terça-feira, 3 de março de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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BOMBÊROS DA VIDIGUÊRA...

Um fogo deflagra numa grande herdade Alentejana.

Os bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.

O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.

 A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse o grupo de voluntários da Vidigueira.

 Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, sempre seria mais uma forma de auxilio. Assim foi.

 Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.

 Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha recta para o centro do incêndio!
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Entraram pelo fogo adentro e só pararam mesmo no meio das chamas.

 Estupefacta, a população assistiu a tudo.

 Os voluntários saltaram todos do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todas as direcções.

 Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.

 Impressionado com o trabalho dos voluntários da Vidigueira , o latifundiário dono do monte respirou de alívio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas. Na hora puxou da carteira e passou imediatamente um cheque de 5000 euros à corporação voluntária.

 Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:

 - 5000 euros ! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro ?

 - Penso que é óbvio, né ? - responde o comandante ainda a sacudir a cinza do capacete:

 - A primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porra dos travões do camião


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O QUE NÓS

"CUSCAMOS"!


MEGACUSCAS/34

5 INVENÇÕES FEITAS
POR MULHERES





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 U.S.A.




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GRANDES LIVROS/1

AUTORES PORTUGUESES



1-OS MAIAS

 
EÇA DE QUEIROZ



CONCLUI  A 10/03/15

* Uma extraordinária produção da RTP/2



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HOJE NO 
"RECORD"

Xadrez:
 Rui Dâmaso vence e continua
 a subir lugares

O português Rui Dâmaso registou esta terça-feira a sua terceira vitória no Campeonato Europeu de xadrez, a decorrer em Jerusalém, e surge já no grupo dos classificados em 31.º lugar, enquanto Jorge Ferreira somou o seu segundo empate. 
Dâmaso, que tenta alcançar o título de grande-mestre e que iniciou o campeonato com uma derrota, venceu o holandês Benjamin Bok e somou o sexto jogo consecutivo sem perder, contando agora 4,5 pontos, resultantes de três vitórias e três empates.

O outro português em prova, Jorge Ferreira, alcançou esta  terça-feira o seu segundo empate na prova, agora diante do húngaro Tamas Banusz, pelo que soma quatro pontos, resultantes de três vitórias e dois empates, contando ainda duas derrotas. O vice-campeão nacional, de 20 anos, é um dos jogadores que ocupa o 75.º posto.

* O Xadrez, modalidade da inteligência estratégica, tem muito bons jogadores em Portugal e atinge um elevadíssimo número de praticantes de todas as idades. Pena que os órgãos de comunicação social não lhe dêm a projecção devida.


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 8.Os IMPRESSIONISTAS



* Uma história verdadeira, baseada em documentos históricos, produzida pela BBC



**As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.



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HOJE NO 
"JORNAL DE NOTÍCIAS"

Organização alarmada 
com aumento de "novas drogas"

A Organização Internacional de Controlo de Estupefacientes está alarmada com a proliferação de novas drogas produzidas pelos traficantes para contornar as proibições, apontando para um "problema cada vez mais grave" de saúde pública.

"O aparecimento cada vez mais maciço, nos últimos anos, de novas substâncias psicoativas não submetidas a controlo tornou-se um grave problema de saúde pública e um fenómeno verdadeiramente global", salienta a Organização Internacional de Controlo de Estupefacientes (OICE), um organismo ligado às Nações Unidas, no seu relatório anual, divulgado esta terça-feira.

Particularmente acentuado nos Estados Unidos, o fenómeno, que emergiu há uma dezena de anos, alastrou-se ao resto do mundo e constitui, segundo a OICE, um "problema cada vez mais grave".

A 1 de outubro último, 388 substâncias distintas tinham sido inventariadas em todo o mundo, ou seja, "mais 11%" que em 2013 e duas vezes mais que em 2009.
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Produzidas rapidamente em laboratórios, as novas substâncias, entre as quais canabinoides sintéticos, apanham de surpresa as legislações dos diferentes países, beneficiando assim de um vazio jurídico durante o qual são comercializadas, nomeadamente via internet.

