terça-feira, 19 de maio de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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AULA MOTIVADORA


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A caminho das palhinhas













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GRANDES LIVROS/6
AUTORES PORTUGUESES


2-SERMÃO DE 


SANTO ANTÓNIO


AOS PEIXES



PADRE ANTÓNIO VIEIRA

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* Uma extraordinária produção da RTP/2




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Governo discordou de tarifa especial
 para táxis no aeroporto de Lisboa

O Governo discordou da criação de uma tarifa especial proposta pelas associações para táxis que operam no aeroporto, disse hoje o secretário de Estado-Adjunto da Economia, esclarecendo que a taxa que tem sido divulgada é da responsabilidade da ANA-Aeroportos. 
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Em declarações à Lusa, o secretário de Estado Leonardo Mathias explicou que o regime jurídico do setor, de 1998, estabelece que os preços dos táxis são definidos por convenção negociada anualmente entre a Direção-geral das Atividades Económicas (DGAE) e as associações do setor, a Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros (Antral) e a Federação Portuguesa do Táxi (FPT).

Estas tarifas estabelecem todos os anos, por exemplo, o valor da bandeirada, os tarifários de dia e de noite, de chamada, de transporte de animais, e são "um regime universal que se aplica ao país todo".
"A negociação relativamente ao ano de 2015 está neste momento em curso, foi apresentada uma proposta pela Antral e pela FPT que não mereceu a concordância da DGAE e aguardamos a contraproposta", disse.

De acordo com o governante, a proposta da Antral e da FPT "contempla, entre outras coisas, um aumento de 8% nas tarifas", o que não teve a concordância do Governo.

"Num momento em que a inflação é nula neste país, em que o preço do petróleo está a baixar e em que há uma estabilização do consumo privado (...), não foi devidamente justificado um aumento de 8%. E, portanto, neste momento a DGAE não concordou com um aumento de 8%", considerou.
Leonardo Mathias acrescentou que, no âmbito destas negociações, "foram propostas à DGAE também tarifas especiais para [os táxis] operarem em certas zonas, nomeadamente no Aeroporto e no Porto de Lisboa, o que também não mereceu a concordância da DGAE e, portanto, o Ministério da Economia não concordou com a criação de uma tarifa especial".

"Tanto quanto nós sabemos, na DGAE não estamos recetivos à criação de uma tarifa especial para táxis que operam no aeroporto", reiterou, esclarecendo que, caso continue o desacordo quanto a esta convenção que está a ser negociada, "mantém-se a anterior".

Outra situação, segundo o governante, "é a pretensão da ANA em criar uma taxa aplicável ao acesso de táxis ao aeroporto, que é uma matéria que é negociada unicamente entre a ANA e os agentes do setor", a Antral e a FPT.

É esta a taxa única de que se tem falado nos últimos dias e que propõe uma preçário único de 20 euros para as viagens de táxi que tenham início na zona de chegadas do aeroporto da Portela, em Lisboa, e distem menos 14,8 quilómetros, sendo que, a partir de 15 quilómetros, será aplicada a tarifa normal de 47 cêntimos por cada quilómetro percorrido.

"Põe-se uma chancela. Para entrar custa 'x'. Isso é uma taxa da ANA. Não tem nada a ver com uma tarifa. São coisas diferentes", salientou, explicando que "há uma diferença entre tarifas e taxas", sendo a tarifa, a remuneração do setor pela prestação do serviço, a única regulada pelo Estado.

O secretário de Estado esclarece que há ainda uma outra situação a contribuir para "alguma confusão" e que é um regulamento que está em discussão, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa (CML), e que "visa estabelecer os requisitos e condições para os acessos às praças de táxis do aeroporto e do terminal de cruzeiros".

"Esse regulamento só teve duas reuniões e aparentemente nada está decidido", afirmou, destacando que na discussão participam diversas entidades como a CML, o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT), a ANA, a Associação do Porto de Lisboa, a Associação de Turismo de Lisboa, a PSP, a Polícia Municipal, a Antral, a FPT e também a DGAE.

* Temos conhecimento da existência de tarifa especial para táxi em alguns aeroportos internacionais,  Barajas - Madrid, é um deles. 
Somos contra qualquer "imposto" que reverta para a ANA e contra também que o cidadão português que viaja tenha de pagar mais para regressar a casa. Também achamos a tarifa de 20€ elevada.
Por outro lado somos de opinião que  todo o  taxista apanhado a burlar cliente apanhado nos aeroportos e portos  ficaria inibido por cinco anos de frequentar as respectivas praças.


