quinta-feira, 5 de março de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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 27-ACIDEZ 
FEMININA
MULHER TEM QUE FAZER 

TUDO PARA AGRADAR 

AO NAMORADO! 




A IMPRESCINDÍVEL TATY FERREIRA

 
* Uma produção "ACIDEZ FEMININA" - BRASIL



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CRESCIMENTO SUSTENTÁVEL










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P'ra você dançar





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HOJE NO 
"OBSERVADOR"

Dinamarca quer rebatizar parte da Suécia

O mais pequeno dos países escandinavos pretende transformar parte da Suécia em "Grande Copenhaga". O objetivo é otimizar os negócios e aumentar o turismo.

A Dinamarca pretende rebatizar a província de Skåne, na Suécia, e chamar-lhe “Grande Copenhaga”. A missão é tornar esta região mais competitiva face a outros destinos turísticos. A notícia foi adiantada pelo The Guardian. Seria, à partida, uma questão controversa. Mas entre nórdicos, parece que não.

Para Frank Jensen, presidente da Câmara de Copenhaga, a justificação é simples: “o tamanho importa” . Ora como Copenhaga tem um nome bastante reconhecido internacionalmente, batizar a província sueca desta forma pode torná-la especial: “passa por criar uma identidade comum que toda a região possa apresentar, e a região de Skåne iria fortalecer a sua posição ao perfilar-se deste modo”, defende Jensen.

E os dinamarqueses contam com o apoio sueco. Segundo um documento oficial dinamarquês, o crescimento a este deste país e a sul da Suécia é muito menor quando comparado com cidades como Estocolmo, Amesterdão e Hamburgo. No mesmo relatório já se projeta a Grande Copenhaga como uma zona metropolitana europeia com “influência internacional” suficiente para a tornar um terreno fértil para o investimento e inovação. As duas regiões unidas iriam contar com 3,8 milhões de pessoas, 11 universidades e 150 mil estudantes.

A área geográfica já tem um nome: Oresund, o nome da ponte que une o sul da Suécia à Dinamarca. Esta região engloba Skåne e a ilha de Zealand, que pertence à Dinamarca e onde está localizada a capital, Copenhaga.
 
Malmöe
Apesar do encaminhamento do projeto, levanta-se um problema. Afinal nem tudo pode ser perfeito. É que nenhum habitante da Escandinávia ouviu falar deste plano.

Mas há quem o defenda acerrimamente. Greg Clark, especialista em cidades internacionais, explica que “o investimento da ponte de Oresund sempre teve como princípio a criação de uma região integrada”. A diferença é que, agora, esta região “precisa de um novo nome”. O consultor, que participou no planeamento de cidades como Londres, São Paulo, Singapura, Nova Iorque e Hong Kong, acredita que o rebranding faz sentido, como estratégia para enfrentar a competição global fervorosa.
Clark expõe as vantagens deste processo. Em primeiro lugar, Copenhaga é líder no combate às mudanças climáticas. Enquanto a capital dinamarquesa está superlotada e é cara, a cidade de Malmöe, que se encontra à beira-mar, é espaçosa e acessível.
Mas entre a população sueca, as opiniões dividem-se, já que há quem tema ficar subjugado à Dinamarca. As palavras de Katrin Stjernfeldt Jammeh, o prefeito social democrata de Malmöe, vão de encontro a este receio: “Penso que isto ia causar problemas à costa sueca”, admite.
Neste sentido, Stefan Johansson, o líder da Invest in Skåne, diz ter uma ideia melhor: chamar Oresund apenas à “Baía da Escandinávia”. Segundo Johansson, a província de Skåne é comparável à baía de São Francisco e causaria menos problemas de identidade entre os suecos.

O Governo de Estocolmo sublinha que esta é uma matéria regional, mas que pode significar que Skåne seria perspetivada como uma zona de futuro investimento, por se tornar “semi-estrangeira”. Per Tryding, vice-presidente da Câmara de Comércio do Sul da Suécia”, explica que uma metrópole tem de contar entre 4 e 5 milhões de pessoas para ter um lugar no mundo.

O jornal de negócios sueco Dagens Industri confirmou o fraco panorama económico da Suécia e admitiu apoiar este rebranding. Para o jornal, Copenhaga passaria a ser “a ponte de Skåne para o mundo”. Mesmo assim, não deixa de notar que esta ação pode levar à perda de identidade da região.
O especialista em cidades internacionais Greg Clark acredita que este será um grande passo e que, em breve, os suecos vão habituar-se à ideia e aceitá-la: “eles são espertos a esse ponto”, afirma.

