sexta-feira, 6 de março de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS 

  "AVERMELHAMOS"!




FECHARAM 2014 NO VERMELHO



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 ELEMENTO PERIGOSO ESCORRAÇADO 
PELA POLÍCIA BRASILEIRA
















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6- O FIM DO JOG0

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Como menos de 1% da população mundial escraviza o resto do mundo



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 


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HOJE NO 
"CORREIO DA MANHÃ"

Casal de sexagenários detido 
por tráfico de droga 

A mulher de 61 anos é suspeita de ser "uma das responsáveis por uma rede criminosa local". 

Um casal de sexagenários do concelho do Funchal, na Madeira, foi detido por existência de "fortes indícios" de crime de narcotráfico, anunciou esta sexta-feira a PSP. 
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Segundo a polícia, os detidos são ambos portugueses e residentes no Funchal, tendo o homem 65 anos e a mulher, considerada "uma das responsáveis por uma rede criminosa local ligada ao tráfico de droga", 61 anos. 

A PSP adiantou ter feito várias buscas domiciliárias no âmbito da investigação, que resultaram na apreensão de heroína suficiente para 535 doses individuais, três armas de ar comprimido, uma granada de mão e munições próprias para arma de fogo de diversos calibres, apenas permitidas às forças de segurança e militares, além de 42 mil euros em dinheiro. 

* Cabrões dos velhos!


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 1- SEGREDOS DA NASA


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HOJE NO 
"OBSERVADOR"

Enfermeiros nas urgências já podem
 pedir exames no momento da triagem

A partir desta sexta-feira os enfermeiros que estão na triagem nos serviços de urgência já podem pedir exames. Hospitais vão ter de garantir supervisão de doentes urgentes à espera há mais de 1 hora.

Os enfermeiros já podem, a partir desta sexta-feira, pedir exames no momento da triagem nas urgências hospitalares. Segundo a norma da Direção-Geral de Saúde (DGS), que concretiza uma alteração legislada e publicada sob a forma de despacho a 2 de fevereiro, os enfermeiros vão poder pedir eletrocardiografias e radiografias.
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“No momento da triagem de Manchester, devem ser implementados os seguintes algoritmos: eletrocardiografia simples de 12 derivações, nas situações de dor torácica e radiografia simples do aparelho esquelético, nas situações de monotrauma com deformidade e/ou incapacidade funcional, valorizando a avaliação da intensidade da dor”, lê-se na norma publicada esta sexta-feira.

Apesar do parecer negativo da Ordem dos Médicos, esta medida será introduzida de forma voluntária e experimental pelos hospitais e terá a duração inicial de um ano.
Para além desta maior autonomia, os enfermeiros terão outro papel fundamental. Diz a DGS que “os serviços de urgência devem assegurar a dotação e formação da equipa de enfermagem, de modo a garantir a supervisão dos doentes urgentes após 1h de espera”.
A DGS determina ainda que todos os serviços de urgência devem ter o sistema de triagem de Manchester em funcionamento até ao último dia deste ano, assim como devem ter organizados os Cuidados Hospitalares Urgentes ao Doente Traumatizado e devem criar e implementar a Via Verde de Sépsis.

Os diretores do serviço de urgência, até serem emitidas normas específicas pela Direção-Geral e Ordem dos Médicos, serão responsáveis por criar e atualizar o regulamento de encaminhamento interno dos doentes, a ser utilizado após a triagem de Manchester.

Até 31 de março, as Administrações Regionais de Saúde devem identificar os hospitais que vão implementar estas medidas e disso notificar a Direção-Geral da Saúde.

Explica a DGS que a uniformização de procedimentos e o “encaminhamento interno das situações clínicas, mais frequentes para áreas de especialidade, deverá ser definido em cada hospital, de forma a facilitar o acesso, em tempo útil, à observação médica adequada, com redução dos tempos de espera e de permanência no serviço de urgência”.

A triagem de Manchester, implementada em Portugal no ano 2000, permite identificar uma prioridade clínica, com posterior alocação do doente na área de atendimento mais adequada. A cada doente, consoante a sua prioridade, é dada uma pulseira com uma cor.

