domingo, 5 de abril de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

.




.
.



"O QUE NÓS LHE

SUGERIMOS"!


Maior exposição do movimento Zero em Berlim até 8 de junho



* Uma produção "EURONEWS"

.




6-NYLON
 



.
.
A VOZ DO DONO



.

MARCELINHO LENDO CONTOS ERÓTICOS

.

 Aviso aos Srs. Visitadores

Esta inserção tem linguagem imprópria  para ouvidos sensíveis ou "pudorentos". Mas como neste blogue quase todas as formas de expressão têm lugar, excluimos a calúnia e a grosseria, decidimos editar esta forma radical de contar estórias.
 .
Oxalá a vossa curiosidade
seja mais forte que o pudor
 


 MARCELINHO LENDO
 CONTOS ERÓTICOS

4- A MINHA SOGRA DÁ-ME TESÃO




.




5-NYLON
 




.
.


 FEMININO E MASCULINO

UM FILME DE
BRUNO BOZZETTO



.





4-NYLON
 




.
.


Alison Killing


Há uma maneira melhor de morrer,


e a arquitetura pode ajudar



Nesta curta e provocativa palestra, a arquiteta Alison Killing analisa construções onde a morte e a sua chegada acontecem: cemitérios, hospitais, nosso próprio lar. O modo como morremos está mudando, e os lugares construídos para a morte... bem, talvez devessem mudar também. É um olhar surpreendentemente fascinante quanto aos aspectos escondidos de nossas cidade e nossas vidas.

.





3-NYLON
 




.

EVANTHIA BALLA

.


A lista de Tsipras

No passado dia 23 de março, Alexis Tsipras realizou a sua primeira viagem a Alemanha como primeiro-ministro. A lista de assuntos a tratar era curta mas tortuosa: o programa de resgate grego e a exigência de Tsipras para que a Alemanha pague as indemnizações reclamadas pela Grécia para reparação do sofrimento do povo grego durante os anos dramáticos da ocupação alemã durante a Segunda Guerra Mundial.
A Grécia calcula que o valor das indemnizações reclamadas à Alemanha a preços atuais poderá oscilar entre 162 mil milhões de euros e 274 mil milhões de euros, dependendo do cálculo dos juros, enquanto o programa de resgate atual ascende a 240 mil milhões de euros.

O objetivo moral das reclamações gregas é de fazer justiça ao terrível sofrimento do povo grego durante a Segunda Guerra Mundial. Porém, existem outros objetivos de natureza mais pragmática, e de caráter político-financeiro, atrás das exigências gregas. A Grécia pretende aliviar o peso do seu atual endividamento, ou pelo menos ver concedidos no imediato os fundos de emergência que vem reclamando ao Eurogrupo. Por outro lado, a Grécia quer enviar uma clara mensagem aos dirigentes europeus de que a política imposta à Grécia pelas instituições europeias, e nomeadamente pelo seu Estado-Membro mais forte, a Alemanha, é insustentável. A renegociação da dívida grega e as medidas de austeridade impostas no país deixou claras dúvidas sobre a sua viabilidade, dado o contínuo agravamento da situação económica, e das condições de vida do povo grego.

Contudo, Tsipras não tem conseguido comunicar a sua mensagem e apelo para um entendimento construtivo e solidariedade entre parceiros, e certamente não o conseguirá se insistir em despertar traumas antigos e velhas exigências pelos crimes que o regime nazi cometeu há mais de 70 anos. De facto, esta iniciativa de Tsipras evidencia falta de inteligência política, pois mais parece uma reação emocional e vingativa do David (Grécia) contra o Golias (Alemanha) do que uma diligência realizada com a requerida elevação político-diplomática. Ninguém na Europa acreditou nas intenções de “reparação moral” evocadas pelo governo grego, pelo que na prática o mensageiro falhou dramaticamente na sua missão, promovendo uma maior clivagem de posições com os seus parceiros.

Não podemos esquecer que o projeto europeu nasceu com o principal objetivo de garantir a paz e segurança no continente europeu, superando o passado sangrento e devastador da II Guerra Mundial, e assegurando a dignidade, e prosperidade económica e social para todos os europeus. E, não há dúvida que a Europa conseguiu atingir estes desígnios. Em menos de sessenta anos, a construção europeia permitiu superar ódios indizíveis e promover a manutenção de paz e segurança no continente europeu, e um nível de prosperidade socioeconómico impensável num espaço marcado por fortes identidades nacionais e grande fragmentação do mercado. A UE é um projeto criado nos antípodas do nacionalismo, e da desconfiança. Um facto adquirido que os líderes alemães e gregos parecem por vezes esquecer.

