quarta-feira, 22 de abril de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS


  "REPENSAMOS"!



REPENSAR A SAÚDE MUNDIAL
(CIMEIRA WISH)



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 SEM PALAVRAS




















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  A DESPESA

PÚBLICA  




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 20/04/2015, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrivelmente claro e polémico.

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

INEM sem helicópteros Kamov
 para transporte de doentes

Situação vai prolongar-se por mais seis semanas.

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) deixou de ter disponíveis desde "há uns dias" dois helicópteros Kamov de transporte de doentes e essa suspensão durará as próximas seis semanas, disse à Lusa fonte daquele organismo. Esta paragem estará relacionada com a transferência de gestão dos helicópteros da Autoridade Nacional de Proteção Civil para a empresa Everjets, que ganhou este ano o concurso público de operação e manutenção dos aparelhos.

O INEM utiliza habitualmente dois helicópteros Kamov, com base em Loulé e Santa Comba Dão, para transporte de doentes, sobretudo em emergências durante a noite, interrompendo esse serviço durante a época de fogos florestais. No entanto, este ano, essa interrupção ocorreu mais cedo, semanas antes da época de incêndios.

A rádio TSF noticiava, esta quinta-feira, que esta interrrupção está relacionada com entrada da Everjets, e que esta empresa "precisa de seis semanas para ajustar os procedimentos para voar com os helicópteros Kamov". Para fazer face a esta ausência antecipada dos dois helicópteros, o INEM explicou, esta quarta-feira, em comunicado, que está a utilizar uma aeronave Agusta 109 (da Base Aérea de Beja) para toda a região sul do país e reforçou em Beja com uma viatura médica de emergência e reanimação (VMER). Na região de Santa Comba Dão, o dispositivo de emergência foi colmatado também com mais uma VMER. 

* ORGANIZEM-SE,  sirvam bem as populações que vos pagam o salário!

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GIORGIO


ARMANI


FULL FASHION SHOW
MILAN
PRIMAVERA/VERÃO
2015




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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Charhadas, a plataforma para as mães
 que sabem mais que o Dr. Google

Partilhar experiências de mãe para mãe é o objetivo do Charhadas, plataforma que conta com mais de 200 mil utilizadores e cerca de 2 milhões de acessos por mês.

O “Doutor Google” faz parte do dia-a-dia de muitas pessoas na Internet quando necessitam de informações sobre os mais diferentes tipos de doença ou conselhos. No entanto, muitas informações encontradas na rede carecem de precisão científica e contribuem mais para desinformar do que para ajudar na construção de conhecimento. Pensando neste problema, Carmen Escalona e Belén Martí Junco criaram em 2009 a página Charhadas com o objetivo de partilhar experiências de mãe para mãe sobre as diversas etapas do crescimento dos filhos. A página conta com 200 mil utilizadores e cerca de 2 milhões de acessos por mês.
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Em entrevista ao jornal El País, Escalona explica que o segredo do sucesso da página está em oferecer conteúdo pessoal sobre o crescimento dos filhos. “Percebemos que havia muita informação sobre o recém-nascido, mas ninguém falava do resto da infância até a adolescência”, afirma.

Este caráter social do Charhadas é representado pela sua estratégia digital. Apesar de vender-se como “a primeira rede social para mães”, a página funciona mais bem como uma plataforma de conteúdos, organizada em fóruns, grupos e blogs geridos pelos próprios utilizadores, além de conteúdos originais publicados na página e na comunidade de quase 400 mil pessoas no Facebook, 10 mil seguidores no Twitter e 16 mil utilizadores no Instagram. “Às vezes, a criatividade feminina se perde na Internet”, justifica Escalona. De fato, o nome Charhada tem origem no espanhol (língua oficial da página), a partir da junção das palavras charlada (conversa) e hadas (fadas).
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Para conquistar um público maior uma equipa de 10 pessoas encarrega-se da produção de artigos sobre diversos temas para além da saúde, como decoração, festas de aniversário, educação, viagem, gastronomia e moda, publicados nos fóruns, blogues, grupos e numa secção em formato de revista. Sobre a gestão dos conteúdos publicados pelos utilizadores, Escalona explica: “As mulheres são capazes de autorregular-se. Se alguém faz um comentário que possa provocar tensão ou polémica, outra responde-lhe sem perder a compostura”, diz.
Para publicar e comentar os artigos, é necessário registar-se – uma maneira de gerar engajamento e “tornar a plataforma um lugar de consulta habitual, não simplesmente uma página para leitura”, defende a criadora.

