terça-feira, 5 de maio de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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COM GAROTAS SEXY


É ASSIM... 


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PRIMAM PELA INDIFERENÇA,

OS DADORES INTERNACIONAIS!














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GRANDES LIVROS/5
AUTORES PORTUGUESES


2-OS LUSÍADAS



LUÍS VAZ DE CAMÕES


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* Uma extraordinária produção da RTP/2



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.



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HOJE NO
 "RECORD"

Quarteto fantástico espreita ouro olímpico

Começa a ser um caso sério o K4 formado por Fernando Pimenta, Emanuel Silva, João Ribeiro e David Fernandes. Esta embarcação alcançou a medalha de prata no Europeu de Racice, na República Checa, e as perspetivas a médio prazo são as melhores. Aliás, são de tal forma animadoras que o próprio selecionador nacional, Ryszard Hoppe, aponta esta tripulação ao topo mundial. "Creio que temos o melhor K4 do Mundo. 
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Quando competimos, penso que nunca podemos falhar, que vamos ganhar. Este K4 tem nível para alcançar o ouro no Rio de Janeiro. O Europeu confirmou que o barco tem potencial e que podemos esperar bons resultados", atirou o polaco, à chegada da Seleção Nacional ao Aeroporto do Porto. 

É certo que para ter êxito no Rio’2016 os canoístas terão de ser competentes no Mundial de Milão, em agosto próximo, onde estará em disputa o acesso aos Jogos Olímpicos. E é mesmo essa a ideia vincada pelos protagonistas. "No Mundial tudo vai ter de correr bem. Nas outras provas pode falhar tudo, mas não no Mundial. E aí a Federação, os técnicos e os canoístas terão de fazer tudo para que as coisas corram bem. Temos de estar todos no mesmo barco, porque ali não se pode falhar", apontou Emanuel Silva. "Não existem tripulações favoritas. No Mundial vai começar tudo do zero, não há medalhas certas nem lugares comprados. Mas este 2.º lugar no Europeu é um bom sinal", referiu João Ribeiro, lembrando que este K4 alcançou "sete medalhas em oito participações".

Bronze
Fernando Pimenta vinha na frente da comitiva portuguesa, na chegada ao Porto. Ao peito estavam as medalhas de prata do K4 1.000 e de bronze, conquistada em K1 1.000. Foi uma felicidade redobrada para o canoísta de 25 anos, do Clube Náutico de Ponte de Lima. "Apresentei-me bem, com mais maturidade. Ainda estou a adquirir experiência, pois um atleta não se faz num ano só. Quero melhorar para estar a cem por cento nos momentos decisivos", disse. "No K1 consegui controlar alguma ansiedade, até tendo em conta o esforço que tinha feito no dia anterior, nas meias-finais das várias provas. No K4 perdemos para os campeões do Mundo, a Rep. Checa, mas esperamos conseguir ganhar na prova de maior valor", acrescentou, como que em jeito de referência ao Mundial mas, sobretudo, aos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

* "K" de ouro!

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 5- BOMBA NUCLEAR

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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Identificados mais de mil futebolistas estrangeiros em situação irregular

O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras identificou até ao momento mais de mil futebolistas estrangeiros em situação irregular em Portugal, tendo já sido abertos 17 processos-crime.

"O SEF identificou 1.304 ocorrências de cidadãos estrangeiros em situação ilegal, não só menores, tendo, posteriormente, sido abertos 17 processos-crime", afirmou João Almeida durante uma audição na Comissão de Educação, Ciência e Cultura, na Assembleia da República, sem especificar o período de fiscalização.
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 Em análise esteve a fiscalização levada a cabo pelo SEF a clubes e associações desportivas, que permitiu identificar um número elevado de cidadãos estrangeiros que não possuem título de residência ou visto adequado à prática desportiva.

"O fenómeno desportivo é um chamariz para esse tipo de situações. Há muitos casos de cidadãos que nunca foram jogadores de futebol e que são trazidos por intermediários, que depois desaparecem", disse João Almeida, manifestando a intenção de assinar um protocolo com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que vise precaver situações idênticas.

No início do ano, a FPF anunciou que, até abril, iria introduzir no regulamento do estatuto da inscrição e transferência de jogadores a obrigatoriedade de apresentação de documentação que ateste a legalidade da permanência de estrangeiros em solo luso.