* Requisição de electrocardiograma e radiografias ao esqueleto é muito escasso para a qualidade e competência dos nossos enfermeiros,  análises de sangue e urina e outros exames complementares de diagnóstico também podiam ser requisitados por enfermeiros. Claro que a OM reclama, tem de defender o feudo.

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 SUÍÇOS PAGAM PREÇO ALTO PELA

POLÍTICA MONETÁRIA DO PAÍS


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*  Uma produção ""EURONEWS"


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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Portugueses chantageados 
depois de se despirem na net

PJ denuncia esquema que já vitimou "dezenas" de homens portugueses desde o início do ano. Falsa "jovem atraente" grava imagens comprometedoras das vítimas, que acabam extorquidas e humilhadas

Há um novo esquema na Internet que tem inundado a Polícia Judiciária (PJ) de queixas. As vítimas são todas homens, atraídos através das redes sociais, sobretudo do Facebook, por "pessoas aparentemente sedeadas no estrangeiro, sob a capa de uma jovem atraente".
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 Entusiasmados com a possível conquista, despem-se (e não só) em frente à webcam dos seus computadores. E acabam chantageados, a desembolsar centenas de euros, e humilhados publicamente. Nomeadamente entre os seus contactos nas redes sociais.

"É uma tendência que temos sinalizado neste ano de 2015", disse ao DN Rui Nunes, do Departamento de Investigação Criminal da PJ de Aveiro. "Temos queixas em vários departamentos mas já serão umas dezenas de situações", disse, explicando que o perfil das vítimas é quase sempre o mesmo: "Jovens adultos, do sexo masculino, entre os 20 e os 30 anos. Há registo de um ou dois menores mas fisicamente não parecem ser", acrescentou. "Não há aqui abordagem de menores [deliberada]".

* O "Macho Tuga" é o campeão da ignorância, se em vez de estar à frente do computador arranjassem tempo para ler, não ficavam tão dependentes de exibir a cueca.
Não aprovamos o crime mas apreciámos o bailarico.

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HELENA CRISTINA COELHO

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Helena Cristina Coelho     Culpas sem memória

O escrutínio, mais do que um direito, é uma forma de garantir transparência. E se isso é relevante para um banco ou uma empresa, é ainda mais quando se trata de um cargo público. O país parece estar a ser alvo de um violento surto de esquecimento. Um ataque indiscriminado, que apanha da mesma forma banqueiros, gestores, auditores, governantes, advogados. Um ataque violento, mas que está longe de ser súbito. Porque não é de agora, não é das últimas semanas, não é sequer dos anos mais recentes. É um problema que vem de trás, de muito tempo atrás. Dos tempos em que, por exemplo, Ricardo Salgado era presidente do Banco Espírito Santo e se esqueceu de declarar 8,5 milhões de euros ao Fisco ou aquele presente generoso de um amigo construtor.

Ou quando Vítor Constâncio era governador do Portugal e não se lembra de ter sido convocado pelo governo para falar do caso BPN, já os sinais de alerta soavam. Ou quando um secretário de Estado do Tesouro, que durou menos tempo no lugar do que a sua falta de memória, garantiu não se recordar de ter tentado vender ‘swaps' ao governo português quando ainda trabalhava no Citigroup. O caso BES, então, tem sido uma sucessão de episódios de amnésia aguda: desde o ‘chairman' da Rioforte que diz não ter tido conhecimento de uma série de decisões relevantes para a vida da empresa (que seria um dos pilares da ruína do grupo) até ao administrador financeiro que assumiu sem pudor desconhecer onde parava uma parte do dinheiro. Agora foi a vez de Zeinal Bava confessar aos deputados que não guarda memória das aplicações ruinosas da PT no Grupo Espírito Santo. E até o primeiro-ministro parece ter sofrido um novo e inesperado lapso de memória: depois do caso Tecnoforma - em que disse não se recordar de ter recebido ou não pagamentos da empresa quando era deputado em regime de exclusividade - reconheceu agora que se esqueceu de pagar à Segurança Social porque não sabia que era uma obrigação e porque ninguém o notificara por isso.

