domingo, 14 de junho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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  PORQUE SOMOS


  "PIEGAS E

CHORAMOS"!




Ás vezes é necessário mais que....

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6-BROCADO



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EUREKA


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MARCELINHO LENDO CONTOS ERÓTICOS

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 Aviso aos Srs. Visitadores

Esta inserção tem linguagem imprópria  para ouvidos sensíveis ou "pudorentos". Mas como neste blogue quase todas as formas de expressão têm lugar, excluimos a calúnia e a grosseria, decidimos editar esta forma radical de contar estórias.
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Oxalá a vossa curiosidade
seja mais forte que o pudor
 


 MARCELINHO LENDO
 CONTOS ERÓTICOS

14-QUANDO O VELHOTE


DA VENDA ME COMEU


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5-BROCADO




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IL SIGNOR ROSSI


 A VENEZIA

UM FILME DE
BRUNO BOZZETTO

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4-BROCADO



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Sophie Scott


Porque nos rimos



Sabia que somos trinta vezes mais propensos a rir quando estamos com alguém do que quando estamos sozinhos? A neurologista cognitiva, Sophie Scott, compartilha este e outros fatos surpreendentes sobre o riso nesta palestra de ritmo acelerado, cheia de ação e, sim, hilariante, sobre a ciência do riso.
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3-BROCADO




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ANA RITA GUERRA

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Apple Music:
o gratuito é mau, o barato 
é bom, inovação nem vê-la

Com o original nome de Apple Music, o primeiro serviço de "streaming" da Apple vai chegar a 30 de Junho. São 9,99 euros por mês, "streaming" e rádio online, acesso a todo o catálogo do iTunes, disponível para iOS este mês e em outubro para Android.

Isto significa que a marca está oficialmente no jogo que começou há sete anos, mais coisa menos coisa, quando uns rapazes na Suécia criaram um serviço de "streaming" de música chamado Spotify. Nessa altura, a loja iTunes vendia canções que nem pãezinhos quentes e Steve Jobs nunca deixaria dar cabo dessa mina de ouro por causa de experimentalismo.

Acontece que as vendas de música digital começaram finalmente a cair, sem nunca terem compensado a queda na venda de CD; entre toda a concorrência, desde Deezer a Rdio, Pandora, Play Music, Amazon Music e que tais, o Spotify tornou-se o standard da indústria. É o mais
bem-sucedido, com 60 milhões de utilizadores em todo o mundo e 15 milhões dos quais pagantes, ou seja, metade do mercado - que totaliza cerca de 30 milhões de consumidores a pagar por serviços "premium" de música.

É neste mercado cheio de gente que a Apple vai vender o seu peixe, e não está inteiramente garantido que cheire bem durante muito tempo. Qual é a grande revolução do Apple Music? Nenhuma. É verdade que oferece uma rádio com emissão ininterrupta, a Beats 1, liderada por DJs conhecidos, entre os quais Zane Lowe. Também dá para pôr os artistas em ligação com os consumidores (uma plataforma chamada Connect), mas isso não é nada que não haja hoje. Os vários serviços de streaming existentes no mercado são todos cópias uns dos outros, e o da Apple é mais um.

A grande diferença para com o Spotify, que para todos os efeitos é o alvo a abater, é que a Apple não oferece versão gratuita. Este é, aliás, o grande debate da indústria. Ninguém, que se saiba, absolutamente zero empresas, ganha dinheiro com streaming. O Spotify então espalhou-se de tal ordem no ano passado que os prejuízos quase triplicaram, para 162,3 milhões de euros. É o preço de crescer com base numa versão gratuita disponível em qualquer aparelho, tentando depois converter os utilizadores em pagantes. Pode-se argumentar que, a seu tempo, o modelo vai vingar. Ou pode-se aventar que nenhuma indústria consegue resistir tantos anos à procura do break-even.

