terça-feira, 30 de junho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA



 NOMES PARA UM SANTO BAPTISMO




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OFICINALMENTE
















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 LAVA MAIS BRANCO



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GRANDES LIVROS/9
AUTORES PORTUGUESES


2-MAU TEMPO


NO CANAL



VITORINO NEMÉSIO


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* Uma extraordinária produção da RTP/2
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** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "i"

Este quadro de Bento XVI com
 17 mil preservativos está a deixar
 muita gente furiosa

O retrato foi adquirido por um museu nos EUA e isso está a deixar os católicos furiosos.

Liberdade de expressão ou blasfémia? O certo é que o papa Bento XVI está retratado através de preservativos. O motivo é protestar contra a opinião da Igreja sobre o uso deste meio contraceptivo e de prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis. 
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A obra intitulada de “Eggs Benedit” foi criada por Niki Johnson e adquirida por um advogado da cidade ligado aos direitos dos homossexuais, Joseph Pabst. Segundo o jornal local “Sentinel”, a obra custou ao advogado 25 mil dólares e foi, depois, doada ao museu de arte de Milwaukee.

 A obra de arte retracta o papa Bento XVI através de uma original junção de 17 mil preservativos. O museu em causa já recebeu dezenas de reclamações de Católicos furiosos, enquanto alguns fãs do artista têm apoiado a opção do museu e feito pedidos para que a obra seja exibida.

Johnson diz que a inspiração lhe veio de um discurso do papa Bento XVI em 2009, quando este referiu que os preservativos apenas serviam para agravar o problema da SIDA em África.

O Arcebispo da cidade Milwaukee, Jerome Listecki, comentou a situação disse que a decisão do museu de exibir esta obra é um insulto. “O retracto é um ataque intencional à nossa tradição e aos ensinamentos da Igreja, além de ser também um golpe publicitário para o artista”, acrescentou um outro membro da Igreja na localidade. Em protesto, vários sócios do museu decidiram cancelar as quotas, além de um patrocinador pôs fim ao apoio financeiro que dava ao museu.
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Por outro lado, o director do museu, Dan Keegan, disse em comunicado que a esperança é que a peça vá “trazer não só controvérsia, mas também a abertura de uma discussão pública sobre o assunto – foi a intenção do artista ao executar a obra”. O director afirmou, ainda, que em apenas 10 dias o museu já vendeu um número recorde de bilhetes.

Uma fonte próxima do museu explicou ao jornal “Sentinel” que a intenção não foi ridicularizar, nem desrespeitar a imagem da Igreja ou do próprio papa, mas sim abrir discussão acerca do tema SIDA.
Apesar de o museu ter anunciado a aquisição da peça este mês, o “Eggs Benedict” está programado para ser exibição a partir de Novembro.

 Por agora, o museu está encerrado para remodelação. A instituição está a ponderar apresentar também um painel inter-religioso, para que se crie debate em torno da obra.

* A igreja católica, um grande clube de  fãs, capaz de urdir as  mentiras mais nauseabundas para campanhas publicitárias, fátima é uma delas, capaz de iluminar ruas de cidades com tochas humanas, o primeiro grande grupo religioso a desencadear uma guerra "santa", uma hierarquia corrupta durante séculos, detentora de um banco que financiava vários tráficos, apoiante emérita de ditaduras políticas, os seus "príncipes" vivem ainda hoje em luxuosos condomínios rodeados  de mordomias, queixa-se esta igreja de quê, da sua própria desumanidade?
VIVA A ARTE!

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7-UNDER THE DOME
(DEBAIXO DO CAPACETE)

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*  “Under The Dome" é um documentário conciso sobre a poluição na China esse "portento de desenvolvimento", realizado por Chai Jing. Infelizmente não existem episódios legendados ou dobrados para português, as legendas em língua inglesa são acessíveis. 

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** Com "DEBAIXO DO CAPACETE" queremos significar um tecto baixo de nuvens de substâncias poluentes. 
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*** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "A BOLA"

Aprovadas alterações nos Regulamentos Disciplinar e de Arbitragem

Foram aprovadas esta segunda-feira, em Assembleia Geral extraordinária, várias alterações nos Regulamentos Disciplinar e de Arbitragem das competições organizadas pela Liga.

