sexta-feira, 19 de junho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS

  "PERGUNTAMOS"!




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 PURA LÃ DE OVELHA


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7- O MARKETING
DA LOUCURA

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O MARKETING A MÉDICOS
VENDA FÁCIL

Os psiquiatras dizem--nos que a forma de resolver comportamentos indesejáveis é alterando a química cerebral com um comprimido.
Mas ao contrário de um medicamento comum como a insulina, os medicamentos psicotrópicos não têm uma doença alvo mensurável para tratar, e podem transtornar o equilíbrio delicado dos processos químicos que o corpo precisa para funcionar bem.
Não obstante, os psiquiatras e as companhias farmacêuticas têm usado estes medicamentos para criar um mercado enorme e lucrativo.

E eles têm feito isto nomeando cada vez mais comportamentos indesejáveis como "perturbações médicas" que requerem medicação psiquiátrica

Mas será que estas realmente se deviam chamar doenças?
A questão é portanto:
Como é que os medicamentos psicotrópicos, sem uma doença alvo, sem poderes curativos conhecidos e uma lista longa e extensa de efeitos secundários, se transformam no tratamento indicado para todo o tipo de distúrbios psicológicos?
E como é que os psiquiatras que apoiam estes medicamentos conseguiram dominar o campo do tratamento mental?


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "RECORD"

Violações antidoping diminuíram
 em relação a 2013

O ano de 2014 registou nova diminuição das violações antidoping em relação às registadas em 2013, revelou esta sexta-feira a Autoridade Antidopagem de Portugal (ADoP), na sessão de apresentação dos dados estatísticos, em Lisboa. 
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De acordo com a ADoP, em 2014 foram registadas 21 violações às normas antidoping, contra as 35 de 2013, o que representa 0,65 por cento do total de 3.215 amostras recolhidas (face a 1,03 por cento em 2013).

O número de amostras recolhidas diminuiu de 3.404 em 2013 para 3.215 em 2014, tendo-se verificado um aumento do número de recolhas em competição, de 1.823 para 2.028, e uma diminuição de recolhas fora de competição, de 1.581 para 1.187.

Das 21 violações às regras antidopagem de 2014, 16 foram analíticas, em 12 modalidades distintas - o futebol (três), kickboxing e muaythai (duas) e pesca desportiva (duas) a liderarem a lista - registando-se ainda outras cinco violações, através do sistema de localização do praticante desportivo, mais concretamente no atletismo (duas), motociclismo (uma), ginástica (uma) e ciclismo (uma).

O futebol voltou a ser a modalidade mais controlada (1.120 amostras), seguindo-se o ciclismo (491) e o atletismo (434).

Um ano depois de ter assumido funções como presidente da ADoP, Rogério Jóia [na foto], que substituiu Luís Horta no cargo, fez um "balanço positivo" dos dados estatísticos.

"Houve uma diminuição dos casos positivos, relativamente a 2013. O controlo antidopagem tem de ser cada vez mais baseado na inteligência, no planeamento e na eficácia. Não vamos baixar os braços. Vamos tentar que o controlo seja cada vez mais eficaz e quem pensar em prevaricar, o ideal é não o fazer", afirmou, no final da sessão.

Os resultados positivos por uso de canabinóides diminuíram de 25 por cento para 15, à semelhança dos anabolisantes (de 25 para 10) e estimulantes (de 25 para 15), enquanto os resultados positivos por uso de diuréticos aumentaram para quase o triplo no espaço de um ano (12,5 por cento em 2013 para 35 por cento em 2014).

Por seu lado, o secretário de Estado do Desporto e Juventude, Emídio Guerreiro, salientou o facto de Portugal estar na "linha da frente" no combate ao doping.

"Esta é uma luta sem tréguas contra o doping e precisamos de ter cada vez mais agentes para combater e sermos bem-sucedidos. Continuemos este trabalho de conjugação de esforços, para continuarmos na linha da frente nesta matéria", referiu o governante.

