domingo, 19 de abril de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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6-TURCO
 


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INCONSEGUIDA















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MARCELINHO LENDO CONTOS ERÓTICOS

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 Aviso aos Srs. Visitadores

Esta inserção tem linguagem imprópria  para ouvidos sensíveis ou "pudorentos". Mas como neste blogue quase todas as formas de expressão têm lugar, excluimos a calúnia e a grosseria, decidimos editar esta forma radical de contar estórias.
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Oxalá a vossa curiosidade
seja mais forte que o pudor
 


 MARCELINHO LENDO
 CONTOS ERÓTICOS

6- POFESSORA VESTIDA DE ANJO





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5-TURCO
 



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NEURO

 
UM FILME DE
BRUNO BOZZETTO




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4-TURCO
 


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Bill Gates


A próxima epidemia?

Não estamos preparados


Em 2014, o mundo evitou uma terrível epidemia global do Ebola, graças a milhares de generosos profissionais de saúde e, francamente, graças também a muita sorte.
Em retrospectiva, sabemos o que deveríamos ter feito melhor. Então, Bill Gates sugere que agora é a hora de colocar todas as nossas boas ideias em prática, de planejamento de cenários a treinamento de profissionais de saúde.
Como ele diz: "Não há razão para pânico, mas precisamos nos apressar".

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3-TURCO
 



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FERNANDA CÂNCIO

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Ódio de perdição

Marta Nogueira, 21 anos, Joana Nogueira, 23. Primas. Anteontem de manhã, na pastelaria onde trabalhavam, no Pinhão, Trás--os-Montes, um homem entrou e apontou a arma para matar, para apagar, para desfigurar: cara, pescoço, cabeça. Joana morreu, Marta está em coma. Os jornais - este jornal - titulam: "Ciúme levou Manuel a disparar." Manuel, parece, tivera namoro com Marta. O crime passa logo, então, à categoria "passional". Como quem diz de amor, de sentimento, "que levam a".

É sempre assim: homem mata mulher? Coitado, gostava demasiado dela, e ela ou o "deixou", ou ele tinha medo que ela o "deixasse", ou ela "portava-se mal", ou ele tinha medo que ela se "portasse mal". Mesmo, note-se, quando uma das mortas é prima do alegado objeto de amor; estamos perante o crime passional por afinidade. Porque será, então, que o homicídio do bebé de 5 meses que o pai esfaqueou há uma semana depois, diz-se, de ligar à mãe da criança a ameaçá-la, não é "de paixão"? Será porque a desculpabilização implícita, a "naturalização" e "contextualização" que induz, não é aceitável na morte de crianças? Porque nada pode justificar que se mate uma criança enquanto uma mulher, tantas mulheres, é outra coisa?

É para contextualizar? Contextualizemos. Até 1975, o Código Penal português incluía aquilo que nos países muçulmanos o Ocidente reputa de bárbaro: crimes de honra. Permitia-se ao marido enganado matar a mulher e o respetivo amante sem mais castigo que uns meses fora da comarca; o mesmo para o pai que matasse as filhas "desonradas" se menores de 21 e a viver "sob o pátrio poder". O Código Civil autorizava repudiar a mulher que fosse não virgem para o casamento, no qual estava submetida ao "chefe de família", que podia abrir-lhe a correspondência, dar--lhe ou não autorização para ter emprego e decidia tudo sobre os filhos (a mãe tinha "o direito de ser ouvida"). A mulher era ainda obrigada a viver com o marido, que podia exigir à polícia a sua devolução caso fugisse. Isto tudo era lei, há 40 anos. Era lei a submissão da mulher, era legal este desprezo que a tratava como menos que pessoa inteira, a nomeava e manietava como propriedade masculina.

A lei mudou mas o sentimento que esta consagrava e propagava não se vai tão rápido. A desculpabilização "passional" substituiu a da "honra"; subsiste a ideia de que "elas dão motivos" - como diziam os que à porta do tribunal aplaudiam Palito, o homem que há exatamente um ano, a 17 de abril de 2014, matou a ex-sogra e a irmã desta e feriu a ex-mulher e a própria filha: "Lá teve as suas razões." A própria justiça o admite, em acórdãos vergonhosos nos quais nunca se invoca isso que o Brasil no mês passado tipificou no Código Penal como feminicídio - o ódio às mulheres que mata. Cá não, é por amor. Em 15 semanas de 2015, já foram, de tão amadas, mortas onze. Somos assim românticos.

