanha, Hungria e Irlanda.

"Na Europa, os homens têm mais baixas taxas de tentativa de suicídio em comparação com as mulheres e, ao mesmo tempo, maiores taxas nos suicídios consumados, o que indica diferenças de género na letalidade do comportamento suicida", refere o artigo publicado este mês na revista científica PLOS One.

Depois de analisar vários milhares de atos suicidas (tentativas e concretizações) nos quatro países, a análise concluiu que estes atos são 3,4 vezes mais letais nos homens do que nas mulheres.

Esta diferença de género na letalidade do comportamento suicida é explicada com a escolha de métodos mais mortais por parte dos homens, mas, além disso, as tentativas de suicídio por homens foram classificadas como sendo mais graves, independentemente do método usado, o que sugere ainda diferenças de género na intencionalidade do comportamento suicida.

Esta conclusão de que os homens concretizam mais o suicídio mesmo quando usam os métodos menos letais sugere que poderão ter maior intencionalidade no comportamento.

Os homens usam métodos de suicídio considerados mais letais (como enforcamento, atirar-se de estruturas elevadas, atropelamento ou armas de fogo), enquanto as mulheres recorrem muito a intoxicações (por exemplo, através de comprimidos).

Segundo os autores desta análise, as intoxicações são de longe o método a que mais recorrem as mulheres nos comportamentos suicidas: 87,5 % de todos os atos suicidas do sexo feminino são intoxicações, enquanto nos homens esse valor desce para 38,6%.

De acordo com este estudo, as diferenças de género na letalidade dos atos suicidas foi "bastante consistente nos quatro países europeus analisados" e homens e mulheres não apresentaram diferenças significativas quanto às idades no momento do comportamento suicida.

Foram analisados um total de 8.942 atos suicidas, sendo 8.175 tentativas e 767 consumados. Os dados dos quatro países, incluindo Portugal, reportam-se aos anos de 2008 a 2011.

*  A crise potencia esta situação dolorosa e os políticos são inimputáveis.


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STRATI
UM CARRO IMPRESSO 
EM 3D




* Uma produção "EURONEWS"


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 1-MISTÉRIOS DA SEXUALIDADE




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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Sabe quanto gastou o Vaticano
 em salários no ano passado?

O Vaticano deu a conhecer esta quinta-feira que o défice do ano passado ascendeu a 25,6 milhões de euros, mais 1,1 milhões de euros quando comparado com 2013.
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De acordo com o cardeal George Pell, responsável pela Economia do estado católico, este retrato das contas conjuntas da Santa Sé e a administração do Estado do Vaticano é o mais completo e fiel até à data, segundo o jornal The Wall Street Journal.

Só em salários dos 2.280 empregados, o Vaticano aplicou 126,6 milhões de euros. E o Papa já avisou que não vai haver despedimentos. "O Santo Padre disse que não quer nenhum trabalhador despedido e eles não serão despedidos", garantiu o cardeal. No entanto, há um grupo de trabalho a estudar formas mais eficientes de organização interna.

Contudo, se não fosse a melhoria do retorno dos investimentos no ano passado, o défice seria ainda maior - 37,2 milhões de euros -, notam as autoridades eclesiásticas, que admitem a necessidade de uma estratégia "sofisticada" de investimento para proteger o património da Igreja do "mundo económico exterior".

Ainda assim, a cidade-estado do Vaticano registou um excedente de 63,5 milhões de euros, quase o dobro do registado em 2013.

Este balanço - feito em 2014 pela primeira vez de acordo com as normas contabilísticas internacionais, tal como está a acontecer este ano - prepara ainda as contas daquele Estado para uma transição para novas "políticas".

* Se aumentarem as caixas das esmolas ou inventarem uma aparição em Lampedusa....

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Traditional Irish Music

Flute and Fiddle


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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Pena disciplinar para procurador
 que insultou PSP 

Magistrado foi apanhado a falar ao telemóvel enquanto conduzia. 

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) confirmou a pena disciplinar de advertência aplicada a um procurador que insultou um agente da PSP, após ter sido apanhado a conduzir e a falar ao telemóvel, segundo um acórdão consultado esta quinta-feira pela Lusa. 
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O caso ocorreu no dia 27 de fevereiro de 2009, no Seixal, quando dois agentes da PSP intercetaram um veículo, conduzido pelo procurador, que segurava na mão um telemóvel com o qual fazia, ou atendia, um telefonema. 

