segunda-feira, 20 de abril de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS NÃO


  "CRESCEREMOS"!



Quanto vão crescer as principais economias mundiais em 2015 e 2016, segundo o FMI



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 VERDADINHA


















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CUCA ROSETA
E ANDRÉ


K I Z O M B A


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R U M B A

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S A M B A

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S A L S A

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* Produção TVI, coordenação de CRISTINA FERREIRA


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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"
Maus-tratos
Hospitais atenderam 35 mil crianças
 em seis anos

Núcleos de Apoio a Crianças e Jovens em Risco sinalizaram mais de 36 mil casos de menores vítimas de maus-tratos entre 2008 e 2014. Negligência é o exemplo mais comum.

Os Núcleos de Apoio de Crianças e Jovens em Risco (NACJR) dos hospitais e centros de saúde sinalizaram mais de 30 mil casos de menores em risco ou vítimas de maus tratos entre 2008 e 2013.

Números a que, segundo dados provisórios, se somam cerca de seis mil crianças acompanhadas no ano passado, na maioria dos casos por situações de negligência , que podem ser tão variadas como má alimentação, falhas a consultas, vestuário desadequado ou faltas constantes à escola.

No outro extremo estão situações como a de Bia, que morreu na semana passada vítima de agressões físicas.

Numa das salas do centro de saúde do Lumiar as enfermeiras Aida Ferreira, Lurdes Florindo, a psicóloga Alda Morgado, a médica Alice Gonçalves e a assistente social Susana Andrade traçam um plano de intervenção.

"Temos aqui o caso das gémeas. Sabemos que este é um pai bom cuidador, mas é violento a falar com a mulher, mesmo em frente das crianças. Já assistimos a isso aqui e também nas visitas domiciliárias. Queremos evitar uma possível situação de violência doméstica. Estou a pensar que podemos oferecer uma consulta de psicologia ao pai", diz Aida Ferreira para as colegas que com ela constituem o NACJR do centro de saúde.

* 36 mil crianças vítimas de maus tratos em 6 anos, são 6 mil por ano, 500 por mês, não são números aritméticos, são catastróficos, que educadores tem este país?


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MINUTOS DE


CIÊNCIA/44


QUÃO DISTANTE

É UM SEGUNDO 


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HOJE NO
 "RECORD"

Coimbra candidata-se a 
Cidade Europeia do Desporto 
em 2017

A Câmara de Coimbra aprovou, por unanimidade, a candidatura a Cidade Europeia do Desporto em 2017, disse o vereador responsável pelo pelouro do desporto, Carlos Cidade. 

"Coimbra reúne todas as condições para a sua afirmação desportiva no plano nacional e internacional e esta é mais uma oportunidade dessa afirmação, que levará ao envolvimento de todos os agentes de Coimbra, da região e mesmo do nosso país", afirmou Carlos Cidade à agência Lusa, à margem da reunião desta segunda-feira do executivo municipal.
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A decisão é "mais um contributo para a valorização de Coimbra, através do desporto, entendido também como um vetor estratégico de desenvolvimento económico", sustentou o autarca socialista, que vê com "enorme satisfação" o executivo municipal aprovar por unanimidade a candidatura de Coimbra a Cidade Europeia do Desporto em 2017.

Na proposta aprovada, a Câmara acredita que pode conquistar "esta distinção", pois a cidade dispõe de um significativo conjunto de infraestruturas desportivas, entre as quais os estádios municipais Cidade de Coimbra e de Taveiro e Universitário, o Pavilhão Municipal Multidesportos e o Centro Olímpico de Piscinas Municipais, além de mais três complexos de piscinas municipais, vários pavilhões e um Centro de Desportos Náuticos.

"Coimbra é também a cidade da Associação Académica de Coimbra (AAC), cujas dezenas de secções desportivas se constituíram como referências a nível nacional e no estrangeiro" e da equipa de futebol profissional da Académica, que é "detentora de inúmeros êxitos", salienta a Câmara.