IN "DIÁRIO DE  NOTÍCIAS"
17/04/15

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487.UNIÃO


EUROPEIA




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2-TURCO
 


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APRENDER COM ELES



É fantástico isto que o Hospital Mount Sinai conseguiu. Eles levam sete anos a treinar os macaquinhos que depois ajudam de todas as maneiras pessoas incapacitadas. 
Realmente isto é do MELHOR, mau grado o comportamento xenófobo do governo israelita face aos seus vizinhos.

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1-HISTÓRIA
ESSENCIAL
DE PORTUGAL
VOLUME VI


O professor José Hermano Saraiva, foi toda a vida uma personalidade polémica. Ministro de Salazar, hostilizado a seguir ao 25 de Abril, viu as portas da televisão pública abrirem-se para "contar" à sua maneira a "HISTÓRIA DE PORTUGAL", a 3ª República acolhia o filho pródigo. Os críticos censuraram-no por falta de rigor, o povo, que maioritariamente não percebia patavina da história do seu país, encantou-se na sua narrativa, um sucesso. Recuperamos uma excelente produção da RTP.
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FONTE: SÉRGIO MOTA   
 

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 


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1-TURCO
 



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Tchaikovsky

Violin Concerto in D major op.35



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ESTA SEMANA NO
"SOL"

24 menores mortos em 4 anos

As crianças “não se calavam”, eram muito “traquinas” e era preciso pô-las “na linha”. Herlander Félix Bexiga disse aos inspectores da Polícia Judiciária (PJ) que nunca quis fazer mal aos enteados, mas admitiu que lhes dava umas “palmadas de correcção”. Na última sexta-feira, a violência atingiu o extremo: Maria Isabel, a mais nova dos dois irmãos, foi espancada na banheira. Sofreu um traumatismo craniano e morreu no dia seguinte. Tinha dois anos. O irmão, de quatro, permanece internado a recuperar das lesões infligidas pelo padrasto. Dois dias antes, Henrique, de apenas cinco meses, tinha sido esfaqueado pelo pai - num acto de retaliação contra a mulher.
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Maria Isabel e Henrique vão engrossar uma estatística preocupante. Entre 2011 e Março deste ano, a PJ investigou 24 homicídios de menores de 12 anos, sendo que metade tinham menos de três anos. Metade das vítimas morreram às mãos dos próprios pais (o pai protagonizou sete casos e a mãe cinco); os restantes 12 crimes foram cometidos por outros familiares, como avós, tios ou padrastos.
Há um padrão marcante na grande maioria dessas situações: após matarem os filhos, muitos progenitores suicidaram-se - algo comum sobretudo entre as mães, que agem para chamar a atenção ou por 'piedade', arrastando consigo os filhos por entenderem que ficariam pior sem elas.

Maus-tratos dão em média duas perícias por semana 
Em 2012, em Castro Marim, uma mulher regou com gasolina o quarto onde estava com os dois filhos, de 11 e 13 anos, ateando-lhe fogo com um isqueiro. A mulher tinha distúrbios psiquiátricos e já ameaçara matar-se, garantindo porém que os filhos ficariam bem. No mesmo ano, em Alenquer, outra mulher incendiou a casa e fechou no quarto os dois filhos, de 11 meses e dois anos, para se vingar do companheiro. “Desgraçaste a minha vida, agora vou desgraçar a tua”, escreveu-lhe num bilhete.

Já os pais são movidos por um instinto egoísta e ciúme - porque a mulher partilha os afectos com os filhos -, ou por raiva - querem atingir a mãe e as crianças são um instrumento fácil. Isso mesmo aconteceu na semana passada, em Linda-a-Velha (Oeiras), quando João Barata esfaqueou o filho de cinco meses depois de a mulher ter ameaçado separar-se. O facto de estar desempregado e de ser sustentado pela companheira também terá agravado o seu ressentimento.