* Quem conhece a história nacional da Suécia e da Dinamarca pensará que esta notícia é uma fábula, mas, para já, a promoção turística da região começou.


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XXVI- O UNIVERSO
 
2- AS MAIORES EXPLOSÕES
DO UNIVERSO






* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Alerta máximo no Hospital de Setúbal
 em risco de perder 13 especialidades

Entre as 20.00 e as 08.00 horas 350 mil pessoas passam a ser encaminhadas para o Hospital Garcia de Orta. 

Uma centena de pessoas participou hoje numa vigília em frente ao Hospital de São Bernardo (Setúbal) para exigir a revogação da portaria 82/2014, que, garantem, acabará de uma só vez com 13 especialidades durante a noite - das 20.00 às 08.00 horas - naquela unidade de saúde, obrigando a que 350 mil pessoas passem a ser encaminhadas para o Hospital Garcia de Orta (Almada). 250 mil de Setúbal, Sesimbra e Palmela, mais cem mil do Litoral Alentejano. A confirmar-se, a unidade de Almada, que hoje serve 450 mil utentes, passará a servir 800 mil durante esse período do dia. Foi projetada para 150 mil pessoas.

"O Centro Hospitalar de Setúbal corre o risco de ser reduzido a unidade básica, o que será um duro golpe para estas populações e uma machadada na assistência hospitalar", alertou Anabela Malheiro, da comissão de utentes, que terça-feira tenciona ir entregar um manifesto ao ministro da Saúde, Paulo Macedo.

O objetivo do documento é alertar para a importância de reforço das equipas no hospital sadino, sem perder de vista que o Garcia de Orta "há muito tempo que está incapaz de dar resposta às populações de Almada e Seixal", acrescenta.

Segundo os utentes que marcaram presença na vigília, ocupando um passeio em frente ao hospital de São Bernardo, as especialidades que estão ameaçadas são a obstetrícia, urologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, gastroenterologia, cirurgia plásticas e construtiva, oncologia médica, hematologia, infecciologia, nefrologia, pneumologia, imunoalergologia e endocrinologia.

Segundo Anabela Malheiro, estão em causa valências que poderão deixar Setúbal ainda em 2015. "Não podemos permitir que esta portaria vá em frente. Ela foi uma fuga deste Governo que não quis levar à Assembleia da República a discussão do Serviço Nacional de Saúde, porque, de certeza, que não iria ter coragem de anunciar as suas reais intenções para o nosso hospital", insistiu a mesma dirigente.

Os manifestantes lamentaram ainda que cerca de 50 mil utentes de Sesimbra tenham passado recentemente a integrar a área de influência do Hospital de São Bernardo, sem que fossem acauteladas medidas em termos de espaço físico e logística, já que o número de habitantes por cama aumentou de 557 para 687.

* Os números são brutais e pouco claros, entre as 20H00 e as 08H00 são encaminhadas 350 mil pessoas  de 13 especialidades???  Expliquem-se!


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.4-HOME


O HOMEM SÓ CÁ ESTÁ HÁ 200 MIL ANOS


* Narração de "EDUARDO REGO"




** As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
"RECORD"

Equipas ameaçam boicotar
 Grande Prémio da Austrália

O Grande Prémio da Austrália, agendado para o dia 15 de março e que marca o arranque da temporada, pode estar em risco. O jornal alemão "Bild" revela que, em virtude do misterioso acidente de Fernando Alonso nos testes em Barcelona, as restantes equipas ponderam não participar na prova caso não lhes sejam facultadas mais informações sobre o caso.

Fonte de uma das escuderias falou à publicação sob anonimato, apelando aos esclarecimentos da McLaren.
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"Se um avião se despenhar e existir o mínimo risco de que tenha havido falha do sistema, os outros aviões com as mesmas características não levantam voo. A Fórmula 1 tem tido sorte de que nada de grave tenha acontecido com estes sistemas. Se algum dos nossos pilotos sofresse um acidente, convidada as restantes equipas a analisarem os factos, por motivos de segurança".

Crescem assim as dúvidas em torno de uma eventual descarga elétrica que tenha afetado o piloto espanhol e levado ao seu despiste, cenário que foi prontamente negado pela McLaren.

