segunda-feira, 13 de julho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

.





.
.
.


COMO MERKEL E   

SCHAUBLE SÃO

 MENTIROSOS"!



A CRISE GREGA E A HISTÓRIA 
DA CAROCHINHA QUE
 CONTARAM AOS ALEMÃES




Esta é uma reportagem da televisão pública alemã sobre a crise na Grécia, efectuada no  início deste ano sobre o dinheiro que foi de facto emprestado e sobre a história da carochinha que foi contada aos alemães.


FONTE: Projecto tretas.org

.
.
VESPEIRO













.
.

3-InTimE


ÚLTIMA PARTE


Direction & Choreography:Pál Frenák
 Music: Gergely Attila and Gilles Gauvin  
Costume Design: Szabó Gergely


.
.

HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

BBC filma no mar profundo dos Açores para série a exibir em 2017

A cadeia de televisão britânica BBC está a filmar o meio subaquático dos Açores para uma série que será transmitida em 2017, denominada de "Ocean".
 
“Seis dos filmes [da série "Ocean"] vão estar focados nos mares profundos, que é a razão pela qual estamos nos Açores, arquipélago que possui uma ecologia marinha muito interessante para explorar e filmar”, declarou à agência Lusa um dos diretores do projeto, Joe Treddenick.
 .
O profissional britânico afirmou que esta nova série da BBC será feita com base em filmagens que visam registar novos padrões de comportamento de espécies marinhas no decurso de seis filmes de uma hora cada, que estarão especificamente focados em diferentes ‘habitats’ dos oceanos.

O sexto filme da série “Ocean” será exclusivamente dedicado ao mar profundo e a BBC filmará por todo o planeta, registando em imagem os diferentes comportamentos no fundo do mar e a ecologia, sendo nesse contexto que surge os Açores, como explicou Joe Treddenick.

Sem querer desvendar o que encontrou no mar profundo açoriano, durante as filmagens que decorreram nas ilhas do grupo central dos Açores, o produtor britânico elogiou a beleza da região, considerando-a uma “parte muito interessante do mundo”. Joe Treddenick, que integra também a equipa editorial da BBC, referiu que existe uma “incrível vida selvagem” no arquipélago dos Açores constituída por peixe e mamíferos, tanto à superfície como no mar profundo.

A cadeia de televisão britânica espera voltar aos Açores nos próximos dois anos, ainda de acordo com Joe Treddenick, que revela que tem algumas ideias em mente para desenvolver no âmbito de outros projetos. Frank Wirth, residente há 21 anos na ilha do Pico e responsável pela operadora marítimo-turística “Pico Sport”, que promove observação de cetáceos e de jamantas e o mergulho, e que já colaborou com a BBC em outros projetos no mundo, esteve também envolvido nas filmagens da série “Ocean” nos Açores.

O empresário explicou à Lusa que um dos projetos desenvolvidos pela BBC no arquipélago assentou na filmagem, durante sete dias, da vida animal em torno de um cachalote morto, que deu à costa e foi transportado para alto mar, visando analisar os padrões de comportamento de espécies como o tubarão azul, por exemplo, face à presença do mamífero. “Foi a primeira vez no atlântico [apenas tinha acontecido no pacífico] que se registou em imagem o processo de decomposição de um cachalote.

Toda a gente estava muito entusiasmada”, declarou Frank Wirth. Nuno Sá, fotógrafo subaquático português premiado internacionalmente, que foi também um dos convidados para colaborar neste projeto da BBC, sublinhou a visibilidade que esta série irá dar aos Açores.

O fotógrafo destacou que a série “Blue Planet”, antecessora da “Ocean”, foi vista por 500 milhões de telespetadores, daí que defenda uma aposta em grandes produções por parte da região, aliciando os operadores internacionais a visitarem os Açores. “Não é por acaso que toda a gente no mundo sabe onde ficam as Galápagos, uma vez que já foram realizadas centenas de produções no arquipélago, o mesmo acontecendo com a grande barreira de coral na Austrália”, referiu o fotógrafo, à Lusa.

Nuno Sá sublinhou que se 500 milhões de pessoas ficarem a saber onde ficam os Açores e as coisas fantásticas que passam no seu mar “não há campanha turística que consiga competir com este tipo de números”.

* Os Açores é um arquipélago de ilhas mágicas, a BBC devia fazer um filme sobre cada ilha.


.
.


MINUTOS DE


CIÊNCIA/56


QUANTO PESA

UMA NUVEM?




.
.
 
HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Portugal prevê recorde de mais 
de 17 milhões de turistas

Este ano o sector turístico está a consolidar a tendência de crescimento de pessoas que escolhem Portugal para fazer turismo. A convicção é do ministro da Economia, Pires de Lima, que durante a apresentação do documento "Turismo 2020 - 
 
TURISTAS
Cinco princípios para uma ambição" - que revoga o anterior Plano Nacional Estratégico para o Turismo - revelou que, em 2015, o sector "vai bater mais um recorde ao ultrapassar os 17 milhões de turistas".