Há casos, contudo, em que no seio das famílias existe já um lastro de violência e de maus-tratos continuados, que acabam por se revelar fatais para as crianças. Em média, por semana, entre 2011 e 2013, os peritos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses examinaram dois menores de seis anos de idade com sinais de maus-tratos. Nesse período, foram feitas 279 perícias, tendo-se registado um aumento bastante significativo: de 59 casos em 2011 para 137 em 2013.

João Pinheiro, vice-presidente do Instituto, diz ao SOL que este aumento pode ser explicado pela maior sensibilização da sociedade, que denuncia mais.
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Mas alerta que pode haver mortes que passam despercebidas: “O síndrome de morte súbita lactente (nos bebés até um ano) deixa certamente escapar mortes violentas perpetradas pelas mães”. No estudo feito pela Medicina Legal, o pai e a mãe foram os agressores em 45% das situações (30% a mãe e 15% o pai) e os padrastos em 4%. Tios, avós e primos são responsáveis por 20% das restantes agressões.
 
Comissão recebeu queixas mas não actuou a tempo
Maria Isabel foi espancada pela última vez na sexta-feira, na casa onde vivia com a mãe, o irmão e o padrasto, em São Julião do Tojal (Loures). Tudo terá acontecido por causa de uma birra inocente. Nessa manhã, o padrasto quis dar-lhe banho, mas a menina resistiu. O cabo-verdiano, de 28 anos (referenciado pela Polícia por furtos e tráfico de droga), terá perdido a paciência e, mais uma vez, recorreu à violência. Tal como João Barata, está preso preventivamente.

'Bia', como era conhecida, e o irmão já se tinham queixado aos avós maternos. A situação era, de resto, bem conhecida das autoridades há pelo menos sete meses. Fonte da Junta de Freguesia de São Julião do Tojal garantiu ao SOL que, em Setembro, os técnicos da junta e do centro de saúde da zona alertaram a Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Loures. Ao que o SOL apurou, havia incumprimentos constantes por parte da mãe, Cátia Teixeira, de 26 anos, que não levava os filhos às consultas e negligenciava necessidades básicas.

A família vivia num quadro muito precário - a casa não reunia condições mínimas - e recebia apoio do Banco Alimentar: todas as semanas, Cátia ia levantar alimentos à associação do bairro. Ao contrário do companheiro, trabalhava. E terá sido dessa forma, tentando desresponsabilizar-se, que se 'justificou' perante a Polícia, após a morte da filha: como passava o dia fora, era Herlander quem ficava a tomar conta dos filhos. “Sabia o que se passava, as crianças já se tinham queixado várias vezes, só que desvalorizou sempre”, disse ao SOL fonte policial.

 Quando foi chamada pela Comissão, Cátia deu consentimento para os técnicos apurarem a situação, embora com grandes resistências e desvalorizando sempre os relatos dos filhos. Os técnicos também tentaram ouvir a ama que por vezes ficava com 'Bia', mas esta recusou fazer declarações. Como as duas crianças eram filhas de pais diferentes, e tal como a lei impõe, a comissão tentou também chegar à fala com os progenitores e, no caso de Carlos, tinha concluído recentemente que o pai era incógnito. A certa altura, a criança começou a faltar à escola - uma tentativa de o padrasto esconder as marcas das agressões, mas isso nunca terá sido reportado pela escola à CPCJ.
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Certo é que os técnicos não conseguiram actuar a tempo de salvar 'Bia' e o irmão Carlos. Porque parece haver falhas de várias partes, a Comissão Nacional de Protecção de Crianças e Jovens em Risco já instaurou um inquérito. Em última instância, os técnicos podem ser responsabilizados pelo que aconteceu. Fátima Duarte, que tem a cargo essa auditoria, recusa pronunciar-se para já, mas sublinha que, por lei, só é possível retirar crianças que estão em perigo de vida e os pais se opõem à intervenção: “Além de não haver técnicos formados para perceber o grau de perigo em que a criança se encontra, para depois agir em conformidade, há sempre uma imprevisibilidade grande nestas situações”.
 
