quarta-feira, 3 de junho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS 


"APRENDEMOS"!


O NOVO ENSINO DO SEC XXI

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* Uma produção "EURONEWS"


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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Sindicato denuncia "lista VIP" na ASAE

A Associação Sindical dos Funcionários da ASAE denunciou, esta quinta-feira, situações em que os inspetores foram proibidos de inspecionar determinados agentes económicos e em que as brigadas receberam ordens para abandonar os locais que estavam a fiscalizar.

A ASF-ASAE fala em "diversas situações relacionadas com a proibição de os inspetores inspecionarem determinado agente económico, ou ainda o caso em que as brigadas foram mandadas retirar dos locais em que estavam a inspecionar".
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Para a associação, este tipo de situações levanta uma questão: "Estaremos em abstrato perante uma "lista VIP" da Inspeção Económica".

A associação entende que nas inspeções "há claramente uma interferência política gratuita e uma violação de equidade que deve haver para com todos os operadores económicos".

Lembrando que a liberdade do ato inspetivo e a autonomia dos inspetores ficam em causa, a ASF-ASAE diz ter questionado o secretário de estado Adjunto e da Economia, mas ainda não ter recebido qualquer resposta.

Perante estas denúncias, a ASF-ASAE garante que "tudo fará para que esta situação seja devidamente esclarecida, de modo a saber-se quem foram os autores das ordens emanadas e o que motivou a proibição dos inspetores darem continuidade ao exercício das suas funções".

A ASAE é responsável pela fiscalização de cerca de 900 mil empresas e, segundo dados do estudo da Fundação Francisco Manuel dos Santos, entre 2006 e 2012, a ASAE fiscalizou 287.047 operadores, instaurou 13.108 processos-crime e 68.013 processos de contraordenação, deteve 6.257 pessoas e apreendeu 149.476.523 milhões de euros em mercadorias.

A agência Lusa tentou contactar o gabinete do secretário de Estado Adjunto e da Economia, mas tal não foi possível até ao momento.

* Mais uma lista VIP que a tutela jurará a pés juntos  não saber de nada!

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A CAMINHO DE BILDEBERG


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AS CRISES

ECONÓMICAS



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa,1 de junho, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Prof. Daniel Bessa.

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BETSEY



JOHNSON


FULL FASHION SHOW
NEW YORK
PRIMAVERA/VERÃO
2015

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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Governo admite dificuldades na revisão dos suplementos do Estado

Leite Martins diz que o processo depende de decisão "ao mais alto nível" mas não garante que a revisão avance nesta legislatura.

O secretário de Estado da Administração Pública admitiu esta quarta-feira, 3 de Junho, dificuldades no processo de revisão de suplementos do Estado, que depende de uma decisão política "ao mais alto nível". Questionado, Leite Martins não garantiu que o processo avance nesta legislatura.
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"Temos um projecto em que trabalhámos", mas "não há uma decisão política final sobre isso", disse, aos jornalistas, no Parlamento.

"Esta temática é uma temática muito difícil. Ela está prevista na lei pelo menos desde 2008. Se não está feita e finalizada por alguma razão é. Porque é difícil. O mecanismo dos suplementos na administração tem uma dispersão gigantesca", pelo que é necessário "procurar criar regras o mais possíveis comuns", justificou.

"Isto é um processo, não é uma coisa instantânea, não se consegue fazer isso de um momento para o outro. Nós fizemos muito trabalho nessa matéria dos suplementos, é um trabalho ignorado, portanto que está a ser feito nos gabinetes e em diálogo com os ministérios para criarmos condições de avançar com segurança, porque evidentemente é um tema que mexe com as pessoas", acrescentou.

Salientando que o objectivo "não era reduzir" suplementos, mas antes o de "manter", Leite Martins sublinhou que a questão é sensível, porque "diz muito às pessoas" é que é necessário ouvir sindicatos e organismos.