Talvez a pérola desta apresentação da Apple no Worldwide Partner Conference tenha sido, na verdade, a versão familiar, que custará 14,99 euros para ser partilhada por seis pessoas. Isso diminui consideravelmente o custo por utilizador - dá qualquer coisa como 2,5 euros por mês - e vai ao encontro dos rumores de que a Apple queria que as editoras lhe deixassem lançar o serviço com um tecto mais baixo que os 9,99 euros standard. Nenhum serviço tem um pacote familiar tão generoso, e agora é saber se alguém vai seguir o exemplo para tentar ser mais competitivo, ou sequer se a jogada da Apple dá resultado.

Ter os primeiros três meses gratuitos também será importante para testar a adesão dos consumidores; prejuízo não é coisa com que a Apple, que tem 150 mil milhões de dólares em dinheiro no bolso, tenha de se preocupar.

A dúvida fundamental é esta: enquanto houver streaming on demand gratuito, será possível convencer um número suficiente de pessoas a pagar? Porque é que alguém irá trocar o Spotify gratuito pelo Apple Music pago? Aquilo que a Apple apresentou agora é simpático, mas não parece suficiente.

IN "DINHEIRO VIVO"
09/06/15

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537.UNIÃO


EUROPEIA



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2-BROCADO



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RECICLAR A ÁGUA
QUE A INDÚSTRIA 
QUÍMICA NECESSITA

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* Uma produção "EURONEWS"


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4-EI-LOS QUE 


PARTEM



EMIGRAÇÃO PORTUGUESA


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Para melhor compreender a história

 do povo português


* Uma notável produção da "RTP2"



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1-BROCADO




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Pachelbel

Canon in D Major

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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Cientistas 
"Distraidamente Sexy"

Richard Hunt, Nobel da Medicina em 2001, fez afirmações consideradas machistas sobre as mulheres cientistas, acabou despedido e gozado na Internet

"Deixem-me que vos diga qual é o meu problema com as raparigas: Há três coisas que acontecem quando elas estão no laboratório... Apaixonamo-nos por elas, elas apaixonam-se por nós e quando as criticas, elas choram" disse Tim Hunt, 72 anos, durante a Conferência de Jornalistas de Ciência na Coreia do Sul, na passada terça feira, 9. Este comentário causou o despedimento de Tim, da University Colegge London (UCL).
espedimento de Tim, da University Colegge London (UCL).
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Richard Timothy Hunt é um bioquímico britânico, em 2001 recebeu o Nobel da Medicina. Após a declaração de Hunt, a UCL anuncia que este "deixou o seu posto como professor honorário da Faculdade de Ciências" e pode ler-se ainda que "a UCL foi a primeira universidade, em Inglaterra, a admitir mulheres em condições de igualdade com os homens".

No seguimento deste comentário, surgiu na internet um movimento de revolta contra o sexismo, apelidado de #DistractinglySexy (distraidamente sexy). Este movimento consiste em postar fotografias, em várias redes sociais como Twitter ou Instagram, de cientistas mulheres, a trabalhar no laboratório. Os posts têm descrições muito mordazes e sarcásticas, como por exemplo: "Estou realmente contente que a [Marie] Curie tenha conseguido fazer uma pausa do choro para descobrir o Rádio [elemento químico Ra] e o Polónio [elemento químico Po]".

"Este prémio Nobel ainda acha que estamos no período Vitoriano?" foi o comentário, no Twitter, de Connie St. Louis, diretora do Mestrado em Jornalismo de Ciência, da City University, em Londres.

Na passada quarta feira, o bioquímico desculpou-se num programa de rádio da BBC afirmando não ter "intenção de ofender", estando apenas a ser honesto. "A ciência trata-se de chegar à verdade e tudo o que se interponha no caminho, mina a ciência", acrescenta o cientista. Tim Hunt descreveu-se como machista, na conferência e defendeu a separação entre homens e mulheres nos laboratórios.

* Como um cientista se lixa metendo-se com neurónios femininos.

