segunda-feira, 4 de maio de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS 


  "ESBANJAMOS"!





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COITADINHOS DOS JUDEUS














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ISABEL SILVA
E EDGAR


 CHA CHA CHA


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M A M B O


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S A M B A


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V A L S A


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* Produção TVI, coordenação de CRISTINA FERREIRA



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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Interpol alerta para produto
 de dieta mortal

A Interpol emitiu, esta segunda-feira, um alerta mundial sobre um produto de dieta, também conhecido no universo do culturismo, que causou a morte de uma mulher no Reino Unido e graves problemas de saúde a um cidadão francês. 
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"Um alerta mundial foi emitido pela Interpol sobre o 2,4-dinitrofenol (DNP), uma substância ilícita e potencialmente mortal utilizada como produto de dieta e de ajuda ao desenvolvimento de músculos", anunciou a organização internacional de cooperação policial em comunicado.

Trata-se de um "alerta laranja", destinado a alertar a polícia, os organismos públicos e as organizações internacionais, na sequência "da morte de uma mulher no Reino Unido e de um francês ter ficado gravemente doente após ter consumido esta substância".

Habitualmente vendido sob a forma de um pó amarelo ou em cápsulas, o DNP encontra-se igualmente em creme, fazendo ainda parte da composição de alguns explosivos.

Os riscos ligados à sua utilização são aumentados pelas suas condições de fabrico ilegais, segundo a Interpol.

É produzido em laboratórios clandestinos "que não aplicam quaisquer normas de higiene", expondo "os consumidores a um risco acrescido de 'overdose' devido à sua falta de competências especializadas", adverte a Interpol.

Nos anos 1930, o DNP era utilizado para estimular o metabolismo e ajudar à perda de peso, mas foi retirado do mercado depois de ter causado várias mortes.

Divulgado a pedido do Departamento Central de Luta contra os Atentados ao Ambiente e à Saúde Pública (OCLAESP), do Ministério do Interior francês, o alerta foi difundido nos 190 países membros da Interpol.

* À atenção de todos especialmente dos culturistas.


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MINUTOS DE


CIÊNCIA/46

GATO DE 

SCHRÖDINGER


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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"


Horta Osório convidado a integrar
. administração da holding da Fiat

A Exor, holding que agrupa todas as participações da fabricante automóvel Fiat SpA, poderá ter o actual presidente do Lloyds Bank no seu conselho de administração.
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A Fiat, fundada pela família Agneli, tem António Horta Osório na mira para integrar o "board" da Exor, holding que detém 29,19% e 44,31% dos direitos de voto da fabricante automóvel italiana.

Com efeito, a Giovanni Agnelli e C. S.a.p.az., nascida em 1987, que fabrica motores automóveis e que é accionista da Exor, apresentou à Exor a sua lista de candidatos para integrar o conselho de administração da holding e António Horta Osório consta dessa lista, sendo proposto para administrador independente.

Recorde-se que a Fiat, fundada em 1899 por Giovanni Agnelli, é actualmente liderada por um dos seus netos, John Elkann. Elkann é também o presidente da holding Exor e foi quem fez o convite a Horta Osório.

A Assembleia Geral de Accionistas decorre no próximo dia 29 de Maio e esta lista, que está hoje a ser divulgada pela imprensa em Itália, será levada a deliberação e aprovação.

António Horta Osório, presidente do Lloyds Bank, foi considerado pelo jornal "City AM & CMC Markets", em Dezembro de 2008, o terceiro homem mais influente do centro financeiro de Londres (a City), numa lista com 100 nomes.

Horta Osório substituiu Eric Daniels no cargo de CEO do Lloyds a 1 de Março. Depois de uma passagem pelo Citibank Portugal e pela Goldman Sachs, Horta Osório integrou o Santander em 1993, como CEO do Banco Santander de Negócios Portugal. Desde 2006 que estava no Santander UK.

Do universo da Fiat, desde que no ano passado se juntou à Chrysler, fazem parte marcas como Alfa Romeo, Ferrari, Lancia e Maserati.

* Um profissional de excelência não precisa de ser PR.

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V-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


1- AFRICANAS E


 AFRO-AMERICANAS


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "DESTAK"

Contrafação cada vez mais 
'made in' Portugal

Produção de falsificações está a aumentar na União Europeia. ‘Made in’ Portugal chega já aos produtos falsos.