* Os pilotos de F1 arriscam toda a sua vida nos treinos  e em competição, são exímios profissionais, os construtores pagam-lhes rios de dinheiro para que possam morrer famosos.


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JOÃO MAGUEIJO

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25 anos sem dormir

O PÚBLICO celebra hoje 25 anos de vida nas bancas; há poucos meses cumpria eu as minhas bodas de prata de emigrado em Inglaterra. Tirando esta tangencial coincidência, há muito pouco em comum entre mim e este jornal.

Achei pois surpreendente terem-me escolhido – um mero cientista – para fazer de senhor director por um dia, especialmente havendo pelo burgo tanta gente muito mais habilitada do que eu para cagar postas de pescada. O email de convite prometia ainda “completa liberdade” para fazer o que me desse na real gana com o jornal. Um sorriso maroto deve ter-me aparecido no rosto.

Suponho que se quisesse dar à ciência mais “protagonismo” (para usar um vocábulo à Luís Figo) num país com mais orgulho, e com razão, nas suas proezas futebolísticas e tauromáquicas. Um país também onde a ciência continua a ser o parente pobre da produção intelectual, recheada de ilustres músicos e escritores, poetas e malucos vários. Só que a ciência que eu faço e amo não são telemóveis nem foguetões – é poesia. E depois tenho um segredo vergonhoso: antes de ser cientista tive pretensões jornalísticas, num sentido muitíssimo lato do termo. Ao pedirem-me um editorial acerca das minhas relações com a imprensa senti pois um certo déjà-vu.

Recordo aqui a minha adolescência lusitana e um certo pasquim de bênção louçânica, onde escrevinhávamos uns quantos sobre coisas como a legalização do aborto (quando isso ainda era monopólio de esquerdelhos), num estilo cheio de parvoíces e bacoradas. Mas esses desbragamentos foram sol de pouca dura e em breve caí no buraco negro que é fazer ciência. O universo dá-me uma enorme trabalheira, é uma estopada, não deixa grande tempo para fazer outras coisas. Não admira que tanta gente deixe os mesteres cósmicos para a religião, Deus que se amanhe, enquanto nós mortais nos dedicamos à comunicação social.

No início dos anos 90 mudei-me para Inglaterra, com uma jura a pés juntos de que mulheres portuguesas nunca mais. Enquanto por lá, perdi completamente o respeito pela imprensa. A grande maioria dos media ingleses são uma desgraça, e isto vai muito para lá dos infames tablóides. A receita é simples: aferir o que deixa o bife tradicional indignado e seguro da sua superioridade, inventar histórias que sirvam o ângulo, procurar factos que as assistam, inventá-los, se não os há, suprimi-los, se as contradizem... e pronto, vendas asseguradas, e tudo com infinitas pretensões de objectividade mediática.

A generalização é injusta, claro está, aliás, como em tudo, também no jornalismo os britânicos têm o pior e o melhor. Mas a única coisa que hoje leio com regularidade por terras de Sua Majestade é o Private Eye, uma espécie de Charlie Hebdo, mas muito melhor, mistura de humor cáustico e jornalismo de investigação do mais fino. Que haver assunto há: corrupção é o que não falta em Inglaterra. Corrupção perfeitamente legalizada, entenda-se, não é como em Portugal ou Itália, povos muitíssimo inferiores à Europa Nazi-de-Espírito-do-Norte.

Quis entretanto o acaso trazer-me de regresso à pena, desta vez em fainas de divulgação científica. Entre coisas menos laudatórias, chamaram a um dos meus livros uma “biografia gonzo”, de outro disse-se que era onde “Medo e Delírio em Las Vegas se cruza com Uma Breve História do Tempo”. Eu nem sabia o que queria dizer o termo “gonzo” ou que tinha a ver com jornalismo, já disse que para cagar de alto erudição o PÚBLICO podia ter escolhido melhor. Foi um amigo de Roma, adepto de cocaína e alucinogénios, que me corrigiu o défice cultural, obrigando-me a ler uma catrefada de livros de Hunter S. Thompson e Acosta, alguns em tradução italiana.