Face ao ritmo de crescimento que já se verificou nos primeiros quatro meses do ano, com mais 7,5% nas dormidas e de 12% na receita por quarto disponível, o governante referiu que "o turismo tem um papel determinante para que a balança comercial seja positiva" e que "Portugal está a valorizar a sua oferta turística".

Para que este crescimento se mantenha sustentável, o Governo lançou o novo plano de acção em que aposta numa ambição distribuída por cinco princípios estratégicos - pessoa, liberdade, abertura, conhecimento e colaboração -, isto para que "a boa onda do turismo possa ter continuidade, pelo menos até 2020", sublinhou Pires de Lima.

Durante a apresentação, o secretário de Estado do Turismo, Adolfo Mesquita Nunes, assumiu o compromisso de não se criar novas taxas no sector turístico sem antes eliminar taxas de valor semelhante. O responsável ressalvou que as câmaras municipais não estão incluídas neste compromisso, já que têm competências próprias nesta matéria. Apesar da autonomia, o Governo quer criar um grupo de reflexão informal com as autarquias, especialistas e entidades regionais para discutir, semestralmente os impactos do turismo na "sustentabilidade urbana", sendo de esperar que sejam propostas soluções para contornar a pressão provocada pelo aumento dos turistas.

O novo "documento estratégico" estará em consulta pública ao longo dos próximos 30 dias, sendo que a meta é "tornar o destino no mais ágil e dinâmico" da Europa. Mesquita Nunes realçou que esta não é uma ambição quantitativa. No entanto, admite que Portugal - onde o turismo pesa 15,7% do Produto Interno Bruto - tem ao seu alcance atingir, em 2020, um total de mais de 50 milhões de dormidas e receitas de mais de 13,5 mil milhões de euros.

Ainda no âmbito deste plano, o secretário de Estado do Turismo realçou que outra meta até 2020 é conquistar cinco posições no índice de Competitividade em Viagens e Turismo - elaborado pelo Fórum Económico Mundial para que o país passe do actual 15º lugar para o top dez deste ‘ranking'.

* O ministro e secretários de Estado andam a fazer "turismo eleiçoeiro"!


.
.

VIII-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


2- O CEPTICISMO E O

RELATIVISMO RELIGIOSO




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


.
.
HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Menores apanhados a beber no Alive 

ASAE instaurou 4 processos por venda de álcool. 

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) fiscalizou 64 operadores económicos no festival Alive, tendo instaurado quatro processos de contraordenação por venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos, informou esta segunda-feira a ASAE. 
 .

Durante a ação de fiscalização, que decorreu entre 9 e 11 de julho, a ASAE instaurou ainda dois processos de contraordenação por falta de requisitos de higiene e um processo de contraordenação por venda de tabaco a menores. 

A ASAE realizou ainda diversas ações de investigação/fiscalização da venda online de bilhetes para o festival, tendo procedido à instauração de nove processos pela prática do crime de especulação na forma tentada, por venda de bilhetes on-line. 

* O consumo de álcool por menores só diminui quando houver mais educação em casa.

.

ANDRÉ MACEDO

.



Dignidade

Morreu Rui Semedo, um banqueiro normal com o ego bem resolvido - uma raridade nos tempos atuais -, um homem capaz de pequenos gestos extraordinários. Era uma pessoa como as outras, fazia tudo com naturalidade, sem se empoleirar no cargo, sem criar barreiras com os outros, sem um pingo de petulância ou de agressividade. Gostava mais de ouvir do que de falar. Outra raridade. Não se exibia. Sabia fazer perguntas, escutar, aprofundar os assuntos. Aprendia-se muito com ele. Rui Semedo tinha alma de jornalista, de bom jornalista. Ou talvez fosse apenas um grande leitor. 

Cultivava um gosto genuíno por jornais - não para os influenciar, apenas para os ler. A primeira pessoa que me falou da Monocle, já lá vão uns anos, foi ele - ainda poucos haviam dado conta da novidade, mas ele descobrira o tesouro nas visitas constantes que fazia às lojas onde se abastecia. Ele lia tudo. Comprava tudo o que era bom e trouxesse inteligência, algum saber. Guardava muita coisa, arquivava, como fazem os jornalistas ou os bons leitores, para um dia talvez recordar ou apenas para ter ali ao lado. Rui Semedo era dos que faziam parte do bem, não do mal - como me costuma dizer um outro bom amigo quando divide o mundo em poucas e certeiras palavras. Para um banqueiro é uma escolha difícil, esta de fazer parte do bem. É uma opção que se faz todos os dias e que traz dificuldades a quem exerce o poder sobre os outros. Não era um monge, tinha defeitos e fraquezas, cometia erros - era um homem normal. A última vez que nos encontrámos foi em janeiro, eu não sabia que ele estava doente. Pareceu-me a mesma pessoa de sempre, sem contas a ajustar, disponível para conversar. Falámos um pouco sobre a Grécia e de como estava tudo de pernas para o ar. Embora o Syriza ainda não tivesse sido eleito, disse-me que temia que entrássemos numa fase radical. 

