quinta-feira, 28 de maio de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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. 39-ACIDEZ 
FEMININA
SABIA QUE EXISTE 

O DIA DO SEXO




A IMPRESCINDÍVEL TATY FERREIRA


* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL


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QUE REMÉDIO



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SOPHIA






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HOJE  NO
"A BOLA"

FIFA
Blatter proibido de sair da Suíça 
até estarem concluídas as investigações

Sepp Blatter não pode abandonar a Suíça enquanto estiverem a decorrer as investigações por corrupção na FIFA, avança hoje o Daily Mail. O atual presidente deste organismo, já com 79 anos, cancelou um ato público e vai ser ouvido hoje pela polícia.
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Ontem, as autoridades helvéticas procederam à detenção de sete membros do mais alto organismo do futebol mundial num hotel de luxo, onde irá decorrer, amanhã, as eleições para a presidência da instituição.

O ministério da Justiça dos Estados Unidos, em cooperação com a polícia da Suíça e do FBI, recusa declarar inocente o presidente da FIFA, de acordo com informações do jornal britânico. A «corda começa a esticar-se», e a polícia suíça ordena que Blatter e outros funcionários da FIFA não abandonem o país, até se concluírem as pesquisas. 

* Aguardemos os desenvolvimentos.

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XXIX- O UNIVERSO


MISTÉRIOS DA CIÊNCIA


3- O FIM DO UNIVERSO




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.



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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

BE/Açores 
critica demora na transferência 
da sede da Atlânticoline para o Faial

O Bloco de Esquerda, nos Açores, criticou hoje a demora da empresa pública de transporte marítimo de passageiros, Atlânticoline, em cumprir a resolução do parlamento açoriano de instalar na ilha do Faial a sua sede social.
 
“Esta foi uma resolução da Assembleia Legislativa Regional de 2014. Passado um ano ainda nada foi feito”, afirmou a deputada bloquista Lúcia Arruda, numa conferência de imprensa na cidade da Horta, para fazer um balanço no final da visita oficial à ilha.
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A deputada e coordenadora do BE/Açores referiu que a resolução parlamentar previa, ainda, a fusão das empresas Transmaçor e Atlânticoline e em resposta a uma pergunta do BE o Governo Regional ficou a saber que a fusão “em termos jurídicos estava operacionalizada e estavam a seguir-se os tramites para a transferência da sede social” de Ponta Delgada para a Horta.

Em março, o Conselho do Governo Regional dos Açores aprovou a fusão das duas empresas públicas que, no arquipélago, asseguram o transporte marítimo de passageiros e viaturas (Atlânticoline e Transmaçor).

Segundo o comunicado com as conclusões do Conselho do Governo Regional essa fusão será feita através da incorporação da Transmaçor na Atlânticoline, tendo o executivo dado "orientação ao conselho de administração" para que a sua sede social passe para a Horta, ilha do Faial, tal como prevê uma recomendação aprovada por unanimidade pelo parlamento dos Açores.

Lúcia Arruda estranhou, ainda, que o PS/Açores tenha ido buscar um quadro partidário e ex-presidente da Câmara Municipal da Lagoa, em S. Miguel, para dirigir a Atlânticoline, questionando se não haveria ninguém nas ilhas do triângulo (Faial, Pico e S. Jorge) “com capacidade e conhecimento” para exercer o cargo.

Quanto ao futuro centro internacional de ciências do mar e alterações climáticas a instalar no Faial, e que foi a única proposta bloquista aprovada em sede do Plano e Orçamento da região, Lúcia Arruda disse que o BE continua à espera de uma resposta do Governo Regional quanto ao desenvolvimento desse projeto.

“Fizemos uma pergunta ao senhor secretário do Mar para saber em que ponto estavam as negociações com o Governo da República. Já passaram seis meses do Plano e Orçamento e não tivemos resposta, o que quer dizer que o Governo Regional não está a fazer nada nesse sentido, o que é lamentável”, afirmou Lúcia Arruda, acrescentando que esse um “projeto estruturante e fundamental”.

