segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

UMA GRAÇA PARA O FIM DO DIA

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O QUE NÓS

  "DESESPERAMOS"!




SUICÍDIO E DESESPERO ENTRE
OS INDÍGENAS DO BRASIL





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GOLD












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PATINAGEM NO GELO


CAMPEONATO AMERICANO

2015


ASHLEY WAGNER





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HOJE NO 
"RECORD"

IAAF vai agir contra atletas russos
 que acusaram doping

A Federação Internacional de Atletismo (IAAF) agirá contra os atletas russos envolvidos em casos de doping no prazo de três meses e quer que o treinador envolvido seja banido do desporto. 
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O organismo e a Agência Mundial Antidopagem (AMA) iniciaram um inquérito a larga escala em relação ao desporto na Rússia, desde que um documentário televisivo deu conta de existir doping ao mais alto nível no desporto russo.

O responsável da IAAF na luta contra o doping, Thomas Capdevielle, especificou que a federação pretende iniciar os processos em relação aos primeiros atletas "nos próximos dois ou três meses".

Thomas Capdevielle disse ainda que a IAAF poderá recorrer para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) de algumas sanções ordenadas pela Federação Russa de Atletismo.

O organismo já abriu um processo em relação a Viktor Chegin, treinador responsável pelo centro de marcha em Saransk e que treinou mais de 20 atletas envolvidos nos últimos anos em casos de dopagem.

No âmbito do escândalo, os marchadores Sergey Kirdyapkin e Olga Kaniskina, ambos campeões olímpicos, e Sergei Bakulin, campeão mundial, foram suspensos em janeiro pela federação russa e todos eles foram treinados por Chegin.

"Estamos confiantes de que haverá uma conclusão satisfatória para nós", sublinhou o responsável da IAAF em relação aos procedimentos contra Viktor Chegin. 

*  Nas provas, os resultados não podem estar dopados.

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MINUTOS DE


CIÊNCIA/35


O CÍRCULO AMALUCADO OU,

 QUESTÃO DE GEOMETRIA




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 HOJE NO 
  "JORNAL DE NOTÍCIAS"  

Forças Armadas declaram que Governo "está em guerra" com os militares

Os responsáveis da Associação de Oficiais das Forças Armadas consideraram, esta segunda-feira, que o executivo da maioria PSD/CDS-PP está "em guerra" com os militares, reagindo à alteração aos regimes específicos de assistência na doença dos seus familiares.

"A realidade impõe-se: estamos em guerra. Uma guerra que não utilizando meios militares, nem por isso deixa de ser uma guerra! Porque morre gente, porque é semeada a pobreza e a miséria, porque há refugiados eufemisticamente designados de emigrantes forçados pelos líderes do seu próprio país a abandoná-lo", lê-se em comunicado.
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O Conselho de Ministros aprovou na quinta-feira a possibilidade de "cônjuges ou unidos de facto dos beneficiários, titulares dos subsistemas ADM [Forças Armadas e GNR] e SAD [PSP]" se inscreverem "nesses mesmos subsistemas, mediante o pagamento de uma contribuição".

O texto da AOFA lamenta que, "para além do desconto de 3,5%", haja agora "mais um desconto suportado por um estranhíssimo algoritmo (3,5% sobre 79% da remuneração base do militar) que mais não é do que um expediente para extorquir uma fatia mais do já parco rendimento dos militares".

"Mas nada demove os que, tendo sido legitimados para governar o país, não foram certamente eleitos para o destruir e, muito menos, incumprindo compromissos que assumiram e que logo a seguir renegaram", lê-se ainda, antes de os governantes serem acusados de "afrontar o seu povo, que deviam servir e defender, os militares e as forças armadas".

* Estranhamos que a componente militar  do país esteja em guerra com o poder civil legalmente eleito em regime democrático e de acordo com a constituição. 
Não é difícil concordar que o povo português está mal, mas o ordenado mínimo das forças militares é bastante superior ao ordenado mínimo dos civis, mais, para haver justiça o regime de assistência na saúde devia ser único, nem ADSE, nem ADM ou SAD, porque estes subsistemas fazem com que haja cidadãos de primeira e de segunda. 
Não estamos a defender este governo, nem nenhum porque têm sido todos maus, estamos a afirmar que o poder militar está subordinado ao poder civil e portanto é absurdo falar em guerra entre ambos. Deixem o teatro para os actores, que temos muitos e bons.

