quarta-feira, 13 de maio de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NOS 


  "MENTEM"!




A FRAUDE DA FALSA IRMÃ LÚCIA
PRODUZIDA PELO VATICANO


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CADA UM TIRA AS ILACÇÕES QUE BEM ENTENDER



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VITOR
O AÇOUGUEIRO 














 A CORTAR O LOMBO P'RÓ FMI


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A ACTUAL REALIDADE

ECONÓMICA-FINANCEIRA

DO PAÍS



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 11/05/2015, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrivelmente claro e polémico.

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HOJE NO
 "ABOLA"

Taekwondo
Júlio Ferreira 
foi quinto classificado nos Mundiais
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O português Júlio Ferreira conquistou esta quarta-feira o quinto lugar nos Mundiais de taekwondo, disputados em Chelyabinsk, na Rússia, na categoria de -74 kg.

O jovem atleta de 20 anos, que já conseguiu nove presenças no pódio ao longo desta época, foi eliminado por um adversário do Mali por 5-9, tendo arrecadado 25,92 pontos para o ranking mundial e olímpico ao longo da prova.

* Um quase anónimo MUITO VALENTE, parabéns.


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INTIMISSIMI


 FASHION SHOW/2
2015

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"


Estudo detecta metais pesados
. prejudiciais à saúde em pellets
. sem certificação 

Zinco, chumbo, ferro e arsénio são alguns dos metais pesados descobertos nos materiais à venda no mercado nacional

Um estudo da Universidade de Aveiro hoje divulgado detetou metais pesados prejudiciais à saúde em pellets para aquecimento, sem certificação, que estão à venda no mercado nacional.
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ALGUMAS SÃO VENENO
Zinco, chumbo, ferro e arsénio são alguns dos metais pesados descobertos em alguns tipos de pellets disponíveis no mercado, que a equipa de investigação atribui à utilização, como matéria-prima, de resíduos de madeiras provenientes da indústria mobiliária e da construção civil, que contêm colas e tintas ou que foram tratadas com biocidas para evitar a infestação.

Sem legislação que regulamente o fabrico deste biocombustível e, principalmente, que proíba o uso de metais pesados na sua composição, as pellets fabricadas em Portugal, face ao preço elevado dos combustíveis tradicionais, são cada vez mais utilizadas em recuperadores de calor doméstico.

"É fundamental a adoção por todos os estados membros [da União Europeia], à semelhança do que já fizeram, por exemplo, a Dinamarca, a Suiça, a Áustria ou a Alemanha, de normas que restrinjam a utilização de determinadas matérias-primas no fabrico de pellets", conclui Célia Alves, a investigadora que liderou a investigação.

A equipa do Centro de estudos do Ambiente e do Mar (CESAM) da UA queimou quatro tipos de pellets, um dos quais certificado pelo selo de qualidade EN-Plus, da responsabilidade da Associação Nacional de Pellets Energéticos de Biomassa (ANPEB) e que garante que o biocombustível, ligeiramente mais caro, é feito apenas com madeira sem casca e sujeito a testes físicos e químicos.

"Enquanto os pellets certificados pela ANPEB cumprem os limites de emissão em vigor em países onde a certificação dos equipamentos de combustão e dos biocombustíveis é exigida, e não se detetam metais nas partículas emitidas, os restantes três tipos superaram os limites de emissão e as partículas revelaram a presença de metais pesados", aponta Célia Alves.

Entre as pellets sem o selo EN-Plus queimadas pelos investigadores do CESAM, vários metais pesados, tais como zinco, chumbo, ferro e arsénio, foram encontrados nas partículas emitidas, sendo "o arsénio o mais perigoso, em termos de saúde pública, já que a intoxicação aguda provocada pela inalação daquele metal "provoca sérios problemas digestivos, hepáticos, renais, cardíacos e encefálicos que evoluem rapidamente".

A exposição crónica a doses baixas de arsénio pode mesmo conduzir ao aparecimento de cancro.

* Podemos inferir que o governo ao não regulamentar a produção deste biocombustível, comete crime por negligência contra a saúde pública. Num verdadeiro "Estado de Direito" seria assim.