Disse-me que o radicalismo não é uma característica apenas da extrema-esquerda, é a resposta errada ao que não se conhece ou se recusa conhecer. Assim está a Europa, virada para dentro, virada do avesso. Morreu Rui Semedo, o banqueiro que sabia que o valor das pessoas não depende do seu êxito ou da conta bancária, mas da sua dignidade.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
05/07/15

.
.
.

566.UNIÃO


EUROPEIA



.
HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Matemática regista a maior subida
 na média dos exames de 12.º ano

Não há regra, sem exceção. A disciplina de Matemática, que costuma ser um dos “calcanhares de Aquiles” dos alunos do ensino secundário (e não só), protagonizou a maior subida na média nos resultados dos exames de 12.º ano, conhecidos esta segunda-feira.
.
Os 33.435 alunos que fizeram a prova conseguiram, no seu conjunto, uma média de 12 valores, bem acima dos 9,2 valores de média alcançada na 1.ª fase dos exames nacionais de 2014. Já a taxa de reprovação passou da mais alta, no ano passado (22%), para 11%.

Latim (+2,6) e Matemática aplicada às ciências sociais (+2,3) foram as duas outras disciplinas com maior subida da média. Também Matemática A e Economia subiram mais de um valor, para 11,2 e 11,5 valores, respetivamente.

Biologia e Geologia com o pior desempenho
No terreno oposto, Biologia e Geologia teve o pior desempenho.
 A média neste exame caiu para valores negativos (8,9) quando, no ano passado, os alunos tinham conseguido uma média de 11 valores. Esta foi a disciplina com a maior quebra na média (-2,1), se excluirmos o inglês (-3,1), uma vez que só 14 alunos internos realizaram esta prova.

A Português, os alunos mantiveram as notas, fixando-se, este ano, nos 11 valores. Em 2014 tinham conseguido 11,6.

No conjunto das 22 disciplinas que foram a exame no 12.º ano, 14 registaram subidas – só em nove disciplinas essas subidas foram superiores a meio valor – e em oito disciplinas verificou-se uma descida da média. Apenas a Biologia e Geologia a média ficou abaixo dos 9,5 valores, mais precisamente nos 8,9 valores.

O Ministério fala em “melhoria relativamente ao ano anterior” e o Instituto de Avaliação Educativa, em comunicado, aponta para “um quadro de relativa estabilidade na generalidade”.

Matéria de 10º ano e menos cálculo ajudaram a matemática. A biologia, alunos ‘não dominam conteúdos essenciais’ 
O Ministério da Educação salienta, em comunicado, que os exames devem “manter-se com um grau de exigência global semelhante ao longo dos anos” e, por isso mesmo, enviou uma carta ao Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), a entidade independente responsável pela elaboração das provas, para que “mais uma vez” proceder “a uma análise pormenorizada das provas e seus resultados, tendo em vista avaliar em que grau se tem atingido, ou não, o objetivo preconizado”.

O IAVE já reagiu aos resultados, também através de comunicado, e começa por dizer que, “no geral, as provas foram consideradas adequadas, tanto no que respeita à sua relação com os documentos curriculares, como em relação ao público-alvo”.

Em relação às maiores variações registadas, o Instituto avança com explicações para matemática e biologia e geologia.

No caso da matemática, além da inclusão de matéria de 10.º ano, pela primeira vez, num exame nacional, que “explica parcialmente a evolução positiva dos resultados”, acresce ainda o facto de se ter reduzido o peso que tinha vindo a ser atribuído ao cálculo, por se considerar “excessivo”. Diversos pareceres consideraram que “a prova deveria conter pelo menos um item de modelação matemática e mobilizar capacidades relacionadas com o conhecimento de conceitos e procedimentos, como já acontecera em diversas provas de anos anteriores”. E foi precisamente nestes itens (1. a 4. do Grupo I) “que se observou uma melhoria considerável dos resultados”, avança o IAVE.

Já no que diz respeito ao exame de biologia e geologia, o Instituto frisa que a conceção da prova “é em tudo semelhante às provas de 2013 e 2014″.
Verificou-se que os alunos não dominam conteúdos curriculares essenciais que foram avaliados em itens que apelavam sobretudo ao conhecimento e à compreensão simples de conceitos e cujos resultados ficaram aquém do que seria expectável”, acrescentam o IAVE, a propósito do descalabro a biologia e geologia.
Exames desses itens com “um resultado inferior ao expectável” são os itens 4., 5. e 7. do Grupo IV do exame deste ano.