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3-AMAR NÃO DEVERIA
SER CRIME



* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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 HOJE NO 
"JORNAL DE NEGÓCIOS"   

Gang de criminosos informáticos ataca bancos e rouba milhões de dólares

Um relatório da Kaspersky revela que um grupo de criminosos cibernéticos “atacou” vários bancos, em vários pontos do globo, e roubou milhões de dólares. Estimativas apontam que podem ter sido roubados mil milhões de dólares (mais de 875 milhões de euros). 
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Um grupo de criminosos informáticos, que falam russo, atacou vários bancos e roubou milhões de dólares, de acordo com um relatório da Kaspersky (um empresa de segurança russa) citado por vários órgãos de informação internacionais. As estimativas presentes no documento apontam para o roubo de cerca de mil milhões de dólares, ou seja, mais de 875 milhões de euros.

Estes roubos terão começado no final de 2013 e, segundo a BBC, continuam. Atingem instituições financeiras na Rússia, Estados Unidos da América e Europa. Para já, não é claro quantos bancos e quais foram atacados. No entanto, aparentemente, grande parte das instituições afectadas estará localizada na Rússia. O documento revela que foram encontrados 178 endereços de IP ligados à Rússia e 37 ligados aos Estados Unidos.

Os "hackers" terão nacionalidade russa, ucraniana e chinesa. A BBC escreve que a Interpol e a Europol estão também a investigar este ataque.

Já de acordo com o Wall Street Journal (WSJ), a localização a partir da qual estes "hackers" terão praticado os ataques também não é conhecida. Alguns dos seus servidores estarão sedeados na China e alguns dos domínios usados estão igualmente registados na China. Todavia, o relatório assinala que este tipo de pistas foi já falsificado no passado.

Esta publicação, que cita fontes próximas do processo, aponta ainda que alguns executivos de empresas de serviços financeiros foram informados das conclusões deste relatório. Além disso, oficiais do Governo norte-americano terão também tido conhecimento deste relatório no domingo, 15 de Fevereiro. Porém, alguns terão manifestado o seu cepticismo sobre como o dinheiro terá sido retirado da banca norte-americana.

A BBC explica, citando a Kaspersky, que estes grupo de criminosos usou vírus para infectar as redes informáticas destas empresas como "malware" ( ou seja "software" que entra num sistema de computador para provocar danos) incluindo nos vídeos de vigilância, o que lhes permitia ver e gravar tudo o que acontecia nos ecrãs dos funcionários dos bancos.

"Estes ataques destacam novamente o facto que os criminosos exploram qualquer vulnerabilidade em qualquer sistema", afirmou Sanjay Virmani, director da Interpol para o crime digital.

Por sua vez, a Kaspersky defende que o método utilizado por estes criminosos marca uma nova fase nos roubos cibernéticos, dado que são usados meios "para roubar o dinheiro directamente dos bancos e evitam focar-se nos clientes finais" dos sistemas financeiros, escreve a televisão britânica no seu site.

O espanhol Expansión revela que este facto, roubar directamente aos bancos, distingue este grupo dos outros que anteriormente atacavam informaticamente as instituições.

*  Estranhamos que a Kaspersky não esteja preocupada com os bancos que assaltam os cidadãos.

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HELENA MARUJO

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Entre harmonias 
e contradições

Do I contradict myself? Very well. I contradict myself. I contain multitudes”/“Contradigo-me? Sim senhor. Contradigo-me. Contenho multidões.” Walt Wittman

Vivemos num universo ambíguo.

Quem nunca se sentiu incoerente? Quem nunca pensou “Nem parecia eu!”, perante uma remota e estranha reacção pessoal, na qual não se reconheceu na sua habitual identidade?