Quando as mães fecham os olhos e são coniventes 
Perante este contexto, dificilmente Carlos regressará a casa. Apesar de a mãe visitar o filho no hospital, o Ministério Público não deverá permitir que a criança volte para o ambiente que a colocou em risco. Cátia foi ouvida, para já, como testemunha, mas o cenário pode mudar com o desenrolar da investigação.
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António Teixeira, ex-inspector da PJ que trabalhou vários anos na secção dos homicídios, lembra que a mãe dos menores pode ser responsabilizada: “Há que analisar o resultado da autópsia e perceber se as crianças tinham lesões consolidadas, infligidas ao longo do tempo. Se sim, ela deverá ser questionada sobre o que fez ou não para o evitar. Um homicídio admite vários graus de culpa e é possível ser-se responsabilizado também por omissão”.

Fátima Duarte, por seu lado, diz que os maus-tratos não estão a aumentar, mas “as situações são hoje mais complexas e extremas”. A jurista sublinha ainda que, “apesar de a Justiça actuar hoje com mais diligência, ainda responde muito mal a um fenómeno: quando estão tão envolvidas na relação conjugal, as mães são coniventes, fecham os olhos, não protegem.

Nos casos de abusos sexuais, até optam pelo agressor em detrimento do filho”. Fátima Duarte lamenta, assim, que o “foco ainda seja colocado em quem pratica o acto, quando o mau-trato resulta tanto da acção como da omissão”.

* Esta peça é bem reveladora da hipocrisia e propósito distorcido judaico/cristão de quem, na Assembleia da República, votou contra a co-adopção. 
- Os pais heterossexuais mataram nos últimos 4 anos uma criança a cada dois meses.
- Mais de 400 registos de maus tratos investigados pericialmente no mesmo período.

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O AMIGO DA FAMÍLIA


Pepper Hacker, desliga todos os telemóveis
 e Tvs à hora do jantar!

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ESTA SEMANA NO
"EXPRESSO"

Portugal é a sétima economia
 mais lenta do mundo 

O Expresso fez as contas a partir das novas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgadas esta semana em Washington. A economia portuguesa vai crescer 0,2% até 2020.

É um tema recorrente no debate político o facto de a economia portuguesa ter vivido uma década negra na viragem do milénio. Entre 2001 e 2010, Portugal cresceu apenas 0,8% ao ano e foi um dos países mais lentos do mundo neste período, que acabou por se traduzir num salto do desemprego de 4% para quase 11%. A década passada representou uma travagem brusca face ao crescimento médio de 3% conseguido nos anos 90 e contribuiu de forma decisiva para a fragilidade com que a economia enfrentou a crise financeira. 
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O pior é que a atual década, mais precisamente o período de 2011 a 2020, será ainda mais negra. O Expresso fez as contas a partir das novas previsões do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgadas esta semana em Washington, onde decorrem as reuniões de primavera da instituição e do Banco Mundial, e o ritmo de crescimento médio anual cai drasticamente para 0,2% ao ano. Portugal é a sétima economia mais lenta do planeta neste período, depois de ter estado igualmente na 'cauda do pelotão' na década anterior.

No balanço destes 20 anos, o PIB vai crescer, em média, apenas 0,5% ao ano. Estes números incluem, no entanto, quatro anos de recessão na economia nacional: em 2009, durante a Grande Recessão a nível mundial, e o período da troika entre 2011 e 2013. No primeiro caso, o PIB recuou quase 3%. Nos três anos de queda da intervenção externa, a queda acumulada atingiu mais de 7%. 
Pelo meio, houve um crescimento de 1,9% em 2010, que não chegou para recuperar o tombo inicial, e, em 2014, o PIB inverteu e cresceu 0,9%.

No final deste ano, assumindo um crescimento de 1,6% estimado pelo FMI para este ano, o PIB português estará ainda cerca de 6% abaixo do nível pré-crise financeira.

