segunda-feira, 16 de março de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

.




.
.


ONDE NÓS

"SOFREMOS"



MILHÕES DE GREGOS VIVEM SEM
ELECTRICIDADE, SEM COBERTURA
DE SAÚDE E SEM TRABALHO

video



.
.

AZAR




.
.
.


PATINAGEM NO GELO


CAMPEONATO AMERICANO

2015


SAMANTHA CESARIO


video


.
.

HOJE NO
 "JORNAL DE NEGÓCIOS"

Fiscalidade verde não é suficiente para levar empresas a comprar carros “verdes”

O Governo tem procurado despenalizar a carga fiscal dos veículos mais “amigos do ambiente”. O esforço tem aumentado a procura, apesar dos veículos a diesel continuarem a mostrar-se a opção mais viável para as empresas. 

As alterações levadas a cabo pelo Governo na reforma da fiscalidade verde não são suficientes para levar as empresas nacionais a alterarem as suas frotas para veículos considerados "verdes".
.
A gestora de frotas LeasePlan analisou seis segmentos automóveis e concluiu que, em metade das categorias, os veículos a diesel (gasóleo) continuam a ser a opção mais rentável para as companhias. A opção é a melhor em veículos utilitários, comerciais ligeiros e familiares pequenos.

Neste último segmento, os veículos eléctricos também poderão ser uma boa escolha, embora as vantagens se reforcem quando se ascende à categoria "premium" destes. As viaturas movidas a GPL são a melhor opção para os veículos familiares médios, podendo representar uma poupança até 22%. Os híbridos plug-in são os que apresentam mais vantagens nos veículos familiares médios "premium".

Apesar de já se começar a sentir um interesse maior por parte das empresas na utilização destes veículos nas suas frotas, a incerteza sobre a manutenção dos benefícios fiscais no futuro não tem ajudado à consolidação do cenário.

"Há alguma competitividade [dos veículos "verdes"], mas está assente em benefícios fiscais que, de um ano para o outro, podem ser alterados", reforça André Freire, consultor da LeasePlan. A incerteza quanto ao desempenho deste tipo de veículos no mercado de usados no futuro – sobretudo os eléctricos pelos custos e autonomias das baterias - também não ajuda.

"Havendo garantia da fiscalidade, a apetência por este tipo de veículos subiria consideravelmente", assegura Ricardo Silva da LeasePlan. Até porque, face a 2014, as alterações à fiscalidade verde representaram redução de custos totais de utilização nestes veículos "amigos do ambiente".

A redução vai dos 6% nos veículos GPL até aos 24% nos veículos híbridos "plug-in", passando pelos 12% nos eléctricos. Também os menores custos de manutenção poderão representar um elemento chamativo para as empresas na constituição ou renovação das suas frotas.

Os sectores da distribuição e das tecnologias são os que mais apostam nestes veículos verdes, sobretudo pela sua política de responsabilidade social. A perspectiva é de que "o leque de empresas com predisposição para este tipo de carro aumente", prevê Pedro Pessoa, director comercial da LeasePlan. "Já se começa a sentir um interessa diferente [pela utilização destes veículo]", diz.

* Uma falácia política, só mais uma, até às eleições vai haver muito folclore.

.
.


MINUTOS DE


CIÊNCIA/39


E SE VOCÊ FOSSE EXPOSTO

 AO VÁCUO DO ESPAÇO

video


.
.
HOJE NO 
"DESTAK"

«Recuperação da natalidade 
é uma causa nacional»

O ministro da Presidência e Assuntos Parlamentares defendeu hoje que a recuperação da natalidade é uma causa nacional, que exige esforço coletivo para evitar um encolhimento da nação portuguesa em cerca de um terço até 2050. 
OS INIBIDORES DA LÍBIDO LUSITANA

"A natalidade não é uma causa partidária. A natalidade é uma causa porque é um problema nacional, sendo esperado que todos façamos um esforço, que todos tenhamos a coragem de procurar uma base de trabalhos comuns que permita uma estratégia sustentada acima das mudanças no exercício do poder politico", sustentou Luís Marques Guedes.

Durante a sessão de encerramento do seminário "A crise da natalidade e o futuro do país: temos respostas?", que decorreu em Viseu, Marques Guedes sublinhou que a acentuada queda de natalidade está a provocar um desequilíbrio social e económico no país, que "hipoteca gravemente o futuro coletivo". 