Sabemos de quem após os 90 anos ainda incendeia ideias politicas e morais, e incentiva à contínua luta pela democracia e pelos direitos humanos. Por contraponto, alguns conheceremos quem aos 17 está emocionalmente moribundo e miseravelmente desesperançado, sem conseguir imaginar, e muito menos iniciar, qualquer futuro. Conhecemos também quem esteja objectiva e gravemente doente, mas que, como indica o adágio, “vende saúde”. Pessoalmente conheço auto-pessimistas assumidos, que quando se trata de dar esperança a terceiros, conseguem com eficácia e leveza infundir-lhes confiança. Sei igualmente de quem toca com ternura em imagens de barro e gesso que representam icónicamente a santidade, mas é incapaz de dar com verdadeira entrega e abandono emotivo um abraço a um amigo ou filho. Sei de quem é completamente incapaz de fazer mal ao animal doméstico, mas agride e maltrata física e psicologicamente o parceiro. Sei também de quem tem cultura teórica vasta e rica sobre a natureza humana, mas demonstra uma clara incompetência em aplicá-la. Conhecemos todos figuras públicas que são idolatradas pelo que conseguiram fazer com uma parte da sua vida, mas malqueridas, quando não desprezadas, pelo que fizeram noutras esferas das suas existências. Vivemos por isso no meio de desafinados mundos: a presença de saúde, apesar da doença; a presença do amor apesar da incapacidade de amar; a presença da juvenilidade apesar da velhice; o encarquilhamento emocional apesar da mocidade; as boas emoções apesar das más; quem não consegue fazer por si, mas consegue fazer pelos outros; quem é sublime num campo da vida, mas odioso noutro.

Não são só estas as discrepâncias que são correntes no nosso dia-a-dia humano: entre o nosso corpo e a nossa mente há também muitos abismos. Somos um só, mas o nosso corpo entende coisas que a nossa mente racional e a nossa consciência nem suspeitam.

Trago a propósito os trabalhos publicados em 2005 por Isaacowitz, que ao seguir em laboratório os movimentos oculares de pessoas a quem pedia que vissem num ecrã a imagem de uma mancha de pele indicadora de cancro, verificou que os mais optimistas olhavam durante menos tempo e menos vezes para a mancha escura central do melanoma, olhando mais vezes e mais tempo para pontos fora dela. Em contraponto, os avaliados como mais pessimistas focavam-se mais tempo e mais vezes na mancha suspeita, incapazes de tirar os olhos do “problema”. Os optimistas mostraram, sem o saberem nem notarem, uma selectiva “não atenção” ao negativo.

Carmelo Vázquez, no seu laboratório da Universidade Complutense de Madrid, tem mostrado, em consonância, o impacto dos movimentos da cabeça a acenar que sim e a acenar que não em pessoas deprimidas. Depois de induzir com imagens sentimentos negativos, mostrou aos participantes um conjunto de imagens positivas, imediatamente após fazerem movimentos da cabeça verticais ou laterais. Os resultados indicaram que níveis iniciais de depressão estavam associados com maior persistência de tristeza, mas o resultado mais importante foi perceber que esta associação estava presente em participantes que diziam que não com a cabeça (movimentos laterais), mas não nos que diziam que sim (movimentos verticais). Ao que parece, há uma ligação entre os movimentos do corpo e a regulação das emoções, mesmo que não tenhamos consciência disso. A este propósito sempre me questionei porque é que os psicoterapeutas, que querem ajudar os clientes a caminhar para um futuro melhor do que o presente, o fazem com as pessoas sentadas ou deitadas, e não em “andamento”, caminhando juntos. Esta é uma questão também presentemente em estudo por estes investigadores espanhóis.

Refiro ainda as recentes investigações coordenadas pelo Prof. Mário Simões da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, no seu laboratório LIMMIT, indiciando promissores resultados na qualidade do parto (Projecto “Parto Feliz”) e no impacto em problemas de infertilidade, ao juntar hipnose clínica com psicologia positiva.

IN "PÚBLICO"
10/02/15


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425.UNIÃO


EUROPEIA




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HOJE NO 
"DESTAK"

Pequenas empresas pedem adiamento do
. prazo para taxar sacos de plástico leves 

A União de Associações do Comércio e Serviços (UACS) pediu o adiamento do período de transição para que se aplique a taxa de 10 cêntimos sobre os sacos de plástico leves, que entrou em vigor no domingo. 
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A decisão de taxar os sacos de plástico dos supermercados a oito cêntimos, a que acrescem dois cêntimos do IVA, totalizando os 10 cêntimos por saco, entrou em vigor no domingo e faz parte da reforma da Fiscalidade Verde e foi anunciada pelo Governo como sendo uma tentativa de reduzir a poluição que resulta deste tipo de produto, sobretudo no mar, seguindo orientações europeias. 