Em Fevereiro, o Governo já publicou um primeiro decreto sobre o assunto, com as linhas gerais da nova política dos suplementos. O diploma previa que fosse publicado um segundo decreto, mais concreto, no prazo de 60 dias, que já foi largamente ultrapassado. Leite Martins desvalorizou os prazos, referindo que estes são "ordenadores".

Durante uma audição na Assembleia da República, anterior a estas declarações públicas, a deputada Mariana Aiveca, do Bloco de Esquerda, tinha dado conta de rumores que apontariam para a aprovação do diploma esta quinta-feira, pedindo esclarecimentos ao Governo. Aos jornalistas, Leite Martins não confirmou nem desmentiu, mas nas explicações aos jornalistas referiu que "antes de ser aprovado em Conselho de Ministros"  o diploma "ainda terá de ser dialogado com os sindicatos".

Questionado sobre se o processo avança nesta legislatura, o secretário de Estado não deu garantias. "Não lhe posso dizer". "O trabalho está muito adiantado. Precisa é naturalmente de uma decisão política ao mais alto nível" em Conselho de Ministros, concluiu.

 * Ninguém tem coragem para reformar verdadeiramente o Estado!


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 III - GRANDES EXPLORADORES
 3-FRANCIS DRAKE

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.



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HOJE NO
 "DESTAK"

Arraiolos avança com candidatura dos tapetes a Património da Humanidade

A Câmara de Arraiolos assinala, na sexta-feira, a conclusão do dossiê de candidatura dos Tapetes de Arraiolos a Património Cultural Imaterial da Humanidade para entregar, depois, à comissão nacional da UNESCO, revelou hoje a autarca local. 
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"A candidatura tem estado a ser trabalhada entre a Turismo do Alentejo e o município e, na sexta-feira, a Entidade Regional de Turismo vai entregar-nos o respetivo dossiê", disse à agência Lusa Sílvia Pinto, presidente da Câmara de Arraiolos, no distrito de Évora.

Este "patamar" é assinalado no dia em que começa na vila o certame "O Tapete Está na Rua", dedicado precisamente ao Tapete de Arraiolos, com festa e animação até ao dia 10 deste mês. 

*  A tapeçaria arraiolense é de grande beleza

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JOSÉ EDUARDO MARTINS

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O Úbere da modernidade

A facilidade com que nos expomos a algoritmos que não percebemos faz de nós vulneráveis, para começar, a quem quer que nos queira como alvos de comércio. Os anúncios das redes sociais já direcionados para a nossa página são um pequeno exemplo do que aí vem.
É o computador/telefone que temos no bolso. Pensava eu, até perceber que nem isso percebo. Segundo alguns especialistas, até este supercomputador do bolso de trás pode ficar desactualizado em menos de uma década e a computação ser, afinal, a alma de quase todos os objectos que nos cercam no dia a dia.

Em todo o caso, seja ou não pelo aparelho que antes servia para falar é a portabilidade da tecnologia que permite tornar acessíveis velhas necessidades de forma inovadora, mas sobretudo inventar, ao lado, um conjunto de novas necessidades e a respectiva solução, atraindo-nos cada vez mais para dentro de um qualquer ecrã táctil.

No dia 12, no Porto, a Fundação Manuel dos Santos, pondo Huxley no cartaz, promove uma conferência que pergunta se o futuro chegou cedo demais - "…vezes sem conta na História o avanço tecnológico mudou as condições sociais, e de repente as pessoas encontram-se em situações que não antecipam e fazer todo o tipo de coisas que afinal nunca quiseram fazer"… dizia o autor de "Um Admirável Mundo Novo".

Eventualmente teremos nós chegado cedo demais ao futuro, mas esta revolução não vai parar, só acelerar.

Vai trazer novos problemas e agudizar outros que nada têm de novo : a segurança na transmissão de informação e privacidade estão evidentemente à cabeça dos bens em risco. A espionagem como a conhecemos dos romances mudou de método e de personagens.

