segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

UMA (DES)GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS 

"VERANEAMOS"


SETO INLAND

O MEDITERRÂNEO DO JAPÃPO
 
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*  Uma produção "EURONEWS"


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FINALMENTE













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PATINAGEM NO GELO


CAMPEONATO AMERICANO

2015


GRACIE GOLD


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HOJE NO 
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS
 DA MADEIRA"  

Mossad desmente Netanyahu quanto
. a capacidade nuclear do Irão

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, foi desmentido pelos seus próprios serviços de informações em 2012, quando declarou que o Irão estava a um ano de distância de se dotar da bomba atómica, segundo documentos secretos hoje divulgados.

A documentação foi revelada pelo jornal The Guardian e a cadeia televisiva Al-Jazeera.
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 As mensagens disponibilizadas pelo diário britânico e a televisão do Qatar proveem de trocas entre os serviços de informações sul-africanos e homólogos estrangeiros, como o Mossad israelita, a CIA norte-americana ou o MI6 britânico, entre 2006 e dezembro de 2014.

Uma destas trocas de correspondência põe em causa a intervenção de Netanyahu na tribuna da Organização das Nações Unidas, em 2012. Na ocasião, o chefe do Governo israelita exibiu um cartaz, com uma bomba em vias de explodir, para ilustrar o que pretendia ser o seu alarme pelo alegado estado avançado do programa nuclear iraniano.

Reivindicando basear-se em informações da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), Netanyahu garantira que, a partir do verão de 2013, "no mais tardar", o Irão só precisaria de alguns meses para obter suficiente urânio enriquecido para a sua primeira bomba".

Algumas semanas mais tarde, a Mossad concluiu, em relatório recebido pelos serviços sul-africanos, em 22 de outubro de 2012, que o Irão "não tinha a atividade necessária" para a produzir.
O Irão "não parece estar pronto para enriquecer urânio a um nível suficiente para produzir bombas nucleares", especificou-se no documento.

Para o The Guardian, este episódio ilustra "um fosso" entre a retórica dos homens políticos israelitas e a análise dos serviços de informações deste país.

Um dirigente israelita, questionado pelo The Guardian, considerou que não havia qualquer contradição entre as duas posições. O primeiro-ministro e o Mossad "disseram que o Irão estava a enriquecer urânio com objetivo de produzir a bomba", destacou.

A publicação destas mensagens secretas ocorre quando Netanyahu se preparar para discursar, essencialmente sobre o Irão, em 03 de março, no Congresso dos EUA, intervenção que está a causar polémica tanto nos EUA como em Israel.

O primeiro-ministro, em campanha para as legislativas de 17 de março, receia que os EUA assinem um acordo demasiado favorável ao Irão.

No domingo passado, deplorou que o "terrorismo nuclear" de Teerão "não tenha impedido a comunidade internacional de continuar a negociar um acordo nuclear com o Irão, que lhe vai permitir construir a capacidade industrial de que precisa para desenvolver armas nucleares".

O Guardian revela também que o MI6 e outros "serviços aliados" pressionaram para bloquear a venda de equipamento, entre fim de 2007 e início de 2009, de uma empresa sul-africana a uma iraniana, suspeita de envolvimento no programa de mísseis balísticos iranianos.

A empresa sul-africana, Electric Resistance Furnaces (ERFCO), fechou as portas depois de o contrato, de valor estimado entre 500 mil (441 mil euros) e um milhão de dólares (882 mil euros), ter sido anulado.

Os serviços de informações britânicos estimaram que a venda teria permitido aumentar de maneira significativa a capacidade do Irão de produzir mísseis balísticos, "alguns dos quais poderiam transportar ogivas nucleares". 

 * Benjamin Netanyahu não teria pruridos se tivesse capacidade de fazer aos palestinos o que os alemães fizeram aos judeus.

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MINUTOS DE


CIÊNCIA/36


PORQUE CHORAMOS?