"Estas substâncias são muitas vezes apresentadas como produtos 'legais' ou 'naturais' que substituem as drogas colocadas sob controlo, o que leva a pensar que, se elas não são controladas, é porque são inócuas", alerta a OICE.

"É particularmente difícil para os poderes públicos identificar tais substâncias suficientemente cedo, dado o ritmo a que elas são colocadas no mercado", lamenta ainda a organização.

No ano passado, graças a uma lei sobre os "produtos análogos", os Estados Unidos conseguiram, contudo, apreender "centenas de milhares de embalagens" destinadas a venda, bem como centenas de quilos de substâncias a granel, congratulou-se a OICE. Na ocasião, foram detidas 150 pessoas.

A China é considerada "uma das principais fontes de fornecimento de novas substâncias psicoativas", recorda o organismo internacional.

* São os donos do dinheiro que controlam o negócio, chinocas incluídos.

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4-TUDO SOBRE

A INCERTEZA






*As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"

Sentix: 
Quase 40% dos investidores 
vê a Grécia a sair do euro

É cada vez maior o número de investidores que antecipa a saída da Grécia do euro. A Fitch avisa que, sem acordo duradouro com a Zona Euro, voltará a baixar o rating do país. O terceiro resgate já foi pedido por Varoufakis sob o eufemismo de "novo contrato com as instituições", mas Bruxelas diz que as conversações ainda não arrancaram. Lapavitsas, deputado do Syriza, diz que é tempo de reconhecer que a estratégia do partido falhou e ponderar sair do euro.
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Não obstante o Eurogrupo ter aceite o pedido de Atenas para prolongar por mais quatro meses o actual programa de assistência financeira, o número de investidores que acredita na possibilidade de a Grécia sair do euro não parou de aumentar, tendo passado de 22,5% em Janeiro para 37,1% em Fevereiro, segundo o resultado dos inquéritos mensais do instituto Sentix.

Este dado foi conhecido no dia em que Ed Parker, analista sénior da Fitch, avisou que a agência de notação financeira voltará a descer o "rating" da Grécia na ausência de um acordo "duradouro" com os demais parceiros da Zona Euro que assegure as necessidades de financiamento além das, à partida, garantidas pela extensão do actual programa de assistência, que expira no fim de Junho. 
"Acreditamos que um acordo entre a Grécia e os seus parceiros europeus acabará por ser alcançado, dado que uma saída do euro será onerosa para ambas as partes. Se esse acordo duradouro não acontecer, desceremos o rating da Grécia", disse, citado pela Reuters.

Actualmente, a Fitch atribui rating "B" à dívida pública grega, classificando-a de "altamente especulativa", vulgo "lixo", estando apenas três níveis acima de "default", ou incumprimento.

O pedido para que se iniciem as negociações com vista ao estabelecimento de um quadro que permita garantir as necessidades financeiras da Grécia no médio prazo foi feito na semana passada pelo ministro grego das Finanças. Na carta enviada ao Eurogrupo, Yanis Varoufakis pedia para que desse "início às conversações técnicas com vista à assinatura de um novo ‘Contrato para a Recuperação e Crescimento’ que as autoridades gregas desejam entre a Grécia, a Europa e o FMI, para dar seguimento ao actual Acordo".

Esse "contrato" é um novo eufemismo usado pelo governo grego para alimentar a expectativa de ruptura com o passado da assistência financeira externa. O que Atenas está discretamente a pedir é um resgate, o terceiro desde 2010, já que um programa cautelar assente numa linha de crédito europeia (só accionada em caso de necessidade) parece ser uma carta fora do baralho. Essa era a opção que estava na mente do anterior governo; opção que em Dezembro já parecia muito difícil e que agora será quase impossível dada a renovada desconfiança dos investidores face a Atenas.

No mercado secundário, os "juros" da dívida pública grega a dez anos permanecem perto dos 10% (9,45% foi o fecho de hoje), valor que quase duplica os 5,7% que se registavam em Setembro, antes da controvérsia entre a troika e o então governo conservador de Antonis Samaras, que aprovou o Orçamento de 2015 à revelia, antecipando um excedente orçamental primário de 3% que os credores internacionais dizem ser impossível de atingir.

