sábado, 9 de maio de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA




OS HOMENS SÃO PREVÍSIVEIS
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enviado por C DIOGO

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DO QUE NÓS 

"GOSTAMOS"

 PORTUGAL 
MIRA E BARRINHA

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6-SUSPENSÓRIOS
  




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CANDIDATO?















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Mete a Colher


ELES PREFEREM AS GORDINHAS

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5-SUSPENSÓRIOS
  



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3-TRATAMENTO 


DE FRACTURAS

 CORPOS VERTEBRAIS
 CIFOPLASTIA
1-TÉCNICA CIRÚRGICA

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Uma interessante série conduzida pelo Prof. Dr. Gustavo Adolpho C. de Carvalho, Doutor e professor em Neurocirurgia.

* Uma produção "CANAL MÉDICO"


** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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4-SUSPENSÓRIOS




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 E S A


1-O DESAFIO DA REENTRADA 
NA ATMOSFERA

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* Uma produção "EURONEWS"


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3-SUSPENSÓRIOS
  



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TERESA TITO DE MORAIS

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‘Mare Vostrum’ 
 A escolha entre a vida e a morte

A Europa minimalista, que se concentra principalmente em conter a chegada de migrantes e refugiados às suas costas marítimas, saiu reforçada na cimeira dos chefes de Estado da União Europeia (UE), da passada semana. Os valores europeus humanitários de solidariedade e respeito pelos direitos humanos continuam fragilizados.

Uma vez mais, os migrantes e refugiados serão impedidos de chegar à Europa e continuarão as políticas restritivas de controlo de fronteiras, as devoluções para os países de trânsito e de origem, sem ter em conta o respeito pelas legítimas aspirações das pessoas e o seu direito à vida.

A realização de uma cimeira extraordinária deveria ter sido encarada como a necessidade de se tomarem medidas excepcionais e não meias-medidas, assim como a solidariedade não deve ser letra morta entre os países da UE.

A Europa não pode isolar-se e impedir a vinda daqueles que fogem das guerras, das perseguições, da pobreza extrema, da fome e de violações sistemáticas dos direitos humanos, mas deve criar condições para que as pessoas que necessitam de protecção possam encontrá-la de forma segura.

A prioridade para reforçar os meios de salvamento e busca, que ficarão ao nível da operação ‘Mare Nostrum’ é, contudo, um sinal positivo. São necessários recursos suficientes com barcos apropriados, pessoal médico a bordo, helicópteros, etc., para intervir rapidamente nas situações de perigo de modo a evitar as mortes no Mediterrâneo.

A luta contra os contrabandistas e traficantes, que exploram diariamente vítimas indefesas, é necessária mas não é suficiente. É preciso criar canais legais acessíveis para os refugiados e migrantes.

O contrabando é um sintoma e não a causa destas viagens perigosas, que conduzem à fuga, nomeadamente, dos refugiados das guerras da Síria, da ditadura na Eritreia e da insegurança que se vive na Líbia. De uma maneira ou de outra, utilizando uma forma ou outra, as pessoas que fogem dos conflitos e violações dos direitos humanos vão fazer o que for necessário para alcançar a sua segurança.

Sem identificar as causas profundas da fuga dos refugiados e criar uma melhoria substancial nos países em conflito, e sem uma política credível sobre alternativas legais e seguras, as medidas agora acordadas estarão condenadas ao fracasso e podem colocar ainda mais em risco as vidas dos refugiados e migrantes.

A Europa deve favorecer e colocar em prática as vias de acesso legais e seguras para os refugiados que chegam em busca de protecção. Vistos humanitários, reagrupamento familiar, programas de reinstalação e recolocação mais ambiciosos deveriam estar nas primeiras preocupações dos dirigentes europeus.

É urgente trabalhar com os países de trânsito e de origem, não só para aliviar a pressão migratória mas também para criar opções seguras à dos traficantes.

Se os países da UE continuarem fechados a uma verdadeira alternativa ao status quo, milhares de homens, mulheres e crianças continuarão a morrer nas águas do Mediterrâneo.
 