China, Índia, Egito ou Turquia mantêm a liderança enquanto produtores de material contrafeito vendido na União Europeia. O cenário é assim há vários anos, mas de acordo com um relatório ontem apresentado, a produção de falsificações está a aumentar em território europeu, com o ‘made in’ Portugal a chegar agora já também aos produtos falsos. 
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Os dados, que resultam de uma análise conjunta da Europol do Instituto de Harmonização do Mercado Interno, reconhecem as vantagens das falsificações europeias que, não só têm maior qualidade, como são mais baratas, já que o risco de deteção é menor, assim como os custos de transporte.

Por cá, aponta-se o dedo a alguns fabricantes e dão-se exemplos. Sendo a roupa e o calçado o segundo tipo de artigos mais apreendidos nas fronteiras europeias, não é de estranhar que o Norte nacional seja, no que à contrafação diz respeito, apetecido.

Em 2013, uma operação conjunta entre Portugal e Espanha confirmava isso mesmo, ao desmantelar uma rede, liderada por marroquinos, especializada na produção e distribuição de roupas e acessórios contrafeitos, sediada no Norte do País. E era daqui que saíam peças de roupa e calçado com etiquetas de marcas como Chanel, Burberry, Hermes ou Lacoste. 

* Há 40 anos a guerra era contra os mixordeiros que "martelavam" o vinho e destilados, o "visky" de Sacavém era bem conhecido. Agora é tudo mais fino, roupas de marca.

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MIGUEL GUEDES

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O lápis azul do arco

Sem confusões. Não me refiro ao lápis azul da Viarco, essa afamada fábrica portuguesa de lápis cuja história remonta a 1936. A verdade é que, traçada a lápis ou caneta de tinta permanente, a planificação das eleições para os três partidos do denominado "arco da governação" deve ser coisa dura. Não contentes com a canseira, os três partidos (leia-se PSD/PS/CDS-PP) esforçam-se há cerca de um ano para ultrapassar a desadaptada lei de 1975, consagrando um novo regime jurídico da cobertura jornalística em período eleitoral através de um projecto-lei quase a sair do forno (embora agora alguns o neguem). Sem que para isso tivessem envolvido e ouvido - em tempo certo - os restantes partidos com e sem assento parlamentar, os órgãos de comunicação social ou as suas confederações representativas, ou sequer a Comissão Nacional de Eleições (CNE) e a Entidade Reguladora da Comunicação Social (ERC), tidas e achadas como cérebros desse novo órgão que apelidam de "comissão mista". 

É certo que o entendimento estrito que a CNE tem feito da lei pós-revolucionária já teve consequência graves em 2013 e 2014 quando todas os canais em sinal aberto se recusaram a fazer debates e a cobrir de forma normal as acções de campanha nas eleições autárquicas e europeias. O entendimento procurado entre a CNE e a ERC nunca foi conseguido e, pelo contrário, só acentuou as clivagens. Pois são precisamente estas duas entidades que o projecto-lei quer pôr a funcionar numa espécie de visto prévio das campanhas eleitorais, ideia peregrina, condenada ao desastre e, sobretudo, um atentado com memória à liberdade de imprensa e todos aqueles que se lembram do lápis azul em ditadura. Não admira que o diário espanhol "El País" fale em censura à imprensa, referindo que "Portugal comemora 40 anos de liberdade de expressão, mas parece que não cumprirá 41 ". Mais ano, menos ano.

A questão não pode ser vista como circunstancial ou como um tiro fortuito no pé. É grave. Podendo e devendo procurar uma solução que desfizesse o enredo de uma lei construída no dealbar da democracia, os partidos da governação cozinharam um projecto-lei, antecipando acções e palavras, condicionando-as previamente à hipótese de uma mordaça. É incompreensível que se preveja a obrigatoriedade de apresentação do modelo de cobertura das acções das diversas candidaturas (previsão de entrevistas, debates, reportagens) com antecedência até dois meses para validação prévia da tal "comissão mista". 

O que, a suceder, obrigaria os media a desenhar a cobertura das campanhas eleitorais sem sequer saber quais os candidatos que tratará de noticiar. Um absurdo. Isto num tempo em que as televisões estão obrigadas a entregar a sua programação na ERC com a antecedência de apenas 48 horas. Sabendo que os jornalistas estão agarrados às normas da Lei da Imprensa e ao seu Código Deontológico (para além, obviamente, da Constituição da República e Código Penal) não é sobre os abusos ou inobservâncias da imprensa aos seus normativos que o "arco da governação" pretende legislar. No campo dos direitos de personalidade, da difamação e da violação da privacidade muito se poderia fazer, de facto. Mas preferiram "trabalhar" no campo da liberdade, entre os pingos de chuva, burocratizando. PCP e BE estão contra. Carlos Magno, Presidente da ERC, já fez saber que se demitiria caso o projecto-lei avance. Os media estão unidos na rejeição da formatação legislativa de conteúdos políticos livres. Quem começa um projecto-lei destes pelo telhado deve saber, obrigatoriamente, onde isto deve acabar: na rejeição unânime da penumbra da censura prévia, assim orquestrada lá em baixo, na cave.