No rescaldo das declarações do ministro espanhol das Finanças Luis de Guindos, segundo as quais há já conversações para emprestar mais 30 a 50 mil milhões de euros à Grécia, o Eurogrupo e a Comissão Europeia vieram clarificar que "não há negociações em curso". Contudo, Valdis Dombrovskis, vice-presidente da Comissão Europeia responsável pelo euro, confirmou ontem que um terceiro resgate pode ser a única opção para Atenas assegurar financiamento e manter-se no euro. "Com o governo anterior [de Antonis Samara, Nova Democracia], estávamos a discutir como apoiar o regresso da Grécia ao financiamento dos mercado por intermédio de um programa cautelar ou de uma linha de crédito com condições reforçadas. Este cenário, no entanto, parece agora menos provável, dada a instabilidade financeira recente", afirmou, citado pela Bloomberg.

Num artigo publicado nesta terça-feira no The Guardian, Costas Lapavitsas, economista e deputado do Syriza, argumenta que a melhor opção de acabar com a sua "espiral deflacionista" da Grécia passa por o país deixar o euro e regressar ao dracma. Em sua opinião, chegou a hora de o partido admitir que a estratégia de provocar uma mudança radical no quadro institucional da moeda única falhou.

 "A estratégia deu-nos o sucesso eleitoral porque prometemos libertar o povo grego da austeridade sem ter de suportar um grande desentendimento com a Zona Euro. Infelizmente, os eventos têm mostrado sem qualquer dúvida que isso é impossível, e que é tempo de reconhecemos a realidade", escreve.

* A saída do "euro" da Grécia é cada vez mais prevísivel, não será a melhor solução, mas a ditadura franco alemã acompanhadas pelas suas marionetes, Portugal incluso, é tecnocraticamente insensata.
Pode ser o fim da U.E..

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DOMINGOS DE ANDRADE

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Cem dias de solidão

A gestão de expectativas é uma das artes da política. A outra é a criação e a destruição de mitos. António Costa não está a fazer nenhuma bem. Pedro Passos Coelho, fazendo tantas coisas mal, faz aquelas bem. Recapitulando: o líder do PS surgiu em alta no partido e no país. Criou a ideia de mudança, do novo, da esperança numa sociedade atrofiada pela austeridade. Empurrou borda fora um líder morno por este não corresponder nas sondagens, por ter ideias vagas. E foi tudo.

Nestes cem dias que leva à frente do Partido Socialista, furtou-se a lançar projetos para o país. Se o fez - e terá feito, aqui e ali -, ninguém se lembra. E dessa fama já não se livra. Ninguém espera que o líder da Oposição apresente o Orçamento para 2016. Mas espera-se que traga ideias concretas, ou, pelo menos, a capacidade de pôr o país a sonhar.

Sucedeu o contrário: manteve-se à frente da Câmara de Lisboa, que lhe consome tempo e desgasta as ideias. Avançou com taxas sobre o turismo, mal explicadas, e prosseguiu com mais taxas para veículos antigos. Também quis perdoar taxas, mas ao futebol. E, sim, disse perante a comunidade chinesa que o país estava diferente, naquela diferença de estar melhor graças a eles. Ou quereria dizer que estava diferente, mas pior graças aos chineses?

Pedro Passos Coelho, sabemo-lo cada vez mais, fez muito mal. Foi mais longe do que a troika. O desemprego galgou, a pobreza aumentou, a educação está pior, a saúde passou o risco, as pensões baixaram e os impostos aumentaram. De reformas sérias e fundas, nem um ai.

Mas Passos Coelho gere bem as expectativas. Primeiro, baixou-as: fez-se o que se tinha que fazer, tirar o país da bancarrota. E alimenta o mito. Foi fundo no nosso ADN judaico-cristão: vivemos acima das possibilidades e quem vive acima das possibilidades tem que ser castigado. Correndo tudo mal, na submissão à Alemanha sobre a Grécia, nos relatórios europeus sobre a situação do país, nas declarações abundantes e contraditórias dentro do Governo, correu-lhe tudo bem graças à oposição que tem.