Segundo o acórdão de 2 de julho, entretanto tornado público, o procurador reagiu manifestamente desagradado quando foi abordado pelos agentes, dizendo que não pagava nada e recusando-se a assinar o auto de contra-ordenação pela infração verificada. 

* Um justiceiro apenas advertido.

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Loucuras no

Redbull Soapbox!


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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Politécnicos lideram no desemprego

São sobretudo politécnicos e ficam no norte ou no interior do país. É este o retrato das instituições de ensino superior com taxas de desemprego mais altas.

Não é propriamente uma novidade, antes uma confirmação. São, em geral, os politécnicos que menos garantem emprego aos estudantes. Do top das 10 instituições de ensino superior públicas com maior taxa de desemprego, constam nove institutos politécnicos e apenas uma universidade, segundo os dados enviados aos reitores e presidentes de institutos pelo Ministério da Educação, e a que o Observador teve acesso.
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O BARRETE DO DESEMPREGO
Nessa lista de 1o estabelecimentos, de um total de 32 instituições de ensino públicas, aparece no topo uma universidade, a de Trás-os-Montes e Alto Douro, com uma taxa de desemprego de 15,5%, e todas as outras instituições são politécnicos, com taxas de desemprego superiores a 10%, espalhados sobretudo pelo norte e interior de Portugal. O que não espanta, uma vez que os dados do desemprego entre licenciados, divulgados pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, mostram que é a norte que a taxa de desemprego é mais alta, com menos oportunidades de emprego nesta região.

Os alunos, tendo ou não em conta já esta dimensão, têm fugido destas instituições. O Instituto Politécnico de Bragança (em 2.º na lista), por exemplo, foi o menos escolhido, em 1.ª opção, na primeira fase de candidaturas ao ensino superior em 2014/15. Apenas 191 candidatos deram prioridade nas suas escolhas a este politécnico, que abriu 1.843 vagas. Acabaram por entrar nessa fase 469 estudantes (incluindo aqueles que selecionaram o Politécnico de Bragança noutras opções), tendo ocupado 25% das vagas apenas.

Os politécnicos da Guarda, Portalegre, Beja, Castelo Branco, Viseu e Viana do Castelo estão igualmente entre os menos procurados pelos estudantes.

Precisamente para levar mais alunos a estas instituições menos procuradas, o Governo lançou o programa +Superior, que contou com a sua primeira edição em 2014/2015. Este apoio consistiu na atribuição de 1.001 bolsas (mais uma do que o previsto), no valor de 1.500 euros, a estudantes que foram estudar para 12 instituições específicas no norte, centro e Alentejo. Muitas delas constam da tabela abaixo, ou seja, são das que garantem menos emprego.

Estes dados sobre o desemprego têm de ser lidos sempre com cautela, pois nem todos os desempregados estão inscritos em centros de emprego e, por outro lado, muitos podem estar a trabalhar em ofícios que nada têm que ver com a licenciatura (com ou sem mestrado integrado) que tiraram. Contudo, são estes os únicos dados que existem e é a partir deles que as instituições se baseiam para decidir a abertura de mais ou menos vagas.

* Os Polis dos cursilhos, ganhou-se muito dinheiro.


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DOUTRO SÉCULO

HIFI VINTAGE

PROPAGANDA ATÉ 1980



















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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"


Marido da ministra das Finanças recusou pedir desculpas públicas a jornalista

António José Albuquerque foi acusado de cinco crimes e recusou pedir desculpas a jornalista. DIAP de Lisboa decidiu levá-lo a julgamento e acrescenta ainda o crime de tentativa de coação.
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O SR. ANTÓNIO
O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa acusou o marido da ministra das Finanças dos crimes de coação na forma tentada, injúria e difamação com publicidade, na sequência da queixa de um jornalista do Diário Económico, Filipe Alves. Em causa uma troca de mensagens escritas em que António José Albuquerque ameaçou e insultou um ex-colega do jornal. António Albuquerque exerceu o cargo de editor executivo na publicação económica.


Ao DN, o jornalista disse apenas que lamenta "que as coisas tenham chegado a este ponto, mas não me deixou alternativa. Não é verdade que existisse entre nós qualquer problema pessoal", disse Filipe Alves.