Há cerca de um mês, o próprio presidente da FPF, Fernando Gomes, foi ouvido na mesma comissão, tendo referido que vários jogadores são inscritos com vistos de turista, válidos por três meses, e que a FPF não tem forma de saber se foi renovado, ou não, considerando que a solução passa pela atribuição de vistos de residência válidos para o período em que o atleta está a ser inscrito, por exemplo, uma época inteira.

A 05 de fevereiro, o SEF tinha identificado 250 cidadãos estrangeiros, dos quais 157 estavam em situação irregular.

Das ações de fiscalização, maioritariamente a clubes de futebol dos distritos de Coimbra, Aveiro, Leiria, Viseu, Guarda e Castelo Branco - mas sem especificar o nome dos envolvidos - resultaram três detenções de cidadãos estrangeiros e a notificação de 105 para deixarem o país no prazo de 20 dias.

* O futebol é argumento de muitos negócios, até de tráfico de seres humanos, estamos curiosos sobre as decisões que a FPF vai tomar em relação aos clubes implicados.


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I-CIDADES 
OCULTAS

3-PETRA

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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Associações: 
Taxas da Lei da cópia privada 
são "impostos encapotados"

A AGEFE, APRITEL e APED acusam o Governo de avançar com o processo legislativo da lei da cópia privada "pelas costas dos agentes económicos" levando o diploma a debate novamente esta sexta-feira. Caso a lei seja aprovada, as associações vão analisar se impugnam a decisão, admitindo que há inconstitucionalidade e que as novas taxas são "impostos encapotados". 
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A AGEFE, a APRITEL e a APED uniram-se para manifestar a uma só voz a sua "surpresa" e indignação" por o Governo levar ao Parlamento a reapreciação da lei da cópia privada, a qual foi vetada pelo Presidente da República, Cavaco Silva, e que prevê a extensão das taxas para remunerar os direitos de autor a equipamentos digitais, como telemóveis ou tablets.

"Tendo presentes a oportunidade e a pertinência dos fundamentos que levaram o Presidente da República a devolver ao Parlamento, sem promulgação, o decreto que regula os direitos de autor e a compensação equitativa relativa à cópia privada, foi com verdadeira surpresa e indignação que, por via da comunicação social tomamos conhecimentos do agendamento da reapreciação do diploma para o próximo dia 8 de Maio", disse José Valverde, director executivo da AGEFE - Associação Empresarial dos Sectores Eléctrico, Electrodoméstico, Fotográfico e Electrónico.

Durante a conferência de imprensa, que decorreu esta terça-feira, os responsáveis das três associações sublinham "a lucidez da recomendação do Presidente da República para a necessidade de uma reponderação nos diversos interesses em presença, com vista à adopção de uma legislação que, nesta matéria, se afigure mais sintonizada com a evolução tecnológica já verificada".

Por estes motivos, "caso a lei seja aprovada, a modernização e desenvolvimento da economia digital dará um passo atrás", alertou José Valverde.

Ana Isabel Trigo Morais, directora-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED), recorda ainda que a discussão da alteração à lei começou no Verão do ano passado e que os agentes económicos, como as três associações, não foram contactados pelo Governo durante o processo. "Não fomos tidos porque não queriam que fossemos achados", sublinhou a responsável, acrescentando que, "como se costuma dizer, é legislar de pantufas".

Para os responsáveis, caso o diploma em questão seja aprovado no dia 8 de Maio, "a cópia privada em ambiente digital continuará a ser regulada em 2015 por uma legislação criada para a realidade do século passado, que está a ser revista um pouco por toda a Europa e que vem dando origem a sucessivas decisões do Tribunal da Justiça Europeu que exigem a sua reforma", relembrou José Valverde.

Aliás, "tal anacronismo é tão e mais evidente quanto, a dois dias antes da reapreciação do diploma pela Assembleia da República, a 6 de Maio exactamente, a Comissão Europeia irá divulgar a sua estratégia para a criação do Mercado Único Digital", prevendo-se para o segundo semestre deste ano "uma nova proposta europeia para a reforma do regime de direitos de autor".

Por todas estas razões, as três associações decidiram endereçar uma carta ao primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, para apelar à reponderação da questão da cópia privada.

