terça-feira, 2 de junho de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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SEXMARKETING















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ACIDENTE NA SUÉCIA


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GRANDES LIVROS/7
AUTORES PORTUGUESES


2-APARIÇÃO



VERGÍLIO FERREIRA


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* Uma extraordinária produção da RTP/2




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Crise económica aumentou risco de exploração laboral severa em Portugal

Os testemunhos recolhidos em Portugal pela Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais referem que a exploração laboral, incluindo a escravatura, estará a aumentar em Portugal.
As situações que envolvem exploração laboral, incluindo escravatura, estarão a aumentar em Portugal e Espanha, de acordo com os testemunhos recolhidos em Portugal para um estudo sobre exploração laboral, publicado esta terça-feira, 2 de Junho, pela Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais (FRA).
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De acordo com os testemunhos recolhidos em Portugal, "a exploração laboral e situações que envolvem escravatura parecem estar a aumentar em Portugal e Espanha. Este aumento está particularmente relacionado com o aumento da agricultura nalgumas áreas do país e com a necessidade de mão-de-obra sazonal", descreve o relatório.

"A exploração laboral ainda é um fenómeno escondido, invisível. Os interesses políticos e económicos favorecem esta invisibilidade, particularmente em tempos de crise", acrescentam os autores.

Os participantes referiram que a coordenação entre as organizações responsáveis nem sempre é eficaz. "Sem todas as organizações a puxarem para o mesmo lado não faremos qualquer progresso", disse um dos participantes, citado no relatório.

De acordo com a agência Lusa, o estudo divulgado esta terça-feira refere que o sector da agricultura, silvicultura e pescas é aquele onde existe maior risco de exploração laboral. No caso de Portugal, depois da agricultura surgem os da construção e o das actividades ligadas a serviços de alojamento e alimentar.

A agência recomenda que os serviços inspectivos tenham "meios suficientes". A Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) perdeu um quinto dos inspectores em três anos e, mesmo depois do reforço anunciado pelo Governo, tem vindo a reclamar mais meios. Paralelamente, os inspectores protestam por estarem a assumir tarefas que habitualmente não desempenhavam.

* E o sr. ministro Mota da lambreta anda satisfeitíssimo.


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3-UNDER THE DOME
(DEBAIXO DO CAPACETE)


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*  “Under The Dome" é um documentário conciso sobre a poluição na China esse "portento de desenvolvimento", realizado por Chai Jing. Infelizmente não existem episódios legendados ou dobrados para português, as legendas em língua inglesa são acessíveis. .

** Com "DEBAIXO DO CAPACETE" queremos significar um tecto baixo de nuvens de substâncias poluentes. 
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*** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "DESTAK"


António Costa considera "dramática" situação do emprego em Portugal

O secretário-geral do PS desvalorizou a ligeira redução da taxa de desemprego em Portugal, considerando a situação "dramática" e que falar-se em boas notícias é "tão mau" como a ideia do primeiro-ministro de "final feliz" pós-resgate financeiro.
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DE VISITA À BOLSA DE EMPREGO
António Costa falava aos jornalistas após ter participado na Assembleia da República numa conferência promovida pela Associação Nacional de Freguesias (Anafre), e depois de ser confrontado com os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), segundo os quais a taxa de desemprego em abril recuou 0,2 pontos percentuais face a março, para 13 por cento.

"Falar-se de boas notícias é quase tão mau como a ideia do primeiro-ministro [Pedro Passos Coelho] que isto é um final feliz. Isto é um final muito triste pela situação dramática em que o país está", declarou o líder socialista. 

* António Costa tem razão, não pode esquecer-se  que o drama começou com os 150 mil empregos de José Socrates.

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III-CIDADES 
OCULTAS

1-GUERRA

SUBTERRÂNEA

   VIETNAME

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "i"

Gigante das estradas e da ferrovia 
abriu hoje oficialmente as portas 

Nova empresa tem uma divida de nove mil milhões de euros


A Infra-estruturas de Portugal (IP), que juntou a Refer e as Estradas de Portugal (EP), abriu hoje oficialmente as portas, com uma dívida financeira que vale cerca de nove mil milhões de euros. A nova empresa também será a maior em termos de activos, que totalizam 27 mil milhões de euros.
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A nova empresa, criada pelo actual governo, tem como principal desafio conseguir a sustentabilidade económica e financeira do sector das infra-estruturas ferroviárias e rodoviárias, que continua a ser deficitário. António Ramalho, o novo presidente do Consellho de administração, tem tido contactos com diversos bancos de investimento para estudar um novo modelo de financiamento alternativo à dependência do Estado.