* Presidente do Conselho Português para os Refugiados

IN "O7/05/15


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503.UNIÃO


EUROPEIA



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2-SUSPENSÓRIOS




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O QUE SE PASSA DENTRO DE UMA

SALA DE AULAS BRITÂNICA?

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* Uma produção "EURONEWS"


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XVIII-TABU


BRASIL


1.  PRECONCEITO


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 


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1-SUSPENSÓRIOS
  





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RECORDANDO

Eduardo Nascimento

O vento mudou

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HOJE NO
 "RECORD"

VOLEIBOL
Benfica tricampeão nacional 

O Benfica sagrou-se este sábado tricampeão nacional ao vencer no quinto e decisivo jogo da final da competição a Fonte do Bastardo por 3-0, com os parciais de 22-25, 22-25 e 20-25.

Os encarnados asseguraram assim o seu sexto título de campeão nacional.

* Em qualquer modalidade desportiva ser tricampeão nacional é obra. Parabéns.


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MERGULHANDO NO BALI

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Advogado engana burlão e vítimas

Arrobas da Silva acusado de comprar testemunhas por cem euros.

Um momento verdadeiramente peculiar marcou ontem uma audiência de julgamento num processo de burlas a idosos. Foi no Tribunal de Vila Real, quando um arguido acusou o advogado de o enganar. Arrobas da Silva, o causídico que chegou a ser comentador televisivo e foi recentemente condenado a uma pena de quatro anos e meio de cadeia – não está preso porque recorreu – arrisca agora mais um processo-crime e outro processo disciplinar. 
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Poderá ter- -se apoderado de mais de 16 mil euros de um cliente. Expliquemos então os acontecimentos: Há algumas semanas, várias testemunhas entraram com documentos no tribunal. Davam conta de que queriam desistir das queixas por burlas e garantiam mesmo que elementos da PJ e do tribunal as tinham coagido a identificar os suspeitos em julgamento.

Ontem, a procuradora requereu a audição das testemunhas e a surpresa aconteceu. Os idosos identificaram Arrobas da Silva como o homem que se fez passar por funcionário da Justiça e que, a troco de 100 euros, lhes mandou assinar um papel. Não sabiam que era para desistir da queixa, pensavam mesmo que se tratava de uma situação habitual.

Ao ouvir esses testemunhos, o cliente de Arrobas da Silva, que está a ser julgado por burla, não resistiu. António Ezequiel pediu a palavra e afirmou: "Eu dei 17 mil euros ao advogado para fazer isto. Ele ficou então com mais de 16 mil". O tribunal extraiu certidões para investigações autónomas.

* Arrobas da Silva não é o exemplo da advocacia em Portugal, aliás já devia estar proíbido de exercer, lembramo-nos de que enquanto comentador de televisão produzia afirmações pouco consistentes.

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 ORA TOMA

Um homem chegou a casa, após o trabalho, e encontrou os seus três filhos a   brincarem do lado de fora, ainda com os pijamas vestidos.


Estavam sujos de terra, cercados por embalagens vazias de comida entregue em   casa.
- A porta do carro da mulher estava aberta.

- A porta da frente da casa também.

- O cão estava desaparecido, não veio recebê-lo.


- Enquanto entrava em casa, encontrava mais e mais desarrumação.
- A lâmpada da sala estava queimada, o tapete estava enrolado encostado na   parede.

- Na sala de estar, a televisão ligada aos berros num desenho animado qualquer,   e o chão estava atulhado de brinquedos e roupas espalhadas.

- Na cozinha, o lava-loiça estava a transbordar de pratos; ainda havia café do   pequeno-almoço na mesa, o frigorifico estava aberto, tinha comida do cão no chão e até um copo partido em cima do balcão.
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- Sem contar que tinha um montinho de areia perto da porta.

Assustado, ele subiu a correr as escadas, desviando-se dos brinquedos espalhados e de peças de roupa suja.

-Será que a minha mulher sentiu-se mal? - Pensou. Será que aconteceu alguma coisa grave?

- Então viu um fio de água a correr pelo chão, vindo da casa de banho.

- Lá encontrou mais brinquedos no chão, toalhas ensopadas, sabonete líquido   espalhado por toda parte e muito papel higiénico na sanita.
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- A pasta dos dentes tinha sido usada e deixada aberta e a banheira a transbordar de água e espuma.

