quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS MENDIGAMOS






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INSISTÊNCIA, O TARADO














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ALGARVE

ESTE PARAÍSO PERDIDO



CLIQUE EM "Programa OLHOS NOS OLHOS"

Se no dia do programa, 23/02/2015, não teve oportunidade de ficar mais esclarecido sobre o tema, dispense-se tempo para se esclarecer agora, este programa é extenso mas terrívelmente claro e polémico.
Fique atento às declarações de Fernando Silva Grade .

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HOJE NO 
"i"

Ensino superior. 
Há 20 anos que as mulheres 
dominam a universidade

Há duas décadas que os homens estão em desvantagem no ensino superior. Este ano há menos 26 mil alunos que alunas em universidades e politécnicos. A presença é mais forte mas não traz igualdade

1985 foi o ano da viragem. Em Junho, Mário Soares, então primeiro-ministro, assina em Lisboa o tratado de adesão de Portugal à então chamada Comunidade Económica e Europeia (CEE) e o país começa a escrever um novo capítulo da sua história. 

No final desse Verão, 51 102 caloiros dão os primeiros passos no ensino superior, ao mesmo tempo que se inscrevem 51 043 alunas em faculdades e politécnicos. A diferença foi de 59 lugares, vantagem para os rapazes. Foi há 20 anos e foi também a última vez que essa vantagem existiu. As mulheres começaram nesse momento a virar a sua página. 
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Na década de 50 começou a preparar-se o caminho para uma participação a sério das mulheres no sistema de ensino básico em Portugal. Vinte anos mais tarde, a democratização da escola pública dá os primeiros passos no secundário, e é por mera consequência das decisões políticas anteriores que, em meados dos anos 80, as mulheres começam a reclamar verdadeiramente o seu lugar nos bancos das faculdades. Quando chegam ao ensino superior, depressa passam a ser mais que os homens e, regra geral, são melhores - destacam-se pelos bons resultados alcançados no final de cada semestre. "A partir do momento em que há um acesso paritário ao ensino, as mulheres têm sempre mais sucesso educativo", conta o historiador Paulo Guinote, especialista em educação. 

Esse "sucesso" começa a ser cimentado nos anos anteriores. Qual ironia do destino, para que isso fosse possível, refere Natália Alves, muito contribui a discriminação positiva que o sistema de ensino acabou por fazer das raparigas - as mesmas a quem anos antes a sociedade não reconhecia valor para sair de casa e passar anos a estudar. "As meninas desenvolvem competências sociais que são mais valorizadas pela escola", explica a socióloga do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. São mais calmas, mais avessas à contestação e por isso são também menos susceptíveis de esbarrar em problemas de indisciplina escolar. "As mulheres adequam-se melhor à organização de massas baseada na disciplina e no conformismo", concretiza Paulo Guinote. 

Mas o facto de terem conquistado o direito a estudar, como os rapazes já faziam, não lhes tirou de cima o peso do preconceito. "Tradicionalmente a mulher não era escolarizada e quando por fim chega à escola é-lhe exigido um esforço acrescido", diz o historiador. No fundo tinham de remar com duas vezes mais força para provar que chegavam onde os rapazes chegavam. 

A ideia era que "à partida aquele esforço não teria retorno". O percurso já estava definido: nascer, aprender a cuidar da casa e educar convenientemente os filhos, ser boa mulher e fazer disso o seu papel de vida. Havia que provar o contrário e, com a nova oportunidade que receberam, as mulheres passaram a ocupar os lugares de destaque nos rankings de avaliação das suas escolas. 

A inversão de números dá-se precisamente em 1986 (ver gráfico ao lado). Na mesma altura, uma outra decisão política ajuda a levar as estudantes para o ensino superior. "A partir da década de 80 temos um forte processo de privatização do ensino em Portugal", refere Natália Alves. De 81 582 estudantes do ensino superior em 1978, Portugal passa para os 102 145 em 1985 - sete anos e 20 500 estudantes universitários a mais, o Estado começa a não conseguir dar resposta à procura crescente de licenciaturas. A par do aparecimento das instituições privadas, prolifera nesses anos a inauguração de institutos politécnicos em novas e mais isoladas zonas do país. "Muitas raparigas viviam com um garrote de expectativas porque teriam de estudar fora das suas cidades", lembra a socióloga Natália Alves. A universidade era longe de casa - o que tirava "controlo" aos pais - e estudar era caro. 