Fiquei deslumbrado com aquilo. E, se em vez de os jornalistas fingirem que são objectivos, coisa que nem a ciência é, exibissem os seus preconceitos na montra, polvilhados com drogas duras? E se os jornais ingleses dissessem abertamente “somos uma cambada de porcos xenófobos que andam alegremente a inventar histórias”? Não mereceriam finalmente uma pitada de respeito? O jornalismo gonzo certamente que me surgiu como um antídoto a muita hipocrisia. Por isso, quando me convidaram para ser director por um dia do PÚBLICO, foi isso que me ocorreu: fazer uma edição "gonzo" do jornal. Afinal tinham-me prometido a mais completa liberdade no aliciante email de convite. Por um dia.

Mas é claro que isso da “liberdade completa” é coisa que não existe. Nem em utopias nos despimos de constrangimentos. Seria porventura razoável exigir à redacção do PÚBLICO que passasse um dia a tripar com LSD e a escrever sobre a situação económica da Grécia em textos em que deveriam misturar relatos da própria vida sexual? Talvez sim, talvez não. Afinal é uma festa de anos.

Há uma fina linha entre ser-se uma figura decorativa e um tirano. Um jornal bem-sucedido é um trabalho de grupo, em que o colectivo é mais importante do que qualquer ronáldico ponta-de-lança. A redacção do PÚBLICO fugiu com as minhas sugestões e fez com elas o que quis. Que festejem bem. Que continuem assim até às bodas de ouro.

* Cientista

IN "PUBLICO"
05/03/15

* Apresentamos a todos os trabalhadores do "PÚBLICO" sinceros parabéns, desejando continuidade na luta por um jornalismo sem medo.


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442.UNIÃO


EUROPEIA



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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Maioria dos jovens portugueses não confia nos políticos políticos do seu país

Mais de 70% dos jovens portugueses, entre os 18 e os 40 anos, que participaram no inquérito "Geração Erasmus" não confia nos políticos do seu país, e quase 25% entende que a Europa é burocrática e está em crise. 
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Os dados constam do relatório com os resultados do inquérito "Geração Erasmus", divulgados esta quinta-feira, e que são as conclusões das entrevistas de 15 perguntas feitas pela Internet a 1500 jovens europeus dos 28 Estados membros da União Europeia, com idades entre os 18 e os 40 anos. 

A falta de confiança nos políticos nacionais por parte dos jovens de Portugal está 12 pontos percentuais acima da média da União Europeia: 72% dos portugueses desconfiam da classe política do país, enquanto a média europeia é de 60%.

Os valores são ainda mais elevados entre outros países do sul da Europa, quase todos afetados pela crise na Europa e alguns deles sob resgate ou programas de ajuda externa: 75% entre os italianos, 82% entre os espanhóis, 84% entre os gregos e 91% entre os cipriotas.
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"Talvez de forma inesperada", refere o relatório, nestes países que enfrentam uma crise económica e com elevadas taxas de desemprego, sobretudo entre os jovens, os inquiridos tendem a achar que se saíram melhor que a geração dos seus pais. Em Portugal, 66% dos inquiridos respondeu ter essa convicção.

Para a maioria dos jovens dos países da Europa as fronteiras e culturas são algo cada vez mais esbatido no quadro da União Europeia, mas os dados demonstram que os portugueses têm uma perceção acima da média dessas diferenças entre povos europeus.

Entre o universo dos inquiridos nos 28 Estados membros, 21% dos jovens admite diferenciar culturas, valores e nações na Europa. Em Portugal, são 31% os que o fazem.

Em termos gerais, a maioria dos jovens europeus que respondeu ao inquérito (dois terços) afirmou que a União Europeia representa valores como a paz, a diversidade e a unidade, sendo que a unidade é entendida pelos jovens como uma vantagem competitiva a nível mundial: "apenas 17% acredita que o seu país seria competitivo independentemente da união".
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A paz, a estabilidade, a livre circulação de pessoas e bens, a salvaguarda da liberdade fundamental e o respeito pelos direitos das pessoas foram mencionados pelos jovens europeus como os progressos alcançados de maior importância na União Europeia.

No entanto, quando inquiridos sobre qual a primeira palavra que lhes vem à mente quando se fala em União Europeia, muitos jovens referiram 'burocracia'.

"Isto vem demonstrar que a EU é vista por estes jovens como uma organização cujo funcionamento é lento e na qual as decisões importantes são tomadas por funcionários em vez de representantes eleitos", refere-se no relatório das conclusões do inquérito.

Crescimento, emprego, alterações climáticas e combate à corrupção foram elencadas pelos inquiridos como as áreas mais importantes e às quais a União Europeia deve dar prioridade.