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 1-UNDER THE DOME
(DEBAIXO DO CAPACETE)

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*  “Under The Dome" é um documentário conciso sobre a poluição na China esse "portento de desenvolvimento", realizado por Chai Jing. Infelizmente não existem episódios legendados ou dobrados para português, as legendas em língua inglesa são acessíveis.

** Com "DEBAIXO DO CAPACETE" queremos significar um tecto baixo de nuvens de substâncias poluentes.

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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Passos quer reconduzir governador
. elogiado por banqueiros e atacado 
pela comissão de inquérito

Os principais banqueiros elogiam. Outros optam pelo silêncio. O PCP arrasa. A comissão de inquérito ao BES criticou. Marques Mendes já disse que o primeiro-ministro quer Carlos Costa no poder. Passos Coelho não se compromete. Apenas elogia. 

Carlos Costa vai ser reconduzido como governador do Banco de Portugal? Ainda não há decisão mas as notícias começam a surgir. Na sexta-feira, Pedro Passos Coelho deu uma entrevista elogiosa para o governador mas adiantou não haver decisão. Sábado, o comentador Luís Marques Mendes afirmou que o primeiro-ministro quer a recondução no Banco de Portugal. "Passos Coelho admite manter Carlos Costa", escreveu esta terça-feira o Diário de Notícias.

O gabinete do líder do Executivo não faz comentários. Remete para a entrevista concedida ao Sol na sexta-feira. À pergunta sobre se o Governo vai reconduzir Costa, Passos Coelho respondeu à publicação que a decisão "não esta[va] tomada". "Já vi notícias de que o Governo tinha decidido não reconduzir o governador, e que havia já uma lista com vários nomes. Essa lista não existe. Ainda não falei com a ministra das Finanças sobre essa matéria, mas ela sabe que eu tenho uma visão muito positiva do mandato do actual governador, que não foi escolhido por nós, mas pelo anterior Governo, mas que nem por isso deixou de fazer um bom mandato". Isso mesmo foi repetido pelo gabinete de imprensa de Passos ao Negócios.

"Não há razão para que Carlos Costa seja substituído", declarou Marques Mendes, no habitual comentário da SIC, sábado passado. "Uma bofetada de luva branca aos deputados da maioria" e um "recado à ministra das Finanças", acrescentou. Não foi possível obter uma reacção do Ministério das Finanças.

E porquê essa "bofetada"? Querendo manter o actual governador, cujo mandato termina em Junho, o líder do Executivo vai escolher uma personalidade criticada nas conclusões do relatório final da comissão parlamentar de inquérito à gestão do BES e do GES, da autoria do deputado social-democrata Pedro Saraiva, e que mereceu a aprovação dos dois partidos da maioria e do PS.


Partidos não falam, PCP contra
Uma decisão do primeiro-ministro relativamente ao governador acontece numa altura em que ainda não entrou em vigor a lei elaborada pelos socialistas, aprovada pelo PSD e pelo CDS, para que a nomeação do líder do regulador do sector financeiro seja alvo de uma audição na comissão de orçamento e finanças, do Parlamento, que fará um relatório (não vinculativo) a dirigir ao conselho de ministros sobre o nome proposto pelo Ministério das Finanças.
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Aliás, sem nenhuma confirmação oficial de que Carlos Costa é o nome a propor para continuar à frente dos destinos do Banco de Portugal, os partidos não querem comentar ainda o que são ainda rumores. O gabinete do vice-primeiro-ministro Paulo Portas, também líder do CDS, não comentou. A única força política que se mostrou disponível para fazer declarações foi o Partido Comunista Português.

"Como é que se pode reconduzir um dos protagonistas de um colapso monumental?", questiona Miguel Tiago, referindo-se explicitamente à derrocada do Banco Espírito Santo. "Verificámos que o Banco de Portugal não conhece absolutamente nada do que se passa no sistema financeiro", adiantou.