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MUDANÇAS

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O que acontece ao teu corpo quando mudas de comida convencional para orgânica

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ESTA SEMANA NO
"SOL"

Partido de Marinho sem 
a voz dos militantes

Marinho Pinto bem pode ser o líder inquestionável do seu PDR, mas não se livra de ver sentadas à mesa do Conselho Nacional - que será eleito no dia 20 - várias sensibilidades. Além da lista oficial, o partido recebeu mais duas candidaturas ao órgão máximo entre congressos: uma liderada por Alexandre Almeida, ex-dirigente do MPT que negociou a candidatura do ex-bastonário dos advogados às europeias do ano passado, e outra liderada por Eurico Figueiredo, ex-deputado e ex-dirigente socialista que já havia apoiado Marinho Pinto nas europeias.
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Figueiredo recusa falar em oposição interna ao seu líder (“eleito também com o meu voto”, clarifica), mas não deixa de criticar os “estatutos excessivamente presidencialistas” do partido de Marinho Pinto, o que confere poder total ao presidente. “Estamos de acordo na declaração de princípios mas sobre os estatutos temos dificuldade em fazer a sua defesa porque eles são contrários à democracia participativa. Os militantes não têm participação nenhuma”, acrescenta o ex-socialista ao SOL.

O único órgão do PDR até agora constituído é o da presidência. Marinho Pinto foi eleito líder do seu PDR sem votos contra. Mas a unidade à volta do líder não significa unanimismo dentro do partido. Depois de eleitos os 25 membros do Conselho Nacional, que será constituído segundo o método de Hondt é que se perceberá se Marinho Pinto consegue ou não eleger a maioria dos delegados e quantas vozes dissonantes da linha oficial do partido terão voz.

Eurico Figueiredo garante que tomará o seu lugar, se for eleito. “Vou defender o meu ponto de vista e sustentar as minhas críticas aos estatutos do partido”, explica. E deixa (mais) uma crítica: “Depois de eleito presidente Marinho Pinto não devia promover uma lista ao Conselho Nacional. Ele não tece o fair-play de se manter neutro”.

Congresso blindado
A campanha de sensibilização para o voto na lista oficial do partido, promovida por Marinho Pinto, já está no terreno. O líder não prescinde de manter a hegemonia no Conselho Nacional, de onde sairão os nomes, escolhidos pelo próprio, para a Comissão Política e Conselho de Jurisdição.

O Congresso de dia 20 tem como ponto único da ordem de trabalhos a votação para o Conselho Nacional. Marinho só vai aceitar os votos dos militantes inscritos antes da apresentação das listas. Tudo para evitar que uma “pequena multidão” associada à Igreja Maná e pronta para votar em massa na lista de Alexandre Almeida volte a baralhar as contas do ex-bastonário, como aconteceu no primeiro conclave que acabou suspenso e aos gritos.

* Desejamos que não venha para aí um partido parecido com o defunto "PRD"

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 O QUE NÓS


  "FESTEJAMOS"!!!




O primeiro número da ONDA POP explica quase tudo, os primórdios, os conceitos, a paginação e artigos publicados demonstram o trabalho destes rapazolas nos idos de 60.

No sábado 13/06 foi para o ar o nº35 da edição impressa, e continua  a narrativa sobre Jorge Montenegro,um músico, grande, multifacetado falecido recentemente. Chamamos especial atenção para o tema "INTERLUDE" última obra da sua autoria. 

OS STROLLING BONES uma banda,uma história de uma incrível famíla,obrigatório  ler.

THILO KRASSMAN um ícone da boa música portuguesa, excelente pessoa e invejável talento. A música nacional muito lhe deve.
Em época de santos populares referência aos irmãos Alexandre e à orquestra Aldrabófona.

"ESTRATOSFÉRICA" o último album da cristalina e sensualíssima GAL COSTA, diva da contracultura brasileira. Ouça "DEZ ANJOS".

THE WHO uma das bandas que mais gostámos também é destaque, leia a história e ouça-os em "I CAN'T EXPLAIN" e "BE LUCKY"

"Dave Dee, Dozy , Beaky, Mick & Tich" sabe quem são? Então passe a saber, sff.

"JAMES LAST" uma alemão do mundo morreu a semana  passada, ninguém é eterno mas a obra fica.

A "ÉPOCA DE OURO DO ROCK" continua a desfilar na passerele da "ONDA POP" que em boa hora o João Pedro e o Zé Couto trouxeram para a web,se alguém quiser contribuir com assuntos não se acanhe.