Os jovens afirmaram ainda dar importância à participação democrática, com 82% dos inquiridos a revelar que se interessa pelas políticas da União Europeia e 65% declararam-se convictos de que o seu voto pode fazer a diferença.
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No entanto, dados citados no relatório indicam que 70% dos jovens cidadãos europeus não votaram nas últimas eleições. Para aumentar os níveis de participação democrática, 35% dos inquiridos sugeriram a introdução de aulas obrigatórias nas escolas "para educar os estudantes acerca dos valores, história, funcionamento e responsabilidades e processo de decisão" na Europa. Sugere-se ainda que se permita o voto 'online'.

* O contrário seria "espantástico"

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 DRAMÁTICO

REFUGIADA DA COREIA DO NORTE




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 5-DIAMANTES 

DE SANGUE





Este programa contém descrições e imagens dos efeitos da guerra, cenas pesadas desaconselhadas aos mais sensíveis.



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores. 


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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Governo pretende que haja 30% 
de mulheres até 2018 na gestão
 de empresas cotadas

O Governo anunciou hoje que vai iniciar negociações com as empresas cotadas em bolsa para que estas se comprometam a incluir pelo menos 30% de mulheres nos respectivos conselhos de administração até ao final de 2018.
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Esta decisão foi anunciada no final do Conselho de Ministros pela secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, Teresa Morais, que admitiu a futura adopção de "medidas de natureza mais imperativa" caso as empresas não adiram "voluntariamente" a esse objectivo.
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"As empresas têm nas suas próprias mãos a solução para este problema e, portanto, estão a tempo de o resolverem sem uma lei de quotas. Se não o fizerem voluntariamente, deixarão aberto esse caminho para a possibilidade de se criarem formas mais imperativas de atingir o mesmo objectivo", declarou Teresa Morais, na conferência de imprensa sobre as conclusões do Conselho de Ministros.

De acordo com Teresa Morais, o Conselho de Ministros mandatou um conjunto de membros do Governo para "encetarem negociações com as empresas cotadas em bolsa com vista à promoção de um compromisso por parte dessas empresas que deve pressupor da sua parte a vinculação a um objectivo de representação do sexo sub-representado - neste caso, das mulheres - 30% até ao final do ano de 2018", estabelecendo para esse processo negocial um "prazo de 90 dias".

A secretária de Estado da Igualdade referiu que o último levantamento feito pelo executivo PSD/CDS-PP "aponta para a existência de 9,7% de mulheres nos conselhos de administração das empresas cotadas que responderam ao inquérito".

Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, "ficou também decidida a criação e o fornecimento, sem custos para as empresas, de um mecanismo de apoio para identificação e análise das diferenças salariais entre homens e mulheres, ficando as empresas vinculadas à implementação de uma estratégia para a eliminação das diferenças salariais que forem identificadas".

Teresa Morais adiantou que "aquilo que está em causa é uma ferramenta, um instrumento produzido pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego que é uma espécie de calculadora que as empresas podem utilizar para o diagnóstico das suas diferenças salariais, acompanhada de um apoio técnico por parte do Governo".

A secretária de Estado disse que, em Portugal, o valor de diferenças salariais entre mulheres e homens que desempenham idênticas funções é de 13%, sendo a média da União Europeia de 16,4%.

A secretária de Estado da Igualdade considerou que a desigualdade salarial e a sub-representação das mulheres nas administrações das empresas são problemas "generalizados aos países da União Europeia" e que estão na agenda europeia.

Quanto à meta de representação de pelo menos 30% de mulheres, assinalou que "há uma proposta de directiva comunitária cuja progressão tem sido difícil mas que propõe idênticos níveis e objectivos", e reclamou que "o Governo tem todas as condições para apresentar este compromisso às empresas, na medida em que tem feito a sua parte".

"De Janeiro do ano passado a Fevereiro deste ano, nomeou 35,3% de mulheres no conjunto das nomeações feitas em Conselho de Ministros. Por outro lado, o sector empresarial do Estado bastante à frente do sector privado no que diz respeito à representação das mulheres nos conselhos de administração", mencionou.

Teresa Morais disse ainda que "o Governo envolveu neste debate o Governador do Banco de Portugal e o presidente da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários", que manifestaram "abertura para uma intervenção das entidades reguladoras a esse nível".