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 II - GRANDES EXPLORADORES
 4-DAVID
LIVINGSTONE


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Papa reconhece oficialmente
 Estado palestiniano

Acordo poderá ser assinado durante a visita do presidente palestiniano, no próximo fim-de-semana, ao Vaticano. O Vaticano reconheceu, oficialmente, o Estado palestiniano. 
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O acordo de princípio, finalizado ontem, poderá ser assinado já este fim-de-semana, durante a visita do presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, por ocasião da canonização de dois religiosos palestinianos.

O documento exprime o apoio do Vaticano a uma solução da "questão palestiniana e do conflito entre israelitas e palestinianos no quadro da fórmula de dois Estados", explicou Monsenhor Antoine Camilleri, chefe da delegação da Santa Sé, numa entrevista ao diário do Vaticano, o "Osservatore Romano".

"Sim, é o reconhecimento da existência do Estado", acrescentou, para que não restassem dúvidas, o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi.

O documento contém igualmente um acordo sobre o estatuto e as actividades da Igreja Católica nos territórios palestinianos.

O Vaticano utilizou, pela primeira vez, em Fevereiro de 2013, a expressão "Estado palestiniano", na sequência da admissão, em Novembro de 2012, da Palestina como Estado observador na ONU, mas este acordo de princípio marca uma evolução da sua posição sobre a questão.

* Vale mais tarde do que nunca.

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HELENA MATOS

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Eleições no reino unido
A verdade (ilustrada) 
a que temos direito

 Nos jornais reina a hipocrisia e quando a realidade não é compatível com a ideologia omite-se. Mete-se em letras pequeninas. Arruma-se num cantinho. Faz-se quase de conta que afinal não aconteceu nada

Estas primeiras páginas do PÚBLICO e do Jornal de Notícias do dia 8 de Maio – um dia após as eleições britânicas – são uma eloquente introdução ao jornalismo português. Onde estão os resultados? 
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Em Portugal as redacções são de esquerda, facto em si mesmo nem bom nem mau e que nada tem de original. O problema, ou melhor dizendo o nosso problema, é que essa pertença traduz-se num fenómeno do domínio do paranormal pois só o esoterismo consegue explicar que tendo as redacções como propósito fazer notícias e dependendo o seu sucesso da sua capacidade para as produzir acabem a esconder notícias relevantes simplesmente porque elas põem em causa a sua narrativa prévia sobre o mundo. Uma narrativa que garante que os partidos que cabem no espectro do progressismo (seja isso o que for!) são invariavelmente os vencedores e que se tal não acontece essa anormalidade só se explica por chapeladas, manipulação ou obscurantismo dos eleitores. E assim, como a maior parte das nossas redacções está convicta de que nenhum povo poderá votar num partido que além de se dizer conservador defende a austeridade, a derrota de Cameron foi dada como certa. Como tal não aconteceu, apesar de todas as certezas prévias dos enviados especiais, só resta escondê-lo.

Pelo mundo fora há quem proteste. Há quem dê conta da sua fúria como fez o Daily Mirror que naquela que considero a melhor capa sobre o resultado destas eleições britânicas, clama contra o que considera serem mais cinco amaldiçoados anos de governo de Cameron
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Pode ou não concordar-se com a posição do Daily Mirror mas a capa é indiscutivelmente boa. Contudo em Portugal nunca se faria uma capa destas. Nós somos todos oficialmente neutros. E confundimos esses estado de sonsismo a que chamamos neutralidade com rigor e independência. Ninguém toma posição a favor ou contra. (Curiosamente, uma das raras vezes que um meio de comunicação tomou posição – a Rádio Renascença aquando do referendo ao aborto – a sua cobertura jornalística foi não só rigorosa como equilibrada.) Na prática a hipocrisia reina e quando a realidade não é compatível com a ideologia omite-se. Mete-se em letras pequeninas. Arruma-se num cantinho. Faz-se quase de conta que afinal não aconteceu nada.
Estas primeiras páginas do Jornal de Notícias e do PÚBLICO tornam-se ainda mais eloquentes quando colocadas ao lado daquelas que essas mesmas publicações dedicaram há bem poucos meses à vitória do Syriza. Esse exercício de comparação foi feito pelo blogue Insurgente (que também englobou o Diário de Notícias). O resultado fala por si.



A incapacidade de noticiar o que não cabe no enquadramento ideológico que os rege é uma característica que tem acompanhado os jornalistas portugueses na democracia. Livres do exame prévio é como se continuassem previamente a ter a certeza do que vai acontecer, do que devem escrever e dizer.