Embora sublinhe que Carlos Costa não é o único responsável pelo colapso do banco, Miguel Tiago considera que a manutenção no cargo é uma "mensagem muito estranha para os portugueses", dado que "cedeu a pressões" e "não actuou quando era necessário actuar". O deputado comunista sublinha, no entanto, que não é a mudança do governador que vai resolver o problema da supervisão – o de os supervisores estarem "capturados" pelos bancos.

E o que diz a banca?
Em Abril e Maio, realizaram-se as conferências de imprensa de apresentação de resultados dos bancos relativos aos primeiros três meses do ano e o tema da recondução de Carlos Costa foi sempre um assunto em discussão.

"O balanço que fazemos da actividade do governador é positivo", comentou António Vieira Monteiro, presidente do Santander Totta. Antes dele, já Fernando Ulrich e Nuno Amado tinham feito comentários.

"Não vejo porque é que o governador do Banco de Portugal tem de mudar", afirmou Ulrich. "Parece-me uma opção muito válida a renovação do mandato do governador do Banco de Portugal".

"Fazendo uma análise objectiva sobre uma série de dossiês importantes para o sistema financeiro e bancário e para o país, pode ser perfeitamente argumentável que a melhor solução [para liderar o Banco de Portugal] é de continuidade, de quem tem experiência, de quem está a tratar desses dossiês. Tem um conhecimento maior das matérias do que quem venha de fora. É difícil de replicar por alguém que venha de fora".
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O líder do BCP, Nuno Amado, considera que o caso BES não pode ser motivo para afastar Carlos Costa. "Creio que, por estes últimos meses, não se está a dar a devida atenção e valor ao que foi feito. Não era nada óbvio nem fácil percorrer o caminho. Seguramente fez coisas menos bem mas globalmente deu um contributo muito importante ao sector financeiro".

O único banqueiro que não elogiou foi António Tomás Correia, presidente do Montepio Geral. "Relativamente à continuidade, não é assunto que comente em público. Não faço balanço sobre actuações", adiantou. "Não comento actuações do Banco de Portugal", disse o líder da caixa económica.

Contactado, o gabinete de comunicação do Banco de Portugal não esclareceu se Carlos Costa está disponível para um segundo mandato. 

* Nem outra coisa seria de esperar da parte dos banqueiros, há sempre a hipótese de se cometer um "deslize" e lá estará o sr. governador para deitar água na fervura. Já confiámos nele, mas a confiança pertence ao jurássico.

Excertos do relatório da Comissão Parlamentar de inquérito:

"À luz daquilo que viria a suceder, o Banco de Portugal terá porventura actuado tardiamente no que toca à introdução de alterações significativas, efectivamente implementadas no terreno, naquilo que diz respeito ao funcionamento do BES e do GES, nomeadamente no que se refere à liderança, modelos de governação adoptados, segregação de funções ou redução da exposição do BES, e seus clientes de retalho, ao GES".

"A intervenção do Banco de Portugal revelou-se porventura tardia, nomeadamente quando à eliminação das fontes de potenciais conflitos de interesse, e pouco eficaz ao nível da determinação e garantia de cumprimento das medidas de blindagem impostas ao BES".

"A monitorização, fiscalização e controlo desta conta dedicada (escrow), cuja constituição o Banco de Portugal ordenou, apresentou portanto várias fragilidades, tanto por parte do BES como na eficácia do seu acompanhamento por parte do Banco de Portugal".

"O Banco de Portugal teve conhecimento da existência de aparentes distorções relevantes nas contas da ESI em Novembro de 2013, comunicando-as à CMVM só em finais de Março e Abril de 2014"
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Pedro Saraiva

Relatório final da comissão de inquérito à gestão do BES e do GES
 

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II-CIDADES 
OCULTAS

2-SUBTERRÂNEOS

  DA CAPADÓCIA

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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "DESTAK"
OIT diz que menos de um quarto dos trabalhadores tem emprego estável

A Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelou hoje que apenas menos de um quarto dos trabalhadores a nível mundial tem um vínculo laboral estável. 
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O modelo de emprego clássico é cada vez menos representativo do mundo do trabalho atual, uma vez que menos de um em cada quatro trabalhadores está empregado em condições que correspondem a esse modelo", afirma a OIT num relatório sobre "perspetivas sociais e de emprego no mundo em 2015".

O mesmo documento refere também que menos de 40 por cento dos trabalhadores assalariados são contratados a tempo completo, o que significa que mais de 6 em cada 10 trabalhadores assalariados em todo o mundo se encontram numa situação de trabalho a tempo parcial ou temporário. 