As potencialidades de Coimbra a nível "desportivo foram, inclusive, recentemente reconhecidas", ao ser-lhe "confiada a realização dos Jogos Europeus Universitários em 2018", na sequência da respetiva candidatura subscrita pela Câmara, Universidade, AAC e Federação Académica do Desporto Universitário, adianta a autarquia.

A Federação Europeia das Capitais e Cidades do Desporto (ACES) elege anualmente "uma capital europeia do desporto e, no máximo, 20 cidades europeias do desporto, sendo que cada país tem, no máximo, duas cidades", visando incentivar a "vertente competitiva" e promover "o desporto informal e estilos de vida saudáveis".

Em Portugal, Guimarães foi a primeira cidade europeia do desporto, em 2013, estatuto igualmente atribuído, no ano seguinte, à cidade da Maia.

A Câmara também candidatou Coimbra a Capital Europeia da Juventude em 2018, título a que concorrem um total de 20 cidades, três das quais portuguesas (Cascais e Angra do Heroísmo, além de Coimbra), cuja vencedora será anunciada em novembro deste ano, depois de, em 29 de abril, serem conhecidas as cinco finalistas.

* Prestígio, procura-se com urgência.


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IV-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


1- O JUDAÍSMO


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Polícias "motards"
 atacam o crime no Porto

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A PSP do Porto apresentou esta segunda-feira a sua nova unidade especial de combate à criminalidade. As Equipas de Prevenção e Reação Imediata (EPRI), com 22 elementos e oito motociclos de alta cilindrada, têm como objetivo responder com maior rapidez às ocorrências na Área Metropolitana do Porto. 

* Desejamos sucesso.


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PEDRO BACELAR DE VASCONCELOS

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Legislativas 
e presidenciais

O Presidente da República não governa, não legisla, não absolve, não condena nem manda prender. O Presidente da República limita-se a presidir e, nas presentes circunstâncias, poderia até demitir o Governo e convocar eleições legislativas antecipadas por sua exclusiva vontade, mas é coisa que não quer nem se atreve. Em 2011, o Presidente limitou-se a aceitar o pedido de demissão de um primeiro-ministro humilhado no Parlamento por toda a oposição. Em 2013, admitiu fazê-lo, se quisessem, mas apenas quando a "troika" fosse embora... Como não quiseram, resignou-se e calou-se para sempre, como as testemunhas em casamento canónico. 

Compreende-se que almas generosas se apressem na multiplicação de candidaturas para o substituir. Não se trata de um mero desfile de vaidades: a candidatura à Presidência é um ato cívico, uma decisão respeitável do foro da consciência individual. Mas que as eleições presidenciais do próximo ano possam suscitar o "frenesim" que percorre atualmente toda a Comunicação Social, isso é um denso mistério! Vivemos nestes últimos quatro anos a mais profunda e dolorosa crise da história da nossa democracia. As políticas do Governo comprometeram deliberadamente o desempenho de funções essenciais do Estado, afetando de forma indiscriminada a generalidade dos serviços públicos com prejuízos irreparáveis nos cuidados de saúde, no funcionamento da justiça, na segurança social, nas escolas ou na investigação científica. As empresas públicas foram vendidas ao desbarato para benefício dos investidores internacionais e para ocultar o fracasso do cumprimento das metas orçamentais prometidas aos credores. Porém, este trabalho metódico de destruição do Estado não conduziu à recuperação económica que o Governo prometia e de que o povo tanto precisa. Bem pelo contrário, a falência das empresas e a degradação do valor do trabalho produziram um aumento inédito do desemprego que obrigou os mais jovens e qualificados a abandonar o país. Durante quatro anos o Governo e a sua maioria parlamentar apregoaram que essa política era o único caminho possível e opuseram-se ferozmente, também na União Europeia, a quaisquer iniciativas que pudessem contradizer a ortodoxia orçamental que diziam professar - não porque nela acreditassem mas sim porque lhes servia de álibi perfeito para o projeto de "destruição criadora" que secretamente os movia.

