quarta-feira, 24 de junho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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COMO A EUROPA

  "OS VAI HUMILHAR"!


Helena Garrido
Armando Esteves Pereira
A Grécia também precisa de políticas
 de crescimento e solidariedade

1ªPARTE


2ªA PARTE


Nas próximas horas saberemos se o problema financeiro urgente da Grécia está resolvido no curto prazo. Helena Garrido, directora do Negócios, analisa na CMTV a crise grega com o director-adjunto do Correio da Manhã Armando Esteves Pereira.
O pré-acordo obtido em Bruxelas tem agora de ser pormenorizado tecnicamente. Mas o mais importante ainda é a capacidade política do Governo de Alexis Tsipras convencer os gregos de que se trata de um bom acordo. Há manifestações já agendas para ontem, terça-feira, 23 de Junho.
Helena Garrido, directora do Negócios, alerta ainda que é fundamental resolver de uma vez por todas o problema da crise no euro para que se ganhe a confiança necessária ao investimento que cria emprego.

Para a Grécia é preciso também, além das medidas propostas, avançar com políticas que promovam o crescimento e protejam os mais desfavorecidos como parece ser a intenção da Comissão Europeia no plano que anunciou esta manhã.


IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
23/06/15

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EVIDÊNCIAS
















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O POTENCIAL

DE SINES



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 22 de junho, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr. Carlos Vasconcelos.

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HOJE NO
 "DESTAK"

Dobro dos incêndios nos primeiros 
6 meses do ano

A GNR "detetou 8.955 ocorrências de incêndio". A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou nos primeiros seis meses do ano cerca de nove mil incêndios, quase o dobro dos registados no mesmo período do ano passado, e deteve 36 pessoas. 
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CAÍU EM OURÉM EM 2012
A GNR revela, em comunicado, que desde o início do ano e até terça-feira, 23 de junho, "detetou 8.955 ocorrências de incêndio", mais 4.574 do que em período homólogo de 2014. No mesmo período, e no âmbito de ações de patrulhamento e vigilância das zonas florestais e de primeira intervenção nos incêndios florestais, foram detidas 36 pessoas, mais 22, e identificados 532, mais 292.

Foram ainda passados 535 autos de contraordenação por infrações ao Sistema Nacional de Defesa da Floresta contra Incêndios (SNDFCI). A GNR recorda, no mesmo comunicado, que durante o período crítico de incêndios, que vigora de 01 de julho a 30 de setembro, é proibido fazer queimadas ou fumigações de colmeias, lançar foguetes ou fazer fogueiras.

É ainda proibido fumar, lançar pontas de cigarros para o chão ou fazer qualquer tipo de lume em espaços florestais. Nos trabalhos e outras atividades que decorram nos espaços rurais, é proibida a circulação de tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintores, sistema de retenção de faúlhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés. 

* Não aligeirando a falta de competência da equipa que lidera o MAI, estamos a lembrar 5 Kamov em terra, o ano passado choveu muito e este ano estamos com um período de seca muito grave.


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 LORIS



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PRIMAVERA/VERÃO
2015


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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Silêncio de José Eduardo dos Santos
. sobre a China está 
“a gerar muita preocupação”

O líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) disse hoje que o silêncio do Presidente angolano sobre a sua recente visita à China está "a gerar muita preocupação". 
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O líder da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) disse hoje que o silêncio do Presidente angolano sobre a sua recente visita à China está “a gerar muita preocupação”. Isaías Samakuva, que convocou hoje a imprensa para falar propositadamente sobre o assunto, manifestou a preocupação do seu partido, “não apenas pelo silêncio” do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, ou “pelas especulações que alimenta”, mas com os atos que praticou durante a visita.

“Principalmente pelo facto de os atos que terão sido praticados pelo Senhor presidente da República ou por sua ordem na República da China não se enquadrarem no rol de competências de execução orçamental do titular do poder executivo, nem nas competências que a Constituição confere ao Presidente da República no domínio das relações internacionais”, referiu Isaías Samakuva.