A IP tem um capital de 2 556 milhões, que provêem da incorporação da Estradas de Portugal pela Refer, que passou a sociedade anónima. A sede será na praça da portagem (ao lado da ponte 25 de Abril), em Lisboa, onde já era a sede da Estradas de Portugal.
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A rede de estradas explorada directamente pela actual Estradas de Portugal tem 13 664 quilómetros, havendo mais 1600 concessionados a privados, como a Ascendi, que reforçou a sua capacidade financeira ao associar-se à Ardian.

A rede nacional de caminho-de-ferro tem 3 619 quilómetros, mas apenas 70% está operacional e tem tráfego.

* Quanto maior a nau, maior a tormenta e o saque ao cidadão, somos nós que vamos pagar os nove mil milhões de euros de dívida.

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CLÁUDIA SEMEDO

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Na mesma situação, 
eu sou o outro

As únicas guerras que valem a pena são as que travamos internamente na conquista do contacto com a nossa essência, a caminho do nosso desenvolvimento pessoal.

Escrevo-me de onde sou e na certeza de que a minha verdade não reclama mais do que assume ser. Não se tratando de uma afirmação de humildade mas sim de uma convicção, partilho-a por dizer muito da minha posição perante o posto que assumi neste Ano Europeu para o Desenvolvimento.

Apresento-me. Desde o momento em que me consciencializei da minha existência que me sei factor permanente em todas as equações cujo resultado seja a discussão.
Algumas mais dramáticas, o lado artístico revelou-se muito cedo em mim, outras, na sua maioria, debates acesos pelo fervor da busca incessante pelo que é justo, pelo conhecimento ou pela defesa da validade das minhas experiências.
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Nunca gostei de barulho mas nunca o temi ou driblei quando surgiu no meu caminho.
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Falava, mesmo quando não era solicitada a minha opinião, se a conversa afectasse as minhas escolhas ou perturbasse a minha concepção do mundo e intervinha se presenciasse comportamentos abjectos.
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Nunca alinhei. Vivia num mundo muito meu mas sentindo-me e sendo parte integrante de um mundo comum. Nem mais, nem menos. A idade, a origem, o género, o cargo, a capacidade de reter datas e factos, os apelidos, o número de dígitos das contas bancárias ou os canudos nunca tiveram em mim senão o peso da presença traduzida em carne e osso nas acções.
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Sempre tive voz e fiz-me ouvir por acreditar que sou a melhor advogada que as minhas ideias poderão contratar.
Sou a terceira e última da dinastia, justamente feminina, Ferreira Semedo. Quatro anos distanciam o meu do nascimento da primogénita. Partilhávamos aposentos. Estava montado o cenário perfeito para a guerra. E ela foi declarada. Várias vezes. E eu sempre presente, sempre a minoria (a aliança deu-se pela semelhança de interesses da superioridade etária).
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Aos gritos, puxões de cabelo, impropérios proferidos e às lágrimas os nossos progenitores respondiam com paciência e sabedoria. Nunca se posicionavam perante as apresentações inflamadas dos temas que provocavam a disputa antes reforçavam a importância do respeito pelo outro e tornavam-nos responsáveis pelo restabelecimento da paz. A mais profunda. A de espírito.
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E ali ficávamos horas a fio, barriga com barriga, olhos nos olhos, a sentir a respiração do inimigo, o calor da pele e os contornos dos umbigos. Todo o arremesso fazia ricochete. Gritar não fazia sentido. A raiva era a primeira a ceder e o orgulho, cavalheiro, acompanhava-a. O cansaço acomodava-se, o bom senso impunha-se e ela, a outra, a boa, ia-se instalando lentamente, entre tímidos retrocessos e corajosos avanços. Com o tempo, as guerras foram-se aquietando e o diálogo, a única arma fornecida pelos nossos soberanos para a resolução das contendas, revelou-se eficaz no encontro das nossas diferenças.
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À semelhança da paz, este processo instalou-se em mim. Não tendo perdido a matriz do eterno questionamento e a firme necessidade de testar ao limite os meus argumentos, atrofiei o músculo gatilho para o ataque às ameaças às minhas ideias, vontades e convicções. Rapidamente percebi que as mesmas não precisam de defesa e que, a cada teste, fortalecem ou dão lugar a outras que me traduzem melhor. Com a mesma velocidade descobri que o único intuito desejável numa discussão é a aprendizagem, o auto conhecimento e o crescimento e esses só se dão quando nos disponibilizamos a ouvir. As únicas guerras que valem a pena são as que travamos internamente na conquista do contacto com a nossa essência, a caminho do nosso desenvolvimento pessoal. E de repente, quando eliminamos os medos e as inseguranças, estamos mais próximos de nós e estamos mais próximos do outro. Entre nós só as circunstâncias. Na mesma situação, eu sou o outro. Instalado este pressuposto e assumido o compromisso com a verdade e com a justiça, o mundo será outra coisa, todas as vidas valerão o mesmo e as intenções que as constituições, convenções e declarações defendem serão efectivamente direitos pois, aí sim, serão inalienáveis.
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Seremos a paz, a segurança e desenvolvimento que procuramos.