E como uma plataforma social pode buscar o seu autofinanciamento? Escalona diz que o projeto conta com a venda de alguns espaços publicitários e colaborações editoriais com jornais e revistas espanholas. 
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“Quando uma marca aproxima-se de nós, encarregamo-nos pessoalmente de gerir e produzir o conteúdo promocional, seja através de vídeos ou com eventos”, conta. Ela também diz que o perfil das empresas que buscam o Charhadas identificam-se mais com as mulheres “pelo tipo de imagens que partilham mais próprios de um canal de beleza ou de gastronomia que de um canal infantil”. O registo na plataforma Charhadas é gratuito e a página está disponível apenas em espanhol.

* ADELANTE!


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 II - GRANDES EXPLORADORES
 1-DAVID
LIVINGSTONE



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.



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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

PJ investiga "lavagem" de milhões 
de euros e tráfico de droga 

Polícia Judiciária já deteve cinco gerentes da Money One e da Transfex, suspensas hoje pelo BdP.

A Polícia Judiciária tem em curso uma operação de buscas e detenções num processo no qual se investigam suspeitas de tráfico de droga e branqueamento de capitais. 
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Segundo informações recolhidas pelo DN, inspetores da Unidade Nacional Contra a Corrupção já terão detido gestores das empresas Money One e da Transfex, suspeitos do crime de branqueamento de capitais. Fonte judicial adiantou ao DN que há suspeitas de milhões de euros em dinheiro "lavado" através do esquema.
Em comunicado divulgado no site da instituição, o Banco de Portugal informa hoje que, no exercício dos poderes de supervisão que lhe estão conferidos, decidiu determinar a suspensão integral das operações da Money One e da Transfex, como medida preventiva de ilícitos relacionados com branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.
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Segundo o Expresso, a PJ já terá feito cinco detenções relacionadas com este caso, que está sob investigação das autoridades competentes. Os detidos serão cinco gerentes das duas casas de câmbios, ambas com sede em Lisboa.

De acordo com o BdP, a Money One - Sociedade de Pagamentos e Câmbios, Lda, e a Transfex - Instituição de Pagamentos, Lda estão a ser utilizadas por pessoas direta ou indiretamente relacionadas com as estruturas acionistas e de gestão daquelas entidades para circulação de fundos provenientes de origem ilícita, verbas que são integradas no sistema financeiro através das duas empresas, facilitando assim o branqueamento de capitais.

De forma a salvaguardar os interesses dos utilizadores dos serviços disponibilizados pelas duas instituições, o BdP decidiu assim decretar a suspensão integral das operações em território nacional e também nas sucursais ou agentes no exterior.
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A suspensão, informa o BdP, manter-se-á até que a supervisão decida que estão reunidas as condições para o reinício das atividades ou, então, até que a suspensão seja substituída por outra medida.
Caso não acatem a decisão, as duas sociedades de pagamentos incorrem no crime de desobediência qualificada.

* Estes gajos é que deviam estar num barco no mediterrâneo sem água e de motores parados.