Portugueses ultrapassados

Além do desemprego, que irá continuar elevado durante anos - o FMI aponta para 10,8% em 2020 -, outra das consequências do fraco crescimento português é ver os portugueses a serem ultrapassados em termos de PIB per capita. Este ano, a julgar pelas estimativas do FMI, Portugal estará na 39ª posição a nível mundial, com um PIB por habitante de 19,3 mil dólares por ano (€18 mil), numa tabela liderada pelo Luxemburgo com 96,3 mil dólares (€89,7 mil). Dentro de cinco anos, os portugueses caíram para a 41ª posição com um valor de 23,2 mil dólares (€21,7 mil) e ultrapassados, entretanto, pela Grécia e Estónia.

Entre os países de crescimento medíocre nesta década, destacam-se vários da moeda única. A expressão "crescimento medíocre" usada por Christine Lagarde na semana passada, em relação à retoma em curso na economia global, assenta que nem uma luva à zona euro. No conjunto, os países do euro vão ter um crescimento médio anual de 1,1% entre 2011 e 2020 (depois de 1,2% na década anterior), que fica já bastante atrás dos EUA (médias de 1,7% e 2,4% nestas duas décadas) que têm, já de si, alguns problemas. E entre os países mais lentos do planeta estão vários da moeda única. 
Além de Portugal, nos dez piores, estão ainda Itália, Chipre e Grécia.
Pelo contrário, as 'lebres' do planeta nestes dez anos são o Turquemenistão, a Etiópia, a Mongólia e Moçambique.

* Parece que temos um governo de lesmas, célere só na falácia e na asneira, como poderíamos estar melhor?


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 O QUE NÓS


  "FESTEJAMOS"!!!




O primeiro número da ONDA POP explica quase tudo, os primórdios, os conceitos, a paginação e artigos publicados demonstram o trabalho destes rapazolas nos idos de 60.

Ontem saíu o nº27 da edição impressa, o primeiro destaque vai para SÉRGIO WONDER,um cantor já falecido e que marcou de alguma maneira a música portuguesa.
TOM JONES,um príncipe da música, uma vida recheada de sucessos e de qualidade. .


."MENINO PRODÍGIO" o último album do prodigioso JOSÉ CID, também desde o inicio,um grande cantor de intervenção, há quem não saiba, está nas lojas e merece ser comprado  e ouvido em sossego,pelo menos uma vez. Ele e PAULO CARVALHO, dois monumentos da música portuguesa,teriam direito ao Panteão Nacional se não estivessem proíbidos de morrer.

É mentira, PERCY SLEDGE não morreu, quando "um homem ama uma mulher" com aquela intensidade é  eterno.


Claro, não perca a  "ÉPOCA DE OURO DO ROCK" com a continuação da apresentação dos 100 melhores albuns iniciada  semanas atrás..


São inúmeros os assuntos que traz a página nº27, muito bons motivos para ir já direitinho à ONDA POP, que, na actualidade, é completamente elaborada pelo José Couto e João Pedro.
- Oh Duarte, oh Luís desengomem-se, colaborem nesta página que quanto a nós confirma o bom senso dos anos 60 e surpreendentemente o melhora.

Neste blogue, na coluna da direita tem um link directo.
ABJEIAÇOS

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ESTA SEMANA NO
"DINHEIRO VIVO"

Alentejo é pioneiro na criação de vacas
 de raça japonesa em Portugal

Os campos do Alentejo são "palco" habitual da criação extensiva de gado e agora, em estreia nacional, têm novos "habitantes", vacas da raça japonesa wagyu que dá a carne kobe, considerada a melhor e mais cara do mundo.

Numa herdade "vizinha" do Aeródromo Municipal de Évora, perto da cidade, cerca de 20 vacas wagyu, várias delas prenhas, adaptaram-se à região e vagueiam por um extenso campo cercado, com pasto e feno à disposição e separadas de outras raças bovinas.
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Os animais, sem receio de se aproximarem para "conhecer" os visitantes, pertencem aos agricultores Manuel Silveira e Nuno Rosado, os primeiros do país, e os únicos até agora, a criarem as wagyu.

Uma "aventura" em que embarcaram, contam à agência Lusa, porque queriam um negócio diferente e com melhores rentabilidades. A oportunidade surgiu com uma parceria com o grupo espanhol Altube Garmendia, que também cria a raça na zona de Burgos e comercializa a respetiva carne.