Com as eleições legislativas à porta, o Governo deixou de governar e entrou em campanha eleitoral apesar de o primeiro-ministro ter garantido, em tempos que já lá vão, que as eleições não lhe interessavam... Aliás, tudo quanto disseram nos últimos quatro anos deixou de valer! Com o mesmo à-vontade com que se "esqueceram" do que tinham prometido nas eleições de 2011, também agora se "esqueceram" de tudo o que fizeram em quatro anos de governação, proclamaram o fim da crise e voltaram às promessas radiosas de 2011 que tencionarão cumprir tanto quanto cumpriram as anteriores. Prova flagrante desta leviandade cínica é a recuperação do projeto, abortado há dois anos, de reduzir a TSU (taxa social única). Ao contrário da versão original - que pretendia transferir para os trabalhadores parte dos encargos que competiam às empresas - a nova versão agora anunciada pretende aliviar o montante da contribuição da classe patronal para "diminuir os custos do trabalho", mas sem aumentar os descontos devidos pelos trabalhadores. Como se a desvalorização do trabalho e dos salários ainda não fosse suficiente para alcançar os padrões de "competitividade" que o Governo persegue, não se hesita agora em comprometer a sustentabilidade da Segurança Social, transferindo encargos presentes para as gerações futuras, por mero oportunismo eleitoralista.

Em outubro, esgota-se o mandato do Governo, encerra-se esta legislatura e realizam-se as eleições legislativas. É o momento de os eleitos de 2011 prestarem contas do que fizeram e de o Governo, com a maioria parlamentar que o apoiou, se submeter ao veredicto dos eleitores. É o momento da esquerda demonstrar que tem uma alternativa política. É aqui que se joga o nosso destino coletivo.


IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
16/04/15

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488.UNIÃO


EUROPEIA





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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"


Portugal com a maior redução na taxa de
. abandono escolar da Europa desde 2006

Os dados do Eurostat demonstram que além da queda na taxa de abandono escolar, Portugal registou a oitava maior subida do número de licenciados entre 2002 e 2014.
Portugal registou a maior queda europeia na taxa de abandono precoce de educação e formação desde 2006. Nesse ano, Portugal registava uma taxa de abandono precoce de 38,5% e a taxa recuou para 17,4% até 2014. Foram 21,1 pontos percentuais no espaço de oito anos.
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A taxa de abandono precoce de educação e formação é a percentagem de pessoas entre os 18 e os 24 anos que deixou de estudar sem ter completado o secundário e até 2020 esta taxa deverá recuar para um valor abaixo dos 10%.

Os dados sobre educação foram divulgados esta segunda-feira, 20 de Abril, pelo Eurostat no âmbito da estratégia europeia para o crescimento e emprego Europa 2020. A meta para os próximos cinco anos é colocar abaixo de 10% as desistências na União Europeia.

Apesar da queda nacional, Portugal continua entre os países com percentagens mais elevadas (17,4%), a par de Espanha (21,9%), Malta (20,4%), Roménia (18,1%) e Itália (15%). Por outro lado, as percentagens mais baixas foram registadas na Croácia (2,7%), Eslovénia (4,4%), Polónia (5,4%), República Checa (5,5%), e Lituânia (5,9%).

É de destacar que 15 estados-membros já atingiram as metas nacionais para este indicador: Áustria, Alemanha, República Checa, Dinamarca, Irlanda, Grécia, França, Croácia, Itália, Chipre, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Eslovénia e Suécia.

À excepção da Bulgária, a taxa de abandono precoce é mais baixa para as mulheres do que para os homens em todos os estados-membros. O cenário é semelhante em Portugal, com 20,7% dos homens a abandonarem precocemente a escola, comparando com 14,1% de mulheres.

