segunda-feira, 27 de abril de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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Imagina a cena...
 
Um miúdo estava a brincar no apartamento com um balão de festa de anos.
Chutava para cá, chutava para lá, até que o balão acabou entrando na casa de banho e foi cair justamente dentro da sanita.
Ele chegou, espreitou lá para dentro, viu o balão molhado, ficou com nojo e deixou-o ali mesmo.
Pouco tempo depois o seu pai entrou apressado para se 'desocupar' e sentou-se na sanita sem notar o balão.


O almoço tinha sido muito pesado, e após ficar bem aliviado, olhou como era hábito, para dentro da sanita e ficou horrorizado com o espectáculo.

As suas fezes, muito moles, tinham coberto o balão e a impressão que se tinha era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, começou a ficar muito branco, e dali mesmo ligou pelo telemóvel, para um seu amigo que era médico:


- Cardoso, acho que devo estar com algum problema sério ! Enchi a sanita de merda. Nunca vi tanta merda assim na minha vida!... está quase a extravasar!
- Oh Anselmo, com certeza que estás a exagerar!

 - Qual exagero, qual quê !!! Estou na casa de banho a olhar para este 'merdel' todo, agora! Isto é um absurdo! Estou muito doente!!


- Bom, eu já estava de saída do consultório. Aproveito e passo aí que é a caminho de minha casa ​vai directo ao amigo, que estava à espera à porta da casa d banho. - Olá, Anselmo, ora vamos lá ver isso que vo............ CÉUS!!! O que é isto??? Que é que tu comeste, criatura???

- Eu não disse?! Agora acreditas?!
- Isto é incrível !
 - Então, será que tenho algum problema sério?!
 - Olha, o melhor é levar uma amostra disto e mandar para análise!

O médico saca de uma pequena espátula e um frasco esterilizado da sua maleta e quando espeta o 'bolo' para retirar uma amostra do material............
BUMMM!!!!!!!!!!!

O balão estoura e voa merda para todo o lado

​...
Seguem-se instantes de absoluto silêncio.
Os dois amigos
completamente cagados, olham-se.
Estupefacto, o médico berra:

- Put… que pariu isto !!!! Achava eu, em 30 anos de medicina que já tinha visto de tudo, mas um peido com casca, NUNCA !!!


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  COMO NÓS NOS


  "TRAMAREMOS"!



para PIB, 
desemprego, 
dívida 
e défice

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REVOLUCIONÁRIOS!













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ANTÓNIO 
RAMINHOS
E SARA


ROCK'N ROLL 


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K I Z O M B A

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PASO DOBLE

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QUICK STEP

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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"


Reabilitação dos reclusos está
. condicionada pela sobrelotação
.segundo antigo director

O antigo diretor dos Serviços Prisionais Luís Miranda Pereira afirmou hoje em Coimbra que "a reabilitação dos reclusos está condicionada pela sobrelotação prisional", sendo necessária uma reforma do parque penitenciário.
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Os edifícios prisionais estão "inadequados" face à realidade e foram-se "transformando em instrumentos insuficientes" desde os anos 1980, sendo necessário "um combate imediato à sobrelotação", defendeu Luís Miranda Pereira, também o primeiro presidente do Instituto de Reinserção Social.

Há uma "ausência de condições" que levou a um "estado de atraso no nosso sistema penitenciário", apontou, sublinhando a necessidade de se reformar o parque penitenciário, "com pequenas unidades autónomas, com 30 ou reclusos".

Para Miranda Pereira, tal "não quer dizer que não pode haver mais de mil presos" num só estabelecimento, mas este "tem de ter unidades geríveis".

"A inadequação do parque é uma evidência. Não é apagável pela prática de remendos", tendo um atraso "de mais de 20 anos em relação a Espanha", frisou, afirmando que o atual estado do parque penitenciário e os cortes orçamentais "refletem-se na reabilitação" e reduzem "a possibilidade de novas formas de tratamento".