Segundo o líder o maior partido da oposição angolana, o chefe de Estado angolano estabeleceu acordos com a China sem a prévia aprovação da Assembleia Nacional, com competência para o efeito. O político realça que a Constituição angolana estabelece que “´compete ao Presidente da República assinar e ratificar os ´acordos´ e outros instrumentos internacionais, sim, mas ´depois de aprovados´ pelo órgão de soberania competente”.

“Mais estabelece a Constituição da República que se tais acordos incluírem empréstimos ou outras operações de crédito, então, o titular do poder executivo não pode endividar o país para além dos limites constantes da Lei que aprova o Orçamento Geral do Estado”, destacou Samakuva.

De acordo com o presidente da UNITA, o valor de empréstimo autorizado pela Lei do OGE para 2015 é de nove mil milhões de dólares, tendo alegadamente até à data o chefe de Estado angolano efetuado dívidas na Europa e Estados Unidos “no valor de 7,5 mil milhões de dólares”. Nesse sentido, a UNITA questiona qual o valor exato do empréstimo chinês contraído pelo Estado angolano, e as condições em que foi feito.

“Não basta dizer que a China pode ajudar Angola na agricultura, na indústria, no comércio e na formação de quadros. Isto já sabemos e não está em causa”, acrescentou o político, sublinhando que “os termos dos acordos, os custos tangíveis e intangíveis” dos mesmos são a preocupação.

“A UNITA entende que no quadro da Constituição, das normas e princípios democráticos de prestação de contas, de boa governação, da transparência e da ética política, o executivo devia dar a conhecer ao país, através da Assembleia Nacional, os termos dos acordos agora estabelecidos”, referiu o líder partidário.

O maior partido da oposição angolana solicita igualmente que o executivo submeta à ratificação do parlamento angolano os acordos estabelecidos “para que os angolanos tenham a oportunidade de conhecer o seu real conteúdo, em virtude da imposição constitucional”.

* Isaías Samakuva tem muitas mais razões para estar preocupado e a primeira é porque José Eduardo dos Santos ainda é presidente de Angola, ele que é um dos maiores facínoras vivos do continente africano.

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IV - GRANDES EXPLORADORES

3-CRISTOVÃO

COLOMBO




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Portuguesa desenvolve deteção 
precoce do cancro do pâncreas

Sónia Melo, do Ipatimup, no Porto, é a principal autora do estudo publicado hoje na revista Nature.

Uma proteína minúscula, detetável numa análise ao sangue, é a resposta que faltava para a identificação precoce do cancro do pâncreas, atualmente um dos mais letais, justamente, porque o seu diagnóstico é tardio na maioria dos casos, impedindo o tratamento eficaz. A descoberta tem assinatura portuguesa e a sua utilização médica pode surgir já no prazo de cinco anos.
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A proteína em causa chama-se GPC1 (de glypican-1) e a sua identificação como biomarcador deste tipo de cancro, antes mesmo de a lesão ser detetável por ressonância magnética, foi feita pela investigadora Sónia Melo, do Ipatimup, Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto, em colaboração com cientistas internacionais. A descoberta foi publicada ontem na revista Nature.

"Iniciámos este estudo no final de 2013 e avaliámos dois grupos de pacientes alemães, num total de 246", explica Sónia Melo, sublinhando que "o biomarcador funci0nou em 100% dos casos, sem falsos positivos ou negativos para o cancro pancreático".

Autora principal do estudo, Sónia Melo, já registou a patente do novo biomarcardor, juntamente com Raghu Kalluri, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e "já há negociações em curso para desenvolver um teste de diagnóstico de rotina para aplicação médica", como adianta Sónia Melo. "Para um novo medicamento, o tempo que medeia a descoberta de um composto até à sua aplicação médica é sensivelmente de dez anos, porque há testes de toxicidade a suplantar, mas neste caso, para um teste de diagnóstico, cinco anos é um prazo mais expectável", sublinha a investigadora portuguesa.

Além da possibilidade do diagnóstico precoce do cancro do pâncreas, o biomarcador será também muito importante para a monitorização dos pacientes, já que poderá permitir, sem testes invasivos nem exames de imagiologia dispendiosos, acompanhar a eficácia das opções terapêuticas, nomeadamente da quimioterapia. "Os valores da proteína GPC1 no sangue poderão dar indicações preciosas sobre um determinado tratamento está a surtir o efeito desejado ou não".

