segunda-feira, 18 de maio de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA






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 O QUE NÓS 


  "LUTAMOS"!

COMO GANHAR A LUTA CONTRA
BACTÉRIAS MULTIRESISTENTES

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* Uma produção "EURONEWS"

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M E S S I Â N I C A












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SARA PRATA
E MARCO

R U M B A 


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 ROCK'N ROLL

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T A N G O

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S A M B A


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* Produção TVI, coordenação de CRISTINA FERREIRA
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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Deco diz que o consumidor de energia "não tem confiança no mercado liberalizado"

Ana Cristina Tapadinhas, adjunta do secretário-geral da associação de defesa do consumidor, diz que ainda há muita desconfiança no mercado.
A adjunta do secretário-geral da Deco, Ana Cristina Tapadinhas , disse esta segunda-feira, 18 de Maio, no ISEP, no Porto, que o "consumidor [de energia] não tem confiança neste momento para mudar do mercado regulado para o liberalizado".
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Segundo a responsável, "é fundamental que a factura energética do consumidor seja reduzida", até porque há um grau de desconfiança muito elevado neste sector. A mudança, que será obrigatória em 2017, ainda não tinha chegado, em 2012, para 90% dos clientes.

Ana Cristina Tapadinhas recordou ainda as iniciativas da Deco, que promoveu leilões de energia para os consumidores de electricidade e gás, que geraram poupanças e levaram a mudanças na actuação dos operadores de energia, no que diz respeito a preços e a cláusulas que não são benéficas para o consumidor.

Pedro Ricardo, administrador da Galp Energia, disse na mesma conferência, sobre desregulação tarifária, ressalvou o problema do acumular de dívidas de clientes que mudam para outros operadores "e não pagam as últimas duas facturas". O responsável salientou que devido a esta questão, as empresas têm que aumentar preços "pagando o justo pelo pecador".

Ribeiro da Silva, presidente da Endesa Portugal, salientou que se não se avançar rapidamente com a liberalização, os preços serão mais caros.

Manuel Azevedo, professor do ISEP, garantiu que no futuro o consumidor terá que ser mais "activo" e menos "passivo" na sua relação com os operadores. 

* Os políticos dos partidos do covil da governação deste país criaram habilmente uma sienergia de inércia nos portugueses, convém-lhes continuam a receber a maioria dos votos, não por mérito mas por indolência mental.


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MINUTOS DE


CIÊNCIA/48


PITÁGORAS FOI 

TRAÍDO PELO TEOREMA


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HOJE NO
 "DESTAK"


Al Gore e Fabius salientam importância essencial conferência Paris sobre clima

O antigo vice-presidente dos EUA Al Gore manifestou hoje a sua esperança quanto ao resultado das conversações internacionais sobre o clima, marcadas para dezembro, em Paris, dizendo que "o futuro do mundo depende" do seu resultado. 
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Esta importante conferência da Organização das Nações Unidas (ONU), que vai juntar representantes de 125 Estados na capital francesa, pretende alcançar um acordo global, vinculativo legalmente, sobre o clima.

"O mundo tem a felicidade de a França ir acolher esta importante conferência em dezembro. Não se pouparam a esforços para que seja um sucesso", afirmou este Prémio Nobel, durante uma reunião, realizada hoje, com o Presidente francês, Francois Hollande.

* Vai ser uma feira de vaidades, ambiente já era.

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V-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


3- AFRICANAS E

 AFRO-AMERICANAS



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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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SÁBADO NO
 "i"

Mãe de homicida não perdoa filho:
"Preferia mil vezes que ele estivesse
 no lugar do Filipe"


Susana diz que o filho terá de enfrentar o crime sozinho.

A mãe do suspeito de ter matado Filipe Costa, de 14 anos, em Salvaterra de Magos fez uma publicação no Facebook a criticar aquilo que o filho fez e afirma que Daniel, de 17 anos, vai ter enfrentar o crime sozinho. 
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"Neste momento, estou de luto, enterrei um pedaço de mim. Como pôde fazer tamanha crueldade? Deus me perdoe o que vou dizer, o meu filho morreu, o que fez vai ter de pagar e sozinho, pois não posso acompanhá-lo nesta etapa", pode ler-se na publicação, citada pelo Jornal de Notícias.