Segundo o antigo diretor dos Serviços Prisionais, há "falta de empenho político na atualização das políticas", recordando que as possibilidades de reforma estrutural do sistema prisional "ficaram sempre nas gavetas governamentais".

Miranda Pereira alertou ainda para a "manta da segurança", que pode levar a uma imagem errada de que tudo funciona bem, "com bons muros e bons agentes de segurança. Não importa o que se passa dentro das cadeias".

O antigo diretor falava durante o seminário "Vigiar e punir: as prisões no século XXI", promovido pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

Também no debate, estava presente o antropólogo e diretor de Serviços de Organização, Planeamento e Relações Externas da Direção Geral dos Serviços Prisionais, Semedo Moreira, que sublinhou alguns dados das prisões portuguesas, como 7,1% dos reclusos serem analfabetos e 27,8% terem apenas o 1.º ciclo do ensino básico.

A média de idades é de "37 anos", passam em média seis anos nos estabelecimentos prisionais, quando têm trabalho este "é muito pouco qualificado e têm uma baixíssima capacidade de resistência a contrariedades", notou.

A doutoranda do programa de doutoramento Direito, Justiça e Cidadania no Século XXI (DJC XXI), Paula Sobral, questionou o facto de, apesar de haver uma diminuição "de 15% da criminalidade" em Portugal, registam-se hoje mais reclusos no país.

"Se calhar o que se está a fazer é a criminalizar e a pôr nas cadeias os pobres, os miseráveis" - uma espécie de resposta "aos marginais da sociedade", apontou, afirmando que, "talvez 80% dos reclusos se calhar não deviam estar" na prisão.

* Mas em Portugal a tutela da justiça é folclórica, muito mais interessada em arranjar bodes expiatórios do que enfrentar problemas.


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MINUTOS DE


CIÊNCIA/45

EVOLUÇÃO VERSUS

SELECÇÃO NATURAL 


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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

PS quer pôr ex-alunos 
a financiar universidades

Ex-alunos que entrem no mercado de trabalho vão consignar parte do seu IRS à instituição onde estudaram. Medida não implica aumento de impostos.

 O PS quer pôr os ex-alunos a contribuir para o financiamento das universidades e politécnicos públicos que frequentaram. A medida, que faz parte do documento ‘Uma Década para Portugal' apresentado na semana passada pelos grupo de 12 economistas, tem como objectivo aumentar o financiamento do ensino superior. 
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A proposta dos socialistas passa por consignar parte do IRS pago pelos ex-alunos de cada universidade ao seu financiamento. Ou seja, à medida que os alunos terminem a sua licenciatura as universidades e politécnicos vão comunicar ao Fisco quem são os seus antigos estudantes. Quando os diplomados entrarem no mercado de trabalho uma parte do seu IRS passa a ser consignado às instituições de ensino superior que frequentaram. Isto "sem que exista um aumento da carga fiscal para os ex-alunos", explicou, ao Económico, Manuel Caldeira Cabral, um dos economistas envolvidos no documento económico que servirá de base ao programa de governo do PS. Ao mesmo tempo, esta via de financiamento não implica "uma redução na transferência das verbas do Orçamento do Estado" para o ensino superior, garante Caldeira Cabral.

Além de permitir um aumento do financiamento para as instituições, este é "um incentivo" para que as universidades "melhorem o seu contributo para a sociedade e estreitem a sua ligação ao mercado de trabalho", explica o economista, até porque, quanto mais estudantes conseguirem "encontrar um trabalho estável e onde possam progredir, maior será o retorno para as universidades". Ou seja, "o retorno para as universidades será proporcional ao valor que criam para o mercado de trabalho", reforça.

Esta pode ser ainda uma ferramenta "visível" para as universidades "reformularem os cursos com problemas de empregabilidade", defende Caldeira Cabral.