A União deve continuar a promover a sua coesão económica, social e territorial, e a solidariedade entre os Estados-Membros. Para o bem de todos nós, os povos da Europa.
Ai está a mensagem que tanto os dirigentes gregos, a começar por Tsipras, como os dirigentes alemães deveriam propagar, a nível europeu, mas acima de tudo, nos seus próprios países!

Professora universitária

IN "OJE"
02/04/15

.



473.UNIÃO


EUROPEIA





.





2-NYLON
 


.
.
 CAIS DO VALONGO
 PONTO DE PARTIDA PARA O CIRCUITO
DA HERANÇA AFRICANA NO RIO DE JANEIRO



.
.
.
5-HISTÓRIA
ESSENCIAL
DE PORTUGAL
VOLUME V



O professor José Hermano Saraiva, foi toda a vida uma personalidade polémica. Ministro de Salazar, hostilizado a seguir ao 25 de Abril, viu as portas da televisão pública abrirem-se para "contar" à sua maneira a "HISTÓRIA DE PORTUGAL", a 3ª República acolhia o filho pródigo. Os críticos censuraram-no por falta de rigor, o povo, que maioritariamente não percebia patavina da história do seu país, encantou-se na sua narrativa, um sucesso. Recuperamos uma excelente produção da RTP.


  FONTE: SÉRGIO MOTA     




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 


.





1-NYLON
 




.
.
 
10 000 Cantando Beethoven

Ode à Alegria



.
.

ESTA SEMANA NO
"DINHEIRO VIVO"

Portugal tem mais 200 mil pessoas
 em risco de pobreza desde 2010

Quatro anos depois do início do resgate financeiro, a economia portuguesa voltou a crescer, mas há mais 210 mil pessoas em risco de pobreza e exclusão social do que em 2010, sendo esta uma das críticas da 'troika' ao Governo.
.
No ano passado, uma em cada quatro pessoas residentes em Portugal vivia em risco de pobreza ou exclusão social, segundo números ainda preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), que revelam uma deterioração das condições de vida desde 2011.

Entre 2010 e 2014, ficaram em risco de pobreza ou exclusão social mais de 200 mil pessoas, uma vez que este indicador passou dos 24,4% da população residente em 2011 para 27,5% em 2013, estimando o INE que esta proporção se tenha mantido no ano passado.

Na próxima segunda-feira faz quatro anos desde que a 06 de abril de 2011, o então ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, reconheceu ao Jornal de Negócios que Portugal precisava de ajuda externa. Horas mais tarde, foi o então primeiro-ministro, José Sócrates, que falava ao país para confirmar o que já se esperava: "O Governo decidiu hoje mesmo dirigir à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira por forma a garantir as condições de financiamento do nosso país, ao nosso sistema financeiro e à nossa economia".
 .
O Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) viria a ser assinado em maio de 2011 e concluído em junho de 2014, tendo o Governo dispensado a última 'tranche' do empréstimo, o que quer dizer que não chegou a haver uma conclusão formal da última avaliação.

Ainda assim, o programa foi concluído, embora o fim do resgate não tenha afastado os credores internacionais, que vão continuar a realizar visitas regulares a Portugal até que o Estado devolva a maioria dos empréstimos recebidos.

Tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) como a Comissão Europeia continuam a produzir relatórios sobre a economia portuguesa e ambas as instituições insistem que há muito por fazer, não só no combate à pobreza, mas também na reforma do Estado e na educação e formação profissional.
 .

Concluído o programa, Bruxelas criticou precisamente a forma como Portugal lidou com a pobreza nas recomendações específicas a Portugal, conhecidas em fevereiro, referindo que o Governo "não foi capaz de lidar" com o aumento da pobreza nos últimos anos, sublinhando que medidas como o corte nos apoios sociais "tiveram um impacto negativo no rendimento disponível" afetando "desproporcionalmente os mais pobres" e "as crianças com menos de 10 anos".
 .
Outra crítica que os credores internacionais têm feito prende-se com a reforma do Estado: o FMI escreveu, num relatório divulgado em março, que é preciso "rever as reformas" que não tiveram os resultados esperados e que pode ser preciso "reexaminar algumas reformas do setor público".
Em março, o FMI pediu mesmo "maior rigor" aos decisores políticos para combater as restrições à competitividade e ao investimento, destacando que "o desafio para os decisores políticos é consolidar" as reformas já realizadas.