O comunicado do Conselho de Ministros refere que vão participar nas "diligências" junto das empresas cotadas em bolsa a secretária de Estado dos Assuntos Parlamentares e da Igualdade, a secretária de Estado do Tesouro, o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, o secretário de Estado Adjunto e da Economia e o secretário de Estado do Emprego.

* Governo parco em ambição quando se trata de igualdade do género.


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Gisela João

(A casa da) mariquinhas



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HOJE NO 
"DESTAK"

Primeiro-ministro francês alerta
 para "adormecimento geral" face
 ao perigo da extrema-direita 

 O primeiro-ministro francês, o socialista Manuel Valls, alertou hoje para o "adormecimento geral" face ao "imenso perigo" da Frente Nacional (FN), que considerou estar "à beira de se tornar no primeiro partido de França". 
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 "O perigo está perante nós, é imenso. Todo o mundo o sabe, todo o mundo está a par e, no entanto, verifica-se um estranho acomodamento, quase uma forma de adormecimento generalizado", afirmou Manuel Valls durante um ato de campanha perto de Limoges (centro), em apoio aos candidatos socialistas antes das eleições autárquicas de 22 e 29 de março.

 "Desta vez, a FN não estaria à frente de eleições europeias, como na primavera passada, mas em eleições departamentais. E os departamentos são um símbolo francês", prosseguiu. 

* Manuel Valls também é um grande dorminhoco, terá acordado agora?


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3D NAS NOTÍCIAS


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HOJE NO 

"i"

Médicos alarmados com número de
. jovens que não têm medo de vir a ter sida

Médicos estão preocupados com a “banalização” da doença, ao ponto de se pensar que ser infectado permite mais liberdade

Noites em discotecas que terminam com as pessoas todas sem roupa, embriagadas e sem se lembrarem sequer se usaram ou não preservativo nas relações com desconhecidos. Encontros e festas combinados através de aplicações como o Grindr ou o Scruff, mais utilizadas por homossexuais, onde por vezes é assumido que vão estar seropositivos e a protecção não é regra. Estes são alguns relatos que começam a preocupar os médicos que acompanham casos de VIH no país. Se as situações extremas surpreendem, a grande preocupação contudo é que os jovens, homossexuais e heterossexuais, parecem estar cada vez mais descuidados no sexo e a desvalorizar o impacto da doença.
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“Os relatos mais desviantes de que ouvimos falar acabam por ser reflexo de uma banalização transversal da doença entre os jovens”, diz Paulo Rodrigues, director do serviço de infecciologia do Hospital de Loures. Sendo fenómenos que ocorrem em Portugal como no estrangeiro, o médico insiste contudo que orgias e festas sexuais não são as situações mais comuns. “Sempre houve promiscuidade, a questão de fundo é que as pessoas e em particular os jovens parecem estar a proteger-se menos. As festas estarão por trás de 1% dos casos, quando a grande maioria resulta não de comportamentos desviantes mas de descuidos.”

Da experiência deste médico, a maioria dos novos casos em jovens resulta de relações fortuitas em saídas em bares, festas com colegas da faculdade ou do trabalho em que existe menor preocupação com o uso do preservativo.

Um infecciologista de um grande hospital do Norte, que prefere não se identificar, concorda. “Um caso genérico habitual é de um jovem que vai sair, bebe, tem relação desprotegida com alguém que conhece e nunca mais vê. Até fica preocupado, faz o teste passadas duas semanas mas dá negativo porque é demasiado cedo. E só mais tarde, ou porque em alguns casos há sintomas, é que percebe que se infectou”, diz o médico, testemunhando haver uma crescente desvalorização da doença mensurável em pequenas coisas, por agora subjectivas. “Nunca tive nenhum doente que me dissesse que ter VIH ou não lhe fosse indiferente, mas quando dizemos que vamos testar para o VIH e é como se disséssemos que vamos testar diabetes ou a pessoa chega com o diagnóstico e diz que é só tomar um comprimido nota-se uma mudança”, explica. “Nos novos diagnósticos em idades jovens as pessoas não parecem ficar surpreendidas, aceitam-nos melhor e é quase como estivessem à espera.”
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Outra infecciologista do Centro Hospitalar Lisboa Central diz que por vezes a desvalorização da doença chega a ser assustadora, sobretudo quando já não se trata de falta de informação. Se entre os jovens heterossexuais, o receio da gravidez ainda obriga muitas vezes a utilização do preservativo, entre os rapazes homossexuais a médica admite que a situação é preocupante e que têm surgido nas consultas jovens com 18 e 19 anos. “A maioria não usa preservativo. Como são jovens a relacionar-se com jovens da mesma idade pensam que o risco é baixo e às vezes até parece que existe a ideia de que, como já é tão incidente, é possível ter uma vida normal, trabalhar, tomar a medicação sem os efeitos secundários do passado, e ser infectado permite mais liberdade.”
A médica admite que existem relatos de festas sexuais mas acha pouco provável que em Portugal haja situações em que é partilhada medicação anti-retroviral entre parceiros ocasionais em festas, como sucede na prática do bareback descrita nos EUA e no Brasil. “Em Portugal a dispensa de anti--retrovirais é muito controlada nos hospitais”, diz.