Em comunicado hoje emitido, a UACS afirma que "o período transitório, que findou no passado dia 14, foi manifestamente insuficiente para o escoamento dos stocks e adaptação às novas regras por parte de toda a cadeia de produção e comercialização". 

* O "assalto" do saco de plástico.

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 NENHUMA SOCIEDADE
QUER QUE SEJAS SÁBIO!
LIBERTA-TE


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6-OS NOSSOS FILHOS

 NOS ACUSARÃO




* As nossas séries por episódios são editadas no mesmo dia da semana à mesma hora, assim torna-se fácil se quiser visionar episódios anteriores.


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HOJE NO 
"i"

Opus Dei.
Muito mais é o que une a obra 
à tradição que aquilo que a separa

A santificação pelo trabalho. Aqui, a ideia é a de que qualquer um pode ser santo no seu dia-a-dia e que a santidade é para leigos e não uma coisa de religiosos

É sacerdote e actual pároco de Telheiras, em Lisboa. Daqueles que usam cilício para se mortificar. Mas nem sempre foi assim. Antes dos 52 anos, idade com que foi ordenado pela prelatura da Santa Cruz e Opus Dei, o padre Rui Rosas chegou a ser militante do PSD, jornalista e até esteve cinco anos sem “pôr os pés na missa”, o que terá levado a mãe a rezar a todos os santos.

Antes de avançar na história convém desfazer alguns mitos. O Opus Dei, que, literalmente, significa “Obra de Deus”, não é uma sociedade secreta ou uma “máfia santa”. Mas tem um clero e regras próprias – um plano de vida – e, por isso, acaba por funcionar como uma igreja dentro da própria igreja. Como acontece com outras organizações católicas: Movimento de Schoenstatt, Caminho Neocatecumenal, Focolares ou Comunhão e Libertação.
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Voltemos ao padre Rui Rosas. “A nossa vida tem um antes e um depois. No meu caso, antes de ser do Opus Dei e depois de ser do Opus Dei”, diz. O antes foi até aos 22 anos, era estudante de Filosofia, estávamos em 1963. O depois inclui ser professor de liceu e director – o primeiro – do Colégio Planalto, uma escola da obra só para rapazes (ver caixa). Aos 52 anos, Deus “perguntou-me se eu queria ser sacerdote e eu disse que sim. Cá estou”, conta.

Os sacerdotes provêm dos fiéis leigos do Opus Dei e são convidados pelo prelado a receber as ordens sagradas depois de anos de dedicação e formação. É muito normal no Opus Dei ser-se ordenado tarde. Com o padre Rui foi ordenado outro com 70 anos. “Não é uma vocação tardia, é servir a Deus de uma maneira diferente”, afirma.

É aqui que começa a zona cinzenta. O padre Rui foi incardinado pela prelatura do Opus Dei e está “à disposição da prelatura para tudo o que esta quiser”. Dentro do bom senso. “Tenho 74 anos, podem pedir-me para ir para a China, mas o mais normal é que não tarde vá para o Alto de São João”, graceja.

A partir de 2004 houve um acordo entre a prelatura e o patriarcado de Lisboa, até porque faltam vocações e os padres seculares (das dioceses) não chegam. Foi criada a paróquia de Telheiras e o padre Rui foi mandado para lá pelo Opus Dei. Mas já esteve em Coimbra, no Porto, em Viseu.

Este sacerdote, como os restantes da instituição, não é consagrado como os padres seculares: não fez os votos da obediência, da pobreza e da castidade. Embora os viva. O padre Rui Rosas é numerário, sempre viveu em celibato. Namorou? “Não namorei. Não tive tempo e não é que não tivesse pensado nisso, mas não calhou”. E vive a pobreza. “O que preciso, com fundamento, peço. E o que ganho entrego”. Quanto à obediência, primeiro ao prelado, mas sempre a Deus.