* Uma boa notícia


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 1-LENDAS DA BÍBLIA

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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Apreendidas mais de 12 toneladas
 de mel chinês em Seia

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica anunciou esta sexta-feira a apreensão, em Seia, de cerca de 12.600 quilogramas de mel, proveniente de Espanha e originário da China, "por falta de registo de operador/recetor para trocas intracomunitárias". 
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Em comunicado, a ASAE adianta que o mel foi apreendido durante uma operação desencadeada na terça-feira pela Unidade Regional do Centro, no âmbito da segurança alimentar, a um armazém ilegal no concelho de Seia, distrito da Guarda.
A intervenção da ASAE, que incidiu sobre um local de armazenamento e distribuição, permitiu "evitar a entrada no mercado de produto que se apresentava com falta de requisitos", adianta a nota.

Na mesma ação foram também apreendidos 454 quilogramas de medicamento de uso veterinário para tratamento de varroa (parasita que infeta as abelhas).

O valor total da apreensão ronda os 34 mil euros e a ASAE instaurou um processo de contraordenação.

* Se calhar o mel foi por engano para Seia, não seria para entregar  na EDP?


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POUPAR ÁGUA, IRRIGAR
COM ALTA PRECISÃO 

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* Uma produção "EURONEWS"



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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Antigo administrador da PT 
preso no Brasil

Os presidentes das duas construtoras brasileiras Andrade Gutierrez e Norberto Odebrecht foram presos preventivamente. Otávio Azevedo foi um administrador da PT que desmentiu Salgado e tentou afastar Bava. 

Tinha uma palavra a dizer na Portugal Telecom. Chegou a ser administrador da empresa portuguesa, em representação da Oi. 

Garantiu que a empresa brasileira nunca teve conhecimento das aplicações feitas na Rioforte que levaram à delicada situação da empresa portuguesa e ao fim da fusão entre as duas operadoras. 

Disse que Ricardo Salgado fez declarações falsas. Terá feito pressão para a demissão de Zeinal Bava na Oi. Chama-se Otávio Azevedo e é presidente da Andrade Gutierrez, a construtora accionista da operadora brasileira. Foi preso preventivamente esta sexta-feira, 19 de Junho, tal como o presidente da construtora concorrente Odebrecht no âmbito da operação de luta contra a corrupção no Brasil conhecida como Lava Jato.

A imprensa brasileira noticia a acção judicial desencadeada pela polícia federal agora que esta operação entra na 14ª fase. A nova etapa passa pelo cumprimento de 12 mandatos de prisão e 38 de busca e apreensão, segundo avança a revista Veja no site. Otávio Azevedo já foi preso preventivamente. Marcelo Odebrecht, director-presidente da construtora com aquele nome, também.

Conforme relembra a imprensa brasileira, as duas construtoras, que já tinham sido associadas ao escândalo do Lava Jato, ainda não tinham executivos presos, ao contrário de outras empresas do sector, como a Camargo Corrêa, dona da portuguesa Cimpor.

"A Andrade Gutierrez reitera, como vem fazendo desde o início das investigações, que não tem ou teve qualquer relação com os factos investigados pela Operação Lava Jato, e espera poder esclarecer todas os questionamentos da Justiça o quanto antes", indica a nota da empresa que está a ser citada pela imprensa. A construtora adianta que está a colaborar com as investigações e a prestar "todo o apoio necessário aos seus executivos nesse momento".

Já a Norberto Odebrecht admite que os seus escritórios foram alvos de busca. "Da mesma forma, alguns mandados de prisão e condução coerciva foram emitidos". "Como é de conhecimento público, a CNO entende que estes mandados são desnecessários, uma vez que a empresa e seus executivos, desde o início da operação Lava Jato, sempre estiveram à disposição das autoridades para colaborar com as investigações", adianta o documento.

A Odebrecht já foi noticiada por uma empresa sua ter integrado consórcios que venceram obras públicas durante os mandatos de José Sócrates. É uma das peças que, segundo o jornal i está a ser investigada pela Operação Marquês.