O valor da percentagem da consignação do IRS - que será igual para cada instituição - ainda não está definido, mas deverá rondar os 0,5%, a mesma percentagem que hoje pode ser atribuída, de forma voluntária, às confissões religiosas ou instituições particulares de solidariedade social (ver caixa). Desta forma, prevê Caldeira Cabral, dentro de "três ou quatro anos esta seria já uma via importante" de financiamento para as universidades "e, em dez anos, o orçamento das instituições pode subir entre 10% a 20%".

Está ainda por definir o limite temporal da medida: se será aplicada durante os primeiros dez anos da carreira fiscal dos ex-alunos ou estendida no tempo.

Esta é uma das soluções do pacote de medidas que estão a ser desenhadas pelas socialistas para aumentar o financiamento do ensino superior, que segundo Caldeira Cabral vão ser aplicadas de forma faseada ao longo da próxima década.

Medida é simultaneamente um "benefício" e um "desafio"
Tanto os reitores como os presidentes dos politécnicos aplaudem a medida. O presidente do Conselho Coordenador dos Politécnicos (CCISP), Joaquim Mourato, sublinha que para as instituições a consignação pode ser em simultâneo "um benefício" e "um novo desafio". Isto porque, explica, "quanto melhor for a colocação do estudante maior será o retorno".

No entanto, o representante dos politécnicos diz ter "receio" que, no futuro, exista "aproveitamento deste mecanismo de financiamento para reduzir ainda mais a dotação do Orçamento do Estado" para o ensino superior.

Os especialistas ouvidos pelo Económico também reconhecem o mérito da medida. "O que há é uma alteração à forma de financiar as universidades através de mais um critério: além do número de alunos, por exemplo, introduz-se a empregabilidade e isso é perfeitamente admissível do ponto de vista constitucional", considera o constitucionalista Tiago Duarte. O fiscalista Nuno Oliveira Garcia partilha da mesma opinião: "Percebe-se que as questões fiscais podem ajudar a definir outras políticas como as culturais ou as de educação". A medida vai ao encontro daquilo que é praticado noutros países, mas através de donativos. "É muito comum, nos Estados Unidos, os ex-alunos fazerem donativos para apoiar as instituições que os formaram", considera Oliveira Garcia, "mas a consignação é uma forma mais prática do que fazer um donativo".

Para Tiago Duarte, o que pode ser discutível, mas do ponto de vista político, é a possibilidade de se aumentar mais o financiamento de cursos com custos mais baixos. Como os descontos no IRS são feitos proporcionalmente aos rendimentos, um advogado por exemplo vai descontar mais para um curso que envolveu menores custos do que outro em que são utilizados mais meios e materiais mas cujos profissionais podem vir a ter rendimentos mais baixos.

* Achamos a medida excelente no entanto o  último parágrafo da notícia suscita dúvidas que podem ser corrigidas.

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IV-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


2- O JUDAÍSMO


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

PJ e MP investigam caso 
de reclusos intoxicados

Autoridades investigam entrada ilegal de substâncias na cadeia.

A Procuradoria-Geral da República abriu um inquérito ao caso ligado à entrada ilegal de substâncias, ainda não identificadas, no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco, cujo consumo, no domingo, levou ao internamento de oito reclusos. 
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Em resposta à agência Lusa, a PGR disse que a investigação está a decorrer na 1.ª Secção da Procuradoria Local da Comarca de Castelo Branco.

Hospitalização averiguada
 A Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) informou esta segunda-feira que a hospitalização dos reclusos da prisão de Castelo Branco está a ser investigada pela Polícia Judiciária de Coimbra e pelo Ministério Público.

Em resposta à agência Lusa, a DGRSP refere que "os factos ocorridos, ontem, estão a ser investigados pelo Serviço de Auditoria e Inspeção do Centro que é coordenado por um magistrado do Ministério Público, estando a investigação criminal a cargo da Polícia Judiciária de Coimbra e do Ministério Público". Segundo a nota enviada pela DGRSP, neste momento é "prematuro avançar com quaisquer conclusões sobre os factos que estão a ser investigados e que se encontram, aliás, em segredo de justiça". 