"Fizemos uma visita [à herdade do grupo espanhol] em outubro de 2013" e, no ano passado, "arriscámos e vieram 24 vacas para o início do negócio", assim como um touro, recorda Nuno Rosado.

Os primeiros bezerros wagyu "made in" Alentejo foram vendidos recentemente para Burgos e o negócio correu "muito bem", conta o agricultor, corroborado pelo sócio.

"Nós vendemos um animal um euro [por quilo] acima do melhor preço da bolsa espanhola de gado. Os nossos animais", no momento do desmame, "pesaram 215 quilos, ou seja, são 215 euros a mais do que um bezerro normal de muito boa qualidade", diz Manuel Silveira.

O acordo garante o escoamento dos vitelos nascidos na herdade de Évora, quando têm seis a oito meses, e os animais seguem para Burgos, onde vivem "até aos 36 meses", sendo então abatidos.
Nesse processo intensivo de engorda em Espanha, passados esses primeiros meses em liberdade no campo alentejano, os animais "gozam" de "luxos" que ajudam à qualidade da carne.

"Têm mordomias que qualquer animal numa engorda normal não tem", beneficiando de "muito mais espaço por cabeça, música clássica e massagens", realça Manuel Silveira.

Não se trata de "um capricho" dos produtores. São fatores que ajudam "a que o animal esteja mais calmo, não esteja tão stressado", o que "se reflete na qualidade da carne", afirma.

E desengane-se quem menosprezar estes animais ao vê-los no campo. É destas vacas pretas, de aspeto franzino e ossudo, mais semelhantes às vacas leiteiras do que às tradicionais raças criadas para carne, que vem a carne kobe, cuja fama é proporcional ao preço.

"Estamos a falar de uma carne que é conhecida como a melhor do mundo. Tem esse chavão e é verdade, porque é muito boa", atesta Nuno Rosado, enquanto o sócio Manuel explica que tal se deve "à quantidade de 'marmoreado' ou gordura intramuscular" que a raça produz "em condições ótimas de maneio", o que lhe confere "sabor e uma tenrura e macieza diferentes de toda a outra carne".

O preço é elevado porque, ao longo dos séculos, "esta vaca não foi trabalhada geneticamente para ser uma produtora de carne", pelo que não está "vocacionada para a quantidade", mas antes "para a qualidade", frisa.

Os criadores dizem que, em Portugal, esta carne oscila entre "os 60 e os 120 euros por quilo, o que não é para todos os bolsos". O certo é que a kobe está presente "nos melhores restaurantes do mundo" e, por exemplo em Lisboa, "não come um bife destes por menos de 60 ou 70 euros", afiança Manuel.

Satisfeitos com o novo negócio, os agricultores já estão a aumentar a manada e querem que outros criadores do Alentejo e do país se "aventurem" na criação das wagyu. No futuro, tencionam avançar com a constituição de uma associação nacional que represente esta raça japonesa.

* Vivam as vaquinhas.


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Strip Tease


STRAHLEMANN  & SOHNE - LE PLUS GRAND CABARET DU MONDE


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ESTE MÊS NA
"SEMANA INFORMÁTICA"

Cloud potencia a racionalização
 do investimento

A cloud pode dar resposta aos desafios actuais do mundo empresarial. Segundo a NOS, o modelo, flexível e escalável, permite racionalizar investimentos e contribuir para a mobilidade, a inovação e a internacionalização das empresas 
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As organizações podem encontrar no cloud computing a resposta aos desafios empresariais da actualidade. João Ricardo Moreira, administrador da NOS Comunicações, recorda que o mundo está cada vez mais veloz, os tempos de resposta estão mais curtos, o que contrasta com a maior necessidade de rigor na análise de retorno de investimentos e com a pressão para reduzir custos. 

Para fazer face a esta multiplicidade de desafios, as organizações necessitam adaptar os seus sistemas de informação. O abandono de um modelo rígido e a adopção de um modelo mais flexível, alinhado com uma utilização escalável e flexível é a solução e a «cloud é a realização desse modelo», assinala João Ricardo Moreira.