Embaixadora do Ano Europeu para o Desenvolvimento

IN "PÚBLICO" 
31/05/15
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525.UNIÃO


EUROPEIA



DEMITIU-SE 


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HOJE NO
 "A BOLA"


Participação à PGR por 
«comportamento reprovável» 
da Federbet
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A Liga anunciou esta terça-feira, através de comunicado, ter apresentado uma participação junto da Procuradoria da República na sequência das notícias relativas a alegada viciação de resultados no futebol português, nomeadamente no jogo entre Benfica e Penafiel, realizado a 9 de maio no Estádio da Luz, que terminou com vitória dos encarnados por 4-0.
Comunicado na íntegra:

No seguimento das notícias veiculadas hoje pela imprensa, que teve como fonte a Federbet, a qual trabalha para algumas casas de apostas na monitorização de apostas, a qual é uma mera pessoa coletiva de direito privado e não um organismo que vigia as apostas online como se uma entidade oficial e de polícia se tratasse, importa esclarecer o seguinte:

A Federbet tem vindo a oferecer, sem sucesso, os seus serviços à Liga Portugal e aos seus associados por quantias absolutamente incomportáveis. A fórmula que tem vindo a utilizar é um meio de pressão absolutamente repudiável: que ao invés de denunciar às autoridades competente, de forma reservada, sem clamor social, a suspeição de comportamentos criminais, opta por lançar a suspeição pública, sem qualquer pudor, sobre os nossos clubes e as nossas competições desportivas. O exemplo de hoje é claramente a demonstração dessa atuação.

Importa também deixar bem claro que o problema das apostas ilegais é um tema demasiado sensível para a Liga Portugal o ignorar, daí que temos vindo a desenvolver, juntamente com a FPF, contactos com o Departamento da Polícia Judiciária que investiga este tipo de criminalidade, no sentido não só de prevenir este tipo de criminalidade, mas também de estabelecer canais expeditos de denúncia.

Ainda da FPF temos recebido todo o apoio nesta matéria através de uma Empresa concorrente à Federbet que trabalha com a UEFA, mas que ao contrário daquela, fá-lo de forma reservada e sem lançar suspeições públicas que podem causar um dano irreparável na imagem dos clubes e das pessoas que neles trabalham, como agora vimos acontecer em relação à denúncia apresentada pela Federbet, cujos serviços tem, insistentemente, tentado vender à Liga Portugal sem sucesso.

Importa ainda registar que as denúncias públicas feitas anteriormente pela Federbet levaram a Liga Portugal a participar à Procuradoria-Geral da República os factos por elas relatados, cujo inquérito criminal veio a ser arquivado no passado mês de Maio, no entanto a imagem negativa que as referidas denúncias provocaram nas Competições oficiais da Liga e nos seus clubes jamais serão repostas.