Para a História e memória dessa sobranceria iluminada dos jornalistas logo no nascimentos da democracia ficou aquela reportagem da RTP aquando das eleições de 1975 em que, na fase da apologia do voto em branco, para “todos os que não saibam em quem votar”, o jornalista pergunta no Minho a uma mulher vestida de negro (símbolo para qualquer jornalista do Portugal rural e atrasado que naturalmente não sabia em quem votar) se ela sabia o “que é uma Assembleia Constituinte?” Ao que a mulher respondeu prontamente com outra pergunta:“E o senhor sabe o que é um almude?”
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A resposta definitiva chega na pergunta seguinte: “Então porque vai votar?” pergunta com algum paternalismo o jornalista. Sem perder mais tempo ela diz: “Pelo futuro de Portugal”. A reportagem acabou ali.
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O lápis azul da censura do Estado Novo passou automaticamente a lápis mental rosa, às vezes vermelho na democracia. Graças a ele os jornalistas portugueses deitaram fora a oportunidade de fazer algumas daquelas que podiam ter sido as suas melhores reportagens. Veja-se o caso dos retornados. Só depois de milhares e milhares de pessoas terem fugido e dos seus caixotes começarem a atravancar os portos é que vemos os primeiros retornados nos jornais. Mas daí até entrevistá-los foi um passo que demorou frequentemente anos. E mesmo assim com os jornalistas a fazerem enquadramentos vários sobre se eram retornados ressentidos ou não ressentidos, se tinham sido exploradores ou explorados, colonialistas ou vítimas do colonialismo. Mais, de Angola e Moçambique, entre Julho de 1974 e meados de 1975, foram expulsos pelas autoridades militares portuguesas vários jornalistas e líderes políticos acusados de “agressão ideológica” sem que tal perturbasse em Lisboa a classe que até 25 de Abril de 1974 se mostrara tão sensível às prepotências do poder.
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Em boa verdade  se tivesse de escolher um lema para ilustrar o pensamento dominante em muitas redacções optaria pelo slogan do desaparecido O Diário, jornal afecto ao PCP que se anunciava como trazendo “a verdade a que temos direito”. De facto O Diário  dava aos seus leitores a verdade a que os comunistas achavam que eles tinham direito. Como os leitores achavam aquela verdade muito especial ou por assim dizer pequenina, O Diário foi perdendo leitores e não resistiu ao desmoronar do mundo comunista: fechou abruptamente em Junho de 1990.

