segunda-feira, 30 de março de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 O QUE NÓS


  "ARRECADAMOS"!






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CLARO



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PATINAGEM NO GELO


CAMPEONATO AMERICANO

2015


JASON BROWN


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HOJE NO  
"DESTAK"

Dispositivo de combate a incêndios reforçado este ano com mais 17 equipas

O dispositivo de combate a incêndios florestais vai ser este ano reforçado com mais 17 equipas e terá um custo de mais de 80 milhões de euros, anunciou hoje o comandante operacional nacional, José Manuel Moura. 
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Em conferência de imprensa de apresentação do "Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECI)", que decorreu na Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), o comandante José Manuel Moura adiantou que, este ano, o distrito de Viana dos Castelo vai ser reforçado com mais três equipas de intervenção permanente.

A época mais crítica de incêndios florestais, que decorre entre 01 de julho e 30 de setembro, vai este ano contar com um total de 2.234 equipas, 2.050 veículos, 9.721 operacionais e 49 meios aéreos, um dispositivo idêntico ao de 2014.

* O ano passado o tempo húmido ajudou a que não hovessem tantos incêndios como em 2013, apesar de serem sempre demasiados. Aguardamos pela demonstração de eficácia em 2015 porque eficiência  é pouco.

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MINUTOS DE


CIÊNCIA/41


A EQUAÇÃO DE DRAKE

 E A BUSCA POR

VIDA EXTRATERRESTRE

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HOJE NO 
"i"


Eleições no ACP impugnadas pela
 Lista A e apresentada queixa-crime

Nas eleições (marcadas para 30 de Abril) para os órgãos sociais do ACP concorrem duas listas, a A e a B, de Carlos Barbosa, que lidera o ACP há mais de uma década

Uma das listas candidata à direção do Automóvel Club de Portugal (ACP) impugnou hoje o processo eleitoral e apresentou uma queixa-crime na justiça, devido a irregularidades que a atual direção reconheceu existirem, mas que terão sido sanadas. 
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O pedido de impugnação junto do ACP e a queixa-crime entregue no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa foram feitos pela lista A, liderada por António Raposo Magalhães, que invoca irregularidades nos boletins de voto. 

A lista A explica, em comunicado, que a revista mensal da associação incluia no último número, como em eleições anteriores, um invólucro com os respetivos boletins de voto associados a cada lista concorrente. E acrescenta que foram detetados “em muitos casos” apenas boletins de voto afetos a uma só lista. 

A lista A lamenta a “falta de rigor e profissionalismo” que deu origem à situação e fala de factos “muitíssimos graves” que determinam “de forma irreversível e imediata a anulação ou declaração de nulidade de todos os atos praticados até ao momento no procedimento eleitoral”. 

Nas eleições (marcadas para 30 de Abril) para os órgãos sociais do ACP concorrem duas listas, a A e a B, de Carlos Barbosa, que lidera o ACP há mais de uma década. 

Carlos Barbosa explicou à Lusa que o processo de inserir os envelopes na revista é feito por uma empresa externa e que os casos que tinham sido identificados tinham sido resolvidos. Terão sido, disse, um envelope com dois boletins da lista A, um com dois da lista B e um sem envelope. 

“Falámos com os sócios e enviámos novos por correio expresso”, disse, acrescentando que “em todas as eleições há casos destes”. 

Na página da internet do ACP um comunicado explica que a inserção dos vários elementos que compõem o pacote eleitoral é mecânica, porque só assim é possível enviar 192.033 pacotes, e que chegou ao conhecimento da Comissão Eleitoral quatro casos de receção de boletins de voto em duplicado, quer da lista A quer da lista B. 

A lista A justifica a queixa no DIAP por considerar, diz também o comunicado, que os factos “têm a potencialidade de possuírem origem ou natureza criminosa, nomeadamente de fraude eleitoral”.
Também à Lusa o candidato da lista A disse que teve conhecimento das irregularidades no sábado e que 24 horas depois o ACP ainda não lhe tinha dado conhecimento, frisando que o problema “não se resolve à porta fechada e ocultando as notícias”. 

António Raposo Magalhães, diz-se ainda na nota, quer ter acesso a todos os atos relacionados com o processo eleitoral, sejam ou não praticados nas instalações do ACP e por funcionários da associação ou de outras entidades. 