Agora vem com a esperança, outra vez a tocar no ADN coletivo: quem penou, tem direito à recompensa. A respirar de alívio. É a redenção. Começámos a pagar a dívida, o consumo aumentou. E vem aí dinheiro. Do Portugal 2020 não chegará muito a tempo, mas há todo o do encerramento do QREN, que é imenso. É por isso que ele próprio sonha. Já não quer que se lixem as eleições. Vai bater-se por uma maioria absoluta.
O que parecia impossível passou a expectativa viável. E agora, António Costa?


IN "JORNAL DE NOTÍCIAS"
01/03/15

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440.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO 
"DESTAK"

Comité Nobel destituiu polémico presidente Thorbjoern Jagland 

O Comité Nobel norueguês, que atribui o Nobel da Paz, destituiu hoje o seu contestado presidente Thorbjoern Jagland para o grau de simples membro, uma iniciativa sem precedente na história centenária do prémio, noticiaram as agências internacionais. 


 Presidente desde 2009, num período marcado pelas polémicas escolhas do presidente norte-americano Barack Obama, do dissidente chinês Liu Xiaobo e da União Europeia, Jagland vai ser substituído pela ex-líder conservadora Kaci Kullman Five, até agora vice-presidente do Comité. 

Nunca desde 1901, ano em que foi atribuído o primeiro Nobel da Paz, um presidente que pretendesse ser reconduzido, como manifestou Jagland, foi destituído. 

* Infelizmente o Prémio  Nobel da Paz distinguiu, várias vezes, figuras públicas e organizações onde a guerra está evidente.
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23-BEBERICANDO


ASIAN BREATH


* Produção "PAPO DE HOMEM"


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I-A ERA DAS 

UTOPIAS


1.NOVAS UTOPIAS



1.2-O FUTURO ESPERA-NOS





* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.



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HOJE NO 
"i"

O sushi pode ajudar a 
combater o envelhecimento

Rica em ácidos ómega 3 e antioxidantes, a gastronomia japonesa é ideal para o combate ao aumento de peso e ao envelhecimento

Segundo um artigo publicado no “El País”, a dieta japonesa deixa de lado as gorduras saturadas (típicas da dieta mediterrânea). Escolhe antes os ingredientes saudáveis – como o peixe, as algas ou mesmo o chá. E por isto, muitos consideram que é a dieta perfeita para uma vida saudável e equilibrada (segundo dados referidos no artigo, a percentagem de obesos no Japão é apenas de 3,9%).  


Algo tão simples como comer com “pauzinhos” pode ajudar a equilibrar o ritmo da refeição – mais pausado. Além de que as quantidades são mais pequenas (já que no Ocidente, “quanto maior é o prato, melhor”, refere o jornal espanhol). Assim, as digestões serão “menos dolorosas”. 

Longevidade. Paula Rosso, nutricionista do Centro Médico Lajo Plaza, explica que o consumo de atum e salmão por parte dos habitantes japoneses garante a boa saúde do cabelo, unhas e pele (devido aos seus ácidos ómega 3) e, no geral, de todo o organismo – como o bom funcionamento do cérebro ou do sistema nervoso. 

Pele. As japonesas são também conhecidas pela sua pele sem imperfeições. Isto deve-se aos cuidados que tomam relativamente à exposição solar mas também pela alimentação rica em antioxidantes e vitaminas que implementam no seu dia-a-dia. As algas, parte integrante da dieta japonesa, são ricas em potássio, ferro, entre outras propriedades, e têm muito poucas calorias. 

A presença do açúcar nesta dieta é quase inexistente. Deste modo, podem ser prevenidos os diabetes ou mesmo a formação de rugas. 

O chá verde, com as suas propriedades antioxidantes, também previne doenças (cardiovasculares, por exemplo). 