Também Bruxelas exigiu mais reformas estruturais para melhorar a competitividade da economia, nomeadamente nos setores da habitação e dos transportes, bem como no combate à corrupção.
Na saúde, dados do Governo indicam que das 45 medidas previstas no memorando de entendimento, foram adotadas 31, estando 12 em curso e duas por aplicar: o valor a atingir com taxas moderadoras (que ficou aquém do esperado) e a não acumulação de dívidas vencidas (que também não se cumpriu).

Quanto ao mercado de trabalho, a Comissão refere que há um risco de a taxa de desemprego estabilizar em níveis muito elevados, tendo em conta o baixo crescimento económico e o aumento da discrepância entre as competências dos trabalhadores e as procuradas pelas empresas.

Bruxelas diz mesmo que a correspondência entre a oferta e a procura de trabalho se tornou "menos eficiente durante a crise", uma vez que tanto o desemprego como as vagas de trabalho aumentaram.
Em 2014, a economia voltou a crescer (0,9%) e o défice caiu (para os 4,5%), mas o desemprego continua acima do nível em que estava antes da crise (13,9% no final do ano passado) e a dívida continua a subir (ultrapassou os 130% do PIB em 2014).

Para 2015, o Governo prevê que esta trajetória de melhoria do desempenho da economia se acentue: o PIB deverá 1,5%, o défice deverá cair para os 2,7%, o desemprego para os 13,4% e a dívida pública para os 125,4%, estimativas que estão próximas das dos credores internacionais à exceção da previsão para o défice, uma vez que tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) como a Comissão Europeia esperam que seja de 3,2% este ano.

No ano passado, uma em cada quatro pessoas residentes em Portugal vivia em risco de pobreza ou exclusão social, segundo números ainda preliminares do Instituto Nacional de Estatística (INE), que revelam uma deterioração das condições de vida desde 2011.

Entre 2010 e 2014, ficaram em risco de pobreza ou exclusão social mais de 200 mil pessoas, uma vez que este indicador passou dos 24,4% da população residente em 2011 para 27,5% em 2013, estimando o INE que esta proporção se tenha mantido no ano passado.
.
Na próxima segunda-feira faz quatro anos desde que a 06 de abril de 2011, o então ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, reconheceu ao Jornal de Negócios que Portugal precisava de ajuda externa. Horas mais tarde, foi o então primeiro-ministro, José Sócrates, que falava ao país para confirmar o que já se esperava: "O Governo decidiu hoje mesmo dirigir à Comissão Europeia um pedido de assistência financeira por forma a garantir as condições de financiamento do nosso país, ao nosso sistema financeiro e à nossa economia".

O Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF) viria a ser assinado em maio de 2011 e concluído em junho de 2014, tendo o Governo dispensado a última 'tranche' do empréstimo, o que quer dizer que não chegou a haver uma conclusão formal da última avaliação.

Ainda assim, o programa foi concluído, embora o fim do resgate não tenha afastado os credores internacionais, que vão continuar a realizar visitas regulares a Portugal até que o Estado devolva a maioria dos empréstimos recebidos.

Tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) como a Comissão Europeia continuam a produzir relatórios sobre a economia portuguesa e ambas as instituições insistem que há muito por fazer, não só no combate à pobreza, mas também na reforma do Estado e na educação e formação profissional.

Concluído o programa, Bruxelas criticou precisamente a forma como Portugal lidou com a pobreza nas recomendações específicas a Portugal, conhecidas em fevereiro, referindo que o Governo "não foi capaz de lidar" com o aumento da pobreza nos últimos anos, sublinhando que medidas como o corte nos apoios sociais "tiveram um impacto negativo no rendimento disponível" afetando "desproporcionalmente os mais pobres" e "as crianças com menos de 10 anos".