No final do inquérito, o Ministério Público deu a hipótese ao arguido de não ir a julgamento, aplicando a suspensão provisória do processo. Para isso bastaria pedir desculpa publicamente. Mas o marido da atual ministra das Finanças recusou dizendo que só pediria desculpa por sms, nunca publicamente. Perante esta resposta, o Ministério Público não teve outra hipótese senão levar o caso a julgamento, acrescentando ainda o crime de tentativa de coação, mais grave do que o que alegava a queixa feita pela defesa de Filipe Alves.

O jornalista é redator principal no Diário Económico e publicou vários artigos de opinião relativos ao caso BES, ao processo de criação do Novo Banco e da intervenção do Fundo de Resolução, no qual fazia referência à atuação do Governo nestes processos, nomeadamente à atuação da mulher do arguido, a ministra das Finanças Maria Luís Albuquerque. Na sequência destes artigos - escritos em setembro de 2014 - o arguido enviou ao jornalista mensagens escritas com conteúdos como "tira a minha mulher da equação senão vou-te aos cornos". Tu é que não sabes quem eu sou. Metes a minha mulher ao barulho e podes ter a certeza que vais parar ao hospital".

O DN sabe que o Ministério Público considerou que o arguido sabia que as palavras que escreveu eram adequadas a provocar no queixoso receio de ser agredido e considerou que tinham como objetivo coagir o jornalista a não publicar artigos de opinião relativa à ministra das Finanças. Por isso, segundo a acusação, está aqui em causa um crime de tentativa de coação.

* Da coação "sms" à coacção financeira, um casal exemplar.

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PAVIMENTANDO

Na Holanda é assim

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HOJE NO
 "RECORD"

Pilotos europeus de planadores concentram-se para o "Térmicas 2015"

Pilotos de planadores vindos um pouco de toda a Europa concentram-se a partir de sábado no Aeródromo Municipal de Mogadouro (AMM) para participarem no "Térmicas 2015". 
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A iniciativa aeronáutica é organizada pelo Centro Internacional de Voo à Vela de Mogadouro (CIVVM), no distrito de Bragança, e que tem como principais objetivos proporcionar aos participantes a exploração livre das condições aerológicas da região e a partilha de experiências e técnicas entre pilotos nacionais e estrangeiros.

Em declarações à agência Lusa, Pedro Mesquita, diretor da escola de voo à vela de Mogadouro, diz que o concelho tem condições únicas na Península Ibérica para a prática do voo de planador.

"Este projeto do voo planado foi iniciado há uma década e os pilotos sentem-se acarinhados, para além das boas infraestruturas existentes na vila de Mogadouro, de forma a aproveitar o potencial turístico existente", destacou.

Trata-se de uma organização sem natureza competitiva, mas em que estão presentes, todos os elementos pertinentes para treino de voo de distância em térmica e para aprofundamento da proficiência na pilotagem de planadores, num contexto dinâmico e convivial de um centro de voo à vela.

O "Térmicas 2015" termina no dia 25 de julho com o festival aéreo "Red Burros Fly-In" que regressa aos céus de Mogadouro levando ao aeródromo municipal mais de 120 de aeronaves de diferentes modelos e nacionalidades.

A organização avançou ainda que há mais de 120 pilotos dos mais variados modelos de aeronaves ligeiras que procuram o aeródromo do Mogadouro para assim passarem um dia entre as acrobacias aéreas, às quais se juntam a gastronomia regional, os "afáveis" burros das Terras de Miranda e as paisagens de toda a região dos vales dos rios Douro e Sabor.

A este rol de aeronaves vão ainda juntar-se as sempre atrativas máquinas voadoras de acrobacias, aviões militares e saltos em paraquedas para dos dóceis burros mirandeses.

"Um festival semelhante aos dois anteriores: as máquinas voadoras e os burros são as principais atrações, num festival que se vai impondo pelo empenho da organização e que ano a após ano vai conquistando o espaço aéreo nacional", garante a organização.

Para além destas atividades aeronáuticas, no AMM está instalada uma escola de voo à vela que já formou, nos últimos cinco anos perto de meia centena de pilotos, sendo alguns deles são já instrutores.

"Quando uma escola forma os seus próprios instrutores é sinal de maturidade", enfatizou.

Aos fins de semana, e quando as condições climáticas o permitem, os pilotos, voam nos céus de Mogadouro para melhorarem a aprendizagem e performances de voo.

* Um belo desporto, que dêem espectáculo.