Daí que a Liga Portugal apresentará ainda hoje uma participação junto da Procuradoria da República dando conhecimento das notícias publicadas mas também do comportamento reprovável da Federbet e que mais uma vez repudiamos!

* Fica a informação.

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35-BEBERICANDO

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 SHOT MEDUSA


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  3- CORAÇÕES


E MENTES


A GUERRA DO VIETNAME


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

África perde anualmente 60.000 milhões de dólares por causa da corrupção

A corrupção dos políticos e dos empresários custa anualmente 60.000 milhões de dólares ao continente africano, o que equivale a 4% do seu Produto Interno Bruto (PIB), denunciou a ONU em Dacar, Senegal.
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"Esta tragédia não pode continuar sem pôr em causa as bases do Estado de Direito e pôr em perigo a paz, a segurança e a estabilidade dos países africanos", assegurou o diretor para África do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD), Abdoulaye Mar Dièye.

O responsável pelo PNUD falava durante uma reunião de ministros da Justiça dos 15 países da África Ocidental.

O Presidente do Senegal, Sacky Mall, anfitrião do encontro, afirmou que África "não é o continente da corrupção, que é um fenómeno global".

"É uma praga, um cancro de que não se salva nenhum Estado, nenhuma sociedade humana, nenhuma instituição governamental ou não governamental", disse.

Para o chefe de Estado senegalês, a corrupção torna impossível atingir os objetivos do desenvolvimento económico e social do continente africano.

Os participantes no encontro definiram um roteiro para combater a corrupção, nomeadamente através da prevenção e do reforço do Estado de Direito.

* Não pelas mesmas razões concordamos com o presidente senegalês, África importou o que de pior havia no Ocidente e na Ásia, esta importação é secular, o ocidente escolheu uns fantoches como testas de ferro e mantém o negócio que lhe convém.
É confrangedor que um continente pátria de Mandela, o melhor ser humano do séc XX, seja o covil de energúmenos como Obiang, Mugabe e ZEDU.

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Zeca Pagodinho

Quando A Gira Girou

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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Quinta da Marinha dá ao BPI 88 moradias para pagar dívida de 18 milhões

Miguel Champalimaud, dono da Quinta da Marinha Aldeamentos Turísticos, chegou a um acordo com o seu maior credor, o BPI0.64%, para pagar uma dívida de 18 milhões de euros. O acordo foi feito na Justiça e pretende resolver uma dívida que já tinha entrado em crédito malparado e impedir a falência da empresa de imobiliário. A notícia é avançada pela Rádio Renascença.

Nos últimos três anos, uma das empresas do ícone imobiliário nacional passou por graves dificuldades financeiras.
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Esta é uma das nove empresas que fazem parte da holding do império residencial criado por um dos irmãos Champalimaud, descendentes de Carlos Montez Champalimaud - a Quinta da Marinha Aldeamentos Turísticos (QMAT). No início deste ano, a dívida total era superior a 24 milhões de euros.

Só um acordo após "longas negociações", assinado no final da semana passada, com o BPI, principal credor da empresa, levou à salvação da QMAT. Mas neste documento, que  resolve as dívidas deste projecto imobiliário, o banco liderado por Fernando Ulrich decidiu assinar por entender que isso levará à recuperação desta unidade e também porque ajudará a que "outras sociedades do Grupo Quinta da Marinha" possam regularizar e reestruturar passivos perante o banco. A dívida ascendia a mais de 18 milhões de euros.

O banco disse à Rádio Renascença que os activos desta empresa do grupo são também garantias hipotecárias de outras sociedades da Quinta da Marinha para com o BPI.

Esta instituição financeira atribuiu ao lote de 88 moradias - ainda em fase de infraestruturação -, que a Quinta da Marinha acordou passar para a propriedade do banco, no valor de quase 16 milhões de euros. Ou seja, o BPI assume, à cabeça, uma perda de dois milhões de euros. Ainda assim, as avaliações feitas em 2013 davam conta de que uma venda imediata se faria por 17 milhões de euros.
A QMAT, liderada por Miguel Sommer Champalimaud, que acumula também a presidência do grupo, nasceu com o objectivo de desenvolver dois aldeamentos turísticos, divididos em dois lotes, um com 88 moradias e outro com 60, ou seja, "148 moradias turísticas unifamiliares".