Número de licenciados aumentou em Portugal desde 2002
O Eurostat também analisou o número de pessoas entre 30-34 anos que concluíram o ensino superior na União Europeia. Entre 2002 e 2014, esta percentagem aumentou 14,3 pontos percentuais para 37,9%.

Segundo a estratégia Europa 2020, a meta é que, pelo menos, 40% da população entre os 30-34 anos na União Europeia tenha completado o ensino superior até 2020.

Portugal registou 31,3% de pessoas entre os 30-34 anos que concluíram o ensino superior em 2014. Entre 2002 e 2014, Portugal registou um avanço significativo de pessoas que concluíram o ensino superior, com a percentagem a avançar 18,4 pontos para 31,3%.

Apesar do avanço ter sido relevante, Portugal ficou na oitava posição entre os países que registaram maiores aumentos de taxa entre 2002 e 2014. A Lituânia (30,1 pontos), a Polónia (27,7%), a Letónia (22,6%) e a Suécia (21,6 pontos) registaram as maiores subidas.

Em 2014, as percentagens mais elevadas de conclusão do ensino superior registavam-se na Lituânia (53,3%), Luxemburgo (52,7%), Chipre (52,5%) e Irlanda (52,2%). Por outro lado, as percentagens mais baixas registaram-se em Itália (23,9%), Roménia (25,0%), Malta (26,6%), Eslováquia (26,9%) e República Checa (28,2%).

Do total, 12 estados-membros já alcançaram ou superaram a meta de 40% para este indicador: Dinamarca, Estónia, Grécia, Chipre, Letónia, Lituânia, Hungria, Holanda, Áustria, Eslovénia, Finlândia e Suécia.

À excepção da Alemanha, em todos os estados-membros a percentagem de mulheres a completar o ensino superior foi mais elevado que a percentagem de homens. Na União Europeia, a média de conclusão do ensino superior para mulheres (38,9%) foi 15 pontos superior ao registado para homens (23,2%).

O cenário é semelhante para Portugal, com a percentagem de conclusão das mulheres (42,3%) a superar a dos homens (33,6%) em 8,7 pontos.

* Quanto aumentaram as  licenciaturas  tipo "Relvas" ou tipo "Socrates"?
Temos também licenciados bem formados, investimos numa aprendizagem de qualidade e  depois mandamo-los embora.


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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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 1-MÁQUINAS DO

"IMPOSSÍVEL"


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HOJE NO
 "DESTAK"

Meryl Streep defende cineastas
 com mais de 40 anos

Atriz funda o Writers Lab, projeto que apoiará oito mulheres cineastas. Em Hollywood ainda não há igualdade do género. 
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Para quem assistiu à última gala dos óscares, está bem presente na mente o quase salto que Meryl Streep deu na cadeira, os aplausos e gritos de incentivos, aquando do discurso da Patricia Arquette sobre a o direito à igualdade de oportunidade que as mulheres deveriam ter em Hollywood e no mundo.

Portanto, agora não será de estranhar se lhe contarmos que a atriz veterana fundou o Writers Lab (laboratório de argumentistas, numa tradução literal), um projeto que apoiará oito cineastas femininas. Esta iniciativa pretende incentivar o trabalho de mulheres guionistas com mais de 40 anos e conta com o apoio da organização New York Women in Film and Television (Mulheres de Nova Iorque do Cinema e da Televisão) e do grupo de cineastas femininas IRIS.

A 1 de maio começa o curso que terá como mentoras a realizadora e guionista Gina Prince-Bythewood (Beyond the Lights), a produtora Caroline Kaplan (Boyhood) e as escritoras Kirsten Smith e Jessica Bendinger. Sublinhe-se que em Hollywood, só 7% dos realizadores são mulheres e ao nível dos argumentistas a percentagem sobre para os 11%, segundo dados do Centro de Estudos da Mulher na TV e no Cinema. 

* Infelizmente os homens são mais complacentes com a autonomia das mulheres, do que verdadeiramente respeitadores da igualdade de género.