* Tudo muito palavroso e florido mas este governo configura a impotência dos portugueses que se tornaram falicamente preguiçosos.


.
.

I-HISTÓRIA DAS

RELIGIÕES DO MUNDO


3- AS ANTIGAS RELIGIÕES
DO MEDITERRÂNEO

video


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

.
.
HOJE NO  
"i"

Hepatite C. 
Maioria dos 1133 doentes tratados 
já não tem o vírus

Vários doentes receberam o telefonema do Hospital Curry Cabral a dizer que tinham medicação para a hepatite C. Uma notícia que causou um sentimento de alegria incalculável.

Faz esta terça-feira um mês que os dois medicamentos inovadores - sofosbuvir e ledispavir -, com taxas de cura de 95%, passaram a ser comparticipados pelo Estado e a estarem disponíveis no hospital.
De acordo com o "Diário de Notícias", 1133 doentes com hepatite C receberam os dois remédios inovadores da Gilead. O que dá uma média de 49 pessoas por dia. 

Luís Figueiredo, de 46 anos, é um dos doentes que já recebeu o tratamento. E, apesar dos  pequenos efeitos secundários, como a irritabilidade, sente que a sua vida está a mudar. "Havia um desespero de estar à espera do dia de ter os comprimidos na mão. Senti o peso do mundo a sair-me de cima. A vida já mudou. Dia 18 vou fazer a primeira análise de controlo. Sinto que funciona, pois sinto-me bem. Espero que a carga viral esteja negativa, que foi coisa que nunca consegui com os dois tratamentos que fiz anteriormente", garantiu ao mesmo jornal.
Desde o início do ano que o Infarmed autorizou mais de 1400 tratamentos para esta doença nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde. 
Com o acordo para os remédios da Gilead mudaram também as regras de acesso. Agora são os hospitais que dão autorização directa aos pedidos feitos pelos médicos e têm cinco dias para o fazer. 
Ainda de acordo com o "Diário de Notícias", o prazo está a ser cumprido. O financiamento, que antes do compromisso era suportado apenas pelos hospitais, tem agora uma linha de funcionamento própria.
Quase todos os que tiveram acesso aos novos tratamentos deram negativo. 

* É preciso algum cuidado com a euforia, melhor partilhar contentamento porque os doentes livres do vírus não estão livres de lesões hepáticas severas. 

** O dr. Rosalvo de Almeida escreveu no "PÚBLICO" em 16/02/15, um artigo de que agora lhe proporcionamos um pequeno excerto:  
Os vírus não são todos iguais – alguns têm genomas diferentes dos outros e, por isso, respondem de modo diferente aos tratamentos. Os novos tratamentos não atuam sobre a insuficiência hepática, a cirrose ou o cancro hepático. As pessoas lá em casa precisam de saber que a cura da infeção vírica não é o mesmo que a cura da doença hepática e que, por vezes, os tratamentos chegam tarde, sem que haja culpados desse atraso.

*** Pode também ler o artigo neste blogue no dia 17/02/15, na etiqueta "PENCA NO SÍTIO" inserido às 20 horas.


.

CLARA MACEDO CABRAL

.



Lulu Landwehr 2

Sonhava diariamente atirar-se contra o arame electrificado e acabar de vez com aquilo, mas a irmã, a quem deve a vida, não deixava

Como é que se transmite a outrem uma experiência absolutamente vedada, selada, inacessível, física e psiquicamente? Tinha ela 15 anos, os húngaros ocuparam a região da Transilvânia onde nascera; de 40 a 44 introduziram numerus clausus para judeus na sua escola; no primeiro dia de Maio de 44, o seu bairro, incluindo a casa de duas assoalhadas da família, ficou circunscrito como gueto. Aos 19, foi para Auschwitz. Ficou lá três meses, mas disse-me várias vezes que um segundo ali teria bastado para várias vidas. Depois para Fallersleben, onde trabalhava 12 horas por dia para produzir os mísseis V-2. 

Foi libertada em Salzwedel. Pedi-lhe para gravarmos o que me contava em primeira mão. Durante quase 50 anos, calara--se, como tantos sobreviventes. Era preciso rasurar para viver, disse Primo Levi. Mas mesmo com o silêncio, aquilo voltava como suplício, de todas as formas e feitios, à noite, em pesadelos de alguém a persegui-la e aos seus, a cada vez que foi mãe, depois avó, a cada vez que a sua sensibilidade tacteava o anti-semitismo. 