Em comunicado, o organismo destacou as seguintes medidas:

1. Regulamento Disciplinar

A suspensão dos dirigentes e delegados passa a não aplicar-se nas relações com a Liga e a FPF.

- Maior clarificação no sancionamento da viciação de apostas desportivas passando a ser sancionados todos os agentes;
- Infrações de natureza salarial passam a ter que ser certificadas por ROC (Revisor Oficial de Contas) ou por documentos comprovativos de regularização das remunerações;
- Distinção dos comportamentos incorretos do público;
- Extinção da CII (Comissão de Instrução e Inquéritos) passando as suas atribuições e competências a ser da Comissão Disciplinar da Liga PFP.

2. Regulamento de Arbitragem

- Alteração ao critério de escolha dos árbitros, que deixa de ser feito por nomeação, passando a ser feita por sorteio;
Nos jogos de maior grau de dificuldade, são elegíveis para o Sorteio os árbitros internacionais.

* Parece um critério mais sensato.


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IV-CIDADES 
OCULTAS

2-O ESCONDERIJO

SECRETO

DE ESTALINE



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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Associação Portuguesa de Deficientes aborda questões dos transportes públicos

A Delegação Regional da Associação Portuguesa de Deficientes, em parceria com a Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais – Associação Sem Limites, reuniu-se segunda-feira com a directora regional dos Transportes, Isabel Catarino.
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No encontro foram abordados assuntos como a mobilidade das pessoas com necessidades especiais, “para que sejam contemplados nos valores apresentados pelo Governo Regional a ser implementados brevemente”, lê-se na nota de imprensa. A Associação sugeriu que sejam “incluídas viagens aéreas com um custo de 65 euros para pessoas com necessidades especiais com incapacidade igual ou superior a 60%.”

“A Associação apresentou alguns comentários que já foram mencionados por sócios que utilizam os Transportes dos Horários do Funchal, que mencionaram que os preços praticados não são equitativos, pois uma pessoa com mobilidade reduzida que utiliza o Transporte Especial não pode beneficiar do passe Social de Invalidez nem de Pensionista, contudo se utilizar os autocarros normais poderá beneficiar quer do Passe Social ou do Passe de Invalidez ou do Passe de Pensionista, de acordo com a sua idade e condição social”, acrescenta a Associação em comunicado.

A Associação apresentou ainda outra ideia: “Propomos criar uma central de transportes para pessoas com mobilidade reduzida, que fosse abrangente a toda a Ilha. Sendo que cada empresa de transportes públicos (Rodoeste, SAM e Horários do Funchal) tenha carrinhas de transporte para as pessoas com mobilidade reduzida, tal como já acontece com a Empresa Horários do Funchal”, aponta a Associação dirigida por Filipe Rebelo, que deixa ainda outras sugestões: “Este serviço poderia ser também estendido a táxis devidamente equipados com rampas, podendo ser uma forma de rentabilizar os recursos existentes, bem como a criação de postos de trabalho e empreendedorismo social.”

* Se não fosse o trabalho  das associações cívicas os deficientes seriam tratados abaixo de cão.

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LUCY PEPPER

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Três meses de férias é bom?

Treze semanas de férias, num único bloco, são treze semanas de “estou aborrecido” ou “tenho fome” ou “quero…”

O tédio é uma das melhores coisas que podemos oferecer aos nossos filhos. É quando estão imbuídos de uma dose suficiente de tédio, que eles podem descobrir por eles próprios que têm de fazer coisas, e nesse processo vão descobrindo quem são. As férias do verão são particularmente aptas para suscitar o tédio. Com o tédio, há crianças que percebem que precisam de encher o vácuo. Outras, que gostam do vácuo. 