Outra crítica que os credores internacionais têm feito prende-se com a reforma do Estado: o FMI escreveu, num relatório divulgado em março, que é preciso "rever as reformas" que não tiveram os resultados esperados e que pode ser preciso "reexaminar algumas reformas do setor público".
Em março, o FMI pediu mesmo "maior rigor" aos decisores políticos para combater as restrições à competitividade e ao investimento, destacando que "o desafio para os decisores políticos é consolidar" as reformas já realizadas.
.
Também Bruxelas exigiu mais reformas estruturais para melhorar a competitividade da economia, nomeadamente nos setores da habitação e dos transportes, bem como no combate à corrupção.
Na saúde, dados do Governo indicam que das 45 medidas previstas no memorando de entendimento, foram adotadas 31, estando 12 em curso e duas por aplicar: o valor a atingir com taxas moderadoras (que ficou aquém do esperado) e a não acumulação de dívidas vencidas (que também não se cumpriu).

Quanto ao mercado de trabalho, a Comissão refere que há um risco de a taxa de desemprego estabilizar em níveis muito elevados, tendo em conta o baixo crescimento económico e o aumento da discrepância entre as competências dos trabalhadores e as procuradas pelas empresas.

Bruxelas diz mesmo que a correspondência entre a oferta e a procura de trabalho se tornou "menos eficiente durante a crise", uma vez que tanto o desemprego como as vagas de trabalho aumentaram.
.
 Em 2014, a economia voltou a crescer (0,9%) e o défice caiu (para os 4,5%), mas o desemprego continua acima do nível em que estava antes da crise (13,9% no final do ano passado) e a dívida continua a subir (ultrapassou os 130% do PIB em 2014).

Para 2015, o Governo prevê que esta trajetória de melhoria do desempenho da economia se acentue: o PIB deverá 1,5%, o défice deverá cair para os 2,7%, o desemprego para os 13,4% e a dívida pública para os 125,4%, estimativas que estão próximas das dos credores internacionais à exceção da previsão para o défice, uma vez que tanto o Fundo Monetário Internacional (FMI) como a Comissão Europeia esperam que seja de 3,2% este ano.

* Exclusão social, aquilo que os governos de Socrates e Coelho/Portas produziram em abundância.


.
.
ATÉ QUE ENFIM!


.
.
ESTA SEMANA NA
"EXAME INFORMÁTICA"

Mercado de impressoras 3D 
já vale 3 mil milhões de euros

Preços mais baixos e melhores desempenhos fizeram com que o mercado global de impressoras 3D gerasse receitas de cerca de 3 mil milhões de euros no ano passado, fruto da venda de quase 133 mil unidades. 
 .
Os dados da Canalys mostram que o mercado de impressoras 3D cresceu 34% no ano passado, quando comparado com 2013, atingindo os 3 mil milhões de euros (valor que inclui não só as impressoras como os materiais e serviços associados). Refira-se que as remessas destes equipamentos aumentaram 68%, atingindo-se a marca de 133 mil unidades, adianta a ZDNet.

Joe Kempton, analista da Canalys, refere que a época natalícia teve um impacto especialmente significativo nos números alcançados no segmento de consumo, já que muitos utilizadores aproveitaram para comprar a sua primeira impressora 3D, sendo que tal deveu-se à combinação de preços mais baixos com melhores tecnologias e velocidades de impressão mais rápidas.

Para se ter noção da importância que teve o último trimestre, há que referir que só nesses meses foram obtidas receitas superiores a mil milhões de euros, provenientes da venda de 41 mil impressoras 3D a nível mundial.

Por regiões geográficas, a EMEA foi responsável por 31% das vendas no ano passado, o continente americano por 42% e a Ásia e Pacífico por 27%.

A nível de fabricantes, a MakerBot e a Ultimaker registaram um crescimento significativo, sendo que marcas chinesas como a XYZPrinting também aumentaram consideravelmente as vendas. A Canalys destaca que parte do segredo do sucesso destas marcas foi o facto de produzirem impressoras 3D fáceis de usar a preços reduzidos.

* A tecnologia informática a produzir dinheiro.

.
.


 O QUE NÓS


  "FESTEJAMOS"!!!




O primeiro número da ONDA POP explica quase tudo, os primórdios, os conceitos, a paginação e artigos publicados demonstram o trabalho destes rapazolas nos idos de 60.

Ontem saíu o nº25 da edição impressa. "QUE SE PASSA COM A MÚSICA POP" surge como editorial termina com duas bonitas canções do "Duo Ouro Negro" Milo e Raúl, dois excepcionais intérpretes, temos saudades deles.