* Apesar de todo o respeito que temos pelos magistrados da PGR e respeitando o segredo de justiça, não temos dúvidas de que a imensa quantidade de droga que entra nas cadeias portuguesas não cai do céu, quem abre as portas???

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EVA GASPAR

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Varoufakis e 
o Largo do Rato

Comparar o programa dos economistas do PS ao apresentado pelo ministro grego das Finanças ao Eurogrupo para endireitar a Grécia é de uma maldade atroz mas irresistível. Porque ambos dependem enormemente do que outros façam ou deixem fazer, e apresentam contas que nos trazem à memória o velho ditado de que quando a esmola é grande o pobre desconfia.

Numa altura em que o FMI e a OCDE alertam para a grande probabilidade de o mundo desenvolvido viver um longo período de crescimento "medíocre", qualquer desenho de políticas corre o risco de não cumprir os mínimos de credibilidade se não partir do pressuposto de que será mais provável uma pequena economia aberta – com demografia a encolher, altamente dependente de energia importada e sem ancoras firmes no tecido produtivo – crescer mais próximo de 1,5% do que de 3%. Até pode ser que o cenário de crescimento do governo subjacente ao Programa de Estabilidade se cumpra (2% em 2016). E até mesmo o dos socialistas, que propõe um 'mix' orçamental que promete custar apenas mais duas décimas ao défice de 2016 (3% em vez de 2,8%) e logo nesse ano aumentar o ritmo de crescimento em sete décimas (para 2,4%), enquanto reduz a taxa de desemprego em quatro, para 12,2%, face ao cenário central da Comissão Europeia. Em ambos os casos, ver para crer.

Nas contas socialistas, que são as que se conhecem com maior detalhe, este melhor resultado é explicado por uma aceleração do consumo privado mas sobretudo do investimento alimentado pelos fundos europeus que estão sub-executados e com taxas de co-financiamento nacional de saldo. Logo em 2016, assume-se que o investimento cresça 7,8% e no ano seguinte 8,4%, quando o cenário da Comissão Europeia inscreve 3% e 3,7%, respectivamente.

Antecipar um "choque de investimento" faz sentido numa altura em que se espera o lançamento do Plano Juncker. Mas se falarmos com os bancos o que nos dizem é que não é oferta de crédito que falta, incluindo a mais barata e de longo prazo, como a disponibilizada pelas linhas do BEI. O que falta, dizem, são projectos que prometam ser rentáveis, propostos por empresas que não estejam para lá de sobreendividadas. Acreditar que esta situação possa ser invertida no espaço de meses exige muita fé.

Como escreve o Negócios, a quantificação das medidas dos economistas do PS, designadamente em relação ao custo da reposição dos salários da Função Pública, da descida da TSU, da abolição da sobretaxa de IRS, da redução do IVA para a restauração e da arrecadação de receita com o regresso do imposto sucessório, também já teve versões diferentes em dois dias e não bate certo com os cálculos do Governo. No total, o cenário desenhado pelo PS estima um impacto orçamental negativo de 460 milhões de euros em 2016, quando os valores originais apresentados pelos doze peritos do PS pareciam apontar para uma estimativa quase mil milhões de euros mais elevada. Parte da diferença pode ser explicada por uns usarem os efeitos líquidos e outros os brutos das medidas. Mas o risco de o plano socialista prever despesa certa compensada com receita mais do que incerta é real.

Ainda assim, faça-se justiça: o programa Varoufakis prevê gastar mais 1,1 mil milhões de euros enquanto arrecada seis mil milhões de euros de receitas adicionais neste ano, através de 24 novas medidas em que metade se resume a uma lista de sinónimos de "combate à evasão fiscal". À falta de vocábulos alternativos para dizer o mesmo, uma delas dá-se pelo nome de "iniciativas para aumentar a receita", vale uns módicos 450 milhões de euros e fornece uma boa pista para compreender porque, passados três meses de novo Governo, persiste o desacordo entre Atenas e quem a financia.