Alunos internos com melhores resultados 
Com exceção das disciplinas de Alemão e Inglês, disciplinas com maioria de alunos autopropostos, os alunos internos – aqueles que frequentaram as aulas durante o ano letivo – obtiveram classificações mais elevadas do que as alcançadas pelos alunos autopropostos, à semelhança dos anos anteriores. As diferenças mais significativas, entre os resultados dos alunos internos e dos autopropostos, observaram-se nas disciplinas de Geometria Descritiva A e de Matemática A, respetivamente com 4,7 e 5,2 valores de diferença.

Os exames finais nacionais do secundário foram realizados em 649 escolas e foram realizadas 319.409 provas. Nesta 1.ª fase dos exames finais estiveram envolvidos 7.289 docentes pertencentes à Bolsa de Professores Classificadores do Ensino Secundário e 10.000 docentes vigilantes.

* Melhor média a matemática será sempre uma boa notícia.


.
.

 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE


. .
.


 4.O IMPÉRIO DAS MARCAS


ÚLTIMO EPISÓDIO

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

.
.
HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

4 metros de altura, 
175 quilómetros de comprimento. 
Começou a ser erguido 
mais um muro na Europa

O exército húngaro começou hoje a erguer um muro que deverá prolongar-se pelos 175 quilómetros da fronteira entre a Hungria e a Sérvia, para conter o fluxo de refugiados.

"Os trabalhos começaram numa secção de teste" de 150 metros, perto de Morahalom, 180 quilómetros a sul de Budapeste, indicaram os ministérios do Interior e da Defesa em comunicado conjunto.
.
SERÁ MAIS OU MENOS ASSIM

O projeto, patrocinado pelo primeiro-ministro populista Viktor Orban a destinado impedir o fluxo de imigrantes provenientes da região dos Balcãs que tentam alcançar a Europa ocidental, foi aprovado por uma larga maioria parlamentar em 6 de junho e os trabalhos deverão prolongar-se por vários meses.

A construção desta barreira anti-imigrantes, semelhante às já erguidas pela Grécia, Bulgária e Espanha nas fronteiras exteriores da UE, foi contestada pela Sérvia, um país candidato oficial à integração na União.

Os postos fronteiriços entre os dois países deverão permanecer abertos.

Nos dois últimos anos a Hungria tornou-se num dos principais países de trânsito da UE para os imigrantes que tentam alcançar a Áustria ou a Alemanha. A maioria é proveniente do Iraque, Afeganistão, Síria e Kosovo.

Em 2015, pelo menos 78.190 imigrantes foram registados na Hungria e segundo os número oficiais a grande maioria (77.600) tinha atravessado o território da Sérvia.

* À boa maneira soviética...

.
.
Brendan Begley

Irish music on melodeon


.
.


HOJE NO
 "RECORD"

Tondela-Sporting
 marca arranque da Liga

O Tondela-Sporting será o jogo que marcará o arranque da Liga 2015/16, disputando-se a 14 de agosto (uma sexta-feira), às 20h30 . 
.
Em comunicado, a LPFP divulgou o horário das três primeiras jornadas do campeonato, que assim começará com a receção dos tondelenses - equipa que se estreia no principal escalão - aos leões.
De resto, verdes e brancos, Benfica e FC Porto disputam os seus primeiros jogos na competição em dias diferentes. Na primeira jornada, os dragões jogam em casa com o V. Guimarães a 15 de agosto (20h45), ao passo que as águias recebem o Estoril no dia seguinte (20h30).


HORÁRIO DA 1.ª JORNADA

Sexta-feira (14 agosto)
Tondela-Sporting, 20h30

Sábado (15 agosto)
Belenenses-Rio Ave, 18h30
FC Porto-V. Guimarães, 20h45

Domingo (16 agosto)
V. Setúbal-Boavista, 16.00
U. Madeira-Marítimo, 16.00
Moreirense-Arouca, 17h00
Sp. Braga-Nacional, 18h15
Benfica-Estoril, 20h30

Segunda-feira (17 agosto)
P. Ferreira-Académica, 20h00

* Faltam um mês e um dia.

.
.
SONS DO MUNDO ANIMAL

.
.

HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ex-comandante da Proteção Civil Gil Martins condenado a pena suspensa

O Tribunal Criminal de Lisboa condenou, esta segunda-feira, o ex-comandante nacional da Autoridade Nacional da Proteção Civil Gil Martins a quatro anos e seis meses de prisão, suspensa na execução pelo mesmo período, por peculato.

Gil Martins foi condenado a pagar ao Estado 102.537 euros e como pena acessória fica proibido de exercer a função de comandante operacional durante quatro anos.
 .
O arguido foi absolvido do crime de falsificação de documentos de que vinha acusado.