No post, que foi publicado quando Daniel estava a ser interrogado no Tribunal de Santarém, Susana afirma que o filho "devia ser entregue para fazerem justiça pelas próprias mãos".

A mãe de Daniel escreve ainda que está a viver um "desgosto muito grande", "um pesadelo" e que os pais não devem pagar pelos erros dos filhos. "Preferia mil vezes que ele estivesse no lugar do Filipe".
Susana pede ainda desculpa à família e amigos da vítima: "Peço perdão, não posso fazer mais nada nesta hora".

Filipe Costa desapareceu na passada segunda-feira e foi encontrado morto na quinta-feira, na arrecadação de um prédio. O autor do crime, um jovem de 17 anos, chamado Daniel, confessou o crime e disse que usou uma barra de ferro para matar o adolescente de 14 anos.

* Quando uma mãe escreve nas redes sociais este chorrilho de insanidades percebemos porque o Daniel teve este precurso de delinquência até chegar ao crime. É que esta sacana não o educou, não lhe deu valores e ela devia estar ao lado do filho, não para o inocentar mas para ajudar na sua recuperação, é cúmplice virtual dos desmandos do jovem, mas foge com o cú à seringa.


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JOSÉ PACHECO PEREIRA

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Os apátridas da língua
 que nos governam

Uma geração de apátridas da língua, todos muito destros em declamar que a “a nossa pátria é a língua portuguesa”, minimizam a nossa identidade e a nossa liberdade. É como se estivéssemos condenados a escrever como se urrássemos em vez de falar.

À memória do Vasco Graça Moura

Não sei se são válidos ou não os argumentos jurídicos que discutem a data da aplicação efectiva do Acordo Ortográfico [AO], se nestes dias, ou em 2016. Isso não me interessa em particular, a não ser para registar a pressa suspeita em o aplicar contra tudo e contra todos. Mas uma coisa eu sei ao certo: é que o desprezo concreto do bem que ele pretende regular, a língua portuguesa, é evidente nessa mistura sinistra de inércia, indiferença e imposição burocrática com que se pretende obrigar os portugueses a escrever de uma forma cada vez mais abastardada. Na sua intenção original, o Acordo pretendia ser um acto de política externa, uma forma de manter algum controlo sobre o português escrito pelo mundo todo, como forma de garantir uma réstia de influência portuguesa num conjunto de países que, cada vez mais, se afastam da centralidade portuguesa, em particular o Brasil. Se é um “acordo” é suposto que seja com alguém. No entanto, desse ponto de vista, o AO é um grande falhanço diplomático, visto que está neste momento em vigor apenas em Portugal, com promessas do Brasil e Cabo Verde, esquecimento em Moçambique, Guiné Bissau, S. Tomé e Timor-Leste, e recusa activa em Angola. Nalguns casos há protelamentos sucessivos, implementações adiadas e uma geral indiferença e má vontade. Para além disso, nenhuma implementação do AO, vagamente parecida com a pressão burocrática que tem sido feita em Portugal, existe em nenhum país, a começar por aquele que parecia ser o seu principal beneficiado, o Brasil. Ratificado ele foi, aplicado, não.

Mas com o mal ou a sorte (mais a sorte que o mal) dos outros podemos nós bem, mas ele revela o absurdo do zelo português num AO falhado e que nos isolará ainda mais. Onde os estragos serão mais significativos é em Portugal, para os portugueses, e para a sua língua. É que o Acordo Ortográfico não é matéria científica de linguistas nem, do meu ponto de vista, deve ser discutido nessa base, porque se trata de um acto cultural que não é técnico, e como acto cultural em que o Estado participa, é um acto político e as suas consequências são identitárias. Não me parece aliás que colha o historicismo habitual, como o daqueles que lembram que farmácia já se escreveu “pharmácia”, porque as circunstâncias políticas e nacionais da actualidade estão muito longe de ser comparáveis com as dos Acordos anteriores.

É um problema da nossa identidade como portugueses que está em causa, na forma como nos reconhecemos na nossa língua, na sua vida, na sua história e na sua proximidade das fontes vivas de onde nasceu: o latim. Não é irrelevante para o português e a sua pujança, a sua capacidade de manter laços com a sua origem no latim e assim comunicar com toda a riqueza do mundo romano e, por essa via, com o grego, ou seja, o mundo clássico onde nasceu a nossa cultura ocidental. Esta comunicação entre uma língua e a cultura que transporta é posta em causa quando a engenharia burocrática da língua a afasta da sua marca de origem, mesmo que essas marcas sejam “mudas” na fala, mas estão visíveis nas palavras. As palavras têm imagem e não apenas som, são vistas por nós e pela nossa cabeça, e essa imagem “antiga” puxa culturalmente para cima e não para baixo.