Na visita oficial de dois dias ao Faial a dirigente bloquista reuniu com várias instituições locais, entre elas a Cáritas Faial, Junta de Freguesia de Pedro Miguel, Câmara do Comércio e Indústria da Horta e União de Sindicatos da Horta.

Além de apontar exemplos do que considerou ser um “completo esquecimento” de investimentos públicos no Faial, tais como a segunda variante da Horta, as Termas do Varadouro ou a ampliação da pista do aeroporto, Lúcia Arruda manifestou preocupação com as crescentes dificuldades socio económicas dos faialenses, referindo, por exemplo, que a Cáritas local acompanha mais de 1.000 pessoas há mais de dois anos.

Na sexta-feira, a única deputada do BE na Assembleia Legislativa dos Açores reúne com várias entidades representativas da sociedade da ilha do Pico.

* - Oh senhora deputada, nos Açores, das belas ilhas de bruma, a vida é devagar, devagarinho e parada, são os nativos que o dizem.


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 3- A HISTÓRIA ÍNTIMA DA 
FRANÇA SOB A OCUPAÇÃO NAZI



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Processo de venda das obras de Miró
 é alvo de inquérito crime

DIAP de Lisboa investiga saída ilegal de obras do País e ausência de processo de classificação.

O Ministério Público abriu um inquérito crime ao processo de venda das 85 obras de Joan Miró que já levou, por duas vezes, ao cancelamento do leilão em Londres. 
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A investigação está a cargo do Departamento de Acção Penal (DIAP) de Lisboa e resulta de uma queixa-crime apresentada por particular. 

Na mira da Justiça está a saída ilegal dos 84 quadros e uma escultura para fora de Portugal na primeira tentativa de venda, bem como o procedimento de inventariação e classificação prévio à venda das obras que se encontram, actualmente, no cofre-forte da CGD.  

* Quando a impunidade em Portugal for drasticamente reduzida o povo estará melhor.

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DANIEL ADRIÃO

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Do homo economicus 
ao homo miserabilis

Mais do que um programa político, a actual maioria de direita pôs em prática um programa ideológico. Uma estratégia preparada e executada com enorme frieza e que teve como objectivo transformar Portugal num laboratório de experimentação social segundo a fórmula neoliberal. O objectivo era criar um novo homo economicus, mas a experiência correu mal e degenerou num homo miserabilis. O feitiço virou-se contra "o aprendiz de feiticeiro".

Ninguém até agora revelou inside information tão preciosa e credível sobre os planos e os agentes que estiveram por detrás da intervenção da troika em Portugal como o militante do CDS António Lobo Xavier. Aconteceu há sensivelmente dois anos, mais precisamente no dia 16 de Maio de 2013, no programa Quadratura do Círculo. Lobo Xavier revelou, de viva voz, a estratégia oculta que determinou o pedido de resgate, ao reconhecer que a "fina" Sra. Merkel não queria que Portugal assinasse um Memorando de Entendimento e se sujeitasse à intervenção externa de uma troika de credores, abrindo caminho a um protetorado financeiro que «saía fora de controlo».

Vale a pena transcrever textualmente as palavras de Lobo Xavier, porque elas constituem, em si mesmo, um precioso testemunho histórico à cerca do plano maquiavélico que esteve subjacente ao pedido de resgate e à entrada da troika em Portugal em 2011.