A Lava Jato é uma operação desencadeada pelas autoridades brasileiras por suspeitas de corrupção e desvio de dinheiro público em que a Petrobras é o centro do escândalo. As suspeitas indicam que as construtoras pagavam "luvas" a funcionários com elevada responsabilidade na petrolífera para ganharem negócios.

* Dizem que no Brasil a corrupção impera mas em Portugal não há nenhum ex-administrador da PT preso.

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PEDRO NUNES

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O que é teu é nosso

Temos vindo a assistir a um completo desnorte e preocupante caminho para a obscenidade.

Ainda no domingo pudemos passar os olhos, neste matutino, pelas inúmeras infra-estruturas onde foram gastos milhões de euros e que as Sociedades de Desenvolvimento se mostraram incapazes de as gerir. Parece-me claro que de desenvolvimento estas sociedades têm muito pouco. Pelo menos para o comum contribuinte e cidadão de bem! Mas como os nomes não costumam ser dados ao acaso, acredito eu que, alguém se terá desenvolvido e bem…

São vários os exemplos: pavilhão do Arco da Calheta; Campo de Golfe na Ponta do Pargo que não existe (e provavelmente nunca existirá) mas custou já 7M€; Centro das Artes; Marina do Lugar de Baixo; Quinta Magnólia;… e outros mais a que vou poupar o leitor de tanto sofrimento!

E como por aqui se viveu tantos e bons anos e continua a viver à custa do governo chegamos agora a um cenário de falta de vergonha pura. Pelo que oiço, antigamente as pessoas trabalhavam para ter a sua casinha. Já hoje, o que está na moda é pedir a quem governa que olhe por nós. Ora se não são capazes de olhar por eles, ainda vão olhar por nós? Perdão. Se se ocupam tanto a olhar por eles, como vão ter tempo de olhar por nós?

E a onda chegou ao futebol! Que de tão pouco que já amealhou, ainda se sente no direito de exigir mais alguma coisa.

O Nacional, que (honra seja feita) dos três maiores clubes da região foi o que mais fez por si, lembrou-se agora de reivindicar as ruínas de uma quinta que é património da região como método para corrigir o erro cometido quando se atribuiu o Estádio dos Barreiros ao Marítimo. Como se a solução para corrigir erros fosse cometer outros de seguida! Já foi. No tempo das vacas obesas.

Quanto aos outros dois clubes, andam novamente desencontrados! O Marítimo (que para o bem ou para o mal é dono do Estádio) não quer lá o União a jogar como visitado e este insiste em se mudar para casa alheia sem se sentar com os proprietários, apenas colocando o preço que estão dispostos a pagar para tal acontecer. Um que não recebe correio registado e outro que assegura que a carta chegou ao destinatário! Como se resolve então esta falta de diálogo? Coloca-se o governo ao barulho… E numa primeira tentativa até parecia que ia dar resultado, mas eis que se fez luz e se decidiu não entrar mais nestes jogos fora das 4 linhas!

Restava apenas o acordo entre as duas partes interessadas! Que tão fácil seria caso não se tentasse resolver tudo com acções, processos e petições públicas… Algum dia o feitiço virar-se-ia contra o feiticeiro!

Como unionista fico triste por ver o meu clube em guerras por não ter campo onde jogar. Não tivemos já oportunidade para ter a nossa casa? Se não podia ser uma vivenda com 5 assoalhadas, piscina e campo de ténis, ao menos podia ser um T1 com licença de habitabilidade.

Quem fez bem nisto tudo foi a maioria do executivo! Perante tamanha falta de vergonha, meteram-se no avião e foram arejar. Curiosamente um dos poucos que ficaram em terra foi o responsável pelo Turismo (não é por acaso que é o único que já mostrou serviço). Tenha paciência meu caro amigo! Com tanto turista por aí, alguém tem que trabalhar…

Médico dentista

IN "DIÁRIO DE NOTÍCIAS DA MADEIRA"
16/06/15


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542.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO
 "DESTAK"

SJ diz que diploma sobre cobertura de eleições condiciona liberdade de imprensa

O Sindicato dos Jornalistas (SJ) lamentou hoje a aprovação do diploma sobre a cobertura mediática das eleições e referendos, considerando que "vai condicionar a liberdade de imprensa e o exercício do direito de informar". 
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A maioria PSD/CDS-PP aprovou hoje a sua iniciativa legislativa sobre cobertura mediática de eleições, restringindo a obrigação de presença em debates às forças já representadas, facto que motivou protestos da oposição, além dos votos contra.