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  HOJE NO 
  "DIÁRIO ECONÓMICO"

Bancos suíços envolvidos no 
escândalo de desvio de fundos 
da petrolífera Petrobras

Duas instituições financeiras suíças foram ontem implicadas no escândalo de desvio de dinheiro da Petrobras pelo ex-director da petrolífera brasileira, Pedro José Filho. Em declarações prestadas à polícia, citadas pelo jornal ‘Folha de S. Paulo', o antigo responsável pela área de engenharia da Petrobras revelou que o presidente do banco Cramer jantou em Outubro de 2011 com Renato Duque - na altura director de serviços da petrolífera estatal brasileira - bem como o com consultor da empresa Júlio Camargo e também com João Ferraz, antigo presidente da ‘Sete Brasil'. 
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No dia seguinte, todos estes responsáveis abriram nessa instituição contas em nome de empresas-fachada, para onde enviaram 12,3 milhões de euros, dinheiro associado aos alegados subornos que recebiam para atribuir a empresas os contratos da petrolífera, recebendo periodicamente relatos pessoais dos gestores do banco sobre a segurança dos depósitos. Barusco revelou ainda que tanto ele como os outros administradores alegadamente corruptos da Petrobras colocavam o dinheiro em instituições europeias conforme o ‘sigilo' que estas ofereciam, tendo ele transferido em 2003 o dinheiro que recebia dos alegados subornos para o banco ‘Safra' de Genebra.

O antigo director revelou também que tanto ele como Renato Duque abriram "contas de passagem" no montante de 5,2 milhões de euros no banco Lombard Odier, de modo a dificultar a detecção do dinheiro ilícito por parte das autoridades.

* Suiça, a grande lavandaria global.


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4-AMAR NÃO DEVERIA
SER CRIME

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ÚLTIMO EPISÓDIO

* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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  HOJE NO 
  "CORREIO DA MANHÃ"

Diretora do FMI insiste que saída da
. Grécia do euro não está a ser discutida 

Os gregos têm de apresentar até terça-feira uma lista de reformas económicas concretas. 

A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, insistiu esta segunda-feira que a saída da Grécia da zona euro "não está entre as opções" e "não está a ser discutida". 


"A saída da Grécia não está entre as opções e não está a ser discutida", garantiu Christine Lagarde numa entrevista ao diário "Huffington Post". 

Na entrevista, a diretora-geral do FMI sublinhou que a semana passada foi conseguido um "ponto de viragem quando houve determinação coletiva para ouvir, criar confiança e fazer o melhor para se ficar junto". 

Na sexta-feira passada, o Governo grego de Alexis Tsipras e o Eurogrupo chegaram a acordo para prolongar por mais quatro meses o programa de ajuda financeira. Em troca, os gregos têm de apresentar até terça-feira uma lista de reformas económicas concretas. 

Segundo Christine Lagarde, o objetivo fundamental do acordo foi "manter a estabilidade e fomentar o crescimento". A Grécia tem de fazer "reformas mais profundas", disse, salientando que sem elas o país não retomar o crescimento. 

* A saída da Grécia do euro não convém  a ambas as partes, se acontecesse, num prazo mais dilatado quem teria mais problemas seria o resto da Europa liderados pelo esbirro alemão, é que associações entre países gerem-se com política não com tecnocracias do "deve e haver".
Portugueses e gregos foram brutalmente "chulados" pelos bancos alemães e franceses através do intermediário "troika", quem o diz são economistas credenciados, de várias nacionalidades e proveniências.

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JOÃO NUNO ALMEIDA E SOUSA

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Serviço Público

Está em contagem decrescente a liberalização do espaço aéreo entre os Açores e o continente Europeu. Governo da República e Regional vão liberalizar o mercado e criar novas obrigações de serviço público nas quais o custo final do bilhete será de € 134 e de € 99 para residentes e estudantes, respectivamente. 

Ninguém conhece, porém, o valor de venda do bilhete a pagar à cabeça. Nem está claro onde, como e quando será pago o subsídio social de mobilidade, no qual o Estado devolverá a cada passageiro o valor pago acima dos € 134 ou € 99, consoante o caso. Esquecida ficou a promessa eleitoralista do PS de tarifas regulares e para todos abaixo dos € 100. 

Quem precisar de se deslocar ao Continente por necessidade pessoal ou capricho turístico terá de ter liquidez e desafogo de carteira para pagar primeiro e ser reembolsado depois. Estranho conceito social de mobilidade! Entretanto, entre portas, o Governo Regional garante que na SATA e nos voos inter-ilhas o preço máximo do bilhete será de € 120. 