Diz Lobo Xavier: «No princípio a Sra. Merkel não queria uma intervenção concertada, regulada, com um memorando. A Sra. Merkel não queria este aparato formal de memorandos, com regras, promessas, compromissos e tudo medido à lupa. Não queria. A Sra. Merkel não queria. Veja em Espanha, não há problema nenhum. Estão numa situação de resgate, na verdade. E não há problema nenhum. Não há avaliações, não há ameaças, não há cumprimentos, não há nada». E Lobo Xavier prossegue o seu relato pungente, perante o olhar incrédulo do então colega de debate semanal e actual líder do PS António Costa: «Este formato saiu do controlo. A Sra. Merkel não queria. E porquê? Porque tudo o que seja formatar e pôr funcionários a cumprir regras e palavras escritas em papel duro, a negrito, tira sempre margem de flexibilidade. E depois, por muito que as pessoas queiram flexibilizar e não cumprir regras e assobiar para o lado, estão as coisas no papel. Isto saiu do controlo, este formato saiu do controlo». E prosseguiu na sua explicação: «É muito difícil ser flexível. E temos de passar por este calvário porque as coisas não se podem resolver num gabinete com pequenas conversas. Tem este aparato público, tem textos, tem instituições que se controlam umas às outras. Isto sai fora do controlo dos próprios mandantes. Se isto fosse controlado apenas com conversas na Comissão, ou com conversas no Banco Central Europeu, ou mesmo no gabinete da chanceler, isto corria de outra forma.». Ao longo da sua confissão, Lobo Xavier não mostra ter dúvidas sobre quem são, de facto, os responsáveis pela entrada da troika em Portugal, em resultado de uma acção, que reconhece, foi concertada e desencadeada «pelo PSD e também pelo CDS», e que o levam a concluir, que o primeiro-ministro se comportou como um "aprendiz de feiticeiro".     

Curiosamente, dois anos depois, o vídeo no Youtube com as abrasivas declarações de Lobo Xavier tem escassos milhares de visualizações, o que diz muito da incompetência do PS na desconstrução da narrativa fabricada pela direita sobre a intervenção estrangeira e que tem constituído o principal lead do seu guião político em defesa da inevitabilidade das políticas de austeridade.

Recorde-se que tudo começa quando o PSD e o CDS, com a cumplicidade da esquerda fixista e radical, decide chumbar o último dos PEC, que tal como os anteriores havia sido negociado com o apoio da Sra. Merkel. A seguir, os deuses conspiram de forma a provocar uma tempestade perfeita: agências de rating, banqueiros, parceiros sociais, jornalistas, comentadores e oposição formam uma frente comum a favor da intervenção externa. O pressionável ministro das Finanças Teixeira dos Santos não resiste e precipita-se a anunciar o pedido de resgate, contra a vontade da Sra. Merkel e do próprio primeiro-ministro José Sócrates, que ainda acreditava numa solução na 25ª hora. Traído e vencido pelas circunstâncias, não resta alternativa a Sócrates senão "mandar a toalha ao chão" e formalizar dois pedidos: o pedido de resgate e o pedido de demissão. Abrindo, assim, caminho para a direita concretizar um velho sonho que perseguia desde os tempos de Sá Carneiro: "uma maioria, um governo, um presidente".

A chegada da troika oferecia à coligação de direita o argumentum ad metum (argumento pelo medo) que Passos Coelho necessitava para levar por diante um dos mais radicais planos neoliberais que há memória na Europa continental. A estratégia de intimidação da opinião pública tinha atingido tais proporções, que Passos Coelho até se pôde dar ao luxo de proclamar como grande desígnio nacional, quase em tom épico, ir além troika.

O objectivo era pôr em marcha um plano de austeridade cego, que o mago das Finanças Vitor Gaspar jurava ter propriedades expansionistas. Neste cenário dantesco, o FMI e o BCE eram peças imprescindíveis na tarefa de ajudar o governo a executar o seu plano de "ajustamento", não apenas económico, mas também social, prosseguindo um projecto ideológico, que buscava uma alteração profunda das estruturas da sociedade e a execução de um plano de reengenharia social. O objectivo era expurgar o país de quaisquer resquícios de "hedonismo" e formatar os portugueses de acordo com um modelo de racionalidade económica baseado no sacrifício, na modéstia e na frugalidade, gerando um novo espécime humano: o homo economicus. Um tipo de português que devia adquirir hábitos espartanos e viver de acordo com as suas possibilidades, naturalmente, cada vez mais exíguas.