Não sou jornalista nem corporativo. E portanto, perdoem-me aqueles que são uma coisa ou outra ou ambas. Mas incomoda-me que, sistematicamente, veja jornalistas deslocando-se para fora das redacções para obterem declarações sem direito a perguntas. Para esses casos há comunicados de imprensa, declarações nas redes sociais, assessores de imprensa. Ou um técnico com uma câmara e tripé para registar depoimento. Triste é ver jornalistas de microfone em riste no momento em que deputados defendem, sem direitos a perguntas, que este projecto-lei não tem a intenção de limitar a liberdade de imprensa. Sujeição.


IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"

28/04/15

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499.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO
 "i"

Acidentes rodoviários. 
Mortos e feridos graves 
estão a aumentar este ano

Segundo a ANSR, 143 pessoas morreram nas estradas portuguesas entre 01 de Janeiro e 21 de Abril, mais 20 do que no mesmo período de 2014
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O presidente da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) disse hoje que os mortos e feridos graves na sequência dos acidentes rodoviários estão a aumentar em Portugal, que regista este ano “uma inversão da tendência de redução continuada”.

“Infelizmente estamos a assistir a uma inversão da tendência, que era uma redução continuada do número de mortos e feridos”, disse à agência Lusa Jorge Jacob, quando questionado sobre os últimos dados da ANSR sobre a sinistralidade rodoviária em 2015.

Segundo a ANSR, 143 pessoas morreram nas estradas portuguesas entre 01 de Janeiro e 21 de Abril, mais 20 do que no mesmo período de 2014.

Este ano, os acidentes rodoviários provocaram também 564 feridos graves, mais 28 do que em 2014, indica a ANSR, referindo que se registaram 34.298 desastres, mais 414.

Jorge Jacob afirmou que esta tendência verifica-se ao nível da União Europeia, tendo alguns países, como a Holanda, Reino Unido e França, a não conseguir reduzir o número de mortos nas estradas em 2014.
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“Isso está a chegar agora a Portugal, estamos a analisar os dados, tentar apurar as causas e tentar reforçar o combate às causas que levam a que isso aconteça, porque ainda não estão perfeitamente identificadas”, sustentou

Nos últimos anos, Portugal têm registado uma diminuição do número de acidentes, mortos e feridos graves.

* A guerra civil continua nas estradas portuguesas, todos os dias tem morrido uma pessoa mais 1/5 de outra, sensacional.

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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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 2-MÁQUINAS DO

"IMPOSSÍVEL"


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HOJE NO
 "A BOLA"

«Decidi vir para o sítio mais difícil
 de todos» - Mourinho

José Mourinho abordou o regresso ao comando Chelsea, falando sobre os desafios que pretendeu assumir na sua carreira.

«Uma das coisas que a minha carreira me deu nos últimos 10/15 anos foi a possibilidade, em termos gerais, de escolher onde quero trabalhar. A minha decisão foi ir para o sítio mais difícil de todos», afirmou o treinador português, em entrevista FPF 360, revista oficial da Federação Portuguesa de Futebol.
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Mourinho, que acaba de garantir o título de campeão, explicou mais a fundo da sua decisão, referindo que pretendia contrariar a ideia de não se voltar onde já se foi feliz, além de salientar o aumento de competitividade na Liga inglesa e também iniciar uma nova geração de campeões no Chelsea.

«Difícil para mim, em termos emocionais, vir acabar com a minha equipa e começar outra. Era uma geração de campeões e este é o primeiro título sem Frank Lampard», vincou.

* Mourinho  é um dos melhores cinco treinadores de futebol do mundo,  um quinteto onde não há primeiro e quinto a não ser por questões de marketing.
Paulo Sousa, Villas Boas e Vítor Pereira, todos campeões nacionais no estrangeiro merecem igualmente o nosso respeito.