A facilidade com que nos expomos a algoritmos que não percebemos faz de nós vulneráveis, para começar, a quem quer que nos queira como alvos de comércio. Os anúncios das redes sociais já direcionados para a nossa página são um pequeno exemplo do que aí vem. Mas, atrás disso vem também a quase completa perda de privacidade de que a regulação possível devia ser uma primeiríssima necessidade política, aliás, em plena discussão na América que acaba de proibir o acesso massificado aos dados dos nossos telefones.

Até porque, em vez de evitar estes assuntos, é melhor partir da premissa que quem tem no bolso um aparelho que permite saber, bisbilhotar e comprar já não vai deixar de o fazer. Sei pouco de tecnologia, mas conheço alguma coisa dos homens. E não é preciso grande análise sociológica sobre à geração Y, ou às outras…, para perceber que desde que a comodidade seja possível o cliente aparece sempre.

Mas há que reconhecer que se há muito que pode ser regulado é da natureza da própria inovação quebrar fronteiras e fazer as outras ciências, como o Direito, acompanhá-las. E, também, que a realidade nem sempre precisa de ajuda. Enfim, seria essa normalmente a convicção de um liberal. E se eles por aí se anunciaram.

É o caso, por exemplo, desta bizarra discussão que ontem parece ter começado a privar os consumidores de utilizar uma das mais úteis ferramentas deste novo mundo digital. A possibilidade de transporte terrestre a partir do telefone através da plataforma UBER.

Se o serviço é prestado por contratados em veículos licenciados para transporte terrestre e motoristas profissionalmente habilitados, se a actividade é coberta por seguro e paga impostos, que aconteceu aqui? E se a regulamentação desta concorrência, dito de outro modo, a sua actualização ao que o mundo já permite é urgente, onde está o Governo que nos vinha educar a preferir sempre a liberdade de escolha?

As máquinas fotográficas ou as fotocopiadoras extinguiram-se por efeito da tecnologia, mas quando a possibilidade de conseguir alojamento ou transporte ameaça desalojar monopólios instalados aí, a uns quantos, parece que mesmo bom era voltar ao telefone preto, com a rodinha e o sarro, um por bairro na mercearia, e esperar que a filha da D. Rosa volte do Brasil.

Esta disputa é mesmo um bom exemplo. Por cá mudam mais os problemas que as atitudes…

Advogado

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
02/06/15

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526.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO
 "i"

Segurança privada. 
Ministério da Economia contrata 
empresa com 28 acções judiciais

Diversas empresas interpuseram em tribunal uma providência cautelar contra a decisão do concurso público.
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O Ministério da Economia contratou para diversos dos seus organismos, desde institutos públicos e ASAE até direcções-gerais, empresas privadas de segurança que não cumprem os requisitos definidos pelo próprio governo e tão- -pouco pela Autoridade para as Condições do Trabalho.

Algumas decisões acabaram em tribunal, depois de diversas empresas envolvidas no concurso público terem decidido interpor uma providência cautelar no seguimento dos resultados.

* Isto pode dar um "basqueiro"....

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O MEU INSTRUMENTO



9-BERIMBAU



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FONTE: TRAMA RADIOLA




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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74.O MELHOR
 DA ARTE

07.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES


ALMADA 

NEGREIROS



 NA PRIMEIRA PESSOA/2


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Fonte: RTP


José Sobral de Almada Negreiros GOSE (Trindade, São Tomé e Príncipe, 7 de Abril de 1893 — Lisboa, 15 de Junho de 1970) foi um artista multidisciplinar português que se dedicou fundamentalmente às artes plásticas (desenho, pintura, etc.) e à escrita (romance, poesia, ensaio, dramaturgia), ocupando uma posição central na primeira geração de modernistas portugueses . 