O coletivo de juízes, presidido Pedro Lucas, deu como provado a prática de peculato (apropriação indevida de dinheiros públicos), cuja moldura penal vai de 1 a 8 anos, tendo na determinação da pena o juiz tido em consideração o facto de Gil Martins não ter antecedentes criminais, os factos terem ocorrido já há alguns anos, o arguido já não desempenhar cargos públicos e ter exercido durante 40 anos atividade de mérito ligada à proteção civil.

Em causa neste processo está o desvio de mais de 100 mil euros pertencente ao dispositivo nacional de combate a incêndios, alegadamente para proveito do arguido, e de terceiros, em refeições, estadias em hotéis, aquisição de telemóveis, televisores, computadores e outro equipamento informático.

Segundo a acusação, entre 2007 e 2009, foram para a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Barcarena quantias muito superiores às necessárias, que ficavam afetas à Autoridade Nacional da Proteção Civil Gil (ANPC) e, perante a falta de controlo financeiro, as quantias excedentes foram utilizadas em proveito pessoal do arguido e de pessoas que lhe eram próximas.

No acórdão, o tribunal entendeu que Gil Martins "desrespeitou os deveres funcionais" inerentes ao cargo e que, com a sua conduta ilícita, colocou "em crise" o "bom nome" da ANPC e do Comando Nacional, tendo, com "audácia e facilidade", aproveitado-se da "relação em confiança em si depositava" por aqueles serviços públicos.

O tribunal reconheceu que houve "falta de controlo" financeiro da ANPC relativamente aos procedimentos para pagamento de despesas, mas entendeu que esse argumento, invocado durante o julgamento por Gil Martins, é um "argumento falacioso" e que, em vez de funcionar a favor do arguido, resulta numa "acentuação da sua responsabilidade" face aos deveres funcionais que tinha.

Em matéria de gastos em refeições, o tribunal recusou que pudessem ser despesas de serviço, observando que todas elas foram pagas "em dinheiro vivo e não por outro meio de pagamento".
O juiz enumerou um rol de "despesas inusitadas em dinheiro vivo" em refeições, em conhecidos restaurantes de Lisboa e de outras localidades do país, atingindo às vezes os 500 e 600 euros num só dia.

Apontando a "total revelia dos procedimentos" por parte do arguido quanto a estas e outras despesas, calculou em mais de 100 mil euros o prejuízo causado por Gil Martins ao erário público, condenando-o ao pagamento dessa quantia.

A advogada de defesa Ana Cristina Domingues anunciou à saída do tribunal que Gil Martins, que sempre refutou as acusações, vai recorrer da decisão.

* Doce é a justiça

.
.


 O QUE NÓS


  "FESTEJAMOS"!!!




O primeiro número da ONDA POP explica quase tudo, os primórdios, os conceitos, a paginação e artigos publicados demonstram o trabalho destes rapazolas nos idos de 60.

Anteontem sábado 11/07 foi para o ar o nº39 da edição impressa, e começa a página com a referência a uma grande banda portuguesa "QUINTETO ACADÉMICO +2", tinham uma sonoridade fabulástica, plagiando a bela DÉBORA MONTEIRO, ouça todos os temas inseridos.

"ALDI MEOLA", se não conhece ouça e compre a sua música, é mágico na guitarra.

No DESTAQUE temos "STATUS QUO" um "status" de excepção.

A "ÉPOCA DE OURO DO ROCK" continua a desfilar na passerele da "ONDA POP" que em boa hora o João Pedro e o Zé Couto trouxeram para a web,se alguém quiser contribuir com assuntos não se acanhe.

No "ABRACADABRA"
música da República Dominicana, para disfrutar.

 
Cantem com a "ONDA POP" e com os "THE WHO", "Pinball Wizzard", "NOEL HARRISON", "Windmills of your mind" e com os "TROGGS", "Hip, Hip, Hooray"

A "ONDA POP" está cheia de informação verdadeira, bem elaborada e metódica, sem folclores, sinceros parabéns.

Neste blogue, na coluna da direita tem um link directo.
OBRIGATÓRIO IR VER!!!
ABJEIAÇOS

.
.
HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Terceiro resgate europeu só com 
activos gregos a servir de garantia real

Os dois últimos empréstimos europeus foram concedidos a Atenas tendo como contrapartida compromissos assumidos por governos gregos. Um terceiro empréstimo será diferente: terá de ser também acompanhado de garantias reais.
.
Ao contrário dos cerca de 200 mil milhões de euros dos dois últimos empréstimos dos países do euro, que foram concedidos a Atenas apenas com base nos compromissos de reforma e de consolidação orçamental assumidos por Governos gregos, um terceiro empréstimo terá de ser agora também acompanhado de garantias reais.
 .
PIOR, SÃO ESCRAVOS
Essa nova exigência está inscrita nas conclusões da cimeira do euro, que terminou era já manhã de segunda-feira, após 17 horas de negociações que permitiram retirar da mesa das negociações a possibilidade de ser oferecida à Grécia a saída temporária do euro.