Se é assim, porque não servir a Deus sem intermediários? “A pessoa começa a sentir que deve entrar por um caminho determinado. O do Opus Dei foi o que me entusiasmou, pela ideia de poder servir a Deus no meio do mundo, fazendo bem o meu trabalho. Mas como leigo. Senti uma afinidade clara, uma realização que me agrada muito e noutro sítio não. Mas a obra nasceu para servir a Igreja como ela quer ser servida. Sempre procuramos trabalhar em harmonia com a hierarquia, não se começa a trabalhar institucionalmente num sítio sem autorização do outro”, esclarece.
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É fácil conversar com o padre Rui e o seu sorriso aberto. Mas impossível não reconhecer alguns tiques conservadores. E que não são necessariamente do Opus Dei mas da Igreja Católica em geral, como o próprio reconhece. Sobre o Papa Francisco diz que só tem de seguir o que ele diz. “Gosto imenso daquilo que oiço... Bem, é um argentino. Estamos habituados a um alemão, um italiano, um polaco, todos europeus. Este homem traz a alegria da América do Sul para a Igreja”.

Mas é mais fácil falar de umas alegrias do que de outras. O dinheiro, por exemplo, é uma questão fácil. “Tenho paroquianos importantes e paroquianos menos importantes. As pessoas é que gostam de julgar o todo pela parte. Alguns estão aflitos, vêm aqui pedir comida. Ainda agora acabámos de fazer uma distribuição de comida para as famílias mais desfavorecidas. Quem paga é a paróquia com dinheiro dos paroquianos que podem mais – não há cá dízimo, cada um dá o que quer e pode. E temos um roupeiro, com coisas que nos dão. Procuramos atender pessoas doentes e fizemos um acordo com uma farmácia local em que a paróquia oferece até um máximo de 50 euros por pessoa, desde que os medicamentos sejam comparticipados”.

Um acordo sobre os homossexuais na igreja, por exemplo, já é mais difícil. “Se uma pessoa tem essas tendências, tenho pena dela. Mas há uma coisa que se chama virtude da castidade. Não posso dizer a um homem que é mulherengo que pode fazer o que quer e ter outro discurso para um homossexual. Sei que há quem sofra muito com a homossexualidade e esta é uma forma de oferecer a Deus esse sacrifício”.

E voltamos à mortificação corporal. Não chega a oração e o arrependimento? “Minha cara amiga, é preciso a gente sacrificar-se. Mas é uma tradição da Igreja Católica, e não do Opus
Dei, que haja pessoas que, por espírito de sacrifício, de mortificação, usem uma coisa que as incomoda um bocado. É só isso, mais nada. Eu uso cilício [cinto áspero que se usa sobre a pele], mas vou comprá-los ao carmelo, não os fabrico”. Para os padres, e para este em particular, o objectivo da mortificação é o “amor a Deus, procurar obter graças para os outros ou para si e também ter controlo sobre si mesmo. Se vou a uma boda, as bodas de Caná, e bebo do vinho até não poder fazer o quatro… Tenho de ter uma série de limites. E o sacrifício é uma boa forma de arrependimento”.

José Rafael Espírito Santo. Vigário Regional (Portugal)  
"Disputar correligionários não faz parte do Opus Dei" 

Como aplica o seu carisma à Igreja de hoje?
A servir a Igreja de Cristo através de uma maneira peculiar de viver o encontro com Deus na família, no trabalho, no descanso. Isto traduz-se numa proposta formativa que não interfere com o cuidado pastoral realizado nas paróquias e nas dioceses, sem constituir um grupo à parte e pondo o seu carisma ao serviço da comunidade e dos outros.

O proselitismo do Opus Dei disputa território com a Igreja. Concorda? Esse tipo de proselitismo, criticado pelo Papa Francisco, que leva a disputar correligionários, não faz parte do Opus Dei. A missão do Opus Dei é a própria missão da Igreja, levar cada um a tomar a sério o projecto que Deus tem para si. Depois "cada caminhante siga o seu caminho", palavras de um poeta que S. Josemaria gostava de repetir.