Em suma: melhor perfil para aquilo que a escola procura e a capacidade de trabalhar o dobro para alcançar bons resultados - dois argumentos que explicam o porquê de as mulheres terem há 20 anos uma presença em maior número nas instituições de ensino superior. E os homens, por onde andaram?
Os homens desistiram, em parte, dessa formação superior. Em primeiro lugar, quando lá chegam estão menos preparados (porque não remaram tanto como as colegas). Em segundo lugar, porque percebem que, chegando às empresas, são privilegiados. 

"O mercado de trabalho continua a ser muito discriminatório para as mulheres", diz Natália Alves. "Essa desigualdade salarial faz com que as mulheres invistam mais na educação para terem o retorno que o homem tem", acrescenta Paulo Guinote". A eles basta-lhes a licenciatura para receberem tanto como elas recebem com mestrado. 

* Portugal, um país machista que não honra as mulheres que tem.


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ELISABETTA




FRANCHI

MILÃO
PRIMAVERA/VERÃO
2015





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HOJE NO 
"A BOLA"

«Silenciámos as estrelas do Arsenal» 
- Leonardo Jardim
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Leonardo Jardim atribuiu a vitória (3-1) do Mónaco em Londres à superioridade do coletivo da equipa gaulesa no duelo com o talento individual dos jogadores do Arsenal.

«Estudámos o Arsenal e sabíamos que eles são mais fortes na primeira parte. Conseguimos travá-los e depois partir para o contra-ataque. O futebol é um desporto coletivo e, esta noite, silenciámos as estrelas do Arsenal. Estou contente pelo resultado mas não é momento de festejar, temos de começar a pensar já no jogo com o PSG. Nada ganhámos, estamos em vantagem para a segunda mão», comentou o treinador português.

* Uma concludente vitória.

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3-CONCEITOS GEOMÉTRICOS


ÚLTIMO EPISÓDIO




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  HOJE NO 
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"

Juíza manda afixar 11 listas para eleições
. regionais e mantém PDR de fora

A juíza Virgínia Lobo, titular do processo das eleições regionais de 29 de Março, mandou hoje afixar as listas definitivas de onze candidaturas, mantendo de fora a lista do Partido Democrático Republicado (PDR). A magistrada terá ainda de analisar a reclamação que o partido fundado por António Marinho e Pinto e nesse sentido deu um prazo de 24 horas para que as restantes candidaturas se pronunciem sobre a mesma.


Mas para já, o PDR mantém-se fora da corrida eleitoral. "Reiterando os fundamentos descritos no despacho proferido em 18 de Fevereiro de 2015, não admito a lista apresentada pela candidatura do Partido Democrático Republicado", assina Virgínia Lobo, numa conclusão com data desta quarta-feira. Recorde-se que a juíza decidiu não admitir a lista pelo facto do partido ter sido inscrito no Tribunal Constitucional fora do prazo previsto na Lei Eleitoral para Assembleia Legislativa da Madeira.

As onze listas admitidas foram: Plataforma dos Cidadãos (PPM-PDA), PCTP/MRPP, PNR, JPP, CDS-PP, CDU (PCP/PEV), PND, MAS, BE, PSD e 'Mudança' (PS, PTP, PAN e MPT).

* Sem querermos falar do faits divers do PDR, constatamos que o PS não sente forças para concorrer sózinho e junta-se a uma sopa de letras.


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RUI MOREIRA

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Anacronismos

Vontade de reformar o Estado não bate muito certo.

A vontade expressa do Governo de transferir para as Câmaras Municipais competências, como é exemplo a gestão de escolas acima do Ensino Básico, é uma boa ideia.

Acontece que esta vontade de reformar o Estado, delegando competências, não bate muito certo com um conjunto de outras decisões ou projetos de decisões que, paulatinamente e com grande sobranceria, vão sendo pré-anunciadas.

Dou dois exemplos recentes. O primeiro é o pré-anúncio da extinção da Autoridade Metropolitana de Transportes, matando a supervisão local prometida e colocando novos problemas e cada vez mais dúvidas acerca dos processos de concessão de transportes em curso.

O segundo é o da ingerência que o Estado Central pretende praticar ao inviabilizar ou condicionar um acordo entre trabalhadores e autarquia para que se restabeleça o horário de 35 horas. Refiro-me ao pré-anúncio do Governo segundo o qual apenas autarquias de "boas contas" poderão restabelecer o horário de trabalho e, mesmo essas, ficarão impedidas de contratar novos funcionários.