Almada Negreiros é uma figura ímpar no panorama artístico português do século XX. Essencialmente autodidata (não frequentou qualquer escola de ensino artístico), a sua precocidade levou-o a dedicar-se desde muito jovem ao desenho de humor. Mas a notoriedade que adquiriu no início de carreira prende-se acima de tudo com a escrita, interventiva ou literária. 


Almada teve um papel particularmente ativo na primeira vanguarda modernista, com importante contribuição para a dinâmica do grupo ligado à Revista Orpheu, sendo a sua ação determinante para que essa publicação não se restringisse à área das letras. Aguerrido, polémico, assumiu um papel central na dinâmica do futurismo em Portugal: "Se à introversão de Fernando Pessoa se deve o heroísmo da realização solitária da grande obra que hoje se reconhece, ao ativismo de Almada deve-se a vibração espetacular do «futurismo» português e doutras oportunas intervenções públicas, em que era preciso dar a cara" . Mas a intervenção pública de Almada e a sua obra não marcaram apenas o primeiro quartel do século XX. Ao contrário de companheiros próximos como Amadeo de Souza-Cardoso e Santa-Rita, ambos mortos em 1918, a sua ação prolongou-se ao longo de várias décadas, sobrepondo-se à da segunda e terceira geração de modernistas. 


A contundência das suas intervenções iniciais iria depois abrandar, cedendo o lugar a uma atitude mais lírica e construtiva que abriu caminho para a sua obra plástica e literária da maturidade. Eduardo Lourenço escreve: "Estranho arco de vida e arte o que une Almada «Futurista e tudo», Narciso do Egipto da provocante juventude, ao mago hermético certo de ter encontrado nos anos 40, «a chave» de si e do mundo no «número imanente do universo»" . 


Almada é também um caso particular no modo como se posicionou em termos de carreira artística. Esteve em Paris, como quase todos os candidatos a artista então faziam, mas fê-lo desfasado dos companheiros de geração e por um período curto, sem verdadeiramente se entrosar com o meio artístico parisiense. E se Paris foi para ele pouco mais do que um ponto de passagem, a sua segunda permanência no estrangeiro revelou-se ainda mais atípica. Residiu em Madrid durante vários anos e o seu regresso ficou associado à decisão de se centrar definitiva e exclusivamente em Portugal. 


Ao longo da vida empenhou-se numa enorme diversidade de áreas e meios de expressão – desenho e pintura, ensaio, romance, poesia, dramaturgia… até o bailado –, que Fernando de Azevedo classifica de "fulgurante dispersão"5 . Sem se fixar num domínio único e preciso, o que emerge é sobretudo a imagem do artista total, inclassificável, onde o todo supera a soma das partes. Também neste aspeto Almada se diferencia dos seus pares mais notáveis, Amadeo de Souza-Cardoso e Fernando Pessoa, cuja concentração num território único, exclusivo, foi condição necessária à realização das obras máximas que nos deixaram como legado. 


Personalidade incontornável, a inserção de Almada Negreiros na vida e na cultura nacionais é extremamente complexa; segundo José Augusto França, dele fica sobretudo a imagem de "português sem mestre" e, também, tragicamente, "sem discípulos".
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"WIKIPÉDIA "

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HOJE NO
 "A BOLA"


FIFA
Departamento de Justiça dos E.U.A. 
revela confissões de Chuck Blazer
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Segundo o jornal online italiano, ´Football Italia´, Chuck Blazer, antigo Vice-Presidente Executivo da Federação de Futebol dos Estados Unidos confessou que ele e outras pessoas no Comité Executivo da FIFA concordaram com subornos para os Mundiais de 1998 e 2010.

O FBI utilizou Chuck Blazer como informador para a grande investigação que está a decorrer na FIFA.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelou um documento de 20 páginas com alguns dos testemunhos de Chuck sobre a organização que controla o futebol mundial, tais como:

«Eu e outros sobre o Comité Executivo da FIFA concordou em aceitar subornos em conjunto com a seleção da África do Sul como o país sede para o Mundial de 2010».