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Chico Buarque

Tanto Mar

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HOJE NO
 "i"

Quinze sintomas de cancro que
. os portugueses ignoram

SINTOMAS
1. Perda de peso  e de apetite 
Em tumores que não dão numa fase inicial sintomas específicos – como alguns tipos de cancro do pâncreas ou do pulmão, – a perda de peso e de apetite são dos primeiros aspectos que podem levar a um diagnóstico e por isso toda a sensibilização é pouca. Geralmente estão associados a fases mais avançadas mas o facto de nem toda a gente ter noção disso leva a demora nas queixas, o que compromete ainda mais a rapidez do diagnóstico. 


Ana Joaquim, especialista em tumores gástricos no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, admite que nem toda a gente vigia o peso, mas é importante conseguir avaliar a percentagem perdida. Se uma pessoa não está a fazer uma dieta ou exercício e perde 10% do seu peso em dois meses – o equivalente a 10 quilos quando se pesa 80 – deve ir ao médico. 
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2. Fadiga
Em situações de cansaço arrastado e sonolência, também não deve perder muito tempo a ir ao médico. A fadiga pode ter muitas causas, até psicológicas. Se a razão for uma anemia deve investigar-se a causa, explica Ana Joaquim. Pode resultar de doenças benignas ou lacunas na alimentação, mas é um sintoma bastante comum de cancro do estômago que nem sempre as pessoas valorizam. “O cancro do estômago muitas vezes surge em úlceras ou cria ele próprio úlceras e pode haver perdas de sangue que não são evidentes mas causam anemia”, explica a médica. “Por vezes os doentes vão a uma urgência porque estão muito brancas e cansadas mas depois demoram a ir ao médico para fazer o resto do diagnóstico.” Além de ser comum nos tumores gástricos, a anemia surge também em tumores do intestino ou do sangue, podendo ser causada por défices na produção células vermelhas ou um excesso de destruição, nas tais perdas que podem passar despercebidas.

3. Alterações do trânsito intestinal
Muitas vezes associam-se ao stresse ou ao que se come, mas se houver alterações persistentes devem ser valorizadas, adverte Gabriela Sousa. A médica do IPO de Coimbra insiste que no cancro é particularmente relevante a alternância entre prisão de ventre e diarreia. Paula Jacinto, especialista nesta área também no IPO de Coimbra, explica que os tumores do intestino tendem a dar diferentes sintomas, já que as fezes quando passam do intestino delgado para o grosso (cólon) estão líquidas e só depois vão solidificando. Assim, a obstrução é mais expectável quando se trata de uma lesão do lado esquerdo do cólon. Em caso de suspeita, é crucial fazer uma colonoscopia, exame que também deve ser feito a partir dos 50 anos como rastreio. “Muitas vezes as pessoas não o fazem por receio da dor, mas como anestesia foi comparticipada creio que haverá melhorias”, diz a médica.

4. Sangue nas fezes
É um sintoma comum nos tumores gástricos, do intestino e do recto que as pessoas até valorizam. Mas pode assumir diferentes formas e os doentes nem sempre estão sensibilizados para isso, explica a médica Paula Jacinto. As partículas podem ser tão pequenas que não são visíveis, daí a importância da análise ao sangue oculto nas fezes. Depois pode haver sangue vermelho vivo, que se nota quando a pessoa se limpa ou na sanita e geralmente resulta de uma lesão no recto ou parte terminal do cólon. Mas o que mais passa despercebido é o sangue escuro, que dá uma tonalidade quase negra às fezes, por vezes cor de vinho do Porto. Nesses casos poderá estar-se diante de um tumor do estômago ou da parte superior do intestino delgado, já que essa cor significa que o sangue foi digerido. A médica alerta ainda assim que, mesmo em situações em que os doentes se aperceberam do sangue, chegam a demorar seis meses a um ano a dirigir-se ao médico, por vezes por acharem que está ligado a hemorróidas. Sempre que surgir deve ser avaliado.