Lembro-me que as seis semanas de férias que tínhamos na Inglaterra eram um grande luxo para não fazer nada e, dentro da minha cabeça, as seis semanas ocupavam mais de metade do ano. Éramos deixados à vontade durante a maior parte do tempo, com a porta aberta para fazermos o que pudéssemos com o que tínhamos. Eu ficava feliz por fazer praticamente zero durante as férias todas. Pelo meio, havia (ou não) quinze dias de férias em família. O resto do tempo servia apenas para nós simplesmente existirmos. Ver os poucos canais de TV, escavar buracos no quintal, olhar para o céu, desenhar, sentarmo-nos num muro. Não fazer nada, deliciosamente sem fim.

Não ter nada para fazer é óptimo. Não ter nada para fazer durante umas semanas é óptimo. Não ter nada para fazer durante três meses, porém, é um bocadinho exagerado.

Quando, há uns anos, o primeiro ano letivo da minha filha mais velha acabou em meados de Junho, fui apanhada de surpresa. O quê? Não há aulas em Julho? O quê? Não há mais aulas até meados de Setembro? O QUÊ?

As férias de verão em Portugal coincidem com os meses de mais calor. Mas doze (e este ano, treze) semanas de férias de verão é um bocado estranho. Para as crianças, as primeiras semanas de escola são um grande reajuste, pois já se esqueceram do que é ter aulas. E para nós, os pais?

Depois do Ministério da Educação ter proclamado que as escolas vão poder reiniciar o ano letivo só a partir do dia 21 de Setembro, porque não houve protestos? Não falo das crianças (obviamente), nem dos professores ou administradores das escolas, que ficaram com uma semana extra para se desenrascarem do caos anual dos horários e colocação de professores. Falo dos pais e avôs. Porque é que não se manifestaram?

Treze semanas de férias, num único bloco, é muito tempo.
São treze semanas de “estou aborrecido” ou “tenho fome” ou “quero…” Embora nos caiba como pais sugerir que puxem pela criatividade e encontrem algo para fazer, ou lembrar-lhes que almoçaram há meia hora — é chato. São treze semanas de interrupções constantes para os pais que trabalham em casa (ainda só passaram duas semanas das férias, e já estou a perder a minha paciência, mas isso é problema meu, não é o deles).

Mais importante, são treze semanas em que os pais que têm empregos têm de se desenrascar constantemente com o desafio do que fazer com os filhos. Nem todos têm avôs ou amigos que possam ou queiram ajudar. Nem todos têm meios para pagar ATL. Nem têm todos podem trabalhar em casa. E já passaram há muito tempo os dias em que as crianças podiam andar nas ruas, como fazíamos antigamente. Seja a ameaça verdadeira ou imaginada, as ruas já não são vistas como seguras, nem a casa, nem os vizinhos. Por isso, deixá-los em casa não é opção, pelo menos oficialmente. Conheço vários pais que tiveram de fazer isso com crianças de oito, nove, dez anos… Não tiveram alternativa.

Estas 13 semanas juntas com as outras fazem 18 semanas de férias este ano. Um terço do ano.

Todas as exigências do currículo têm de caber nas restantes 34 semanas, e é preciso ainda descontar 2 ou 3 semanas perdidas no início do ano letivo, enquanto as crianças se habituam às aulas, depois dos meses de não fazer nada. E durante um terço do ano, os pais que trabalham têm de encontrar onde pôr os filhos.

Não acho que crianças devam passar o seu tempo inteiro na escola (veja, acima, o que escrevi sobre o tédio). Gostava de ver o sistema inteiro de educação mudar e adaptar-se para o mundo moderno, mas mudar também naquilo que diz respeito ao modo como tratamos dos filhos enquanto os pais trabalham, e, já agora, organizar um sistema de férias que dê jeito a todos.

IN "OBSERVADOR"
28/06/15

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553.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Feira do Alvarinho de Monção movimenta meio milhão de euros em três dias

A feira do Alvarinho de Monção, que vai decorrer entre 3 e 5 de Julho, deverá gerar mais de meio milhão de euros de receitas e receber cerca de 80 mil visitantes, previu hoje à Lusa o autarca local.
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"Neste fim de semana mais de 500 mil euros vão ficar na economia local tanto nas provas, como na compra de caixas de vinho, restauração, e hotelaria. Esperamos cerca de 80 mil pessoas nos três dias. Só monçanenses são 20 mil, e nenhum deles falta ao certame", afirmou o socialista Augusto Domingues.