Joan Baez,uma diva,surge com destque.Para quem viveu em Moçambique ou passou por lá e ainda tem saudades pode lembrar-se nesta "onda" da boa música que lá se fazia,o artigo é grande como grande é a informação que regista. O pivot é Carlos Alberto, um fenómeno de longevidade musical.

Alceu Valença, conhecêmo-lo em Olinda,um grande fenómeno de popularidade nordestina surge com duas canções. 
O grande Stevie Wonder é notícia e pode recordá-lo em três interpretações.


Claro, não perca a  "ÉPOCA DE OURO DO ROCK" com a continuação da apresentação dos 100 melhores albuns iniciada a passada semana.


Muitos mais assuntos traz a página nº25, muito bons motivos para ir já direitinho à ONDA POP, que, na actualidade, é completamente elaborada pelo José Couto e João Pedro. 
Duarte Nuno e Luís Filipe continuam a assobiar para o lado enquanto dão a volta ao bilhar grande. Reeditar a também vossa "ONDA POP" é tarefa dura, a grande qualidade que patenteia merecia mais a vossa atenção.

Neste blogue, na coluna da direita tem um link directo.
ABJEIAÇOS

.
.

ESTA SEMANA NA
"SÁBADO"

Emigrantes ilegais quase 
se afogam em chocolate

Um antigo refugiado sírio em França revelou que a sua tentativa número 18 para conseguir entrar ilegalmente em Inglaterra, foi dentro de um camião-cisterna cheio de chocolate. O homem abandonou a Síria sem dinheiro e estava no porto de Calais há dois meses a fazer biscates, para conseguir pagar o plano.
 .
O homem 25 anos foi levado por um traficante para o parque de estacionamento da cidade portuária de Calais durante a noite. Lá, dezenas de camiões iniciam a sua viagem todos os dias para a cidade britânica de Folkestone através do túnel do Canal da Mancha.

As 25 pessoas foram divididas em grupos, no qual a do homem era constituído por 5 sírios e dois egípcios.

Segundo o angariador, os camiões que transportam líquidos não passam por uma máquina de raio-X logo esse é o método escolhido para transportar clandestinamente imigrantes. Enquanto o condutor do camião cisterna estava a dormir, os homens entraram para a o tanque sem saber o que continha. Assim que abriram a escotilha, o cheiro a chocolate tornou óbvio o que esperava os sete homens.

Ao entrarem no tanque, constataram que o espesso líquido era aquecido, o que podia ser bom devido às baixas temperaturas nocturnas, mas ao fim de 15 minutos o calor tornou-se desconfortável, segundo disse o homem à BBC.

Durante duas horas esperaram que o condutor arrancasse para a estação ferroviária e, depois de passar pela segurança, os homens sairiam da cisterna do camião.

O homem de 1.85 metros era o mais alto do grupo e mesmo assim não conseguia tocar no fundo da cisterna. Durante as duas horas seguraram-se no corrimão da escotilha para não se afogarem e precisavam de mexer constantemente as pernas para que o chocolate não se solidificasse nelas.

A situação tornou-se mais peganhenta quando os homens quiseram sair do camião. Era óbvio que todos precisavam de ajuda para sair, uma vez que estavam bezuntados e escorregadios com o chocolate. Sem ninguém para o empurrar, o último homem teve que deixar os sapatos para trás, na piscina de chocolate, para conseguir sair da cisterna.

Cobertos de chocolate, os homens regressaram para o acampamento deixando pegadas no chão e lambendo o chocolate que tinham na pele.

A história tem final feliz, com o homem a entrar no Reino Unido e obter asilo. Actualmente trabalha num restaurante de comida árabe em Sheffield.

* Um incindente doce numa vida amarga.

.
.
Tristes Figuras


.
.
ESTA SEMANA NA
"VISÃO"

30 coisas que o iPhone faz
 (e que provavelmente não sabia)

Tem um iPhone mas raramente recorre a outras funções que não as básicas? Então esta lista é para si

Quer tenha comprado o iPhone há muito ou pouco tempo, talvez (já) não consiga viver sem ele.  E apesar de o usar todo o dia e todos os dias,  o mais provável é que nunca se tenha dedicado a ler as instruções do mesmo. Veja as 30 coisas que o  iPhone (também) faz e que a maioria desconhece.