Quando os clientes analisam a opção cloud «procuram flexibilidade, escalabilidade e racionalização dos investimentos a realizar» e também «um interlocutor de confiança», explica o administrador da NOS Comunicações. O responsável destaca que aquelas características são fulcrais para fazer face aos «desafios da mobilidade [dos colaboradores] e da internacionalização», contribuindo ainda para incentivar as empresas «a apostar em inovação». João Ricardo Moreira recorda que actualmente, «testar um produto ou solução não exige um investimento significativo em TI, pelo que inovar e apostar em novas soluções usando a cloud é mais barato e efectivo».

Pública, privada ou híbrida?
A NOS acredita que o modelo ideal deve conjugar clouds públicas e privadas, com uma articulação adequada às especificidades de cada empresa. «As empresas irão viver em modelos híbridos, alguns transitórios, que incluem partes do TI tradicional interligados com modelos de clouds privadas e públicas», explica o responsável. Para estar alinhada com os requisitos e as necessidades dos clientes, a NOS posiciona-se com um mindset híbrido para poder ser uma mais-valia no acompanhamento deste caminho de transição».

Para o efeito, a oferta do operador para a cloud é composta por uma oferta de soluções adequada aos objectivos e às necessidades específicas dos negócios dos clientes.

Segundo as previsões da IDC para 2015, o mercado de cloud português deverá crescer perto de 30%, em relação a 2014, para 71,43 milhões de euros. A NOS também «acredita num forte crescimento do negócio cloud» e está a apostar na oferta empresarial, antecipando crescer «acima do mercado». João Ricardo Moreira deixa a porta entreaberta: num futuro próximo, a NOS terá «algumas novidades importantes».

* Digam "nuvem" estamos em Portugal

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1.ANATOMIAS























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ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

Macedo desconhece caso de mulheres
. obrigadas a provar amamentação

O ministro da Saúde Paulo Macedo assegurou hoje que desconhecia "a metodologia" dos hospitais no Porto que obrigaram duas funcionárias a provar que ainda amamentavam os seus filhos. As duas enfermeiras, cuja história foi revelada pelo jornal Público, recorreram à possibilidade de redução de duas horas no horário de trabalho e serviço por amamentarem. 
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Depois de os filhos terem cumprido um ano, tiveram de "espremer leite das mamas", segundo o jornal, perante os médicos de saúde ocupacional.

Segundo a lei, um ano decorrido do nascimento dos bebés, as mães devem entregar uma declaração de um médico assistente, indica a agência Lusa.

"Nós não demos quaisquer orientações nesse domínio e não tenho conhecimento de qual é a metodologia", afirmou o ministro da Saúde, quando questionado pelos jornalistas durante o 36º Congresso Português de Cardiologia.

As duas enfermeiras trabalham nos hospitais de Santo António e de São João, ambos no Porto. O PCP e o Bloco de Esquerda já afirmaram que vão pedir esclarecimentos ao Governo.

*  Sórdido é o método escolhido, as mães visadas têm médico assistente.

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Pataniscas de Bacalhau

com Arroz de Feijão


De: Saborintenso
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ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

Top 10 das coisas 
que não se devem partilhar 

1. Escova de dentes 
Parece um objeto demasiado pessoal para ser partilhado, mas acontece com alguma frequência, sobretudo entre casais. Contudo, convém relembrar que a boca é um terreno muito fértil para bactérias e a saliva é um veículo de transmissão de muitas infeções.

2. Escova de cabelo 
Tal como a escova de dentes, a escova de cabelo ou o pente são coisas que não se emprestam a ninguém. A caspa e outros problemas do couro cabeludo são razões mais do que suficientes para não o fazer. Evite também emprestar acessórios de cabelo tais como rolos, ganchos, elásticos. A placa alisadora, pelo tipo de contacto intensivo que tem com as fibras capilares, também deve ser de uso exclusivo.

3. Cosméticos 
 Para além de serem muito manuseados (e logo, transmissores por excelência dos germes e micróbios das mãos), estão também em contacto constante com as mucosas. Devemos evitar partilhar, em especial, os produtos para os olhos, tais como rímel, lápis ou sombras.

