quarta-feira, 18 de março de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS NOS

  "FILOSOFAMOS"!



O FILÓSOFO

(AINDA NÃO FILOSOFAVA EM ÉVORA)






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PIPA DE MASSA














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   A DÍVIDA

PÚBLICA  




CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 16/03/2015, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações do Dr. Amerindo de Jesus.

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HOJE NO 
"RECORD"

Van der Garde recebe 15 milhões
 e rescinde com a Sauber

O piloto Giedo van der Garde anunciou esta quarta-feira, na sua página oficial no Facebook, que rescindiu contrato com a Sauber por "mútuo acordo". O holandês tinha acusado a equipa de ter rasgado o acordo que estava celebrado para 2015 e atribuído os dois monolugares da equipa ao sueco Marcus Ericsson e ao "rookie" brasileiro Felipe Nasr, que conseguiram reunir mais patrocínios.
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Em vésperas do arranque do Mundial, na Austrália, um tribunal australiano deu razão a Van der Garde e ordenou que a escuderia recolocasse o piloto na equipa. A Sauber começou por ignorar a ordem do tribunal nas sessões de treinos livres e acabou mesmo por disputar a corrida com Ericsson e Nasr, depois de Van der Garde ter desistido do direito de disputar o Grande Prémio da Austrália.

"Estou triste e desiludido. Trabalhei arduamente pela minha carreira. Destruíram o meu sonho e provavelmente já não terei futuro na F1", escreveu o piloto holandês.

No entanto, o piloto, de 29 anos, garantiu que a sua carreira no desporto automóvel "não acabou", admitindo disputar o Mundial de Resistência (WEC), que começa a 12 de abril, no circuito britânico de Silverstone.

Segundo a imprensa, a Sauber terá indemnizado Van der Garde em 15 milhões de euros.

* Um desempregado rico. Mas Van der Garde tem razão, o circo da F1 é uma máquina trituradora de pessoas.

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ELIE SAAB


HAUTE COUTURE
PARIS
PRIMAVERA/VERÃO
2015





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HOJE NO
 "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Juncker inquieto com falta de progressos nas negociações com a Grécia

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse, em Bruxelas, que continua inquieto com a falta de progressos nas negociações entre a Grécia e os seus credores, e exortou "todas as partes" a intensificarem os seus esforços. 
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Numa conferência de imprensa conjunta com o primeiro-ministro francês, Manuel Valls, após um encontro de trabalho na sede da Comissão Europeia, Juncker, questionado sobre o impasse nas negociações entre Atenas e os seus parceiros da zona euro e restantes credores internacionais, respondeu de forma concisa, para assinalar que está insatisfeito.

"Sobre a Grécia, continuo inquieto. Não estou satisfeito com os progressos feitos nos últimos dias", disse, fazendo votos para que "todas as partes" façam realmente um esforço para consumar o acordo alcançado no final de fevereiro com vista ao prolongamento da assistência financeira à Grécia.

* Enquanto as bancas alemã e francesa viverem na chuliçe dos países da periferia não haverá solução. 


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3 - BACTÉRIAS





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HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Inauguração da nova sede do BCE
. marcada por protestos. 
80 polícias feridos e 550 pessoas detidas

Violentos protestos marcaram, esta manhã, a inauguração da nova sede do BCE em Frankfurt. Segundo dados da Bloomberg, 80 polícias ficaram feridos e cerca de 550 pessoas foram detidas na manifestação convocada por sindicatos alemães e pela aliança de esquerda "Blockupy".

Carros em chamas, pedras disparadas como mísseis, slogans anticapitalistas gritados por centenas e centenas de manifestantes. Foi este cenário hostil que serviu de pano de fundo na inauguração da nova sede do Banco Central Europeu em Frankfurt, às 10 horas desta quarta-feira, 18 de Março, que acabou por ficar marcada por violentos protestos nas imediações do edifício. 
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Os manifestantes, que encheram as ruas da mais recente morada do banco central, destruíram dezenas de carros das forças de segurança e entraram em confrontos com a polícia enquanto marchavam em direcção ao novo edifício, que teve um custo total de 1,3 mil milhões de euros. De acordo com a Bloomberg, nos confrontos, pelo menos 80 polícias ficaram feridas e 550 pessoas foram detidas.

O protesto foi convocado por sindicatos alemães e pela aliança de esquerda "Blockupy" que reúne dezenas de grupos de activistas de toda a Europa. Os seus membros incluem um dos maiores sindicatos alemães, United Services Union, conhecido por Verdi, o partido alemão com assento parlamentar Die Linke e o Syriza, o partido anti-austeridade grego que lidera agora o governo de Atenas.