O AO é mais um passo no ataque generalizado que se faz hoje contra as humanidades, contra o saber clássico e dos clássicos, contra o melhor das nossas tradições. Não é por caso que ele colhe em políticos modernaços e ignorantes, neste e nos governos anteriores, que naturalmente são indiferentes a esse património que eles consideram caduco, ultrapassado e dispensável. Chegado aqui recordo-me sempre do “jovem” do Impulso Jovem aos saltos em cima do palco a dizer “ó meu isso não serve para nada”, sendo que o “isso” era a história. Esta é a gente do AO, e, como de costume, encontram sempre sábios professores ao seu lado, os mesmos que vêem as suas universidades a serem cortadas, em nome da “empregabilidade”, da investigação nas humanidades e em sectores como a física teórica e a matemática pura, teorias sem interesse para os negócios. “Ó meu, isso não interessa para nada!”.

Mas estamos em 2015 e hoje o português de Portugal está sitiado e numa situação defensiva. Não é no Brasil que o português está em risco, nem em Angola, Cabo Verde, Moçambique ou Timor. Aí os riscos do português são os riscos de sempre e vêm da extensão da colonização, da sua relação com as línguas autóctones, dos crioulos que gerou, e do modo como penetrou nas elites e no povo desses países, se é ou não a língua de cultura ou a língua da administração e do Estado. E não é certamente no Brasil que o português está na defensiva, bem pelo contrário, é no Brasil que o português está num momento particularmente criativo.

Quer se goste quer não, a locomotiva da língua portuguesa não é a academia portuguesa, mas a pujança do povo e da sociedade brasileira, a sua criatividade e dinamismo. E isso fará com que o português escrito no Brasil esteja sempre para lá de qualquer AO, como aliás aconteceu no passado e vai acontecer no futuro. É o mais fútil dos exercícios, até porque enquanto o português de Portugal for para o português do Brasil como o latim é para o português, ainda tem um papel. Se abastardamos o português de Portugal, nem esse papel teremos, a não ser escrevermos um “brasileiro” mais pobre que não serve de exemplo a ninguém.

A vitalidade do nosso português está nos seus grandes escritores, Miranda, Camões, Bernardes, Vieira, Herculano, Camilo, Eça, todos conhecedores do seu Virgílio, do seu Horácio, do seu Ovídio, mesmo do seu escolar Tácito, César ou Salústio. Todos lidos, estimados e estudados no Brasil, que por eles faz muito mais do que nós alguma vez fizemos, por exemplo, com Machado de Assis. E é também por isso, que a maioria dos escritores portugueses contemporâneos recusa o AO, como quase toda a gente que está na escrita e vive pela escrita e é independente da burocracia do estado. Todos sabem que o português permite todas as rupturas criativas, dos simbolistas ao Sena dos Sonetos a Afrodite Anadiómena – “E, quando prolifarem as sangrárias,/ lambidonai tutílicos anárias,/ tão placitantos como o pedipeste”, – ao “U Omãi Qe Dava Pulus” de Nuno Bragança. Criativamente a nossa língua vernácula suporta e bem tudo, menos que seja institucionalizada com uma ortografia pobre e alheia à sua história.

O futuro do português como língua já está há muito fora do nosso alcance, mas o português que se fala e escreve em Portugal, desse ainda podemos cuidar. É que é em Portugal que o português está em risco, está na defensiva, e o AO é mais uma machadada nessa defesa de último baluarte. É em Portugal que um Big Brother invisível, que se chama sistema educativo, retira todos os anos centenas de palavras do português falado, afastando das escolas os nossos escritores do passado e substituindo-os por textos jornalísticos. É em Portugal que uma linguagem cada vez mais estereotipada domina os media, com a substituição dos argumentos pelos soundbites, matando qualquer forma mais racional e menos sensacional de conversação. É em Portugal que formas guturais de escrita, nos SMS e nos 140 caracteres do Twitter, enviados às centenas todos os dias por tudo que é adolescente, ou seja também por muitos adultos, se associa à capacidade de escrever um texto, seja uma mera reclamação a uma descrição de viagem. É neste Portugal que, em vez de se puxar para cima, em nome da cultura e da sua complexidade, em nome da língua e da sua criatividade, em nome da conversação entre nós todos que é a democracia, se puxa para baixo não porque os povos o desejem, mas porque há umas elites que acham que a única pedagogia que existe é a facilidade.