1. Se o botão on/off encravou ou deixou de funcionar simplesmente, vá a Definições > Geral > Acessibilidade e ligue o "Assistive Touch" . Aparecerá um ícone no ecrã que com todas as funções do botão físico. 


Mas mesmo que não tenha ativado esta possibilidade antes de o botão avariar (porque pode não ser agradável ter o ícone ali sempre "pendurado") e agora dê por si com o telefone desligado e sem botão para o ligar, nada está perdido: basta ligar o telemóvel à corrente, que ele liga-se automaticamente. Depois, é só seguir os passos já descritos.

2. Uma das queixas recorrentes dos proprietários de um iPhone é a curta durabilidade da bateria. Se o colocar em "Modo de voo" (não permite receber nem fazer chamadas, claro) poupa bateria e também carrega mais rapidamente.

3. Ainda em relação à bateria: pode carregar o seu smartphone ainda mais rápido se também possuir um iPad. Basta que para isso use o carregador do iPad, que é de 12W e, vez do original do iPhone de apenas de 5W.

4. O desempenho global do iPhone melhora se o "limpar" regularmente. Tente sempre ter 2Gb livres na memória do seu iPhone. Menos que isso e o telemóvel ficará mais lento.

5. Deslize o ecrã para a esquerda na aplicação bússola e use o iPhone como um nível. Acabaram-se as prateleiras tortas...

6. Tentou, mas desistiu de recorrer ao Siri, o assistente pessoal do iPhone? Se calhar está na hora de tentar de novo. O Siri também pode aprender (e melhorar o desempenho). Se tiver paciência pode ensiná-lo a pronunciar os nomes corretamente. Quando o Siri se enganar a pronunciar um nome, diga-lhe "That's not how you pronounce "nome do contacto". Se seguida dar-lhe-á várias alternativas para que escolha uma ou pedirá que lhe ensine a pronúncia correta.

7. Se tiver preferência de género para o Siri, vá a Definições > Geral > Siri, e deslize para baixo até "Tipo de voz" e mude a voz de feminina para masculina.

8. É fã de aviões? O Siri pode dizer-lhe se estão a passar aviões por cima de si (e quantos). Basta perguntar "planes overhead" e surgirá no ecrã uma tabela que mostra os aviões que estão a passar por cima da sua localização nesse momento.

9.  O Siri também pode ler-lhe os seus e-mails e mensagens em alta voz. Esta habilidade pode ser muito útil enquanto conduz, por exemplo. Basta perguntar  "read my latest e-mail" ou perguntar se recebeu alguma mensagem de uma pessoa específica, e se recebeu, pedir para a ler.

10. Pode tirar fotografias carregando nos botões de volume do iPhone. Basta ter a aplicação da câmara aberta.

11. Deixe pressionado o botão para tirar fotografias e conseguirá tirar fotografias consecutivas em modo rápido.

12. Talvez nunca tenha reparado, mas o iPhone pode dizer-lhe exatamente a que horas enviou ou recebeu uma mensagem. Basta ter a conversação aberta e deslizar o dedo no ecrã para a esquerda, sobre a mensagem, para ver essa informação.

13. Para aceder ao "Caps Lock" no teclado virtual basta carregar duas vezes na tecla Shift e ela transforma-se em Caps Lock. Isto permite que todo o texto seja escrito em maiúsculas, em vez de ter que ativar a escrita em maiúsculas letra a letra.

14. Pode responder a mensagens sem desbloquear o telefone. Basta "puxar" para baixo a notificação, deslizar para a esquerda sobre a mesma e surgirá a opção "Mensagem". Se tocar nessa opção pode responder imediatamente, sem precisar passar pelo ecrã de desbloqueio.

15. Da mesma forma, também pode responder a mensagens enquanto usa outra aplicação. "Puxe" para baixo a notificação de nova mensagem recebida e prima "Mensagem".

16. Para reencaminhar mensagens ou parte de mensagens recebidas para outros contactos basta tocar duas vezes no texto da mensagem, seleccionar a opção "Mais..." que aparece ao lado do texto. Toda a mensagem (ou apenas uma frase ou palavra específica) é copiada e colada numa nova mensagem que pode enviar logo de seguida para outro contacto.

17. Pode evitar receber notificações de "mensagem recebida". Se não quiser ser incomodado por uma pessoa com quem troca muitas mensagens, entre na conversação, seleccione Detalhes > Não incomodar.