* Esta notícia deixa muito satisfeitos os "donos do dinheiro" e os seus subsidiários políticos, vão ter melhoria de salário.

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MARGARIDA FERREIRA

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O pensamento de
Fernando Pessoa aplicado 
à gestão das PME

Nos últimos tempos, muito se tem falado sobre o apoio às PME nacionais. Seja através de anúncios prospetivos de medidas governamentais, seja nos anúncios frequentes a novas linhas de crédito comunicadas pela banca nacional, as PME estão, definitivamente, na agenda.

Não há como negar a importância destas organizações, que representam 97% do nosso tecido empresarial e empregam 41% da população ativa. São, sem rodeios, o suporte da economia nacional!
Por outro lado, quase diariamente vemos notícias de PME que abrem falência e, as que felizmente não estão insolventes, lamentam-se dos mesmos problemas que tinham no início da crise, antes de sermos socorridos. A título de exemplo, em 2014, foram declaradas 11.785 insolvências judiciais de empresas, para além das 31.392 dissoluções. Podem-se culpar as restrições à concessão de crédito ou as medidas de austeridade, sendo que ambas, infelizmente, trabalham em equipa para desgastar a resistência do nosso tecido empresarial. Contudo, há ainda outra questão que deve ser considerada quando se analisam os atuais obstáculos ao crescimento da economia nacional: quantas PME estão a deixar escapar ou subaproveitar todas as oportunidades existentes na nossa legislação, em mercados internacionais ou no acesso ao financiamento? Há programas de financiamento aos quais as empresas podem candidatar-se e ver os respetivos projetos financiados e, dessa forma, ganharem pernas para andar. Esta questão é mais difícil de quantificar e de assumir, pois é endógena, está dentro das empresas, não é imposta por um ambiente que, como vimos, é por si só ainda adverso.

Todas as semanas surgem ideias novas, planos de negócio equacionados, timings definidos e targets identificados – todos os dias estes novos empresários procuram soluções e evitam focar-se exclusivamente nos problemas.

Neste contexto, um relatório da Associação Empresarial de Portugal – AEP, constata que é comum faltarem soft skills à direção das PME portuguesas: domínio de técnicas de marketing e negociação, segmentação e divulgação por targets, gestão estratégica e contabilidade, são alguns exemplos das principais competências em falta. Ou seja, há algo que se torna evidente: ao contexto difícil da atual conjuntura económica e financeira, dever-se-ia acrescentar mais preparação técnica e especializada, por forma tornar os gestores das nossas PME verdadeiros especialistas.

Para ilustrar esta infeliz associação, o mesmo relatório da AEP conclui que, quer a quantidade, quer a qualidade da informação de crédito fornecida, são fatores determinantes da disponibilidade de crédito. O mesmo se pode dizer em relação à perceção das oportunidades de negócio no mercado externo. Ou seja, apesar do mercado estar complicado, continuam a existir oportunidades por explorar, o que significa que o céu não está assim tão negro!

Não faço referência aos sinais ténues de uma recuperação económica que o Banco Central Europeu já indicou não serem suficientes para “emancipar” Portugal. Refiro-me aos mercados internacionais, especialmente os emergentes, que vão ganhando o gosto pela “Marca Portugal”. Por outro lado, considero os diferentes fundos nacionais e internacionais que, ou são desconhecidos ou considerados inatingíveis. Para não falar do momento, que se afigura crítico, para mudar ou definir uma imagem e uma estratégia de marketing que, frequentemente falta às nossas PME.

Há bons exemplos de pequenos negócios em Portugal que estão a crescer, a encontrar mercados novos e a conseguir financiamento. A questão mais pertinente é saber o que têm estas empresas que as outras, (as que abrem falência, por exemplo) não têm. Da minha parte, pelo conhecimento que tenho desta realidade, a resposta é simples: falta terem uma visão ampla e que contemple a definição e implementação de estratégias de gestão financeira e de marketing, o desenvolvimento das capacidades de negociação, bem como a capacidade de conseguirem aproveitar os vários programas de financiamento, nacionais e europeus, que fazem a diferença na capacidade de sobrevivência e crescimento de qualquer negócio.