O país do "não sei, não me lembro, não vi, não me contaram, não guardo memória, não participei, não estava a par, não era da minha competência" e outras negações de responsabilidade, competência ou mesmo culpa, não começou agora e, infelizmente, não se esgota no colapso do BES, nas dívidas da PT ou nos incumprimentos de um primeiro-ministro. O sarcástico "amadorismo" lançado por Mariana Mortágua a Zeinal Bava na comissão de inquérito ao caso BES foi, por isso, mais do que uma simples farpa na reputação de um gestor. É também uma crítica à forma como o país tem escrutinado os seus líderes, sejam eles banqueiros, gestores ou políticos. E todos temos sido um pouco amadores nessa fiscalização, desde auditores que deixam passar buracos nas contas, fiscais que deixam passar dívidas sem cobrança, supervisores que deixam passar problemas sem os antecipar, investigadores que deixam passar indícios sem os conseguir, juízes que deixam passar crimes sem os punir, jornalistas que deixam passar perguntas sem exigir mais (e melhores) respostas.

O escrutínio, mais do que um direito, é uma forma de garantir a transparência e precisa de ser cumprido com maior exigência. E se isso é relevante para um banco ou uma empresa, é ainda mais precioso quando se trata de um político ou de um cargo público. Parece, por isso, cada vez mais evidente que esse filtro também deve ser aplicado antes de qualquer eleição ou nomeação e não depois, quando o dano já está feito - aí já só sobra (um eventual) perdão e (uma quase certa) penitência. Que servem a quem? Antecipar lapsos, incumprimentos, pouparia assim o país a muitos danos, fracassos, desilusões - e também ao deprimente desfile de portugueses com intrigantes apagões de memória. Se já não serve para mais, pelo menos que estes casos de ‘amadorismo' sirvam de lição para futuros (e melhores) escrutínios.

IN "DIÁRIO ECONÓMICO"
05/03/15

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443.UNIÃO


EUROPEIA





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HOJE NO 
"RECORD"

Ana Rente de prata em 
trampolins no Azerbaijão

Ana Rente, com um segundo lugar, e Pedro Ferreira, com um terceiro, foram esta sexta-feira os portugueses mais bem classificados em individuais no Open do Azerbaijão de ginástica de trampolins, em Baku, prova que serviu de teste para os Jogos Europeus. 


Em individuais, Portugal classificou também Diogo Abreu em quarto e Sílvia Saiote em sexto, enquanto na especialidade sincronizada Pedro Ferreira e Diogo Abreu conseguiram o segundo lugar, e em sincronizado feminino Ana Rente e Silvia Saiote terminaram no terceiro lugar da tabela.

A competição, que serve como teste para a modalidade nos primeiros Jogos Europeus, teve um número reduzido de participantes, com oito inscritos no setor feminino e dez no masculino, representando Azerbaijão, Geórgia, Turquia e Estados Unidos, além de Portugal.

* Ficaremos contentes com os resultados dos atletas portugueses quando soubermos a pontuação, respeitamos a sua dedicação ao trabalho, mas um "open" com dezoito atletas é mais um "closed", jogaram à sueca?

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O SEGREDO 
DAS COISAS

 17 -OURO

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4-NASCIDOS 


EM BORDÉIS


CRIANÇAS DA LUZ VERMELHA 
DE CALCUTÁ

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UMA SÉRIE ANGUSTIANTE QUE NINGUÉM DEVE DEIXAR DE VER



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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ministério quer dispensar polícias com
. mais de 58 anos do trabalho noturno

O Ministério da Administração Interna quer dispensar do trabalho noturno os polícias com mais de 58 anos e criar dois novos postos na carreira de agentes e chefes da PSP.

Estas são duas das medidas que constam da proposta de alteração ao estatuto profissional da Polícia de Segurança Pública que a ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, apresentou esta sexta-feira aos sindicatos da PSP.
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 Segundo os sindicatos da PSP, Anabela Rodrigues apresentou, de "forma superficial", o documento, que agora vai ser analisado pelas estruturas sindicais para ser negociado com a tutela.

Durante a reunião, a ministra deu conta às estruturas sindicais da intenção de criar os postos de agente-coordenador e chefe-coordenador, e de dispensar do trabalho noturno os polícias com mais de 58 anos, mantendo o pedido de passagem à pré-aposentação os 55 anos de idade ou 36 anos de serviço.