Segundo a visão linear dos ideólogos do neoliberalismo lusitano, depois de um regime que durante meio século pregou as virtudes da poupança, do "pobre mas honrado" e dos "cofres cheios", chegou o regime do despesismo, do "bodo aos pobres" e do "fartar vilanagem". Estavam, pois, criadas as condições para fazer a defesa de um regresso aos valores pátrios inscritos na cartilha conservadora, revista e actualizada à luz da doutrina neoliberal. Na mesma linha ideológica do célebre discurso do "back to basics", do ex-primeiro-ministro conservador da era pós-Thatcher, John Major, que em 1993, afirmou: «É tempo de regressar aos valores tradicionais, é tempo de ir "back to basics": da autodisciplina e do respeito pela lei, da consideração pelos outros, de aceitar as nossas próprias responsabilidades e as das nossas famílias e de não as empurrar para cima do Estado.».

O resultado da "diabolização" do Estado e da crença cega no individualismo e na auto-suficiência, conduziu a um mundo cada vez mais iníquo e desigual. Um por cento da população mundial está muito perto de ter mais dinheiro e riqueza do que os restantes 99%. E o mais chocante é que essa diferença agravou-se em 50% desde 2010.

Portugal infelizmente não fugiu a esta regra. O fosso entre ricos e pobres em Portugal aumenta há cinco anos consecutivos. Segundo dados da Cáritas, há hoje em Portugal 3 milhões de pobres. E segundo dados do INE, há 4 milhões e trezentos mil portugueses que vivem em privação material severa, isto é, não conseguem, por exemplo, pagar rendas em atraso, manter a casa aquecida ou fazer uma refeição de carne ou de peixe de dois em dois dias.

Moral da história dos últimos 4 anos de governo de direita: o feitiço neoliberal virou-se contra o "aprendiz de feiticeiro" e o homo economicus degenerou no homo miserabilis. 

* Militante do PS e promotor do Manifesto "Primárias já!". 
É Especialista em Comunicação.

IN "SÁBADO"
26/05715

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520.UNIÃO


EUROPEIA





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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Dinheiro de finalistas ajuda
 docente com cancro 

Estudantes doaram à diretora da escola o dinheiro angariado.

Os finalistas da escola secundária Profile, em Bethlehem, no estado norte-americano de New Hampshire, decidiram doar o dinheiro angariado para a viagem de finalistas à diretora da escola, a quem foi diagnosticado cancro. 
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Courtney Vashaw ficou em lágrimas quando os alunos a surpreenderam com o gesto. "Decidimos não ir à viagem este ano e doar tudo à sua causa", disse um dos alunos à professora, que não queria aceitar o presente. "É muito difícil aceitar ajuda, não sei o que dizer", reconheceu Courtney, uma semana depois de ter informado os alunos que sofria de um cancro raro.

Os estudantes tinham planeado visitar uma quinta no estado de Nova Iorque e ficar lá quatro dias, mas acabaram por doar quase 8 mil dólares (7300 euros) para ajudar às despesas com os tratamentos da diretora.

A decisão foi tomada depois de uma votação, que terminou de forma unânime. "Ela é muito carinhosa, muito altruísta, e nós também quisémos ser altruístas", explicou um dos alunos à televisão local. Agora, os alunos querem continuar os seus esforços de angariar fundos e vão fazer uma viagem mais curta. 

* A solidariedade é muito bonita.

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A PEQUENA LITUÂNIA ENFRENTA
O GIGANTE GAZPROM



* Uma produção "EURONEWS"

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2 - DICIONÁRIO 

   
DE ECONOMÊS

RATING



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Equipa de cientistas da Universidade 
de Lisboa identifica nova droga 
proibida pela primeira vez

Uma equipa da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em colaboração com a Polícia Judiciária, identificou uma nova substância psicoativa proibida em pós brancos apreendidos em Portugal.

Pela primeira vez em Portugal, uma equipa de cientistas identificou uma nova droga proibida. A equipa da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em colaboração com o Laboratório de Polícia Científica da Polícia Judiciária, identificou a substância psicoativa 4F-PBP, em pós brancos apreendidos no País, divulgou, em comunicado, a instituição de ensino.
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A 4F-PBP é uma nova droga proibida, não listada nas Convenções das Nações Unidas sobre Estupefacientes e Substâncias Psicotrópicas, e “pode constituir uma ameaça à saúde pública, comparável à das substâncias constantes das referidas convenções”, lê-se no comunicado.