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Manuel Rebelo

Nem sei por onde começar

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HOJE NO
 "AÇORIANO ORIENTAL"
Cerca de um quarto dos condutores autopsiados tinha álcool no sangue

Cerca de um quarto dos condutores envolvidos em acidentes de viação e autopsiados em 2014 acusou álcool no sangue, percentagem que tem vindo a descer nos últimos anos, anunciou hoje a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).
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Segundo o presidente da ANSR, Jorge Jacob, 26,6 por cento dos condutores vítimas de acidentes rodoviários e autopsiados em 2014 apresentaram níveis de alcoolemia acima do limite permitido por lei (igual ou superior a 0,50 gramas de álcool por litro de sangue)

Jorge Jacob adiantou que a percentagem de condutores autopsiados com álcool diminuiu em 2014 face a 2013, ano em que cerca de 33 por cento dos automobilistas mortos estavam alcoolizados.
Os dados foram revelados durante uma sessão promovida pela ANSR e a Associação Nacional de Bebidas Espirituosas (ANEBE) para assinalar a Semana Global da Segurança Rodoviária das Nações Unidas, que hoje começa, e apresentar o projeto de sensibilização rodoviária dirigido aos jovens "100% Cool".

Na cerimónia, o presidente da ANSR disse também que entre 2013 e 2014 houve uma redução de 17 por cento no número de condutores jovens (entre os 18 e os 29 anos) apanhados ao volante com álcool pelas forças de segurança durante ações de fiscalização.

Em declarações aos jornalistas, Jorge Jacob afirmou que os dados estatísticos confirmam que os portugueses alteraram os seus comportamentos ao volante e estão a beber menos quando conduzem, atribuindo essa redução às campanhas de sensibilização rodoviária e às ações de fiscalização das forças de segurança.

O presidente da ANSR sublinhou que são os jovens condutores que registam uma maior redução no consumo do álcool quando estão a conduzir.

"Os jovens são um grande grupo de risco, têm num risco de morte superior a 40 por cento aos restantes estratos etários, é ai que se tem sentido os melhores resultados", sustentou, destacando a importância da campanha "100% Cool", que existe desde 2002 e valoriza os jovens condutores com zero por cento de álcool.

O presidente da ANSR disse ainda que o objetivo para este ano é atingir os 25 por cento de condutores mortos e que registem uma taxa de álcool superior à legal.

* Somos muito radicais nesta temática, desejávamos saber quantos mais mortos provocaram aqueles que morreram bêbados ao volante, de certeza que a estatística sobe.
"ÁLCOOL E CONDUÇÃO TEM DE LEVAR À PRISÃO"

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MÃO DE MESTRE NO LEME

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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"
Desempregados com acesso gratuito
 a software da Microsoft

O presidente internacional da Microsoft assinou esta manhã, em Lisboa, acordos com o Instituto de Emprego e Formação Profissional. 

A Microsoft Portugal anunciou hoje o acesso gratuito ao software Office 365 Pro Plus a todos os desempregados inscritos nos centros de emprego do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).
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O acordo de cooperação, que foi assinado entre o presidente internacional da Microsoft, Jean-Philippe Courtois, e o IEFP, prevê que por ano cerca de 250 mil desempregados vão beneficiar de software da tecnológica, o que implica um investimento anual de cinco milhões de euros por parte da companhia.

"Portugal, tal como a União Europeia tem problemas de desemprego. Como sabem, há em Portugal cinco mil vagas por preencher em tecnologias de informação", referiu Jean-Philippe Courtois.
Esta nova oferta surge na sequência do acordo de cooperação assinado em Maio do ano passado com o IEFP, no âmbito da criação do projecto Ativar Portugal. Com este acordo o IEFP aderiu ao programa Microsoft IT Academy, que passou a fazer parte da oferta disponível nos 30 centros de emprego e formação profissional em todo o País, e que permite aos formandos obter formação qualificada e certificação em TI reconhecida à escala mundial, ampliando assim as oportunidades de regresso ao mercado de trabalho.

Os primeiros oito formandos concluíram com sucesso o programa de formação e certificação da Microsoft IT Academy e receberam hoje os seus diplomas, pelas mãos do presidente da Microsoft Internacional.

João Couto, director-geral da Microsoft Portugal, sublinhou que a "certificação é reconhecida não só em Portugal mas no mundo inteiro e por isso abre portas". Sobre o programa Activar Portugal, o responsável avança que "cerca de 500 pessoas já encontraram emprego através dos nossos parceiros, usando a plataforma Activar".

* Excelente iniciativa que deve deixar contentes os desempregados.

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TAMANHO NÃO
É COMPETÊNCIA























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RUI VELOSO

ANEL DE RUBI

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

Uma violenta sova de cinto
 foi a gota de água.