Isto é, o Governo propõe-se condicionar os direitos de trabalhadores pagos pelas Câmaras em função, não da sua produtividade ou da necessidade local, mas das boas ou más decisões de autarcas, que muitas vezes já nem estão em funções.

Mas o mais grave, nesta deriva centralista, é pretender impor medidas restritivas à capacidade de contratação aos que demonstram boa gestão, impedindo-os de tomar a decisão e contratar. É, por assim dizer, uma espécie de cultura do mérito… mas ao contrário.

Voltando atrás, a delegação de competências não é apenas uma boa ideia, é um imperativo da reforma do Estado. Mas delegar competências não pode ser sinónimo de alijar responsabilidades. É preciso que, simultaneamente, o Estado delegue o cheque suficiente, arrecadado dos bolsos dos contribuintes. E é imperioso que não se restrinja mais a capacidade que os executivos têm para tomar as suas decisões e escolher, verdadeiramente, o que é melhor para o funcionamento da sua autarquia e o que é melhor para os seus munícipes.

NOS primavera sound 
Foi apresentado o NOS Primavera Sound, que se realiza na primeira semana de junho, no Parque da Cidade, no Porto. A edição deste ano tem talvez o melhor cartaz de sempre e volta a envolver-se com a cidade. Duas semanas antes, há o Mini Primavera Sound, um minifestival para os mais pequenos e de entrada livre. Na véspera, o Passeio das Virtudes recebe os primeiros espetáculos, também de entrada livre e para toda a cidade. Cada vez mais, o festival ganha lugar, na cidade e no mundo da música.

Motonáutica no douro 
O anúncio de que o Douro vai receber em agosto o Campeonato do Mundo de F1 em Motonáutica foi alvo de grande regozijo por parte dos seguidores da minha página de Facebook. Mas houve quem questionasse os custos e fizesse inevitáveis comparações com o Circuito da Boavista. Apenas para se ter uma ideia, esta prova será paga pelo Porto e por Gaia, cabendo ao Porto menos de um décimo de custos do que teria a organização do circuito automóvel. A comparação é, aliás, injusta. São eventos diferentes e um não substitui o outro. Diferentes até nisto: este podemos pagar, o outro, sem apoio do Turismo de Portugal, não.

Protagonistas 
Manuel de Lucena 
Um dos poucos intelectuais interessados pela política, e que a abandonou. A sua morte recorda o tempo em que a cidadania era mais participativa.

Manuel António Pina 
O ‘Piba’ vai ser homenageado pela cidade que o adotou. Mas as palavras que se ouviram na Assembleia Municipal já foram uma homenagem.

Futebol 
É inaceitável que alguém se lembre de celebrar a morte violenta de um adepto adversário. Os dirigentes que fecham os olhos não têm vergonha.

Coliseu do Porto
O público tem acorrido em grande número, a exemplo do que sucede no Rivoli. Não se receie a concorrência, quando a oferta é de qualidade.

Presidente da Câmara do Porto

IN "CORREIO DA MANHÃ"
15/02/15


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434.UNIÃO


EUROPEIA








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   HOJE NO 
  "DIÁRIO ECONÓMICO"

Banco central angolano justifica
 novo imposto com saída de divisas

O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José Pedro de Morais Júnior, confirmou hoje a intenção do Executivo angolano de taxar os rendimentos gerados no país que são enviados "quase totalmente" para o exterior.

De acordo com o governador do banco central angolano, a rubrica de "invisíveis correntes", como transferências cambiais, cresceu exponencialmente nos últimos dois anos, sendo a que mais contribui para o défice de 19% da conta corrente para 2015.

José Pedro de Morais Júnior respondia no parlamento angolano, aos deputados, sobre a "contribuição especial" a aplicar às operações cambiais plasmada na proposta de revisão do Orçamento Geral do Estado (OGE) para 2015, aprovada hoje, na generalidade, pela Assembleia Nacional.
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A medida afectará nomeadamente transferências de empresas portuguesas instaladas em Angola e trabalhadores expatriados nacionais, um das maiores comunidades estrangeiras no país.
O governador explicou que a rubrica "invisíveis correntes" tem a ver com as transferências unilaterais, com pagamentos de contratos de consultoria, contratos de assistência técnica, entre outros.