Em grau muitíssimo mais contido do que no caso grego, também o plano socialista espera borlas da Europa na interpretação do Pacto de Estabilidade, ao assumir que poderá ser aceite como "reforma estrutural" – e, logo, passível de não contar para a observância dos limites e ritmo de redução do défice - uma descida na TSU que, no caso dos trabalhadores, será temporária para antecipar rendimento a troco de pensões mais curtas para quem se reforme a partir da legislatura seguinte. Por esta via, contribuições e pensões futuras serão mais baixas, mas não necessariamente mais adequadas para garantir maior sustentabilidade ao sistema - e, só em 2014, o Orçamento do Estado transferiu mais de 1,2 mil milhões de euros para tapar o défice da Segurança Social. É até provável que Bruxelas resista a uma estratégia que passa por antecipar rendimentos para impulsionar a procura, quando pela frente se pressente uma quase estagnação secular que tornará avisado que se faça precisamente o contrário.

Em matéria de pensões, onde economistas do PS são cristalinos é na conclusão de que devem ser a actual e futuras gerações de trabalhadores a descontar mais tempo para receber menos, enquanto se respeita na íntegra as pensões em pagamento. Com cerca de dois milhões de reformados e pensionistas, cujo voto será decisivo na escolha dos governos nas próximas décadas, estas propostas - e este país - estará mesmo para os mais velhos.

O que parece ser estrutural – porque se quer perene – é a intenção dos economistas do PS de reduzir os custos do trabalho para as empresas que contratam sem prazo, através da redução da TSU a cargo da entidade patronal. Essa é uma intenção que será bem-vinda na Europa, onde há largos anos se prega que a carga fiscal sobre o trabalho deve ser prioritariamente reduzida. A cartilha de Bruxelas sugere, porém, que isso deva ser feito de forma orçamentalmente neutra – não à custa de se fechar os olhos às regras de disciplina do euro.

Por último, não é difícil antecipar que a boa-vontade em Bruxelas possa ser mais reduzida caso um Governo de um país recém-saído dos cuidados intensivos da troika lhe apresente uma trajectória de consolidação orçamental mais lenta, com mais dívida, na expectativa de que o denominador, o PIB, tape  os buracos.

E se o PIB desapontar? Tudo descarrila. Num cenário de instabilidade que no limite possa passar pela saída da Grécia do euro, os economistas socialistas admitem que o crescimento seja de apenas 0,5% ao ano durante a próxima legislatura, que o desemprego persista em 13% até 2019, que o défice se agrave progressivamente para 4,5% do PIB e que a dívida pública continue a subir para 135%. Se os juros da dívida pública escalarem, pedir de novo socorro à Europa (o FMI está farto de apoiar países ricos) poderá, então, converter-se na única alternativa se a opção for ficar no euro.

Talvez fosse prudente os partidos candidatos a governar trabalharem mais sobre este cenário, porque a crise grega pode sossegar mas vai perdurar.

E já que os economistas do PS esperam que "os movimentos políticos de esquerda democrática da Europa" contribuam "activamente" para encontrar uma "solução política que ponha termo à instabilidade vigente", talvez fosse também útil chamar o ministro Varoufakis ao Largo do Rato – para pedir-lhe que ganhe juízo e coragem para falar, o quanto antes, verdade aos gregos.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
23/04/15

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493.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO
 "OBSERVADOR"


Portuguesa Sword recebe um milhão
 de euros da Comissão Europeia

Virgílio Bento quer ajudar os clínicos a descobrir o melhor programa de reabilitação para cada doente. A Sword é a primeira empresa portuguesa a ser financiada pelo SME Instrument, do Horizonte 2020. 
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Quer mudar a forma como se faz a reabilitação de doentes e a Comissão Europeia já lhe garantiu um milhão de euros para avançar. Virgílio Bento, fundador e presidente da Sword Health, viu a empresa que nasceu nos laboratórios da Universidade de Aveiro entrar para aquela que é a considerada a “Liga dos Campeões das empresas mais inovadoras da Europa”, segundo a Comissão Europeia.