Mas não existem apenas vantagens. O consumo excessivo deste tipo de dieta pode ser mau para a sua saúde – a pele pode tornar-se demasiado sensível e os níveis de metais pesados podem aumentar no seu organismo (devido ao consumo de atum e salmão em excesso). 

* Somos apreciadores de comida japonesa, mas sabemos que a moderação no consumo  é indicada.

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Tiago Bettencourt

Canção de Engate



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HOJE NO 
"A BOLA"

Nélson Évora a votos para 
atleta de fevereiro da AEA
 
O português Nélson Évora parte esta terça-feira para Praga para participar nos Europeus “indoor”. Na bagagem leva motivação extra pela nomeação para o prémio de Atleta do Mês de fevereiro, na votação promovida pela Associação Europeia de Atletismo (AEA).
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«Nem sabia ainda! Fico feliz. Só o facto de ser nomeado já é uma vitória. Já há muito tempo que não estava entre os nomeados... Deixa-me bastante satisfeito, porque é um reconhecimento do nosso trabalho e dos resultados», disse o atleta do Benfica.

«É um incentivo extra antes dos Europeus, claro... Mas, para aquilo que eu quero, para atingir os objetivos, nunca precisei deste tipo de mimo, mas de trabalho e determinação. É sempre melhor que exista este reconhecimento, naturalmente. Comprova que os resultados estão a aparecer e é sinal que as pessoas estão atentas», acrescentou o campeão olímpico do triplo salto em 2008.

A distinção surge depois de Nélson Évora ter feito 17,19 metros no triplo salto durante os Nacionais de Clubes de pista coberta. Foi a melhor marca europeia do ano e a segunda do mundo, sendo que foi também a primeira vez que Évora passou os 17 metros desde 2011. O ascendente de forma ajuda a entrar na luta pelas medalhas num grande campeonato de pista coberta, onde não competia desde 2008.

«Eu e o treinador [João Ganço] achámos por bem ir mais cedo. O objetivo é fazer tudo pausadamente: chegar, adaptar-me, ir à pista, fazer o meu treino de corridas na quarta-feira [amanhã] e repousar na quinta, concentrar-me na prova - porque a qualificação é já na sexta-feira de manhã», atirou.

* DESEJA-SE UM BOM REGRESSO!


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Alentejo Tempo para ser Feliz


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 HOJE NO 
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS

 DA MADEIRA"

Ministra diz que Portugal é dos 
países mais seguros do Mundo

A ministra da Administração Interna afirmou hoje que "Portugal é dos países mais seguros do mundo" e que "apesar de alguns terem vaticinado o aumento da violência, no início do programa de ajuda externa, tal não se verificou".
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Anabela Rodrigues, que participava, em Lisboa, num almoço de empresários organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola, sublinhou que de acordo com diversos estudos e indicadores internacionais, Portugal é dos países mais seguros do mundo.

E adiantou que "o início deste programa [de ajuda externa] levou alguns a vaticinar um inevitável aumento da violência e do crime, mas findo o programa podemos dizer que nenhum dos cenários catastrofistas se materializou".

Segundo a governante, "a criminalidade geral e a criminalidade violenta e grave têm vindo a descer de forma ininterrupta e consistente desde 2008 e 2013 foi mesmo o melhor ano dos últimos 10, no que respeita à queda da criminalidade participada em Portugal".

Os dados apurados relativos a 2014 "são muito animadores e parecem comprovar esta tendência de queda assinalável e continuada da criminalidade", realçou ainda.

Para Anabela Rodrigues, a redução da criminalidade deve-se "à maturidade cívica dos portugueses e ao seu inabalável sentido de responsabilidade e deve-se também, e muito, ao profissionalismo, ao espírito de missão, à dedicação e ao brio das forças de segurança nacionais".

No almoço com empresários portugueses e espanhóis, a ministra da Administração Interna aproveitou para realçar a importância da segurança no desenvolvimento da economia.

"Segurança e economia são dois bons exemplos de sectores onde Portugal e Espanha, em conjunto, têm muito a ganhar", salientou.