O autarca adiantou que a promoção do evento "tem sido dirigida sobretudo para a vizinha Galiza, uma comunidade de milhões de pessoas que tão próximas de Monção".

A feira, que decorre no Campo da Feira com a presença de mais de uma centena de expositores, representa um investimento municipal da ordem dos 150 mil euros, para "dinamizar uma fileira muito importante para a economia local".

Este ano, a organização lançou uma aplicação móvel com toda a programação, informação sobre pontos de interesse no concelho, alojamento, restauração, gastronomia, patrocinadores e produtores de vinho Alvarinho, disponível em todas as plataformas móveis.

O programa de animação inclui provas comentadas de Alvarinho, demonstrações culinárias de pratos confecionados com aquele vinho, entre outras atividades.

Segundo números de 2013 da Associação de Produtores Alvarinho (APA), a atividade reúne 60 empresas da sub-região demarcada centenária (Monção e Melgaço), onde são produzidos quatro milhões de quilogramas daquela uva, anualmente.

A selecção "das melhores" dá origem a mais de 1,5 milhões de garrafas de vinho Alvarinho e representa um volume de negócios da cerca de 25 milhões de euros.

A exportação representa 10% do total das vendas anuais do vinho alvarinho, sobretudo para mercados da América do Norte e norte da Europa, além de outros países com forte presença de emigrantes portugueses, como a França.

Trata-se também da casta cuja uva "mais rende ao produtor", com exceção da uva utilizada para o vinho do Porto de mesa, chegando a valer 1,10 euros por cada quilo. É por isso a "matéria-prima mais cara" do país, garantem os produtores.

* A feira é apenas o reflexo da enorme qualidade do vinho Alvarinho, um néctar de excelência.

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39-BEBERICANDO

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Gato Preto

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7- CORAÇÕES


E MENTES


A GUERRA DO VIETNAME


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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Calor de 40 graus por mais dez dias 
Altas temperaturas irão continuar pelo
. menos até dia 8.

A vaga de calor que atinge o País desde a última quinta-feira irá prolongar-se, em particular nas regiões de Trás-os-Montes e Alentejo, pelo menos por mais dez dias. 

As temperaturas com valores superiores a 40 graus resultam da passagem de uma massa de ar quente proveniente de Espanha. Ontem, a presença de nebulosidade baixa junto da costa levou a que as praias fossem poupadas ao sol abrasador. Em Viana do Castelo, por exemplo, a máxima não foi além dos 21 graus e em Faro fixou-se nos 24. 

Bem diferente foi a temperatura sentida no Alentejo: em Beja, foram alcançados os 40 graus. "É um sacrifício que eu faço sair à rua com este calor. Se não fosse o avio que tenho de fazer, não saía de casa", afirma Gertrudes Cova, de 77 anos, aproveitando a conversa com o CM para poisar os dois sacos com as compras, respirar fundo e descansar um pouco. "Tenho problemas de coração e estes dias deixam-me com falta de ar", desabafou a residente em Beja. 
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As altas temperaturas irão, contudo, sofrer uma ligeira descida entre quarta e sexta-feira, devido à chegada de uma superfície frontal fria proveniente do oceano Atlântico, divulgou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Durante o fim de semana, as temperaturas voltam a subir

As temperaturas elevadas levam a que o Alentejo e a Beira Baixa continuem sob aviso laranja. A temperatura da água do mar é de 18 graus na Costa Ocidental e de 22 no Algarve. A previsão mensal do IPMA indica que há uma forte probabilidade de pelo menos até dia 19 ocorrerem temperaturas acima do habitual a Norte. Para os últimos dez dias de julho, os dados obtidos não permitem retirar conclusões.

* Na coluna da esquerda deste blogue, sob o título "PEIDA AOS SITES" encontra um "item" METEO GLOBAL que lhe dá informação ao momento do estado do tempo e previsão para uma semana, basta clicar.