No final do dia, como dizia Fernando Pessoa, é mesmo tudo uma questão de visão e não de dimensão. Esperemos que as nossas PME adquiram a especialização e conhecimento necessários para corresponderem ao que o país espera (e precisa!) delas.

Diretora Geral da Ediprisma – Soluções de Gestão Assistida para PME

IN "OJE"
13/05/15

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512.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO
 "i"

Investigadores portugueses
 especialistas em acelerar

Laboratório de multimédia da Universidade de Coimbra reconhecido internacionalmente.

Gabriel Falcão e Vítor Silva lideram uma equipa que está sempre a acelerar. Seja qual for o campo do conhecimento, o objectivo destes investigadores é conseguir que tudo aconteça depressa. O stresse está todo concentrado num único lugar: o Laboratório de Multimédia e Processamento de Sinal da Universidade de Coimbra.

Oito investigadores do Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia passam boa parte do seu tempo a trabalhar em computação baseada em GPU, mais especificamente em tecnologias usadas em algumas das mais inovadoras descobertas científicas da actualidade. 
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Se é difícil fazer uma ideia do que fazem estes cientistas, talvez seja mais simples explicar que desenvolvem processadores (também designados aceleradores). Trata-se de sistemas com milhares de unidades de cálculo num único chip que permitem aumentar o desempenho em áreas tão diversas como engenharia, medicina, finanças e ainda em aplicações dirigidas a empresas e aos consumidores.

Todo esse trabalho foi agora reconhecido internacionalmente pelo GPU Research Center pela NVIDIA, a maior fabricante mundial de processadores gráficos (também conhecidos por GPU). A Universidade de Coimbra recebeu esta distinção devido à investigação que desenvolve na área de computação paralela. O trabalho tem vindo a ser coordenado neste laboratório desde 2007 por Gabriel Falcão e Vítor Silva e as conclusões foram já publicadas em algumas das mais competitivas conferências internacionais, revistas e livros nas áreas de sistemas de imagiologia médica.

O esforço desta equipa já permitiu melhorar determinados procedimentos em meios de diagnóstico, por exemplo sistemas de imagiologia por ultra-som e de endoscopia médica. Os processadores serviram também para aperfeiçoar códigos correctores de erros, com o objectivo de aumentar a robustez em sistemas de comunicação de dados (usados, por exemplo, em comunicações móveis e na internet). O trabalho feito neste laboratório teve também outras utilidades, como o estudo e a simulação do comportamento electromagnético de novos materiais (propagação de ondas de electrões, etc.) ou em visão estéreo usada na reconstrução de cenários 3D em tempo real.

Com este reconhecimento internacional vindo do GPU Research Center, a Faculdade de Ciências e Tecnologia terá acesso antecipado a novas GPU NVIDIA, software, ferramentas, formação e material diverso antes do seu lançamento no mercado: “Esta distinção confere à Universidade de Coimbra elevada visibilidade, assumindo-se como um dos líderes internacionais na investigação suportada por aceleradores do tipo GPU, e permitindo-lhe competir nos palcos internacionais com as melhores instituições a nível mundial”, sublinham em comunicado Gabriel Falcão e Vítor Silva.

* A verdadeira inteligência portuguesa é de topo, pena que os governantes não correspondam.

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34-BEBERICANDO

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TEQUILA SUNRISE SABOR A MÉXICO


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 1- CORAÇÕES


E MENTES


A GUERRA DO VIETNAME


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HOJE  NO
 "A BOLA"

Pólo aquático
Campeão mundial Nikola Radjen
. suspenso por doping

O sérvio Nikola Radjen, campeão europeu e mundial de pólo aquático, foi suspenso pela Federação Internacional de Natação (FINA), após ter acusado cocaína num controlo antidoping realizado em fevereiro, durante a Liga Mundial.
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Em nota publicada esta terça-feira no seu site oficial, a Agência de Antidopagem da Sérvia (ADAS) informou que o controlo foi realizado após o jogo entre as seleções sérvia e espanhola, do Grupo B de qualificação para a Liga Mundial.

Radjen arrisca uma suspensão até quatro anos, o que afastaria o jogador do próximo Campeonato do Mundo, que decorre este ano na cidade russa de Kazan, bem como dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

* Cocaína??? É para irradiar! Atletas destes não são exemplo para ninguém.