Vinte anos passados sobre o que ela me contou, o que mais retenho é a devastação que a recordação envolvia. Ficava totalmente alquebrada. Precisava de horas para articular quatro ou cinco frases, frequentemente a voz extinguia-se até ao dia seguinte. 

Sonhava diariamente atirar-se contra o arame electrificado e acabar de vez com aquilo, mas a irmã, a quem deve a vida, não deixava. Duci (petit nom de Magdalena) era a lutadora, foi ela que roubou o resto do repolho do caixote de lixo da cozinha e se arriscava a pagar com a vida as migalhas extra, essenciais à sobrevivência. Tinham-se uma à outra, uma excepção só possível por serem fisicamente muito diferentes; os pais, uma irmã e um sobrinho tinham morrido à chegada. Não as aterrorizava morrer, mas que uma partisse e a outra ficasse. Tomaram a decisão de que sobreviveriam ou morreriam juntas, só isso permanecia em sua posse. 

Na abundância, o que não se esquece! Estragamo-nos com ela, pois envolve sempre desperdício. E é como se os bens mais preciosos perdessem frescura, começassem a apodrecer. Esquecemo-nos de tudo. O valor de um paninho do tamanho de um pano de limpar os óculos. O valor de ter a barriga cheia, a sede saciada, uma noite bem dormida, o calor entranhado no corpo. O valor da paz e da amizade. Esse bolo de anos que elas fizeram, em frente das SS, com a ração da fatia diária de pão, poupada ao longo de uma semana à custa de fome, a fim de empilharem as fatias, verem erguer o bolo e, depois, cantarem os parabéns à amiga, no seu dia de anos. 

Já sabemos tudo, já ouvimos tudo? No dia em que os americanos libertaram o seu campo – em breve se perfazem 70 anos: foi a 14 de Maio de 1945 --, não houve qualquer euforia. Os aviões eram pássaros de prata num céu azul. Abriram-lhes os portões, viram os alemães fugirem ou entregarem-se, ouviram o ribombar dos canhões. Não se pode regressar, subitamente, à vida. Se algum pensamento ou emoção os rondava, era ainda o medo, o pânico: e agora, o que vai ser de nós? Para onde vamos? 

Fizemos as gravações em muitos sítios, em passeios no Paredão, em Paris, mas sobretudo na sua casa, em Lisboa, da Rua da Quintinha. Onde eu a visitava quase todos os dias, a seguir ao trabalho. Era um apartamento moderno, pequeno e confortável. Algum do mobiliário era proveniente da companhia Mainline, que ela fundara com o marido em Brasília. Havia as esculturas em ferro da Vivi, a filha, e o quadro de um tucano pintado a óleo, também por ela. A Lulu gostava da cor branca, espalhada por sofás, tapetes, gatos, e até o seu cabelo louro era quase branco. No aparador tinha candelabros com velas que acendia com frequência. E existia um terraço com vista alta sobre o Tejo, o céu, o rio e a luz branca de Lisboa. Muitas vezes abria--me a porta descalça, dando um pé de dança, a música brasileira enchendo o apartamento. Levou anos até conseguir apreciar a alegria e ligeireza do Carnaval brasileiro, contava. 

Os gatos quase albinos, com os narizes rosados, eram silenciosos. Trepavam-lhe pelas costas acima, subiam--lhe para os ombros, desciam-lhe para o colo, deixavam-na, sem uma queixa, seriamente arranhada. Muitas vezes traziam as marcas do seu batom no pêlo. Teve vários. Tinham autorização para trepar para todo o sítio, abstinha-se de proibir-lhes os movimentos e ficou sempre com remorsos de ter esterilizado a Mitzi fufi, a primeira de que me lembro. Era tímida e enfiava-se dentro do roupeiro do quarto mal assomavam as frequentes visitas. A Lulu estava sempre a convidar pessoas para comer ou jogar brídege, tinha a casa cheia aos fins-de-semana, enchia o aparador com comida com um toque mais húngaro que brasileiro e havia, em particular, aqueles bolinhos maravilhosos, pequenos, de uma massa que ela tendia, cortava como envelopes e enrolava com recheio de compota de framboesa. Comiam--se quentes, saídos do forno, e polvilhados com açúcar branco. 