Estranho conceito de ilhas de coesão! Para os Açorianos ir para fora cá dentro, digamos, à zona franca da ilha Terceira, agraciada com um plano revitalização, será um conceito contrário à apregoada coesão e solidariedade dos ilhéus. Com medidas destas ainda se queixam dos Americanos!

IN "AÇORIANO ORIENTAL"
20/02/15
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432.UNIÃO


EUROPEIA




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  HOJE NO 
"OBSERVADOR

Regras de privacidade do Facebook violam legislação comunitária

Análise encomendada pelo Governo da Bélgica revela várias falhas nas regras de privacidade mais recentes. Facebook está sob investigação em vários países europeus, entre os quais a Holanda.

As regras de privacidade da rede social Facebook violam a lei europeia, mesmo depois de terem sido efetuadas atualizações recentes, diz um relatório encomendado pela comissão de privacidade da Bélgica.

O relatório, encomendado ao Centro de Direito Interdisciplinar e à Universidade de Lovaina, diz que as regras de privacidade “contêm um número de provisões que não estão de acordo” com a lei europeia, provisões essas que “já existiam em 2013, e persistem em 2015”, noticia o jornal inglês The Guardian.
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ENTRA SEM SE DAR CONTA
A análise aponta que os utilizadores da rede social não são consultados quando aparecem e “estórias patrocinadas” ou na partilha de dados sobre a sua localização, e ainda que não recebem “informação adequada” para os ajudar a fazer escolhas informadas, quando existem escolhas disponíveis.

Os técnicos apontam que a política de privacidade do Facebook não cumprem os requisitos para um consentimento válido legalmente no que à publicidade por terceiras partes diz respeito e que as definições do Facebook são demasiado complexas.

Os responsáveis do Facebook tiveram um encontro com o ministro para a Privacidade da Bélgica para discutir o relatório, argumentando que as suas regras de privacidade não violam a lei belga, numa altura em que está também a ser investigado pela comissão de proteção de dados da Holanda.

* Se "facebook" fosse nome de supositório andaria muita gente na consulta de proctologia, para tratar das "almorróidas"

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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE
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7-OS NOSSOS FILHOS

 NOS ACUSARÃO


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8-OS NOSSOS FILHOS

 NOS ACUSARÃO


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ÚLTIMO EPISÓDIO

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HOJE NO 
  "DIÁRIO DE NOTÍCIAS/
/DINHEIRO VIVO"  

Governo viola meta da dívida e falha inversão de tendência

O rácio da dívida pública terminou 2014 muito acima do previsto pelo Governo em outubro, no Orçamento do Estado, e nem sequer inverteu a tendência de subida como prometeu o Executivo durante muito tempo ao longo do ano passado.

Segundo o Banco de Portugal, que é a entidade responsável pelo apuramento da dívida pública oficial, o rácio ficou em 128,7% do produto interno bruto (PIB) em 2014 em vez dos 127,2% inscritos no OE/2015. Em 2013, o rácio da dívida ficou em 128%.

Ou seja, voltou a piorar em vez de ter caído. A inversão de tendência fica assim, adiada por mais um ano. Tem sido assim há vários anos. Os sucessivos governos pecam sempre por defeito.
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O AR SERÁFICO DE SERVENTUÁRIA
Significa isto que os contribuintes portugueses devem agora cerca de 224,5 mil milhões de euros aos credores nacionais e estrangeiros, tendo o governo PSD/CDS agravado esse endividamento em 2,6 mil milhões de euros mais do que estava no orçamento aprovado no final do ano passado pela maioria de direita.

O Governo diz que a dívida portuguesa é sustentável, mesmo com as perspetivas de crescimento anémicas que se perfilam para os próximos tempos e para a falta de potencial da economia (subcapacidade, falta de novo investimento).

Disciplina perpétua
A partir do próximo ano, Portugal tem de cumprir as novas regras europeias que obrigam a uma redução da dívida pública total consolidada em excesso acima dos 60% a um ritmo de 5% por ano durante os próximos 20 anos. Para tal, além de crescer, o país não pode gerar défices, por muito pequenos que sejam. A acumulação de défices gera dívida. E quanto mais dívida mais juros haverá a pagar, pesando no défice. É um ciclo vicioso.

Com o agravamento do endividamento hoje confirmado pelo banco central, o Governo dificulta ainda mais este ajustamento que terá de ser feito a breve trecho.