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Mísia

Nasci para morrer contigo

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Governo cria recife artificial no
 Porto Santo e recebe outra corveta
 para afundar na Madeira 

Afundamento da corveta 'General Pereira D'Eça' beneficiará de fundos europeus

O executivo madeirense anunciou esta tarde, após a reunião do Conselho de Governo, que a corveta 'General Pereira D'Eça' será afundada ao largo do Porto Santo, isto no mesmo dia em que a Marinha Portuguesa e o Governo da República aprovaram a cedência de uma segunda corveta à Região, a qual deverá servir para criar outro recife artificial, mas na costa da Madeira.
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No início deste ano, o anterior executivo madeirense decidiu abrir concurso para o afundamento da corveta 'General Pereira D'Eça' na ilha da Madeira, mas esta tarde o novo Governo determinou que o recife artificial será criado nas águas costeiras do Porto Santo. Segundo Susana Prada, este recife artificial "potenciará o desenvolvimento ecológico, científico e socioeconómico, designadamente pelo incremento de recursos piscícolas e do mergulho recreativo" e "constitui um estímulo ao mercado turístico, resultando em relevantes efeitos positivos na microeconomia da ilha do Porto Santo".

A secretária regional explicou que este navio será afundado a pouca profundida (entre os 10 e os 15 metros) de modo a permitir a sua visualização a partir da superfície (através da modalidade conhecida como 'snorkeling') e que o acesso ao mesmo por mergulho seja feito por um público mais vasto.

Susana Prada adiantou ainda que o afundamento da corveta no Porto Santo não deverá ocorrer este ano, visto que o executivo madeirense quer candidatar o projecto a fundos europeus e há que cumprir os respectivos formalismos legais.

* Uma ideia inteligente a de afundar navios velhos para criar recifes artificiais, mas a tão pouca profundidade como a notícia refere pode ser arriscado.


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SEM FÔLEGO

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Guillaume Nery, campeão mundial de mergulho livre, na base de saltos de Deans Blue Hole (o 'Buraco Azul' mais fundo do mundo), filmado em apneia por Julie Gautier (campeão francês da modalidade).

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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"


Directores de recursos humanos criticam
. Governo no combate ao desemprego

Burocracia excessiva é a razão mais apontada pelas empresas para não recorrerem às medidas de apoio à contratação de novos colaboradores.

Numa escala de zero a 20, os directores de Recursos Humanos avaliam com 8,9 o desempenho do actual Governo no que toca ao combate ao desemprego de longa duração. Esta é uma das principais conclusões do barómetro Kaizen/RH Magazine, um barómetro semestral que avalia temáticas com impacto directo na área de gestão de Recursos Humanos.
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O ESGAR DA INTELIGÊNCIA
Numa perspectiva global, o Executivo de Passos Coelho passa à tangente nesta avaliação feita por mais de meia centena de responsáveis dos departamentos de recursos humanos de empresas nacionais de referência, com 10,3 valores para o estímulo ao empreendedorismo, 10,7 para o combate ao desemprego jovem e 11,2 para a criação de incentivos à contratação.

E as perspectivas relativamente à evolução do emprego para 2015 não são muito mais animadoras: 49% do painel acredita na diminuição da taxa de desemprego, mas uma grande parte (40%) prevê a estabilização desta variável, enquanto 11% se mostra pessimista, prevendo que a taxa de desemprego suba ao longo deste ano. Quando questionados sobre se a sua empresa recorre a medidas de apoio ao financiamento para a integração de novos colaboradores, 62% responde positivamente. Dos restante 38% que dizem não apostar nessas medidas, ainda que saibam da sua existência, metade considera que estes são processos excessivamente burocráticos e 30% afirma que estas medidas não se enquadram nas suas necessidades.

As únicas boas notícias são que os responsáveis de recursos humanos acreditam que a motivação dos trabalhadores está a subir. E o barómetro Kaizen/RH Magazine mostra isso mesmo: numa escala de zero a 20, os directores de RH dão nota 12,2 à motivação dos trabalhadores, o que reflecte uma tendência de crescimento desta variável, relativamente à primeira edição do barómetro, realizada há um ano, quando esta nota era de menos cinco décimas.