Trata-se de uma droga sintética, pertencente à família das catinonas, e encontrava-se misturada com o hidrato de carbono mio-inositol, um excipiente utilizado no fabrico de medicamentos e já anteriormente encontrado em misturas com cocaína.

O trabalho desenvolvido pela equipa de investigadores da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, liderada por Helena Gaspar, investigadora do Centro de Química e Bioquímica desta faculdade, foi publicado recentemente na revista da especialidade Forensic Science International.

A investigação desenvolvida e os resultados obtidos no âmbito desta parceria serão discutidos num workshop a ter lugar no próximo dia 3 de junho de 2015, no auditório do novo edifício-sede da Polícia Judiciária, em Lisboa.

* Os traficantes estão cada vez mais sofisticados. 
Os cientistas portugueses continuam no cume da ciência mundial.

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Logotipos de patrocinadores foram
. modificados em protesto contra a
. exploração de trabalhadores no Qatar

Ilustradores utilizaram uma rede social para mostrar o seu protesto. Modificaram logotipos de alguns patrocinadores do Mundial 2022 para alertar para a exploração na construção dos recintos.

Numa altura conturbada para a FIFA com dirigentes e ex-dirigentes a enfrentarem acusações de corrupção, alguns ilustradores não querem deixar esquecer outra questão que envolve o organismo que tutela o futebol mundial.


A construção dos estádios para o polémico Mundial do Qatar em 2022 (que também está sob suspeita na investigação de corrupção), já terá provocado a morte a mais de 1200 trabalhadores e a Amnistia Internacional alertou para as condições que violam os direitos humanos.
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Os trabalhadores enfrentam temperaturas superiores a 40 graus, trabalham 12 horas por dia, sete dias por semana. A Amnistia Internacional revelou ainda que os trabalhadores vivem em locais deploráveis e são muitas vezes ameaçados, sendo obrigados a entregar os seus passaportes aos empregadores.

O Qatar prometeu mudanças e quatro dos principais patrocinadores - Sony, Adidas, Visa e Coca-Cola - pediram mesmo que as alegações fossem investigadas, mas não retiraram os patrocínios.

Agora os ilustradores aproveitaram os logotipos - que publicaram na rede social Reddit - das empresas para criticar as suas posturas, acusando-os de patrocinar a violação dos direitos humanos no Qatar.

O Mundial do Qatar tem estado sob suspeita, primeiro por alegada corrupção na entrega da organização da prova, mas que uma investigação ilibou. 
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Depois a questão de não ser possível realizar a prova nos meses de junho e julho, como é normal, devido às altas temperaturas, o que levará a uma mudança para o fim do ano, prejudicando a realização dos campeonatos nacionais (principalmente na Europa).

Com as investigações atuais, o Campeonato do Mundo do Qatar deverá novamente ser investigado.

* Com muita frequência temos denunciado, nas páginas deste blogue, a vida de escravatura a que estão submetidos os emigrantes do sector da construção no Qatar.      


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POLE DANCE


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HOJE NO
 "RECORD"

Patrocinadores pressionam FIFA

A Visa e outras empresas como a Adidas e Coca-Cola ameaçaram suspender o contratos de patrocionio que mantêm com a FIFA, devido ao escândalo de corrupção que assola o organismo. 
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Esta contestação dos patrocionadores surge após a notícia de que vários executivos da FIFA estão a ser interrogados pela polícia suiça, devido à atribuição dos mundiais na Rússia e no Qatar em 2018 e 2022, respectivamente.

A Visa surge como uma das vozes mais críticas relativamente ao sucedido, ameaçando "reconsiderar o seu patrocínio" a menos que o orgão que governa o futebol esteja preparado para "tomar medidas rápidas e imediatas" no que toca às acusações que se fazem sentir.