O tamanho e a intensidade dos protestos mostram que este movimento alemão está de volta depois de uma onda anterior de activismo que se esgotou em 2012. Mas, ao contrário do que aconteceu nessa altura, os protestos desta quarta-feira tiveram um cariz violento, reflectindo a polarização política que tem crescido na Zona Euro, depois de quatro anos de austeridade, sobretudo na periferia, e elevado desemprego na região.

Não obstante, o grupo garantiu tratar-se de um protesto pacífico, a favor da democracia e contra a austeridade. De acordo com os relatos da imprensa internacional, um dos slogans mais ouvidos foi: "Guten Morgen/Good morning! Our time to act has come" (Bom dia/Chegou o nosso tempo de agir).

A escolha do local para a manifestação foi justificada por representantes do grupo com o facto de o BCE ter passado a simbolizar os cortes na despesa e as reformas que estão a ser forçadas na Grécia. Segundo o The Guardian, a aliança Blockupy estima que cerca de 10 mil manifestantes tenham aderido aos protestos.

"O nosso protesto é contra o BCE, como um membro da troika que, apesar de não ser eleito democraticamente, dificulta o trabalho do governo grego. Queremos que a política de austeridade acabe", referiu Ulrich Wilken, um dos organizadores da manifestação, em declarações à Reuters.

O ministro da Justiça alemão, Heiko Maas, condenou o caos, dizendo que, apesar de as pessoas terem o direito de demonstrar as suas convicções, "o tumulto puro vai além de todos os limites na batalha pela opinião política".

Nova sede do BCE ocupa antigo mercado e tem capacidade para 2.900 funcionários
A cerimónia de inauguração da nova sede do BCE começou com Mario Draghi a agradecer aos convidados "por estarem presentes apesar da difícil situação lá fora". "Encontramo-nos no local do antigo mercado de frutas e verduras de Frankfurt, um edifício estatal dos anos 20 do século passado", descreveu o responsável no seu discurso.

A nova sede tem capacidade para 2.900 funcionários, e está localizada em Ostend, na zona Leste de Frankfurt, ocupando o lugar do "Grossmarkthalle" – um antigo mercado da cidade.

Na cerimónia de inauguração estiveram presentes os actuais membros do Conselho do BCE, assim como o seu antigo presidente, Jean-Claude Trichet, e o anterior vice-presidente, o grego Lucas Papademos.

Draghi: "As pessoas estão a passar por momentos muito difíceis"
"A unidade europeia está a ser pressionada", afirmou Draghi, durante o seu discurso na inauguração da nova morada do BCE. "As pessoas estão a passar por momentos muito difíceis. Alguns, como muitos dos manifestantes que estão ali fora hoje, acreditam que o problema é que a Europa está a fazer muito pouco".

E acrescentou: "Mas a Zona Euro não é uma união política do tipo em que alguns países pagam permanentemente pelos outros".

No entanto, o presidente da autoridade monetária defendeu também que o novo edifício, na capital financeira do euro, "é um símbolo do que a Europa pode atingir em conjunto e do porquê de não podermos arriscar a separarmo-nos ".

Mario Draghi sublinhou ainda que a nova sede do banco central será conhecida inevitavelmente como "a casa do euro" proporcionando um "fundamento para que o BCE cumpra o seu mandato de estabilidade dos preços" para todos os cidadãos da Zona Euro.

"O euro, a nossa moeda única, converteu-se no símbolo mais tangível da integração europeia, uma peça da Europa acessível e valiosa para todos nós", acrescentou o responsável, no discurso inaugural.

* Um luxo desmedido numa "união" que passa fome. O "euro" é uma faca de três gumes, o da pretensa economia forte, o dos eurocratas e o dos tótós que pagam isto tudo.

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LUCY P. MARCUS

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Ajam ou calem-se

Na política, conversações de paz, campanhas eleitorais, ou estratégia empresarial, nas quais são definidas intenções, promessas e compromissos, nunca são demais.
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É apenas o primeiro passo para um fim desejado - e completamente desprovido de sentido, a não ser que o segundo, terceiro e todos os passos subsequentes sejam tomados. Adicionalmente, dar o primeiro passo inicia o relógio da confiança e da confidência dos outros, de que os próximos passos serão de facto tomados, ou então corremos o risco de criar uma falsa impressão de que o falhanço em atingir um objectivo particular reflecte intenções erradas (ou irrelevantes), em vez de uma execução inadequada. Podemos ver exemplos virtuais disso mesmo em todo o lado.

Tenha em conta o anúncio em Janeiro do Banco Central Europeu de que iria implementar um programa de alívio quantitativo (QE). Nessa altura, muitos líderes pareceram pensar que a actuação do BCE seria suficiente: feito o anúncio, impresso o dinheiro, a economia volta aos trilhos. Infelizmente, não é assim que a política monetária funciona: o QE não será suficiente e ninguém deve ser ingénuo em relação a isso.