5. Fezes brancas e urina escura
O cancro do pâncreas é um dos tumores mais silenciosos numa fase inicial. Há dois tipos de doença, quando o tumor está na cauda do pâncreas ou na cabeça. Se no primeiro não há sintomas específicos, no segundo há sinais que poderão ser valorizados cedo, o que nem sempre acontece, explica Ana Joaquim. Dada a localização, próxima do duodeno e vias biliares, o tumor da cabeça do pâncreas pode provocar obstrução e causar dor abdominal e icterícia (como a bílis não passa, acumula-se na pele e dá-lhe um tom amarelado). Geralmente, estes sintomas surgem em conjunto com outros dois também ligados à obstrução: ausência de cor nas fezes, que surgem com uma tonalidade esbranquiçada, e urina de cor muito escura. São sintomas que podem resultar também de doenças benignas como pedra na vesícula mas devem ser logo comunicados ao médico.

6. Tosse que não passa
O tumor do pulmão é outro cancro em que os primeiros sintomas são pouco específicos. Ainda assim, em alguns tipos são afectadas estruturas centrais do órgão e surgem sinais que, se forem valorizados, podem traduzir-se num diagnóstico mais atempado. Nuno Bonito, especialista do IPO de Coimbra, explica que muitas vezes os doentes só ficam preocupados ao notar sangue na expectoração quando devia bastar uma tosse seca e irritativa que não passa para irem ao médico. O médico alerta que os doentes fumadores ou com historial de cancro na família valorizam o sintoma, mas os outros nem sempre.

7. Uma afta que não cicatriza
No caso dos cancros da cabeça e pescoço, é um dos sintomas que menos se valoriza e pode permitir um diagnóstico precoce ou até identificar lesões pré-cancerígenas, alerta José Dinis, oncologista no IPO do Porto. Uma afta na língua ou qualquer ferida, lábio ou bochecha que não passe ao fim de dez dias deve ser vista. Outro sintoma importante no caso do cancro da laringe é a rouquidão persistente, que caso ultrapasse os 15 dias deve motivar uma ida ao médico. O risco de cancro da cavidade oral ou da faringe é maior nos fumadores e pessoas que bebem álcool mas pode surgir em qualquer idade e em qualquer pessoa.

8. Líquido no mamilo
Se em alguma área existe uma grande sensibilização é no cancro da mama. Mas mesmo assim, há lacunas que poderão ser importantes em alguns casos, diz a médica Isabel Augusto, especialista nesta área no Hospital de S. João. Se a maioria das mulheres está desperta para a importância de vigiar nódulos/caroços na mama e axila, alterações na forma, vermelhidão e calor ou alterações na pele da mama (como casca de laranja), há sintomas que nem sempre são associados à doença. É o caso de líquido no mamilo (uma escorrência ou secreção) ou a inversão do mesmo. A médica sublinha que mesmo em mulheres que estiveram recentemente a amamentar, as secreções não devem ser desvalorizadas. “Se surgirem passados seis meses do fim da amamentação devem ser observadas”, recomenda. O líquido não tem um aspecto específico. Pode ser sanguinolento ou incolor.

9. Sempre no WC
Ao contrário das mulheres, os homens desvalorizam muitas vezes os sintomas do cancro que mais os afecta – os tumores da próstata. Isso acontece por falta de informação mas também porque estão sempre a tentar justificar tudo sem pensar em doenças, diz Isabel Augusto. Quando há dor, sangue na urina ou no sémen ou ardência até procuram o médico. Mas um dos sintomas a que menos dão importância é passarem a ter necessidade de urinar frequentemente. “É a típica situação em que têm de voltar à casa de banho passados dez minutos e chegam a ir várias vezes por hora”, explica a médica. Outro sintoma de cancro da próstata em estados mais avançados nem sempre valorizado é a dor na região das ancas e zona inferior das costas, que pode resultar em metástases nos ossos.