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Stromae

Tous les mêmes

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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

TVI24 acaba com comentário político
 de Augusto Santos Silva

O ex-ministro de Sócrates há muito se queixava das sucessivas alterações de horário do seu espaço de comentário na TVI24. O diretor de informação da estação televisiva não terá gostado. 
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“Recebi hoje [segunda-feira] a comunicação de que a TVI decidiu usar a cláusula contratual que lhe permite revogar unilateralmente o contrato que suporta Os Porquês da Política”, divulgou Santos Silva no seu Facebook, esclarecendo que gostou “imenso de fazer ‘Os Porquês da Política'”. “É (em breve: era) um diálogo duro, exigente e sobre todos os temas relevantes da atualidade política portuguesa e europeia”, explicou. O último comentário será no dia 28 de julho.

Em junho, depois de ter visto mais uma vez a estação televisiva alterar a hora a que o programa “Os Porquês da política” ia para o ar, avisando-o apenas “a meio da tarde”, Augusto Santos Silva disparou contra a TVI e avançou com umas quantas explicações que justificariam alteração da grelha televisiva. Isto porque essa alteração de horário já não se deveu a transmissões de jogos de futebol como anteriormente.

As palavras do ex-governante terão caído mal entre direção da TVI, segundo escreve o Expresso esta terça-feira. Contactado por aquele semanário, Sérgio Figueiredo, diretor de Informação, preferiu apenas agradecer “pelo prestígio e qualidade de comentário que nestes últimos anos [Augusto Santos Silva] emprestou à TVI24″.

Antes, já Augusto Santos Silva tinha anunciado o fim do programa através da página oficial no Facebook – ele que em breve vai lançar um livro coassinado com Paulo Magalhães, com quem divide o estúdio da TVI. Na hora da despedida, o ex-governante não esqueceu o jornalista: “Dado o facto de entretanto a TVI ter rescindido unilateralmente o contrato e assim determinado a morte da rubrica televisiva, o livro, que tinha e tem uma origem e uma natureza completamente autónoma, vai ficar também como testemunho de como essa rubrica foi… e poderia ter continuado a ser. Suponho que se chama a isto a ironia da história“.

Ao Observador, o ex-governante deixou claro: “Não sou eu que me afasto, fui afastado“. “Quem compete explicar a decisão é aquele que a tomou, ou seja, a TVI. Limitei-me a avisar pelos meios ao meu dispor os meus telespetadores”, acrescentou.

Augusto Santos Silva estava na estação de Queluz de Baixo desde 2012. No entanto, depois de a TVI ter começado a transmitir os jogos de futebol da Copa América, o programa “Os Porquês da Política” foi para o ar em três horários diferentes, chegando mesmo a ser emitido às quartas-feiras.

* Nunca gostámos de Santos Silva e quando foi ministro de Socrates apelidámo-lo nestas páginas de ministro trauliteiro. Mas  esta atitude da direcção de informação da TVI   é apenas  silenciar uma voz do PS, uma acção que será do agrado das gentes do PSD/CDS.


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EQUILIBRIO
E UMA ESCADA

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Quercus diz que central nuclear de Almaraz é uma "bomba-relógio"

"Há um risco sério de ocorrerem incidentes e não vemos qualquer iniciativa por parte do Governo", alerta a associação ambientalista.

A associação ambientalista Quercus disse hoje que a central nuclear espanhola de Almaraz é uma "bomba-relógio" que está junto à fronteira de Portugal. "A central está completamente obsoleta. É uma bomba relógio que temos para a região do interior e para Portugal", disse hoje à agência Lusa o responsável pelo núcleo da Quercus de Castelo Branco, Samuel Infante.
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A central nuclear de Almaraz, a funcionar desde o início da década de 1980, está situada junto ao Rio Tejo e faz fronteira com os distritos portugueses de Castelo Branco e Portalegre, sendo Vila Velha de Ródão a primeira povoação portuguesa banhada pelo Tejo, depois de o rio entrar em Portugal.