De modo a pôr as economias de novo nos eixos, o QE é uma ferramenta útil, mas apenas parte de um maior pacote de medidas. Na ausência de outras reformas económicas, o QE não consegue, por si próprio, efectuar as mudanças necessárias para impulsionar o crescimento. E se as reformas não forem implementadas e o crescimento não se materializar, os políticos irão provavelmente culpar o QE e não o seu próprio falhanço, ao não darem todos os outros passos necessários que devem suceder, num caminho de recuperação económica.

Agora considere a comunicação livre. Após o massacre em Janeiro na revista satírica Charlie Hebdo em Paris, os líderes mundiais acorreram ao local, deram as mãos e marcharam em apoio à liberdade de expressão, enquanto um princípio fundamental das sociedades civilizadas. Naturalmente, o próximo passo para muitos deles teria sido voltar a casa e implementar de forma imediata esse princípio. Em vez disso, voltaram a casa.

Verdade é que o regime militar egípcio - cujo ministro dos Negócios Estrangeiros, Sameh Shoukry, causou espanto, quando apareceu perto da dianteira da marcha em Paris - libertou o jornalista da Al Jazeera Peter Greste da prisão e, desde então, libertou mais dois jornalistas, Mohamed Fahmy e Baher Mohamed, sob fiança. Contudo, antes disso, onde estava a renúncia do regime ao poder de prendê-los?

Noutra arena - a das negociações de paz -, o recente acordo de cessar-fogo na Ucrânia foi a última tentativa de pôr fim à guerra entre o governo do país e os separatistas apoiados pela Rússia, que têm travado desde grande parte do ano passado, na região de Donbas. Entre as lutas, tentativas de acabar com as mortes foram e vieram e as vítimas inocentes da guerra - para não dizer grande parte da comunidade internacional - tornaram-se fatigadas e cínicas.

Os processos de paz mais eficazes são parte integrante de um processo de paz. O primeiro passo - assinar o acordo - representa os compromissos das partes, em tomar os passos subsequentes necessários. Todos voltam a casa a saber exactamente o que têm de fazer, o que esperar dos outros e quais serão as consequências, caso não o façam. Quando os acordos falham, normalmente não é graças ao conteúdo, mas sim ao que falta, ou ao que fazem os signatários, apesar daquilo com que concordaram. Um guia para a paz é útil, apenas de todos o seguirem. Caso contrário, o objectivo está perdido.

As campanhas eleitorais são o exemplo de excelência do fenómeno e o mundo está agora a iniciar outra "Temporada do primeiro passo". Pelo menos sete eleições gerais irão ocorrer em países-membros da União Europeia este ano (e França irá ter eleições regionais em Março). A Grécia já votou (elegendo o governo que, até agora, parece não ser capaz de ir além de intenções e promessas) e os próximos meses trarão eleições na Estónia, Reino Unido, Dinamarca, Portugal, Polónia e Espanha. Acrescente a isto as eleições presidenciais nos EUA, no próximo ano - precedidas por uma campanha que já começou -, e pode esperar muitas promessas no ar.

Tendo em conta que os eleitores nestes países estão inundados de boas intenções, crescentes garantias e sinceros compromissos, irão esperar que os partidos e os candidatos cumpram, caso sejam eleitos. Obviamente, os partidos e os candidatos irão tentar persuadir os eleitores através das suas reputações (e ao impugnar a reputação dos seus oponentes). Se não forem em frente com as suas intenções, promessas e compromissos, o acesso a informação e a comunicação instantânea é tanta, que essas promessas vazias simplesmente não vão persuadir a maioria das pessoas.

As empresas também fazem campanha. Enviam os seus líderes para expressarem, perante os órgãos legislativos, o arrependimento pelos graves actos de má-fé e prometerem um bom comportamento no futuro. E ainda assim as manchetes estão mais repletas do que nunca de histórias de comportamento empresarial não ético, se não criminoso. Infelizmente, demasiados líderes empresariais persistem em ver o mundo como um "nós" contra "eles", em vez de tentarem perceber o porquê de, na ausência de uma acção vigorosa, ninguém confiar neles.

Os começos são vitais. Mas são apenas isso. Não há soluções fáceis para a economia da Zona Euro, para a Grécia, para a Ucrânia, ou para qualquer outro grande desafio que enfrentamos nos dias de hoje. Contudo, a não ser que os protagonistas estejam certos de que os seus anúncios, promessas eleitorais e acordos de paz irão dar lugar a acções claras e intencionais, devem pensar duas vezes antes de abrirem a boca.