Sónia Melo foi uma das três jovens cientistas portugueses galardoadas em janeiro deste ano com a Medalha L'Oréal Portugal para as Mulheres na Ciência, justamente por resultados que são parte deste trabalho, com os quais mostrava que este tipo de abordagem para despistagem de cancro pode ser utilizada independentemente da proveniência geográfica do paciente.

* Como o país e o mundo precisam de inteligências lusitanas, devemos todos  sentir muito orgulho nestas pessoas.

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FERNANDA CÃNCIO

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Crianças pirómanas

Diálogo mas com adultos na sala", exigiu ontem, no fim de mais uma reunião do Eurogrupo sem acordo, a diretora-geral do FMI. O grau de maturidade de alguém costuma ser aferido em função da capacidade de não fazer birras, não tomar decisões irracionais e assumir os erros. Mas pedir desculpa não basta: é preciso tentar corrigir o mal e não voltar ao mesmo.

Vejamos pois quem, nesta história, está a fazer birra, quem cometeu erros, quem pediu ou não pediu desculpa e procurou emendar-se. Por exemplo: que fizeram os gregos de errado? Elegeram um governo anti-austeridade, certo - que, ao contrário do eleito em 2011 em Portugal, leva a sério as promessas feitas aos eleitores. Mas antes deste braço de ferro com a troika, que sucedeu, nos cinco anos desde o primeiro resgate, em maio de 2010?

A Grécia não cumpriu os programas que lhe foram impostos? Não cortou salários e pensões (lá, ao contrário daqui, não houve a "força de bloqueio" Tribunal Constitucional) e gastos sociais, não aumentou impostos e transportes públicos, não chegou até a fechar a TV pública (que só reabriu agora)? Não aplicou a receita austeritária que lhe foi imposta, como aos outros países resgatados - sempre a mesma? Se aplicou: ontem no DN um texto do comentador-chefe do Financial Times Martin Wolf descrevia o efeito bombástico do "ajustamento" grego - "O PIB real agregado caiu 27% (...), a taxa de desemprego chegou aos 28% em 2013, enquanto o emprego público caiu 30% entre 2009 e 2014".
Leiam-se os documentos do próprio FMI sobre o cumprimento do programa grego: todos assumem que os efeitos das brutais exigências foram muito diferentes dos estimados. Do já célebre "erro dos multiplicadores" - o efeito do corte de cada euro foi calculado pela troika muito abaixo da realidade por ter usado uma fórmula errada - à ideia de que "as reformas estruturais" (termo fétiche dos troikos que estamos para perceber, ao fim destes cinco anos, que raio quer dizer, já que aquilo que assim apelidam é invariavelmente corte de qualquer coisa) iam levar a "um aumento da produtividade e a uma melhoria no investimento", passando por não terem tido em conta a "quebra da confiança" (que qualquer bebé previria), foi um não acabar de asneiras. Mas que se pode ler num estudo de 2013 de técnicos do FMI, que assume todos estes erros?
Que "de qualquer maneira uma profunda recessão era inevitável" e se a Grécia tivesse entrado em default, diz o paper, "o mais certo é que a contração fosse ainda maior". A sério, isto está escrito assim: se a troika não tivesse acudido à Grécia, era capaz de ser pior. E o melhor é que, tendo "acudido", quer, cinco anos depois, continuar a mesma brincadeira - ou deitar fogo ao brinquedo, sem cuidar de saber se com isso incendeia a casa. Está na altura de um bom par de estalos -- mas na Europa, pelos vistos, não sobra ninguém para pôr ordem na criançada.

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"
19/06/15

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547.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
 "RECORD"

Pavilhão Carlos Lopes 
não pode ser subconcessionado

O vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa assegurou esta quarta-feira que o Pavilhão Carlos Lopes, abandonado há vários anos, não pode ser subconcessionado, mesmo com a cedência à Associação de Turismo de Lisboa (ATL) por 50 anos. 