Em comunicado hoje emitido, o SJ defende que os dois partidos da maioria parlamentar concretizaram "a ingerência na liberdade e autonomia editoriais" dos órgãos de comunicação social, que vão "continuar a não poder realizar a cobertura das eleições de uma forma livre e responsável como acontece em outros países democráticos". 

* Se a maioria pudesse talvez a PIDE viesse.

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O SEGREDO 
DAS COISAS

 32 -VINHO


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 I-ARQUIVOS SECRETOS


DA INQUISIÇÃO


1-LÁGRIMA DE TERROR

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HOJE NO
 "i"

Dinamarca. 
Partido xenófobo foi o segundo 
mais votado nas legislativas

 Primeira-ministra, que já reconheceu a derrota, será substituída pelo liberal Lars Lokke Rasmussen.

A primeira-ministra dinamarquesa, Helle Thorning-Schmidt, reconheceu a derrota nas legislativas, marcadas pela subida do Partido Popular Dinamarquês, formação xenófoba que foi a segunda força mais votada.

Helle Thorning-Schmidt apresentou também a demissão de líder do Partido Social-Democrata, que dirigiu durante dez anos. "Amanhã [sexta-feira] direi à rainha (Margarida II) que o Governo se demite. Agora cabe a Lars Lokke Rasmussen tentar formar um Governo", disse, numa referência ao líder do principal partido de direita, Venestre.
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O líder opositor, o liberal Lars Lokke Rasmussen, perfila-se como futuro primeiro-ministro, já que conta com o apoio de toda a oposição de direita, incluindo a direita xenófoba, que obteve 52,4% dos votos, quando estão contados 99%.

Os 90 lugares até agora obtidos pela direita, contra os 85 (47,6%) do bloco governamental de centro-esquerda, dão-lhe a maioria absoluta.

O Partido Popular de Kristian Thulesen Dahl subiu quase nove pontos percentuais para 21,2%, enquanto os liberais de Rasmussen desceram sete pontos relativamente a 2011, passando de força mais votada para a terceira mais votada.

O Partido Social-Democrata, da primeira-ministra Helle Thorning-Schmidt, foi a força mais votada, com 26,4% dos votos, um bom resultado depois de um Governo minoritário, muito contestado pelos cortes e por acordar reformas com a direita.

Em contrapartida, o parceiro da coligação governamental, os sociais-liberais perderam metade do apoio e obtiveram 4,6% dos votos. Os socialistas populares, que abandonaram o Governo a meio da legislatura, desceram cinco pontos para 4,2%.

A Lista Unitária transformou-se na quarta força mais votada, com 7,8% dos votos, e A Alternativa, uma nova formação ecologista de centro, conseguiu 4,6%.

A Aliança Liberal subiu de 5% para 7,5%, enquanto o Partido Conservador, que na década de 1980 chegou a liderar vários governos, alcançou o mínimo histórico de 3,4%.

A campanha eleitoral foi dominada por temas como as reformas do Estado social e pelo desemprego, mas quando as sondagens começaram a registar uma subida do centro-esquerda, Rasmussen introduziu o tema da imigração, agora centrado no problema dos refugiados.

A imigração tem dominado as eleições dinamarquesas desde 2001, com um discurso quase xenófobo, sobretudo em relação à minoria muçulmana, da parte do Partido Popular, e que transformou a política dinamarquesa actual.

* É grave a ascenção de partidos xenófobos.