O último episódio de agressões graves contra a neta ‘Maria’, de sete anos, na casa da família na Brandoa, Amadora, levou o avô a denunciar o próprio filho à PSP local, sexta-feira de manhã. 
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FOTO EXEMPLIFICATIVA
A criança deu entrada no hospital Amadora-Sintra com diversas lesões e hematomas nas duas pernas. ‘Maria’ brincava no quarto do avô quando o pai a chamou à sala. Por a criança lhe ter dito que saíra de casa sem a sua autorização, pegou no cinto das calças e sovou violentamente a menina. Os gritos de aflição alertaram o avô, que tentou afastar o filho.

Revoltado pelas constantes agressões de que a neta é vítima às mãos do pai, o avô pegou na criança e levou-a à esquadra da PSP local, onde apresentou uma queixa-crime por maus-tratos. Os bombeiros foram chamados à esquadra para transportar a criança ferida ao hospital e Inês Andrade, dos Voluntários da Amadora, recorda a uma reportagem do programa ‘Rua Segura’, da CMTV: "A menina relatou-me a violência e disse-me que isto já lhe tinha acontecido várias vezes."

Já no hospital Amadora-Sintra, ‘Maria’ recebeu apoio de uma psicóloga. Ao CM, o avô disse que a criança foi abandonada pela mãe. Vive agora com o pai na casa dos avós paternos e é vítima de maus-tratos constantes. 

* Este pai é hediondo e não é o único, mas o PSD e CDS nem querem ouvir falar de coadopção  por casais homessexuais. Precisávamos saber como é que em criança o pai era tratado pelo avô da menina.


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. REFLEXOS

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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Cavaco reconhece que situação 
no Mediterrâneo é “uma ameaça 
para a Europa”

O Presidente da República reconheceu que a situação no sul do Mediterrâneo constitui uma “ameaça para a Europa”, sublinhando a necessidade de controlar a instabilidade naquela região do mundo.

Questionado esta tarde durante uma conferência de imprensa conjunta com a primeira-ministra da Noruega sobre a situação no sul do Mediterrâneo, o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, adiantou que foi um dos temas debatidos na audiência que manteve com Erna Solberg.
UM TIRO NO MEDITERRÂNEO

“Consideramos que a situação no Magrebe, na Líbia, no Iraque e na Síria é uma ameaça para a Europa. Por isso, é preciso pensar o que fazer para controlar a instabilidade naquela parte do mundo”, disse Cavaco Silva.

Admitindo que a imigração ilegal é um “problema muito complexo que a União Europeia está a enfrentar, o Presidente da República distinguiu entre o flanco sul e o flanco oriental.

Pois, continuou, se no flanco sul é fácil identificar a ameaça, no flanco oriental isso é “muito mais difícil”.
“Mas, sabemos que há terroristas não apenas na Síria, no Iraque, mas também em algumas partes da região do Magrebe”, disse, enfatizando a necessidade da colaboração entre a NATO (Organização do Tratado do Atlântico Norte, OTAN na sigla em inglês) e a União Europeia.

Referindo-se a Portugal, o chefe de Estado lembrou que o país está a contribuir para a estabilização de ambos os flancos, tendo forças militares nos Estados Bálticos, além das tropas que se deslocaram para o Mali, Iraque, Afeganistão.
“Estamos a contribuir para a estabilização de ambos os flancos”, acrescentou.

Corroborando a preocupação de Cavaco Silva, a primeira-ministra norueguesa classificou como “uma tragédia” o que está a acontecer no Mediterrâneo, insistindo também na necessidade de “olhar para a origem do problema”, nomeadamente a instabilidade da região, o terrorismo e a falta de perspetivas de futuro para os jovens africanos que querem vir para a Europa em busca de “uma nova vida”.

“É muito complexo e difícil, são questões muito complicadas, por isso temos de continuar a ajudar”, defendeu, reiterando, contudo, a necessidade de começar a lidar com as origens dos problemas.
O encontro de Cavaco Silva com a primeira-ministra norueguesa foi um dos pontos da agenda do primeiro dia da visita oficial do Presidente da República à Noruega, que começou esta manhã em Oslo e termina na quarta-feira à tarde em Bergen.

* Somos de opinião contrária sr. Presidente. A Europa é a grande ameaça para o Mediterrâneo que V.Exa. refere. Vejamos, quando é preciso mão de obra barata a Europa vai buscá-la ao tal Mediterrâneo, as riquezas existentes nesse Mediterrâneo, as que estão em exploração, estão nas mãos de europeus e africanistas associados, as que ainda estão em bruto, digamos que estão de pousio, os "pretos" da zona são tão pobres que já as entregaram à Europa.
Sr. Presidente! Ainda bem que nos vamos ver livres de V. Exa. em 2016, já incomodou bastante.


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ALDRABÕES EM 

TODO O LADO













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