Novos passos em estudo
Caso a lei seja aprovada, posição que na opinião da AGEFE, a APED e da APRITEL estará já concertada pela maioria, "iremos analisar os próximos passos. Mas ainda não podemos dizer se iremos impugnar a medida ou não", detalhou Daniela Antão, secretária-geral da APRITEL - Associação dos Operadores de Telecomunicações.

Tendo em conta que o presidente da República devolveu o diploma ao Parlamento no final de Março, o Governo não contactou os agentes económicos e "não deu tempo para implementar alterações ao projecto de lei, "acreditamos que o diploma que irá ser votado novamente tem os mesmos moldes do anterior".

Os actuais moldes do diploma contêm alguns "argumentos de inconstitucionalidade", nomeadamente ao nível das condições mínimas prévias na transparência da colecta dos tributos", segundo Daniela Antão.

A AGECOP (Associação para a Gestão da Cópia Provada) será a entidade responsável por gerir os fundos provenientes desta nova lei, que segundo as previsões do Governo deverão rondar os 15 milhões por ano.

"Em primeiro lugar deveria haver medidas de controlo e escrutínio das entidades envolvidas". "Todo este processo está virado ao contrário", lamenta Daniela Antão.

Os responsáveis das associações consideram ainda que as novas taxas "são mais um imposto encapotado". "Porque hão-de os consumidores pagar uma taxa sem saber o serviço associado?", questiona a responsável da APED, afirmando ainda que "o pagamento de algo sem um serviço associado é um imposto", não uma taxa.

* Somos pela defesa dos direitos autorais mas que esta taxa é um imposto, não há dúvida!


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CARLA HILÁRIO QUEVEDO

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A grande mentira

Ao longo de cerca de 3 horas e 40, assistimos a entrevistas de Claude Lanzmann a Benjamin Murmelstein, o único decano dos judeus que sobreviveu ao Holocausto

Nunca vi o filme “Shoah”, de Claude Lanzmann, de 1985, mas sei que um dia vou ser capaz de assistir ao registo em filme da tentativa de extermínio do povo judaico pelos nazis durante a Segunda Guerra Mundial. Tenho hoje esta certeza porque fui capaz de ver “O Último dos Injustos”, outro filme de Claude Lanzmann inicialmente pensado para fazer parte de “Shoah”. Mas nove horas de filme já não suportavam mais três horas de entrevistas feitas em 1975, em Roma, a um decano dos judeus de Theresienstadt, um campo de concentração situado perto de Praga. Mas como disse Lanzmann a um jornal, “não tinha o direito de guardar as imagens” só para ele. O filme foi exibido pela primeira vez em 2013.

Ao longo de cerca de 3 horas e 40, assistimos a entrevistas de Claude Lanzmann a Benjamin Murmelstein, o único decano dos judeus que sobreviveu ao Holocausto. O Judenrat, ou Conselho Judaico, era mais uma manobra administrativa dos nazis, que consistia em nomear judeus para servirem de intermediários com os nazis. O testemunho de Murmelstein esclarece que se tratava de mais uma farsa do regime odioso de Hitler. Os decanos foram executados com uma bala na nuca ou enviados para os campos de extermínio, à excepção deste último sobrevivente, um homem intrigante, muito inteligente, além de particularmente dotado para a sobrevivência.

Por esta razão – que Murmelstein atribui um pouco injustamente ao acaso, embora seja verdade que o fim da guerra o beneficiou mais a ele do que aos seus antecessores –, Murmelstein é posto de parte, tratado como traidor, colaborador dos nazis, como aliás foram considerados outros decanos. Não tenho conhecimento suficiente para afirmar que nenhum foi colaboracionista. Mas não foi por “colaborarem” que sobreviveram, o que nos esclarece sobre os únicos culpados da Solução Final: o regime nazi, Hitler e os seus capangas. A culpa atribuída aos judeus faz parte do mecanismo abjecto do negacionismo, outro produto dos nazis.

Murmelstein é erudito e ataca a ideia de Hannah Arendt de que Eichmann seria “banal”. “Eichmann era um demónio”, afirma Murmelstein e conta um esquema de corrupção elaborado numa época em que os judeus eram convencidos a emigrar, não sem antes darem tudo o que tinham ao Estado. Eichmann tinha inventado um esquema que implicava a emissão de vistos falsos e o roubo dos que pensavam que iam emigrar. Assim tinha a sua própria fonte de rendimento.