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Júlio Resende

Foi Deus

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HOJE NO
 "A BOLA"

Nélson Évora não está obcecado
 com os 18 metros

Projetando a Liga do Campeonato da Europa das Nações, que vai decorrer este fim de semana na ilha grega de Heraklion, Nélson Évora assegura que não obcecado em passar a marca dos 18 metros mas apenas em assegurar pontuação máxima para Portugal no triplo salto.
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«Não estou a pensar nos 18 metros, estou a pensar em melhorar passo a passo, estou focado nisso e não estou preocupado em chegar agora às marcas do Pichardo ou o Taylor. Sei que sou capaz de os fazer, mas preciso do meu tempo e não estou obcecado com isso», disse o atleta português em conferência de imprensa, sublinhando:

- Conquistar os 12 pontos para Portugal: é nisso que vou estar focado no próximo domingo quando entrar em competição.

«Depois das minhas lesões, em que fiquei em casa sem treinar, a recuperar, o nível do triplo salto subiu muito. O título de Praga deu-me confiança para continuar a trabalhar», acrescentou Nélson Évora que traçou ainda os objetivos da comitiva portuguesa:

«O nosso objetivo coletivo é assegurar a manutenção. Não temos a equipa tão forte como no início do Campeonato da Europa de Nações, em que disputámos por duas vezes a SuperLiga, mas a seu tempo lá voltaremos.»

Portugal estará representado por 43 atletas na 1.ª Liga do Campeonato da Europa de Nações. Recorde a lista de convocados:

Femininos:

Anabela Neto (Sporting) - Altura
Andreia Crespo (ACR Senhora do Desterro) - 400 metros barreiras e 4x400 metros
Carla Tavares (Sporting) - 100, 200 e 4x100 metros
Catarina Carvalho (GCA Donas) - 3000 metros obstáculos
Cátia Azevedo (Sporting) - 400 e 4x400 metros
Cátia Santos (Benfica) - 4x100 metros
Dorothé Évora (Benfica) - 4x400 metros
Dulce Felix (Benfica) - 5000 metros
Irina Rodrigues (Sporting) - Peso e Disco
Marta Onofre (Sporting) - Vara
Marta Pen (Benfica) - 800 e 1500 metros
Olimpia Barbosa (Sporting) - 4x100 metros
Patrícia Lopes (Sporting) - 4x400 metros
Rivinilda Mentai (Benfica) - 4x100 metros
Sara Moreira (Sporting) - 3000 metros
Sílvia Cruz (Sporting) - Dardo
Susana Costa (Benfica) - Triplo Salto
Teresa Carvalho (Benfica) - Comprimento
Vânia Silva (Sporting) - Martelo
Vera Fernandes (Benfica) - 100 metros barreiras

Masculinos:

André Marques (CA Seia) - 4x400 metros
António Rodrigues (Benfica) - 4x400 metros
António Vital e Silva (Benfica) - Martelo
Bruno Costa (Benfica) - Comprimento
David Lima (Sporting) - 4x100 metros
Diogo Antunes (Benfica) - 4x100 metros
Edi Maia (Sporting) - Salto com Vara
Eduardo Mbengani (Sporting) - 5000 metros
Emanuel Rolim (Benfica) - 1500 metros
Francis Obikwelu (Sporting) - 4x100 metros
Hélio Gomes (Benfica) - 3000 metros
João de Almeida (Benfica) - 110 metros barreiras
Jorge Grave (Benfica) - Disco
Luís Almeida (Sporting) - Dardo
Luís Miguel Borges (Benfica)- 3000 metros obstáculos
Miguel Moreira (Benfica) - 800 metros
Nelson Évora (Benfica) - Triplo Salto
Ricardo dos Santos (Benfica) - 400 metros e 4x400 metros
Ricardo Lima (SC Braga) - 400 metros barreiras
Sandy Martins (Novas Luzes) - 4x400 metros
Tiago Pereira (Benfica) - Altura
Tsanko Arnaudov (Benfica) - Peso
Yazaldes Nascimento (Benfica) - 100, 200 e 4x100 metros

* Tragam bons resultados.