"A Visa tornou-se patrocinadora da FIFA porque o Campeonato do Mundo é um dos poucos eventos desportivos verdadeiramente global, com o poder de unir pessoas de todo o Mundo através de um amor comum ao futebol", pode ler-se no comunicado da Visa, continuando: "O nosso patrocínio sempre incidiu no apoio às equipas, em permitir uma grande experiência aos adeptos e em inspirar várias comunidades a unirem-se em celebração do espírito de competição e realização pessoal - e é importante que a FIFA faça mudanças agora, para que o foco permaneça sobre estes valores." concluiu.
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"Esta longa controvérsia manchou a missão e os ideais do Campeonato do Mundo da FIFA e temos repetidamente expresso as nossas preocupações sobre estas graves alegações", disse a Coca-Cola.

A Adidas referiu igualmente em comunicado, acerca do escândalo de corrupção: "Estamos totalmente comprometidos com a criação de uma cultura que promova os mais altos padrões de ética e conformidade e esperamos o mesmo dos nossos parceiros.".

* Blatter é um predador.



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DOUTRO SÉCULO

SEDUÇÃO












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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Relações sexuais com embaixador 
para entrar em Portugal

O embaixador português em Dacar em 2007 e 2008 foi condenado a quatro anos e meio de prisão por auxílio à imigração ilegal, corrupção passiva, abuso de poder e falsificação de documento.

Em comunicado divulgado esta quinta-feira, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) adiantou que a sentença do Tribunal da Comarca de Lisboa pode ficar suspensa se o embaixador pagar 10 mil euros a associações de imigrantes.
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O DONO DA EMBAIXODA
Além do antigo embaixador António Montenegro, também a encarregada de negócios na embaixada portuguesa na capital do Senegal foi condenada a dois anos e meio de prisão pelos crimes de auxílio à imigração ilegal e abuso de poder, pena que pode ficar suspensa com pagamento de 2500 euros a associações de imigrantes.

O tribunal considerou que os arguidos tiveram "procedimentos ao auxílio efetivo à entrada de imigrantes ilegais em Portugal e na Europa", tendo estas práticas trazido benefícios claros para os arguidos, sobretudo para o antigo embaixador.

Segundo o comunicado do SEF, a investigação a estes crimes, cometidos em 2007 e 2008, foi desencadeada "por um relatório que apontava para desvios à normal tramitação dos processos de visto que corriam termos no respetivo consulado".

Foram feitas buscas à residência oficial e ao escritório do embaixador em Dacar que levaram à apreensão de centenas de processos de vistos suspeitos.

Grande parte dos processos de visto eram recebidos em mão pelo embaixador que os fazia chegar à encarregada de negócios, que, por seu lado, mandava os funcionários da secção consular processá-los em entrevistas prévias aos requerentes, ficando imediatamente a emissão de visto garantida.

Isto originou, refere o SEF, um aumento das recusas de entrada no aeroporto de Lisboa de estrangeiros com vistos emitidos pela embaixada de Dacar, por não cumprirem os requisitos mínimos exigidos.

Os processos tratados pessoalmente pelo embaixador eram-lhe dados por senegaleses com quem mantinha relações pessoais. Estes senegaleses recebiam dos requerentes a vistos "elevadas quantias monetárias".

"Alguns dos processos eram referentes a jovens senegalesas que eram visita frequente da residência oficial do embaixador e com as quais este mantinha relações sexuais", acrescenta o comunicado.

O SEF sublinha que a missão diplomática em Dacar se revestia "da maior importância no que à imigração diz respeito, uma vez que representa Portugal não só para o Senegal mas também para outros países", como Guiné-Conacri, Burkina-Faso, Mali, Mauritânia, Costa do Marfim, Libéria ou Gambia.

* Como é que um representante de Portugal no topo da hierarquia diplomática pode, se pagar 10 mil euros, ficar em liberdade depois de vexar o país desta maneira.