“Sou uma cidadã do mundo”, dizia, uma judia da diáspora, da dispersão, traduzia ela. Queria pertencer à diáspora. Não sai mais do Brasil, mas sairia se pudesse, porque a Europa lhe faz falta. No próximo dia 23 de Maio, a Lulu faz 90 anos. Disse-me uma vez que, com a sua morte, o mundo vai perder alguma graça. Acredito que sim. 

Escritora, a viver em Londres 

IN "i"
13/03/15 

.
.
HOJE NO
 "A BOLA"

«Sentimento generalizado dos adeptos
 é de que a FIFA é uma organização corrupta» – Jonathan Marland

A discussão de soluções globais para combater as ameaças ao desporto juntou responsáveis de vários países em Lisboa, na primeira cimeira inter-regional de políticas desportivas, na qual o presidente do Conselho de Desenvolvimento e Investimento da Commonwealth se revelou a voz mais crítica, ao questionar a credibilidade da FIFA e a atribuição dos Mundiais de futebol.
.

«Falo como adepto, mas não acredito que o Qatar está sozinho, que é o único país que talvez tenha agido de modo incorreto para ganhar a candidatura ao Mundial-2022. Se o fizeram», afirmou Jonathan Marland aos jornalistas, à margem do evento que decorreu no Palácio Foz, numa alusão às referências que tinha feito ao Brasil e à Rússia durante o seu discurso na cimeira.

«O sentimento geral da maioria dos adeptos é de que a FIFA é uma organização gerida de forma corrupta e que não representa a integridade do jogo da forma que os adeptos gostariam», acrescentou o responsável que se mostrou ansioso por uma mudança, quando questionado sobre as eleições do organismo que se realizarão em maio. «Temos de esperar por isso. Esperamos que exista uma mudança, não só de liderança, mas de mudança de integridade e de método.»

* Já deixou de ser sentimento, é uma certeza.


.



453.UNIÃO


EUROPEIA



.

 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
video


.
.


 3- A ORIGEM DO


PLANETA TERRA


video


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


.
.

HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

Investigadores estudam criação 
de janelas que transformam luz 
solar em energia

Investigadores das universidades de Coimbra (UC) e de Sheffield, no Reino Unido, desenvolveram um estudo que contribui para o futuro desenvolvimento de janelas que transformam luz solar em energia elétrica, anunciou a UC.
  .

As projetadas janelas -- designadas pela comunidade científica como "células fotovoltaicas de terceira geração" --, que poderão produzir eletricidade, em vez de painéis fotovoltaicos, são "mais eficientes e de custo reduzido em comparação com os atuais sistemas", afirma a instituição portuguesa, numa nota hoje divulgada.

"Pela primeira vez", uma equipa de investigadores, coordenada por Carlos Serpa e Hugh Burrows, "avaliou o potencial de alguns compostos de platina (platina ligada a um conjunto de moléculas orgânicas) para aplicações na transformação de energia solar em eletricidade".

Para isso, os especialistas adotaram "um método sensível de calorimetria fotoacústica (tecnologia única desenvolvida na UC)", para determinarem "quão eficiente é a transferência de eletrões destes compostos de platina para um material semicondutor, de forma a produzir eletricidade, num aproveitamento racional da energia solar".

Os resultados da investigação, financiada pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) e pelo LaserLab Europe, foram considerados 'HOT Article' e serão capa da edição 26 (a publicar em julho, mas já disponível online) da revista científica editada pela Royal Society of Chemistry, "Dalton Transactions", adianta a UC.

Segundo o investigador Carlos Serpa, os compostos de platina estudados são candidatos promissores para aplicações na conversão da energia solar em eletricidade, porque "apresentam como grande vantagem a sua capacidade de intensa absorção no visível e em parte do espetro do infravermelho próximo".

Simplificando, se se pensar nas "cores do arco-íris, estes compostos de platina têm uma forte capacidade de absorver grande parte dessas cores, especialmente a cor vermelha, mais difícil de captar", refere Carlos Serpa, salientando que "esta é uma característica essencial para a transformação eficiente de luz solar em energia elétrica".

Mas "verificou-se que o tempo de vida do composto no estado necessário para a transformação em energia elétrica é muito curto, entrando em competição com a transferência de eletrões para o circuito elétrico", ressalva o investigador da Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC.