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CONDUÇÃO SEGURA

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E se fosse possível ver o trânsito à frente do camião

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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

Tsipras diz que a Europa 
já não é o centro do mundo

O primeiro-ministro grego, Alexis Tsipras, disse na Rússia, onde se deslocou para participar num fórum económico enquanto o seu país prossegue negociações com os credores, que a Europa já não é o centro do mundo.
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“O mundo mudou depois da crise de 2008. Na Europa temos a ilusão de que somos o umbigo do mundo, cooperando apenas com os nossos vizinhos diretos. Mas o centro do mundo mudou de lugar, há novas forças a nível político e económico. As relações internacionais adquiriram um caráter multipolar”, afirmou Tsipras, durante uma intervenção no Fórum Económico de São Petersburgo (Rússia).

O primeiro-ministro helénico sublinhou ainda que “a União Europeia deve regressar aos seus princípios de solidariedade e justiça social” e que o problema grego “não é um problema grego, e sim europeu”.

O chefe do Governo grego classificou a política económica de “apertar o cinto”, imposta por Berlim e Bruxelas, como “um caminho que não leva a lado nenhum”.

“Estamos no meio de uma tempestade, mas somos um povo que sabe lidar com o mar e a tempestade não nos assusta, nem a possibilidade de descobrir novos oceanos e chegar a portos mais seguros”, salientou o líder grego sobre as pressões exercidas sobre a Grécia e o seu Governo pelos parceiros europeus.

Tsipras, que definiu o seu país como “um amigo histórico da Rússia”, também abordou a crise na Ucrânia e as sanções adotadas pela União Europeia contra a Rússia.

“A crise na Ucrânia abriu uma ferida no coração da Europa, uma ferida de instabilidade. É um mau sinal para as relações internacionais, porque iniciou na região processos que levam à guerra, à militarização e às sanções”, frisou, apelando a um fim rápido das sanções.

* Tsipras está a ser imprudente, o "quixotismo" de procurar Putin torna-o quase igual a ele na avidez pelo poder, porque sabe estar a nova "união soviética" à beira da falência e tanto Putin como ele estão a empurrar o colapso com a barriga. Tsipras não será bom líder para os gregos.

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RESOLVA


O PUZZLE




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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

A carta em que os economistas 
europeus pedem o "whatever it takes" político à Europa

Leia aqui a carta que Vítor Bento e outros economistas enviaram aos presidentes da Comissão Europeia, do Parlamento Europeu, do Conselho Europeu, do Banco Central Europeu e do Eurogrupo 
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Carta aberta aos Presidentes da Comissão Europeia, do Parlamento Europeu, do Conselho Europeu, do Banco Central Europeu e do Eurogrupo

Caros Presidentes,

No próximo Conselho Europeu de junho vão apresentar um Relatório crucial sobre a reforma da União Económica e Monetária que irá definir a agenda política da integração europeia para a atual legislatura. Podem basear-se experiência bem sucedida da integração europeia, cujo núcleo se baseia numa partilha pacífica de soberania através de instituições democráticas supranacionais. Devem aprender com as lições que retiramos da crise: não podemos viver com um mercado único com uma moeda única, mas com 19 políticas económicas e orçamentais diferentes. O reconhecimento da insustentabilidade a longo prazo desta assimetria levou os vossos predecessores a fixar como objetivos da União a criação de uniões bancária, orçamental, económica e política no relatório de Dezembro de 2012 "Rumo a uma verdadeira União Económica e Monetária".