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A polícia na Noruega


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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Fundação Francisco Manuel dos Santos recusa comentar eventual 
processo judicial

O presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos recusou esta quinta-feira comentar o eventual processo judicial de que poderá ser alvo por parte do Hospital de Santa Maria, após a divulgação de um relatório que aponta para corrupção naquela instituição. 
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"Não me vou referir a processos judiciais dos quais não tenho nenhum conhecimento neste momento. Este estudo tinha um objectivo que era estudar a qualidade das instituições portuguesas. Seguiu o método etnográfico, chegou a bom porto, tem as suas conclusões publicadas, acho que se cumpriu a missão", disse Nuno Garoupa.
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O responsável falava aos jornalistas à margem da apresentação, em Lisboa, do estudo "Valores, qualidade institucional e desenvolvimento em Portugal", encomendado pela fundação.

O estudo revela que o Hospital de Santa Maria está minado por uma teia de interesses e lealdades a partidos políticos, à maçonaria e organizações católicas.

O presidente do Hospital Santa Maria, em Lisboa, admitiu hoje processar os autores do estudo encomendado, cuja análise apresenta esta unidade de saúde como estando minada pela corrupção.

Questionado sobre a intenção do Hospital de Santa Maria de processar a Fundação Francisco Manuel dos Santos, Carlos Martins foi peremptório: "Não descarto nenhuma hipótese, nenhuma em absoluto".

Na quarta-feira, a organização Opus Dei desmentiu "categórica e integralmente" as afirmações que constam do estudo de que nos processos de nomeação dentro do Hospital de Santa Maria interferem "dinâmicas externas próprias à sociedade portuguesa - como (...) a Opus Dei".

Nuno Garoupa afirmou que, quer as reacções da Opus Dei, quer do Hospital de Santa Maria "não surpreendem no sentido em que são agentes do espaço público visados no trabalho e é normal que reajam ao trabalho".

"O que não faz sentido é dizer que um estudo ia ser confidencial, a fundação não faz estudos para eles serem confidenciais. O que não quer dizer que as conclusões do estudo tenham de agradar a todos", declarou o responsável,

Rejeitando que haja "censura" no seio da fundação, Nuno Garoupa afiançou que "a fundação não só não faz estudos confidenciais - o que não pode impedir de forma nenhuma - [...] e nunca fez nem nunca faz censura aos estudos encomendados aos autores".

O Hospital de Santa Maria foi a organização mais mal classificada entre as seis analisadas no estudo (Autoridade Tributária, ASAE, EDP, Bolsa de Lisboa, Hospital de Santa Maria e CTT), destacando-se essencialmente na avaliação sobre inovação e flexibilidade tecnológica.

O estudo envolveu vários investigadores e foi coordenado pela professora da Universidade Nova de Lisboa Margarida Marques e pelo professor da Universidade de Princeton Alejandro Portes.

* Os portugueses estão fartos de confidencialidade que apenas serve para proteger quem tem poder. A opus dei pelo menos reclamou, outra famigerada organização, a maçonaria, ficou calada.


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MAIS  PARA  ABANDALHAR
DO QUE
SABER COPIAR












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HOJE NO
 "DESTAK"

Porto nomeia Ana Cláudia Almeida
 para diretora da Movida

O Porto vai ter uma "diretora da Movida", Ana Cláudia Almeida, escolhida para ser "provedora das várias partes em conflito", nomeadamente moradores, comerciantes e público, revelou hoje a autarquia, que leva a proposta à próxima reunião de Câmara. 
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Depois de a Assembleia Municipal ter aprovado, em reunião de 25 de maio, a criação da figura de "diretor da Movida", a câmara prepara-se agora para nomear a antiga assessora da empresa municipal, Ana Cláudia Almeida.

É uma "pessoa que se julga ter especiais qualidades para se constituir mais como provedor das várias partes em conflito - moradores comerciantes e público - do que como polícia da noite", disse à Lusa fonte do gabinete de comunicação da câmara que, garante, ser Ana Almeida " da confiança pessoal de Rui Moreira" 

* Lamentamos que o pindérico nome "movida" tenha sido escolhido para siginificar animação nocturna, "PORTOSENTIDO" ou outro nome  seria melhor escolha. À nova directora desejamos  que "mova" o nome para bem longe e sucesso no desempenho.