O objectivo é responsabilizar mais fortemente o actual e futuros governos em Atenas, fazendo com que o risco de não conclusão de um terceiro programa de assistência financeira recaia sobretudo sobre a Grécia (que ficará sem esses activos), limitando o risco de os contribuintes dos demais países da Zona Euro suportarem integralmente as perdas caso Atenas não pague o novo empréstimo.

Essa garantia real será dada através de um "fundo independente" – que ficará sedeado em Atenas e será gerido por gregos, com a supervisão das instituições europeias "relevantes" – que receberá activos em posse do Estado grego e os "rentabilizará através de privatizações ou outros meios", usando as "melhores práticas internacionais" recomendadas pela OCDE.

A monetização de activos – ou seja, a sua transformação em moeda – "será uma fonte para fazer o pagamento atempado do novo empréstimo do Mecanismo Europeu de Estabilidade", precisa-se nas conclusões da cimeiea, onde se estabelece a meta de esse fundo gerar 50 mil milhões de euros ao longo do período desse terceiro empréstimo.

Metade desse 50 mil milhões será usado para repagar aos europeus o custo de recapitalização dos bancos gregos (quase todos maioritariamente públicos) actualmente estimado em 25 mil milhões de euros. A outra metade dessa receita extraordinária será repartida em partes iguais para dois fins: 12,5 mil milhões abaterão à dívida grega global e outro tanto poderá ser usado pelo governo grego para novos investimentos.

Bola no campo grego - outra vez
Ao fim da mais longa cimeira da história europeia, os líderes dos países da Zona Euro chegaram esta manhã a um entendimento de princípio, tendo prometido estar disponíveis para fornecer mais empréstimos à Grécia - no imediato, para que seja possível ao BCE restabelecer a normalidade nos bancos, mas também para os próximos três anos, de modo a que Atenas consiga pagar as suas dívidas e financiar uma nova recapitalização dos seus bancos, na expectativa de que, nesse período, reforme a sua economia e ponha as contas públicas num trilho sustentável.

Há, no entanto, várias pré-condições. A primeira é que o governo de Atenas mostre ser capaz de aprovar rapidamente no seu parlamento - até esta quarta-feira, 15 de Julho - o programa de reformas e de ajustamento orçamental que teve agora de ser endurecido em face das danos infligidos à economia, sobretudo nestas últimas semanas (há 15 dias que bancos e bolsa estão encerrados) e inicie o processo legislativo sobre algumas medidas concretas. Para esse dia, o sindicato dos trabalhadores do Estado grego está já a apelar a uma greve de 24 horas.

Entre as medidas prioritárias que terão de ser legisladas estão o aumento e reformulação das taxas do IVA e iniciativas para limitar as reformas antecipadas para reduzir os gastos com pensões. Atenas terá ainda de solicitar um terceiro resgate de médio prazo ao FMI (o actual, suspenso por falta de pagamento, vigora apenas até Março de 2016) e aceitar o regresso regular a Atenas das habituais equipas da troika - chamadas de "instituições" - para acompanhar a evolução da aplicação do programa.

Isso feito, os líderes da Zona Euro terão de ver como podem fornecer um financiamento de emergência a tempo de a Grécia evitar entrar em incumprimento também com o BCE (que teria, então, de fechar de vez a torneira aos bancos gregos), e os parlamentos dos países do euro também terão de dar luz verde à possibilidade de um terceiro resgate que afaste o risco recorrente, e iminente, de bancarrota da Grécia. Só aí as negociações formais poderão ser iniciadas, prevendo-se que possam ser concluídas no espaço de quatro semanas.

* Um longo caminho até à crucificação mas ao terceiro dia ninguém ressuscita, continua-se morto. Esta não é a União Europeia da solidariedade desenhada por Delors, era um desenho a lápis quase apagado por completo. O dinheiro manda muito e está em mãos erradas.

.
.


RECORDANDO


a Disney dos anos 90




.
.

HOJE NO
  "DESTAK"

Atriz portuguesa convocada para série 'Era Uma Vez'

Joana Metrass foi eleita para dar vida à rainha consorte Guinevere na 5ª temporada da série fantástica da ABC. 
.
LINDÍSSIMA
Ser-se escolhida para interpretar o papel de Guinevere (Genebra, em português) na quinta temporada da série Era Uma Vez, da ABC, não é para qualquer uma. Mas para a portuguesa Joana Metrass esse projeto não é um mero conto de fadas, acaba de tornar-se uma realidade.