A "ONDA POP" está cheia de informação verdadeira, bem elaborada e metódica, sem folclores, sinceros parabéns.

Neste blogue, na coluna da direita tem um link directo.
OBRIGATÓRIO IR VER!!!
ABJEIAÇOS

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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Ambientalistas preocupados com 
a falta de água no Tejo

O movimento português ProTejo associou-se este domingo aos alertas dos ambientalistas espanhóis, que qualificam de "inaceitável" a seca e diminuição do caudal do rio Tejo

O movimento ProTejo associou-se este domingo aos alertas dos ambientalistas espanhóis sobre a diminuição de cauda do rio na zona de Toledo e espera contribuir na participação pública do Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Tejo.
 
TEJO EM ABRANTES
Em declarações à agência Lusa, Paulo Constantino, porta-voz do movimento, previu estar para "breve" o início da participação pública, que deverá durar seis meses, para perceber quais podem ser as alterações e apresentar contribuições para a parte lusa do maior rio da Península Ibérica.

Por agora, o grupo português acompanha a situação em Espanha, onde essa participação pública já se iniciou e se têm multiplicado alertas como o de hoje da Plataforma em Defesa do Tejo.

O movimento referiu que o rio "esgota-se" ao passar pela província de Toledo, em Espanha, devido a mais uma seca e ao transvase para a barragem de Segura.

Em declarações à agência noticiosa EFE, o porta-voz da plataforma, Miguel Ángel Sánchez qualificou de "inaceitável" que esteja seca a bacia do Tejo, com cerca de 40 mil quilómetros quadrados na província de Toledo.

Caso a situação continue, alertou Sánchez, poderá registar-se um "desastre ecológico de enorme magnitude", que será "trágico" para os ecossistemas aquáticos.

No final de maio, o Movimento ProTejo tinha insistido na necessidade da "revisão dos caudais mínimos" do rio Tejo previstos na Convenção de Albufeira (CA), afirmando que os mesmos são insuficientes para manter o bom estado ecológico da água.

Segundo o dirigente ambientalista, "são de manter as medidas que o ProTejo já apresentou, em 2012, nas alegações ao Plano de Gestão da Região Hidrográfica do Tejo, designadamente a revisão dos caudais mínimos do rio Tejo.

Os portugueses também já apoiaram o pedido de anulação do Plano Hidrológico espanhol para o Tejo, interposto por uma rede associativa, e criticou a existência de planos nos dois países, por "quebrarem o princípio da unidade de gestão". 

* Governo português sempre subserviente ao espanhol.


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Contra todas as expectativas

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ESTA SEMANA NO
"OJE"

Marcação rodoviária com
. investimento de 5,1 milhões

A Infraestruturas de Portugal irá executar até final do ano o reforço e manutenção da marcação horizontal em cerca de 3200 quilómetros da Rede Rodoviária Nacional a seu cargo.

“Trata-se de um importante investimento na melhoria das condições de segurança rodoviária que totaliza os 5,1 milhões de euros”, revela a Infraestruturas de Portugal em comunicado.
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“Estes são trabalhos de manutenção, repintura ou correção da sinalização horizontal, como passadeiras, delimitadores de via, guias, marcas orientadoras de sentido, em diversos troços de estrada de norte a sul do país”, é revelado por este organismo.

Recorde-se que a Infraestruturas de Portugal tem sob sua gestão direta perto de 14 mil quilómetros de estradas.
“A execução da sinalização horizontal tem como princípios fundamentais a homogeneidade, coerência e simplicidade de modo garantir as melhores condições de segurança dos utilizadores na circulação nas estradas nacionais a nosso cargo”, revela o organismo em informação remetida à imprensa.

* Vale mais tarde do que nunca. A sobrecarga de tráfego nas estradas nacionais face ao assalto nas autoestradas exige essa operação.