A questão da pré-reforma merece críticas por parte dos sindicatos, que querem ver reduzido o tempo para efetuar o pedido e não percebem a dispensa do trabalho noturno a partir dos 58 anos.

"A partir dos 50 anos, numa profissão de desgaste rápido, não faz qualquer sentido fazer trabalho por turnos", disse o presidente do Sindicato Nacional de Polícia (SINAPOL), Armando Ferreira, citado pela agência Lusa.

Já o presidente do Sindicato Nacional dos Oficiais de Polícia (SNOP), Henrique Figueiredo, afirmou à Lusa que a dispensa do trabalho noturno vai criar problemas na gestão de recursos humanos, nomeadamente nos comandos onde o efetivo é mais envelhecido.

"A proposta de estatuto é muito má a todos os níveis", adiantou o presidente do sindicato que representa a maioria dos oficiais que comanda a PSP, referindo-se à progressão na carreira, férias, folgas e à manutenção das 40 horas de trabalho semanal.

Para Henrique Figueiredo, os polícias não veem na proposta apresentada a exceção à Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas, continuando a ser tratados como funcionários públicos.
Também o presidente do SINAPOL afirmou que o estatuto apresentado "não é melhor do que o anterior", considerando que "até há uma retirada de direitos".

Armando Ferreira acrescentou que os polícias vão ver reduzidos em cinco dias as férias e vão ter um novo regime de avaliação.

Por sua vez, o presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia (ASPP/PSP), Paulo Rodrigues, disse à Lusa que a proposta "não vai ao encontro das expectativas" dos polícias, esperando que exista "uma grande abertura e margem negocial" do MAI para alterar alguns pontos.
Paulo Rodrigues afirmou ainda que os suplementos remuneratórios e o reconhecimento da profissão de polícia de risco e de desgaste rápido não estão incluídos no estatuto, tendo a ministra avançado que estas questões vão ser alvo de um diploma próprio.

A proposta de estatuto vai ser agora discutida individualmente com os 14 sindicatos da PSP, em reuniões a partir de 20 de março.

* A proposta é uma base de trabalho e ninguém tem dúvidas que ser polícia é uma profissão de risco mal paga. Com esta ministra temos esperança de que o estatuto da polícia melhore, a bem do país.


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Mafalda Arnauth

Hortelã Mourisca

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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"


Funcionários do Fisco recorrem à PGR por causa de "lista VIP" de contribuintes

Consulta aos dados fiscais de Pedro Passos Coelho já motivou 27 processos disciplinares. Sindicato dos Impostos pede clarificação à Procuradoria-Geral da República e diz que há uma lista "vip" de "contribuintes de primeira categoria" que os funcionários não podem consultar e está a levar à instauração de dezenas de processos disciplinares.
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Terá o Fisco uma lista "vip" de contribuintes cujo cadastro está especialmente protegido, e faz soar os alarmes sempre que algum inspector o consulta? A pergunta tem ecoado nos corredores da Autoridade Tributaria (AT) depois de, nos últimos meses, ter aumentado muito o número de processos disciplinares relacionados com a alegada quebra do sigilo fiscal - 27 dos quais relacionados com Pedro Passos Coelho. Mas ganha agora nova dimensão depois de ter sido abordada pelo líder do PS, António Costa, e de os funcionários fiscos informarem que recorreram à Procuradoria-Geral da República para esclarecerem os seus direitos e inibições.
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Esta manhã, reagindo às notícias sobre as falhas contributivas de Pedro Passos Coelho que nos últimos dias vieram a lume, o secretário-geral do PS aludiu à "denúncia gravíssima, feita pelo presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos", de que que "foi constituído um universo de contribuintes VIP, cujos dados revestem particular protecção e cuja consulta pelos funcionários da AT implica imediatamente o desencadear de mecanismo de alarme junto do respectivo diretor-geral". António Costa diz que "é necessário garantir que tudo isto decorre com total transparência", mas "este clima não é nada bom para o dever de sentimento de responsabilidade, de respeito que todos querem relativamente às instituições democráticas".