CEO da Marcus Venture Consulting

© Project Syndicate, 2015.
www.project-syndicate.org

IN "JORNAL DE NEGÓCIOS"
10/03/15

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455.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO
   "DESTAK"

Amamentação prolongada leva a maior inteligência e melhores rendimentos 

Uma amamentação prolongada pode contribuir para uma maior inteligência e melhores rendimentos na idade adulta, de acordo com um estudo brasileiro publicado hoje na revista The Lancet Global Health. 
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 O estudo, realizado por investigadores da Universidade de Pelotas e dirigido por Bernardo Lessa Horta, acompanhou o desenvolvimento de 3.500 crianças nascidas em 1982 e amamentadas por períodos variáveis. 

Trinta anos mais tarde, os investigadores constataram que a amamentação foi benéfica para todos, em relação aos que não tiveram aleitamento materno e que o benefício foi tanto maior quanto mais longo foi o período da amamentação. 

* Toca a mamar em prol dos miolos.
Os que mamam na teta da República podem não ser inteligentes, mas são ricos.


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 SALÃO INTERNACIONAL DO
AUTOMÓVEL DE GENEBRA




* Uma produção "EURONEWS"

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63.O MELHOR
 DA ARTE

04.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES


HELENA VIEIRA DA SILVA,

ÁRPAD SZENES


MA FEMME

CHAMADA BICHO/5




ÚLTIMO EPISÓDIO

UM FILME DE JOSÉ ÁLVARO DE MORAIS

REALIZADO  EM 1976



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO 
"i"

Governo quer livro de reclamações
. eletrónico até ao Verão

O modelo do livro de reclamações electrónico ainda não está definido, mas para fazer a queixa será necessário, em princípio, indicar o NIF e o sector da entidade reclamada

O Governo quer criar, até ao verão, uma plataforma única electrónica para receber queixas dos consumidores na qual estarão representadas as entidades que regulam os sectores mais visados nas reclamações, anunciou hoje o secretário de Estado da Economia.
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Leonardo Mathias disse aos jornalistas que o livro de reclamações electrónico “está em processo legislativo”, devendo o diploma ser enviado para o Conselho Nacional do Consumo até ao final do mês.

O objectivo é “facilitar o acesso aos consumidores, promover um tratamento mais eficaz e mais célere das reclamações e melhorar a coordenação entre diversas entidades públicas”, adiantou o secretário de Estado, após a 26.ª reunião do Conselho Nacional do Consumo, que contou com cerca de 40 representantes de diversas entidades.

O projecto-piloto da plataforma electrónica, que vai estar disponível em simultâneo com a versão em papel do livro de reclamações, envolve entidades como a ANACOM (Autoridade Nacional de Comunicações), ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos), ERSAR (Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos) e ASAE (Autoridade para a Segurança Alimentar e Económica), destinatárias da maioria das reclamações feitas pelos portugueses.

Só no ano passado, a ASAE recebeu cerca de 130 mil queixas, a ANACOM perto de 90 mil e a ERSE e a ERSAR, entre cinco a seis mil cada.

Os números têm vindo a aumentar, indicando uma maior consciencialização dos consumidores quanto aos seus direitos, mas reflectem também a entrada no mercado liberalizado da energia, no caso da ERSE e o facto de a ERSAR ter alargado o seu âmbito de actuação, justificou a directora da Direcção-Geral do Consumo, Teresa Moreira.

No futuro, o objectivo é alargar a plataforma a mais entidades.

O modelo do livro de reclamações electrónico ainda não está definido, mas para fazer a queixa será necessário, em princípio, indicar o NIF e o sector da entidade reclamada, segundo Leonardo Mathias.

Na reunião de hoje foram também discutidas alterações ao actual Código da Publicidade que visam reflectir, segundo o secretário de Estado, “o desenvolvimento das novas tecnologias e o aumento do comércio electrónico”, que aumentou quatro vezes entre 2005 e 2014, passando de quatro para 17%.
Leonardo Mathias quer ter uma proposta legislativa “consensualizada” na segunda quinzena de Abril e pretende colocar o documento em consulta pública posteriormente, “pelo menos 20 dias”, para que possa ser aprovado em Conselho de Ministros no final de maio ou início de Julho.

O Governo quer integrar no Código da Publicidade 14 diplomas actualmente dispersos e actualizar disposições relativas a vários temas, entre os quais cigarros electrónicos, publicidade testemunhal e publicidade institucional de empresas.

Outro dos objectivos passa por dar mais responsabilidades ao Banco de Portugal e à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários no que respeita à fiscalização da publicidade a produtos financeiros, para que estas entidades possam sancionar os infractores.

Leonardo Mathias quer também que seja possível divulgar os autores das infracções “com o objectivo de dissuadir determinados comportamentos” e promover a transparência.