A dívida total teve um agravamento nominal de 2,4% face a 2013. As Finanças costumam argumentar que este agravamento está relacionado com a acumulação de almofadas de liquidez (depósitos), uma forma de o país ganhar autonomia financeira e de pré-financiar já parte do ano de 2016.

Ora, não é bem assim. A dívida na ótica de Maastricht líquida de depósitos da administração central, que assim expurga aquele efeito das almofadas de liquidez, subiu mais do que a dívida total.

Cresceu 2,8% face a 2013, atingindo os 207 mil milhões de euros no final do ano passado. Fechou 2014 nos 118,6%, quando no ano precedente terminou em 117,5% do PIB.

Isto prova que, apesar de a estratégia ser proteger a República contra eventuais volatilidades no acesso ao crédito de mercado, o Governo continua a agravar a dívida a suportar pelas gerações atuais e futuras, independentemente do nível de depósitos.

Comissão vê dívida mais alta
Para este ano, a previsão das Finanças é um rácio de dívida de 123,7% do PIB. A Comissão Europeia, que divulgou novas projeções este mês, não acredita: diz que a dívida deve ficar em 124,5%.
Há dez dias, a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) já tinha antecipado uma possível derrapagem no rácio de 2014. Numa nota sobre dívida, os economistas calcularam que o rácio teria superado as previsões do Governo, situando-se entre os 127,9% e os 128,7% do PIB.

Privados menos endividados
No sector privado, o panorama é diferente. Segundo os dados do banco central, o peso da dívida das empresas privadas continuou a cair (pelo segundo ano consecutivo), deslizando de 156% em 2013 para 142% do PIB no final do ano passado. As famílias também reduziram a exposição à banca (dívida total desceu de 91,3% para 85,7% do PIB), sobretudo via redução do peso dos empréstimos à habitação.

* Este governo é o "Ás da asneira", os ministros PSD/CDS só agravaram o défice em mais 2,6 mil milhões de euros, apesar dos despedimentos, nos cortes de pensões e reformas e na diminuição da qualidade na saúde, ensino e segurança social, têm muita lata quando dizem que pouparam.

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DOM LA NENA & DANÇAS OCULTAS

ELA

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HOJE NO 
"RECORD"

Filomena Costa: 
«Depois do Mundial vou pensar
 nos Jogos Olímpicos»

A atleta Filomena Costa, que com a vitória na Maratona de Sevilha confirmou mínimos para os Mundiais de Pequim, assegurou esta segunda-feIRA que, apesar de difícil, irá lutar por uma das vagas para os Jogos Olímpicos do Rio'2016. "Depois do Mundial, em agosto, vou pensar nos Jogos Olímpicos. Vai ser difícil, dado que estão quatro atletas para três vagas, e poderão mesmo ser cinco, mas também lá estarei para tentar um lugar", disse Filomena Costa à agência Lusa. 
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Filomena Costa venceu domingo a Maratona de Sevilha, em Espanha, celebrando da melhor forma o seu trigésimo aniversário, com um recorde pessoal de 2:28.00 horas, marca que supera os mínimo para os Mundiais de Pequim e garante entrada no projeto olímpico. "Comecei a prova não a pensar na vitória, mas sim em tentar mínimos para entrar no programa de preparação olímpica e confirmar a minha marca para o Mundial", explicou Filomena Costa, que representa o ACD Jardim da Serra.

Mas, a partir de certo momento do percurso, a atleta viu que era possível vencer e foi o que fez, retirando mais de três minutos à sua melhor marca, que era de 2:31.08 horas, estabelecida a 04 de maio de 2014, na Maratona de Hamburgo. Com a entrada no projeto olímpico, Filomena Costa espera ter mais apoios, principalmente ao nível da participação em estágios, pois já no que toca à preparação esta não irá ser muito diferente da que a atleta tem previsto.

Depois de 15.ª no Europeu, que foi o primeiro em que a atleta participou, Filomena Costa vai ter a sua estreia num Mundial, em Pequim, depois de em Sevilha ter registado a oitava melhor marca portuguesa de todos os tempos na distância.