* Poupem o ACP de poucas vergonhas. Os sócios não querem o contágio do "GES".


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II-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


2- O ISLAMISMO


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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  ONTEM NO
 "A BOLA"

ABC vence FC Porto e conquista
 Taça de Portugal

O ABC derrotou o FC Porto (25-24) e conquistou a Taça de Portugal em andebol. A equipa minhota esteve na frente do marcador durante todo o encontro e conseguiu, com algum sacrifício, segurar a vantagem até ao apito final.
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Com este triunfo, a formação bracarense arrecada a 11.ª taça da sua história.

A equipa de Carlos Resende, treinador do ABC e ex-jogador e treinador do FC Porto, conquistou o troféu oito anos depois da última vitória na prova.

Com esta Taça de Portugal, o ABC interrompe os três anos consecutivos do Sporting a vencer a taça. A final decorreu no pavilhão Municipal de Loulé e teve transmissão em direto n’A Bola TV. 

* Parabéns a ambas as equipas pelo espectáculo proporcionado, ao ABC parabéns pela vitória.


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KEYU JIN

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O beco sem saída 
das reformas da China

O programa de reformas da China atingiu um impasse, com conflitos de interesse fundamentais e mecanismos de resistência subtis a bloquear o seu progresso. Até que estas barreiras sejam removidas, há pouca esperança de que a economia em desaceleração da China – que cresceu 7,4% em 2014, a sua taxa mais baixa em quase um quarto de século – possa esperar que a reforma lhe dê o impulso que precisa.
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Os líderes chineses estão bem conscientes do difícil que pode ser implementar reformas drásticas. Quando Deng Xiaoping lançou o seu programa radical de "reformas e abertura" em 1978, enfrentou uma oposição feroz – sobretudo das ideologias apaixonadas e revolucionárias. Da mesma forma que o estatuto e contundência de Deng lhe permitiram enfrentar os seus opositores e manter a modernização económica da China em curso, a liderança firme do presidente Xi Jinping pode superar os interesses particulares e implementar as reformas necessárias.

Claro, reconciliar o desalinhamento fundamental de interesses na China não será tarefa fácil – entre outras coisas porque os grupos de interesses não vão discutir reformas, muito menos opor-se, de uma forma aberta e transparente. Em vez disso, argumentam que as reformas são demasiado arriscadas ou expiam as suas disposições substantivas. Apenas foram feitas pequenas concessões para reduzir a intervenção do governo, afectando os poderes que são irrelevantes ou, na realidade, nunca existiram.

Há dois tipos de conflitos de interesses entre as instituições governamentais. Em primeiro lugar, a poderosa burocracia da China está relutante em ceder aos seus poderes em nome da liberalização e uma mudança em direcção a uma economia mais orientada para os mercados.

Por exemplo, a Comissão de Supervisão e Administração de Activos do Conselho de Estado (SASAC, nas siglas em inglês) é a instituição governamental responsável pelas empresas detidas pelo Estado (SOE, nas siglas em inglês). A sua tarefa agora inclui eliminar o poder de monopólio das empresas detidas pelo Estado, que está a obstruir a concorrência do mercado. Mas reduzir o poder das empresas detidas pelo Estado também implicaria um papel diminuído para a SASAC – e, muito provavelmente, a sua eventual obsolescência. Como resultado, os esforços para combater o monopólio estão atrasados e a próxima etapa da reforma – a transição para um "sistema de titularidade conjunta" – continuam distante.

Da mesma forma, a Administração Estatal de Divisas (SAFE, nas siglas em inglês),a subsidiária do Banco Popular da China (PBOC, nas siglas em inglês) que controla as transacções em moeda estrangeira dos bancos comerciais e famílias, obtém o seu poder de controlo das entradas e saídas de capital. Ao reconhecer que um progresso em direcção a uma liberalização da conta de capital implicaria o seu eventual desaparecimento, a SAFE apresentou numerosas desculpas (às quais as recentes crises financeiras no Ocidente dão crédito) para reter um controlo apertado às transacções com moeda estrangeira. Em consequência, apesar do compromisso manifestado pelo governo de liberalizar a conta de capital, o PBOC ainda tem que fazer um progresso notável.