Por isso, sustenta ainda Carlos Serpa, "são ainda necessários novos estudos, que passam pela modificação das moléculas que envolvem o átomo de platina, alterando assim as propriedades do composto para obter as condições mais favoráveis à transformação da luz solar captada em eletricidade".

Além de Carlos Serpa e de Hugh Burrows, a equipa do Coimbra LaserLab da UC que participou na investigação é também integrada por Patrícia Jesus.

O Coimbra Laser Lab Overview é um laboratório multidisciplinar dedicado ao estudo das interações entre radiação e matéria em nível molecular, que faz parte da Laserlab Europe, um consórcio de organizações líderes em pesquisa à base de laser de 16 países patrocinados pelo 7.º Programa-Quadro da União Europeia

* Mais uma vez a inteligência portuguesa em destaque.


.
.
Léo Ferré

Avec le temps

video

.
.

HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Portugal deverá ultrapassar Europa 
na compra de carro novos

Segundo a análise da Cetelem, dentro da Europa os portugueses são aqueles que mais carros particulares devem comprar em 2015. 

As vendas de veículos particulares novos (VPN) deverá crescer 7,1% em Portugal, este ano, mais que o mercado europeu, cujo crescimento em 2015 não deverá ultrapassar os 3,1%. As previsões são do responsável pelo Caderno Automóvel um estudo elaborado pela Cetelem, que analisa as tendências do sector automóvel.
 .

"No ano de 2012, 46 mil novos carros foram comprados por particulares, número que aumentou ligeiramente em 2013, tendo atingido os 46.595 unidades", disse ao Económico Diogo Lopes Pereira, director de marketing do Cetelem.

Este crescimento tem vindo a registar-se desde 2013, ano em que foram comprados 105.921 unidades de VPN em Portugal, entre particulares e empresas. De acordo com a Associação Automóvel de Portugal (Acap), nos últimos anos, têm sido as empresas suportar as vendas de veículos particulares ligeiros com uma quota que ronda os 56%.

"Dos 14 países analisados pelo Observador Cetelem, Portugal é mesmo o que apresenta melhores perspectivas de crescimento para este ano", disse o director de marketing do Cetelem.

No top de mercados com maior previsão de crescimento em 2015 estão, depois de Portugal, a China e a Holanda com variações de 5,6% e 5,1%, respectivamente. "Estes são sinais promissores para um mercado que foi profundamente abalado pela crise, mas que dá agora mostras de recuperação, apresentando um bom comportamento", sublinha o responsável.

Marcas ‘premium' em destaque
Embora a crise económica tenha retraído o consumo no mercado nacional, os portugueses elegem as marcas ‘premium' (Audi, BMW e Mercedes) como as preferidas. Em Portugal, estas marcas representam 23% das vendas de veículos novos, acima da média europeia que se situa nos 21%.
 .

À frente dos portugueses só os alemães e os britânicos com uma quota de marcas premium de 31% e 25%, respectivamente. Diogo Lopes Pereira explica que os "portugueses têm paixão pela viatura, que acontece quando o automobilista desenvolve uma ligação afectiva com determinada marca e atribui muita importância ao bom desempenho do motor, retirando prazer da condução".

Diesel é o combustível "rei"
Em relação ao tipo de combustível escolhido, o diesel continua a manter-se como o favorito. Diogo Lopes Pereira defende que este tipo de combustível deverá manter-se como líder a curto e médio prazo. "Dificilmente haverá grandes alterações no que diz respeito ao domínio da tecnologia diesel em Portugal", sublinha o responsável.

No entanto, o Diogo Lopes Pereira acredita que esta realidade possa alterar-se ligeiramente dentro de alguns anos, com a ascensão de novas alternativas como os veículos eléctricos e os híbridos. "Os incentivos dos governos europeus, nomeadamente do português, à aquisição de veículos eléctricos e híbridos vão certamente contribuir para uma mudança de paradigma", sublinha Diogo Lopes Pereira.

* Segundo o "BLOOMBERG" estamos no "top ten" da miséria... parece que os portugueses merecem os governos em que têm votado.



.
.

CÁBULAS SOFISTICADAS

video

.
.

HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

João Araújo ofende jornalista do
 CM e CMTV Tânia Laranjo. 

O advogado João Araújo não quis comentar o pedido de libertação imediata (habeas corpus) de José Sócrates e insultou a repórter Tânia Laranjo, esta segunda-feira, à porta do Supremo Tribunal de Justiça, em Lisboa. 

video

e...

video



* Palavras para quê!