18.  Ao contrário dos smartphones Android, o iPhone não tem um botão dedicado para "andar para trás". No entanto, se deslizar o dedo pelo ecrã da esquerda para a direita consegue o mesmo efeito.

19. Mesmo em modo vibração, quer distinguir quem lhe enviou uma mensagem? Atribua vibrações personalizadas a diferentes pessoas. Vá a Contatos > escolha o contacto > Editar (no canto superior direito). Deslize para baixo até Vibração > Predefinição > deslize para baixo até "Criar vibração".

20.  Pode programar o iPhone para ligar automaticamente  o modo "Não incomodar". Vá a Definições > Não incomodar > e seleccione a opção "Programado" e o período horário durante o qual não quer ser incomodado (durante a noite, por exemplo).

21. Elimine ou corrija pequenos erros com um simples abanão. Se estiver a escrever uma mensagem e der um erro basta "abanar" o iPhone para surgir uma caixa de diálogo que lhe permite apagar ou corrigir. O mesmo é válido para outras ações, como aplicar filtros a fotografias, por exemplo.

22.  Tem dificuldade em recordar o código inicial? Crie um código com letras em vez de algarismos . Vá a Definições > Touch ID e código > marcar código (numérico) e desligue a opção "Código simples" > volte a marcar o código (numérico) > insira o novo código (apenas com letras ou alfanumérico).

23. Se quer adormecer a ouvir música pode colocar um temporizador. Abra a aplicação do relógio, defina um período de tempo e mude a opção de "Ao terminar" para "Parar reprodução".

24. Para fazer um "screenshot" basta carregar em simultâneo nos botões "on/off" e "home".

25. Quer perceber porque é que o seu iPhone está a ficar sem bateria mais depressa do que o habitual? Se calhar o problema está na última aplicação que instalou. Vá a Definições > Geral > Utilização > Bateria para ver as aplicações que consomem mais bateria.

26. Quer ver em sequência todas as fotos (e vídeos) que enviou ou recebeu por mensagem? Abra a conversação e seleccione "Detalhes" para ver em modo galeria.

27.  Quer enviar mensagens de áudio e vídeo ao estilo "Missão Impossível", que se auto-destroem? Vá a  Definições > Mensagens e deslize para baixo até encontrar a opção "Mensagens de Audio" ou "Mensagens de Vídeo". Seleccione a opção "Caduca 2 minutos depois".

28. Se combinou um encontro por mensagem, chegou ao local e não consegue encontrar a outra pessoa pode partilhar com ela a sua localização exacta. Abra a conversação, seleccione "Detalhes"  e prima "Enviar a minha localização".

29. A ferramenta de localização do seu iPhone também pode ser (muito) assustadora no que à privacidade diz respeito. O telemóvel guarda o registo de todos os locais por que passou desde que ativou os serviços de localização. Para aceder a esse registo vá a Definições > Privacidade > Serviços de localização, desça até "Serviços do sistema" e selecione a opção "Locais frequentes".

30. Pode controlar o iPhone apenas com movimentos de cabeça, uma funcionalidade "enterrada" na secção "Acessibilidade". Vá a Definições > Geral > Acessibilidade e deslize para baixo até "Interacção" e prima "Controlo de manípulos", Clique em "Manípulos" e "Manípulo novo". Seleccione "Câmara" e "Cabeça para a Esquerda" ou "Cabeça para a Direita". Em seguida, escolha uma ação no menu "Sistema", ou seja, a tarefa que será desencadeada pelo movimento de cabeça. Assim, cada vez que inclinar a cabeça para a esquerda ou direita, o iPhone lança automaticamente a tarefa seleccionada, como aceder ao Menu, por exemplo.

* Guarde esta informação, poderá ser útil em qulquer altura.

.
.

QUADRO DE HONRA


























.
.


ESTA SEMANA NO
"SOL"

Coligação: 
os sete obstáculos

Há sete obstáculos que PSD e CDS vão ter de ultrapassar para chegar a um programa eleitoral conjunto. Mesmo que sociais-democratas e centristas já tenham como certo que terão de se entender, nas próximas semanas o desafio vai ser acertar agulhas em pontos sensíveis, que vão dos impostos à reforma do sistema eleitoral, passando por temas fracturantes.