Para Paulo Rodrigues, mais que estigmatizar grupos, importa reflectir sobre como se chegou a esta encruzilhada. E essa será uma história agridoce. Por um lado, resultará da melhoria nos tratamentos, da sobrevivência e da diminuição das doenças oportunistas desde os anos 90. Por outro, do esforço que houve para a não discriminação dos seropositivos. Mas com isto suavizou-se a doença. “Apesar de  grandes melhorias, o normal é não estar infectado”, diz o médico, defendendo ser necessária menos “cerimónia” na informação aos jovens. “O preservativo diminui a sensação de prazer, mas não a elimina.

E se uma pessoa for infectada terá de usar preservativo para sempre mesmo em relações duradouras.” Também o infecciologista do Norte defende que as campanhas deixem de passar a informação “a metade”, pois as sequelas do VIH existem. E apesar de a maioria das pessoas, com a nova medicação, lidarem bem com a infecção, por ano há mais de 200 mortes, também entre jovens.
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Neste esforço, Paulo Rodrigues defende ser importante não voltar a cometer o “erro” de centralizar a análise da despreocupação em grupos como os homossexuais ou populações migrantes e interiorizar que por detrás das infecções estão comportamentos e não grupos. E mais de 60%dos casos no país surgem em contexto heterossexual.

A preocupação é que no futuro os casos de infecção VIH/sida tornem a subir, receio que vem de por exemplo a nível europeu estarem a aumentar outras infecções sexuais, como sífilis ou gonorreia. Os últimos dados nacionais apontam apenas um ligeiro aumento do peso das infecções em homossexuais jovens. Mas como muitos diagnósticos ainda são tardios, o comportamento que hoje preocupa os médicos poderá só se reflectir mais tarde nas estatísticas. Em relação à protecção houve um alerta recente. O último estudo Marktest sobre a atitude da população face à infecção, de 2013, revelou um retrocesso no uso de preservativo. 

* O verdadeiro problema começa na demissão parental, pais e educadores compensam com dinheiro o afastamento que preferem manter dos filhos. Um ditado muito antigo diz, "Parir é dor, criar é amor". Só pais responsáveis geram filhos responsáveis, as excepções são mínimas.

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DOUTRO SÉCULO
 

"ONDA HIPPIE"


O movimento hippie foi um comportamento coletivo de contracultura 
dos anos 1960. Embora tendo uma relativa queda de popularidade 
nos anos 1970 nos Estados Unidos, o movimento apenas ganhou 
mais força  noutros países  somente a partir dessa década.


Uma das frases associadas a este movimento foi a célebre máxima
 "paz e amor" (em inglês, "peace and love"), que precedeu a 
expressão "ban the bomb" ("proíbam a bomba"), a qual criticava o 
uso de armas nucleares.


As questões ambientais, a prática de nudismo e a emancipação sexual eram ideias respeitadas recorrentemente por estas comunidades.


Adotavam um modo de vida comunitário, tendendo a uma espécie 
de socialismo libertário, a um estilo de vida nómada e à vida 
em comunhão com a natureza.


Negavam o nacionalismo e  todas as guerras . Abraçavam aspectos
 de religiões orientais como o budismo e o hinduísmo e das religiões
 das culturas nativas norte-americanas.


Estavam em desacordo com valores tradicionais da classe média americana e das economias capitalistas.


Opinavam sobre o patriarcalismo, o militarismo, o poder 
governamental, as corporações industriais, a massificação, 
o capitalismo, o autoritarismo e os valores sociais tradicionais 
como parte de uma instituição única sem legitimidade.