.
.

 O QUE ELAS NUNCA DIRÃO 
AOS HOMENS


 1 - Credo! Estás mesmo com stress. Deixa-me fazer-te um bico para relaxares.

2 - Temos comida demais em casa. Vamos levar só cervejas.
3 - Acho que devias passar a noite com os teus amigos...Mereces.
4 - Que peido incrivel! Dá outro!
5 - Eu sei que é apertado por trás, mas por favor tenta de novo,...Tenta!!!!
6 - Não te preocupes , que eu troco o óleo e calibro os pneus.
7 - Vem ver querido... a filha do vizinho está só de de fio dental novamente.
8 - Não te preocupes , eu engulo.
9 - Porque não esqueces essa história do dia dos namorados, compra mas é uma prenda para ti
10 - Vamos assinar o Canal Sexy Hot?

11 - Que tal alinharmos numa menage à trois , tu , eu , e aquela minha amiga deliciosa?

12 - Já...? Então dorme que eu oriento-me sozinha...

13 - Querido , o pessoal do escritório ligou-te da casa das putas. Estão à tua espera....

14 - Hmm...Esse teu hálito a cerveja , está-me a dar uma tesão....

15 - Não, não... dorme que eu vou de táxi.

enviado por ADNARIM




.
.
HOJE NO 
"OBSERVADOR"

Número de adolescentes que recorre à
. urgência com problemas mentais subiu

A crise trouxe consequências para a saúde mental dos portugueses e houve um aumento de adolescentes nas urgências. Os casos são de depressão, ansiedade e tentativas de suicídio. 
.
O diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental afirmou que houve “um acréscimo muito significativo” de crianças e adolescentes de famílias em situação de crise a recorrer às urgências com situações de depressão, ansiedade e tentativas de suicídio.

“Desde que a crise tem estado mais significativa o que empiricamente tenho recolhido da parte dos meus colegas dos serviços de saúde mental de adultos, de crianças e adolescentes é que há um aumento de recursos a serviços de urgência por situações de depressão e de ansiedade”, disse Álvaro de Carvalho.
No caso das crianças e jovens houve “um acréscimo muito significativo”, adiantou o psiquiatra, que falava à Lusa a propósito de um relatório da Organização Mundial da Saúde e do Observatório Europeu sobre Sistemas e Políticas de Saúde hoje divulgado, que sublinha as evidências “bem documentadas” do impacto da crise na saúde mental.

Álvaro de Carvalho explicou que esta situação “não é de estranhar, porque havendo crise nas famílias, originada em dificuldades económicas, desemprego, etc., é inevitável que os elos mais fracos”, as crianças e os adolescentes, repercutam essa situação de tensão.

Na base destas idas às urgências estão situações de depressão e ansiedade, mas também tentativas de suicídio de jovens adolescentes.

“Os meus colegas responsáveis dos serviços de psiquiatria do Porto (Centro Hospitalar do Porto) e de Lisboa (Hospital D. Estefânia) registaram um aumento de recursos às urgências também com tentativas de suicídio de jovens adolescentes com origem em famílias com rendimento médio e médio alto, contrariamente ao que era tradicional”, adiantou.

Defendendo que os pais devem estar atentos a estas situações, o psiquiatra explicou que no caso destas crianças e jovens, os pais estão “tão preocupados com a crise” que estão menos atentos e menos sensíveis aos sinais de alarme emitidos pelos filhos.

Estes sinais de alarme são “bastante inespecíficos”, mas nas crianças e jovens a depressão manifesta-se mais através da ansiedade, dificuldade de concentração, problemas alimentares, alterações do sono e automutilações, que têm estado a aumentar, o que pode estar relacionado com a situação de crise, adiantou.
Ressalvando que não há dados epidemiológicos em Portugal sobre o impacto da crise a nível da saúde mental, o psiquiatra disse que a evidência internacional de outras crises na União Europeia aponta para um crescimento significativo da depressão e da ansiedade.

“A evidência também mostra que na maioria dos países esse aumento da depressão e ansiedade está associado ao aumento de pessoas com ideação suicida e eventualmente de risco de concretização do suicídio”, adiantou.