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O ESPERTO!!


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HOJE NO
 "i"

Estudo garante que faltam mais de
 450 médicos anestesistas no país

A Ordem dos Médicos denunciou esta quinta-feira que faltam mais de 450 anestesiologistas em Portugal, um número que poderá diminuir em dois terços até 2020 se forem criadas condições para fixar estes especialistas no Serviço Nacional de Saúde (SNS).
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Os números constam do Censos Anestesiologia - 2014, um estudo elaborado pelo colégio de especialidade de Anestesiologia, com o objectivo de conhecer a realidade desta especialidade médica em Portugal, que foi apresentado esta quinta-feira.

Os directores dos serviços de anestesiologia dos hospitais públicos, num total de 52 instituições, afirmam que ao todo existem menos 467 anestesiologistas do que os necessários para cobrir os cuidados anestésicos do país, “valor esse que se prevê possa ser reduzido em cerca de dois terços até 2020”.

No entanto, para alcançar este número, tem que estar reunido um conjunto de premissas: a aposentação dos especialistas aos 66 anos de idade, a entrada na especialidade de 64 internos por ano, a não saída de anestesiologistas dos hospitais do SNS para o estrangeiro ou para os privados nos próximos cinco anos.

Contempladas estas condições, em 2020 haverá “mais 300 anestesiologistas que os atuais 1.254, aumentando assim em cerca de 25% os actuais recursos humanos desta especialidade nos hospitais do SNS”.

O problema é que é precisamente a ausência destas premissas que está a funcionar como um entrave à existência de mais especialistas destes no SNS.

Segundo o bastonário da Ordem dos Médicos, a falta de condições nos hospitais públicos tem levado médicos a saírem às centenas com reformas antecipadas mesmo com penalização.

Além disso, os profissionais são aliciados a ganhar mais no privado, pelo que “é preciso aliciar os profissionais a ficar no SNS, acrescentou, referindo ainda que “é preciso estancar a emigração”.
O responsável sublinhou que o Governo pressiona para haver maior formação de anestesiologistas – o que demonstra consenso sobre o défice destes profissionais – “mas não cria condições competitivas para ficarem no SNS”.

No próximo ano haverá 80 novos anestesiologistas que estão agora a acabar a especialidade, mas “o Estado demora muito a coloca-los no mercado”.

“A máquina governativa e do Estado não é capaz de dar resposta eficaz e urgente” a estes jovens, acrescentou.

O estudo aponta para a necessidade de alargar a área de intervenção de anestesiologistas para além do bloco operatório, principalmente na área da medicina da dor, da medicina de emergência e intensiva, e nos cuidados pós-operatórios.

A mortalidade pós-operatória continua a ser uma importante preocupação de saúde pública, já que 30% a 50% dessas mortes seriam evitáveis, destaca.

Os dados relativos à organização e recursos humanos constantes do estudo referem-se à semana entre 12 e 18 de Maio de 2014, enquanto os resultados operacionais se reportam ao ano 2013.

Neste âmbito, o censos registou 595.185 cirurgias realizadas nas 52 instituições públicas, das quais 82,8% foram programadas e, destas, 43,5% em regime de ambulatório.

Realizaram-se ainda 110.668 procedimentos com anestesia fora do bloco operatório, 279.205 consultas de anestesia (que representam 60% de toda a cirurgia programada) e 99.153 consultas de dor crónica.

Foram ainda identificadas 44.956 analgesias de parto, que corresponderão a cerca de 65% dos partos ocorridos nos serviços de obstetrícia.

O estudo destaca ainda a actual taxa de feminização na área de anestesia (75% são mulheres), em linha com o que se vem verificando em toda a medicina.

* Além do "inconseguimento" do ministério para tentar resolver um problema que deve ter mais  de 20 anos, o estudo revela que são os os três partidos do "covil da governação" os responsáveis por este quase caos na  anestisiologia portuguesa, que sempre teve e tem grandes profissionais.

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