«Durante a minha associação com a FIFA e a CONCACAF, entre outras coisas, eu e outros concordámos que eu ou um conspirador iríamos cometer pelo menos dois atos de extorsão».

«Entre outras coisas, eu concordei com outras pessoas ou em torno de 1992, para facilitar a aceitação de um suborno em conjunto com a seleção do país sede para a Copa do Mundo de 1998.

«A partir de 1993 e continuando até o início dos anos 2000, eu e outros concordaram em aceitar subornos (...) sobre os direitos de transmissão para as ´Gold Cups´ de 1996, 1998, 2000, 2002 e 2003».

«(...) concordámos em aceitar subornos em conjunto com a seleção da África do Sul para ser o país sede para o Mundial de 2010».

Hoje fontes do FBI confirmaram que a investigação também inclui o processo de atribuição do Mundial de 2018 para a Rússia e de 2022 para o Qatar.

* As férias são uma boa altura para que tudo fique mais claro e Blatter atrás de grades.

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ALCIONE

FAZ UMA LOUCURA POR MIM

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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

Deco preocupada com aumento 
do crédito ao consumo devido 
ao endividamento das famílias

A Deco manifestou "alguma preocupação" com o aumento do crédito ao consumo, que regressou aos níveis de 2011, devido ao grande endividamento das famílias e às "muitas dificuldades" que ainda enfrentam.
 
O jornal Público avança na edição de hoje que o montante dos novos créditos ao consumo concedidos aos particulares regressou em março a valores próximos dos registados no início de 2011, poucos meses antes da entrada da ‘troika’.

Os dados mais recentes do Banco de Portugal, relativos a março, mostram que nesse mês foram atribuídos empréstimos no valor de 272 milhões de euros, neste segmento

Em declarações à agência Lusa, a coordenadora do Gabinete de Apoio ao Sobre-endividado (GAS) da Deco, Natália Nunes, disse ver estes dados com “alguma preocupação”, porque “é reconhecido que as famílias têm uma taxa de endividamento bastante elevada” e continuam confrontadas com muitas dificuldades.

O facto de estarem a assumir mais créditos, “nomeadamente crédito ao consumo, pode ser visto como algo preocupante”, sustentou Natália Nunes.

“Apesar de estes números hoje conhecidos poderem antever que há uma melhoria da situação das famílias, por isso estão a recorrer mais ao crédito, os dados que temos do GAS permitem-nos afirmar o contrário”, disse a responsável.

Segundo Natália Nunes, o número de famílias que pediu ajuda este ano à associação de defesa do consumidor (cerca de 7.500 ) é semelhante ao de 2014 e “em número muito superior ao verificado em 2012 e 2013”.

No primeiro trimestre deste ano, 30% dos casos abertos pelo GAS foram motivados pelo desemprego e pela deterioração da situação profissional, 8% devido a divórcio/separação, 12% devido a penhora, 10% por causa da alteração do agregado familiar, 7% por doença e 3% fiadores.

Estas famílias “continuam sem capacidade de conseguir recuperar financeiramente a sua situação”, lamentou.

Natália Nunes apelou aos portugueses que ponderem antes de fazer um crédito para evitar “dissabores no futuro”, aconselhando-os a “olhar para as prestações que já têm com crédito”.
“Se essas prestações já tiverem um peso de 35% a 40% no seu rendimento mensal devem aguardar e não devem contratar crédito”, explicou.

A coordenadora do GAS observou que um dos efeitos que esta crise teve foi o de “alertar as pessoas para a necessidade de terem alguns cuidados no recurso ao crédito”. “Acreditamos que o estão a fazer de forma mais responsável”, declarou.

Essa responsabilidade estende-se às instituições de crédito, que têm sido “mais restritivas na concessão de créditos por causa dos níveis do crédito malparado”.