"Num momento particularmente difícil da história dos países ibéricos, a aposta na segurança como vector estratégico da recuperação económica revelou-se da maior importância", sublinhou a ministra.

"As condições de segurança em Portugal contribuíram para o crescimento assinalável do turismo, uma área crucial para a economia portuguesa e, desta forma, a segurança apoiou o espírito de iniciativa e o investimento dos empresários no sector", exemplificou.

A responsável pela pasta da Administração Interna defendeu também que "os bons resultados de Portugal em matéria de segurança têm um papel central noutras dimensões da economia, nomeadamente para a reputação e credibilidade externas do país, que têm relevo para a captação de investimento direto estrangeiro e para as condições de financiamento externo de Portugal".

* - Pois sra. ministra, nem tudo pode ser mau num país tão pequeno, tal como a senhora, uma pessoa séria, digna, competente, integrando um governo que levou Portugal ao "Top Ten" da miséria, números do Bloomberg.


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MARCAS DO
INTERIOR
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 HOJE NO 
  "DIÁRIO ECONÓMICO"

A ministra que se demitiu na Suécia
 por não ter pago a taxa da TV

Erros em matérias fiscais e contributivas são muitas vezes fatais na política europeia. 

Em Outubro de 2006, na Suécia, a ministra da Cultura demitia-se no meio de grande polémica: Cecilia Stego Chilo admitia que não tinha pago durante 16 anos a taxa sobre a licença de televisão (2.861 euros, em valores desse ano), nem feito as contribuições sociais para a sua empregada doméstica. No momento da demissão, a ministra afirmou que a falha em cumprir estas obrigações "não era aceitável".
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Falhas em matéria de obrigações fiscais são muitas vezes fatais para os governantes.
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     ASSUMIU
Nos últimos anos foram conhecidos vários casos mais graves, envolvendo contas ocultas na Suíça (que causaram baixas ministeriais no Governo francês de Hollande e no anterior Executivo da chanceler alemã Angela Merkel), suspeita de favorecimentos e fraude fiscal (que levou à demissão do ex-primeiro-ministro da Irlanda), ou condenações por fraude fiscal (como o ex-pimeiro-ministro italiano Silvio Berlusconi).

Contudo, mesmo casos menos complexos e mais próximos daquele que afecta o primeiro-ministro português - que não pagou durante cinco anos as suas contribuições para a Segurança Social - encontram alguns desfechos duros, quer na Europa, quer em Portugal.

O caso da ministra sueca, de 2006, seguiu-se ao de uma colega sua no mesmo Governo, que saiu também por não ter pago as contribuições para a Segurança Social da sua empregada doméstica.

Mais recentemente, no Governo de François Hollande, o jovem e promissor Thomas Thévenoud acabou demitido passados apenas nove dias de mandato como ministro do Comércio. Thévenoud não tinha entregue a declaração de impostos durante três anos seguidos antes de ser ministro - o facto de ter regularizado entretanto a situação não serviu para travar a tempestade mediática e a saída do Governo. 
                                                                                 COÇOU
Em Portugal, um dos casos mais notórios foi o da demissão em 1997 do então ministro da Defesa do Governo socialista de António Guterres, António Vitorino. Como no caso que hoje afecta Passos Coelho, foi o jornalista José António Cerejo, no Público, a fazer as perguntas sobre o pagamento em falta de um imposto sobre a compra de uma casa (a antiga Sisa) - uma falha cometida antes de estar no cargo. Vitorino saiu de imediato, antes do apuramento sobre o caso (que viria a indicar que não houvera falha).

No caso actual, que envolve o primeiro-ministro, nem na maioria, nem nos restantes partidos - com excepção do Bloco de Esquerda - se falou na hipótese da demissão.

* A notícia revela a diferença entre um país civilizado e outro "afiambrado"

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VELEJANDO NO GELO


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HOJE NO 
  "CORREIO DA MANHÃ"

Cega obtém 20 valores

Aluna teve 20 em estudo sobre sofrimento na deficiência visual.