"Daí que, e pela observação do crescimento quase exponencial desta rubrica ao longo dos anos 2013-2014, se tenha proposto esta contribuição especial", referiu José Pedro de Morais Júnior.
A medida, explicou, visa reduzir a pressão sobre as reservas internacionais líquidas e criar receita adicional para os consumos básicos da população.

"A ideia no fundo é tornar equivalente a taxa de esforço daqueles que têm os seus rendimentos domiciliados em Angola e esses não serão taxados, com aqueles que apesar dos seus rendimentos serem originados aqui em Angola são transferidos quase totalmente para o exterior, esses sim serão taxados", assegurou.

Posteriormente, questionado pela agência Lusa sobre a percentagem a ser aplicada, José Pedro de Morais Júnior recordou que a proposta não faz menção a valor, nesta fase, sublinhando que a mesma prevê uma autorização para o titular do poder Executivo legislar sobre a matéria.

O artigo 4.º da proposta de Lei do OGE revisto para 2015 refere que nas operações cambiais de invisíveis correntes estão incluídas transações, serviços e transferências.

Nomeadamente, lê-se, as relacionadas com transportes, seguros, viagens, rendimentos de capitais, comissões e corretagens, direitos de patente e marcas, encargos administrativos e de exploração, salário e outras despesas por serviços pessoais, outros serviços e pagamentos de rendimentos, transferências privadas quando se efetuarem entre o território nacional e o estrangeiro ou entre residentes e não residentes.

Nesta proposta de lei do orçamento, o artigo 5.º autoriza o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, a "estabelecer o regime jurídico" da nova "contribuição especial", nomeadamente no que toca à taxa aplicável, isenções, incidências ou regras de cobrança, entre outros aspetos.

A revisão do OGE de 2015 é justificada pelo Executivo com a forte quebra na cotação internacional do barril de petróleo e vai obrigar a um corte de um terço nas despesas totais do Estado.

* O problema de saída de divisas  não se resolve como roubo que as autoridades angolanas estão a fazer aos portugueses, a fuga de capitais está nos bolsos de José Eduardo dos Santos e seus capangas, não foi nenhum português que duma assentada comprou 3 andares no vidrão de Cascais no valor de 5 milhões de euros pagos em cash. Admiramo-nos que a comunicação social dê mais relevo à situação grega do que ao roubo de que os trabalhadores portugueses em Angola estão a ser alvo sob a forma de imposto.

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 MACRO REGIÕES
DA EUROPA


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60.O MELHOR
 DA ARTE

04.GRANDES PINTORES

PORTUGUESES


HELENA VIEIRA DA SILVA,

ÁRPAD SZENES


MA FEMME

CHAMADA BICHO/2



UM FILME DE JOSÉ ÁLVARO DE MORAIS
REALIZADO  EM 1976


* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.

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HOJE NO 
  "CORREIO DA MANHÃ"

Farmácias alertam para riscos de
. banalizar a venda livre de medicamentos

A Associação de Farmácias de Portugal (AFP) alertou esta quarta-feira para os riscos associados à "banalização" da venda de medicamentos em estabelecimentos como bombas de gasolina e cafés, e lembra que são um produto com características especiais.
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 Esta posição é contrária à da Associação Nacional de Farmácias (ANF) que na terça-feira defendeu a comercialização de medicamentos de venda livre em quiosques, bombas de gasolina e cafés, para aumentar o acesso da população aqueles produtos e a concorrência. 

Para Manuela Pacheco, Presidente da AFP, "permitir que os medicamentos sejam vendidos fora das farmácias, em locais como cafés, tabacarias, quiosques ou bancas de jornais é encará-los como um qualquer produto de consumo." A responsável considera que tal medida traria "perigos de saúde pública" e questiona a capacidade das autoridades de saúde para garantir as condições de segurança exigidas no acondicionamento e disponibilização dos medicamentos aos cidadãos nestes locais. 

A presidente da associação que representa perto de 150 farmácias manifesta também preocupação com quem poderá nessas circunstâncias esclarecer dúvidas sobre a toma correta dos medicamentos. "O aumento da proximidade com este alargamento é uma falsa questão. 

Este consegue-se, sim, alterando a legislação, para permitir a deslocalização geográfica das farmácias, consoante as necessidades de cada população", acrescenta. Manuela Pacheco considera ainda que esta proposta "vem agravar ainda mais o estado de asfixia financeira em que as farmácias se encontram", salientando que "a venda de medicamentos fora das farmácias não provocou uma baixa do preço nesses locais, ao contrário dos argumentos defendidos na altura". 