O segundo maior conflito de interesses na China é entre o governo central e os governos locais, que supostamente deveriam estar a ajustar o seu modelo de partilha de receitas. O problema reside numa discordância entre as suas respectivas percentagens de receitas fiscais e os gastos obrigatórios. Como os governos locais estão obrigados a cobrir uma grande proporção de gastos públicos com uma participação desproporcionalmente baixa das receitas, a dívida dos governos locais aumentou.

Mas o governo central continua relutante em fazer mudanças significativas ao modelo de distribuição das receitas. Está receoso não apenas em relação aos efeitos nos seus cofres, mas também a conferir uma maior autonomia aos responsáveis locais. Além disso, duvida da capacidade dos governos locais de administrarem correctamente os seus orçamentos e utilizarem as receitas fiscais adicionais de forma eficiente.

A contradição fundamental, como estes exemplos demonstram, reside entre os objectivos do processo de reforma e os incentivos que os sustentam. Em nenhum lugar isso é mais claro do que no "sistema de titularidade mista" concebido pelo Terceiro Plenário do 18.º do Comité Central do Partido Comunista da China. Encorajar o sector privado a tomar participações nas empresas detidas pelo Estado em áreas estratégicas como a energia, a electricidade e as finanças supostamente aumentará a concorrência, impulsionará a eficiência e reduzirá a pressão sobre o governo para investir.

Mas porque deveriam os investidores privados colocar o seu dinheiro nas empresas detidas pelo Estado? Como accionistas minoritários em empresas cujos administradores são nomeados pelo Ministério Central de Pessoal, os actores privados não podem influenciar a tomada de decisões. Até que o governo central não esteja disposto a ceder o seu controlo sobre a administração das empresas detidas pelo Estado, as reformas de titularidade provavelmente apenas despertem um interesse tépido do sector privado.

Se as implementa completamente, a actual ronda de reformas teria um impacto de grande alcance na economia política da China, porque alteram o equilíbrio de poder dos responsáveis para os mercados. Isso permitiria à China continuar a sua ascensão em direcção ao estatuto de elevados rendimentos, melhorando o bem-estar de milhões dos seus cidadãos no caminho.

Mas os interesses particulares não vão recuar. Embora não se oponham abertamente a reformas, vão continuar a adiá-las e não vão parar de espalhar receio sobre a instabilidade económica e a tensão social, com a intenção de evitar mudanças que ameacem diminuir o seu estatuto e os seus privilégios. Até que os líderes de topo da China não ultrapassem essa resistência, o progresso sobre a reforma continuará a ser lento.

Professora de Economia na London School of Economics

Project Syndicate, 2015.

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
26/03/15

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467.UNIÃO


EUROPEIA





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HOJE NO  
"AÇORIANO ORIENTAL"

Desemprego desce para 14,1% em termos homólogos mas aumenta face a janeiro

A taxa de desemprego foi de 14,1% em fevereiro, mais 0,3 pontos percentuais (p.p.) do que em janeiro deste ano e menos 0,8 pontos percentuais face ao período homólogo, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).
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No documento hoje divulgado, o INE reviu em alta a taxa de desemprego para janeiro, que passou de 13,3%, conforme foi divulgado no primeiro mês de 2015, para 13,8%, segundo os dados de hoje.
Em fevereiro, cerca de 719,6 mil pessoas estavam desempregadas, mais 11,7 mil (ou aumento de 1,7%) do que em janeiro, segundo a estimativa do INE

A população empregada era de 4.399,9 mil pessoas, menos 11,1 mil pessoas (ou menos 0,3%) do que em janeiro.

A população empregada diminuiu para os adultos, de entre 25 a 74 anos (0,3%; 12,2 mil), e para os homens (0,5%; 10,8 mil), mas manteve-se praticamente inalterada para as mulheres. Já para os jovens (15 a 24 anos) aumentou 0,4% ou 1,1 mil.

A taxa de emprego situou-se em 56,1%, tendo diminuído 0,2 pontos percentuais face ao mês anterior.
A taxa de emprego dos homens (59,6%) excedeu a das mulheres (52,9%) em 6,7 pontos percentuais, tendo a primeira caído 0,3 pontos percentuais face ao mês anterior, enquanto a segunda não se alterou.