JÁ VAI EM 12 ANOS
A Câmara de Lisboa, de maioria socialista, aprovou hoje (com os votos contra do PSD, CDS-PP e PCP) a constituição, por 3,5 milhões de euros, de um direito de superfície sobre o Pavilhão Carlos Lopes, abandonado há vários anos, a favor da ATL, que o requalificará. O assunto ainda terá de ser apreciado pela Assembleia Municipal.

"Não está prevista a subconcessão do espaço a privados. Não há qualquer hipótese de [o espaço] ser subconcessionado. A única coisa que está em cima da mesa é a cedência de direito de superfície da Câmara Municipal à ATL", frisou o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, em declarações aos jornalistas.

O pavilhão, criado na década de 1920 para celebrar o 100.º aniversário da independência do Brasil, foi encerrado por falta de condições de segurança em 2003.

Desde aí, foram pensadas várias alternativas para o espaço de propriedade municipal, situado no Parque Eduardo VII, como a criação de um Museu Nacional do Desporto ou o novo Centro de Congressos de Lisboa, mas nenhuma avançou, pelo que a Câmara quer agora encarregar a ATL de o reabilitar.

A garantia dada por Salgado vem na sequência de críticas do PCP: "Aquilo de que estamos a falar é de uma privatização deste espaço, [...] que deixa de ser gerido pela Câmara Municipal", disse o comunista Carlos Moura, qualificando o equipamento como "um edifício que tem uma história e uma ligação profunda com a cidade".

Segundo o autarca, "aquilo que vai acontecer doravante é que este espaço terá de ser pago para estas utilizações e isto torna-o inacessível à maior parte das associações, coletividades, dos clubes desportivos da cidade de Lisboa".

Também António Prôa, do PSD, referiu que se vai concessionar o pavilhão "a uma entidade privada", a ATL.

"Se a Câmara quer dinamizar aquele imóvel [...] pode fazê-lo de duas formas: ou, com recursos próprios, investir naquele equipamento" ou fazer uma consulta ao mercado para ver "que entidades estariam disponíveis que dariam condições mais vantajosas para o município", disse.

O social-democrata acrescentou que "Lisboa tem uma carência de oferta de equipamentos desportivos", e que, com esta cedência "perde a possibilidade de [ali] realizar eventos desportivos" de grande dimensão.

Já o centrista João Gonçalves Pereira falou na necessidade de manter o nome do espaço -- Pavilhão Carlos Lopes -- e de consignar um "pequeno espaço" para acolher o espólio do ex-atleta Carlos Lopes.

"O lugar onde está o espólio do Carlos Lopes devia envergonhar todos os portugueses, que é em casa dele, na garagem", precisou, adiantando que vai apresentar uma proposta com o vereador social-democrata Fernando Seara para a criação de um pequeno museu.

Manuel Salgado explicou que a cedência por 50 anos à ATL "é um pouco aquilo que se passa no Pátio da Galé", cedido pelo município à mesma associação, que "fez as obras de reabilitação e que o utiliza para fins de interesse geral".

Salgado indicou ainda que o pavilhão vai servir para eventos de cultura, artísticos e desportivos e que as obras de reabilitação, que custarão 8,5 milhões de euros, deverão demorar entre dois e três anos.

* O pavilhão Carlos Lopes está um nojo e não há nomes de resposáveis pela degradação das instalações, foi apodrecendo e presidentes da Câmara mais os vereadores do pelouro assobiaram para o lado e disfarçaram, não há vergonha.


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O MEU INSTRUMENTO



12-UKELELE





FONTE: TRAMA RADIOLA




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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77.O MELHOR
 DA ARTE

07.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES


ALMADA 

NEGREIROS



ENTREVISTADO NO "ZIP ZIP"

1969

2ª PARTE





Manifesto Anto-Dantas
( Mário Viegas)






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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Tribunal de Contas está a realizar
 auditoria à privatização da TAP

O Tribunal de Contas está a realizar uma "auditoria concomitante [simultânea]" ao processo de privatização da TAP, cujo contrato de compra e venda foi assinado, esta quarta-feira, pelo Governo e pelos empresários do consórcio Gateway.