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VICENTE JORGE SILVA

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Horror e amnésia

Um homem matou com uma facada no coração um filho de seis meses, em Linda-a-Velha, por represália contra a mulher que não queria viver mais com ele. Outro homem matou à pancada uma enteada de dois anos, em Loures, depois de agressões continuadas contra um irmão da vítima. Os dois acontecimentos ocorreram quase em sequência, na última semana, e os assassinos eram desempregados com problemas de alcoolismo e violência. Dias depois, um terceiro homem disparou contra duas mulheres numa pastelaria em Alijó, matando uma delas e ferindo gravemente outra: motivo alegado, o fim do namoro com a segunda.

Estes são apenas fait-divers recentes que ilustram uma parte cada vez mais visível do quotidiano português. A violência doméstica encadeia-se em sucessivos casos, com algumas características comuns: famílias desintegradas, rupturas sentimentais, situações de desemprego e marginalidade social, localização em bairros das periferias urbanas ou no interior profundo do país, dependência frequente do álcool e drogas por parte dos autores dos crimes.

A inquietante banalização destes acontecimentos brutais - e dos limites do horror já atingidos com o assassinío de crianças - exige um estudo sociológico profundo da terrível realidade que está a emergir da crise económica e social em que mergulhámos. Mas, enquanto isso não sucede - e espera-se que não demore - importa reflectir, desde já, no quadro mais vasto em que vai crescendo este surto de criminalidade cujas vítimas são, frequentemente, os mais fracos e indefesos, protagonistas acidentais de notícias de abertura mais ou menos sensacionalistas de telejornais e manchetes popularuchas para vender papel.
Que país é este onde a mancha dos horrores vai alastrando enquanto se instala uma espécie de amnésia e as atenções se refugiam num frívolo folclore político de que as candidaturas às presidenciais constituem um exemplo revelador? Eis uma questão que deveria despertar as consciências.

A violência doméstica tornou-se um verdadeiro cancro nacional: um terço dos homicídios são passionais, como recordava um artigo da anterior edição do SOL, apesar da confusão de estatísticas que impede um retrato rigoroso do problema. E há ainda, conforme noticiava o Público esta semana, um aumento anual de 50 por cento de queixas de violência no namoro em meio escolar.

Entre a família, formal ou informal, e a escola, o cancro da violência tende, pois, a metastizar-se, pondo a nu a vulnerabilidade crescente da coesão social. Vivemos numa sociedade gravemente doente, mas que foge a admiti-lo.

As formas mais atrozes de violência devem ser exemplarmente punidas - e nunca encaradas de forma laxista -, mas também é certo que a sua expansão coincide com o apodrecimento de referências éticas em múltiplos domínios da vida portuguesa, nomeadamente o mundo político e a administração pública.

Basta recordar os recentes casos dos vistos gold ou da 'lista VIP' dos contribuintes, com a revelação das sórdidas redes de promiscuidade e troca de favores entre sectores da política, dos negócios e do alto funcionalismo do Estado para concluirmos até que ponto descemos na escala de valores de uma sociedade civilizada. Expandiu-se uma atmosfera propícia à imunidade e ao salve-se quem puder.

Dir-se-á que isso não constitui propriamente uma novidade, mas porventura nunca como agora se assistiu a um strip-tease tão indecoroso dos costumes públicos. A própria linguagem com que os responsáveis comunicam uns com os outros no seu tráfico promíscuo atinge níveis de uma boçalidade inimaginável - como nas conversas divulgadas sobre os vistos gold.
Boçalidade é, também, o que caracteriza os comentários de membros de diferentes áreas da magistratura (!) em sites e redes sociais a propósito do caso Sócrates. Não há decoro, reserva, sentido da dignidade e da isenção, o que não só compromete o respeito supostamente devido à Justiça como coloca alguns dos seus agentes no mesmo plano linguístico rasca dos delinquentes vulgares. Mas, provavelmente, trata-se de matéria coberta pela impunidade corporativa…

Enquanto se cultivam abstracções económicas e miragens de crescimento, a sociedade corre o risco de apodrecer nas suas fundações, entre o crescendo da violência contra os indefesos, a imoralidade das práticas no funcionamento do Estado e até na linguagem cavernícola que se vulgarizou entre políticos, altos funcionários e magistrados. Nos bastidores do 'combate à crise', a que estado moral é que chegámos? Entre o horror e a amnésia, a distância é curta.