Como vive os escândalos da Igreja?
São casos que envergonham qualquer cristão e a tolerância tem de ser zero. O sofrimento das vítimas e dos seus familiares deixa marcas profundas e o meu desejo é que não se afastem de Deus. Como cristão devo pedir perdão por essas condutas abomináveis. Ao mesmo tempo, como também o Papa Francisco tem afirmado, cada um de nós necessita de se converter.

O que pensa do projecto de reforma do Papa Francisco?
O Papa Francisco é um Papa providencial. Representa hoje a renovação que Deus tem imprimido à vida da Igreja nos últimos anos. Com o seu estilo e modo de ser muito próprios, vai dando passos que são sinal de esperança, neste mundo fechado em si mesmo que necessita de uma Igreja verdadeiramente missionária e fiel ao Evangelho em todas as suas estruturas.

* Uma notícia tenebrosa, os portugueses não ficaram esclarecidos quanto ao maquiavelismo da Obra.

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TAIS QUAIS

Olha a Noiva se Vai Linda


Projeto "Tais Quais" (Tim; Vitorino; Jorge Palma; João Gil; Celina da Piedade; Paulo Ribeiro; Jorge Serafim; Sebastião)
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 HOJE NO 
"A BOLA"

Japão desiste do Mundial de 
pentatlo moderno devido a ameaças
 do Estado Islâmico

A Federação Japonesa de Pentatlo cancelou a presença no Mundial de pentatlo moderno, que se disputa no Cairo, capital do Egito, por «motivos de segurança», devido às ameaças dirigidas a cidadãos japoneses pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI).
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Segundo a televisão estatal NHK, a decisão foi tomada na sequência de recomendações feitas pelo governo do Japão para que cidadãos japoneses não viajem para o Médio Oriente.

O Japão iria participar no Mundial com oito atletas, prova que pontua para o apuramento para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016.

Recorde-se que dois cidadãos japoneses foram decapitados pelo EI na Síria, tendo os jihadistas ameaçado matar mais japoneses «onde quer que estejam».

*  Não existe outra solução os terroristas têm de morrer e o Ocidente tem de ir a casa deles matá-los, senão eles vêm cá e matam-nos.  Os "experts" que digam se há alternativa.


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FOGUEANDO NUM LAGO GELADO


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HOJE NO 
"AÇORIANO ORIENTAL"

PCP defende mercado de agricultura
. inter-ilhas na Macaronésia

O eurodeputado do PCP João Ferreira disse que vai levar novamente ao Parlamento Europeu a proposta de criação do mercado inter-ilhas dos arquipélagos da Macaronésia -- Açores, Canárias, Cabo Verde e Madeira - para valorizar as suas produções agrícolas.
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Estas ilhas "têm especificidades e complementaridades entre si que tornariam o funcionamento de um mercado entre elas uma forma de valorização das respetivas produções", disse aos jornalistas o eurodeputado, no Funchal, no final de uma visita de trabalho à região da Madeira, em que participou também a eurodeputada Inês Zuber.

João Ferreira lembrou que o partido já questionou em 2010 a Comissão Europeia sobre esta matéria e que a instituição reconheceu a sua importância, "mas, depois, não deu continuidade".

"O funcionamento deste mercado seria uma forma de contribuir para um escoamento de produções regionais, dando-lhes também um valor acrescentado", referiu.

O PCP quer voltar a levar o assunto aos órgãos europeus, questionando, inclusive, que apoios da União Europeia poderá vir a ter a iniciativa.

"Quando levantamos esta questão no Parlamento Europeu há cinco anos, a Comissão Europeia concordou que se tratava de uma boa ideia e de um caminho a seguir mas, agora, há que dar sequência a isso. Até agora não vimos nada, vamos retomar esta questão no sentido de saber o que foi feito desde essa altura e quais as conclusões dos estudos que, na altura, a Comissão Europeia nos disse que estava a fazer para o estabelecimento dessas ligações", afirmou.

A visita de João Ferreira e Inês Zuber à Madeira decorreu durante dois dias.

* Nada mais lógico.