Posição diferente tem a ANF, para quem "não há razão, de natureza técnica ou científica, que justifique impedimentos à comercialização de medicamentos de venda livre em quiosques, gasolineiras, postos de correio, cafés, restaurantes e outros pontos de venda por natureza próximos das populações, alargando substancialmente o acesso e a concorrência". 

Numa nota enviada às redações, a ANF lembra que em 2005 foi permitida a venda de medicamentos sem receita médica fora das farmácias e que a medida prometia "beneficiar o consumidor com maior acessibilidade e preço mais baixo" devido à concorrência. 

"Uma década volvida, os resultados alcançados estão longe dos objetivos esperados", sublinha a ANF no documento, sustentado no relatório mensal de análise de mercado do Infarmed. Aquele relatório, segundo a ANF, refere que o aumento da acessibilidade não se concretizou, o preço daqueles medicamentos aumentou e que o mercado está concentrado em apenas "três entidades". 

* Não somos favoráveis  à venda livre de medicamentos, mas esta guerra entre associações gera muitas dúvidas.

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CATI FREITAS

VEM


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HOJE NO 
"OBSERVADOR

Eurodeputados do PS questionam Comissão Europeia sobre base das Lajes

Eurodeputados do PS querem saber se a Comissão Europeia executou o mapeamento das estruturas dos 28 que podem vir a ser utilizadas para operações navais e aéreas europeias. Lajes estão neste leque. 
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Os eurodeputados do PS enviaram uma questão em conjunto à Comissão Europeia para saber se a Base das Lajes está a ser considerada no mapeamento das estruturas dos Estados-Membros que podem vir ser utilizadas para operações navais e aéreas pelos 28 Estados -membros, integrando a Estratégia Europeia de Segurança Marítima.

Um relatório da autoria da eurodeputada socialista Ana Gomes foi aprovado em 2013 e pedia à Comissão que este levantamento fosse executado.

A pergunta, subscrita por todos os eurodeputados socialistas, foi enviada a Federica  Mogherini,  vice-Presidente e Alta Representante para Política Externa, e é feito um dia depois de o Governo português ter dito no Parlamento que as negociações com EUA “não são fáceis”.

Segundo comunicado enviado às redações, os eurodeputados argumentaram que a base “desempenha um papel na manutenção da paz na Europa, cumprindo um importante serviço de apoio às forças aliadas durante a II guerra e em todos os posteriores conflitos envolvendo a NATO na Europa, Médio Oriente e Norte de África”.

Segundo Ana Gomes, “a utilização de estruturas estratégicas como a Base das Lajes no quadro da Política Comum de Segurança e Defesa pode contribuir para a segurança da UE e para a defesa dos seus interesses geoestratégicos na vizinhança e para além dela, mesmo continuando ao serviço de obrigações de Portugal no quadro da Aliança Atlântica ou da relação bilateral com os EUA”.

Perante os deputados, na Assembleia da República, Rui Machete diz que a diminuição prevista por Washington para a base localizada na ilha Terceira é de 170 efetivos norte-americanos e de 380 civis portugueses, um número mais baixo do que o que estava previsto inicialmente.

Já o eurodeputado açoriano, Ricardo Serrão Santos, defende que “no contexto das diferentes estratégias para o Atlântico, a infraestrutura das Lajes deverá constituir uma mais-valia no contexto de desafios como a segurança ligada ao mar”.

As negociações entre o Governo português e a administração norte-americana continuam em maio ou junho, em Washington.

* Esta diminuição de efectivos está programada  há bué. Do lado português nunca nada foi planeado, como sempre.

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EXPERÊNCIAS

Experiência do bicarbonato de sódio com vinagre


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 HOJE NO 
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS"

Tribunal da Relação mantém 
condenações de Jardim Gonçalves, 
Filipe Pinhal e António Rodrigues

O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) rejeitou os recursos de Jardim Gonçalves, Filipe Pinhal e António Rodrigues no processo-crime do caso BCP.

O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) rejeitou os recursos de Jardim Gonçalves, Filipe Pinhal e António Rodrigues no processo-crime do caso BCP, mantendo as condenações da primeira instância, disse hoje à agência Lusa fonte do TRL.
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"Foram julgados não providos todos os recursos apresentados pelos recorrentes, mantendo-se a decisão da primeira instância criminal", avançou a fonte.