Ironia das ironias, como nesse ano os feriados se colaram ao fim-de-semana o seu desaparecimento quase só se percebeu uma semana depois e, perante a indiferença geral, os seus trabalhadores foram despedidos ao abrigo das alterações à lei laboral levadas a cabo pelo então primeiro-ministro Cavaco Silva que o mesmo PCP acusava dos crimes mais nefandos por causa de querer instituir no país o despedimento colectivo.
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O Diário fechou mas o conceito de “verdade a que temos direito” esse manteve-se. E nem é na política que causa maior dano este circunscrever das notícias à verdade a que os leitores têm direito na óptica do pensamento avançado das redacções. Afinal há sempre um dia em que os resultados eleitorais desmontam essas certezas. E ao contrário do que se possa pensar nem sempre os líderes amados pelas redacções acabam beneficiados por esse fervor. Veja-se o caso de António Costa que levado em ombros pelas redacções como o líder que seria capaz de fazer o PS descolar nas sondagens está agora com uma imagem de perdedor porque não consegue obter os resultados que a boa imprensa associava automaticamente ao seu nome.
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Mas como disse não é no noticiário político que este  vigorar da “verdade a que temos direito” tem mais impacto. É sim nas notícias sobre o quotidiano e naqueles temas que se tornam causas que essa “verdade a que temos direito” se torna na verdade indiscutível.  Assuntos como o aquecimento global, racismo, igualdade, insegurança tornam-se no pretexto para a divulgação de um pensamento único  em que nem se admite o simples acto de discordar.
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Podia dar centenas de exemplos daquilo a que nos conduziu esta “verdade a que temos direito” levada ao extremo. Mas vamos ficar por outra imagem. Esta  reproduzida na página 10 do Diário de Notícias de 6 de Outubro de 2013. Era acompanhada de uma pequena legenda onde se lia “Homenagem aos  Bravos da Rotunda. Sargentos. Os “Nove Bravos da Rotunda” foram ontem homenageados numa iniciativa do jornal O Sargento, na Praça do Marquês de Pombal, em Lisboa. Acampados na praça de 4 para 5 de outubro de 1910, decidiram ali continuar, numa “ação determinante” para o êxito da revolução”.
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Mas se repararmos bem na imagem lá ao fundo desfilam vários manifestantes. O que quereriam? A legenda desta foto não o diz. Nem eles são referidos em parte alguma dessa edição do jornal. Nem dos outros jornais. Alguns blogues deram conta da sua estranheza mas o assunto não mereceu qualquer destaque.
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Aliás segundo um dos participantes nessa manifestação mediaticamente invisível, José Ribeiro e Castro, à excepção da Lusa e da Rádio Renascença não houve qualquer outra referência àquela manifestação que vemos ao fundo nesta fotografia. Como foi isto possível? Foi possível porque aquela manifestação não cabia no conceito de verdade a que temos direito: aqueles manifestantes desfilavam contra o aborto e a  verdade a que temos direito só nos dá o direito a sermos informados sobre manifestações a favor do aborto.
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Esta fotografia é um símbolo do jornalismo a que temos direito em Portugal: o repórter fotográfico saiu da redacção do Diário de Notícias, que por sinal ficava mesmo ao lado, e foi fazer a foto da homenagem aos revoltosos de 1910. De entre as fotos que fez seleccionou-se a melhor. Na redacção alguém fez uma legenda a explicar o que faziam aquelas vinte ou trinta pessoas ao pé da estátua do Marquês de Pombal. Lá ao fundo passava uma  manifestação. Reunia centenas de pessoas: 500 para a Lusa, mais de mil para os organizadores. Mas sobre ela caía o manto da invisibilidade da verdade a que temos direito.


IN "OBSERVADOR"
10/05/15


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506.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Coreia do Norte executou 
ministro da Defesa

O ministro da Defesa da Coreia do Norte Hyon Yong-Chol foi executado a 30 de abril por fogo antiaéreo por deslealdade e desrespeito ao líder Kim Jong-un, revelaram esta quarta-feira os serviços secretos da Coreia do Sul. 
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Centenas de funcionários assistiram, segundo o Governo da Coreia do Sul, à execução de Hyon Yong-Chol conforme foi revelado por Han Ki-Beom, vice-diretor da agência de Informações de Seul, a uma comissão parlamentar e noticiado pela agência Yonhap. Hyon Yong-Chol, nomeado para o cargo de ministro das Forças Armadas há menos de um ano, foi, aparentemente, detetado a dormir em eventos militares formais e terá desrespeitado Kim Jong-un em várias ocasiões, acrescenta a Yonhap.

A execução com baterias antiaéreas é um método destinado a altos funcionários com o regime de Pyongyang a pretender fazer desses casos exemplos para as restante hierarquia do país. 

* Democraticamente pulverizado.

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O MEU INSTRUMENTO



6-VIOLA BAIXO



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FONTE: TRAMA RADIOLA



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.



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71.O MELHOR
 DA ARTE

06.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES


PAULA REGO 


IGUALDADE DE GÉNERO/4


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Paula Rego nasceu a 26 de Janeiro de 1935 em Lisboa.
Oriunda de uma família republicana e liberal.Paula Rego tem ligações às culturas inglesa e francesa, iniciou seus estudos no Colégio Integrado Monte Maior, seguindo para a St. Julian's School em Carcavelos onde os professores cedo lhe reconheceram o talento para a pintura. Incentivada pelo pai a prosseguir o seu desenvolvimento artístico fora do Portugal Salazarista dos anos 50 partiu para Londres, onde estudou na Slade School of Fine Art, até 1956.  


Conheceu o pintor Victor Willing (1950-1999), com quem se casou em 1959. Entre 1959 e 1962 viveu na Ericeira. Numa ida a Londres, conheceu o pintor Jean Dubuffet, referência determinante na sua criação artística, usualmente definida como Arte bruta. Ao longo da década de 1960 assina exposições colectivas em Inglaterra e, em 1966, entusiasma a crítica ao expôr individualmente, na Galeria de Arte Moderna da então Escola de Belas-Artes de Lisboa.