Os dados divulgados pelo Público referem que, face a 2014, o ritmo de crescimento dos empréstimos continua a ser acelerado (30,7%), impulsionado pelo segmento do crédito automóvel.

O jornal adianta que “os bancos estão a antecipar um aumento da procura de crédito, não apenas pelas empresas, mas também pelos particulares, apesar de a maioria dizer que vai manter os critérios de concessão dos empréstimos, que ficaram mais apertados nos últimos anos”.

* A DECO não podia ter mais razão, país que consome e não produz vai à falência, estamos em ano de eleições e este aumento de consumo é aproveitado pela maioria para "lavar" a cara, em 2016 voltará a agonia de maiores restrições.

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MERGULHO


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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Futebol europeu supera 
20 mil milhões de euros

Relatório da Deloitte destaca o crescimento das cinco maiores Ligas. 

Segundo o estudo "Annual Review of Football Finance" da consultora Deloitte, o mercado europeu de futebol superou "os 20 mil milhões de euros em 2013/14" sob maior influência exercida pelo "crescimento das cinco principais Ligas europeias" - alemã, espanhola, francesa, inglesa e italiana -", cada qual com receitas recorde pelo terceiro ano seguido. 
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Os 20 clubes ingleses da Premier League contribuem para cerca de 20% do mercado europeu - aliás, o crescimento das receitas em 29% (879 milhões de euros) na Premier League reforçou-a como a que tem "maior volume de receitas do mundo", com um total de 3,9 mil milhões de euros, à frente da Bundesliga. Os direitos de transmissão aumentaram 48% e o contributo dos novos contratos, nacionais e internacionais, para o crescimento da Liga situou-se em três quartos.

"Cada uma das cinco principais ligas atingiu receitas recorde pelo terceiro ano consecutivo", sintetiza Dan Jones, 'partner' da consultora na área de 'Sport Business", "voltando a demonstrar que o melhor futebol ao vivo se mantém como conteúdo 'premium' para as estações de TV e que os parceiros comerciais estão disponíveis para pagar mais com o intuito de se associarem aos clubes que lideram na Europa, considerando o seu perfil global."

Jones acrescenta, referindo-se à questão dos direitos TV: "Em 2013/2014 o clube da Premier League que arrecadou menos com as receitas televisivas ganhou mais que todos os outros clubes europeus, excepto os cinco maiores da Europa. Considerando os recentes anúncios sobre os acordos comerciais de transmissão dos maiores clubes, a expectativa é que a Premier League ultrapasse a Bundesliga em termos de receitas comerciais e passe a liderar, a nível mundial, nas três principais categorias de receitas a partir de 2014/2015", complementa.

No caso da Liga alemã é o oitavo ano seguido que se verifica um aumento de receitas, facto que lhe permite consolidar o segundo posto no volume de receitas: 2,3 mil milhões após o crescimento de 257 milhões (mais 13%). Em espanha, as receitas dos clubes aumentaram 3% (65 milhões) para um total de 1,9 mil milhões de euros, centrando-se o maior contributo entre Real Madrid e Atlético Madrid, uma vez que "as receitas agregadas dos outros 18 clubes" desceram face ao ano anterior.

Em Itália registou-se um "aumento marginal de 22 milhões (1%) para os 1,7 mil milhões de euros", panorama que não disfarça a "dependência das receitas dos direitos de transmissão própria do futebol italiano que, com 59% das receitas cumulativas, representa o maior contributo de uma só fonte de receita entre as cinco principais ligas".

Em França, o aumento das receitas situou-se nos 201 milhões (mais 15%) para um total de 1,5 mil milhões de euros sob forte incremento do Paris-Saint Germain, cujas receitas cresceram 75 milhões. Os estádios franceses também registaram a maior média de assistência (21 mil espectadores) desde 2008/09, mas as receitas por jogo só aumentaram 4% (cinco milhões) até aos 144 milhões de euros, cabendo 44% desse número ao PSG.