Nasceu com retinite pigmentar, uma doença degenerativa que lhe afeta quase toda a visão, mas isso não impediu Ana Sofia Teixeira de concluir com excelência o mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde na Universidade de Aveiro. Teve mesmo nota máxima de 20 valores na dissertação em que revela um estudo inédito do sofrimento na deficiência visual. 
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A notícia foi divulgada ontem num comunicado da Universidade de Aveiro (UA). Com o lema "se os outros conseguem, eu também vou conseguir", Ana Sofia Teixeira prosseguiu sempre com os estudos até entrar em Psicologia na UA em 2008. 

"À medida que fui crescendo, aprendi a aceitar a minha limitação visual, a aprender a lidar com as dificuldades e a olhar-me como um ser muito especial", lembra. 

O estudo que fez "mostrou essencialmente que as pessoas que apresentam mais sofrimento emocional são as que têm deficiência adquirida, as solteiras e as que percecionam que a deficiência visual interfere negativamente na sua vida". Apesar da dedicação, Ana Sofia atribui a nota 20 "ao apoio incansável de todas as pessoas" que a ajudaram.

* Muitas vezes a mágoa e a fragilidade tranformam-se  em excelências. Um grande ser humano esta Mestra.


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 CUIDADO COM O SOL














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HOJE NO 
"OBSERVADOR"

Portugal estará no “top 10″ do 
índice de miséria em 2015 

O índice de miséria calculado pela Bloomberg coloca Portugal entre os dez países onde viver e trabalhar será mais difícil em 2015. A Venezuela lidera a lista.

Portugal está entre as dez economias em que será mais “doloroso” viver e trabalhar em 2015, segundo uma lista elaborada pela Bloomberg. O ranking é liderado, com grande distância, pela Venezuela, e o pódio integra, também, a Argentina e a África do Sul.

O trabalho da agência baseia-se no índice de miséria, que resulta da soma simples de dois indicadores: a taxa de desemprego e a taxa de inflação previstas. Portugal ocupa o décimo lugar da classificação, ao apresentar melhores condições do que os três países citados, além da Ucrânia, Grécia, Espanha, Rússia, Croácia e Turquia.
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A deterioração registada na situação da Venezuela antecipa uma previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI) que aponta para uma contração de 7% no produto interno bruto do país durante o ano corrente. A par desta recessão, o país apresentará o mais elevado ritmo de crescimento dos preços, que se situará a caminho de 64%, com o desemprego a subir, em resultado da queda dos preços do petróleo que está a deixar a Venezuela com escassas reservas de dólares para pagar as importações de bens básicos.

Para a Argentina, assinala a Bloomberg, está prevista uma queda de 1,4% na atividade económica, em parte como resultado das restrições às importações que foram impostas com o objetivo de travar a degradação das reservas em divisas, depois do incumprimento assumido pelo país em julho passado, perante credores que, junto da justiça norte-americana, conquistaram o direito de serem reembolsados pelo dinheiro investido quando do default de 2001. Aquelas restrições, explica o trabalho, estão a tornar difícil o acesso da indústria local a fornecimentos de que necessitam.
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Sobre a África do Sul, a Bloomberg assinala que está a “tentar recuperar de uma recessão que atingiu o país em 2009″ e que o crescimento e 2015 ficará e 2%, contra uma previsão anterior, mais otimista, que antecipava um ritmo de 2,5%. Os “apagões” são frequentes no país e continuarão a suceder durante os próximos três anos.

Portugal não é mencionado na análise efetuada pela Bloomberg. Mas, embora registe variações muito moderadas no índice de preços no consumidor, com alguns meses de oscilações negativas, o país sofre, ainda, uma taxa de desemprego elevada. Em 2015, poderá fixar-se em 13,5%, segundo o FMI, enquanto a inflação rondará 1,2%, de acordo com a mesma instituição

* Para os  "liberais" as opiniões da Bloomberg são dogmas, mas para os liberalíssimos PSD, CDS e também o agora asiático PS, o país está melhor.



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