A Sword é a primeira portuguesa a ser financiada pelo SME Instrument, programa europeu de apoio a pequenas e pequenas e médias empresas (PME) do Horizonte 2020- Programa-Quadro Comunitário de Investigação & Inovação.

O projeto de financiamento está avaliado em 1,3 milhões de euros e, destes, um milhão vai ser entregue, a fundo perdido, pela Comissão Europeia. Objetivo: ajudar Virgílio Bento a desenvolver a plataforma que permite complementar as sessões de terapia de doentes com Parkinson, esclerose múltipla ou pessoas que sofreram um acidente vascular cerebral (AVC), entre outras patologias.

Ao Observador, Virgílio explicou que este financiamento vai permitir pegar nos dados da sessão de reabilitação e transformá-los em conhecimento para as equipas clínicas. Ou seja, vai permitir responder a uma pergunta: qual é o programa de reabilitação que melhor se adequa às especificidades de cada doente?“, explica Virgílio.

A ideia nasceu em 2008, durante a tese de doutoramento de Virgílio Bento em Engenharia Biomédica. Como funciona a Sword? Através de um aparelho que regista os movimentos que o paciente faz em casa (prescritos pela equipa de terapeutas) indicando-lhe em tempo real se o exercício está a ser bem feito. Esta informação fica armazenada num software que permite que os terapeutas avaliem, posteriormente, a progressão do doente.

Aumentar exposição aos tratamentos sem recurso à tecnologia
Virgílio Bento queria que as pessoas pudessem fazer reabilitação intensiva e que esta não dependesse da “insuficiência de recursos humanos”. A tecnologia era, por isso, a solução. “Queria aumentar a exposição aos tratamentos sem aumentar os custos“, revelou.
A ideia fez com que a equipa de investigação já tivesse sido distinguida com o prémio Highest Future Impact, durante uma conferência mundial de Engenharia Biomédica, em Boston, nos Estados Unidos, em 2011. Agora, a Sword é uma das 134 empresas que receberam financiamento europeu, na fase 2 do SME Instrument.

Criada em 2013, a empresa já passou por duas rondas de investimento com dois grupos de investidores particuares (business angels): 150 mil euros em março de 2014 e 250 mil em janeiro de 2015. O sistema Sword ainda não está disponível no mercado, mas Virgílio Bento estima que fique disponível no último trimestre do ano, na Europa e nos Estados Unidos.

A Sword Health tornou-se a primeira empresa portuguesa a integrar a aceleradora de negócios norte-americana Aging 2.0, para empresas da área da saúde. Posteriormente, conseguiu assinar um acordo de parceria com a cadeia de centros de reabilitação norte-americana Genesis Rehab, que detém 2.100 centros hospitalares, 18.000 terapeutas e ajuda a reabilitar 45.000 doentes por dia. O teste piloto de utilização da plataforma arranca no segundo trimestre do ano, em parceria com três clínicas, nos EUA.

* O presidente da Sword Health tem absoluta razão, as especificidades de cada doente devem ser o ponto de partida para uma reabilitação adequada. Porém a tecnologia é insuficiente, o técnico terapeuta é a grande ferramenta.

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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Ser mãe aos 12 anos. 
As decisões ficam nas mãos dos adultos

Menina terá sido violada pelo padrasto e está grávida de cinco meses. Presidente da Comissão de Proteção de Menores já pediu informações. Questões que se colocam são muitas.

Uma menina de 12 anos está internada no hospital de Santa Maria, grávida de cinco meses alegadamente fruto de uma violação do padrasto. 
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A interrupção voluntária da gravidez pode ser uma opção, se se considerar que há perigo de morte ou risco grave e irreversível de dano psíquico. Se o bebé nascer, será o tribunal de menores a decidir se fica com a jovem mãe e a família ou se será encaminhado para uma instituição. As decisões são dos adultos mas esta menina pode ter uma palavra a dizer.