Jorge Jardim Gonçalves, Filipe Pinhal e António Rodrigues tinham recorrido da decisão do coletivo de juízes das Varas Criminais de Lisboa que os condenou pelo crime de manipulação de mercado.

O fundador do Banco Comercial Português (BCP), Jardim Gonçalves, foi condenado no início de maio a uma pena de dois anos de prisão, que fica suspensa mediante o pagamento de 600 mil euros.

Quanto aos restantes arguidos, todos ex-administradores do BCP, houve decisões diferentes: enquanto Filipe Pinhal e António Rodrigues também foram condenados a penas de prisão de dois anos e a indemnizações de 300 mil euros cada um, Christopher de Beck foi absolvido de todas as acusações.
Os quatro responsáveis foram absolvidos da prática do crime de falsificação de documentos.

A decisão do coletivo de três juízes que julgou o processo-crime nas Varas Criminais de Lisboa no âmbito do chamado caso BCP foi tomada por maioria.

O tribunal condenou ainda os três arguidos considerados culpados a penas acessórias, que passam pelo impedimento de os responsáveis exercerem cargos de administração ou direção em empresas ou instituições financeiras durante quatro anos.

* Os banqueiros deviam, pelo exercício da profissão, ser pessoas acima de qualquer suspeita, afinal estão abaixo de qualquer credibilidade. Estes vígaro/manipuladores estão carimbados.


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QUE FOTOGRAFIA GOSTARIA
DE TER TIRADO?













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HOJE NO 
"RECORD"

Liga grega suspensa 
por tempo indeterminado

O ministro adjunto dos Desportos da Grécia, Stavros Kondonís, anunciou esta quarta-feira a suspensão, por tempo indeterminado, dos campeonatos de futebol, para colocar em marcha medidas para erradicar a violência nos estádios.
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O governante afirmou que vão ser suspensos os encontros de todos os campeonatos profissionais e semiprofissionais da primeira, segunda e terceira divisões, na sequência dos graves incidentes ocorridos no dérbi de Atenas, entre Panathinaikos e Olympiacos.

As primeiras medidas propostas por Kondonís passam pela adoção de bilhetes eletrónicos, para identificar os compradores e quem os utiliza nos estádios, a erradicação das claques dos clubes e a instalação de câmaras de videovigilância nos recintos. O responsável pela tutela do Desporto anunciou esta decisão após uma reunião com o presidente adjunto da Federação Grega de Futebol (EPO), Evángelos Topoliatis, e com os responsáveis pelos campeonatos da primeira e segunda divisões, Yorgos Borovilos e Spyros Kaloyanis, para, além de anunciar a suspensão, acertar o prazo necessário para a aplicação destas medidas.

Antes, Kondonís tinha recebido o primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, que corroborou da resolução do ministro e deu luz verde para a paralisação das competições. De acordo com a comunicação social local, os dois governantes deverão reunir novamente durante a tarde de hoje.

Apesar de o tempo de suspensão das competições ser por tempo indeterminado, os órgãos informativos gregos dão conta que esta poderá prolongar-se por duas ou três semanas. Desde que assumiu o cargo governativo, Kondonís tinha anunciado como uma das suas prioridades a luta contra a violência no futebol.

Vítor Pereira no centro
A suspensão das competições ocorre poucos dias depois dos graves incidentes ocorridos no Estádio Apostolos Nikolaidis, casa do Panathinaikos, antes do dérbi com o rival Olympiacos, treinado pelo português Vítor Pereira. No domingo, antes desse embate da 25.ª jornada, a ida do técnico bicampeão ao comando do FC Porto até uma das balizas, à frente da bancada das claques do Panathinaikos, obrigou à fuga de Vítor Pereira, devido a uma invasão de campo dos adeptos.

Antes do início do dérbi, que o Olympiacos perdeu por 2-1, Vítor Pereira aproximou-se de uma das balizas, situação que acabou por desencadear a ira dos adeptos da equipa da casa, que de imediato lançaram fumos e tochas para a zona onde estava o técnico. A situação ainda ficou mais tensa quando a claque forçou a entrada no relvado, ainda antes do início do jogo, levando a que a comitiva do Olympiacos e os jogadores que faziam o aquecimento tenham corrido para o túnel de acesso ao relvado.