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TANTO PARA COSTURAR
COMO 
DESFILAR





























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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"


Supremo rejeita recurso de João Vieira Pinto e mantém indemnização

O Supremo Tribunal de Justiça rejeitou, esta quinta-feira, o recurso apresentado pelo ex-futebolista João Vieira Pinto e manteve a pena de indemnização ao Estado decidida pela Relação de Lisboa, que o condenou por fraude fiscal qualificada.
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JOGADA DE FINO RECORTE
O antigo internacional português, que representou Boavista, Benfica e Sporting e é atualmente diretor da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) tinha recorrido de uma indemnização cível ao Estado, fixada em 169.629 euros de 27 de março de 2014.
A condenação por fraude fiscal surge no âmbito da contratação do jogador pelo Sporting, num processo em que a Relação absolveu Luís Duque e Rui Meireles, responsáveis da Sporting SAD, na altura, e o agente José Veiga.

Veiga também foi absolvido do crime de branqueamento de capitais, em processo em que estava em causa o prémio de assinatura pago a João Vieira Pinto, no valor de 4,2 milhões de euros, no âmbito da contratação pelo Sporting, que não foi sujeito a tributação.

Esta decisão, de 2014, não admitia recurso do jogador para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) em relação à parte criminal: um ano e meio de prisão e pena suspensa de quatro anos após trânsito em julgado se, nesse período, o antigo futebolista pagar o montante (169.629 euros).

A decisão do tribunal da Relação sucedeu a uma primeira condenação dos quatro arguidos em primeira instância, em 2012.

* É assim a vida dum director da FPF...

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QUASE UM AUTÓMATO



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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Apple enfrenta processo em tribunal 
por revistar pertences dos funcionários

A tecnológica liderada por Tim Cook é alvo de queixa por parte dos colaboradores das suas lojas na Califórnia. Em Dezembro passado, um tribunal recusou que fosse intentada uma acção civil colectiva contra a empresa da maçã, mas o processo foi reaberto e agora vai mesmo em frente. 

É oficial. Vai mesmo chegar à barra do tribunal uma acção civil colectiva intentada pelos trabalhadores de 52 lojas tradicionais da Apple Store no Estado norte-americano da Califórnia.

O processo foi iniciado em 2013, quando milhares de funcionários daquelas lojas exigiram ser indemnizados pelo tempo que perdiam enquanto as suas malas eram revistadas, uma medida que visava assegurar que não tinham roubado material, recorda a Reuters.
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No final do ano passado, William Alsup, juiz do tribunal distrital de São Francisco, recusou dar provimento ao processo. Isto porque, relatava na altura a Apple Insider, não viu fundamento para uma queixa colectiva e porque se baseou num acórdão do Supremo Tribunal relativo a um caso semelhante ocorrido na Amazon e que deu razão aos empregadores.

No entanto, os funcionários da Apple não desistiram. O caso foi reaberto e agora o mesmo juiz decidiu certificar o caso na qualidade de acção civil colectiva.

Os funcionários da empresa tecnológica dizem que a prática de revistarem os seus pertences é embaraçosa e humilhante, além de que os faz perder tempo que poderia ser usado a conseguirem mais vendas – e, por conseguinte, mais comissões.

Um trabalhador de um dos 52 estabelecimentos Apple Store na Califórnia, cujo nome foi deliberadamente omitido do comunicado do tribunal, disse ter escrito em 2012 ao presidente executivo da empresa, a denunciar o facto de os gerentes das lojas terem "instruções para tratarem empregos valiosos como criminosos", conta a Reuters. Tim Cook terá reenviado a mensagem aos responsáveis dos departamentos de Recursos Humanos e de Retalho, perguntando se aquilo era verdade, mas o comunicado do tribunal não refere que resposta obteve o CEO.

Neste processo, agora com base legal para avançar na qualidade de acção civil colectiva, os queixosos Amanda Friekin e Dean Pelle alegam que estes controlos e vistorias aos seus pertences são realizados sempre que os vendedores saem da loja, mesmo para os intervalos das refeições.

Segundo os mesmos queixosos, citados pela MacRumours, muitas vezes viam os seus turnos estender-se por mais 10 a 15 minutos devido a estas operações, mas, uma vez que eram levadas a cabo fora do horário registado no livro de ponto, acabavam por não ser compensados por este tempo a mais.

Os funcionários queixosos querem ser indemnizados por estas horas extra não pagas, entre outras reivindicações.

* Os impérios económicos denominam-se deste modo porque a gestão de recursos humanos é uma ditadura.



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