"A realização de ações de auditoria concomitante ou sucessiva é decidida pelo Tribunal, informando-se que estão em curso ações de acompanhamento dos processos de privatizações", incluindo o da TAP, esclareceu o Tribunal de Contas em resposta a questões enviadas pela agência Lusa sobre qual o papel do Tribunal e do Conselho de Prevenção da Corrupção no processo de venda da empresa.
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O Governo e o consórcio Gateway, composto pelos empresários David Neeleman e Humberto Pedrosa, assinaram esta quarta-feira o contrato de compra e venda de 61% do capital da TAP.
Nas respostas enviadas à Lusa, fonte oficial da instituição liderada por Guilherme d'Oliveira Martins esclarece que "o Tribunal de Contas não tem competência consultiva, tem poderes de fiscalização prévia, concomitante e sucessiva, para além da função de julgamento das responsabilidades financeiras."

Já em relação à assinatura do contrato, o Tribunal lembra que "os contratos estão ou não sujeitos a visto em função dos critérios fixados na Lei, designadamente em função do seu valor e da sua natureza geradora ou não de despesa pública", ou seja, "cabe ao Tribunal de Contas de acordo com a sua Lei de Organização e Processo fiscalizar previamente a legalidade e o cabimento orçamental dos atos e contratos de qualquer natureza que sejam geradores de despesa ou representativos de quaisquer encargos e responsabilidades, diretos ou indiretos".

Na segunda-feira, haverá uma reunião formal entre o presidente Conselho de Prevenção da Corrupção, Guilherme d'Oliveira Martins, que acompanha os processos de privatizações, designadamente o da TAP, e o presidente da comissão especial para o acompanhamento do processo de reprivatização de parte do capital da empresa, Cantiga Esteves.

"O Conselho de Prevenção da Corrupção no exercício das suas competências acompanha os processos de privatizações, designadamente o da TAP", esclareceu Tribunal de Contas na mesma resposta, lembrando que "o presidente da Comissão Especial para o acompanhamento do processo de reprivatização de parte do capital social da TAP reuniu ontem [terça-feira] com o presidente do Conselho de Prevenção da Corrupção e haverá ainda uma reunião formal com o CPC na próxima segunda-feira, dia 29 de junho".

O contrato de venda da TAP com o agrupamento vencedor foi assinado esta quarta-feira no Ministério da Finanças, em Lisboa.

A 11 de junho, o Governo aprovou a venda de 61% do capital social da TAP ao consórcio Gateway, do empresário norte-americano David Neeleman e do empresário português Humberto Pedrosa - um dos dois finalistas do processo de privatização da transportadora aérea portuguesa, sendo o candidato preterido Germán Efromovich.

* A safa da TAP continuar a ser portuguesa é o TC encontrar irregularidades nos procedimentos de transacção.

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Mário Laginha Trio

Fado


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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Portugal irá perder um milhão em mão-de-obra

Portugal integra lista dos 10 países que mais perderão mão-de-obra nas próximas décadas. Os dados projectados para 2050 prevêem uma redução de um milhão de pessoas disponíveis para trabalhar. 

Portugal vai perder um milhão em população empregada ou disponível para trabalhar até 2050. A informação consta de um relatório publicado pelo The Economist Inteligence Unit (EIU) que lista os 10 países que mais irão perder em população activa.
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O relatório não se prolonga em explicações, mas os números não deixam de ser alarmantes. Portugal ocupa o 8º lugar da lista de países que mais população activa vai perder, em termos absolutos. Estes números reflectem um declínio da natalidade, bem como as consequências da actual crise económica, que empurra quem procura emprego para lá das fronteiras nacionais.

Se no último ano a população activa em Portugal era de 5,2 milhões de pessoas, em 2050 este número deverá diminuir para 4,2 milhões. Segundo o EIU, esta diminuição de 20% acompanha as previsões para a Grécia e Alemanha, projectando-se uma diminuição de 4,8 milhões para 3,8 milhões e de 45 milhões para 35 milhões, respectivamente.

A liderar a lista com o maior declínio está o Japão, com uma queda de quase 20 milhões de pessoas na população activa em termos absolutos, para 47 milhões, o que representa uma redução de cerca de 25%.