Finalmente, ao entrar no quarto, encontrou a mulher ainda de pijama, na cama,   deitada e a ler uma revista.

Ele olhou-a completamente confuso, e perguntou:
-Que diabos aconteceu aqui em casa? Por quê toda esta confusão?

Ela sorriu e disse:
- Todos os dias, quando chegas do trabalho, perguntas-me: 

"Afinal de contas, o que fizeste o dia inteiro dentro de casa?"
...Bem... Hoje eu não fiz nada,   FOFO!!!!



Percebem a diferença???


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HOJE NO
 "i"

Almeida Rodrigues. 
“A estrela é a PJ e não 
o seu director nacional”

Nomeado pela primeira vez pelo governo de Sócrates, foi esta semana pela segunda vez reconduzido por Passos.

Faz este sábado sete anos que Almeida Rodrigues conduz o destino da Polícia Judiciária (PJ). Nomeado em 2008 pelo ministro Alberto Costa, num governo de José Sócrates, foi depois reconduzido, já por duas vezes, pelo executivo social-democrata. O último despacho de recondução, assinado por Paula Teixeira da Cruz e Pedro Passos Coelho na passada semana, destaca a sua “reconhecida competência técnica” e a “aptidão e experiência profissional adequadas ao exercício das respectivas funções”.
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Em declarações exclusivas ao i, Almeida Rodrigues diz pretender que a PJ “continue a ser uma das instituições de referência” no país e que “prossiga o seu trabalho com a seriedade, a isenção e a eficácia a que os portugueses e os parceiros internacionais se habituaram”.

“No meu discurso de tomada de posse, há sete anos, disse que sendo  fiel ao princípio res non verba procuraria que os meus actos suplantassem as palavras. Entendo, convictamente, que a estrela é a PJ e não o seu director nacional”, afirma ao i o director-nacional, acrescentando que aquele órgão de polícia criminal “justifica o orçamento pela qualidade do trabalho que desenvolve e pelo seu contributo para a realização da justiça, para a salvaguarda do estado de direito e para que Portugal continue a ser um dos países mais seguros do mundo”.

Esta será a terceira comissão de serviço do investigador que veio de Coimbra para substituir o procurador Alípio Ribeiro e desde então sobreviveu a dois governos e a três ministros. Ao longo destes sete anos, tem-se mantido longe dos holofotes: nunca deu uma entrevista e raramente fez declarações públicas.

A nomeação de Almeida Rodrigues em 2008 pôs fim a uma tradição: pela primeira vez, a Judiciária foi dirigida por um investigador de carreira. À data desempenhava as funções de subdirector nacional adjunto na directoria de Coimbra. Já tinha sido um dos três directores nacionais adjuntos no mandato do antigo director da PJ, o juiz conselheiro Santos Cabral. Natural de Viseu, licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

No último aniversário da PJ – o 69º – Almeida Rodrigues defendeu a indexação de salários aos magistrados, por entender que os ordenados dos investigadores deveriam garantir a sua “absoluta isenção e rigor na recolha e sistematização da prova”.

Sublinhou ainda que a instituição não poderia “ficar refém de conjunturas economicamente adversas ou de messiânicas teorias avulsas que vêem na parametrização conceptual a solução para todos os problemas” e que as normas estatutárias da PJ careciam “de um amplo consenso político”.

No aniversário anterior, em 2013, Almeida Rodrigues optara por destacar a necessidade “urgente” de actualizar os montantes remuneratórios dos piquetes e das unidades de prevenção. E depois de reconhecer o “vultuoso investimento” feito pelo Ministério da Justiça na nova sede da PJ, dirigiu-se à ministra da Justiça para sublinhar que dadas “as exigências inerentes ao trabalho de investigação da criminalidade mais grave, onde a disponibilidade deve ser permanente e onde a vida humana não raras vezes é colocada em perigo” a remuneração dos investigadores da Polícia Judiciária deveria “ser condigna e proporcional à exigência das funções” que exercem.