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PORTUENSE

Edifício Paladium Relógio com carrilhão De 3 em 3 horas apresentam-se  4 figuras de notáveis da Cidade: Almeida Garrett, S. João, Infante D. Henrique e Camilo Castelo Branco

Uma Pérola

Lavatório na Casa das Francesinhas

Restaurante Fado Menor

Teatro Nacional S. João

Café Majestic

Farmácia Antiga da Porta do Olival



Livraria Lello

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HOJE NO 
"DIÁRIO ECONÓMICO"

Advogados, neta de milionário, 
aristocrata e offshores na lista
. portuguesa ‘Swiss Leaks’

Finanças já pediram às autoridades francesas a lista de portugueses envolvidos no caso ‘Swiss Leaks’. O Económico sabe que a lista contém alguns nomes conhecidos. 

A neta de um conhecido milionário português, já falecido, acumulou na filial suíça do HSBC 10,2 milhões de euros. O seu nome consta da lista de 611 clientes daquela filial associados a Portugal, entre os quais estão 220 com nacionalidade portuguesa. O Diário Económico sabe que na denominada lista ‘Swiss Leaks' constam ainda vários membros de uma família ligada a um escritório de advogados, uma aristocrata procurada pela Justiça portuguesa, bem como dezenas de offshores.


Os dados dos depósitos bancários da lista ‘Swiss Leaks' referem-se ao período 2006/2007, sendo que no caso da maioria dos membros de uma família associada a um conceituado escritório de advogados, as contas aparecem a zeros, a partir de 2007. Em dois desses casos surgem valores da ordem dos dois milhões de euros, montantes que terão sido levantados das contas a partir daquela data. Já no caso da neta de um empresário português já falecido, os valores depositados ascendem a 10,9 milhões de francos suíços, (10 milhões de euros).

Um dos casos mais surpreendentes da lista de nomes portugueses é protagonizado por uma aristocrata portuguesa a quem a justiça declarou contumaz em 2006 (mandado de detenção e proibição de obter determinados documentos de identificação quando alguém se recusa a comparecer perante o juiz que o tenha citado). Num dos anos a que reportam os dados da lista, esta aristocrata foi alvo de um processo comum no Tribunal da Comarca de Braga, acusada de crimes de burla qualificada (em 1999) e burla qualificada com fraude bancária.

Já entre as empresas que constam da lista, o Económico sabe que na sua maioria são offshores: sabe-se que uma delas tinha mais de 18 milhões de francos suíços (cerca de 17 milhões de euros) no HSBC, e outra, ligada ao sector têxtil, mais de cinco milhões (4,7 milhões de euros) naquele banco.

Milionários desconhecidos desmentidos
Américo Amorim e a Espírito Santo Activos Financeiros fazem também, alegadamente, parte da lista. Mas tanto o empresário como a gestora de activos desmentiram ligações a este caso, após a divulgação de que teriam depósitos de 4,4 milhões de euros e 154 milhões de euros, respectivamente, na sucursal suíça do banco.


Dos nomes até agora tornados públicos, a maior cliente portuguesa é Sílvia Ruivo Caçador, do distrito de Vila Real, que terá tido 227 milhões de euros depositados na filial suíça do HSBC. Surgem ainda mencionados Joaquim António Amaro da Cruz, de Castelo Branco, com 196 milhões de euros, e Rosa Maria Pinho Amaro da Cruz da Silva, de Santos-o-Velho, com 164 milhões de euros.

Segundo o ICIJ, o consórcio de jornalistas que divulgou a lista, as aplicações de clientes com ligações a Portugal totalizavam 856 milhões de euros. Ontem, o HSBC recorreu aos jornais britânicos para pedir "as mais sinceras desculpas" por alegadamente ter ajudado os clientes na fuga ao fisco, lembrando que as práticas do passado não são as mesmas de hoje.

* Gente séria, acima de qualquer suspeita!


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UMA DELÍCIA!


MÚSICOS INFANTIS CHINESES

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HOJE NO
  "CORREIO DA MANHÃ"

Dados privados à venda online

Por 350 euros, clientes têm acesso a nome, morada e registo telefónico de outras pessoas.

Alguém que diz ser detetive privado com "muita experiência no mercado" vende serviços que permitem resolver inúmeros problemas, mesmo que se trate do acesso a dados privados. 