Em declarações escritas à Renascença, o advogado da Quinta da Marinha, Paulo Neves Antunes diz que o acordo alcançado pelas partes é positivo. Caso contrário, "não teria sido celebrado e muito menos apresentado no âmbito de um PER como o que foi aprovado".

Os outros credores da QMTA eram a SGPS do grupo e o Estado, a quem a empresa deve mais de dois milhões de euros, mas a quem contesta a validade desta dívida.

À Quinta da Marinha Aldeamentos Turísticos resta agora o lote 7 como único activo, que se destina à construção de 60 moradias.

* Quando se tem mais olhos que barriga...


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  Vodafone Rally de Portugal

2015  

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Sindicatos da PSP pedem "célere intervenção" do primeiro-ministro

O pedido de intervenção a Pedro Passos Coelho foi feito pela Fenpol.

A Federação Nacional dos Sindicatos de Polícia (Fenpol) pediu esta terça-feira "uma célere intervenção" do primeiro-ministro, junto do Ministério da Administração Interna, devido à forma como estão a decorrer as negociações do estatuto com os sindicatos da PSP.

O pedido de intervenção a Pedro Passos Coelho foi feito pela Fenpol, num ofício entregue esta terça-feira à tarde na residência oficial do primeiro-ministro, após esta estrutura, que congrega dois sindicatos da PSP, se ter reunido com a ministra Anabela Rodrigues.

O presidente da Fenpol, Pedro Magrinho, disse à agência Lusa que saíram da reunião "desagradados" com a ministra, acusando Anabela Rodrigues de falhar no processo negocial e de não aceitar que o estatuto profissional contemple matérias importantes para os polícias, como férias, horários de trabalho e reconhecimento da condição policial e de profissão de desgaste rápido. 
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No ofício enviado ao primeiro-ministro, a que Lusa teve acesso, a Fenpol refere que há um "retrocesso de todo um trabalho feito ao longo de meses em torno de um futuro estatuto profissional, liderado, na altura, por Miguel Macedo". "O documento apresentado pela ministra Anabela Rodrigues, quando comparado com o anterior projeto, não passa de um mero rascunho", lê-se no documento, que sublinha ficar "muito aquém das expectativas dos polícias.

A Fenpol realça que as relações entre o Ministério da Administração Interna (MAI) e os sindicatos estão "a agudizar-se", considerando que o atual gabinete da ministra "é profundamente desconhecedor da especificidade das matérias em discussão", além de ter uma "diminuta capacidade negocial e de celeridade da decisão". 

* Tínhamos alguma esperança na nova titular do MAI, ainda lhe damos o benefício da dúvida, não basta ser honesta e inteligente para desempenhar um  cargo tão sensível.


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 O QUE NÓS


  "FESTEJAMOS"!!!




O primeiro número da ONDA POP explica quase tudo, os primórdios, os conceitos, a paginação e artigos publicados demonstram o trabalho destes rapazolas nos idos de 60.

No sábado 30/05 foi para o ar o nº33 da edição impressa, e continua  a narrativa sobre Jorge Montenegro,um músico, grande, multifacetado falecido recentemente. Chamamos especial atenção para o tema "SUNRISE" da sua autoria. 

RINGO STARR o Beatle que segundo John Lennon era o grande disciplinador da banda, quem diria, e o grande elemento de coesão que permitiu estarem juntos mais tempo do que o previsto. Na ONDA POP pode ouvi-lo em RORY AND THE HURRICANES.

CILLA BLACK merece nesta página destacada memória.
Atenção à GALA OTI e à classe única dos BEES GEEs.

Atenção à GALA POP ROCK ANOS 60, dia 30 de Maio no Cartaxo.

No sábado passado, por sugestão da ONDA POP, fomos assistir à gala referida em título viemos de papo cheio.
Um desfile de "idosos" impressionante de qualidade e juventude.
Ficámos estupefactos com as vozes dos vocalistas dos ODISSEIA, GUITARRAS DE FOGO e DISCOVERS.
Os OLD BLUES BAND honraram, e que bem, o enorme B.B.KING.
Emocionámo-nos com as interpretações vulcânicas de VITOR GOMES, o primeiro grande rockeiro português, para que conste.
Enorme mérito para ANTÓNIO JOSÉ PORTELA, o organizador, que nos brindou com 4 horas de excelente música.