A atleta 'sacode', no entanto, a pressão. "Vai ser o meu primeiro Mundial e a partir daí vou pensar no futuro. O ano passado tive o meu primeiro Europeu e fui 15.ª, agora este ano irá ser o meu primeiro Mundial". Ana Dulce Félix, atleta com quem treina, é uma das referências e fonte de inspiração para Filomena Costa, para além de outras atletas de topo a nível nacional, como Jéssica Augusto. 
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"Tenho muito orgulho no trabalho que elas estão a desenvolver, principalmente a Dulce Félix, uma atleta que treina comigo e que é para mim uma referência. Depois, há também a Jéssica Augusto, que admiro muito o trabalho dela", disse.

Filomena Costa obteve na cidade espanhola de Sevilha a sua primeira vitória numa maratona, impondo-se à etíope Abebech Bekele (2:33.49 horas) e à queniana Mercy Jelimo (2:34.53 horas).

* Assim nascem campeãs, boa sorte.

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Passe o sal
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  HOJE NO 
  "JORNAL DE NOTÍCIAS"

Ex-ministros britânicos suspensos
 por venderem influências

Dois antigos ministros dos Negócios Estrangeiros do Governo britânico foram, ontem, suspensos pelos respetivos partidos depois de terem sido filmados a oferecerem os seus serviços em troca de dinheiro.

O conservador Malcolm Rifkind e o trabalhista Jack Straw negam ter cometido qualquer ilegalidade depois de terem sido apanhados numa "armadilha" lançada por emissários de uma empresa chinesa que eram, na realidade, jornalistas do "The Daily Telegraph" e da cadeia de televisão "Channel 4". 

Os jornalistas gravaram com câmaras ocultas os dois políticos veteranos a explicarem o que poderiam fazer pela empresa chinesa utilizando os contactos e privilégios conseguidos graças aos seus anos de atividade política.
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Os dois antigos ministros garantem que cumpriram a lei, já que esta não os impede de obter rendimentos por trabalhos diferentes da atividade parlamentar, desde que o comuniquem ao Parlamento.

Os deputados britânicos ganham cerca de 87 mil euros por ano. Um valor considerado baixo pelos envolvidos. Ontem, Rifkind afirmou que pretender que um deputado viva com esse valor é pouco realista. Aliás, na filmagem, é ouvido a classificar-se a si próprio como "auto-empregado" que tem que "ganhar o seu sustento".

Na gravação, Jack Straw diz que cobra cerca de 6500 euros por conferência e que já tinha trabalhado "fora do radar" para influenciar uma mudança de legislação europeia para ajudar uma empresa que lhe pagava 78 mil euros por ano.

* Em Portugal quase ninguém é suspenso por negociatas, quem fica pendurado na corda é o zé povinho.


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38.APELO
AO CONSUMO



















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HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS" 

Tribunal de Contas acusa regulador das águas de não defender interesse público

O Tribunal de Contas (TC) acusa a Entidade Reguladora do Sector das Águas e Resíduos (ERSAR) de negligenciar a defesa do interesse público por não promover junto dos municípios a renegociação dos contratos de concessão de água.
"A ERSAR não tomou qualquer iniciativa, directa e concreta, com o objectivo de promover, junto dos municípios concedentes, o acatamento das recomendações formuladas pelo TC, pelo que se considera uma situação não consentânea com a defesa do interesse público", revela uma auditoria do TC divulgada esta segunda-feira, 23 de Fevereiro.
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As recomendações em causa constam de uma outra auditoria do TC, do ano passado, sobre 'Regulação de Parcerias Público-Privadas (PPP) no sector das águas' que incidiu sobre 19 das 27 concessões municipais em baixa (distribuição de água às populações) adjudicadas a operadores privados.

O TC avaliava de forma muito crítica os encargos públicos com concessões das águas (que atingiram os 93,4 milhões de euros em Junho de 2013) e propunha um corte de 10% na remuneração accionista, além de apresentar um conjunto de recomendações ao Governo e à ERSAR, que tiveram no caso do regulador "um nível de acolhimento insatisfatório".

"De facto, não foi demonstrada ao TC evidência de que tenha sido tomada, pela ERSAR, qualquer medida ou iniciativa" para adoptar as orientações que o Tribunal formulou para auxiliar os concedentes públicos, quer na negociação dos processos de reequilíbrio financeiro em curso e em futuros processos, quer em termos de adaptação dos respectivos contratos de concessão Regime Jurídico dos Serviços Municipais de Abastecimento de Águas Residuais Urbanas e de Gestão de Resíduos Urbanos (decreto-lei 194/2009).