4. Pincéis de maquilhagem 
Estes acessórios devem ser limpos regularmente para evitar a acumulação de resíduos e evitar a contaminação cruzada entre cosméticos. Por esta razão e também para evitar a transmissão de problemas de pele, deve evitar emprestá-los.

5. Limas 
  Limas e outros instrumentos para cuidar das unhas devem também ser objetos de uso exclusivamente pessoal. Os fungos das unhas são muito comuns e facilmente transmissíveis. E se tem por hábito ir à manicura certifique-se de que os instrumentos foram desinfetados antes da utilização.

6.Chapéus 
É difícil encontrar um chapéu ou gorro que nos favoreça e a tendência é experimentar muitos, até encontrar o ideal. Mas nunca sabemos se quem experimentou esse acessório antes de nós esteve em contato com crianças ou animais, dois dos principais focos de transmissão dos indesejáveis piolhos.

7. Roupa interior 
Pela mesma razão que as lojas não aceitam trocas de roupa interior, também não devemos partilhar este tipo de vestuário com ninguém. E toda a lingerie recém-adquirida deve ser lavada antes da primeira utilização.

8. Sapatos 
Independentemente da qualidade, todos os sapatos sofrem "deformações" consoante o tipo de passada e pé dos proprietários, tornando-os desconfortáveis para terceiros. E para além disso, os sapatos são também um foco de fungos, bactérias e suor.

9. Mala 
É nela que transportamos tudo e mais alguma coisa. Inclusive coisas menos higiénicas, tais como o creme das mãos mal fechado (e provavelmente cheio de bactérias), as moedas espalhadas ou até os lenços usados. E é por isso mesmo que devemos evitar emprestá-la.

10. Outros "gadgets"
Não falamos de telemóveis nem tablets, mas sim da depiladora eléctrica, a pinça ou o enrolador de pestanas.

* É melhor prestar atenção a esta lista.


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KAMA SUTRA

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ASSIM É DIFÍCIL



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 ENTREVISTAS AQUI, NÃO!


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497.
Senso d'hoje

  MARIANA MAZZUCATO
 ECONOMISTA, DEFENSORA
 DO INVESTIMENTO PÚBLICO  
SOBRE O LIVRO
"O ESTADO EMPREENDEDOR"

 Na verdade o meu livro fala sobre um "problema discursivo" que temos quando falamos do setor público. Até a esquerda romantiza, por exemplo, as parcerias público-privadas, sem qualquer debate direto real sobre o que significa a parte "pública". Terá apenas a ver com reduzir os riscos, facilitar, regular e administrar? Ou implica também ter uma verdadeira visão do valor público e social (não apenas a noção limitada usada pelos economistas de "bem público") - e de como uma tal visão deve conduzir também essas parcerias, ou seja, dirigi-las em vez de apenas as servir.

É evidente que tanto em Itália como em Portugal, a produtividade não tem estado a aumentar e, consequentemente o PIB também não, porque não investimos em nenhuma das áreas que o fazem crescer: a formação do capital humano (para lá da simples educação), investigação e desenvolvimento e nas instituições fundamentais que permitem as ligações entre a ciência e a indústria (como os centros Fraunhofer alemães, por exemplo). Isso é, claramente, o que faz a diferença na competitividade entre os países do sul (os difamantes PIGS) e a Alemanha, não é a história que costumamos ouvir de que de alguma maneira a Alemanha apertou o cinto enquanto os PIGS perdulários gastaram demasiado. 

Sem dúvida, a razão para empresas alemãs como a Siemens ganharem contratos por toda a Europa é precisamente porque fazem parte de um ecossistema de inovação muito bem aprovisionado, onde o lado público investiu diretamente em todas as espécies de áreas que aumentam não só a produtividade, mas também a inovação. Isto inclui, por exemplo, ter um banco público, o KfW que continua a ser um dos maiores investidores mundiais nas áreas inovadoras, como a tecnologia verde.

"O diagnóstico errado do problema na Europa está a trazer-nos o remédio errado" 


 * Excertos de entrevista ao "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

** É nossa intenção, quando editamos pequenos excertos de entrevistas, suscitar a curiosidade de quem os leu de modo a procurar o site do orgão de comunicação social, onde poderá ler ou ver a entrevista por inteiro.  
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