Para contrariar estas previsões e prevenir uma consequente redução do crescimento económico, os governos deverão apostar em políticas de imigração e procurar fontes alternativas de crescimento económico, diz o EIU. Para as economias mais avançadas a solução poderá basear-se no uso mais eficiente da tecnológia e numa aposta no processo tecnológico.

* Enquanto o povo votar maioritáriamente nos partidos do covil da governação, que ao longo de 40 anos têm colaborado nas maiores vigarices, envolvidos com finança traficária, com sucateiros e exportadores manhosos, vamos ter o mesmo povo a sofrer cada vez mais, mudar Portugal é mudar o voto.

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 15 ILUSÕES EM 5 MINUTOS


Hans Klok - Recorde Mundial

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HOJE NO
 "DESTAK"

Mais de 180 mil agricultores candidataram-se às ajudas 
comunitárias da PAC

Mais de 180 mil agricultores candidataram-se este ano às ajudas diretas da Política Agrícola Comum (PAC), cujo prazo terminou na terça-feira, representando um aumento de 0,6% em relação a 2014, segundo dados oficiais. 
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Num comunicado do ministério da Agricultura e Mar, o secretário de Estado da Agricultura, José Diogo Albuquerque fez um balanço "muito positivo" da adesão à campanha do pagamento único (PU2015), destacando que se trata do primeiro ano de aplicação da reforma da PAC, com regras novas e alterações profundas dos sistemas de ajudas.

No total houve 180.134 beneficiários, contra os 179.045 registados em 2014, invertendo-se a tendência de diminuição das candidaturas que era da ordem dos 2% ao ano, segundo o mesmo comunicado. 

*  As ajudas directas da PAC, benificiam  aparentemente os agricultores portugueses, porque todos os portugueses irão pagar este benifício aparente.

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RUMO 
AO FUTURO














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HOJE NO
 "i"


Estudo. 
Um em cada seis jovens
. auto-mutilaram-se mais do que
.uma vez em 2014

Para o estudo de 2014, foram inquiridos 6.026 alunos dos 6.º, 8.º e 10.º anos de escolas de todo o país.

Um em cada seis adolescentes portugueses entre os 13 e os 15 anos magoaram-se a eles próprios de propósito mais uma vez durante o ano passado, a maioria nos braços, revela um estudoapresentado esta quarta-feira.

Trata-se de um estudo – “Health Behaviour in School-aged Children (HBSC) - realizado em Portugal para a Organização Mundial de Saúde, que avalia os comportamentos relacionados com a saúde dos jovens em idade escolar desde 1998.
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Os dados mais recentes, relativos ao ano passado, revelam que as auto-mutilações estão a aumentar, com 15,6% dos adolescentes (510) do 8º e do 10º ano a referirem ter-se magoado de propósito mais do que uma vez nos últimos 12 meses, sendo que foram 20% os que afirmaram tê-lo feito pelo menos uma vez.
Quando questionados sobre a parte do corpo em que se auto-mutilaram, 52,9% (270) afirmaram tê-lo feito nos braços, 24,7% (126) nas pernas, 16,7% (85) na barriga e 22,5% (115) noutras partes do corpo.
O estudo indica igualmente estar a aumentar o número de jovens que afirmam sentir-se “extremamente tristes”.

Relativamente a comportamentos agressivos, e voltando à amostra total (6.º, 8.º e 10.º anos), o estudo indica que 56% das situações de provocação na escola ocorreram no recreio e que cerca de dois terços dos jovens que assistiram não fizeram nada e afastaram-se.

Entre as zonas onde mais ocorrem as provocações, seguem-se “à volta da escola”, os “corredores” e a “sala de aula”.

Quanto aos jovens inquiridos que assistiram a situações de provocações na sua escola, quase 11% afirmaram ter encorajado o provocador.

O cyberbullying também está a aumentar, embora apenas 15,4% dos adolescentes tenha estado envolvido de alguma forma: 7,6% como vítimas, 5,4% como vítimas e provocadores e 2,9% como provocadores.
O estudo conclui também que os jovens com “mais comportamentos saudáveis” são aqueles que “consideram que a família os ajuda a tomar decisões e os que têm amigos com quem partilhar alegrias e tristezas”.