Na quinta temporada da produção por cá exibida nos canais AXN – e cuja estreia nos EUA está agendada para final de setembro – a atriz de 27 anos dará vida a uma personagem fixa do elenco, a rainha consorte do lendário Rei Artur. Nos EUA, casa episódio desta história inspirada nos célebres contos infantis conquista com uma audiência média de 10 milhões de espetadores.

Nascida em Lisboa mas a viver entre Los Angeles e Londres desde fevereiro de 2014, Joana deu os primeiros passos televisivos nos Morangos Com Açúcar. Sinais de Vida, Maternidade e Rosa Fogo são outros dos títulos do seu currículo marcado ainda por uma cena de nudez no telefilme E o Tempo Passa. Também em setembro estreia O Agente da U.N.C.L.E., filme de Guy Ritchie (ex-marido de Madonna), no qual a jovem com sangue italiano, francês, argentino, chinês e cabo-verdiano divide o elenco com Henry Cavill. 

* Só podemos desejar muito sucesso a Joana Metrass.

** Santa ignorância a de quem escreve que  Guinevere significa Genebra em português. Genebra é Gin e a palavra "Genièvre" pode ser traduzida para zimbro. Solicita-se mais literacia.

*** Mais uma ignorânciazita, os actores principais de "O Agente da U.N.C.L.E" são Henry Cavill, Armie Hammer, Hugh Grant, Alicia Vikander, Elizabeth Debicki, a nossa Joana Metrass desempenha  o papel de Victoria's assistant. Solicita-se mais empenho.


.
.

OOOPS!!!















.
.
HOJE NO
 "i"

Montepio. 
Semelhanças com caso BES 
são cada vez maiores

CMVM e Banco de Portugal esperaram mais de dois anos para começarem a agir.

 Os rumores de que algo não está bem no reino do Montepio não são de agora. Pelo menos há dois anos que se diz em surdina que a forma como Tomás Correia conduzia a instituição deixava muito a desejar, em parte porque a associação mutualista e o banco partilhavam a mesma equipa de gestão, sem que houvesse uma separação clara entre as duas áreas e com perigo de contágio se alguma corresse mal. À semelhança do que aconteceu com o BES e o GES, embora numa dimensão incomensuravelmente menor. 
 .
E SE NO MONTEPIO DESAPARECE?
Mas, tal como no banco liderado por Ricardo Salgado, foi preciso começarem a sair notícias na imprensa para que finalmente o Banco de Portugal iniciasse uma investigação mais profunda, impondo, já este ano, a separação da parte mutualista da banca de retalho.

Pelo meio ficaram alguns pormenores mais picantes, como o facto de Teixeira dos Santos ter sido apontado para presidente executivo do Montepio, sem que até hoje tenha ficado clara a razão de não ter assumido o cargo.
As notícias vindas a público desde 2012 levaram a que o ano passado o Banco de Portugal tenha pedido à Deloitte uma auditoria forense ao grupo. A investigação teve como principais objectivos apurar se as boas práticas na concessão de crédito estavam a ser seguidas.

Entre 2013 e 2014, a Caixa Económica do Montepio assumiu prejuízos de 485,5 milhões, tendo sido obrigada a constituir provisões de 643 milhões.

A 6 deste mês, a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) também acordou, enviando uma carta ao conselho de administração do banco solicitando uma série de documentos e anunciando que irá realizar uma acção de supervisão presencial, indicando que a mesma irá incidir nas actividades de intermediação financeira, no sistema de controlo interno, na prevenção de branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo, nos conflitos de interesses, na avaliação do carácter adequado das operações e informação pré-contratual a investidores, entre muitas outras áreas.

Aqui também a semelhança com o BES/GES é notória. Só depois da publicação da resolução, a 3 de Agosto do ano passado, as entidades de supervisão tiveram acesso a toda a documentação do grupo, uma vez que até aí se tinham limitado a pedir informações que foram dadas pelos próprios BES e GES.

Na sexta-feira, Carlos Tavares, presidente da CMVM, sublinhou que “o mercado português atravessa um dos momentos mais críticos”, tendo perdido demasiado investimento nos últimos anos e “credibilidade” devido aos casos BCP, PT e BES.
 Tavares considera que o mercado “atravessa um dos momentos mais críticos” e que “nos últimos anos perdeu demasiado investimento”, tendo caído cerca de 22% nos últimos cinco anos.
BdP decide separação O Banco de Portugal avançou entretanto com algumas decisões. Além de ter obrigado a instituição a alterar os estatutos, de forma a separar a área mutualista da caixa económica, escolheu para presidente desta última José Félix Morgado, antigo presidente da distribuidora de papel Inapa.

Tomás Correia, por seu lado, ficou somente à frente da Associação Mutualista do Montepio, propondo-se recuperar a má imagem que a instituição tem actualmente junto do mercado.