Publicita em portais de anúncios gratuitos na internet e diz que, por 350 euros, vende aos clientes dados de operadoras de telecomunicações. 
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O CM quis saber como funciona o esquema e criou uma situação hipotética para este detetive solucionar: é preciso identificar o autor de chamadas anónimas recebidas num determinado telemóvel. A resposta do detetive foi a seguinte: "Identificar o autor custa 150€; disponibilizar dados e registos telefónico do anónimo são 350 €." É este o valor que também cobra para facultar "registos de comunicações telefónicas".

 As promessas são publicitadas, mesmo quando em causa estão práticas criminosas. Contactado pelo CM, o penalista Rui Pereira disse que, genericamente, estamos perante três crimes distintos: "Além da devassa da vida privada, punível até um ano de cadeia ou multa de 240 dias, poderá estar em causa um crime de devassa da vida privada por meio informático e registo de telefonemas (prisão até dois anos e multa de 190 dias), e ainda crime de violação de conteúdo de telecomunicações ou correspondência." 

O CM pediu explicações à administração do portal onde o detetive faz publicidade, mas não obteve qualquer resposta. Mário Costa, detetive privado, afirmou ao CM que "estes detetives são inimigos públicos": "São ações que devem ser investigadas e às quais as polícias não devem ficar indiferentes."

* Quem são os donos do portal, não têm de ser investigados por publicitarem actividade criminosa? Quantos destes detectives FdP estarão a agir pela "surra" no país?

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 EM CAMINHOS ÍNVIOS
MAS DE RARA BELEZA














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HOJE NO 
"OBSERVADOR"


Eurogrupo dá uma semana à Grécia
 para decidir se quer extensão 

Jeroen Dijsselbloem trouxe uma proposta que falava em prolongar programa, que foi rejeitada pela Grécia. Trabalhos foram interrompidos, por hoje. Grécia diz que "não aceita ordens".

Foram dados por terminados, por hoje, os trabalhos do Eurogrupo. Jeroen Dijsselbloem, o presidente do Eurogrupo, trouxe uma proposta que falava em extensão do programa e a reação da Grécia foi esta: “Não é possível qualquer acordo no Eurogrupo“, disse à Bloomberg uma fonte do governo grego há momentos. 
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As propostas europeias são “absurdas e inaceitáveis“. Esta informação foi avançada minutos depois de, à Reuters, uma fonte também do governo grego ter dito, em alusão aos trabalhos da última quarta-feira, que o texto em que se trabalhou era “inaceitável” e que “não era razoável”, já que falava em prolongar o resgate. Recorde-se que esse encontro terminou sem sequer um comunicado final. Agora, é o Eurogrupo que diz: “Cabe à Grécia pedir uma extensão do programa”.

Na conferência de imprensa após o final da reunião, Jeroen Dijsselbloem disse que “temos esta semana, é isso” para que a Grécia decida se quer aceitar a oferta de uma extensão do atual programa, o que implicaria “flexibilidade” mas também a revalidação dos compromissos da Grécia para com os principais objetivos do programa. “Cabe à Grécia dizer se aceita a oferta de uma extensão“, disse Dijsselbloem. “Eles [os gregos] têm de decidir se pedem uma extensão do programa”.

Nova reunião do Eurogrupo só acontece na sexta-feira se o Governo grego aceitar ceder e chegar a um acordo com os ministros da zona euro, dentro dos moldes apresentados, disse Jeroen Dijsselbloem.

A fonte citada pela Bloomberg é uma fonte do governo grego, que disse por e-mail que as propostas de Jeroen Dijsselbloem para o país para respeitar o programa atual são “absurdas e inaceitáveis”. À Reuters, fonte do governo grego disse que a Grécia rejeitou uma proposta de acordo que dizia que a zona euro iria utilizar a “flexibilidade dentro do programa atual”. A Grécia não quer ouvir falar em prolongamento ou adaptação do atual programa, quer um novo programa.

Aqui está a imagem do segundo documento preliminar, rejeitado por Atenas. Um documento, a que vários jornalistas em Bruxelas tiveram acesso, que falava num “fortalecimento e melhor implementação do atual programa de assistência financeira”.

* A procissão vai no adro e no pálio pode estar o Syriza na companhia de Putin ou de Xi Jinping

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