Na década de 1970, com a falência da empresa familiar, vende a quinta da Ericeira e radica-se em Londres. Torna-se bolsista da Fundação Calouste Gulbenkian para fazer pesquisa sobre contos infantis, em 1975, e figura com onze obras na exposição Arte Portuguesa desde 1910 (1978), dominado pelas colagens. Volta à pintura, mais livre e mais directa, retratando o mundo intimista e infantil, inspirado em dados reais ou imaginários, com figuras de um teatro de crianças de Victor Willing (o macaco, o leão e o urso), interpretando as histórias que Paula inventa. 

A obra literária de George Orwell inspira-a no painel Muro dos Proles (1984), com mais de seis metros de comprimento, onde estabelece um paralelismo com as figuras de Hieronymus Bosch.


Dá uma viragem radical na sua obra com a série da menina e do cão. A figura feminina assume claramente a liderança na acção, enquanto o cão é subjugado e acarinhado. A menina faz de mãe, de amiga, de enfermeira e de amante, num jogo de sedução e de dominação que continua em obras posteriores. Tecnicamente as figuras ganham volume, o espaço ganha solidez e autonomia, a perspectiva cenográfica está montada. Em 1987, Paula Rego assina com a galeria Marlborough Fine Art, o passo que faltava para a divulgação internacional.


A morte do seu marido, também nesse ano, é assinalada em obras como O Cadete e a Irmã, A Partida, A Família ou A Dança, de 1988. A convite da National Gallery, em 1990, vai ocupar um ateliê no museu e pintar várias obras inspiradas na colecção. Desse período destaca-se Tempo – Passado e Presente (1990-1991).


Em 1994, realiza a série de pinturas a pastel intitulada Mulher Cão, que marca o início de um novo ciclo de mulheres simbólicas.


Impõe a sua consciência cívica em Aborto (1997-1999), numa crítica ao resultado do primeiro referendo a essa matéria, realizado em Portugal em 1997.


Inaugura, a 18 de Setembro de 2009, a sua Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, que nasce com o intuito de acolher e promover a divulgação e estudo da sua obra, e cuja entidade responsável é a Fundação Paula Rego.

WIKIPÉDIA
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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Cuidado com os medicamentos para
 a febre que dá às crianças 

 As novas orientações da associação de pediatras norte-americanos desaconselham dar paracetamol ou ibuprofeno a crianças com febre se as temperaturas não forem elevadas

Estarão os pais a abusar dos medicamentos para baixar a febre ? 
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Um grupo de pediatras norte-americanos, citado pelo The Telegraph, avisa que o hábito de dar antipiréticos às crianças ao menor sinal de febre pode ter efeitos negativos. E um dos mais preocupantes será o risco de overdoses acidentais. Cerca de metade dos pais estão a dar a dose errada, de acordo com um estudo citado pelo jornal britânico.

A associação norte-americana de pediatras emitiu novas linhas de orientação sobre o uso de medicamentos que têm como princípio ativo o paracetamol e o ibuprofeno. Em Portugal, as marcas mais conhecidas são o Benuron e o Brufen, produtos que são vendidos sem receita médica.

A American Academy of Pediatrics avisa que uma temperatura elevada é muitas vezes a forma de o corpo combater uma infeção. Dar medicamentos para baixar a temperatura pode, na verdade, prolongar a doença da criança. Os autores do guia consideram ainda que os médicos são muito rápidos a receitarem antipiréticos. Os pediatras recomendam com frequência aos pais que dêem doses alternadas de paracetamol e ibuprofeno, com o objetivo de minimizar o risco de efeitos secundárias.

Também o National Institute for Health and Clinical Excellence (Nice) recomenda no seu guia que os medicamentos só devem ser dados quando as crianças se sentem mal ou aparentam incómodo. Apesar de desaconselhar o uso rotineiro destes medicamentos, o Nice admite que a administração dupla pode ser equacionada se o organismo da criança não responder a apenas uma destas substâncias ativas.

O Telegraph lembra ainda que, segundo o British National Formulary, que é consultado pelos pediatras, o limite diário deve ser quatro doses de paracetamol e a mesma quantidade de ibuprofen.

* Automedicação e pais armados em médicos  são um perigo.