10. Impotência
Neste caso há informação, mas muitas vezes é a vergonha que faz com que os homens cheguem tarde ao médico. Em vez de automedicar-se ou ir atrás de suplementos, deve procurar o médico de família para descobrir a causa da disfunção eréctil. Não significa necessariamente um tumor, mas outras doenças nomeadamente do foro cardiovascular também devem ser controladas.

11. Sensibilidade mamária nos homens
O cancro do testículo surge muitas vezes em homens jovens, que têm de estar mais sensibilizados para a necessidade de estarem atentos a alterações do tamanho e nódulos – e de fazerem por isso a palpação dos testículos uma vez por mês, de preferência no banho. Mas o aumento do volume mamário e mudanças na sensibilidade do peito devem também ser valorizados, avisa Isabel Augusto, já que podem resultar de alterações na testosterona. Perda de libido também pode ser sinal de cancro do testículo.

12. Incontinência urinária
O cancro da bexiga tem estado a aumentar em Portugal, algo associado ao consumo de tabaco. Isabel Augusto sublinha que o sangue na urina, um dos sintomas comuns, costuma ser valorizado. Já a incontinência, outro sintoma importante, muitas vezes é considerada algo normal para a idade e as pessoas começam a usar fralda sem marcar uma consulta. Dor e ardência urinária, urgência em urinar (por vezes sem se conseguir chegar a tempo ao WC) e sensação de esvaziamento incompleto são outros sintomas a ter em conta.

13. Dor pélvica
No tumores ginecológicos – útero (corpo e colo), ovário e vulva – geralmente um dos sintomas menos valorizados é a dor pélvica persistente. “Uma moinha que até pode melhorar mas depois volta”, diz Gabriela Sousa. As hemorragias fora menstruação ou após a menopausa levam mais facilmente ao médico. Nesta área, contudo, é essencial fazer o teste do Papanicolau, que permite despistar lesões pré-cancerígenas no colo do útero. Deve ser feito a partir dos 25 anos e, após dois exames negativos, é aconselhável de três em três anos.

14. Descamação na pele
Nos últimos anos tem aumentado a informação sobre cancro da pele, dos sinais de alerta a regras de ouro como reduzir a exposição ao sol. Paulo Cortes, oncologista em Santa Maria, insiste na mnemónica: ao analisar os sinais, deve seguir-se a regra ABCDE e valorizar os que são A (assimétricos), B (têm bordos irregulares), C (não têm uma cor uniforme), D (têm um diâmetro maior que 6mm) e E (evoluíram, mudando de forma e tamanho). Mas dentro dos cancros da pele, o especialista admite que há algo para o qual os doentes estão menos despertos. Se o melanoma é o tipo de cancro da pele com pior prognostico e é detectado em sinais, o cancro da pele mais frequente é o chamado carcinoma basocelular e não aparece em sinais. Por isso também é preciso estar atento a pequenas feridas na pele, como se fossem frieiras, e descamações. São habituais no nariz e orelhas e podem passar mas depois regressam, devendo ser observadas por um médico. Manchas associadas à exposição ao sol em que a pele fique mais rugosa merecem o mesmo cuidado.

15. Gengivite
Nos cancros do sangue, como leucemias, a população está desperta para a importância de avaliar gânglios inchados e hematomas mas há outros sinais a valorizar. É o caso de gengivites, um sintoma comum num subtipo de leucemia aguda, e infecções recorrentes.

* Esta notícia não é para assustar, desperta a atenção para alguns sinais que possamos ter e também das pessoas que nos são mais queridas.

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BOAS IDEIAS

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Sandálias que crescem 5 números em 5 anos, para ajudar as crianças necessitadas

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HOJE NO
"A BOLA"

João Sousa mantém 56.º lugar no
 ranking mundial onde Djokovic lidera

O tenista João Sousa mantém esta segunda-feira a 56.ª posição do ranking mundial, onde o sérvio Djokovic continua a liderar após a vitória do passado domingo no Masters 1000 de Monte Carlo.
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Na semana passada, Djokovic comandava a tabela com 4.310 pontos de vantagem sobre o suíço Roger Federer, que foi eliminado nos oitavos de final no Mónaco. Na lista de hoje, o sérvio passa a contar com mais 5.460 pontos que Federer.