A taxa de emprego dos adultos foi 61,7% e a dos jovens foi 22,4%, sendo que a primeira diminuiu 0,1 pontos percentuais e a segunda aumentou 0,1 pontos percentuais.

A população desempregada, estimada em 719,6 mil pessoas, aumentou 1,7% face a janeiro (11,7 mil pessoas), e para todos os grupos analisados: adultos (1,3%; 7,8 mil), homens (2,1%; 7,4 mil), mulheres (1,2%; 4,3 mil) e jovens (3,0%; 3,9 mil).

A taxa de desemprego situou-se em 14,1%, tendo aumentado 0,3 pontos percentuais, em relação ao mês anterior, para o que contribuiu o acréscimo da população desempregada e o decréscimo da população empregada.

A taxa de desemprego das mulheres (14,3%) excedeu a dos homens (13,8%) em 0,5 pontos percentuais, mais 0,2 pontos percentuais no primeiro caso e mais 0,3 pontos percentuais no segundo.
A taxa de desemprego dos jovens situou-se em 35%, aumentando 0,5 pontos percentuais em relação a janeiro e a taxa de desemprego dos adultos situou-se em 12,4%, aumentando 0,2 pontos percentuais.
Para estas estimativas foi considerada a população dos 15 aos 74 anos e os valores foram previamente ajustados de sazonalidade.

A taxa de desemprego não ajustada de sazonalidade foi 14,5%, tendo aumentado 0,4 pontos percentuais face a janeiro e diminuído 0,8 pontos percentuais relativamente a fevereiro de 2014.

* Não sabemos que dados são tratados pelo INE, sabemos que o FMI há dois meses indicava uma taxa real acima dos 20% e que de acordo com a análise feita pelo Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, considerando as diversas formas de desemprego, o subemprego e estimativas prudentes sobre a situação laboral dos novos emigrantes, a taxa real de desemprego poderia situar-se, no segundo semestre de 2014, em 29% da população ativa, caso os trabalhadores emigrados tivessem ficado no país. 


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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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 5- A ORIGEM DO


PLANETA TERRA


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* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO
 "DIÁRIO ECONÓMICO"

Fisco penhora quatro bolos
 a restaurante por dívida

A dívida é, segundo o Fisco, de cerca de 92 mil euros. Uma conta bancária foi penhorada, tal como vários bolos no valor de 30 cêntimos. Empresa contesta em tribunal.

O Fisco penhorou quatro bolos a um restaurante no passado mês de Fevereiro no valor de 30 cêntimos, de acordo com a notificação de penhora a que o Diário Económico teve acesso. Esta não foi, segundo o advogado da empresa que não quis ser identificado, a única penhora feita para tentar garantir o pagamento de uma dívida de quase 92 mil euros: foi também penhorada uma conta bancária e... mais quatro bolos. Os fiscalistas ouvidos pelo Diário Económico consideram que a penhora de bens perecíveis é inútil e que serve como meio de coacção para que os contribuintes paguem a dívida.
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PENHORÁVEIS?
A empresa tinha sido alvo de uma inspecção das Finanças que determinou uma liquidação adicional de IRC e de IVA de cerca de 92 mil euros. Os responsáveis do restaurante contestaram a decisão em tribunal e prestaram uma garantia - essencial para suspender as penhoras. No entanto, de acordo com o advogado da empresa, as penhoras mantêm-se.

A penhora dos bolos foi feita através das guias de transporte. Desde Julho de 2013 que as empresas têm de comunicar ao Fisco os bens em circulação. A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) passou, por isso, a ter acesso às guias de transporte das mercadorias com informação sobre o que é transportado, o local de origem e o destino das mesmas. Segundo explica a advogada de contencioso financeiro Catarina Guedes de Carvalho, o sistema informático do Fisco cruza essas informações com os dados dos contribuintes que têm dívidas e faz a penhora de forma automática. E a AT não fica na posse desses bens, é a própria empresa que passa a fiel depositária dos bens e impossibilitada de os vender.

Recentemente foi conhecido outro caso semelhante em que o Fisco penhorou alimentos a uma instituição de solidariedade social do Porto que ajudava famílias carenciadas. Neste caso, as penhoras acabaram por ser suspensas pelo Fisco. Mas a penhora de bens perecíveis é eficaz em termos de resultados para as Finanças?