Os cidadãos europeus esperam a adoção de uma visão clara e ambiciosa para o futuro da Europa que inclua um roteiro e um cronograma para alcançar essas uniões e obter uma UE mais efetiva e democrática. A intervenção determinada do BCE diminuiu a pressão dos mercados, mas a UEM assemelha-se agora a uma criança perdida de que ninguém quer cuidar. Desde 2012, a ausência de vontade política dos Estados Membros apenas permitiu progressos significativos no âmbito da união bancária. No entanto, a crise pode novamente piorar se não forem feitos progressos nas restantes uniões. Mecanismos de emergência como o MEE devem ser integrados na UE através da sua transformação num Fundo Monetário Europeu gerido por um dos Vice-Presidentes da Comissão que deve também ser o Presidente do Eurogrupo. O Fundo Monetário Europeu deve ter uma capacidade orçamental e de endividamento baseada em recursos próprios, pelo menos para a zona do Euro, e estar submetido a um controlo democrático efetivo por parte do Parlamento Europeu. Isto é essencial para alcançarmos uma política económica europeia, para garantirmos investimentos que restaurarem o crescimento, bem como para passarmos de uma solidariedade entre Estados para uma solidariedade entre cidadãos.

A crise revelou a ineficácia da mera coordenação de políticas económicas e orçamentais e a paralisia criada pela unanimidade. Os Estados Membros têm agora mais limitações orçamentais do que teriam num sistema federal, mas sem beneficiarem de um orçamento federal e de políticas federais. Por esta razão, a crise tem-se arrastado na Europa. A adoção de uniões bancária, fiscal, orçamental e política é necessária para colocar a União no caminho do crescimento económico e da prosperidade social. Uma integração diferenciada pode acomodar o aprofundamento da zona Euro com o desejo de alguns Estados Membros reduzirem o seu nível de integração, mas sem lhes dar um poder de veto sobre as necessidades dos cidadãos europeus.

Desde 2008, a mudança estrutural estratégica dos Estados Unidos da América para o Pacífico criou um vácuo de poder que fomenta instabilidade em toda a Europa, desde o Leste até ao Sul. A Europa deve deixar de ser um consumidor para passar a ser um produtor de segurança. Só Estados continentais - como os Estados Unidos, a China, a Rússia, a Índia, o Brasil - têm relevância num mundo global. A UE deve caminhar rumo a uma união política com única política externa, de segurança e de defesa que assuma como propósito estabilizar a sua vizinhança e lidar com as ameaças e desafios geopolíticos atuais. O início de uma cooperação estruturada permanente de defesa é algo que depende de vontade política, não de recursos, uma vez que os países do Euro-Plus têm o 2ª maior orçamento mundial no domínio militar.

As palavras do Presidente Draghi "whatever it takes" foram cruciais durante o pico da crise. O vosso relatório deve ser o "whatever it takes" político de todas as instituições da UE. Deve definir um roteiro e um cronograma claro para a finalização da união bancária e para a adoção das uniões fiscal, orçamental e política até ao fim da legislatura Europeia. Se for necessário alterar os Tratados, que assim seja.

Os cidadãos necessitam de uma visão e de um caminho para uma Europa baseada na democracia, solidariedade e subsidiariedade. Nada mais poderá recuperar a sua confiança na União. A alternativa será o alastrar da perceção social de um inevitável e irreversível declínio, o qual fomenta o populismo, o nacionalismo e a xenofobia. A liderança implica responsabilidade perante os cidadãos de hoje e do amanhã. Os europeus contam com a vossa liderança, responsabilidade e visão para os tirarem a eles e à União desta crise.

Carta subscrita por: Vítor Bento; Enrique Baron Crespo; Lorenzo Bini Smaghi; John Bruton; Carlos Closa; Anna Diamantopoulou; Sergio Fabbrini; Franco Gallo; Anthony Giddens; Pascal Lamy; Jean-Victor Louis; Claus Offe; Antonio Padoa Schioppa; Gianfranco Pasquino; Gian Enrico Rusconi; Vivien Schmidt; Zvetlan Todorov; Jose Ignacio Torreblanca; Alexander Trechsel; Lukas Tsoukalis; Nadia Urbinati, entre outros.

* Fica a informação

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CONTANDO DINHEIRO

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Método oriental de contar dinheiro de forma super ágil

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Dor de burro: 
o pesadelo dos desportistas

Forte pontada abdominal obriga os atletas a pararem de correr.