“Mas aparentemente nesta crise, Portugal e Espanha parecem ter menos aumento de suicídio com a crise do que a Grécia, por exemplo”, disse Álvaro de Carvalho, baseando-se em “dados ainda muito preliminares”.
Apesar de não ter havido um reforço significativo dos cuidados de saúde mental, houve um aumento do número de serviços comunitários.

“A maioria das pessoas em Portugal com problemas emocionais recorre em primeira linha aos cuidados de saúde primários e na medida em que haja uma articulação entre as equipas de saúde mental comunitárias e os cuidados de saúde primários há melhor capacidade de diagnóstico”, explicou.

No entanto, o número de consultas manteve-se porque os transportes aumentaram e as pessoas que estão empregadas deixaram de ter tanta facilidade para irem a uma consulta ou a um tratamento.
Por outro lado, “as pessoas em crise nem sempre, por pudor, evidenciam os sintomas emocionais”, frisou.

* Entretanto, os reponsáveis pela existência da crise, políticos dos partidos do covil da governação e banqueiros, continuam inimputáveis.


.
.

PROFISSIONALISMO A MAIS

video

Intérprete  de linguagem  gestual sueco
.
.

HOJE NO
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"

"Lista VIP" de contribuintes 
revelada em ação de formação

Os últimos dias têm ficado marcados pela polémica sobre a existência de uma alegada "lista VIP" de contribuintes. Governo e Autoridade Tributária continuam a negar. Um dos sindicatos assegura que o documento existe. O Dinheiro Vivo ouviu a história de Luís Santiago, uma das pessoas que assistiram à formação para novos inspetores.

12 de janeiro de 2015. Estavam "mais de 300 pessoas no auditório da Torre do Tombo, da parte da manhã". A formação falava sobre "conduta ética. A expressão "lista VIP" surgiu através de Vítor Lourenço, o formador desta sessão.
 .

Uma lista que "permite controlar os acessos" aos dados de determinados contribuintes, como explica Luís Santiago, em conversa telefónica com o Dinheiro Vivo. "Em dois minutos o departamento central consegue saber quem acedeu a estes dados", detalha o inspetor estagiário da AT. Uma lista em que "o nome do primeiro-ministro [Pedro Passos Coelho] foi dado como exemplo". Até janeiro "já teriam sido abertos 20 processos de averiguação", acrescenta, citando Vítor Lourenço.

Vítor Lourenço é o responsável pela Divisão de Acompanhamento de Resultados, Planeamento e Apoio Técnico (DARPAT), que responde diretamente à Direção de Serviços de Auditoria Interna (DSAI). Um departamento que reporta diretamente ao Diretor Geral dos Impostos, Brigas Afonso, que sucedeu a Azevedo Pereira em julho de 2014, à frente da Autoridade Tributária (AT), conforme explica o organograma da entidade.

O Governo continua a negar a existência desta lista. Ainda assim, durante esta segunda-feira, o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, não descartou a realização de uma auditoria a este caso, em resposta ao Observador.

A denúncia foi feita no início de março pelo Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, que diz receber diariamente contactos de contactos de trabalhadores do fisco a pedir ajuda depois de serem notificados por terem consultado dados de contribuintes "famosos".

O presidente, Paulo Ralha, recordou na mesma altura à TSF que os primeiros processos nasceram contra trabalhadores que consultaram os dados fiscais de Pedro Passos Coelho. Paulo Ralha admitiu "uma coincidência temporal. Este tipo de pressão sobre os trabalhadores foi implementada quando surgiu uma notícia sobre o primeiro-ministro e a Tecnoforma", acrescentou a 6 de março.

O sindicato mencionou ainda uma "pressão" clara sobre os funcionários do fisco, que condiciona as inspeções feitas e tem fortes sinais de que existe uma espécie de lista VIP de contribuintes 'especiais'. As alegadas pressões terão surgido numa formação para 300 inspetores do fisco, onde foi explicado que "todos os nomes dessa bolsa que fossem acedidos levariam à chamada do funcionário para que se justificasse". Mais recentemente, e na sequência destes processos, Paulo Ralha pediu a intervenção do Provedor de Justiça.

Tal como Dinheiro Vivo já noticiou em 2014 foram instaurados pela AT 137 processos disciplinares e de inquérito (contra 125 em 2013), incluindo aqui os 27 que na ocasião já tinham sido instaurados por consulta de dados de Passos Coelho.

* Quem são os autores das "mentirosices" esclareça-se rápido.

.