  De 2011 até à data, foram feitas pelo menos três greves pelos inspectores da Polícia Judiciária. Na lista de reivindicações da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da PJ estiveram “a ausência de negociação de um estatuto adequado” e a “incapacidade revelada pela tutela para preservar a instituição de graves consequências resultantes de uma aplicação cega e incompetente da Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas aos investigadores criminais”.

O sindicato acusava ainda a ministra de falhar a promessa de aprovar o estatuto da carreira na PJ. Em 2014, as críticas estenderam-se às condições de trabalho: “veículos dignos de museus, impressoras sem toners, um parque informático obsoleto (com computadores de refugo de outras instituições do Ministério da Justiça) e um sistema de informação criminal e de intercepções telefónicas a necessitar de urgente intervenção”. 

* A Polícia Judiciária foi sempre uma instituição que muito respeitámos mesmo quando o comportamento de alguns elementos não correspondem à dignidade da PJ.
Almeida Rodrigues tem sido de certeza um bom chefe, longíssimo das luzes da broadway ao contrário da ministra da tutela, foi bom para o país ter sido reconduzido.


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SINCRONISMO
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HOJE NO
 "A BOLA"

Kvitova conquista torneio de Madrid

Petra Kvitova não deu hipóteses Svletana Kuznetsova e conquistou com facilidade o torneio de Madrid.
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Kvitova, quarta cabeça-de-série, derrotou a adversária em dois «sets», com os parciais de 6-1 e 6-2.

Quando faltam duas semanas para o início de Roland Garros, Kvitova demonstra que atravessa um excelente momento de forma.

Madrid: 
Murray defronta Nadal na final

O britânico Andy Murray garantiu a presença na final do torneio de Madrid, após ter derrotado, este sábado, o japonês Kei Nishikori.
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Murray, segundo cabeça-de-série, venceu o adversário nipónico, quarto pré-designado, em dois «sets», com os parciais de 6-3 e 6-4.

Resultados :
Nadal (Esp, 3) – Berdych (Rtc, 6) 7-6, 6-1
Murray (GB, 2) - Nishikori (Jap, 4) 6-3, 6-4

* As excelências do ténis.


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MENOPAUSA















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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Afinal, a maçã atraiçoa-nos a dieta

Os alimentos mais usados nas dietas parecem ser afinal um erro: um estudo revela que quanto mais fruta e legumes ingerimos, maior a vontade que temos para comer fast food.

Acabou de comer a maior maçã da fruteira na esperança de sossegar a fome. E mesmo assim não consegue parar de pensar no hambúrguer do anúncio que passou na televisão. Que é difícil levar a bom porto uma dieta equilibrada ninguém tem dúvidas. O difícil mesmo é entender por que razão nunca estamos satisfeitos quando comemos fruta ou legumes. E a resposta parece ter chegado agora.
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Segundo um estudo publicado no Proceedings National Academy Sciences, quanto maior a quantidade de fruta e verduras que consumimos, maior o desejo que temos por fast food em comparação com o desejo de ingerir alimentos açucarados.

E isso justifica-se pelo facto de a frutose não gerar a mesma sensação de saciedade no cérebro que a glicose, porque não estimula a produção de hormonas como a insulina.

Aliás, pelo contrário, comer fruta ativa as partes do cérebro responsáveis por pedir uma recompensa calórica.

Estes dados foram descobertos quando uma equipa de cientistas estudou o comportamento de 24 pessoas. A todas elas foram dados vários sumos para beber: alguns continuam fruta e legumes, outros tinham glicose em vez de frutose, mas numa quantidade semelhante.

A seguir, pediu-se que cada indivíduo olhasse para uma série de imagens de comida gorda e avaliasse a sua vontade de as ingerir. E descobriu-se que a frutose tem um efeito maior na fome e no desejo por alimentos calóricos, graças à reação hormonal perante diferente formas de açúcar.

Porquê? As calorias são processadas de forma diferente e, sendo assim, também conduzem a sensações diferentes. A glicose parece satisfazer mais porque da sua digestão resulta a dispersão da energia por todo o corpo – incluindo o cérebro. Como a frutose é digerida no fígado, a energia fornecida que entra em circulação é menor.

* Estamos sempre a aprender.

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DESENRASCADO

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