Questionado o fiscalista João Espanha afirma que "são sobretudo um meio de coacção", que "destrói a actividade económica das empresas". João Espanha considera que se trata "de uma espécie de ‘bullying' fiscal, porque uma penhora visa garantir uma dívida e não forçar o seu pagamento". "Não sou contra a informatização", declara, "mas tem de ser bem feita sob pena de se cometerem grandes injustiças".
No mesmo sentido Catarina Guedes de Carvalho afirma que "a medida parece desadequada", porque as penhoras devem ser "proporcionais e adequadas ao montante que o contribuinte deve". "São bens que não são impenhoráveis, mas que são altamente perecíveis" e o Fisco só teria sucesso "se os conseguisse vender antecipadamente". Podiam até ser penhorados outros bens como cadeiras ou mesas ou podia "pedir-se ao devedor que indicasse bens em alternativa", adianta ainda.

O Ministério das Finanças não respondeu às questões colocadas até ao fecho da edição.

* Depois da "inexistência" da lista VIP já nada nos admira sobre a actividade da AT, que tal penhorar pensos higiénicos usados por senhoras em incumprimento...


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Fausto

Europa Querida Europa

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HOJE NO
 "CORREIO DA MANHÃ"

INEM nega apoio de psicólogos 
Serviço de apoio psicológico 
vai ser extinto no Algarve

Quando o INEM foi ativado para assistir um homem que ameaçava atirar-se para a linha férrea, este domingo de manhã, em Faro, foram chamados psicólogos ao local. Há duas semanas, quando um motard morreu depois de ser abalroado, à entrada de Faro, aconteceu o mesmo. Em ambos os casos, a resposta do Centro de Orientação de Doentes Urgentes foi negativa. Isto porque a equipa do Centro de Apoio Psicológico e Intervenção em Crise está em vias de ser extinta no Algarve. Quando são necessários, estes técnicos têm de viajar desde Lisboa. 
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Este é apenas um dos serviços que o INEM se prepara para extinguir na região, situação que está a preocupar o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais. "O INEM diz que os psicólogos vêm de Lisboa, mas a população e visitantes da região têm direitos, como o resto do País", disse ao CM o dirigente sindical Carlos Baptista.

O INEM alega que, em média, o serviço é acionado apenas uma vez "em 15 dias". Mas o CM sabe que a equipa esteve inoperacional vários meses, o que contribuiu para a redução de acionamentos. O sindicato está a recolher assinaturas em toda a região e a promover uma petição contra as medidas do INEM. 

* Mas se no Algarve houver uma amiga ou amigo do sr. major a precisar de apoio, irá um "heli" com um psicólogo.

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INCÊNDIO NA COZINHA

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COMO APAGAR O FOGO PROVOCADO POR ÓLEO
1- Desligue o fornecimento de energia
2- Embeba um pano em água, torça-o e tape o foco de incendio e certifique-se que este se apagou
3- Nunca deite água para cima do recipiente a arder
4- Não se esqueça que existe o 112

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HOJE NO
 "OBSERVADOR"

Criado mecanismo de comunicação direta das baixas médicas à entidade patronal

A Ordem dos Médicos vai criar um mecanismo para que as baixas médicas sejam comunicadas diretamente à entidade patronal, sem violar o segredo médico, nos casos em que existam riscos para terceiros.

O bastonário da Ordem dos Médicos admitiu esta segunda-feira a criação de um mecanismo para as baixas serem comunicadas diretamente à entidade patronal, sem que seja violado o segredo médico, nos casos que impliquem riscos para terceiros.
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Em declarações à agência Lusa, José Manuel Silva admitiu a possibilidade de ser “implementado, sem violação do segredo médico”, um mecanismo que se possa informatizar e generalizar e no qual as entidades patronais sejam avisadas de que um seu trabalhador está de baixa. Desse modo, evitar-se-ia que a empresa apenas tome conhecimento da baixa médica quando trabalhador entrega o documento.