Também no capítulo dos rácios salários/receitas houve melhoria, pois, pela primeira vez, desde 2006/07, "cada uma das cinco principais ligas referiu um número igual ou inferior a 70% e, em média, menos de um terço de crescimento da receita em 2013/14 foi canalizado para ordenados". Só a Liga espanhola não melhorou no rácio salários/receitas: Bundesliga, 49%; Premier League, 58%; Ligue 1, 64%; Série A, 70%; Liga Espanhola, 57%. Num plano global, o rácio baixou para os 59%, "o menos elevado desde 99/00".

'Senior consultant' da Deloitte no sector de 'Sports Business', Adam Bull explica: "Os regulamentos de fair- play financeiro da UEFA, juntamente com as medidas de controlo de custos em determinadas ligas europeias, parecem influenciar o modo como os clubes afectam os aumentos das receitas, direccionando-os menos para os gastos salariais. Nas últimas duas épocas, apenas 31% das receitas provenientes do crescimento das cinco principais ligas da Europa foram gastos em salários, enquanto nos dois anos que os precederam o número era de 61%."

Enfim, segundo o relatório, "a Premier League registou um resultado operacional de 734 milhões de euros em 2013/2014, tendo sido quase o triplo do recorde estabelecido em 2012/2013 pela Bundesliga, com 19 dos 20 clubes a registarem um resultado operacional positivo e tendo a margem operacional da Premier League atingido os19%. A Bundesliga também reportou um resultado operacional positivo, apesar de ter caído 5% (14 milhões de euros) para os 250 milhões de euros face à época passada".

O estudo da consultora deixa ainda outras conclusões: "Os novos acordos de direitos de transmissão das duas maiores ligas Europeias fizeram as receitas desta categoria subir 18% para os 5,4 mil milhões de euros, e contribuíram em 48% para o total de receitas das cinco principais ligas. Cada uma delas revelou as condições da renegociação destes acordos até pelo menos 2016/2017 e que fazem antever que a importância deste nível de receitas irá continuar.
As receitas provenientes de patrocínios e outas fontes comerciais aumentaram 18% e atingiram os 4 mil milhões de euros, a segunda maior categoria de receitas agregadas, com 35%; As receitas por jogo cresceram 4% na época 2013/2014 e geraram 1,9 mil milhões de euros entre as cinco principais ligas. 

A mudança no sentido da comercialização colectiva dos direitos de transmissão a partir de 2016/2017, permitirá à Liga espanhola assegurar uma distribuição mais equitativa das receitas de transmissão entre os clubes."

* Em tão grande negócio a corrupção marca presença.

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Registo Civil de Beja

O Registo Civil de Beja 
recebeu o seguinte requerimento

Beja, 5 de Fevereiro 2006.
Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau me tem deixado embaraçada em várias situações. Desde já agradeço a atenção despendida.

Peço deferimento,

Maria José Pau.


Em resposta, recebeu a seguinte mensagem:

Cara Senhora Pau:

Sobre a sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de lhe
dizer que a nova legislação permite a remoção do Pau, mas o processo é complicado e moroso.
Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a remoção é
mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do cônjuge se não quiser. Se o Pau for do seu pai, torna-se mais difícil, pois  o Pau a que nos referimos é de família e tem sido utilizado há várias gerações.
Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a remoção do Pau torná-la-ia diferente do resto da família.
Cortar o Pau do seu pai pode ser algo muito desagradável para
ele. Outro senão está no facto do seu nome conter apenas nomes próprios, e poderá ficar esquisito, caso não haja nada para colocar no lugar do Pau.
Isto sem mencionar que as pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau do seu marido.

Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora
colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau pode ser escondido, pois poderia assinar o seu nome como 'Maria P. José'.