IN "SOL"
20/04/15

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490.UNIÃO


EUROPEIA

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Kristalina Georgieva

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HOJE NO
 "RECORD"

Del Potro não aceitou convite

O argentino Juan Martin del Potro declinou o convite para jogar o Millennium Estoril Open, preferindo continuar a fazer o processo de recuperação da lesão no pulso esquerdo.
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O antigo n.º 4 do Mundo, que ganhou o torneio no Jamor em 2011 e 2012, tenciona regressar ao circuito quando achar que está em condições de jogar a um nível bastante aceitável.

* Para "quase-entrevadinho" já nos chega Richard Gasquet. Parece que a organização do torneio prefere "disables", ao menos João Lagos tinha critérios.


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O MEU INSTRUMENTO



3-VIOLONCELO





FONTE: TRAMA RADIOLA



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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68.O MELHOR
 DA ARTE

06.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES


PAULA REGO 


A DESCOBERTA/1




Paula Rego nasceu a 26 de Janeiro de 1935 em Lisboa.

Oriunda de uma família republicana e liberal.Paula Rego tem ligações às culturas inglesa e francesa, iniciou seus estudos no Colégio Integrado Monte Maior, seguindo para a St. Julian's School em Carcavelos onde os professores cedo lhe reconheceram o talento para a pintura. Incentivada pelo pai a prosseguir o seu desenvolvimento artístico fora do Portugal Salazarista dos anos 50 partiu para Londres, onde estudou na Slade School of Fine Art, até 1956. 

Conheceu o pintor Victor Willing (1950-1999), com quem se casou em 1959. Entre 1959 e 1962 viveu na Ericeira. Numa ida a Londres, conheceu o pintor Jean Dubuffet, referência determinante na sua criação artística, usualmente definida como Arte bruta. Ao longo da década de 1960 assina exposições colectivas em Inglaterra e, em 1966, entusiasma a crítica ao expôr individualmente, na Galeria de Arte Moderna da então Escola de Belas-Artes de Lisboa.

Na década de 1970, com a falência da empresa familiar, vende a quinta da Ericeira e radica-se em Londres. Torna-se bolsista da Fundação Calouste Gulbenkian para fazer pesquisa sobre contos infantis, em 1975, e figura com onze obras na exposição Arte Portuguesa desde 1910 (1978), dominado pelas colagens. Volta à pintura, mais livre e mais directa, retratando o mundo intimista e infantil, inspirado em dados reais ou imaginários, com figuras de um teatro de crianças de Victor Willing (o macaco, o leão e o urso), interpretando as histórias que Paula inventa. 

A obra literária de George Orwell inspira-a no painel Muro dos Proles (1984), com mais de seis metros de comprimento, onde estabelece um paralelismo com as figuras de Hieronymus Bosch.

Dá uma viragem radical na sua obra com a série da menina e do cão. A figura feminina assume claramente a liderança na acção, enquanto o cão é subjugado e acarinhado. A menina faz de mãe, de amiga, de enfermeira e de amante, num jogo de sedução e de dominação que continua em obras posteriores. Tecnicamente as figuras ganham volume, o espaço ganha solidez e autonomia, a perspectiva cenográfica está montada. Em 1987, Paula Rego assina com a galeria Marlborough Fine Art, o passo que faltava para a divulgação internacional.

A morte do seu marido, também nesse ano, é assinalada em obras como O Cadete e a Irmã, A Partida, A Família ou A Dança, de 1988. A convite da National Gallery, em 1990, vai ocupar um ateliê no museu e pintar várias obras inspiradas na colecção. Desse período destaca-se Tempo – Passado e Presente (1990-1991).