A dor de burro é o pesadelo de qualquer atleta. É aquela forte pontada abdominal que ataca durante a atividade física, nomeadamente na corrida. As dores são intensas e obrigam à paragem. Todos os praticantes da corrida já sentiram esta dor, quer numa fase inicial da sua atividade, quer nas competições. Mas então o que é esta dor? Ninguém sabe ao certo a origem da designação ‘dor de burro’, mas já foram detetadas as suas causas. 
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Embora haja quem defenda que pode ser de origem psicológica, por surgirem quando o organismo está a produzir um grande esforço físico, a verdade é que pode ter três causas. A primeira deve-se ao facto de o coração não conseguir bombear o necessário face ao esforço realizado, com o sangue venoso a bloquear a nível do fígado, no lado direito, ou no baço, no lado esquerdo. A solução passa por correr ao seu ritmo, sem exagerar, e fazer um bom aquecimento.

A segunda causa pode ser devido a uma dor muscular ou tendinosa dos abdominais ou à má irrigação do diafragma. Esta surge devido a uma ginástica abdominal incorreta. O aumento da atividade do diafragma durante o exercício físico tem um grande impacto cardiorrespiratório e faz com que a partir de um determinado momento o sangue não seja suficiente para suprir as necessidades metabólicas. Uma boa respiração ajuda a atenuar a dor.

A terceira causa poderá ter origem digestiva e pode surgir se não for cumprido o prazo para a digestão da refeição. Assim, deve evitar os refrigerantes (com gás) e laticínios. A fruta é uma boa alternativa. Contudo, a dor de burro não é permanente. É forte, é verdade, mas passa. Abrande o ritmo, massaje o local e acerte a respiração. Uma coisa é certa, quem prática com regularidade a corrida acaba, com o tempo e a prática, por deixar de sentir essa dor. É uma questão de treino e habituação. Bons treinos! 

* A chamada "dor de burro" ocorre predominantemente a pessoas que fazem esforços físicos superiores às capacidades próprias.

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LGBT

CONTRA A HOMOFOBIA


 Paris Barclay
Age: 59
Birthplace: Chicago Heights, Illinois, United States of America
Profession: Copywriter, Television director, Television 
producer, Screenwriter, Actor
Institution: La Lumiere School, Harvard University


 Wanda Sykes
Age: 51
Birthplace: Portsmouth, Virginia, United States of America
Profession: Comedian, Television producer, Film Producer, Screenwriter, Actor
Institution: Arundel High School, Hampton University
Children: Lucas Claude Sykes, Olivia Lou Sykes


 André Leon Talley
Age: 66
Birthplace: Durham, North Carolina, United States of America
Profession: Editor, Journalist, Writer
Institution: North Carolina Central University, Brown University
 

Raven-Symoné
Age: 30
Birthplace: Atlanta, Georgia, United States of America
Profession: Comedian, Television producer, Fashion Model, Film Producer, Actor
Institution: North Springs Charter School of Arts and Sciences


Lee Daniels
Age: 56
Birthplace: Philadelphia, Pennsylvania, United States of America
Profession: Film Producer, Actor, Film Director
Institution: Lindenwood University
Children: Clara Daniels, Liam Daniels


Meshell Ndegeocello
Age: 47
Birthplace: Berlin, Germany
Profession: Bassist, Record producer, Songwriter, Rapper, Musician
Institution: Duke Ellington School of the Arts, Howard University


Johnny Mathis
Age: 80
Birthplace: Gilmer, Texas, United States of America
Profession: Songwriter, Actor, Singer
Institution: George Washington High School, San Francisco State University


Robin Roberts
Age: 55
Birthplace: Alabama, United States of America
Profession: Journalist, Television producer
Institution: Southeastern Louisiana University
Medical Conditions: Breast cancer, Myelodysplastic syndrome


Jason Collins
Age: 37
Birthplace: Northridge, Califórnia United States of America
Profession: Basketball player, Special Makeup Effects Designer

Sheryl Swoopes
Age: 44
Birthplace: Brownfield, Texas, United States of America
Profession: Basketball player
Institution: South Plains College, Texas Tech University


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