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QUE SAUDADES















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ESTE MÊS NA
"BLITZ"

KOA estreia videoclip 
para o tema Stand Up

KOA é uma nova artista portuguesa com ascendência universal que se vai estrear no próximo dia 17 de Junho no Festival Marés Vivas
Cresceu a ouvir rap, pop, jazz, r&b, hip-hop e... música clássica...
Feminista e teimosa assumida, escreve acerca daquilo em que realmente acredita. 
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Em Junho lança no mercado português o seu primeiro trabalho discográfico produzido pela Soundtrap com masterização partilhada em Madrid pela Mastering Mansion e em Nova York por Tom Coyne ( Ariana Grande, Jessy J , Sam Smith, Beyoncé, Adele, Pink )

" Stand Up " é o single de estreia, estando já agendado para após o verão o lançamento de " Bit my hook ", com a colaboração de Jimmy P.

Direcção Geral: Miguel Bello
Fotografia: Rita Carmo
Make Up - Marla Amastor
Cabelos - Luis Ferrero
BodyPaint - Joana bastos
Tattoos - Wild Budha Tattoo

Realização: Luís Ismael
Dir. Produção: Maria Pacheco
Dir. Técnico: Joaquim Duarte
Ass. Produção: Rafaela Morgado
Dir. Fotografia: José Oliveira
Op. Imagem: Tiago Faria
Ass. Imagem: Vitor Costa e Adriano Rocha
Dir. Arte: Andreia Leandro
Edição: Luís Ferreira
Vfx/composição: Luis Forte, Rui Ribeiro e André Roboredo

Ator - Edir Rodrigues
B-Boys - Hercules, Pedro França
Dancers - Daniela Dias, Anouck Vanderbrugghen, Tina Costa, Luísa Castro

* Grande KOA!


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GASEIFICADAS
 


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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"


Ministra das Finanças não esclarece
. cortes nas pensões para 2016

A ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, escusou-se esta sexta-feira a especificar se a reforma das pensões a adoptar em 2016, e que deverá representar uma poupança de 600 milhões de euros, vai implicar cortes nas pensões ou não.
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Em conferência de imprensa hoje no Ministério das Finanças, quando questionada sobre se pode garantir que a reforma do sistema de pensões não vai implicar novos cortes nas pensões no próximo ano, a governante limitou-se a reiterar que há apenas "um objectivo de resultado" e que "a combinação de medidas" para o alcançar não está definida.

"Há um objectivo de resultado de 600 milhões de euros. A combinação possível de medidas do lado da receita e do lado da despesa é algo que está em aberto", disse Maria Luís Albuquerque, reiterando que o Governo quer "encontrar um consenso com o PS" sobre esta matéria e que "não há nenhuma decisão tomada".

A ministra falava numa conferência de imprensa conjunta com o comissário europeu para o Euro e o Diálogo Social, Valdis Dombrovskis, que está em Lisboa a propósito do calendário do Semestre Europeu.

Já o comissário europeu afirmou que foi "informado hoje pelo primeiro-ministro e pela ministra das Finanças" que o Governo "está agora a avaliar as diferentes formas de responder" à decisão do Tribunal Constitucional, que chumbou as medidas previstas pelo Governo para a chamada reforma do sistema de pensões.

Em Abril, na apresentação do Programa de Estabilidade, o Governo disse que prevê poupar 600 milhões de euros em 2016 com uma reforma do sistema de pensões, mas não esclareceu como pretende fazê-lo.

Na altura, o Governo disse que, como hipótese meramente técnica, manteve o cenário desenhado um ano antes, no Documento de Estratégia Orçamental.

Nesse documento, o Executivo disse que, para 2015, pretendia substituir a Contribuição Extraordinária de Solidariedade (CES), que era temporária por natureza, por uma Contribuição de Sustentabilidade, uma medida que seria acompanhada por um aumento da Taxa Social Única (TSU) paga pelos trabalhadores (de 11 para 11,2%) e por um aumento do IVA em 0,25 pontos, para os 23,25%.

No entanto, a medida acabou por não sair do papel, uma vez que, em Agosto de 2014, o Tribunal Constitucional chumbou a Contribuição de Sustentabilidade, tendo o Governo deixado cair as outras duas medidas que a acompanhavam.

* Alguém no governo esclarece alguma coisa, a opacidade  está ao nível da incompetência, 100%.


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