Já o checo Tomas Berdych surge na lista desta segunda-feira na 7.ª posição e o suíço Stanislas Wawrinka desceu um lugar, fechando assim o top-10.

Em femininos, é a norte-americana Serena Williams que continua a ocupar o primeiro lugar, seguida da russa Maria Sharapova. Já Michelle de Brito continua a ser a melhor portuguesa, apesar de ter descido seis posições e ocupando agora o 133.º lugar.

* E não é nada fácil manter o lugar, dá muito trabalho.

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 20- NOIVAS


SOFISTICADAS











































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  HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

DCIAP instaurou mais de 
1.600 processos relacionados com branqueamento de capitais em 2014

O Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) instaurou mais de 1.600 processos relacionados com branqueamento de capitais em 2014, segundo o relatório divulgado na página do DCIAP na internet.
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Segundo o documento, no período abrangido pelo relatório foram determinadas 18 suspensões de operações bancárias e instaurados 35 inquéritos, estando em causa -- no âmbito da suspensão de operações bancárias - "17.240.051,00 euros e 380.000,oo dólares".

No período a que respeita o relatório (8 meses), o DCIAP instaurou 443 novos inquéritos, dos quais 181 se reportam a pornografia de menores.

O relatório refere ainda que nos oito meses abrangidos foram deduzidas 18 acusações em tribunal coletivo e três em tribunal singular, reportando-se a 84 inquéritos que resultaram em acusação.
Para setembro de 2014 transitaram 623 inquéritos, dos quais 109 referentes a pornografia infantil.
No que respeita a crimes sexuais contra menores, naqueles oito meses de 2014 foram instaurados 181 inquéritos, arquivados 42 e 57 foram remetidos para outros tribunais, enquanto 109 estavam pendentes para análise.

Excluindo os processos de pornografia infantil, estavam pendentes 514 inquéritos em agosto de 2014.
Até agosto de 2014, o DCIAP recebeu 1.211 denúncias.

Ressalvando que a criminalidade investigada no DCIAP tem processos com tramitação facilitada devido à dificuldade de investigação, à sua dimensão, aos valores envolvidos e às teias financeiras criadas pelos intervenientes, impondo muitas vezes a necessidade de perícias, o relatório indica que para 2014 foi estabelecido como meta primordial "a emissão de despacho final nos processos entrados em 2011 e anos anteriores".

"Continuamos conscientes -- face à natureza dos processos englobados nesse universo -- BPN, Furação, Fórum Filatélico e AFINSA, entre outros -- que tal meta era extremamente difícil de atingir", lê-se no documento, que acrescenta que o objetivo não foi alcançado.

Assim, no que concerne aos inquéritos ainda pendentes e relativos a 2011, verificou-se que em dezembro de 2014 estavam ainda pendentes 59 inquéritos, dos quais 41 aguardavam diligências nos órgãos de polícia criminal (Polícia Judiciária e Autoridade Tributária) ou estavam dependentes de perícias ou cartas rogatórias, refere o relatório.

No documento, o DCIAP refere ainda a "margem de imprevisibilidade" com que o Departamento se depara quando é confrontado com certos "fenómenos criminais de grande envergadura" -- exemplificando com os inquéritos instaurados no âmbito do processo BES -- e para os quais necessitam de um reforço da equipa.

No âmbito dos inquéritos do Serviço Nacional de Saúde (SNS) estavam pendentes, em 15 de julho de 2014, 29 processos, tendo sido já deduzidas três acusações e acusados 51 arguidos. Os pedidos cíveis totalizam mais de 6,2 milhões de euros.

* Portugal é uma grande lavandaria.



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