A instituição liderada por Carlos Costa faz questão de analisar igualmente alguns financiamentos específicos, como os concedidos a empresas da esfera do Grupo Espírito Santo (GES) quando já se sabia que o grupo liderado por Ricardo Salgado estava com sérios problemas financeiros.

Entre Dezembro de 2013 e Junho do ano passado, a Caixa Económica emprestou ao GES 150 milhões de euros em três tranches. As operações acabaram por obrigar à constituição de provisões para cobrir riscos de incumprimento de pagamentos.

Mas a exposição directa e indirecta às áreas financeira e não financeira do GES deverá ser maior, podendo mesmo ultrapassar os 200 milhões de euros.

Mais uma vez, o paralelismo com o caso BES é notório. Também a Portugal Telecom investiu cerca de 900 milhões de euros em papel comercial do BES quando já havia uma noção clara de que seria muito complicado reaver o investimento.
Nem por acaso, também no Montepio os protagonistas se cruzam com Ricardo Salgado. Uma das figuras que estão a ser investigadas pela equipa de supervisão do Banco de Portugal é precisamente Paulo Guilherme, filho do construtor José Guilherme, que terá oferecido uma comissão de 14 milhões de euros ao ex-presidente do BES.

Ou seja, mais uma vez ficou tudo em família, que é como quem diz num grupo muito restrito de pessoas. Relativamente a este empréstimo de 150 milhões de euros, o Banco de Portugal quer certificar-se de que foram seguidos todos os procedimentos legais nas relações comerciais entre Paulo Guilherme e o Montepio.

 Outra das decisões do regulador é apreciar a idoneidade de Tomás Correia. Nesta avaliação, a instituição tem em conta o modo como a pessoa em causa gere habitualmente os negócios ou exerce a profissão e incide especialmente nos aspectos que revelem incapacidade para decidir de forma ponderada e criteriosa, ou a tendência para não cumprir pontualmente as suas obrigações ou para ter comportamentos incompatíveis com a preservação da confiança do mercado.

A 17 de Junho, e já em plena crise, o presidente do Montepio escreveu uma carta aos clientes do banco mutualismo salientando que estavam a haver “fortes ataques” feitos contra a entidade e negando qualquer semelhança entre o Grupo Montepio e o Grupo Espírito Santo.

Tal como Ricardo Salgado fez quando começaram a sair as primeiras notícias na imprensa sobre a sua idoneidade.
“Esta Caixa Económica tem vindo a ser alvo de fortes ataques, questionando-se a sua segurança, solidez e adequação de processos”, disse então Tomás Correia. “Esses ataques sobressaltam clientes e a sociedade no seu todo, habituados a reconhecer na marca Montepio Geral uma reputação de confiança construída ao longo de 175 anos.

Muito tem sido dito, desde comparações com um grupo que atravessou dificuldades profundas até suspeitas quanto ao modelo de gestão, passando pelo quadro de supervisão ou por uma auditoria especial que, ao longo de meses, foi propalada pelos media como forense, colocando-nos sob um manto de dúvida e desconfiança que só agora (conhecidas as conclusões do Banco de Portugal) podemos afastar”, reforçou o nessa altura o gestor.

 Mas o que Tomás Correia não explicou foi um outro crédito concedido também a Paulo Guilherme através do Finibanco Angola (adquirido pelo Montepio em 2010).

O regulador pretende saber se este crédito foi utilizado para o cliente investir no Fundo de Participação Caixa Económica Montepio Geral, criado em Dezembro de há dois anos, para ajudar o banco a reforçar o seu capital em 1500 milhões de euros.

Constituído por Unidades de Participação no valor de 200 milhões de euros, este fundo foi colocado junto de clientes de retalho. Mais uma vez numa operação semelhante à venda de papel comercial no Banco Espírito Santo.

Para ajudar, e para além da participação qualificada de Paulo Guilherme neste Fundo, investiram no veículo o angolano Eurico Brito e a Visabeira, que também era parceiro do BES na PT.

Ou seja, na prática, o filho de José Guilherme, Eurico Brito, um investidor angolano, e a Visabeira acabam por ser accionistas indirectos do Caixa Económica do Montepio Geral.

O que fez com que, pela primeira vez na sua história, a Associação Mutualista (que é uma espécie de holding do grupo Montepio Geral) deixasse de ser detentora a 100% do capital da CEMG.

As cenas dos próximos capítulos vão mostrar se as semelhanças com o BES se ficam por aqui ou se ainda vamos assistir a uma segunda resolução.

* O problema do sector financeiro português não é só a falta de dinheiro, é a ausência de idoneidade de pessoas que se afirmam "banqueiros" e da total incompetência do regulador, brilhante tiro no pé do sr. Coelho, a recondução do sr. Carlos Costa.

.