O ambientalista explicou que os resultados do teste de resistência pedido pela Greenpeace à central nuclear espanhola "reforçam, mais uma vez, tudo o que a Quercus tem dito".

"Há um risco sério de ocorrerem incidentes e não vemos qualquer iniciativa por parte do Governo. Temos feito alertas e parece que deste lado da fronteira (Portugal) não existe problema", adiantou.
Samuel Infante sublinhou ainda que, após o acidente na central nuclear japonesa de Fukushima, em março de 2011, teve esperança que as coisas se alterassem.

A responsável da área de Energia Nuclear da Greenpeace, Raquel Montón, disse na segunda-feira que a central nuclear espanhola de Almaraz, chumbou num teste de resistência pedido pela Greenpeace, evidenciando a falta do mesmo tipo de válvulas que permitiu o acidente em Fukushima, Japão.

Esta organização ambientalista considera que a central de Almaraz (na bacia do Tejo, a pouco mais de 100 quilómetros da fronteira de Portugal) "não tem válvulas de segurança para impedir uma explosão de hidrogénio, tal como não tinha Fukushima, e a sua instalação não está prevista até finais de 2016".
Após o incidente japonês, as autoridades e os reguladores europeus recomendaram que as centrais pusessem estes sistemas de forma urgente.

"Em Espanha, não foram postos e não se está a exigir isso até ao ano 2016 ou mais tarde. Enquanto isso, as centrais continuam a funcionar, incluindo a de Almaraz, que não tem sistemas de ventilação filtrada", salientou.

* Se o governo espanhol não está preocupado com o seu povo n-ao tem de o estar connosco. Sobre o governo português as preocupações são outras, campanha eleitoral, criação duma PIDE mais sofisticada  e coninuar a delapidar património.


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NOCTURNOS




.AEROPORTO DE S. FRANCISCO Á NOITE


O CINEMA RESTAURANTE  (DINE-IN) NO DISNEY WORLD 

 NEBLINA  PURPURA SOBRE O CASTELO DE EDIMBURGO 


TEMPESTADE NO MAR

OVNI

VULCÃO ETNA

S. PAULO

RIO DOURO

ATENAS

AURORA BOREAL

LISBOA



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HOJE NO
 "RECORD"

SURF 
Portugal é a Califórnia europeia

Há quem diga que é o desporto da moda. Mas para o treinador João de Macedo – reconhecido pelo seu percurso e resultados em campeonatos de ondas grandes – mais do que ser moda, o surf é uma "estratégia nacional". "Há grandes eventos a decorrer em Portugal, o que traz muitos turistas. Por isso, preocupa-me a certificação das escolas. É preciso garantir a qualidade para que quem nos procure não tenha más experiências. São pessoas que já ouviram falar lá fora do surf em Portugal e por vezes há escolas que não estão certificadas e que têm pessoas com menos experiência", diz, acrescentando: "Ainda assim, a Federação Portuguesa de Surf tem feito um excelente trabalho em coordenação com as capitanias para exigir essa certificação."
João de Macedo, que passou os últimos dez anos fora de Portugal, confessa que é bom regressar. "Acompanhei de perto a evolução da escola ao longo dos anos e estamos bem posicionados a nível nacional. Em Portugal, somos muito avançados a dar este treino. Não é por acaso que nos chamam a Califórnia da Europa a nível do surf", defende o surfista de ondas grandes.

Este regresso a Portugal significa que João de Macedo deixa de competir no Campeonato Mundial de ondas grandes, mas que não se esqueceu da exploração: "Continuo associado ao EDP Mar sem Fim, um projeto de busca de ondas grandes." Quanto a sucessores no Mundial de Ondas Grandes, João de Macedo admite que Nicolau von Rupp pode ser um deles, mas que ainda é cedo. "Ele tem uma carreira muito longa pela frente ainda. Agora está focado no World Surf League, ainda tempo tempo. Talvez o Alex Botelho, um surfista do Algarve, que esteve comigo no Mundial em Punta Gallea, possa fazê-lo em breve", conclui.

* É preciso saber desenvolver a modalidade e o negócio daí decorrente.

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BATEU EM QUÊ?

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