Outra mentira dos nazis foi Theresienstadt, apresentado como gueto-modelo num filme em que se mostravam crianças a brincar, pessoas a trabalhar e velhos a ler: uma farsa, resultado da “operação de embelezamento” para apresentar ao mundo e à Cruz Vermelha. Muitas das pessoas filmadas foram em seguida deportadas para Auschwitz, onde seriam mortas.

Uma das razões apresentadas por Murmelstein para ter sobrevivido foi ter combatido os nazis no seu próprio terreno: o da mentira. Para sobreviver no logro, Murmelstein contou histórias, comportando-se, nas suas palavras, como Xerazade para sobreviver. Tornou-se indispensável porque resolvia problemas e era útil. Era a esperança dos nazis para perpetuar a mentira de Theresienstadt, por isso não o mataram. Ainda bem que Lanzmann o entrevistou.

IN "i"
04/05/15


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500.UNIÃO


EUROPEIA


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HOJE NO
 "DESTAK"


Dadores internacionais ignoram Chade e
. Níger, dois dos países mais pobres - ONU

Dois dos países mais pobres do mundo, o Chade e o Níger, estão a receber pouca atenção dos dadores apesar de se confrontarem com problemas de refugiados, crise alimentar e pobreza esmagadora, disse hoje um dirigente da ONU. 
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Apenas 17% dos 527 milhões de dólares (471 milhões de euros) que o Chade solicitou foram prometidos, enquanto no caso do Níger os compromissos ficaram-se por 25% dos 375 milhões de dólares pretendidos.

O dirigente dos serviços de ajuda humanitária da Organização das Nações Unidas (ONU) John Ging considerou "vergonhoso" que tão pouca ajuda tenha chegado aos dois países, que estão a acolher 850 mil refugiados de conflitos nos Estados vizinhos, desde a Nigéria, a braços com o grupo designado Boko Haram, à República Centro-Africana. 

* A hipocrisia dos "donos do dinheiro"

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32-BEBERICANDO

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COCKTAIL ALEXANDER


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IV-A ERA DAS 

UTOPIAS


2. UTOPIA 

SOCIALISTA


2.1-O TERCEIRO  

MUNDO EM CENA

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HOJE NO
 "i"

Carlos Alexandre responde a 
denúncias anónimas e revela o 
que ganha, o que tem e o que gasta

Juiz contou à Relação de Lisboa que proibiu CGD de aceitar depósitos na sua conta sem a sua autorização

No dia em que foi chamado à Relação de Lisboa para responder, pela segunda vez em poucos meses, a uma denúncia anónima por violação do segredo de justiça, o juiz Carlos Alexandre demorou quatro horas e meia a contar à procuradora que dirigiu o inquérito quais as suas fontes de rendimentos, que bens tem em seu nome e quantos empréstimos contraiu para conseguir comprá-los.

* Porque é que um homem sério tem de responder a acusações cobardes e anónimas? Carlos Alexandre está a ser alvo de ataques para manchar a sua reputação, mas ele nem deve nem teme.

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Rui Veloso

Anel de Rubi

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HOJE NO
 "A BOLA"

«Estou muito otimista quanto às 
minhas possibilidades» - Luís Figo 

A menos de um mês das eleições à presidência da FIFA, o antigo internacional português garante estar muito otimista quanto às suas possibilidades de vir a ser escolhido para suceder ao suíço Sepp Blatter na liderança do organismo que rege o futebol mundial.
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«Respeito todos os candidatos, incluindo o atual presidente da FIFA, mas tenho muita convicção nas minhas ideias e estou muito otimista quanto às minhas possibilidades», afirmou Luís Figo, em entrevista à revista “Jogadores”, publicação oficial do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol.

O antigo internacional português salientou as suas ideias e falou das mudanças que pretende incutir na FIFA:

«Sinto que estou a fazer um trabalho que tinha de ser feito a bem do futebol. As minhas propostas têm sido bem aco¬lhidas e as reuniões que tenho tido por todo o Mundo reforçam a minha convicção de que as pessoas desejam uma mudança.»

«Percebo que uma liderança de muitos anos cria laços que são difíceis de contrariar. O fundamental é que sinto que as pes¬soas percebem que a mudança é inevitável. Eu digo que agora é a altura certa. O voto no dia 29 é secreto e as pessoas não devem ter medo da mudança porque vai ser positiva», vincou.

* Ainda bem que está confiante, por nós ganharia de certeza. Temos receio de que a corrupção instalada volte a ganhar.