E é neste Portugal que uma geração de apátridas da língua, todos muito destros em declamar que a “a nossa pátria é a língua portuguesa”, minimizam a nossa identidade e a nossa liberdade, que vem dessa coisa fundamental que é falar e escrever com a fluidez sonora do português, mas também com a complexidade da sua construção ortográfica. É como se estivéssemos condenados a escrever como se urrássemos em vez de falar.

IN "PÚBLICO"
16/05/15

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511.UNIÃO


EUROPEIA





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ONTEM NO
 "A BOLA"

Canoagem
Portugal fecha Taça do Mundo 
com mais dois ouros e dois bronzes

Portugal conquistou, este domingo, mais duas medalhas de ouro e outras tantas de bronze na Taça do Mundo de canoagem de Montemor-o-Velho, concluindo a prova com sete pódios.
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AURÍFERAS
Em K1 5.000, Fernando Pimenta conquistou a medalha de ouro e Emanuel Silva a de bronze, o K4 200 de Joana Vasconcelos, Beatriz Gomes, Francisca Laia e Helena Rodrigues também conquistou a vitória, enquanto a jovem dupla Bruno Afonso/Nuno Silva foi medalha de bronze em C2 200.

No sábado, recorde-se, Portugal tinha conquistado o ouro com Fernando Pimenta em K1 1.000, a prata com Hélder Silva em C1 200 e o bronze com o K2 1.000 composto por Emanuel Silva e João Ribeiro.

* Valentia, sangue, súor e lágrimas, merecem a nossa admiração.


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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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 4-MÁQUINAS DO

"IMPOSSÍVEL"



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ÚLTIMO EPISÓDIO


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 

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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"

Semana Internacional da Tiroide 
 alerta para hipotiroidismo, doença 
que afeta mais mulheres

O hipotiroidismo, uma doença que afeta dez vezes mais mulheres do que homens, é o tema central da Semana Internacional da Tiroide, que pretende promover o conhecimento das doenças tiroideias que afetam cerca um milhão de portugueses.
 
“A Semana Internacional da Tiroide decorre [entre 25 e 31 de maio] no mundo inteiro para alertar para os problemas da tiroide, este ano mais dedicado ao problema das mulheres”, disse hoje à agência Ana Paula Marques, do Grupo de Estudo da Tiroide da Sociedade Portuguesa de Endocrinologia, Diabetes e Metabolismo (SPEDM).
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Promovida pela SPEDM e pela Associação das Doenças da Tiroide (ADTI), a iniciativa visa alertar para os problemas da tiroide que afetam cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo, estimando-se que metade destas pessoas ainda desconhecem a sua condição.

Para a endocrinologista Ana Paula Marques, “o cenário do subdiagnóstico da doença está a mudar” devido “ao maior uso de meios de diagnóstico”.

“Hoje em dia deteta-se cada vez mais formas da doença da tiroide que chamamos subclínicas”, o que quer dizer que os doentes têm habitualmente apenas alterações analíticas.

A especialista defendeu a importância de as pessoas irem “buscar informação sobre as doenças da tiroide a locais fidedignos”, advertindo que há muita informação na internet que “não tem razão absolutamente de ser”.

Segundo a endocrinologista, o hipertiroidismo é uma alteração na tiroide, que passa a funcionar de mais. “Os doentes perdem peso, ficam nervosos, ansiosos, o coração a bater muito e dormem mal”.
Os sinais e sintomas do hipertiroidismo são muitas vezes negligenciados, sendo às vezes confundidos com os de outras condições, o que acaba por atrasar os diagnósticos, refere a SPEDM.

“Quando não tratado, o hipotiroidismo não só diminui a qualidade de vida, como pode ter complicações sérias, entre as quais, diminuição do ritmo cardíaca que pode levar a coma, tensão arterial e níveis de colesterol que podem resultar em doenças cardíacas, infertilidade e Alzheimer”, acrescenta.