A "ÉPOCA DE OURO DO ROCK" continua a desfilar na passerele da "ONDA POP" que em boa hora o João Pedro e o Zé Couto trouxeram para a web,se alguém quiser contribuir com assuntos não se acanhe.

A "ONDA POP" está cheia de informação verdadeira, bem elaborada e metódica, sem folclores, sinceros parabéns.

Neste blogue, na coluna da direita tem um link directo.
OBRIGATÓRIO IR VER!!!
ABJEIAÇOS

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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Quem são os europeus impedidos
 de entrar na Rússia? 

Chamam-lhe lista negra e proíbe vários políticos europeus de entrarem na Rússia. Tem 89 nomes, alguns deles eurodeputados, membros de Governo ou líderes de instituições.

Britânicos, alemães, gregos ou espanhóis. Há 89 pessoas detentoras de cargos políticos na Europa que estão impedidas pela diplomacia de Putin de entrar na Rússia. A lista completa foi divulgada por uma cadeia de televisão finlandesa e mostra que para além de eurodeputados como o líder do grupo liberal Guy Verhofstadt, há também personalidades como o britânico Andrew Parker, diretor do MI5 – serviços secretos do Reino Unido -, que não podem viajar para Moscovo.
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A lista publicada pelo Governo russo e entregue às diplomacias de vários países europeus não inclui qualquer português, mas conta com dois espanhóis: Ramón Luis Valcárcel e José Ignacio Salafranca Sánchez-Neyra. Valcárcel é presidente da comunidade autónoma de Murcia e é antigo presidente do Comité das Regiões, enquanto Sánchez-Neyra é eurodeputado do Partido Popular espanhol.

Esta lista é uma retaliação às sanções impostas às trocas comerciais com a Rússia e aos impedimentos colocados a oligarcas e políticos russos de entrar na UE devido às suas ações na guerra da Crimeia.
Um dos países com maior número de pessoas impedidas de entrar na Rússia é a Polónia, que viu alguns territórios serem anexados pela União Soviética e onde a classe política mais se opõe ao domínio da política externa da Rússia. No total há 20 polacos impedidos de entrar no país, como o major general Andrzej Falkowski, atual representante da Polónia junto da NATO, ou a eurodeputada Anna Elzbieta Fotyga, do partido conservador Justiça e Liberdade.

Outra figura europeia de destaque proibida de entrar na Rússia é o ex-líder do partido liberal britânico Nick Clegg, que integrou a coligação de Governo com David Cameron até ao início deste mês. Também o alemão Uwe Corsepius, secretário-geral do Conselho da União Europeia, está impedido de entrar no espaço russo. O francês Henri Malosse, presidente do Comité Económico e Social também integra esta lista.

* Razões para não constar nenhum português nesta lista:
- Portugal não tem qualquer importância
- Nenhum representante português nas instâncias internacionais ousou enfrentar o novo regime soviético.
** Eis a lista que o neo-Politburo da nova URSS elaborou:

1 Solvita ABOLTINA  - LETTLAND
 2 Thomas ARENKIEL - DÄNEMARK
3 Lena ADELSOHN- LILJEROTH  - SCHWEDEN
4 Petras AUSTREVICIUS  LITAUEN
5 Johannes Cornelis Van BAALEN - NIEDERLANDE
6 Louis BONTES - NIEDERLANDE
7 Bogdan BORUSEWICZ - POLEN
8 Jerzy BUZEK  - POLEN
9 Karl-Georg WELLMANN - DEUTSCHLAND
10 Guy Verhofstadt  - BELGIEN
11 Zbigniew WLOSOWICZ - POLEN
12 Inese VAIDERE MdEP - LETTLAND
13 Edmundas VAITEKUNAS - LITAUEN
14 Ilian VASILEV - BULGARIEN
15 Ramon Luis VALCARCEL SISO - SPANIEN
16 Odd Sven-Eric WERIN - SCHWEDEN
17 Gediminas GRINA -  LITAUEN
18 Philip DUNNE - GROSSBRITANNIEN
19 Mark DEMESMAEKER - BELGIEN
20 Lene DESPERSEN  - DÄNEMARK
21 Marek ZENISEK Abgeordneter der Abgeordnetenkammer
22 Roberts ZILE MdEP - LETTLAND
23 Katrin SUDER - DEUTSCHLAND
24 Sandra KALNIETE - LETTLAND
25 Daniel CARLSEN - DÄNEMARK
26 Meelis KIILI - ESTLAND
27 Nick CLEGG - GROSSBRITANNIEN
28 Daniel COHN-BENDIT - FRANKREICH
29 Stanislav KOZIEJ - POLEN
30 Anna Maria CORAZZA BILDT - SCHWEDEN
31 Gunnar KARLSON - SCHWEDEN
32 Tunne KELAM - ESTLAND
33 Iulian CHIFU - RUMÄNIEN
34 Pawel KOWAL - EU-Ukraine, POLEN
35 Tiberiu-Liviu CHONDON - RUMÄNIEN
36 Uwe CORSEPIUS - DEUTSCHLAND
37 Andrius KUBILUS - LITAUEN
38 Robert KUPIECKI - POLEN
39 Radoslav KUJAWA - POLEN
40 Vytautas LANDSBERGIS - LITAUEN
41 Ryszard ANTONI LEGUTKO - POLEN
42 Bernard-Henri LEVY - FRANKREICH
43 Eva LIDSTRÖM ADLER - SCHWEDEN
44 Adam LIPINSKI - POLEN
45 Edward McMILLAN- SCOTT - GROSSBRITANNIEN
46 Henri MALOSSE - FRANKREICH 
47 Theodore MARGELLOS - GRIECHENLAND
48 Per STIG MOLLER - DÄNEMARK
49 Marek Henryk MIGALSKI - POLEN
50 Karl MÜLLNER - DEUTSCHLAND
51 Jovita NELIUPSIENE - LITAUEN
52 Kristina OJULAND - ESTLAND
53 Andres PARVE - ESTLAND
54 Andrew PARKER - GROSSBRITANNIEN
55 Bernd POSSELT - DEUTSCHLAND
56 Artis PABRIKIS - LETTLAND
57 Arturas PALAUSKAS - LITAUEN
58 Agniezska POMASKA - POLEN
59 Marietta DE POURBAIX-LUNDIN - SCHWEDEN
60 Urmas REINSALU - ESTLAND
61 Malcolm RIFKIND - GROSSBRITANNIEN
62 Andrew ROBATHAN - GROSSBRITANNIEN
63 Bruno LE ROUX - FRANKREICH
64 José Ignacio SALAFRANCA SANCHEZ-NEYRA - SPANIEN
65 Jacezk SARYUSZ- WOLSKI - POLEN
66 Magnus Söderman - SCHWEDEN
67 Michiel SERVAES - NIEDERLANDE
68 Marek SIWIEC - POLEN
69 Arnold SINISALU - ESTLAND
70 John SAWERS - GROSSBRITANNIEN
71 Riho TERRAS - ESTLAND
72 Arthur TIGANIK - ESTLAND
73 Eugen TOMAC - RUMÄNIEN
74 Marek TOMASZYCKI - POLEN
75 Robert WALTER - GROSSBRITANNIEN
76 Andrzej FALKOWSKI - POLEN
77 Anna Elzbieta FOTYGA - POLEN
78 Michael FUCHS - DEUTSCHLAND
79 Stefan FÜLE - TSCHECHIEN
80 Rebecca HARMS - DEUTSCHLAND
81 Heidi Anneli HAUTALA - FINLAND
82 Gheorghe HATEGAN - RUMÄNIEN
83 Gunnar HÖKMARK - SCHWEDEN
84 Maciej HUNIA - POLEN
85 Nicolas HOUGHTON - GROSSBRITANNIEN
86 Ryszard CZARNECKI - POLEN
87 Adrian CIOROIANU - RUMÄNIEN
88 Karel SCHWARZENBERG - TSCHECHIEN
89 Jaromir STETINA - TSCHECHIEN 



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