Citado pela Lusa, António Costa, sublinhou ainda que importa "garantir que estes processos disciplinares decorrem com total isenção e que em caso algum podem constituir uma forma de limitar os deveres que os funcionários da AT têm de garantir o cumprimento das obrigações fiscais por parte de qualquer cidadão".

Paulo Ralha, presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI), já havia dito ao Negócios que, numa acção de formação recente, um dos formadores tinha transmitido esta mesma informação aos formandos. O dirigente sindical mostrava-se preocupado com a situação, não só por criar categorias de contribuintes de primeira e de segundas categorias, mas também porque esta prática estará a inibir o trabalho dos funcionários.

Esta sexta-feira, Paulo Ralha acrescenta à Lusa que pediu, esta semana, à Procuradoria-Geral da República (PGR) que esclarecesse se os funcionários têm limitações na consulta de informações fiscais dos contribuintes. "Aguardamos um esclarecimento da PGR no sentido de esclarecer qual é o âmbito em que os funcionários do Fisco podem aceder à base de dados e se existem limites a esse acesso", contou o presidente do STI.

Desde finais do ano passado, a Autoridade Tributária (AT) já instaurou, ou está em vias de instaurar a quem apenas ainda notificou para prestar declarações, cerca de 140 processos de averiguações a funcionários que consultaram dados de contribuintes, contou o sindicalista. Mas não é o acesso a dados de qualquer contribuinte que tem motivado a abertura destes processos, explica Paulo Ralha, dando conta de se tratarem "sempre" de figuras mediáticas, com grande influência no país.

A maioria dos processos de averiguação abertos nos últimos meses está relacionada com a consulta de dados de empresas inspeccionadas e respectivos sócios, pessoas ligadas ao sistema financeiro e empresários mediáticos.

A abertura pela AT de processos de averiguações aos funcionários, que segundo Paulo Ralha foi "muito pontual" até finais do ano passado, está a motivar um clima de mau estar e insegurança no seio dos trabalhadores dos impostos.

O Ministério das Finanças reitera que que "em todos os casos em que a AT tem conhecimento de suspeitas de violação do dever de confidencialidade relativamente a qualquer contribuinte português é instaurado o correspondente processo de auditoria interna", um procedimento que "tem como único objectivo defender o direito fundamental de cada contribuinte ao sigilo fiscal".

Mediante os desmentidos das Finanças sobre a existência de uma "bolsa VIP", o STI já disse querer saber, então, "porque é que o Chefe de Divisão da Direcção de Serviços da Auditoria Interna fez esta afirmação numa acção de formação onde estavam 300 inspectores?"; "porque surgiram mais de 100 inquéritos com vista a processos disciplinares a trabalhadores que estavam a fazer consultas no âmbito das suas funções, justamente depois das declarações daquele alto responsável da AT?".

* Temos uma sinistra das Finanças que pode tudo, até um dia.

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GINASTICA MUSICADA

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HOJE NO 
"DESTAK"

Movimento Sem Terra no Brasil 
destrói enxertos de eucaliptos geneticamente modificados 

Cerca de mil mulheres do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) invadiram um centro de pesquisa científica e destruíram enxertos de eucalipto geneticamente modificados em Itapetininga, no interior de São Paulo. 
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 Um vídeo da ocupação, realizada quinta-feira durante um protesto contra manipulação genética, foi divulgado pelo MST. O centro de pesquisa pertencia a uma fábrica de celulose. 

 Os enxertos eram criados desde 2001 e a sua destruição ocorreu no mesmo dia em que a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança, vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia brasileiro, votaria a permissão da venda do eucalipto geneticamente modificado no Brasil. 

* Estamos com os Sem Terra. No entanto aguardamos que se façam estudos científicos em Portugal para criar políticos genéticamente modificados, poderá haver a hipótese de serem melhor que os originais.


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 PERGUNTAR OFENDE?