Em 1994, realiza a série de pinturas a pastel intitulada Mulher Cão, que marca o início de um novo ciclo de mulheres simbólicas.

Impõe a sua consciência cívica em Aborto (1997-1999), numa crítica ao resultado do primeiro referendo a essa matéria, realizado em Portugal em 1997.

Inaugura, a 18 de Setembro de 2009, a sua Casa das Histórias Paula Rego, em Cascais, que nasce com o intuito de acolher e promover a divulgação e estudo da sua obra, e cuja entidade responsável é a Fundação Paula Rego.
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WIKIPÉDIA

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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Inventou cancro para fazer carreira

Belle Gibson, referência da vida saudável na Austrália, alegou que tinha curado um cancro terminal no cérebro através da alimentação. Lançou um livro e reuniu uma significativa comunidade de seguidores na Internet durante anos. Era tudo mentira.

Numa entrevista à "Women's Weekly" que será publicada na quinta-feira, Belle Gibson admitiu que "nada é verdade". Nunca teve cancro no cérebro. Nem outras doenças oncológicas no sangue, no baço, no útero e no fígado que, afinal, foram "erradamente" diagnosticadas por um terapeuta alemão. 


"Não quero que me perdoem. Só acho que a coisa mais responsável a fazer era falar. Acima de tudo, gostaria que as pessoas dissessem 'ok, ela é humana'" - disse Gibson.
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TRATÁVAMOS-LHE DO CANCRO!
Além de manter um blogue com uma importante comunidade de seguidores, Gibson lançou um livro sobre dieta anticancro, pela Penguin, e uma aplicação sobre a mesma temática, pela Apple. O livro já saiu de circulação e a aplicação foi cancelada.

A autora não chegou a explicar porque mentiu, falando apenas em problemas na infância.
As suspeitas sobre a fraude começaram em março passado, quando se descobriu que os milhares de dólares que prometeu doar a instituições solidárias nunca se concretizaram.

Tudo terá começado em 2009, quando Gibson disse, num fórum da Internet, que tinha passado por várias cirurgias ao coração e que tinha chegado a morrer na mesa de operações.

O caso está agora a ser investigado. Entretanto, na Internet, gerou-se um movimento de revolta. 

* Em Portugal foi há um ano descoberto um caso bem pior, Ricardo Salgado, o maior empregador da classe política, andou anos a convencer-nos que não era trafulha, 95% dos portugueses acreditaram, antes a Belle Gibson que é uma giraça.


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Jorge Palma

Imperdoável


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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Angola quer angariar mais de
 9 mil milhões de euros para
 financiar infra-estruturas

Apesar da quebra das receitas petrolíferas, Luanda procura dinheiro junto de investidores internacionais para construir infra-estruturas que considera serem fundamentais, incluindo uma nova refinaria petrolífera.
Angola quer angariar 10 mil milhões de dólares (9,3 mil milhões de euros) para investir em infra-estruturas. A aposta nestes projectos é, assim, para continuar, apesar de as contas públicas angolanas terem sido severamente afectadas pela quebra do preço do petróleo.

Luanda está actualmente a procurar financiamento junto de credores estrangeiros para avançar com projectos de infra-estruturas que considera serem essenciais, incluindo seis mil milhões de dólares para uma refinaria, conforme revelou o ministro angolano da Economia ao Financial Times.

"Existem projectos que foram adiados e existem projectos que ainda não começaram e há projectos em andamento que vão ser atrasados. Mas grande parte dos projectos são financiados por linhas de crédito estrangeiras, portanto não vão sentir qualquer impacto", disse Abrãao Gurgel na entrevista ao jornal britânico publicada esta quarta-feira, 22 de Abril.