Já quando a tiroide funciona de menos, “os doentes engordam, dormem muito, andam mais lentos, têm muito frio, metabolismo fica lentificado”.

Ana Paula Marques sublinhou que “a maior parte dos doentes que tem nódulos na tiroide, que é uma situação muito frequente, habitualmente tem a função da tiroide normal”.

Acrescentou ainda que a maior parte das doenças da tiroide é fácil de tratar desde que corretamente diagnosticadas e seguidas.

A Semana Internacional da Tiroide é uma iniciativa da Thyroide Federation International.

* A dra. Ana Paula Marques está carregada de razão, tirar informação sobre qualquer doença na internet deve ser cuidada e bem analisada a fonte, mas só para conhecimento geral. Médico ou técnico de saúde é  que sabe informar.

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VIVIANE

Do Chiado até ao Cais

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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"


Investimentos chineses no Brasil 
podem ultrapassar 88 mil milhões

Os números são da Câmara de Comércio Brasil-China. Investimentos públicos e privados chineses no Brasil podem ultrapassar 100 mil milhões de dólares (88,45 mil milhões de euros), o dobro do anunciado por autoridades brasileiras para as infraestruturas, afirmou o presidente da Câmara de Comércio Brasil-China, Charles Tang.

O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, chega hoje a Brasília para uma visita oficial de três dias, na qual deverá assinar 30 atos oficiais e se encontrar com a Presidente Dilma Rousseff e outras autoridades na capital do país e no Rio de Janeiro.
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Os investimentos chineses no programa de infraestruturas do Brasil, entre projetos em andamento e novos projetos, devem ser da ordem de 53,3 mil milhões de dólares (46,69 mil milhões de euros), afirmou o embaixador José Graça Lima, que atua nas relações entre o Brasil e o continente asiático no Ministério das Relações Exteriores, em conferência de imprensa.

O presidente da Câmara de Comércio Brasil-China, entretanto, realçou à Lusa que, além desse fundo para as infraestruturas, as ações em outras áreas, incluindo a alta tecnologia e fusões e aquisições, devem dobrar o valor do investimento.

"O Brasil não precisa só de infraestrutura física, mas também eletrónica e tecnologia", disse Tang, realçando que uma empresa chinesa da área das Tecnologias de Informação está a concluir as negociações para participar de uma empresa brasileira e estabelecer uma indústria no país, com o objetivo de produzir tecnologia.

O setor, segundo o presidente da Câmara e Comércio, constitui uma oportunidade, também para a obtenção de financiamento de instituições públicas brasileiras que promovem a inovação, como o Conselho Nacional de Pesquisas Tecnológicas (CNPq) e o Banco Nacional do Desenvolvimento Económico e Social (BNDES).

"A China confia mais no Brasil do que os próprios brasileiros", disse Tang, ao citar o empréstimo de 3,5 mil milhões de dólares (3 mil milhões de euros) assinado em abril pelo Banco de Desenvolvimento da China para a petrolífera brasileira Petrobras.

Além do empréstimo, de acordo com Tang, há plataformas de petróleo a serem contratadas de estaleiros chineses.

"O Brasil não vai quebrar, e nem a Petrobras. Pessoalmente acredito que o Brasil tem fundamentos sólidos e que, se o povo brasileiro parar de brigar, vai sair rapidamente das dificuldades económicas", salientou.

O presidente da Câmara de Comércio Brasil-China também afirmou que a China investe para "ocupar fatias do mercado consumidor, ter acesso às fontes dos recursos estratégicos que necessita para seu crescimento sustentável e ter a proteção da segurança alimentar do seu povo", disse, sem desconsiderar as considerações geopolíticas mundiais.

* Portugal e Brasil são para os chineses fáceis de "papar", nos centros de decisão de ambos os países existem pessoas  que a troco duns milhões, trocos para os chinocas, "entregam" os países.

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IDEIAS e TRUQUES

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Limpando o teclado com um post-it
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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Venda da TAP dá 35 milhões de euros

Propostas querem injetar até 350 milhões na TAP.