 DÚVIDA/1



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DÚVIDA/2
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 DÚVIDA/3



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 DÚVIDA/4




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DÚVIDA/5



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 DÚVIDA/6



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 DÚVIDA/7



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HOJE NO 
"i"

Mau-olhado. 
A crença que não escolhe idades
 nem classe social

Queixa é habitual nas consultas de astrólogos e “mestres” do esoterismo. Mas padres e psicólogos também a ouvem. Crise aumentou fenómeno que recentemente foi ligado às primeiras sociedades com grandes diferenças sociais

Maria, estudante de 23 anos, nunca tinha pensado a sério no assunto. Mas à quarta relação que fracassava aos três meses foi pela primeira vez à bruxa. Não precisou de dizer muito até a mulher lhe dar o veredicto: mau-olhado de uma rapariga que gostava de um rapaz com quem namorou há cinco anos. “Nunca tinha pensado se acreditava ou não, mas ela disse-me o nome da pessoa, que eu também conhecia”, conta. Incrédula, tentou outro profissional do ramo e o diagnóstico foi o mesmo: inveja a tal ponto que a rival tinha ido a um profissional para a bloquear. 
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Maria seguiu à risca o remédio para afastar o mau-olhado: durante nove dias, deveria começar o banho por se esfregar em sal, para libertar más energias, e depois em alecrim e arruda, para atrair as boas. Ainda está à espera dos resultados, mas o detalhe da experiência convenceu-a. Pela primeira consulta, pagou 40 euros. Na segunda opinião, foi livre para fazer o donativo que quisesse. Já Isabel, doméstica de 56 anos, ficou convencida quando os filhos eram pequenos e passavam horas a chorar sem razão aparente: bastava que uma conhecida fizesse as suas orações do “quebranto” para o casal, com 11 meses de diferença, acalmar. A certa altura passou ela própria a fazê-las. E recentemente tentou voltar a procurar ajuda para um irmão doente, que acabou por morrer no tempo em que lhe disse a vidente ao ouvir apenas o nome dele. Não havia nada a fazer. 

A crença no mau-olhado remontará às primeiras sociedades organizadas, aliás um estudo publicado este ano na revista científica “Journal of Economic Behavior & Organization” sugere que terá nascido como defesa nas comunidades com maiores desigualdades sociais, para as pessoas se escudarem da inveja de quem tinha menos. O certo é que parece estar de pedra e cal no século XXI, apesar de não haver provas de que seja algo real. Na Grécia Antiga ainda havia a teoria de que o olhar libertaria substâncias, o que explicaria a sensação de estar a ser observado. E apesar de em 2010 ter sido publicado um estudo que sugere ser possível medir ondas electromagnéticas provenientes do olhar, sustentando que algumas pessoas poderão detectar mais facilmente essas vibrações, estão por encontrar provas de que possamos ser amaldiçoados por esgares ou pensamentos negativos de alguém. 

Padres e psicólogos  
Mas é aqui que as coisas complicam. Além de mestres e videntes, as queixas de mau-olhado também chegam a padres e psicólogos. António Fontes, o pároco de Vilar de Perdizes famoso por organizar há 30 anos o congresso de medicina popular, é o primeiro a dizer que o mau olhado não passa de superstição. Diz ser procurado por muitas pessoas com essa preocupação, a quem se limita a explicar que não existe “poder real” nenhum de causar bem ou mal a alguém. “As pessoas é que ao sentirem ódio, raiva ou ameaçadas de alguma forma tendem a atribuir os seus azares e problemas a um provocador.” Dito isto, não quer dizer que os impactos não sejam reais: “quem acredita que alguém lhe está a fazer mal, deixa-se de controlar por esse sentimento de inveja e mau olhado e tem consequências, que podem incluir sintomas.” 
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Um mal que não escolhe idades nem classes, diz o padre. E Jorge Gravita, psicólogo clínico, concorda: “É mais uma questão de perfil, mais comum entre as pessoas mais sugestionáveis.” As queixas também não são estranhas ao psicólogo, que explica que faz parte da natureza humana tentar processar o “desconhecido”. O problema é quando a superstição ou crença se tornam uma obsessão, o que poderá indiciar até paranóia ou psicose. 

Como trata um psicólogo alguém que se sente vítima de mau olhado? “Temos de fazer com que a pessoa exponha os fantasmas e demónios que a povoam e encontre formas de expressão que não a fuga ou o evitamento”, resume Gravita, dizendo contudo estar fora de questão obrigar o doente a rejeitar algo em que acredita. “Nunca se confronta directamente a crença. O que tentamos é que a pessoa evolua, perceba a origem dos receios e porque é que o pensamento mágico assume tal proporção na sua vida”, explica. É preciso dar espaço para que perceba a lógica das casualidades da sua vida e consiga “construir uma narrativa que a desintoxique”, acrescenta. 