O estudo da Kaizen/RH Magazine aproveitou ainda para analisar a opinião dos inquiridos sobre uma lei que o executivo alemão aprovou recentemente e que estabelece um mínimo de 30% de mulheres na composição dos conselhos de administração das empresas privadas. Questionados sobre se concordam com a instituição de uma medida semelhante em Portugal, 64% discorda, argumentando que a lei não deve condicionar a escolha de quem ocupa os cargos de topo nas empresas. Os que responderam positivamente (36%) consideram que se trata de um passo importante para a igualdade de géneros no mundo do trabalho.

Este é um barómetro realizado semestralmente, com o objectivo de estudar temáticas com impacto directo na área da gestão de recursos humanos, a partir de abordagens a diferentes entidades a operar no mercado nacional, como a Colpe, Centro Hospitalar de Porto, Santander Totta ou Cerealis. O barómetro contempla uma pergunta fixa e três questões que variam de acordo com a actualidade, com o objectivo de obter uma análise, quer a partir de uma perspectiva interna das organizações, quer ao nível do impacto que os factores externos possam ter no clima organizacional.

* Está difícil para o sr. ministro da tutela recrutar esforços para conseguir ser mais incompetente.


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CIENTIFICAMANTE




Um recente estudo da Universidade de Riverside, na Califórnia, indica que os homens que partilham as tarefas domésticas com as mulheres melhoram a harmonia no casal e têm uma vida sexual mais satisfatória.
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“Os homens que executam tarefas domésticas fazem as mulheres mais felizes”, disse para a agência France Presse Scott Coltrane, um dos autores do estudo, publicado no site da organização do Conselho das Famílias Contemporâneas (CCF, na sigla em inglês).
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“As mulheres tendem a sentir mais atracção sexual e afeição pelos maridos se eles as ajudarem nas tarefas domésticas”, disse Joshua Coleman, psicólogo do CCF, que acrescentou, “ a partilha de tarefas domésticas está associada a um nível mais elevado de satisfação conjugal e sexual”.
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O estudo concluiu que “quando os homens fazem mais tarefas domésticas, a percepção das mulheres sobre a igualdade e satisfação com o relacionamento aumentam. E, com isso, menos conflitos o casal deve enfrentar durante o relacionamento”.

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Os pensionistas machos cá da casa nada têm a opôr aos novos conceitos de harmonia conjugal, acham mesmo muito positiva esta parceria embora possam acontecer algumas dificuldades na adaptação a novas tarefas.
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E também acham que não devem existir restrições para saudável sexualidade como complemento à partilha dos inúmeros trabalhos domésticos. Sugerimos até, na foto debaixo, inovadora avaliação de desempenho.




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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Estradas matam 30 no espaço de um ano

ANSR revela aumento de 50% em relação aos 12 meses anteriores.

No último ano morreram 30 pessoas em acidentes nas estradas algarvias – mais de duas mortes por mês. O número negro representa um aumento de 50% na sinistralidade, em relação aos 12 meses anteriores (20 mortes). Os dados mais recentes da Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária (ANSR) – relativos ao período entre 8 de maio de 2014 e 7 de maio deste ano – reforçam o aumento de mortes em acidentes de viação, no Algarve, que já se vinha a registar. 
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Subida que também já se regista na comparação desde 1 de janeiro: 11 mortes até 7 de maio, este ano, para 10, no mesmo período de 2014. Igualmente desde o início do ano, até 7 de maio, em 2015 registaram-se 2651 acidentes no distrito de Faro, para 2399 em 2014.

Em relação aos feridos graves, este ano já houve 50, quando, em 2014, tinham sido 44. A estes números negros juntaram-se, no fim de semana, mais duas mortes. A introdução de portagens na A22, ligada ao atraso na requalificação da EN125, tem sido apontada como um dos fatores que contribuíram para o aumento da sinistralidade. 

Para sábado, dia 23, a Comissão de Utentes da Via do Infante marcou uma marcha de protesto, às 16h00, em Almancil, na EN125. 

* É um facto que o governo  assalta o cidadão condutor nas auto estradas nacionais sendo relevantes todas as manifestações de utentes para combater este roubo legalíssimo, ao que parece.
No entanto não é o governo que obriga o cidadão a  efectuar manobras perigosas, andar em brutal excesso de velocidade e conduzir bêbedo, isto é fruto da falta de educação dos condutores.
Anda em estradas secundárias como se fosse numa autoestrada, vai esbarrar-se contra  o futuro quase de certeza! Porque não vai para taliban?


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