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VELOCIDADES

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS 
 DA MADEIRA"

EUA autorizam ligação 
por 'ferryboat' com Cuba

O Departamento do Tesouro norte-americano anunciou hoje que emitiu licenças para autorizar o transporte de passageiros por 'ferryboat' entre os EUA e Cuba, o que acontece pela primeira vez em mais de 50 anos.
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PARA ACABAR COM A FUGA DE CUBA
"Algumas licenças foram concedidas hoje" para a exploração das ligações por 'ferry', confirmou uma porta-voz, sem quantificar o número de licenças emitidas.

Pelo menos uma empresa do Estado da Florida confirmou ter sido autorizada a lançar um serviço de 'ferry' entre Cuba e os EUA, que estão separados por cerca de 150 quilómetros.

* Um bom princípio.


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 PERGUNTE QUE
ALGUÉM RESPONDE
































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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Universidade está a avaliar caso do professor que se assume racista

O Económico apurou que a Comissão de Ética da Universidade do Porto está a analisar as declarações de Pedro Cosme Vieira.

"O caso já está a ser analisado pelos órgãos da Universidade do Porto e será objecto de avaliação pela Comissão de Ética", é a resposta oficial dada ao Económico por fonte oficial desta universidade, onde Pedro Cosme Vieira é professor, em reacção às suas declarações polémicas em que se assume como racista que fizeram a manchete de hoje do jornal "i".
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"A Universidade do Porto considera que as declarações proferidas pelo professor Pedro Cosme Vieira são fruto de uma opinião pessoal, que vincula apenas o próprio, não reflectindo os valores e as posições defendida" pela instituição, sublinha a mesma fonte.

Na mesma resposta, a universidade esclarece que a Comissão de Ética da Universidade é o órgão colegial e independente que se ocupa da observância de padrões éticos em todas as actividades académicas da instituição e na conduta dos seus membros (docentes, funcionários ou alunos).

Segundo o "i", Pedro Cosme Vieira diz coisas no seu blogue ("Económico-Financeiro") como "a pretalhada que atravessa o Mediterrâneo devia ser abatida a tiro" ou "Se se fizesse o abate sanitário de todos os infectados com sida, a doença desapareceria da face da terra".

Professor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, há 20 anos, Pedro Cosme Vieira assume-se como racista e diz mesmo: "todos nós somos racistas e isso está gravado nos nossos genes".

Em declarações ao mesmo jornal, Pedro Cosme Vieira diz que os qualificativos lhe passam ao lado. "Essas adjectivações não são sobre mim enquanto pessoa, mas apenas enquanto personagem de um mundo virtual".

O nome de Pedro Cosme Vieira foi referido num artigo de opinião do deputado do PSD Duarte Marques e, posteriormente, Francisco Louçã foi ao arquivo do blogue buscar as frases polémicas.

Ao 49 anos, este professor concorreu, este ano, à direcção do Conselho Pedagógico da Faculdade de Economia, mas não conseguiu nenhum voto.

* O homem é um nojo, não pode ser professor em lado nenhum, nos genes nada está gravado sobre preconceitos racistas, como pode um traste chegar a prof. universitário, pode, pode, em Portugal os trastes estão em todo o lado, na política, na banca, na administração pública, etc.


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PEDIDO DE CASAMENTO

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"
37% dos jovens vítimas do tabaco

Fumo passivo na vida de mais de um terço dos portugueses.

Mais de um terço dos jovens portugueses, até aos 18 anos, estão expostos ao fumo de tabaco em casa.

O alerta nasce da análise a um dos principais fatores de risco das doenças do foro respiratório, incluído no 10º relatório do Observatório Nacional das Doenças Respiratórias (ONDR). O documento, apresentado ontem em Lisboa, revela que, só em 2013, este tipo de patologias foi responsável por mais de 17 mil mortes, representando 16,1% dos óbitos. 
Apesar da venda de tabaco estar proibida a menores, 11% dos rapazes e 10% das raparigas com 15 anos revela fumar pelo menos um cigarro por semana. No Secundário, 40% dos alunos fumam. A incidência deste vício entre a população mais jovem pode levar ao crescimento do número de casos de doenças respiratórias entre os portugueses nos próximos anos. Com altos encargos, este tipo de patologias foi responsável por mais de 68 mil internamentos em 2013, revela o relatório. 