“Estando os certificados de incapacidade temporária de trabalho a ser emitidos de forma informática, estes podem ser imediatamente comunicados à entidade patronal, através do seu número de contribuinte, que depois informaticamente fazia esse reconhecimento e esse aviso”, explicou José Manuel Silva.
Um processo de envio direto das baixas médicas para as entidades patronais poderia evitar situações semelhantes à que, eventualmente, terá ocorrido com o copiloto do avião Airbus A320 da companhia alemã Germanwings Andreas Lubitz, que na terça-feira causou a morte aos 150 ocupantes.

De acordo com as investigações, o copiloto acionou deliberadamente o processo de descida do aparelho, aproveitado a saída do piloto para ir, provavelmente, à casa de banho, fazendo-o despenhar-se nos Alpes franceses.

As buscas às residências de Andreas Lubitz permitiram encontrar “documentos médicos que sugerem uma doença preexistente e tratamento médico adequado”, incluindo “atestados médicos atuais, rasgados, entre os quais um que abrangia o dia do acidente”.

Os documentos, segundo a procuradoria, “apoiam a suspeita” de que o copiloto, que alegadamente sofria de uma depressão grave, “escondeu a sua doença da empresa e dos colegas”.

Para que os atestados médicos por doença não sejam somente entregues pelo trabalhador, como parece ter sido o caso do copiloto alemão, José Manuel Silva admitiu que o caminho que Portugal tem seguido na informatização da saúde, “com os seus prós e contras”, pode levar a que, ao ser emitida uma baixa, esta possa ser de imediato conhecida por parte da entidade patronal.

“Nada faria prever que uma situação destas podia acontecer. Não deve ter havido nenhuma comunicação de sinais ou sintomas ao médico que observou o caso concreto de que isso pudesse acontecer”, frisou o responsável, falando sobre o caso do copiloto alemão da Germanwings.

José Manuel Silva sublinhou que se devem tipificar que doenças do trabalhador podem colocar em risco terceiros, considerando ser fácil a criação de mecanismos informáticos para que a entidade patronal seja imediatamente avisada da existência de uma baixa com impossibilidade de comparência ao trabalho.
“Não é necessário generalizar a situação, porque as baixas são no interesse do trabalhador e este comunica-as. A baixa pressupõe doença. A violação do segredo médico seria dizer objetivamente qual era a doença. Nada obsta a que haja esse mecanismo”, concluiu o bastonário da Ordem dos Médicos.

* Desde que a privacidade do trabalhador e dos seus problemas clínicos seja mantida e a medida não sofra de inconstitucionalidade achamos bem.
Mas porquê só agora, o acidente dos Alpes iluminou os cérebros, ou estas medidas são para alegrar o folclore lusitano?


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É JUSTO





























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HOJE NO
 "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Ex-secretário de Estado acusa 
governo de ceder aos lóbis

Henrique Gomes garante que "o Governo falhou no compromisso de não haver aumentos reais da energia superiores a 1%" porque fez contratos para proteger os produtores e não os consumidores. 

O ex-secretário de Estado da Energia de Passos Coelho Henrique Gomes afirmou hoje que "o Governo falhou no compromisso de não haver aumentos reais da energia superiores a 1%" muito por causa de ter cedido aos lóbis que continuam a defender as rendas excessivas.
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Henrique Gomes, que esteve menos de nove meses no Governo, foi o governante que disse que o "Estado tem de impor o interesse público ao excessivo poder da EDP" e voltou hoje a reafirmar que "os contratos de produção de energia foram feitos na perspetiva de proteção dos produtores e não dos consumidores".

O ex-secretário de Estado da Energia, que participava na conferência "2016: Reforma política, reforma do Estado", adiantou também que, em 2016, "será impossível cumprir os compromissos com a dívida tarifária sem ser empurrada para a frente", acrescentando que o défice tarifário já vai nos 5,4 mil milhões de euros com juros.

Henrique Gomes voltou a referir que existe um forte lóbi da energia eólica que está a desequilibrar o sistema elétrico nacional, onde, apesar de indicações da 'troika' em reduzir as rendas excessivas na eletricidade, no caso da eólica pouco foi aplicado. "Se a EDP Renováveis vende a energia eólica a 60 euros mw/h em Espanha, nos Estados Unidos a cerca de 50 euros, porque em Portugal a vende a 100?", questionou Henrique Gomes.