* O cidadão português  tem um bilhete de identidade com número e que o identifica enquanto indivíduo é esse que deve ser apresentado, porque se apresentarmos o NIF poderá ser coligida nas Finanças uma lista VIP de cidadãos reclamantes. O Bilhete de Identidade representa o direito à diferença.

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Jacques Brel

Les Bourgeois


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HOJE NO
 "A BOLA"

Meia Maratona de Lisboa 
condiciona trânsito a partir de sábado

As provas inseridas na 25.ª edição da Meia Maratona de Lisboa, a realizar no próximo fim de semana, vão condicionar a partir de sábado o trânsito em várias zonas da capital e do concelho de Oeiras.
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Através de comunicado, a Polícia de Segurança Pública (PSP) revelou que o trânsito vai estar vedado na Avenida da Índia, entre os viadutos metálicos de Alcântara e os de Pedrouços, junto à Fundação Champalimaud, entre as 23 horas de sábado e as 17 de domingo.

A circulação automóvel estará também cortada junto à Estação da CP de Algés, com o encerramento da Avenida Marginal até ao Alto da Boa Viagem, entre as 8 e as 15 horas de domingo.

Pelas 9 horas será também encerrada a Praça do Império e a Ponte 25 de Abril nos dois sentidos, com previsível abertura após as 13 horas. Pelas 9.15 horas, a polícia vai ainda cortar o trânsito na ligação da Autoestrada A5 à Ponte 25 de Abril, no IP7 (Eixo Norte/Sul) na última saída para Monsanto e no acesso à ponte a partir da Avenida de Ceuta. Às 9.40 horas serão vedados os acessos à Avenida 24 de Julho e a circulação na zona do Cais do Sodré.

* Vá a festa mas deixe o carro em casa.

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ANÚNCIOS ANTIGOS


Imagens raras do Fusca


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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

OMS quer ação global para acabar
 com indústria tabaqueira

A diretora da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan, apelou para uma "ação global" para acabar com a indústria tabaqueira e elogiou os progressos mundiais feitos na luta contra o tabagismo.
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 Falando na Conferência Mundial do Tabaco, que decorre na capital dos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, Margaret Chan felicitou os vários países, como a Austrália, que introduziram embalagem simples nos pacotes de cigarros, exortando outros Estados a adotarem a mesma decisão.

A responsável da agência da ONU assinalou que as empresas de tabaco "usam todo tipo de táticas, incluindo o financiamento de partidos políticos e de políticos individualmente para trabalhar para elas" e que "não há nada que não explorem para prejudicar os governos na sua determinação de proteger o próprio povo".

"Vai ser uma luta dura" mas "não devemos desistir até termos a certeza de que a indústria tabaqueira acabou", assegurou Margaret Chan.

Em 2014, a OMS lançou novas orientações, no âmbito da Convenção Quadro de Controle do Tabaco, a exortar os Estados membros da ONU a aumentarem os impostos que incidem sobre produtos derivados do tabaco, produto que anualmente mata cerca de seis milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a agência.

"O tabagismo caiu em vários países maioritariamente graças às medidas legislativas", afirmou Margaret Chan, apontando o mais recente relatório da OMS, em que se demonstra que a proporção de homens que fumam registou uma queda em 125 países.

Para a diretora geral da OMS, ser não fumador "está a tornar-se uma norma".

"Estamos felizes por ver esse progresso em tantos países", disse à AFP à margem da conferência, onde instou as nações que produzem folhas de tabaco para "se moverem mais rápido" no combate ao tabagismo, estabelecendo parcerias com a Organização da ONU para a Alimentação e Agricultura (FAO) e a OMS.

Na véspera da preparação da Conferência das Partes da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco da OMS (COP6), que decorreu em outubro último na Rússia, diversos produtores africanos de tabaco mostraram-se alarmados com a suposta exclusão dos governos de África nos debates sobre políticas ligadas à indústria tabaqueira.

"As pessoas que definem estas políticas estão completamente alheadas da realidade e não conseguem reconhecer o contributo económico positivo da produção de tabaco em África", disse na altura o presidente da Associação Internacional de Produtores de Tabaco (ITGA, sigla em inglês), François van der Merwe.

Aquele responsável afirmou que os produtores do Zimbabué, do Maláui, da Zâmbia, do Quénia e da África do Sul consideravam o tabaco "uma cultura de elevado valor comercial e bastante adequada à agricultura de pequena escala, tendo mudado para melhor a vida de muitos agricultores africanos", pelo que os produtores exigiam a sua inclusão nos debates da OMS sobre as políticas do setor.