No que respeita à escola, os alunos que revelam mais comportamentos saudáveis são os que gostam da escola e os que consideram que os professores se interessam por eles enquanto pessoas.
Os resultados deste estudo, coordenado em Portugal pela investigadora Margarida Gaspar de Matos, foram apresentados esta quarta-feira no âmbito do 19.º Encontro Europeu da Associação Internacional de Saúde do Adolescente (IAAH).

* É mau demais! É mau de mais mas expectável, andamos envenenados por noticias da economia e finanças descurando o descalabro que existe na sociedade. Atribuímos ao governo graves responsabilidades na má gestão dos dinheiros públicos, mas não o responsabilizamos por o estado gravemente amargurado da nossa juventude e dos progenitores, é fácil distraí-los, bastam  telenovelas, revistas de faca e alguidar e big brothers, chegados ao extremo mutilam-se ou recorrem ao suicídio.

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GRATIDÃO


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HOJE NO
 "A BOLA"

Pinto da Costa exigiu 35 milhões
 de euros por Jackson
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Luiz Henrique Pompeu, empresário de Jackson Martínez, fez saber que Pinto da Costa não aceitou negociar a transferência do avançado para o Atlético Madrid por valores inferiores aos 35 milhões de euros previstos na cláusula de rescisão.

«É uma exigência do FC Porto, através do seu presidente. Só assim seria possível concluir a negociação», referiu o agente, em declarações à Antena 1.

«O Atlético fez uma oferta, o Jackson aceitou e assinou um contrato de quatro anos. É bom para o clube e para o atleta», realçou. 

* É por esta elevada capacidade de negociar de Pinto da Costa que o FCP apresenta  resultados desportivos de topo.


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LEGO


BRINQUEDOS


APOCALÍPTICOS



































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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
DA MADEIRA"

APAVT considera que plano de
. privatização da TAP é "boa notícia"
. para o sector

A Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT) considera que o plano de privatização da TAP, que foi hoje anunciado, é uma "boa notícia" para o setor.

"Este plano privatização da TAP, desde que seja coroado de êxito e se elabore uma estratégia para a companhia aérea, é uma boa notícia para a TAP, para o setor e para os agentes de viagens", afirmou o presidente da APAVT, Pedro Costa Ferreira, em declarações à Lusa.
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David Neeleman e Humberto Pedrosa, os empresários do consórcio Gateway, assinaram hoje o contrato de compra de 61% do capital da TAP.
O consórcio Gateway vai investir mais de 600 milhões de euros na empresa, entre capital permanente e compra de aviões.

A estratégia passa pela aquisição de pelo menos 53 aeronaves e pela criação de dez novos destinos nos Estados Unidos e de oito a dez novos destinos no Brasil.

Referindo-se à privatização, o presidente da APAVT afirmou que especialmente desde o início deste ano, "a TAP sentia um grande espartilho" por estar no setor público em altura de contenção orçamental.
Por outro lado, a companhia "precisava de uma injeção de capital para fazer face às oportunidades de crescimento" - uma questão que se tornou urgente, por "dificuldades de tesouraria", durante os meses mais recentes, acrescentou.

Questionado sobre os planos para aumentar o número de destinos da empresa, o presidente da APAVT encarou esta estratégia como "muito boas notícias". "Aqui está a prova de que havendo dotação de capital, pode-se fazer face a oportunidades de crescimento", sublinhou.

Pedro Costa Ferreira indicou ainda que a associação a que preside "nunca fez questão de que o capital da TAP fosse público ou privado", uma vez que o mais importante "é o valor económico e o emprego" criados pela companhia aérea.

O mesmo responsável admitiu também que "a privatização tem riscos", mas "se não se fizesse nada os riscos seriam muito superiores".

Ressalvou no entanto que não se conhecem para já "todos os contornos" da entrada dos novos acionistas, nem a operação está ainda aprovada pelas autoridades europeias.

* Uns patriotas os senhores da APAVT, não se perde a TAP portuguesa no imediato mas a prazo até muda de bandeira. Os novos donos não vão cumprir 10% do que prometem.

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