Com uma queda superior a 40% do preço do petróleo nos mercados internacionais no espaço de um ano, o Governo liderado por José Eduardo dos Santos procedeu a um corte de um terço do total da despesa pública para o orçamento deste ano, de 62 mil milhões de euros para 46 mil milhões.

Devido à quebra das receitas petrolíferas em cerca de 60% este ano, Luanda também reviu em baixa o crescimento do PIB para o conjunto de 2015, de 9,7% para 6,6%, valor que contrasta com a previsão mais conservadora de 4,5% pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

O petróleo assume um papel fundamental na economia angolana. Angola é o segundo maior produtor africano e em 2013 o "ouro negro" garantiu 76% das receitas orçamentais e 98% das exportações totais.

Para angariar dinheiro, Angola pretende emitir entre 1.000 milhões a 1.500 milhões de dólares em Eurobonds. Depois, o Banco Mundial está a preparar um empréstimo de 500 milhões de dólares, o primeiro deste género ao país lusófono.

Ao mesmo tempo, o ministro revelou que as linhas de crédito bilaterais do Brasil, China e Espanha podem vir a ser prolongadas. Por último, o Governo angolano também abordou a Goldman Sachs, assim como outra empresa de investimentos, para obter empréstimos.

Na entrevista, o ministro angolano apontou que a queda do preço do petróleo vai servir de incentivo para Angola diversificar a sua economia, como na área da agricultura, minas, pescas e produção industrial. "Agora temos de acelerar a velocidade da implementação da diversificação, não há forma de recuar", disse Abrãao Gurgel ao Financial Times.

* O corte de despesa pública em cerca de um terço significa que a miséria  do povo angolano aumentou mais 33%. 
As infra-estruturas que Ze Du quer melhorar são aquelas que lhe encaminham para o bolso o dinheiro resultante da extração da riqueza do sub-solo de Angola.


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1 - NÃO ME OBRIGUEM A VIR
PARA A RUA GRITAR!


Zeca Afonso. O Homem e a Obra marcaram toda uma geração de portugueses. E deixaram uma herança social e cultural às gerações seguintes. Todos temos um pouco de Zeca Afonso, um homem cujo génio ultrapassa qualquer época ou catalogação. Um homem cuja mensagem é veiculada por letras que se revelam sempre actuais.
Eu sou aquilo que fiz. Zeca Afonso deu-nos tanto que agora é a nossa vez de lhe darmos algo. Este programa de homenagem ao Zeca Afonso é uma retribuição por tudo aquilo que ele nos deu.

A SubFilmes convidou por isso vários artistas de áreas criativas contemporâneas para criarem uma obra de arte especialmente para Zeca Afonso um filme, uma música, um desenho, uma animação de motion graphics. Será essa a interpretação, a homenagem, o tributo de cada um desses artistas.
Assim, podemos ter uma colagem de um artista de street art, uma reinterpretação de um tema do Zeca ou uma produção de teatro. Rádio Macau, Nancy Vieira, Couple Coffee, Vicious 5, Raquel Tavares na música; a companhia de teatro Primeiros Sintomas; a dupla de videojamming Daltonic Brothers; Target e Mosaik no street art; Quebra-Diskos no turntablism; etc.

Além disso, foram gravadas várias tertúlias, cuja conversa gira à volta da importância do Zeca enquanto músico e activista, mas principalmente à volta da figura humana que foi o Zeca.

A aposta forte deste programa reside numa abordagem de conteúdos que pretende captar por um lado a actualidade da mensagem do Zeca e por outro a faceta mais humana da sua vida.

De: AssociacaoJoseAfonso | Criado: 14 de Mar de 2009

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HOJE NO
 "DESTAK"

A melhor estrada do mundo liga 
Peso da Régua ao Pinhão

Quantas vezes nos questionamos qual amelhor estrada para conduzir? Segundo um estudo da Avis, essa estrada está precisamente em Portugal, mais concretamente entre Peso da Régua e Pinhão. 
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A N-222 destacou-se num total de 25 vias de todo o mundo – que normalmente são apontadas como as melhores para a condução – por se aproximar da “fórmula mágica” de10:1. Este rácio de 10 segundos em linha reta para cada segundo gasto numa curva foi criado por uma equipa constituída por um físico quântico, um designer de pistas de F1 e um designer de trajetos radicais que atribuíram à N-222 uma relação de 11:1.