Nos últimos meses e apesar dos contactos frequentes entre Marco António Costa e Pedro Mota Soares, os dois partidos têm desenhado ideias de costas voltadas um para o outro. Agora, terão de se entender para apresentar propostas comuns aos eleitores.
.
«Não há dúvida de que é muito mais difícil fazer um acordo pré-eleitoral do que juntar programas depois das eleições», aponta um dirigente do PSD.

De um lado e de outro, ninguém tem dúvidas de que os impostos são o dossiê que mais separa os dois partidos. «O PSD tem seguido uma linha de rigor, o CDS acha que é preciso ser mais simpático», atira uma fonte da direcção social-democrata, que aponta a reforma da Segurança Social como outro dos temas em que pode ser difícil chegar a acordo.

Assunção Cristas, responsável pela elaboração do programa eleitoral do CDS, limita-se a garantir que «aquelas que são as linhas de força do CDS são para manter», sem se alongar sobre as propostas, mas admitindo que o «alívio fiscal» - tantas vezes pedido por Paulo Portas - continua a ser uma bandeira dos centristas.

«A nossa perspectiva é a de que o crescimento económico tem de ser reflectido não só na consolidação das contas públicas, mas nos contribuintes e nomeadamente nas famílias», explica Assunção Cristas.

Para já, e apesar de esta terça-feira o PSD ter feito uma conferência de imprensa sobre o programa eleitoral que está a preparar, as ideias dos dois partidos são ainda uma incógnita em vários pontos.

CDS debate ideias na próxima semana
Rogério Gomes, director do Gabinete de Estudos do PSD, limitou-se a avançar a proposta de um «contrato fiscal» com os portugueses, pondo a tónica na descida «progressiva» do IRC. Uma ideia que fontes do PSD acreditam ter dois efeitos práticos: amarrar o CDS a uma solução e antecipar-se aos centristas a falar na baixa de impostos.
 .
No CDS, os relatórios finais dos 18 grupos de trabalho constituídos para dar ideias sobre seis áreas temáticas vão ser entregues até segunda-feira. A ideia, avançou ao SOL Assunção Cristas, é que «a discussão política se faça nos órgãos do partido durante a próxima semana».
Resta saber se estes calendários e as negociações que já se iniciaram informalmente vão permitir que o anúncio da coligação seja feito até ao final de Abril como tem vindo a ser apontado.

7  OBSTÁCULOS

Impostos
IRS, IVA e IRC prometem ser o ponto mais duro da negociação. Para o CDS, a prioridade é o alívio fiscal às famílias, com o fim da sobretaxa de IRS. No PSD, duvida-se que seja possível dar esse passo e dá-se prioridade à baixa do IRC, com os olhos postos no estímulo à criação de emprego. Até agora, a descida do IVA da restauração tem sido um ponto de honra para os centristas. Mas é pouco provável que os sociais-democratas reduzam a taxa de um imposto central para a boa execução do Orçamento.

Reforma eleitoral
A criação de círculos uninominais é uma batalha antiga de vários sectores do PSD, que tem sido sucessivamente adiada. Como partido pequeno, o CDS sairia prejudicado com esta reforma, pelo que tem estado sempre contra. A solução pode passar pela criação do voto preferencial, sem mexer nos círculos eleitorais.

Temas fracturantes
Procriação medicamente assistida e co-adopção gay são assuntos em que alguns sociais-democratas e centristas estão em lados opostos - sendo que nestes temas impera a liberdade de voto. É possível que se crie uma cláusula no acordo, na qual o PSD se comprometa a não apresentar propostas nestas matérias.

RTP
Miguel Relvas queria privatizar a RTP, Poiares Maduro pôs a privatização na gaveta. Neste ponto, os centristas - que querem manter a televisão do Estado - esperam para ver qual será a proposta do PSD.

Feriados
O CDS vai bater-se pela reposição do 1.º de Dezembro. Por causa do acordo que o Governo fez com a Igreja, o PSD acha difícil repor um feriado civil sem recuperar um religioso.

Fusão das polícias
O PSD chegou a pensar na criação de uma polícia única, fundindo PSP e PJ. Os centristas são contra e a ideia caiu. Resta saber se será retomada pelos sociais-democratas.

Listas
Com sondagens a mostrar menos votos, não será fácil negociar listas conjuntas. Outra disputa complicada a nível local será a da escolha dos cabeça-de-lista.

* A guerra das prima-donas sobrepõe-se ao interesse dos portugueses

.