Até 2025, a OMS pretende reduzir para 30 por cento o consumo de tabaco, pelo que Margaret Chan afirmou que, apesar de uma queda no número de fumadores em muitos países é necessário fazer muito mais para conter a prática do uso de tabaco.

* É uma cruzada enorme contra o fisco de todos os países.


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 TEMPESTADE




Eles estavam juntos na casa.
Apenas os dois.
Era uma noite fria, escura e chuvosa. 
A tempestade tinha chegado de repente.




e cada vez que um trovão ecoava, ele observa o seu pulo.
Ela olhou através da sala e admirou sua força aparente...
e desejou que ele pudesse pegá-la em seus braços,
confortá-la e protegê-la da tempestade.



De repente, com um estouro, a energia se foi... ela gritou...
Ele correu ao sofá onde ela se encolhia de medo.
Ele não hesitou e a colocou em seus braços.
Ele sabia que era uma união proibida e tinha a expectativa de que ela o empurrasse de volta.
Ele ficou surpreso quando ela não resistiu e o agarrou.
A Tempestade passou...



Eles sabiam que estavam errados...

Suas famílias nunca entenderiam... Tão consumidos estavam
em seu MEDO que não ouviram nenhuma porta se abrindo...
apenas o clique seco de uma câmara....!!!!!!


Agora que  já sorriu hoje, porque não ajuda outra pessoa a fazer o mesmo?
Indique este Blogue aos seus AMIGOS



enviado por BÉ

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HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Como funciona a lista VIP de contribuintes

Revista Visão divulga gravações em que um responsável da Autoridade Tributária assume a existência de uma lista de personalidades políticas cuja consulta ao cadastro fiscal era controlada internamente. O Presidente da República será uma delas. A revista Visão divulgou esta quarta-feira no seu site seis gravações áudio em que alegadamente o director dos serviços de auditoria da Administração Tributária (AT), Vítor Lourenço, admite perante mais de 500 inspectores tributários estagiários em formação a existência de um pacote VIP que inclui pessoas com "cargos políticos" e mais "mediatizadas".

De acordo com as gravações das acções de formação que decorreram em 20 de Janeiro na Torre do Tombo, em Lisboa - e que o Económico transcreve na íntegra -, a AT monitorizou especificamente, através do seu sistema informático, o acesso de funcionários ao cadastro fiscal de um grupo específico de personalidades públicas. O objectivo era "identificar online eventuais acessos indevidos".
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A RESPONSÁVEL E O  SECRETÁRIO
Um dos exemplos dados por Vítor Lourenço é o do próprio Presidente da República. A folha fiscal de Cavaco Silva terá sido acedida por uma funcionária da AT e esse acesso comunicado aos serviços de auditoria: "Ao fim de dois dias estava a ser ouvida por nós. (...) Pronto, o que é que a senhora respondeu? (...) Queria saber quanto é que ganhava o Presidente da República", responde o director de serviços à plateia.

Apesar de avisar que não pode adiantar quais as personalidades que estão na lista, o responsável ainda avançou mais um nome: o exemplo de Pedro Passos Coelho, cujos dados terão sido acedidos por sete pessoas, sem que nenhuma delas tenha admitido a consulta. "Ficou provado que havia promiscuidade entre passwords", justifica, dizendo-se sempre mais preocupado com o que "se passará com os contribuintes comuns".

Segundo Vítor Lourenço, os acessos indevidos detectados tinham uma justificação comum: a mera curiosidade, "com consciência de que não divulgando não havia qualquer problema".

As gravações na íntegra
"Posso dizer que nós neste momento, a AT, criámos um grupo associado a pessoas mais... cargos políticos. Essas eram as pessoas mais mediatizadas, existe neste momento um pacote, digamos, de identificação de pessoas que nós sabemos em online quem está a ter acesso. Não podemos é divulgar quem, claro, nesse pacote. Mas temos sistemas, neste momento já temos um pacote que nós, enfim, entre aspas chamamos pacote VIP que acabamos por identificar online eventuais acessos indevidos. Mas eu estou mais preocupado com os contribuintes em geral. Eu imagino se se passa com os VIPS, eu imagino o que não se passará com os contribuintes comuns. E isso é que me incomoda que um funcionário tenha a possibilidade ou a facilidade de entrar na privacidade de qualquer contribuinte sem qualquer fundamento".

"É que as pessoas estavam convencidas que, não divulgando, não havia problema. Esse é que é o ponto, esse é um problema de cultura também, e de formação das pessoas e talvez a culpa seja da Administração no sentido de esta mensagem nunca ter sido suficientemente emitida -e se calhar não foi. Porque todas as pessoas que foram inquiridas - e eu enfim ouvi-as a todos, determinados processos que eu chamo a mim - foi com mera curiosidade, com consciência de que não divulgando não havia qualquer problema."