Na terça-feira, a reunião do comité diretivo da Liga grega foi interrompida devido a um confronto entre o presidente do Olympiacos e do Panathinaikos. Além de Vítor Pereira, há 19 jogadores portugueses em clubes gregos, entre os quais se destacam Zeca, no Panathinaikos e Ricardo Costa e Míguel Vítor, no PAOK.

* Parece que nem à bola  este novo governo brinca. a suspensão é corajosa.

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 TREINANDO


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  HOJE NO 
  "JORNAL DE NOTÍCIAS"


Tribunal manda repetir julgamento 
de Armindo Castro

O Tribunal da Relação mandou repetir o julgamento de Armindo Castro, o estudante de criminologia que cumpriu dois anos de prisão pela morte da tia, mas que foi libertado quando um outro homem confessou o crime.
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Armindo Jorge Castro, de 28 anos, foi libertado, a 16 de dezembro, da cadeia de Paços de Ferreira, na sequência do pedido de alteração das medidas de coação elaborado pelo advogado Paulo Gomes.
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 No dia seguinte, o Ministério Público admitiu que impendem sobre Armindo Castro "dois fortes juízos de indiciação" da prática do homicídio da tia em Famalicão, explicando que promoveu a libertação do arguido por considerar atenuado o perigo de continuação da atividade criminosa.

O crime que originou a condenação de Armindo Duarte ocorreu em 29 de março de 2012 em Joane, Famalicão.
No entanto, a 28 de outubro de 2014 um outro homem entregou-se à GNR, em Guimarães, confessando a autoria desse homicídio.

Segundo uma nota da Procuradoria-Geral da República, datada de 31 de outubro, foi extraída certidão daquela declaração confessória, tendo paralelamente sido determinadas "as diligências processuais que se impunham" para que a matéria seja investigada em sede de inquérito.
Recorde-se que dois meses após o crime a Polícia Judiciária (PJ) deteve um sobrinho da vítima, de 27 anos e estudante de criminologia, pela alegada autoria do homicídio.
O jovem fez, com a PJ, uma reconstituição do crime, assumindo a autoria do mesmo, mas a partir daí declarou-se sempre inocente.

No julgamento, escusou-se a falar sobre os factos, pronunciando apenas a frase "estou inocente".
O Tribunal de Famalicão condenou-o a 20 anos de prisão, pela prática de um crime de homicídio qualificado, mas a Relação baixou a pena para 12 anos, imputando ao arguido o crime de ofensas à integridade física qualificadas, agravadas pelo resultado morte.

O homem que assumiu a autoria do homicídio de Famalicão confessou que foi também ele quem matou uma comerciante de 39 anos em Felgueiras, a 27 de abril deste ano, garantindo ainda que a sua mulher esteve envolvida nas duas situações.
Por este último crime, o casal está em prisão preventiva.

* Isto é um bocado confuso, porque teria o jovem confessado a autoria dum crime que não cometeu, que tal uma avaliação psicológica ao indivíduo?

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ANÚNCIO


Neste anúncio não figura nenhuma mulher de biquíni,
não figura nenhum cachorro,
não figura nenhuma criança
e não figura nenhum bébézinho.

Este anúncio não tem qualquer casal, 
não há beijos
e não há famílias a tomar o pequeno almoço.

Este anúncio não tem música de sucesso, 
não tem efeitos especiais
e não tem nenhuma tartaruga a jogar à bola. 

Este anúncio não tem gente famosa,
nem garotos propaganda,
porque este anúncio é para vender um produto 
que ninguém precisa ser convencido para o comprar...

Todos desejam consumi-lo,
muitos de nós já o comprou várias vezes,
só que neste momento não estão a proceder a entregas!

É um produto sem marca,
não tem slogans,
não tem embalagem,
nem faz promoção do tipo “leve 3, pague 2”.

Este anúncio é todo branco
e por esse motivo
pode ser compreendido em todo o mundo.

Aliás, seria fantástico se este anúncio
pudesse percorrer o mundo inteiro
porque o produto que este anúncio quer vender é a...
...PAZ!

...e enquanto quem precisa comprar a PAZ não compra, faça assim:
pegue no “stock” de PAZ que ainda tem em casa
e...use no trânsito,
use nas filas do seu dia a dia,
use no elevador
e use no futebol.

PAZ...é um produto interessante!


O texto é de um anúncio criado por Washington Olivetto e foi passado recentemente nos cinemas brasileiros. No filme  o ecran fica todo branco  enquanto o texto corre.


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