O especialista em energia Clemente Pedro Nunes também foi bastante crítico às opções feitas pelos últimos governos em matéria energética: "A energia eólica é ruinosa para o país por causa da sua intermitência", disse.

Clemente Pedro Nunes adiantou que o consumidor está a pagar caro toda a energia produzida pelo vento e, para além disso, tem que "sustentar" as centrais térmicas como 'back-up' para quando não há vento. "Este é um sistema que só existe em Portugal e em Espanha, e a própria Espanha já arrepiou caminho", frisou.

Para o especialista "esta é a razão de ser de uma catástrofe no sistema elétrico nacional, em que existe um lóbi que controla as rendas excessivas e que controla 95% da comunicação social".

*  Henrique Gomes foi secretário de Estado da Energia quando o ministro da Economia era Álvaro Santos Pereira. Foi demitido porque ousou defender menos poder da EDP, do barão António Mexia, e intervir nas rendas excessivas, estávamos a 12/03/2012.
Foi uma "coelhada"!


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TORNE-SE VISÍVEL
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Volvo lança uma tinta que pode salvar vidas!
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HOJE NO 
"RECORD"

Benfica recebido em euforia 
no aeroporto de Lisboa

A equipa do Benfica foi recebida esta segunda-feira num clima de grande euforia no aeroporto de Lisboa, após ter confirmado no domingo o apuramento para a final da Taça Challenge, ao vencer o Ravenna, em Itália por 3-2.
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Os adeptos das águias fizeram questão de se deslocar ao aeroporto para receber os jogadores que alcançaram um feito histórico para o clube, pois é a primeira final europeia a que o Benfica chega desde a criação da sua secção de voleibol.

Recorde-se que o Benfica regressou este ano às provas europeias após dez anos de ausência.

José Jardim: 
«Final da Taça Challenge
 é para ganhar»

O treinador de voleibol do Benfica, José Jardim, mostrou-se esta segunda-feira "muito feliz" por ter atingido a final da Taça Challenge, afirmando que vitória em Itália traz à equipa "uma motivação extra". "É para ganhar, mas a abordagem tem de ser a mesma, como foi na primeira eliminatória e na segunda. É evidente que a equipa vai ganhando confiança, tem estado consistente. Mesmo em situações de grande dificuldade, como eram a categoria do adversário e estar a jogar fora, a equipa acreditou sempre e isso dá-nos uma motivação extra", disse o treinador à chegada lisboa, depois de os 'encarnados' terem vencido os italianos do Ravena por 3-2.
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Com cerca de 30 adeptos à espera da equipa no aeroporto de Lisboa, foi com sorrisos que os jogadores e equipa técnica surgiram, e foi para os fãs presentes que o treinador José Jardim se mostrou satisfeito por jogar a segunda mão da final em casa, a 12 de abril, perante o Vojvodina Novi Sad, na Sévia, depois de disputar a primeira mão na sérvia, no dia 8.

"Estou muito feliz, em primeiro lugar, por ter atingido esta final e, em segundo lugar, por termos a possibilidade de trazermos a final, para encerrarmos esta competição na nossa casa. Temos a garantia de que o foco final desta grande competição e deste grande percurso vai ser no Pavilhão da Luz, perante os nossos adeptos, e isso é impagável", sublinhou.

Por fim, José Jardim analisou o Vojvodina Novi SAD como "uma grande equipa", mas deixou claro que numa final "o que interessa é a atitude a vontade de vencer, a humildade e o caráter das equipas".

Já Hugo Gaspar, capitão dos encarnados e melhor jogador da segunda mão da meia-final, ao conquistar 22 pontos, considerou a partida como um jogo muito complicado e identificou a união da equipa como a receita para a vitória. "Foi um jogo muito complicado. Defrontámos uma grande equipa, que era a favorita a ganhar esta competição, já a eliminámos, estamos numa nova fase, passámos por dificuldades, estivemos a perder por 2-0, mas a categoria e a união da nossa equipa demonstrou que éramos mais fortes e estamos todos de parabéns", disse. Hugo Gaspar traçou como meta conseguir levar a "resolução da final" para a segunda mão, afirmando que "os adeptos e Lisboa merecem uma final". 

* Uns valentes, queremos que ganhem.


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