"Mas é evidente que a parte informática, como nos sabemos é uma ferramenta de apoio à gestão e normalmente quando as aplicações são concebidas ou encomendadas estão concebidas ou encomendadas, digamos, para a operacionalidade. E muitas vezes na concepção descura-se o controle interno. Há essa dificuldade também. E por vários motivos até justificados. Porque se prever também o controlo interno de uma forma, enfim, mais alargada é preciso mais não sei quantos milhões e mais não sei quanto e depois não há dinheiro e então vamos procurar implementar a aplicação na óptica da operacionalidade e quanto ao controle interno vamos pôr aquilo quanto baste, só que às vezes não basta."

"O sistema de informação da AT assenta em três grandes pilares: confidencialidade, integridade e disponibilidade. Por força dos casos conhecidos estamos longe de atingir a perfeição na confidencialidade, estamos longe de atingir a perfeição da integridade, estamos longe de atingir a perfeição na disponibilidade. Mas estamos a dar passos largos no sentido de melhorar a segurança nos pilares dos nossos sistemas de informação".

"Há serviços locais ou distritais que qualquer mecanismo que seja implementado é um bicho de sete cabeças, isto é as pessoas não tem tempo. Portanto, tivemos agora recentemente um caso, os dados do primeiro-ministro. Houve sete pessoas que tiveram acesso aos dados. Sete. E ninguém foi, e ninguém foi! Com a passwords de outra pessoa, com a password única. Como é que é possível: sete pessoas tiveram acesso? Agora ninguém foi... Essas sete pessoas, ficou provado que tinha havido promiscuidade entre passwords."

"Tivemos um caso do Presidente da República em que o funcionário ficou... que nós tivemos conhecimento da informática na hora e que depois ao fim de dois dias estava a ser ouvido por nós. De acesso aos dados do Presidente da República. Pronto, o que é que a senhora respondeu? - era uma senhora - queria saber quanto é que ganhava o Presidente da República. É difícil gerir uma resposta destas e tratava-se de um caso que nem sequer tinha sido divulgado nos jornais. Porque nós, até antes de termos este pacote VIP, nós só actuávamos por impulso. Era quando era publicado no jornal é que nos lá íamos, é que íamos ver: mas o que é que se passou? Mas eu repito: estou preocupado com os contribuintes em geral."

* Um processo pidesco, o director do  "DIÁRIO ECONÓMICO" tem esta frase lapidar que diz tudo:
"Podemos duvidar do Fisco... até prova em contrário"


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 O PROVADOR


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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Risco de défice excessivo em 2017

Alerta do Conselho das Finanças Públicas. 

O Conselho das Finanças Públicas, liderado por Teodora Cardoso, alerta para o risco de Portugal registar de novo um défice excessivo caso não adote medida adicionais. Ou seja, é necessário "prosseguir o esforço de consolidação orçamental", de acordo com o relatório "Finanças Públicas: Situação e Condicionantes 2015-2019", divulgado esta manhã. 
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"Embora pareça viável a obtenção em 2015 de um défice que não ultrapasse 3% do PIB, permitindo encerrar o Procedimento por Défices Excessivos, na ausência de políticas adicionais e não obstante a convergência da economia para o seu crescimento potencial, o défice voltará a superar essa marca a partir de 2016", lê-se no documento, que apresenta uma projeção para o quinquénio 2015-2019.

* Mas o governo sofre de  autismo.


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EXERCITE A MASSA CINZENTA




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HOJE NO 
"OBSERVADOR"

Polícias limitam acesso 
a processos mediáticos

Com a polémica da lista VIP do fisco no auge, discutem-se os sistemas informáticos do Estado. Os das polícias são todos diferentes. Mas em todos é possível ocultar processos mediáticos.

Se um agente da PSP pesquisar o nome de José Sócrates, por exemplo, no sistema informático, o máximo que lhe deverá aparecer é a morada e a matrícula do carro. O sistema permite, por ordens superiores, ocultar do sistema todos os processos mediáticos ou mais sensíveis. E nem um oficial da PSP, com mais permissões que o agente, o consegue encontrar.
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Os sistemas informáticos da PSP, GNR, PJ e do Ministério Público são diferentes, mas cada um deles dispõe de níveis de segurança para triar os acessos. E além de permitir ocultar processos mais sensíveis da base de dados, rastreia tudo. Ou seja, fica gravado o nome do utilizador, o local em que acedeu, por quanto tempo e o que consultou.

Numa altura em que estalou a polémica sobre os acessos do fisco a dados fiscais, com a existência de uma lista VIP, é importante perceber como funcionam esses acessos nas polícias e na justiça.