A nossa opinião é a de que o preconceito contra este nome já
acabou há muito tempo e visto que a senhora já usou o Pau do seu marido por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais. Eu mesmo possuo Pau, sempre o usei e muito poucas vezes o Pau me causou embaraços.


Atenciosamente,

Bernardo Romeu Pau Grosso
Registo Civil de Beja

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Lojas de vestuário escondiam tráfico

Operação levou ao desmantelamento de rede de tráfico de droga.

Mais de 80 mil doses de haxixe, canábis, armas ilegais, dois automóveis e uma caravana apreendidas e quatro detenções. 
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Foi este o resultado de uma investigação de sete meses do núcleo de Investigação Criminal da GNR de Loulé que levou ao desmantelamento de uma rede de tráfico de droga. O principal suspeito tinha lojas de roupa no Algarve que, segundo a GNR, usava para manter a aparência de que tinha um negócio legal.

O tráfico de droga estendia-se ainda ao distrito de Setúbal e à Costa Vicentina. Desde novembro de 2014 que a GNR seguia os passos do cabecilha do grupo, que foi desmantelado no passado domingo. O homem, de 36 anos, era um empresário com lojas de roupa em Olhão e Loulé, que mantinha abertas, apesar do fraco movimento. "Desenvolvia uma atividade normal no ramo do vestuário que servia de fachada", explicou ao CM o major Paulo Santos, comandante da GNR de Loulé.

Foi detido, juntamente com o primo, de 35 anos, e mais dois suspeitos, entre os 20 e 30 anos, enquanto se desenrolava mais uma venda de droga, em Quarteira. Foram feitas três buscas no Algarve e uma em Santiago do Cacém, mas a maioria da droga (80 850 doses de haxixe), foi descoberta dentro de uma caravana, estacionada numa garagem de um condomínio fechado, em Quarteira.

* E se a GNR tivesse melhores instalações e mais meios de intervenção outro galo cantaria.

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INVENÇÕES
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HOJE NO
 "OBSERVADOR"


Sabe quais são as 10 marcas em
 que os portugueses mais confiam? 
Há três nacionais

Trata-se de um ranking, o Repuation Index, elaborado pela Marktest. Ouve mais de duas mil pessoas. E no final há confirmações, mas também algumas surpresas nacionais. 
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Olá, Mercedes, Nestlé, BMW, Compal, Luso, Danone, Audi, Mimosa e Milka. São estas as dez marcas que têm maior reputação junto dos consumidores portugueses, de acordo com o estudo divulgado esta quarta-feira pela Marktest, o Marktest Repuation Index 2015. E três são portuguesas: Compal, Luso e Mimosa.
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Para elaborar o índice de reputação, a Marktest entrevistou 2005 indivíduos com mais de 15 anos, residentes em Portugal continental, através de um software de responsabilidade da Marktest, entre 17 de abril e 6 de maio de 2015. Foram avaliadas 23 categorias, que correspondiam a cerca de 138 marcas.

No decorrer do ranking, a Marktest pode analisar quais as marcas que se destacam em cada um dos atributos  que compõem o índice: admiração, família, confiança, imagem positiva ou WOM (forma como se ouve falar de uma marca) positivo . Conheça aquelas em que os portuguesas mais confiam, as que mais admiram e as que são mais familiares.


As 10 marcas de maior confiança: 
Mercedes 
Olá 
Nestlé 
BMW 
Compal 
Luso 
Audi 
Danone 
Mimosa 
Milka 

As 10 marcas mais admiradas: 
Olá 
Nestlé 
Compal 
Luso 
BMW 
Mercedes 
Audi 
Danone 
Mimosa 
Milka 

As 10 marcas mais familiares: 
Olá 
Nestlé 
Compal 
Luso 
Danone 
Mimosa 
TAP Portugal 
Super Bock 
Continente 
Mercedes 

* De salientar que as marcas de automóveis são todas alemãs.

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