Cuidado com burlões  
E se isso implicar fazer orações ou ter santinhos, não há problema diz o psicólogo, para quem o sinal de alarme é quando percebe que a pessoa está a destruir a vida familiar e o seu património por ter entrado em algum “esquema purgatório”, fenómeno que sente ter aumentado nos últimos tempos, até em algumas novas igrejas.“Temos o dever ético de alertar. Nem todos os bruxos serão burlões, mas alguns aproveitam-se”, diz Gravita, que por outro lado reconhece que há pessoas tão sugestionáveis que sentem que só o consolo de uma autoridade na área mais paranormal as pode ajudar.  E se às vezes pode parecer um caminho mais fácil, há perigos. “Pode parecer mais seguro do que ter de reconhecer os afectos e problemas interiores que interferem nas relações ou trabalho. O problema é  que personalidades com maior registo supersticioso são mais vulneráveis à burla, porque no fundo acreditam que é possível controlar o futuro, enganar a sorte. Como alguém que ache possível comprar uma fórmula para vencer sempre no casino.” 

Maria Helena Martins, astróloga das manhãs da SIC, desdramatiza: diz que nesta área existem burlões como em qualquer profissão, aconselhando que os interessados se guiem por contactos de amigos e familiares satisfeitos. Para a astróloga, é notório um aumento das queixas de mau olhado com a crise, ocupando 50% das suas consultas. Mas também não vê nisso nada de muito esotérico. “Quando a vida corre mal, as pessoas tendem a colocar as culpas no exterior e não o interior e é isso que fundamenta a crença”, diz. 

Também Maria Helena defende que, havendo ou não terceiros à mistura, o certo é que os sintomas são reais, mesmo que seja tudo psicológico. “E o que é que não é psicológico?”, contrapõe. Entram então as orações e os amuletos, estratégias de fortalecimento que funcionam em pessoas de fé, explica. “Não tendo força, transfere-a para o objecto, que pode ser uma medalhinha da mãe ou outro em que acredite.”  

Na hora de deitar mãos à obra, para Maria Helena não há melhor que a tradição: repetir a velhinha oração do “quebranto” – Deus te viu, Deus te criou, Deus te livre. De quem para ti mal olhou. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, Virgem do Pranto, Tirai este quebranto – enquanto se pinga azeite num prato de água, com o dedo polegar com que se está a benzer a vítima. Se o azeite se separa, há quebranto. Se não separa, não há. Diz que a explicação científica não é com ela, mas as pessoas sentem-se melhor. E no fundo é esse o argumento. Para o professor Amadou, um dos muitos mestres que promete protecção contra o mau olhado nos classificados dos jornais, a tradição herdada do avô do Mali também é a melhor arma contra o que resume ser uma inveja capaz de barrar oportunidades. Não tem cura, mas sim formas de se proteger com banhos e amuletos à medida, explica, sem desvendar mais. Cobra 25 euros pelas consultas. 

* O verdadeiro "mau olhado" é do governo sobre nós.

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Mascotes vs cheerleaders
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HOJE NO 
"A BOLA"

Europeus: 
Nélson Évora passa qualificação
 em terceiro

O português Nélson Évora apurou-se para a final do triplo salto dos Europeus de pista coberta de atletismo, a decorrer na O2 Arena de Praga, na República Checa, com o terceiro melhor registo da qualificação.

Valeu a Nélson Évora os 16.61 metros alcançados no segundo ensaio, que lhes garantiram o terceiro lugar na qualificação atrás do russo Dimitry Sorokin (16.76) e do romeno Marian Oprea (16.63).

Ainda longe dos 17.19 conseguidos durante os Nacionais de Clubes de pista coberta, Nélson Évora fez ainda 16.51, no primeiro ensaio, e 15.95, no terceiro.

A final do triplo salto realiza-se no sábado, a partir das 17.45 horas. 
 
* Boa Sorte

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15/O DESPORTO  


É MARAVILHOSO

















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