Limitações nos acessos da PSP
O sistema foi introduzido em 2004 e tem sido melhorado desde então. Atualmente permite que um polícia em Bragança consiga saber se o suspeito que acabou de deter é alvo de algum inquérito noutra cidade. Como todas as informações policiais são colocadas no sistema, mesmo que não haja queixa-crime do lesado há a informação de que determinada pessoa cometeu um qualquer crime. E a isso, todos têm acesso.

Mas, por outro lado, o sistema permite ocultar processos mais sensíveis. Seja por se tratar de processos muito mediáticos, de suspeitos conhecidos publicamente, ou mesmo de processos em segredo de justiça, as hierarquias podem ditar “esconder o expediente”. E, assim, nem um elemento com acesso pode consultar o processo. “É o “princípio da necessidade de saber”, conta um operacional da investigação criminal ao Observador.

O programa é controlado a partir da Direção Nacional da PSP. Paulo Rodrigues desconhece a existência de processos disciplinares a polícias que consultaram o que não deviam. Mas o operacional contactado pelo Observador admite que, mesmo sem processo, há muitos polícias a serem chamados a prestar declarações para justificarem porque acederam a determinada informação.
“Um processo mais mediático, que possa suscitar curiosidade, fica reservado a quem está ligado ao processo. Até é melhor para nós. Não havendo uma restrição total, há muitas garantias de acessos, há um grande controlo e um registo fidedigno do que se vai fazendo”, diz Paulo Rodrigues.

GNR lenta, PJ com níveis de acesso  
Na GNR, explica o presidente da Associação Profissional da Guarda, o Sistema Informático de Apoio às Operações (SIOP) é muito semelhante. Embora dez anos depois de ter sido implementado ainda não estar disponível em todos os postos do País. “E por vezes é tão lento que é muito difícil aceder”, explica ao Observador César Nogueira. Uma lentidão que mesmo assim permite dissuadir curiosidades.

Na Polícia Judiciária, idem. Os níveis de acesso são definidos de acordo com “a complexidade de processos ou pessoas envolvidas e com a necessidade de aceder”, explica Carlos Garcia. O presidente da Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal diz que cada inspetor só tem acesso aos inquéritos da sua diretoria. Por exemplo, quem está na corrupção só acede a um inquérito da droga se pedir autorização superior e justificar as suas motivações. Por outro lado, também é possível que o coordenador da investigação sugira à hierarquia ocultar determinado processo do sistema – pelo seu mediatismo ou sensibilidade.

Níveis de segurança no MP
 

No Ministério Público há níveis de segurança. Mas tudo funciona de forma diferente. Um procurador do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa tem acesso a um sistema próprio, que mais ninguém tem fora de Lisboa – o Sistema de Gestão de Inquéritos (SGI). E por ordem da responsável pelo DIAP, Maria José Morgado, não há acesso ao famoso CITIUS por falta de segurança.
O Departamento Central de Investigação e Ação Penal, por seu turno – onde têm caído os processos mais mediáticos, como é o caso de José Sócrates – tem acesso a todo o sistema sem grandes restrições. Já fora de Lisboa, os magistrados só têm acesso aos processos das suas comarcas e das suas matérias. Quem investiga um processo-crime não pode aceder a um processo cível.


“Os magistrados têm um sistema muito limitado de informação. Não têm acesso às bases de dados em termos gerais, não sabem ao que se passa na polícia. Só sabem da própria comarca. Se uma pessoa tiver processos pendentes noutra comarca, o magistrado não consegue saber”, revela ao Observador António Ventinhas, procurador na comarca de Faro.
Dentro das restrições, no entanto, pode um procurador consultar outros processos para perceber se há outros relacionados com o seu, que possam ser apensados. Não é alvo de qualquer processo por o fazer. Ao contrário de um polícia. Recorde-se, no entanto, que em junho de 2014 duas magistradas foram condenadas, depois de terem sido afastadas do Ministério Público por terem acedido a informação indevida. Neste caso, estavam em causa sistemas externos ao SGI que permitem aos magistrados aceder a informações pessoais de cidadãos. Também elas com restrições: um procurador pode saber a morada de um contribuinte através do NIF, mas não pode consultar as suas declarações fiscais, por exemplo.

* Sentimos que tem de haver reserva de acesso aos dados do cidadão, sentimos que as figuras públicas  com responsabilidade na vida política, económica  e social do país têm de estar protegidas da coscuvilhice e de intrigas palacianas mas não estão acima da lei.
Não temos conhecimentos jurídico/técnicos para saber se a actual operacionalidade dos ficheiros e respectivas hierarquias de acesso são boas, vamos ficar atentos ao desenrolar dos acontecimentos.
Sabemos que não podem existir super espiões que transmitem segredos do Estado a empresas privadas.


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