Entre 300 e 350 milhões de euros para injetar na TAP. É o ponto de partida das propostas de privatização de 61% da TAP de Germán Efromovich e de David Neeleman. O encaixe direto para o Estado não deve ultrapassar os 35 milhões de euros, o mesmo montante que custou a greve de dez dias dos pilotos. 
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Das propostas que o Governo vai agora analisar, segundo o ‘Expresso’, a de Pais do Amaral será a financeiramente mais fraca. Efromovich quer injetar 250 milhões de euros na empresa e o restante diz respeito a 12 aviões que a Avianca entrega à TAP. Do lado do norte-americano nascido no Brasil David Neeleman, o aumento de capital é todo em dinheiro, liquidez que depois é usada para comprar 53 aviões novos.

O problema é que para comprar aviões novos há lista de espera de um ano e Efromovich pode entregá-los no espaço de meses. Quanto aos trabalhadores, Efromovich promete partilhar 10% dos lucros com os mesmos. Já Neeleman dá entre 10% e 20%. A Avianca tem sido, contudo, criticada por não cumprir esta partilha de dividendos.

* Efromovich é aquele "piqueno" de quem as autoridades americanas da navegação aérea não querem ouvir falar, parece que fez por lá uns "inconseguimentos".

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O RASTRO  DO AMOR
















SÓ TÊM DE SER AMADAS


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PARA MEMÓRIA
FUTURA













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HOJE NO
 "OBSERVADOR"


Apanhar um táxi no aeroporto pode
 custar 20 euros… para distâncias 
até 14 quilómetros

Proposta visa táxis devidamente certificados (só) nas chegadas do aeroporto. ANA ganhará um euro em cada viagem.

Os táxis têm que ter ar condicionado e estarem devidamente certificados e os taxistas devem vestir uma farda. E há um valor fixo de 20 euros a pagar, seja para uma distância de um quilómetro ou de 14. A partir dos 14,8 quilómetros, o taxímetro começa a taxar a distância (47 cêntimos por quilómetro), como acontece atualmente. Esta é a proposta em cima da mesa e até a ANA ganhará com ela, avança o Diário de Notícias na sua edição desta segunda-feira.
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O presidente da Associação Nacional de Transportadores Rodoviários em Automóveis (ANTRAL) explica que esta proposta só servirá para defender os interesses do “consumidor”. É que, diz Florêncio de Almeida, a proposta visa “dignificar” a própria profissão de taxista – exigindo táxis certificados e motoristas fardados.

A proposta nasceu de um acordo firmado entre a ANTRAL, a Câmara de Lisboa e a própria ANA – Aeroportos de Portugal e aguarda apenas a assinatura das três partes para passar do papel à prática. O projeto prevê ainda que a ANA arrecade um euro por cada viagem efetuada – uma ideia da qual o Ministério da Economia já disse discordar.

Esta proposta não é a única para alterar o atual caos instalado na zona de chegadas e de partidas do aeroporto de Lisboa. Tal como o Observador noticiou, a ANA quer controlar o acesso de viaturas aos terminais, através de cancelas e de um estacionamento gratuito apenas por dez minutos, à semelhança

Secretário de Estado concorda com tarifa nos táxis
O secretário de Estado dos Transportes considerou hoje, no Entroncamento, aceitável a proposta de criação de uma tarifa única para os táxis, de 20 euros para os primeiros 14 quilómetros, nas ligações ao aeroporto. “Como modelo não me parece mal. Ainda me parece melhor se resultar de um acordo alargado”, disse Sérgio Monteiro à margem da inauguração do Museu Nacional Ferroviário e da assinatura da consignação da empreitada de eletrificação do troço Caíde/Marco, da Linha do Douro.

Frisando que essa não é matéria do seu pelouro, mas sim da responsabilidade da Direção Geral das Atividades Económicas, o secretário de Estado das Infraestruturas, Transportes e Comunicações afirmou que, como conceito, a ideia “não parece mal para evitar algumas situações que potencialmente acontecem e que os turistas vão reportando nas chegadas e partidas do aeroporto”. Sérgio Monteiro afirmou que ainda decorrem negociações entre a Associação Nacional dos Transportadores Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), a Câmara Municipal de Lisboa e a gestora aeroportuária ANA e que, “a seu tempo, haverá decisão com as entidades próprias a intervir”.

* Consideramos que os passageiros portugueses deviam  estar isentos dessa tarifa, mas há coisas a mudar na zona de táxis dos aeroportos nacionais.

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