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Facundo Cabral y Alberto Cortez

No Soy De Aquí, Ni Soy De Allá

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Primeiro-ministro do Luxemburgo 
vai casar-se com o namorado

A cerimónia está marcada para sexta-feira. Xavier Bettel e Gauthier Destenay estão juntos desde 2010. 

Declaradamente homossexual, o primeiro-ministro do Luxemburgo vai casar-se com o companheiro, Gauthier Destenay, na próxima sexta-feira.
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IMPECÁVEIS
A cerimónia será privada e o casal terá recusado a presença de fotógrafos da imprensa. "Ele não quer pôr a vida privada na esfera pública e negou os pedidos de revistas de celebridades para cobrir o evento", afirmaram fontes à agência AFP.

Antigo presidente da Câmara do Luxemburgo, Xavier Bettel é desde dezembro de 2013, quando sucedeu a Jean-Claude Juncker, primeiro-ministro do Luxemburgo. Prometeu ser uma força modernizadora do país, onde a lei que autoriza o casamento entre pessoas do mesmo sexo é recente: foi aprovada há cerca de um ano e entrou em vigor no início de 2015.

O Luxemburgo é, segundo a AFP, o único país onde tanto o primeiro-ministro como o vice-primeiro-ministro, Etienne Schneider, são homossexuais.

* Este assunto só é notícia nas nossas páginas porque a homofobia mete-nos nojo.
FELICIDADES E LONGA VIDA AOS NOIVOS!


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PARA MÃES DIVORCIADAS

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HOJE NO
 "RECORD"

Blatter teme entrar nos Estados Unidos
. devido a investigação do FBI 

ESPN REVELA MEDO DO PRESIDENTE DA FIFA 
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Segundo revela o programa "E:60", do canal televisivo norte-americano ESPN, Joseph Blatter não quer entrar nos Estados Unidos nos próximos tempos, devido a uma investigação levada a cabo pelo FBI, que tem a FIFA como alvo principal.

Ainda de acordo com o mesmo programa, a investigação está a ter a cooperação de um antigo dirigente da FIFA, de nacionalidade norte-americana.

* Quem tem cú tem medo e o de Blatter eventualmente federá a vigarices.



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OOOPS!!!














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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Identificadas oito pessoas no 
caso de jovem agredido

A PSP da Figueira da Foz identificou no período de 24 horas oito agressores do jovem que aparece num vídeo, divulgado na terça-feira, a ser agredido por duas raparigas, naquela cidade.

Destes oito, quatro são maiores de 16 anos e serão alvo de procedimento criminal, enquanto os restantes, menores de 16 anos, verão os processos a correr no tribunal de Família e Menores, disse à agência Lusa fonte policial.

A mesma fonte disse à Lusa que os agressores maiores de 16 anos estão indiciados dos crimes de sequestro e ofensa à integridade física, entre outros.
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COBARDOLAS

De acordo com a mesma fonte, a principal agressora tem 15 anos, e a outra rapariga e um rapaz que também aparecem como agressores no vídeo já são maiores de 16 anos.
Na terça-feira à noite, na sequência da divulgação do vídeo no Facebook, pelo menos dois progenitores de duas das envolvidas no vídeo deslocaram-se voluntariamente à PSP para denunciar os factos.

Os pais e o agredido estiveram estiveram esta quarta-feira nas instalações da PSP, onde formalizaram o procedimento criminal.

O Ministério Público (MP) abriu um inquérito tutelar educativo aos agressores menores de 16 anos no caso ocorrido na Figueira da Foz e, quanto aos maiores de 16 anos, está a investigar as agressões e divulgação das imagens.

A Procuradoria-Geral da República adiantou à agência Lusa que "existe um inquérito tutelar educativo no Ministério Público da Figueira da Foz", quanto aos agressores menores de 16 anos, e que "foi também apresentada no Ministério Público, do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) da Comarca de Coimbra, uma participação, relativamente aos maiores de 16 anos, pelas agressões e pela divulgação das imagens, encontrando-se a mesma "em investigação".

O vídeo já foi visualizado por quase dois milhões de pessoas, cerca de 24 horas após a sua divulgação, e suscitou centenas de insultos e comentários de repúdio. 

* Quem são os pais que educam estes "cabrõeszolas" para cometer actos da mais vergonhosa cobardia?

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JOGANDO COM ARTE

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