O trecho de 27 km inclui 93 curvas, é acompanhado pelo rio Douro na sua totalidade e oferece uma vista panorâmica sobre as vinhas desta região. Segundo Alexandra Matias, da Avis, «a Estrada Nacional 222 possibilita que os condutores desfrutem do equilíbrio certo entre curvas apertadas e longas retas [...] enquanto desfrutam de uma paisagem única».

Em segundo e terceiro lugares neste estudo ficaram a estrada Big Sur na Califórnia e a A535 no Reino Unido, com índices de 8,5:1 e 8,4:1. 

* E depois de todas as curvas saborear um bom "Vintage" melhora o prazer no final da viagem.

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1-Presente de
aniversário




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HOJE NO
 "i"

Falta de conhecimento afecta a saúde
 de metade dos portugueses

Tem efeitos nos cuidados que devem ter com a sua saúde e dos seus familiares, revela estudo do ISCTE

Realizado pelo Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES), do ISCTE, o estudo partiu de um inquérito em Portugal, tendo por base o Inquérito Europeu sobre Literacia em Saúde, que identifica as principais limitações, problemas e entraves da literacia em saúde na sociedade portuguesa. 
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De acordo com os resultados, 49% dos inquiridos têm um índice geral de literacia em saúde baixo (38% têm um nível de conhecimentos “problemático” e 11% têm um nível “inadequado”, o mais baixo da escola).
O estudo destaca que dos restantes, com níveis positivos de literacia, apenas 8,6% apresentaram um nível “excelente” de conhecimentos.
No que respeita especificamente aos “cuidados de saúde”, 45,4% dos inquiridos revelam uma literacia limitada (10,1% e 35,3% tem o nível de literacia “inadequado” ou ”problemático”, respetivamente).
Para a coordenadora do estudo, Rita Espanha, “este pode ser um aspecto preocupante na relação que os portugueses desenvolvem com os prestadores e com o cuidado com a sua própria saúde e dos seus familiares”.
 
APROVEITARAM A ILETERACIA PARA NOS ENGANAR
No âmbito da “prevenção da doença”, Portugal concentra 45,5% dos inquiridos num nível de literacia com limitações, enquanto no capítulo da “promoção da saúde”, estas limitações sobem para os 51,1%.
Rita Espanha destaca que é possível identificar entre os iletrados em saúde um grupo mais vulnerável, constituído maioritariamente por idosos e pessoas menos estudos.
“Os mais baixos níveis de literacia em saúde encontram-se precisamente entre os mais velhos e os menos escolarizados, o que nos remete também para o reconhecimento de alguns grupos mais vulneráveis que são identificados no estudo como sendo o público-alvo a considerar em termos de políticas públicas no campo da promoção da literacia em saúde”, explicou.
Esse grupo mais vulnerável é identificado pela investigadora como sendo o dos indivíduos com 66 ou mais anos, com rendimentos até aos 500 euros, com uma auto-percepção de saúde “má”, os viúvos, os operários, pessoas com doenças prolongadas, os reformados, os que frequentaram no último ano seis ou mais vezes os cuidados de saúde primários e os que se sentem limitados por terem alguma doença crónica.
No lado oposto estão os mais jovens (até aos 45 anos) que concentram tanto o melhor nível de literacia (excelente), como o nível considerado adequado (junção dos dois melhores, excelente e suficiente).

* A iliteracia prejudica a vida das pessoas em tudo, não é só na saúde. A iliteracia é uma responsabilidade de quem governa e quem governa tem proveito com a iliteracia dos portugueses, quanto mais ignorantes mais fáceis de manipular.