A descoberta da gravidez terá sido feita por funcionários da escola onde a menina estuda, de acordo com o Correio da Manhã, terão sido eles a levar a jovem à urgência de obstetrícia do hospital de Santa Maria, onde permanece internada. Ao DN, o presidente da Comissão de Proteção de Menores, Armando Leandro, apenas adiantou que já foram pedidos dados sobre o caso.

Mas a situação deixa em aberto muitas questões. O artigo 142 do código penal define em as circunstância em que o aborto é possível sem ser punido por decisão da mulher para lá das dez semanas de gestação. A primeira alínea estabelece, sem definir prazo, que sempre que este for o "único meio de remover perigo de morte ou de grave e irreversível lesão para o corpo ou para a saúde física ou psíquica da mulher grávida". 

É possível ainda até às 12 semanas de gestação de houver risco de morte ou de grave e duradoura lesão física ou mental, até às 16 semanas se a gravidez for na sequência de uma violação, até às 24 quando há mal formação do feto e a qualquer altura se se provar que o feto é inviável. Em todas elas têm de haver um certificado médico que ateste o motivo.

* Se esta gravidez não for interrompida a menina de 12 anos será alvo de mais uma violação, desta feita por mais do que um adulto.

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Melech Mechaya

Bulgar De Almada

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HOJE NO
 "RECORD"

Nuno Lopes: 
«Merecemos ficar na história do clube»

O treinador do Sporting, Nuno Lopes, disse esta segunda-feira que a vitória na final da Taça CERS, sobre os espanhóis do Reus, contribuiu para "reforçar a grandiosidade" do clube lisboeta.
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À chegada ao aeroporto de Lisboa, onde a comitiva sportinguista foi recebida por perto de um milhar de adeptos, Nuno Lopes assinalou que o triunfo obtido no domingo sobre o Reus, no desempate por grandes penalidades, constitui "um feito para o hóquei em patins português".

"Pelo esforço que fizemos, merecemos isto. Os jogadores foram enormes, o apoio foi enorme e estamos todos de parabéns. Foi uma grande conquista do Sporting. Uma Taca CERS não é para qualquer esquipa e reforça a grandiosidade do nosso clube", assinalou.

Para o treinador leonino a segunda vitória do Sporting na prova, que tinha conquistado pela primeira e única vez em 1984, ganha ainda mais relevância por ter sido alcançada na "capital mundial do hóquei em patins".

"Quando se realizou o sorteio disse que queria que fosse fora [a fase final da competição] porque sabia que chegaríamos ao aeroporto com esta receção. Foi um feito heroico e merecemos ficar na história do clube", sustentou Nuno Lopes.

* Nós, os sportinguistas,  temos tão poucas alegrias que chegamos a duvidar de factos verdadeiros, foram uns valentes os hoquistas leoninos.

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 FANTASIA

versus

REALIDADE

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Como tu pensas que é e como realmente é quando fazes exercício

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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Estado avalia mal as casas 
e cobra IMI a mais

As avaliações automáticas de imóveis podem aumentar o imposto a pagar. O novo mapa de localização só ajudará quem pedir reavaliação. 
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Milhares de pessoas estão pagar mais IMI do que deviam este ano. E o cenário pode ficar ainda pior depois da revisão dos mapas de localização, diz a Associação de Proprietários Lisbonenses. 

Está em curso uma avaliação automática pelo Fisco que pode subir o valor patrimonial atribuído aos imóveis. O valor apurado automaticamente não é comunicado ao dono, que não pode reclamar e que só se apercebe da conta mais alta do que o esperado quando recebe a nota de liquidação.

* Um autêntico "governo metralha"


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ESPARTILHOS


Ainda há muito boa gente a achar graça ao uso do espartilho, se há um século atrás servia para colmatar obesidades, existem hoje mulheres que pensam tornar-se mais sexys e desejáveis utilizando tamanha tortura.
As imagens subsequentes não precisam de palavras.



















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