A principal crítica à actuação da ERSAR prende-se com a ausência de divulgação e promoção das recomendações do TC junta das entidades envolvidas.

"Não obstante a ERSAR partilhar das mesmas preocupações que o TC, no que respeita à necessidade de existir um maior equilíbrio contratual em termos de partilha de riscos e benefícios dos contratos de concessão de água (em baixa), de modo a repercutir-se, na prática, em vantagens financeiras para os utentes e as entidades públicas concedentes, não existem evidências da promoção e divulgação das recomendações do Tribunal junto das entidades interessadas", lê-se na auditoria.

Na resposta ao Tribunal, a ERSAR alegou que tem promovido junto dos municípios "a adopção de todas as medidas que em cada caso se revelam mais adequadas", mas manifestou reservas em termos da concretização de algumas recomendações como a implementação de mecanismos de partilha de benefícios com os utentes e/ou concedentes, materializada nos respectivos contratos ou eliminação de cláusulas contratuais que impliquem a transferência de riscos operacionais, financeiros e de procura para o concedente.

Por outro lado, admite-se que "a recente transformação da configuração institucional da ERSAR, I.P., (para entidade administrativa independente)" reforce as suas competências como entidade reguladora e contribua para "sanar a falta de meios" e melhor defender o interesse público.

Quanto às PPP para concessões de água em baixa, o TC considera que "não obstante as falhas e insuficiências" identificadas, "o modelo de gestão concessionada pode constituir um adequado instrumento de contratação pública", desde que siga algumas regras.

Entre os "pilares-chaves" incluem-se um nível de densidade populacional que sustente o investimento programado, partilha equilibrada dos riscos entre concedentes e concessionárias, cláusulas de partilha de benefícios que permitam que o reequilíbrio financeiro funcione, também, em benefício dos municípios e dos seus utentes, por via da redução do tarifário e implementação de mecanismos de penalização e responsabilização das concessionárias por situações de incumprimento.

O TC destaca ainda que parte dos municípios "implementaram de 'per si', e em sede de novas renegociações contratuais, algumas das recomendações", facto que assinala como "aspecto muito positivo".

"Os municípios concedentes (...) demonstraram disponibilidade para concretizar as medidas recomendadas, apesar de sublinharem a omissão da ERSAR no que respeita à promoção e divulgação das recomendações do Tribunal", sendo particularmente crítico o comentário de Barcelos, acrescenta o documento.

Os municípios concedentes são: Alcanena, Alenquer, Azambuja, Barcelos, Batalha, Campo Maior, Carrazeda de Ansiães, Cartaxo, Cascais, Elvas, Gondomar, Fafe, Figueira da Foz, Fundão, Mafra, Marco de Canaveses, Matosinhos, Ourém, Paços de Ferreira, Paredes, Santa Maria da Feira, Santo Tirso, Setúbal, Trancoso, Trofa, Valongo e Vila do Conde.

Quanto ao Governo foi "positivo o facto de este ter procedido à revisão do estatuto da ERSAR".

* Bem prega frei Tomás...se não te prevines 'inda bebes aguarrás..


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 DE PEQUENINO...

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HOJE NO 
"DESTAK"

Ministros absolvidos de pagar multa 
em processo sobre abandono de obras da A26 

O Tribunal Central Administrativo do Sul absolveu os ministros da Economia e do Ambiente do pagamento de uma multa, fixada num processo relativo ao abandono de obras da A26 no concelho de Ferreira do Alentejo. 
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A absolvição também abrange os presidentes da Estradas de Portugal (EP) e da SPER - Sociedade Portuguesa para a Construção e Exploração Rodoviária, a concessionária da subconcessão Baixo Alentejo, que integra as obras de construção da A26. 

A decisão do Tribunal Central Administrativo do Sul, à qual a agência Lusa teve hoje acesso, surge na sequência dos recursos interpostos pelos ministérios, pela EP e pela SPER de uma sentença do Tribunal Administrativo e Fiscal de Beja sobre uma providência cautelar interposta pela Câmara de Ferreira do Alentejo. 

* Sentença previsível, tristemente.


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