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INOCÊNCIA


Crianças e manequins

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HOJE NO
"A BOLA"

Mayweather submete-se a banhos 
a 120 graus abaixo de zero

O norte-americano Floyd Mayweather prossegue a preparação para o mega combate frente ao filipino Manny Pacquiao, agendado para 2 de maio, tendo sido agora revelado que o pugilista toma «banhos» a temperaturas muito baixas para ajudar na recuperação dos treinos.
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De acordo com a TMZ, a crioterapia (feito com nitrogénio gasoso a temperaturas que podem chegar a 120 graus negativos, ajuda na circulação sanguínea.

Mayweather tem tido sessão diária, que podem apenas durar entre 90 segundos a três minutos.

O português Cristiano Ronaldo é outro atleta de alta competição que também utiliza este sistema para ajudar a combater o intenso desgaste muscular que é sujeito.

* Nem tudo o que luz é ouro. Tudo o que seja recuperação física acelerada produz estragos valentes  no futuro.


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COM BRAÇOS ABERTOS


































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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Alemanha manifesta reservas a operações contra traficantes de seres humanos

Um porta-voz do governo alemão manifestou hoje reservas quanto a uma operação militar no Mediterrâneo para destruir embarcações usadas pelos traficantes de pessoas, uma das propostas da Comissão Europeia a discutir na cimeira europeia extraordinária de quinta-feira.
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Uma tal operação, semelhante à missão Atalanta de luta contra a pirataria no Oceano Índico, consta do pacote de dez medidas apresentadas na segunda-feira pelo comissário da Imigração, Dimitris Avramopoulos, e submetida no mesmo dia aos ministros dos Negócios Estrangeiros e do Interior da União Europeia reunidos no Luxemburgo.

Martin Schäfer, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão, afirmou hoje numa conferência de imprensa que a situação no Mediterrâneo "é completamente diferente" e que, muitas vezes, os traficantes utilizam barcos de pesca nas travessias para as costas europeias.

"Podemos destruí-los, mas também acabaríamos com os meios de subsistência" dos pescadores, disse Schäfer, remetendo contudo uma posição para depois do conselho de líderes europeus.

Berlim junta-se assim a Londres, uma das capitais que mais reticências têm manifestado a esta possibilidade.

A cimeira extraordinária foi pedida pelo primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, depois da morte de mais de 800 pessoas no naufrágio de uma embarcação ao largo da Líbia.

"Combater os traficantes de pessoas significa combater os mercadores de escravos do século XXI. Não se trata apenas de uma questão de segurança e de terrorismo, mas de dignidade humana", disse Renzi no Parlamento italiano no domingo.

Um dia depois, numa conferência de imprensa com o primeiro-ministro de Malta, cujo país colaborou no resgate de vítimas do naufrágio no Mediterrâneo, Renzi admitiu a possibilidade de "intervenções seletivas" contra traficantes na Líbia.

Em Londres, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, defendeu a necessidade de impedir os imigrantes de chegar ao mar, para "pôr fim a estes carregamentos de morte".

Cameron remeteu quaisquer decisões para a cimeira de quinta-feira, mas segundo o The Times, o plano do governo britânico passa sobretudo pelo reforço das missões de vigilância no Mar Mediterrâneo, com o possível envio de um dos maiores navios da Marinha britânica.

* O tráfico dos novos escravos não se combate no Mediterrâneo, aí o combate acabará por os matar. Os traficantes actuam nos países de origem das migrações e é aí que o combate aos criminosos deve ter lugar. 

Mas para acabar com a humilhação a que milhões de pessoas estão a ser sujeitas só há uma solução, os países ricos têm de acabar com a exploração a que submetem os povos sub-saarianos e incrementar o desenvolvimento social, educacional  e económico dos países da região. BASTA DE ROUBO!

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