O lema "Paz e Amor" sintetiza bem a postura política dos hippies
que constituíram um movimento por direitos civis, igualdade e antimilitarismo nos moldes da luta de Gandhi e Martin Luther King, 
embora não tão organizadamente, mantendo uma postura mais
 anárquica do que anarquista propriamente, neste sentido.


Usavam cabelos e barbas mais compridos do que era considerado "elegante" na época do seu surgimento, como real provocação 
aos comportamentos conservadores vigentes


Quanto à participação política, mostravam algum interesse, mas 
nunca de maneira tradicional. Eram adeptos do pacifismo e, 
contrários à guerra do Vietname, participaram de algumas 
manifestações antiguerra dos anos 1960. Nos Estados Unidos,
 pregaram o "poder para o povo".


Raramente eram adeptos de muitas inovações tecnológicas, 
preferindo uma vida distante de prazeres materiais.

TEXTO: WIKIPEDIA  

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HOJE NO 
"A BOLA"

Orientação
Portugal City Race em seis cidades
 
Braga será palco, no próximo dia 28, da abertura do Portugal City Race, circuito de orientação que vai percorrer mais cinco cidades do País até setembro.
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Depois da prova em Braga, organizada pelo Clube de Orientação do Minho, segue-se, a 18 de abril, o Vila do Conde City Race, organizado pelo Grupo Desportivo dos Quatro Caminhos. O mesmo clube organizará a etapa de encerramento do circuito, a 27 de setembro, com o Porto City Race.

Pelo meio, destaque ainda para o Barcelos City Race, a 17 de maio, organizado pelos Amigos da Montanha, para o Penafiel City Race, a 12 de julho, com a assinatura organizativa da Associação Desportiva de Cabroelo e para o Viseu City Race, uma organização do Clube de Orientação de Viseu - Natura, agendado para 6 de setembro.

À exceção da primeira etapa, em Braga, todas as restantes pontuam para o CiNU - Circuito Nacional Urbano 2015, da Federação Portuguesa de Orientação.

* ORIENTAÇÃO, uma interessante modalidade desportiva.


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O que faz um telemóvel a minério magnético

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Serviços secretos britânicos incentivados a recrutar mães de meia-idade

Um relatório de uma comissão do parlamento britânico recomendou às agências dos serviços de informações do Reino Unido que recrutem mães de família de meia-idade, foi hoje divulgado.

"As mulheres e mães de meia-idade dispõem de uma valiosa experiência de vida e poderão oferecer uma fonte de recrutamento inexplorada até agora", segundo um relatório da comissão parlamentar responsável por questões de segurança.
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Lise de Baissac

De acordo com a deputada trabalhista Hazel Blears, que coordenou o relatório, as mulheres com filhos, que criaram uma família, "têm uma experiência de vida diferente" que seria útil para esta área.

"Muito do trabalho, em particular no MI5 [serviços secretos internos britânicos], consiste na construção de relações, de confiança" durante meses e anos, argumentou a deputada britânica, numa conferência de imprensa, destacando ainda que o trabalho dos elementos destas agências não é apenas "deslocar-se às cenas de crime".

As mulheres representam atualmente 37% dos efetivos das agências de serviços de informações britânicos: MI5, MI6 (serviços secretos externos) e GCHQ (serviços de escutas). São apenas 19% em funções de responsabilidade contra 38% na administração pública.

O relatório da comissão parlamentar sublinhou que, apesar dos progressos em termos de diversidade, "existem problemas culturais e comportamentais" no seio dos serviços que dificultam a progressão profissional das mulheres.

"Parece-nos claro que existe uma hierarquia intermédia (...) que tem uma mentalidade e uma visão muito masculina e tradicional", explicou Hazel Blears, citada no relatório.

A par das mulheres, e após os atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, o foco de recrutamento têm sido sobre pessoas originárias de minorias étnicas.

O relatório parece estar em sintonia com o realizador do próximo filme do agente 007 James Bond "Spectre", Sam Mendes, que escolheu a atriz italiana Monica Bellucci, de 50 anos, para interpretar uma das "Bond girls".

"Pela primeira vez, James Bond vai ter uma história de amor com uma mulher madura", afirmou Sam Mendes, para explicar a escolha de Bellucci, citado pelo diário britânico Telegraph.

* E porque não em Portugal, temos mais mulheres inteligentes do que homens e, sobretudo, menos vigaristas.


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TANTO PARA OLHAR
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