A prevenção é "o caminho a seguir", sendo que para Teles de Araújo, presidente do ONDR, "as campanhas devem atuar junto dos estudantes". O relatório alerta ainda para uma redução de quase 50%, em cinco anos, dos locais onde a consulta de cessação tabágica se encontra disponível. No mesmo período, ocorreu uma quebra de mais de quatro mil destas consultas. Uma situação "gravíssima", sublinha o especialista Carvalheira Santos. A pneumonia é a doença respiratória que mais obriga à assistência hospitalar: em 2013, 41 796 doentes deram entrada nos hospitais com este diagnóstico e foram registados 5935 óbitos, valor que
quase duplicou em 16 anos.

* SEM PALAVRAS

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 OLHA OS BURAQUINHOS!


OS DELICADOS

































OS JAVARDOS








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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Novas regras nos tribunais: silêncio, arrumação e distância dos jornalistas

O novo regulamento da Direção-Geral da Administração da Justiça proíbe os funcionários judiciais de falarem com os jornalistas. Mais: aconselha-os a manter o espaço arrumado e a não falar alto.

A lista de recomendações é longa, muito longa. A Direção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) quer proibir os funcionários dos tribunais de “fornecerem informações” e de falarem com a comunicação social “sem autorização prévia da Direção Superior”. Mas este é só um exemplo das muitas regras inscritas no Código de Ética e Conduta publicado pelo DGAJ.
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O regulamento foi divulgado a 24 de abril e tem merecido duras críticas do Sindicato dos Funcionários Judiciais. Ao Diário de Notícias, o presidente do sindicato, Fernando Jorge, disse mesmo que o documento mais parece “um regulamento escolar”. “Temos de explicar a estes senhores que as secretarias judiciais não são uma sala de aula. As pessoas comportam-se como é suposto comportarem-se, não é preciso haver um conjunto de regras a explicar-nos isto”, sublinhou Fernando Jorge.

Terão as queixas do Sindicato dos Funcionários Judiciais fundamento? De acordo com o documento assinado pelo diretor-geral da Administração da Justiça, Pedro Lima Gonçalves, além da proibição de falar com os meios de comunicação social, os funcionários devem também “evitar falar num tom de voz elevado” ao telefone e com com outros trabalhadores, “manter o seu espaço de trabalho arrumado e minimizar a utilização de objetos pessoais” e “colocar o telemóvel em modo discreto“.

Além disso, os trabalhadores colocados em open space devem “utilizar apenas as zonas demarcadas para circulação, mesmo que seja este o percurso mais longo“. O objetivo, esclarece Pedro Lima Gonçalves, é evitar “tudo o que possa funcionar como fonte de perturbação dos mesmos e como fator diminuidor da concentração e produtividade”.

Mas há mais: os funcionários judiciais “devem informar os respetivos superiores hierárquicos de eventuais suspeitas que tenham relativamente a comportamentos e situações ilícitas” dos próprios ou dos colegas. Por exemplo, quando identificarem uma situação de conflito de interesses, ou seja, sempre que detetarem que o envolvido tenha “interesse pessoal, de índole económica ou financeira” que “se revele suscetível de afetar o desempenho isento e imparcial das suas funções profissionais”.

A DGAJ espera, assim, intensificar o combate à fraude e corrupção e “diminuir os custos relacionados” com possíveis casos deste género, através da criação de um “ciclo virtuoso e um ambiente propício à inovação“, pode ler-se no documento.

Também ao DN, António Oliveira, funcionário judicial num tribunal de Lisboa (que preferiu não dizer qual, com medo de represálias), descreveu estas regras como “humilhantes” e denunciou, aquilo que acredita ser “mais uma manobra para intimidar e para fazer valer a cultura do bufo, já que nos obriga também a denunciar os nossos colegas”.

Entendimento diferente tem a DGAJ. No Código de Ética e Conduta pode ler-se que este é “um modelo a seguir” e uma “referência no desempenho do serviço público que se pretende ser rigoroso, eficiente, competente e [que] conduza à excelência”. “A ética não é só uma palavra, é uma prática, e estes princípios devem ser adotados por todos os trabalhadores da DGAJ sem exceção”, defende Pedro Lima Gonçalves.

* E que tal um manual de regras para os membros do governo onde se precisasse que para exercer o cargo seriam absolutamente necessárias competência e seriedade.


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